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ORIENTAÇÕES para a Celebração da Quinta

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ORIENTAÇÕES para a Celebração da Quinta
ORIENTAÇÕES para a Celebração da Quinta-feira Santa:
1. Terminada a Missa, os cristãos hoje passarão alguns momentos de recolhimento e oração diante do
Santíssimo Sacramento. Nessa adoração silenciosa poderão deixar-se penetrar das últimas confidencias que
o Senhor fez aos seus discípulos antes de se dirigir ao jardim das Oliveiras, sobretudo seu mandamento único
e perfeito: “Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei!”
2. Poder-se-ia organizar momentos de adoração com textos bíblicos, cantos, orações, refrões. O silêncio
também é muito importante. Os textos bíblicos poderiam ser os seguintes:
* 1Reis 19,4-8;
* 1Coríntios 11,17-34;
* João 13, 1-15. 15-30.31-38;
* João 14,1-10.11-14;
* João 15,12-17.18-25;
* João 17,1-26.
3. Outra opção para a Vigília Eucarística é a leitura pausada de João 14-17 e intercalada por cantos e salmos.
Do capítulo 14 a 17 de João, o contexto é de Última Ceia.
4. Cantos significativos para este momento comunitário ver em Música Ritual, nº 8.
5. A cor das vestes litúrgicas é o branco
6. No início da Celebração Eucarística (Ceia do Senhor), o Tabernáculo (sacrário) deve estar vazio e a porta
aberta.
7. É costume em alguns lugares canta o Hino de louvor (Glória) acompanhado do toque de sinos. Os
instrumentos também podem ser tocados durante este hino; depois permanecerão guardados até o Glória
na Vigília Pascal.
8. Fazer uma acolhida fraterna e calorosa às pessoas que vem a celebração. O presidente e a equipe litúrgica
recebem os fiéis.
9. Nesta celebração, é importante que haja participação dos catequistas, dos pais e das crianças ou
adolescentes que estão sendo iniciados para a Eucaristia. Na semana após a Páscoa, é oportuno haver uma
catequese sobre o significado dos ritos realizados nesta celebração.
10. Na homilia, levar a Vigília junto do Santíssimo Sacramento. Essa Vigília não deve ultrapassar a meia-noite.
Usar os subsídios que estão no Manual da Campanha da Fraternidade.
11. Não há o Creio nesta missa.
12. Em vez de “galheta” com vinho, usem uma jarra com vinho suficiente para dar a comunhão no vinho a
todos; assim irá se realizar mais plenamente o sinal que o Cristo nos deixou (Introdução Geral do Missal
Romano, nn. 240-252).
13. O memorial do mistério pascal de Cristo, segundo a ordem do Senhor, se realiza “fazendo o que ele fez
naquela ceia derradeira”: “Tomou o pão” (preparação dos dons), “pronunciou a bênção de ação de graças”
(oração eucarística ou anáfora), “partiu o pão” (fração do pão) “e deu a seus discípulos” (comunhão).
14. Para preparar a mesa, trazendo em procissão o pão e o vinho, cante-se aquele hino à Caridade proposto
pelo Missal Romano (CD: Tríduo Pascal I).
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15. A oração eucarística é a oração do povo sacerdotal chamado a celebrar a Aliança que Deus, seu parceiro,
estabeleceu por meio da Páscoa de seu Filho. Fazem-se necessários o conhecimento e o aprofundamento
de seu sentido e estrutura literário-teológica como a confissão da fidelidade de Deus e da fragilidade
humana. A oração eucarística é um todo, cuja unidade de estrutura e gênero literário deve ser respeitada.
Vale lembrar que apenas a oração eucarística I e a III não têm prefácio próprio e a oração eucarística II admite
troca de prefácio. As demais orações eucarísticas são uma unidade inseparável.
16. Deve-se consagrar pão (ou hóstias) suficiente para a Quinta-Feira Santa e para o dia seguinte, já que na
Sexta-Feira Santa não haverá missa, mas somente distribuição da comunhão.
No final da celebração, devem ser retiradas as toalhas do altar e, se possível, as cruzes da igreja; (Se não for
possível tirá-las, poderão ser veladas, para que na celebração da Sexta-Feira só apareça uma única cruz).
17. A equipe de liturgia ou o sacristão(ã) não devem esquecer de preparar bacia, jarra, toalhas, cadeiras para
o Lava-Pés; cruz processional (turíbulo ou incensório de cerâmica com incenso); véu de ombro; tochas acesas
para a procissão com o Santíssimo; pano para cobrir as cruzes.
18. Atenção! É bom lembrar que o Lava-pés e a adoração do Santíssimo são ritos complementares. O mais
importante é a celebração eucarística, sem ela não haveria adoração do Santíssimo.
19. No território das paróquias onde houver reserva eucarística, essas devem ser recolhidas e levadas à Igreja
para serem consumidas. Na Missa a comunhão a ser distribuída deve ser aquela que foi consagrada na
própria celebração. Cuide-se que, nos casos extremos, haja comunhão apenas para os irmãos moribundos.
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