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Determinação da época de colheita de sementes do Andropogon

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Determinação da época de colheita de sementes do Andropogon
Pasturas Tropicales, Vol. 22, No. 2
Artículo Científico _________________________________________
Determinação da época de colheita de
sementes do Andropogon gayanus Kunth para
a região Meio-Norte do Brasil
E. C. Camara Italiano*
Introdução
A exploração pecuária no Brasil baseia-se quase que
exclusivamente na utilização de pastagem por
constituir-se na forma mais econômica de alimentação
dos rebanhos. Antes da década de 70, a formação de
pastagem era feita basicamente através de propagação
vegetativa ou através de sementes colhidas às margens
das estradas. Somente a partir de 1970 é que a
utilização de sementes de espécies forrageiras na
formação de pastagem ocorreu de forma mais intensiva.
Entretanto, Pinto (1995) afirma que a quase totalidade
dessas sementes era importada, principalmente da
Austrália que atendia cerca de 90% das necessidades
brasileiras. Atualmente, segundo esse mesmo autor,
Brasil já exporta sementes de algumas espécies
forrageiras para a Argentina, Colombia, Venezuela e
diversos países da Africa, Asia e Oceania, o que
demonstra a rápida evolução dessa atividade no Brasil.
De acordo com Humphreys (1979) e Crowder e
Chheda (1982), o rendimento e a qualidade das
sementes de gramíneas tropicais e subtropicais são
relativamente baixos quando comparados com as
gramíneas de regiões temperadas. O aumento
quantitativo e qualitativo da produção de sementes,
apoia-se no melhor conhecimento dos efeitos de um ou
mais fatores internos ou externos da planta sobre os
componentes de produção de sementes.
Para Humphreys (1979), Souza (1981) e
Humphreys e Riveros (1986) a produção de sementes
de uma planta forrageira advém do produto dos
parâmetros seguintes: número de perfilhos por unidade
de área; percentagem de sobrevivência de perfilhos até
*
Pesquisador, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária/
Centro de Pesquisa Agropecuária do Meio-Norte (EMBRAPA/
CPAMN), Caixa Postal 01, CEP 64.006-220, Teresina-Piauí,
Brasil.
a floração e de sobrevivência de perfilhos férteis;
número de ramificações formadas por inflorescência, de
flores diferenciadas por ramificações e de sementes
formadas por flor; peso individual de sementes;
percentagem de sementes colhidas e de sementes
viáveis.
O produto do número de perfilhos/unidade de área,
percentagem de perfilhos que sobreviveu até a floração
e percentagem de sobrevivência de perfilhos férteis
determinan a densidade de perfilhos férteis que é o
principal fator determinante da produção. O peso
individual das sementes, a percentagem de sementes
colhidas e de sementes viáveis colhidas dizem respeito
à qualidade das sementes e à eficiência de colheita
(Humphreys, 1979; Nabinger e Medeiros, 1995).
A produção de sementes de forrageiras tropicais
traz uma gama muito grande de dificuldades, que vai
desde a fase de produção no campo, até sua
comercialização. Assim, faz-se necessário o
conhecimento apurado dos fatores de produção,
notadamente aqueles relacionados às épocas e
métodos de colheita, beneficiamento e comercialização.
Segundo Macedo e Andrade (1984) os maiores
rendimentos de sementes de forrageiras de boa
qualidade são obtidos quando estas são colhidas no
momento adequado. Contudo, a determinação desse
momento é dificultado pela desuniformidade na
emergência das inflorescencias entre plantas e pela
baixa retenção de sementes formadas. Para
Maschietto (1981) o período de emissão de panículas
numa mesma planta e entre plantas é bastante variável.
Esse autor afirma ainda que o período no qual se obtém
o máximo de panículas abertas, a contar da emissão
inicial destas, varia de ano para ano, de região para
região e com a idade de produção.
Diversos pesquisadores de diferentes regiões do
Brasil já conseguiram determinar a época de colheita
29
Pasturas Tropicales, Vol. 22, No. 2
para um elevado número de forrageiras. Assim,
Andrade et al. (1974), determinaram que o momento
adequado de colheita de sementes para o capim
gordura (Melinis minutiflora) foi de 28 dias após o
início do florescimento, enquanto Nascimento Jr. et al.
(1976) encontraram de 34 a 55 dias para o capim
jaraguá (Hyparrhenia rufa); Favoretto e Toledo (1975)
de 28 a 35 dias para o capim colonião (Panicum
maximum), e Condé e Garcia (1983) de 32 a 38 dias
para a Brachiaria decumbens cv. IPEAN. Para as
condições do triângulo mineiro, Zago et al. (1984)
recomendam colher as sementes do Andropogon
gayanus 25 dias após o início de emissão das
panículas, e 32 e 28 dias para setária (Setaria sp.) e
cv. Colonião (P. maximum), respectivamente.
A disponibilidade de sementes de boa qualidade e
o seu custo, são fatores determinantes na expansão
das áreas de pastagens cultivadas de elevada
produtividade. Notadamente no nordeste brasileiro, o
alto custo das sementes, a pouca oferta e a má
qualidade do produto tem limitado o crescimento das
áreas de pastagens cultivadas. Além disso, a
produção comercial de sementes na região é
praticamente inexistente.
O capim andropogon (A. gayanus) é uma
gramínea perene originária da África e que se
encontra amplamente difundida em áreas com
prolongada estação seca e com solos ácidos e de
baixa fertilidade (Bowden, 1963; Bogdan, 1977). É
tolerante à seca, ao fogo e ao pisoteio, além de ser
palatável e apresentar razoável valor nutritivo (Mejía,
1984). Ademais, produz facilmente grande
quantidade de sementes de boa qualidade e não
apresentou, até o momento, problemas de pragas e
doenças. Atualmente, esta gramínea é uma das mais
utilizadas pelos pecuaristas da região Meio-Norte para
formação de pastagens. Contudo, a expansão de sua
área plantada tem se verificado de forma lenta, em
função, principalmente, da baixa oferta de sementes.
No Brasil, o capim andropogon produz em média de
100 a 150 kg/ha de sementes puras (Ferguson, 1981).
Na região Meio-Norte tem-se conseguido, a nível
experimental, produção média variando de 200 a
400 kg/ha de sementes aparentes (espiguetas) de
boa qualidade (Ramos e Pimentel, 1984). Estes
dados mostram a potencialidade da região para a
produção comercial de sementes dessa gramínea.
Entretanto, as informações referentes a produção de
sementes de forrageiras, especialmente do capim
andropogon, são ainda bastante escassas. Este
trabalho objetiva determinar a época mais adequada
de colheita de sementes de capim andropogon na
região Meio-Norte do Brasil.
30
Materiais e métodos
A pesquisa foi conduzida em Teresina, PI, Brasil, na
sede do Centro de Pesquisa Agropecuária do MeioNorte/Embrapa. A posição geográfica de Teresina está
definida pelas coordenadas de 50 5’ 13” de latitude sul
e 420 48’ 42” de longitude oeste, com uma altitude de
72 m acima do nível do mar. De acordo com a
classificação climática de Koppen, o clima é do tipo AW
com inverno seco e verão chuvoso. A temperatura
média anual é de 27.4 0C e a precipitação média anual
é de 1360 mm, sendo que 90% das chuvas ocorrem de
dezembro a maio. O solo é do tipo Latossolo VermelhoAmarelo Álico cuja análise química revelou pH (H2O) =
4.2, P = 5 mg/kg; K = 68 mg/kg, Ca = 9 mmolc/kg e
Al = 9 mmolc/kg.
Os tratamentos constaram das seguintes épocas de
colheita de sementes: 18, 21, 24, 27, 30, 33, 36 e
39 dias após o início da emissão das panículas que foi
fixado ao se observar a presença de cinco a 10
panículas emergidas por m2 (Boonman, 1971). O
plantio foi feito por sementes em sulcos espaçados de
1 m, em parcelas de 12 m2 (3 x 4 m) e o delineamento
experimental utilizado foi o de blocos ao acaso com
quatro repetições. O experimento foi conduzido sem
adubação.
Em cada época as sementes foram colhidas
através do corte das panículas que foram empilhadas
para secagem ao ar livre por 5 dias, após o que
procedeu-se a bateção, limpeza e pesagem das
sementes. Foram coletadas amostras do capim em
uma área de 1 m2 para determinação do número total
de perfilhos e de perfilhos reprodutivos. Foram
considerados perfilhos reprodutivos todos aqueles que,
por ocasião da amostragem, encontravam-se com
inflorescências em fase de emborrachamento e aqueles
com panículas totalmente emitidas. Os demais foram
considerados perfilhos vegetativos. Foram coletadas
também amostras de sementes para determinação do
peso de 1000 sementes.
Os dados foram submetidos a análise estatística
sendo que os parâmetros número de perfilhos totais e
de perfilhos reprodutivos foram transformados em raiz
quadrada.
Resultados e discussão
A produção de sementes de capim andropogon variou
significativamente (P < 0.05) com as épocas de colheita
estudadas. Observa-se na Tabela 1 que as maiores
produções (399, 400 e 396 kg/ha) foram obtidas,
respectivamente, nas épocas de 24, 27 e 30 dias após
Pasturas Tropicales, Vol. 22, No. 2
Tabela 1.
Épocas de
colheita
(dias)*
Rendimento de sementes (kg/ha) e peso de 1000
sementes (g) em função das épocas de colheita do
capim andropogon (Andropogon gayanus).
Teresina-PI, Brasil.
Rendimento
de sementes
(kg/ha)
Peso de 1000
sementes
(g)
18
324 a**
3.77 a
21
328 a
3.55 a
24
399 b
3.65 a
27
400 b
3.63 a
30
396 b
3.68 a
33
364 ab
3.67 a
36
303 a
3.70 a
39
301 a
—
*
**
Dias após o início da emissão das panículas.
Médias na mesma coluna seguidas pela mesma letra não diferem entre
si (Tukey, 5%).
o início da emissão das panículas, enquanto que as
menores produções verificaram-se nas duas primeiras
(18 e 21 dias) e nas duas últimas ( 36 e 39 dias) épocas
de colheita.
Segundo Souza (1981) as plantas forrageiras
apresentam características de produção de sementes
que tornam extremamente críticas as decisões sobre a
colheita, em particular, as relativas ao momento de
iniciá-la. Esse autor afirma que produções resultantes
de colheitas realizadas tardiamente, em geral, são
baixas devido a perdas excessivas por degrana e
queda das sementes ao solo. Por outro lado, as
colheitas realizadas antecipadamente também resultam
em baixas produções por causa do número de
sementes ainda em estágios muito iniciais de formação.
A concentração de maiores produções de sementes
nas épocas intermediárias de colheita é confirmada por
outros autores. Assim, Silva et al. (1983), obtiveram,
para o capim guenoaro, maior quantidade e melhor
qualidade das sementes nas épocas intermediárias de
colheita e queda na produção à medida em que se
retardava a época de colheita. Bazzigalupi et al. (1983)
também encontraram queda no rendimento de
sementes nas épocas mais avançadas embora as
sementes fossem de melhor qualidade. Zago et al.
(1984), estudando na região do triângulo mineiro o
efeito da época de colheita de sementes de alguns
capins, entre os quais o capim andropogon, obtiveram
como melhor época de colheita 21 dias após o inicio de
emissão das panículas, sendo que o intervalo entre
uma época e outra foi de 1 semana. Por outro lado,
Condé e Garcia (1988) estudando a maturidade
fisiológica das sementes do capim andropogon,
encontraram que o período de colheita mais adequado
situou-se entre 30 e 38 dias após o início da emissão
das panículas e que a maturidade fisiológica ocorreu
entre os 32 e 38 dias.
Pelos resultados obtidos nos estados do Piauí,
Minas Gerais e Goiás observa-se que a época mais
adequada de colheita de sementes do capim
andropogon varia numa faixa bastante ampla, e isto,
segundo Souza (1981) e Maschietto (1981), é
conseqüência das características climáticas de cada
região. Daí a recomendação de Souza (1981) de que
outros indices de maturação, como mudança de
coloração e início da queda das sementes devam ser
considerados quando da determinação da época mais
adequada de colheita das sementes de gramíneas
forrageiras.
Com relação ao peso de 1000 sementes, não foi
encontrada diferença significativa (P > 0.05) entre as
épocas de colheita estudadas (Tabela 1). Estes
resultados diferem dos obtidos por Condé e Garcia
(1983) que constataram que o peso de 1000 sementes
de capim andropogon aumentou desde a colheita
realizada aos 21 dias após o início de emissão das
panículas até à colheita efetuada aos 38 dias, embora o
peso médio encontrado por esses autores tenha sido
muito próximo do obtido neste trabalho.
Na Tabela 2 estão apresentados o número total de
perfilhos e o número de perfilhos reprodutivos por m2
em função das épocas de colheita. A análise de
variância mostrou diferença significativa (P < 0.05) para
total de perfilhos apenas entre a primeira e a penúltima
época de colheita cujos números foram de 164 e 185
para as respectivas épocas. Quanto aos perfilhos
Tabela 2.
Número total de perfilhos e número de perfilhos
reprodutivos/m2 em função das épocas de colheita
de sementes do capim andropogon (Andropogon
gayanus). Teresina-PI, Brasil.
Épocas de
colheita (dias)*
Perfilhos totais
(no./m2)
Perfilhos reprodutivos
(no./m2)
18
164 a**
96 a
21
174 ab
100 ab
24
172 ab
112 abc
27
174 ab
115 abc
30
182 ab
116 bc
33
176 ab
119 bc
36
187 b
127 c
39
185 ab
128 c
*
**
Dias após o início da emissão das panículas.
Médias na mesma coluna seguida pela mesma letra não diferem entre
si (Tukey, 5%).
31
Pasturas Tropicales, Vol. 22, No. 2
reprodutivos, ocorreu diferença significativa (P < 0.05)
entre a primeira e as duas últimas épocas de colheita,
sendo que aos 18 dias o número de perfilhos foi de 96
e aos 36 e 39 dias de 127 e 128, respectivamente.
Observa-se ainda na Tabela 2 que apesar de não ter
sido detectada diferença significativa entre a maioria
das épocas, houve uma tendência de aumento tanto
do número total de perfilhos como de perfilhos
reprodutivos com o avanço da época de colheita.
Langer et al. (1964) verificaram decréscimo no
perfilhamento por ocasião da proximidade da iniciação
floral e aumento depois da emergência da
inflorescência.
O número de perfilhos reprodutivos é uma variável
que deve ser medida com certo cuidado uma vez que
um perfilho vegetativo em dado momento pode se
transformar num perfilho reprodutivo no momento
seguinte. Todavia, esta variável é de extrema
importância visto que a densidade das inflorescencias
é influenciada, principalmente, pela densidade e idade
dos perfilhos reprodutivos. Tanto é assim que Garcia
et al. (1989) afirman que um dos aspectos de maior
importância na produção final de sementes de
gramíneas forrageiras é o número de perfilhos
reprodutivos por unidade de área o qual é
extremamente variável e dependente da intensidade
do desfolhamento e das condições ambientais.
A quantidade de perfilhos reprodutivos encontrada
neste trabalho foi superior à encontrada por Terrazas
(1991) em capim andropogon, que variou de 56 a
69 perfilhos/m2 e inferior à encontrada por Andrade e
Thomas (1984), que variou de 166 a 174 perfilhos/m2.
Contudo, é oportuno lembrar, que a avaliação feita por
estes últimos autores foi em área de pastagem cuja
densidade de plantas por unidade de área é superior à
densidade em uma parcela semeada no espaçamento
de 1 m, como ocorreu neste trabalho.
Conclusões
O número total de perfilhos variou de 164 aos 18 dias
a 185 aos 36 dias, e o número de perfilhos
reprodutivos variou de 69 aos 18 dias a 128 aos
39 dias. Na região Meio-Norte do Brasil, a colheita de
sementes de capim andropogon (A. gayanus) deve ser
feita entre 24 a 30 dias após o início de emissão das
panículas obtendo-se produção em torno de 400 kg/ha
de sementes aparentes (espiguetas).
Agradecimento
O autor agradece ao Dr. Aderson Soares de Andrade
Júnior pela colaboração nas análises estatísticas.
32
Resumen
En un Latosol Vermelho-Amarelo Álico del Centro de
Pesquisa Agropecuária do Meio-Norte/Embrapa,
localizado en Teresina (27.4 oC y 1360 mm), Piauí,
Brasil, se evaluaron diferentes edades (entre 18 y
39 días después de la emisión de panículas) para la
cosecha de semillas de Andropogon gayanus. Se
utilizó un diseño de bloques al azar con cuatro
repeticiones. Las plantas se establecieron por
semilla a 1 m de distancia entre surcos en parcelas
de 12 m2 (3 x 4 m). La cosecha de semillas se hizo
en cortes de panículas con 50 cm de tallo, las cuales
se apilaron durante 5 días al ambiente antes de
desprender las semillas mediante trilla y posterior
limpieza manual. Las mayores producciones de
semillas se alcanzaron a los días 24, 27 y 30 después
de la emisión de panículas, siendo, respectivamente,
de 399, 400 y 396 kg/ha. El número total de tallos
florales varió de 164 a los 18 días hasta 184 a los
36 días, y el número de tallos productivos varió entre
69 a los 18 días y 128 a los 39 días. El peso de
1000 semillas no varió entre épocas de cosecha,
siendo menor (3.55 g) a los 21 días y mayor (3.83 g)
a los 39 días.
Summary
A trial was carried out in Teresina, Piauí, Brazil, to
evaluate the most appropriate time to harvest
Andropogon gayanus seeds. Local conditions
comprised an Allic Red-Yellow Latosol, mean annual
temperature of 24.7 0C, and mean annual rainfall of
1360 mm. Harvests were carried out at 18, 21, 24,
27, 30, 33, 36, and 39 days after heading (5-10
panicles/m2). The experimental design used was
randomized complete block, with four replicates, and
a plot size of 12 m2 (3 × 4 m), with rows spaced at 1-m
intervals. Fifty-centimeter pieces of colms were
harvested, oven dried for 5 days, and hand threshed.
Seeds were cleaned and weighed. The highest seed
production, at 400, 399, and 396 kg/ha, were
observed 24, 27, and 30 days after heading. Total
tiller numbers ranged from 164 at 18 days to 184 at
36 days. Reproductive tillers numbered from 69
(18 days) to 128 (39 days). The 1000-seed weight
was similar across harvesting times, the lowest being
3.55 g at 21 days after heading and the highest,
3.83 g at 39 days.
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