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Resumo Mínimo de Dados e Core de Indicadores de Enfermagem

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Resumo Mínimo de Dados e Core de Indicadores de Enfermagem
Sistema de Informação de Enfermagem (SIE)
Resumo Mínimo de Dados e Core de Indicadores de Enfermagem para o Repositório Central de Dados da Saúde
Resumo Mínimo de Dados e Core de Indicadores de Enfermagem
para o Repositório Central de Dados da Saúde
Introdução
O presente documento surge na sequência do acordado na reunião entre a Ordem dos Enfermeiros (OE) e a Sr.ª
Secretária de Estado Adjunta do Ministro da Saúde, realizada a 22 de Janeiro de 2007, na qual foi abordado o tema
“Sistema de Informação de Enfermagem, Resumo Mínimo de Dados e Indicadores”.
O seu conteúdo representa uma síntese evolutiva dos documentos entretanto entregues no Ministério da Saúde
sobre estes mesmos assuntos, designadamente, o “Quadro de referência para a construção de indicadores de
qualidade e produtividade na Enfermagem” (de Julho de 2004), o “Sistema de informação e documentação de
Enfermagem: suporte à decisão política e garantia da segurança e qualidade dos cuidados” (de Maio de 2005) e o
“Sistema de Informação de Enfermagem (SIE): princípios básicos da arquitectura e principais requisitos técnicofuncionais” (de Abril de 2006).
Este documento tem ainda por base o trabalho de investigação realizado pela Escola Superior de Enfermagem S.
João, em parceria com a ARS – Norte, cujo conteúdo, utilizando a versão Beta 2 da Classificação Internacional para
a Prática de Enfermagem (CIPE®), foi disponibilizado em Maio de 2006 para utilização por parte do IGIF, nos locais
onde se encontra instalado o actual Sistema de Apoio à Prática de Enfermagem (SAPE). Incorpora as reflexões
entretanto produzidas e está integralmente baseado na versão mais recente daquela classificação (versão 1).
O presente documento tem como objectivo definir as linhas gerais do modelo, dos conteúdos e dos requisitos de
comparabilidade para o Resumo Mínimo de Dado de Enfermagem (RMDE) portugueses, que viabilizem a produção
automática de um conjunto de indicadores de enfermagem, para diferentes níveis e utilizadores.
Apresenta-se, intencionalmente, sintético, pelo que a sua implementação requererá que se considere um maior nível
de pormenorização, quanto ao modelo de agregação da informação e às regras a utilizar na produção dos
indicadores. Estes são aspectos que a Ordem dos Enfermeiros poderá, se necessário, disponibilizar.
Em consequência, o documento que ora se apresenta sistematiza: (1) de forma sintética, o enquadramento e os
pressupostos em que assenta o RMDE proposto; (2) a organização dos indicadores das componentes de avaliação
de qualidade de A. Donabedian (2003) [1], e do tipo epidemiológico; (3) as recomendações para a implementação e
desenvolvimento do RMDE.
Nos anexos deste documento, poder-se-á encontrar um conjunto de aspectos relacionados com a saúde e
respectivos indicadores que a Ordem dos Enfermeiros considera serem altamente relevantes para a produção
obrigatória, regular e sistemática de dados de enfermagem, a diferentes níveis, por parte de todas as unidades e
serviços de saúde portugueses.
1 – Enquadramento
Entende-se por resumo mínimo de dados de enfermagem “(...) o conjunto mínimo de itens de informação referente a
dimensões específicas da enfermagem, com categorias e definições uniformes, que vai ao encontro das
necessidades de informação dos múltiplos utilizadores dos dados no sistema de saúde” (Werley et al., 1991,
p.421)[2]. A sua estrutura substantiva, sob o ponto de vista clínico, corresponde a um conjunto de diagnósticos,
intervenções e resultados de enfermagem.
Ordem dos Enfermeiros
Outubro 2007
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Sistema de Informação de Enfermagem (SIE)
Resumo Mínimo de Dados e Core de Indicadores de Enfermagem para o Repositório Central de Dados da Saúde
O painel de indicadores proposto constitui uma das múltiplas possibilidades de ler aquele conjunto de dados, o que
acaba por sublinhar o potencial associado à existência de um RMDE Nacional, no que respeita à gestão na saúde.
Tais indicadores são concebidos como marcadores específicos do estado da saúde das populações, capazes de
traduzir o contributo singular do exercício profissional dos enfermeiros para os ganhos em saúde da população.
Nesta perspectiva, a Ordem dos Enfermeiros elege como pressupostos para a sua concretização os que de seguida
se enunciam.
1) A assunção, neste momento, dos aspectos relacionados com a saúde das populações, que são, de forma
significativa, influenciados pela dimensão autónoma do exercício profissional dos enfermeiros. Neste sentido, a
natureza dos conteúdos clínicos do RMDE (diagnósticos, intervenções e resultados) está orientada para os
Enunciados Descritivos dos Padrões de Qualidade dos Cuidados de Enfermagem definidos pela OE.
2) A assunção como prioritária de uma política de promoção e melhoria contínua da qualidade dos cuidados de
enfermagem, com um forte enfoque nos resultados, indo ao encontro daquilo que é adoptado pelas diferentes
organizações internacionais, ocupadas com a problemática da qualidade em saúde.
3) O imperativo de, por um lado, disponibilizar informação capaz de auxiliar os programas locais de promoção e
melhoria contínua da qualidade do exercício profissional dos enfermeiros e, por esta via, da qualidade dos
cuidados de saúde; e, por outro, fornecer sínteses informativas que se revelem úteis aos diferentes níveis da
tomada de decisão e governação em saúde.
4) O RMDE proposto pressupõe a incorporação de elementos de cariz sociodemográfico e de caracterização dos
serviços, já hoje disponíveis na Rede de Informação da Saúde. Esta incorporação encontra-se em sintonia com
os melhores quadros de referência internacionais.
2 – Organização dos indicadores
A estruturação que aqui se apresenta está subdividida em quatro partes. As três primeiras partes correspondem aos
indicadores das componentes da avaliação da qualidade propostas por A. Donabedian (2003) – estrutura, processo
e resultado. A quarta parte corresponde aos do tipo epidemiológico.
Para cada uma destas componentes, apresentam-se as designações, definições e fórmulas gerais para os
diferentes tipos de indicadores que a OE define como essenciais. Além disto, estabelece-se e define-se
operacionalmente outros indicadores que poderão ser também considerados.
I – Estrutura
Sem prejuízo da produção de outros, a OE define os tipos de indicadores nesta componente da forma de seguida
descrita.
E1 – Horas de cuidados de enfermagem prestados (HCP/D) por dia
Definição: consiste no número de horas de cuidados de enfermagem que efectivamente foram prestados em cada
dia. Excluem-se as horas prestadas pelo enfermeiro-chefe e o tempo regulamentar para almoço, jantar,
amamentação / aleitação, formação em serviço e outras situações legalmente estipuladas.
E2 – Outros indicadores do sistema de classificação de doentes por níveis de dependência em cuidados de
enfermagem hospitalar, actualmente já disponíveis, constantes do quadro de referência para a construção de
indicadores de qualidade e produtividade na enfermagem, da OE.
E3 – Satisfação dos enfermeiros
Definição: adoptar a definição da escala a designar.
Ordem dos Enfermeiros
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II – Processo
P1 – Taxa de efectividade diagnóstica do risco
Este indicador baseia-se na relação estabelecida entre as entidades – diagnóstico potencial (risco) e diagnóstico
real.
Definição: consiste na relação entre o número total de casos que desenvolveram um determinado problema ou
complicação, com risco previamente documentado, e o universo de casos que desenvolveram esta mesma
ocorrência, num certo período de tempo.
Fórmula geral
N.º de casos que desenvolveram um determinado problema real,
com risco prévio documentado, num dado período
N.º de casos que desenvolveram o problema real no mesmo período
X 100
III – Resultado
Consideram-se os seguintes tipos de indicadores de resultado, sensíveis aos cuidados de enfermagem.
R1 – Taxa de efectividade na prevenção de complicações
Este tipo de indicador baseia-se igualmente nas relações entre as entidades – diagnóstico potencial (risco) e
diagnóstico real.
Definição: consiste na relação entre o número total de casos com risco documentado de um determinado problema
ou complicação – que acabaram por não desenvolver a complicação e tiveram, pelo menos, uma intervenção de
enfermagem implementada – e o universo dos casos que tiveram previamente documentado o risco deste mesmo
problema ou complicação, num determinado período de tempo.
Fórmula geral
N.º de casos com risco de um determinado problema ou complicação, que não os
desenvolveram, e tiveram pelo menos uma intervenção documentada, num dado período
X 100
N.º de casos com risco documentado, no mesmo período
R2 – Modificações positivas no estado dos diagnósticos de enfermagem (reais)
Definição: consiste na relação entre o número total de casos que resolveram um determinado fenómeno /
diagnóstico de enfermagem, com intervenções de enfermagem implementadas, e o universo dos que apresentaram
este fenómeno / diagnóstico, num certo período de tempo.
Fórmula geral
N.º de casos que resolveram determinado fenómeno ou diagnóstico, e tiveram, pelo
menos, uma intervenção documentada, num dado período
N.º de casos com este fenómeno / diagnóstico,
documentados, no mesmo período
Ordem dos Enfermeiros
Outubro 2007
X 100
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Resumo Mínimo de Dados e Core de Indicadores de Enfermagem para o Repositório Central de Dados da Saúde
R3 – Taxas de ganhos possíveis / esperados de efectividade
Este tipo de indicador configura uma natureza ou tipologia distintas das anteriores e resulta da comparação entre
aquilo que é esperado conseguir-se, em função do julgamento profissional acerca do estado, potencial e recursos
do utente, família ou grupo, e aquilo que é efectivamente conseguido.
Definição: consiste na relação entre o número total de casos em que o resultado esperado de um determinado
fenómeno (diagnóstico), com intervenções de enfermagem implementadas, foi realmente conseguido, e o universo
dos que apresentaram este fenómeno / diagnóstico, num certo período de tempo.
Fórmula geral
N.º de casos com um determinado fenómeno / diagnóstico, que atingiu o
resultado esperado, e teve pelo menos, uma intervenção documentada, num
dado período
X 100
N.º de casos com esse fenómeno / diagnóstico,
documentados, no mesmo período
R4 – Satisfação dos utentes relativamente aos cuidados de enfermagem
Definição: adoptar a definição do instrumento a preconizar brevemente
IV – Indicadores epidemiológicos
Consideram-se os tipos de indicadores epidemiológicos de seguida listados.
Epd 1 – Taxas de incidência
Definição: consiste na relação entre o número total de novos de casos de um determinado foco / diagnóstico de
enfermagem surgidos durante um determinado momento ou período de tempo e a população nesse período.
Fórmula geral
N.º de novos casos de um determinado diagnóstico, documentados durante um dado
momento / período
X 100
População existente nesse momento / período
Epd 2 – Taxas de prevalência
Definição: consiste na relação entre o número total de casos de ocorrência de um determinado foco / diagnóstico
de enfermagem durante um determinado momento ou período de tempo e a população nesse período.
Fórmula geral
Nº. de casos de um determinado diagnóstico, documentados durante
um dado momento / período
X 100
População existente nesse momento / período
Ordem dos Enfermeiros
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Resumo Mínimo de Dados e Core de Indicadores de Enfermagem para o Repositório Central de Dados da Saúde
Epd 3 – Taxas de frequência relativa
Definição: consiste na relação entre o número de casos de ocorrência de um determinado foco / diagnóstico de
enfermagem e o total de casos (episódios de internamentos ou utentes com contactos com o centro de saúde)
ocorridos num determinado período de tempo.
Fórmula geral
N.º de casos com um determinado diagnóstico de enfermagem,
documentados num dado período
X 100
Total de casos (internamentos / utentes) existentes no mesmo período
3 – Recomendações finais
1) Os resumos mínimos de enfermagem deverão ser alimentados a partir da documentação diária, regular e
sistemática dos cuidados de enfermagem; o que obriga à sua incorporação nos conteúdos em uso nos SIE.
2) O painel de indicadores de enfermagem que se propõe corresponde a um produto do RMDE.
3) No caso dos hospitais, os indicadores deverão ser calculados por episódio de internamento. No caso dos
centros de saúde, serão calculados por “utente / período”. Deverão, além disto, fundamentar-se nas relações
entre a primeira e a última opinião clínica (juízo) respeitante ao intervalo estipulado, não traduzindo, por isso, as
variações intercalares.
4) Os requisitos básicos de comparabilidade da informação assentam em três elementos: a) partilha da mesma
linguagem classificada de enfermagem, utilizada na composição dos elementos clínicos do RMDE; b) partilha
dos mesmos enunciados que descrevem os diagnósticos, intervenções e resultados de enfermagem que
integram o RMDE; c) partilha do mesmo modelo de leitura do material e fórmulas de cálculo dos indicadores.
5) Para efeitos de protecção dos dados pessoais dos cidadãos, o material que resulta do RMDE deve ser
centralizado nos serviços do MS. Este deverá ainda incorporar instrumentos de recodificação dos dados, que
não permitam a posterior relação dos dados com a respectiva origem (nominal).
6) Os dados deverão ser agregados dando conta do nível mais atómico (serviços hospitalares, centros de saúde,
unidades de saúde familiar, cuidados continuados etc.), até à escala nacional.
7) Além dos indicadores constantes deste documento, poder-se-ão considerar outros de natureza ou de tipologia
distintas, para utilização em qualquer ponto do continuum de cuidados ou da escala de agregação (local,
regional, nacional ou internacional).
8) O presente documento deverá ser revisto anualmente.
4 – Referências
[1] DONABEDIAN,
A. (2003) – An Introduction to Quality assurance in Health Care. New York: Ed. by Bashshur, R.,
Oxford University Press.
[2] WERLEY,
H; DEVINE, E.; ZORN, C.; RYAN, P.; WESTRA, B. (1991) – The Nursing Minimum Data Set:
Abstraction Tool for Standardized, Comparable, Essential Data; AJPH. 81 (4), p. 421 – 426.
Seguem-se três anexos onde se poderão encontrar as tabelas com os principais focos do RMDE e os respectivos
indicadores.
Lisboa, Outubro de 2007
Ordem dos Enfermeiros
Outubro 2007
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ANEXOS
Ordem dos Enfermeiros
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Resumo Mínimo de Dados e Core de Indicadores de Enfermagem para o Repositório Central de Dados da Saúde
RESUMO MÍNIMO DE ENFERMAGEM - CORE DE FOCOS
Focos
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
22.
Ordem dos Enfermeiros
Aceitação do estado de saúde
Adesão à vacina
Adesão ao regime medicamentoso / dietético
Amamentação
Aspiração
Autocuidado(s):
- Alimentar-se
- Cuidar da higiene pessoal
- Transferir-se
- Uso do sanitário
- Vestir-se e despir-se
- Andar
Cair
Desenvolvimento infantil
Desidratação
Dor
Excesso de peso
Gravidez
Incontinência urinária
Insónia
Limpeza das vias aéreas
Malnutrição (Sub)
Medo
Parentalidade
Rigidez articular
Tomar conta
Úlcera de pressão
Uso de contraceptivos
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Resumo Mínimo de Dados e Core de Indicadores de Enfermagem para o Repositório Central de Dados da Saúde
RESUMO MÍNIMO DE ENFERMAGEM - CORE DE FOCOS (Hospital / Centro de Saúde, outros)
HOSPITAL
Área de assistência aos adultos
Aceitação do estado de saúde
Adesão ao regime medicamentoso / dietético
Aspiração
Autocuidado:
- Alimentar-se
- Cuidar da higiene pessoal
- Vestir-se e despir-se
- Uso do sanitário
- Transferir-se
- Andar
Cair
Desidratação
Dor
Excesso de peso
Incontinência urinária
Insónia
Limpeza das vias aéreas
Malnutrição
Medo
Rigidez articular
Tomar conta
Úlcera de pressão
Ordem dos Enfermeiros
Área de assistência às crianças
Adesão ao regime medicamentoso / dietético
Amamentação
Aspiração
Cair
Desenvolvimento infantil
Desidratação
Dor
Excesso de peso
Malnutrição
Medo
Parentalidade
Tomar conta
Úlcera de pressão
Outubro 2007
Área de assistência à mulher
Amamentação (mãe e RN)
Aspiração (RN)
Dor (mãe e RN)
Gravidez
Medo
Parentalidade
Uso de contraceptivos
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Sistema de Informação de Enfermagem (SIE)
Resumo Mínimo de Dados e Core de Indicadores de Enfermagem para o Repositório Central de Dados da Saúde
CENTRO DE SAÚDE
Planeamento familiar
Adesão à vacina
Uso contraceptivos
Ordem dos Enfermeiros
Saúde materna e reprodutiva
Adesão à vacina
Amamentação
Gravidez
Parentalidade
Uso contraceptivos
Outubro 2007
Saúde infanto-juvenil
Adesão à vacina
Amamentação
Desenvolvimento infantil
Excesso de peso
Parentalidade
Uso contraceptivos
Saúde do adulto
Idosos / Dependentes
Aceitação do estado de saúde
Adesão à vacina
Adesão ao regime medicamentoso /
dietético
Dor
Excesso de peso
Incontinência urinária
Aceitação do estado de saúde
Adesão ao regime medicamentoso / Dietético
Aspiração
Autocuidado:
- Alimentar-se
- Andar
- Cuidar da higiene pessoal
- Transferir-se
- Uso do sanitário
- Vestir-se e despir-se
Cair
Desidratação
Dor
Excesso de peso
Incontinência urinária
Insónia
Limpeza das vias aéreas
Malnutrição
Rigidez articular
Tomar conta
Úlcera de pressão
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Sistema de Informação de Enfermagem (SIE)
Resumo Mínimo de Dados e Core de Indicadores de Enfermagem para o Repositório Central de Dados da Saúde
Diagnósticos
Indicadores
Tipo
Fórmula
Numerador / Denominador
- Dependência (actual) no
autocuidado …
Taxa de prevalência
Epd2
Nº. de utentes com dependência …
Nº total de utentes
Conhecimento
do
prestador de cuidados
sobre o autocuidado...
Modificação positiva no
estádio do diagnostico
R2
Aceitação do estado
de saúde
- Aceitação do estado de
saúde (actual)
Taxa de prevalência
Epd2
- Adesão à vacina (actual)
Taxa de prevalência
Epd2
Modificação positiva no
estádio do diagnóstico
R2
Adesão à vacina
Foco Principal
Autocuidados:
Alimentar-se
Cuidar da higiene
pessoal
Vestir-se e despir-se
Transferir-se
Uso do Sanitário
Andar
RESUMO MÍNIMO DE ENFERMAGEM – CORE DE INDICADORES
Ordem dos Enfermeiros
Potencial
para
desenvolvimento
do
conhecimento do prestador
de cuidados para adesão à
vacina
Outubro 2007
Periodicidade
Nº. de PC com ganhos de conhecimento
Nº total de PC com défice
Nº. de utentes com aceitação do estado de saúde
Nº total de utentes
Nº. de utentes com adesão à vacina
Nº total de utentes
X 100
Semestral
X 100
Anual
Semestral
X 100
X 100
Nº. de PC com ganhos de conhecimento X 100
Nº total de PC com potencial
Semestral
Anual
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Adesão
ao
regime dietético e
medicamentoso
Sistema de Informação de Enfermagem (SIE)
Resumo Mínimo de Dados e Core de Indicadores de Enfermagem para o Repositório Central de Dados da Saúde
- Adesão (actual) ao regime
(dietético e medicamentoso)
Potencial
para
o
desenvolvimento
do
conhecimento para a adesão ao
regime
(dietético
e
medicamentoso)
Aspiração
Amamentação
- Amamentação actual
- Conhecimentos
amamentação
sobre
a
Ordem dos Enfermeiros
X 100
Taxa de prevalência
Epd2
Modificação positiva no
estádio do diagnóstico
R2
Taxa de prevalência
Epd2
Nº. de utentes com amamentação Actual
Nº total de utentes
Modificação positiva no
estádio do diagnóstico
R2
Nº. de utentes com ganhos de conhecimento
Nº Total de utentes com défice
Nº. de utentes com risco / sem aspiração
Nº utentes com risco de aspiração
- Risco de aspiração
Taxa de efectividade na
prevenção
R1
- Aspiração (actual)
Taxa de prevalência
Epd2
Modificação positiva no
estádio do diagnóstico
R2
- Conhecimento do prestador de
cuidados para prevenir a
aspiração
Nº. de utentes com adesão ao regime
Nº total de utentes
Outubro 2007
Semestral
Nº. de utentes com ganhos de conhecimento
Nº total de utentes com potencial
Nº. de utentes com aspiração
Nº total de utentes
X 100
X 100
X 100
X 100
Semestral
Anual
Anual
Semestral
X 100
Nº. de P.C. com ganhos de conhecimento
Nº total de P.C. com défice
Anual
X 100
Anual
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Sistema de Informação de Enfermagem (SIE)
Resumo Mínimo de Dados e Core de Indicadores de Enfermagem para o Repositório Central de Dados da Saúde
Desidratação
Desenvolvimento
infantil
Cair
- Risco de cair
Taxa de efectividade na
prevenção
R1
- Cair (actual)
Taxa de prevalência
Epd2
- Conhecimento do prestador de
cuidados para prevenção da
queda
Modificação positiva no
estádio do diagnóstico
R2
- Desenvolvimento infantil em
risco
Taxa de efectividade na
prevenção
Potencial
para
desenvolvimento
do
conhecimento do prestador de
cuidados
sobre
desenvolvimento infantil
Nº. de PC com ganhos de conhecimento
Nº total de PC com défice
X 100
Semestral
X 100
Nº. de utentes com risco / com desenvolvimento
Nº utentes com desenvolvimento em risco
X 100
R2
Nº. de PC com ganhos de conhecimento
Nº total de PC com potencial
X 100
Taxa de efectividade na
prevenção
R1
- Desidratação (actual)
Taxa de prevalência
Epd2
Modificação positiva no
estádio do diagnostico
R2
Outubro 2007
Nº. de utentes com queda (cair)
Nº total de utentes
Anual
X 100
R1
- Risco de desidratação
- Conhecimento do prestador de
cuidados para prevenir a
desidratação
Ordem dos Enfermeiros
Modificação positiva no
estádio do diagnóstico
Nº. de utentes com risco de cair / sem cair
Nº de utentes com risco de cair
Nº. ue utentes com risco / sem desidratação
Nº utentes com risco de desidratação
Nº. de utentes com desidratação
Nº total de utentes
Nº. de P.C com ganhos de conhecimento
Nº total de P.C. com défice
X 100
X 100
X 100
Anual
Anual
Anual
Anual
Semestral
Anual
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Sistema de Informação de Enfermagem (SIE)
Resumo Mínimo de Dados e Core de Indicadores de Enfermagem para o Repositório Central de Dados da Saúde
Nº. de utentes com dor
Nº total de utentes
X 100
Semestral
X 100
Semestral
- Dor actual
Taxa de prevalência
Epd2
- Autocontrolo dor
Taxa de prevalência
Epd2
Nº. de utentes com autocontrolo dor
Nº total de utentes
Modificação positiva no
estádio do diagnóstico
R2
Nº. de PC com ganhos de conhecimento
Nº total de PC com défice
- Excesso de peso (actual)
Taxa de prevalência
Epd2
Nº. de utentes com excesso de peso
Nº total de utentes
- Risco de excesso de peso
Taxa de efectividade na
prevenção
R1
Nº. de utentes com risco / sem excesso de peso
Nº utentes com risco de excesso de peso
Taxa de prevalência
Epd2
Nº. de utentes com gravidez em risco
Nº total de utentes
Modificação positiva no
estádio do diagnóstico
R2
Dor
- Conhecimento do prestador de
cuidados sobre a gestão dos
analgésicos
X 100
Anual
Semestral
X 100
Excesso de
peso
- Gravidez em risco
Gravidez
Ordem dos Enfermeiros
Potencial
para
desenvolvimento
do
conhecimento para a adaptação
à gravidez
Outubro 2007
Nº. de utentes com ganhos de conhecimento
Nº total de utentes com potencial
X 100
X 100
X 100
Anual
Semestral
Anual
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Sistema de Informação de Enfermagem (SIE)
Resumo Mínimo de Dados e Core de Indicadores de Enfermagem para o Repositório Central de Dados da Saúde
- Incontinência urinária (actual)
Taxa de prevalência
Epd2
Incontinência
urinária
- Autocontrolo
urinária
Insónia
Limpeza das
vias aéreas
incontinência
Semestral
Nº. de utentes com incontinência urinária
Nº total de utentes
X 100
Taxa de prevalência
Epd2
- Insónia (actual)
Taxa de prevalência
Epd2
Nº. de utentes com insónia
Nº total de utentes
- Limpeza das vias aéreas
comprometida
Taxa de prevalência
Epd2
Nº. de utentes com L.V.A comprometida
Nº total de utentes
- Capacidade para expectorar
Taxa de prevalência
Epd2
- Malnutrição (actual)
Taxa de prevalência
Epd2
- Risco de malnutrição
Taxa de efectividade na
prevenção
R1
- Medo (actual)
Taxa de prevalência
Epd2
- Autocontrolo medo (actual)
Taxa de prevalência
Epd2
Nº. de utentes com autocontrolo incont.urinária
Nº total de utentes
X 100
Nº. de utentes com malnutrição
Nº total de utentes
Semestral
X 100
X 100
Nº. de utentes com capacidade para expectorar
Nº total de utentes
Semestral
X 100
X 100
Semestral
Semestral
Semestral
Malnutrição
Medo
Ordem dos Enfermeiros
Outubro 2007
Nº. de utentes com risco / sem malnutrição
Nº utentes com risco de malnutrição
Nº. de utentes com medo
Nº total de utentes
Nº. de utentes com autocontrolo medo
Nº total de utentes
X 100
X 100
X 100
Anual
Semestral
Semestral
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Tomar conta
Rigidez articular
Parentalidade
Sistema de Informação de Enfermagem (SIE)
Resumo Mínimo de Dados e Core de Indicadores de Enfermagem para o Repositório Central de Dados da Saúde
Potencial
para
o
desenvolvimento da capacidade
parental
- Parentalidade comprometida
R2
Taxa de prevalência
Epd2
- Risco de rigidez articular
Taxa de efectividade na
prevenção
R1
- Rigidez articular (actual)
Taxa de prevalência
Epd2
- Conhecimento do prestador de
cuidados para prevenir a rigidez
articular
Modificação positiva no
estádio do diagnóstico
R2
- Risco de stress do prestador
de cuidados por tomar conta
Taxa de efectividade na
prevenção
R1
- Stress (actual) do prestador de
cuidados por tomar conta
Taxa de prevalência
Epd2
Modificação positiva no
estádio do diagnóstico
R2
Potencial
para
desenvolvimento da capacidade
do prestador de cuidados para
tomar conta
Ordem dos Enfermeiros
Modificação positiva no
estádio do diagnóstico
Outubro 2007
Nº. de utentes com ganhos de capacidade
Nº total de utentes com potencial
X 100
Semestral
Nº. de utentes com parentalidade comprometida
Nº total de utentes
Nº. de utentes com risco / sem rigidez
Nº utentes com risco de rigidez articular
Nº. de utentes com rigidez articular
Nº total de utentes
Nº. de P.C. com ganhos de conhecimento
Nº total de P.C. com défice
X 100
Anual
X 100
X 100
X 100
Nº. de PC com risco de stress / sem stress X 100
Nº PC com risco de stress
Nº. de PC com stress por tomar conta
Nº total de PC
Nº. de PC com ganhos de capacidade
Nº total de PC com potencial
Anual
X 100
X 100
Semestral
Anual
Anual
Semestral
Anual
Pág. 15 de 16
Sistema de Informação de Enfermagem (SIE)
Resumo Mínimo de Dados e Core de Indicadores de Enfermagem para o Repositório Central de Dados da Saúde
Taxa de efectividade
diagnóstica
P1
Taxa de incidência
Epd1
Taxa de prevalência
Epd2
Nº. de utentes com UPP
Nº total de utentes
- Conhecimento do prestador de
cuidados para prevenir as UPP
Modificação positiva no
estádio do diagnóstico
R2
Nº. de P.C. com ganhos de conhecimento X 100
Nº total de P.C. com défice
- Uso de contraceptivos (actual)
Taxa de prevalência
Epd2
Nº. de utentes com uso de contraceptivos
Nº total de utentes
X 100
- Conhecimento sobre o uso de
contraceptivos (actual)
Modificação positiva no
estádio do diagnóstico
R2
Nº. de utentes com ganhos em conhecimento
Nº total de utentes com défice
X 100
Uso de
contraceptivos
Úlcera por pressão
- Risco de UPP
Ordem dos Enfermeiros
Nº. de utentes com UPP e risco prévio doc.
Nº utentes com UPP
Nº. de novos utentes com UPP
Nº total de utentes
X 100
X 100
Anual
Semestral
- UPP (actual)
Outubro 2007
Semestral
X 100
Anual
Semestral
Anual
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