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39 TECNOLOGIA PÓS-COLHEITA DE FLORES DE CORTE Juliana

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39 TECNOLOGIA PÓS-COLHEITA DE FLORES DE CORTE Juliana
TECNOLOGIA PÓS-COLHEITA DE FLORES DE CORTE
Juliana Domingues Lima1 , Wilson da Silva Moraes2 , Cristiane M. da Silva1
A floricultura está presente no mundo todo e abrange o cultivo de flores de
corte, englobando desde as flores tropicais até as de clima temperado, movimentando simultaneamente grandes indústrias de insumos agrícolas, além de uma série
de serviços paralelos.
O termo flores tropicais normalmente não significa flor e inflorescências e
sim brácteas, que normalmente são coloridas. No antúrio (Anthurium
andraeanum) a flor consiste em uma folha modificada; a espata, e a espádice, na
flor com mais de 300 flores minúsculas dispostas em espiral. Alpínia vermelha
(Alpinia purpurata) e helicônia (Heliconia psittacorum) são similares consistindo
em brácteas (folha modificada) e flores pouco conspícuas.
Apresentam características favoráveis à comercialização como beleza, exotismo, variedade de cores e formas, resistência ao transporte, durabi-lidade póscolheita, além de grande aceitação no mercado externo (LOGES et al., 2001).
O consumo, per capita, de flores no Brasil é de 4 a 7 dólares, muito reduzido
quando comparado com a Argentina, com um consumo de 25 dólares per capita.
Suíça, Alemanha, Suécia e Dinamarca têm um consumo aproximado de 100 dólares
per capita. O Estado do Rio Grande do Sul tem um consumo diferenciado em
relação aos outros Estados brasileiros, de aproximadamente 25 dólares per capita,
próximo ao consumo da Argentina, fato este que pode ser atribuído às particularidades culturais deste Estado (SEBRAE, 1999).
Apesar do Brasil ter um consumo per capita de flores baixo, as condições climáticas favorecem o cultivo e existe grande diversidade de espécies vegetais nativas
com potencial para cultivo, muitas ainda não utilizadas para produção de flor de
corte em nível comercial. Nesse sentido, dentro do setor floricultura o agronegócio de flores de corte constitui uma atividade promissora que tem grande perspectiva de crescimento no mercado interno e principalmente no mercado externo.
Entretanto, esse crescimento depende de uma política agressiva de marketing, no
sentido de despertar, internamente o consumo de flores, e, sobretudo, uma política de melhoria do produto ofertado em termos de qualidade e sanidade, atendendo desta forma, as exigências, cada vez maiores, do mercado internacional.
Entre os principais problemas que a floricultura brasileira tem que superar está
o manejo pós-colheita inadequado. Ainda faltam conhecimento e tecnologias de
colheita e pós-colheita que visem à redução de perdas, que no Brasil chegam atingir 40% da produção (DIAS-TAGLIACOZZO & CASTRO, 2002). Assim, o abastecimento
contínuo e com qualidade, deve ser uma preocupação constante dos produtores
de flores durante todas as fases do processo produtivo.
UNESP-Registro
APTA do Vale do Ribeira, SP.
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Para que todo o processo de formação da qualidade das flores de corte se complete
com sucesso, muitos cuidados são necessários, tais como: a escolha adequada de espécies e variedades, material de propagação de ótima qualidade, estruturas adequadas
de cultivo (controle de clima, automação, fertilizantes, manejo de pragas e doenças,
ambiente de trabalho adequado), bem como conhecimento das técnicas de produção
e pós-colheita e um sistema eficiente para a comercialização (MOTOS, 2000).
Baseado em literatura algumas considerações gerais podem ser feitas:
Colheita
O ponto de colheita de uma flor equivale a um estádio de abertura que poderá
ser completada com sua colocação somente em água. Varia muito em função da
região, época do ano, condições de cultivo (campo ou estufa), variedade e distância
do mercado. Portanto, a colheita deve seguir recomendações regionais (LAMAS,
2002), atendendo padrões de qualidade definidos especificamente para cada material vegetal. Padrões de qualidade levam em conta aspectos externos, da qualidade
como a estrutura floral (forma, comprimento); o número de flores e botões; a
ausência de resíduos químicos, de pragas e doenças e de defeitos aparentes; e
como internos, a longevidade em condições de interior; a resistência contra
condições de estresse durante transporte e comercialização; a suscetibilidade ao
resfriamento e etileno; ausência de defeitos escondidos e estabilidade da cor em
condições de interior (NOORDEGRAAF, 1994).
Para que haja abastecimento contínuo, pequenos produtores necessitam
produzir muitas cultivares num mesmo espaço, o que proporciona uma seqüência
de colheita conforme o ciclo, podendo essa ser alterada, em condições de climas
mais frios. Essa situação pode acarretar problema de falta de flores num determinado momento ou ocupação por mais tempo de espaço nas estufas.
Muitas vezes, em função da distância do mercado, da exigência do consumidor,
da demanda ou da liberação do espaço para produção, a colheita necessita ser
antecipada em relação ao melhor momento.
Em relação ao horário, a colheita deve ser efetuada em horários com temperaturas mais amenas, início da manha ou final da tarde, para evitar exposição ao calor
excessivo após o corte que pode causar desidratação das hastes (LOGES et al., 2005).
Manuseio, seleção, lavagem e classificação
Flores cortadas constituem um produto altamente perecível, de tal maneira
que após a colheita as hastes devem ser transportadas o mais rápido possível do
campo para o local de beneficiamento para evitar desidratação. No galpão de
beneficiamento são realizadas operações de seleção, resfriamento, limpeza, condicionamento, embalagem, entre outras. As hastes com flores devem ser cuidadosamente manuseadas, evitando-se danos mecânicos, pois o manuseio incorreto pode
danificar, amassar e causar manchas escuras nas flores (TAGLIACOZZO & C ASTRO, 2002).
Na operação de seleção inflorescências deformadas, danificadas, com problemas
fitossanitários devem ser descartadas.
A lavagem em água fria visa principalmente o resfriamento das hastes. Todavia, algumas espécies não toleram lavagem, como as helicônicas, sendo esta etapa
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eliminada do processo pós-colheita. Noutras, é necessário fazer desfolha, imersão
em solução com detergente para limpeza das inflorescências e caule, imersão em
solução com inseticidas ou fungicidas, condicionamento (imersão em água ou
solução de tratamento) para reidratação e remoção do excesso de água.
Após a lavagem é feita a classificação que deve seguir padrão específico para cada
tipo de flor tropical. O Instituto Brasileiro de Floricultura (IBRAFLOR), juntamente
com produtores, vem desenvolvendo um padrão especifico de qualidade para cada
flor tropical, porém ainda não concluído. Na ausência deste, alguns produtores realizam sua própria padronização baseada no ponto de abertura das inflorescências,
comprimento e diâmetro da haste, aspectos fitossanitários, turgidez, coloração, durabilidade das inflorescências e outras exigências de mercado (LOGES et al., 2005).
Embalagem
A operação de embalagem deve ser feita antes do armazenamento das flores
de corte e deve ter como objetivo prevenir danos mecânicos e a perda excessiva de
água. O papelão oferece boa resistência físico-mecânica no transporte das flores, no
entanto não deve ser reciclado, pois absorve facilmente a umidade das hastes e do ar.
É importante observar padrões de medidas nacionais e internacionais na confecção
das caixas para permitir melhor aproveitamento na paletização. As embalagens devem conter algumas informações, tais como local de origem, empilhamento e posição
da caixa e temperatura mínima e máxima de manutenção (LOGES et al., 2005).
Dentro das embalagens, hastes, maços de inflorescências ou bouquets precisam estar
bem acomodados de forma que não fiquem soltos, porém sem estarem apertados.
Desta forma evita-se o movimento dentro caixa que pode causar danos nas brácteas por
atrito ou nas extremidades devido a impactos nas laterais da caixa (LOGES et al., 2005).
De acordo com o destino, devem ser colocadas redes ou outro tipo de proteção
nas inflorescências para evitar danos mecânicos durante o transporte, e envolvimento das hastes em plástico “bolha” para manter a temperatura interna e prevenir danos por baixas temperaturas. O número de hastes e peso por caixa depende
da espécie ou cultivar sendo ideal que cada caixa contenha um só tipo de inflorescência para facilitar a arrumação (LOGES et al., 2005). Após a operação de embalagem, as flores devem ser imediatamente armazenadas.
Armazenamento
O armazenamento é considerado uma das etapas mais importantes para manutenção do equilíbrio entre mercado distribuidor e consumidor de flores de corte
(TAGLIACOZZO & CASTRO, 2002). Pelo fato das plantas ornamentais, particularmente
flores de corte, ter uma vida útil muito limitada; as flores se deterioram rapidamente como ocorre com frutas e hortaliças por causa de processos fisiológicos
catabólicos que ocorrem mais intensamente após a colheita (HARDENBURG et al.,
1988); portanto, exigem técnicas de conservação que contribuam para manter a
qualidade floral pós-colheita.
A vida pós-colheita de flores de corte varia grandemente, por exemplo, em
antúrio de 8 a 69 dias (PAULL et al., 1992) e diferentes espécies de helicônia de 7 a 21
dias (POWELL, 1989).
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A longevidade das flores é determinada por vários fatores pré e pós-colheita e
está relacionada, também, com as características genéticas e anatômicas de cada
espécie e entre cultivares (NOWAK & RUDNICKI, 1990). Como fatores pré-colheita,
podemos citar o estado de maturação, sombreamento da cultura e cultivar e como
fatores pós-colheita, a temperatura de armazenamento e a umidade relativa, intensidade luminosa, entre outros.
As principais causas de deterioração pós-colheita envolvem a exaustão das
reservas, principalmente de carboidratos pela respiração, ocorrência de bactérias e
fungos, produção de etileno e perda excessiva de água (NOWAK et al., 1991). É
altamente desejável a inibição desses processos deteriorantes.
Refrigeração
Segundo NOWAK & MYNETT (1985) a baixa temperatura no armazenamento é
importante fator para o retardamento da deterioração, uma vez que diminui os
processos metabólicos (transpiração e respiração) e o crescimento de patógenos,
mantendo a qualidade por mais tempo e prolongando a vida pós-colheita de plantas e flores durante o período de armazenamento (C ORBINEAU, 1992). Flores de
origem tropical requerem armazenamento entre 7 e 15ºC, pois temperaturas
menores podem causar injúrias por frio ( chilling) apresentando sintomas como a
descoloração das flores, lesões necróticas nas pétalas e folhas e atraso na abertura do botão após o armazenamento ( NOWAK & RUDNICKI, 1992), porém, a sensibilidade de uma planta ou parte dela chilling varia em função da espécie, cultivar,
parte da planta e tempo de exposição à baixa temperatura (KAYS, 1991).
Utilização de conservantes
Inúmeros trabalhos de pesquisa têm demonstrado o efeito benéfico da adição
de produtos químicos conservantes nas soluções de manutenção das flores de
corte. Estes produtos, constituídos principalmente por açúcares e germicidas, como
os ésteres de 8-hidroxiquinolina (ROGERS, 1973) e nitrato de prata (ROGERS, 1973;
KETSA et al., 1995), podem duplicar ou triplicar a longevidade das flores.
O fornecimento de açúcares, principalmente sacarose, repõe carboidratos consumidos pela respiração (NOWAK et al., 1991) e proporciona redução na transpiração
das flores e folhas, uma vez que atua no fechamento dos estômatos e na regulação
osmótica dos tecidos. O condicionamento ou pulsing das flores ou folhas ornamentais de corte pode ser definido como o tratamento utilizado nas primeiras 24h após
a colheita, onde estas são saturadas com soluções contendo substâncias químicas,
como açúcares, ácidos orgânicos e inibidores da ação ou da síntese de etileno.
O uso de sacarose na solução de condicionamento na concentração de 2 a 20%
ou mais, é muito comum (TAGLIACOZZO & CASTRO, 2002). O uso da sacarose prolongou a longevidade de flores de Gypsophila paniculata e ave do paraíso (Strelitzia
reginae) (VAN D OORN & R EID, 1992), porém o efeito de soluções de sacarose, tanto na
forma de condicionamento como na forma de solução em vaso, pode variar consideravelmente entre as espécies. Em várias espécies, a sacarose tem sido eficiente
no prolongamento da vida pós-colheita e promoção de abertura de botões imaturos, propiciando colheita antecipada e maior vida pós-colheita da flor cortada.
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A principal causa de deterioração em flores de corte é o bloqueio dos vasos do
xilema por microorganismos que acumulam na solução do vaso ou nos vasos condutores. Outras causas menos importantes de oclusão vascular são a embolia por ar
e a resposta fisiológica da planta ao corte do caule (ICHIMURA et al., 1999). Quando o
vaso é bloqueado, o processo de transpiração continua e não ocorre ganho líquido
de água pelo tecido da flor ou do caule. Germicidas podem ser aplicados para inibir
o crescimento de microorganismos nos vasos condutores da haste. Desta forma,
estimula-se a absorção de água, pela redução do bloqueio vascular, contribuindo
para a manutenção da turgidez das flores (NOWAK et al., 1991).
O composto 8-hidroxiquinolina (8-HQ) é conhecido como um potente bactericida e fungicida, sendo os seus ésteres, citrato de 8-hidroxiquinolina (8-HQC) e
sulfato de 8-hidroxiquinolina (8-HQS), testados para a avaliação de suas ações nos
microorganismos das soluções conservantes. JONES & HILL (1993) observaram que
o uso de 250mg L -1 de 8-HQC aumentou significativamente a longevidade de rosas
‘Gabriella’ e de gipsófila ‘R22’. A concentração de 200mg L -1 de 8-HQC e baixo pH
preveniu o bloqueio vascular, em quatro cultivares de rosas pela redução do número
de bactérias na haste floral (VAN D OORN et al., 1990). O contínuo suprimento de 3%
de sacarose junto com 200 mg L-1 de 8-HQC aumentou a longevidade das inflorescências de Lilium cv. Prima (NOWACK & MYNETT, 1985). Em diversas espécies
ornamentais o etileno exerce importante papel na aceleração da senescência, resultando na deterioração dos tecidos e conseqüente redução da vida pós-colheita.
A resposta do tecido vegetal ao etileno é acompanhada pela indução autocatalítica do próprio hormônio, ou seja, a exposição do tecido ao etileno estimula a
sua biossíntese, devido ao aumento das enzimas ACCsintase e ACCoxidase. Segundo ALTVORST & BOVY (1995), um dos possíveis mecanismos que contribuem para
a indução da biossíntese do etileno é a mudança na receptividade do tecido ou na
sensibilidade ao etileno. Conforme relataram NOWAK & RUDNICKI (1990), as flores
de corte variam quanto ao grau de sensibilidade ao etileno, de acordo com a
espécie estudada, sendo as liliáceas classificadas como sensíveis à sua ação. A idade
das flores também é importante, já que se observa a existência de relação direta
entre idade da planta e sensibilidade ao etileno, e quanto mais velho o tecido,
menores serão as concentrações de etileno necessárias para desencadear o processo de senescência (PORAT et al., 1995).
A resposta ao etileno se dá, provavelmente, pela sua ligação a um receptor
específico, responsável por enviar o sinal para sua ativação. Um dos métodos
utilizados com sucesso na inibição da produção ou ação do etileno é o tratamento
das flores cortadas com o íon prata (Ag +), uma vez que este atua como inibidor
competitivo da ligação entre o etileno e o seu receptor (ALTVORST & BOVY, 1995). Para
flores de corte, tem-se dado preferência à utilização do complexo iônico tiossulfato
de prata (STS), devido à sua boa mobilidade na planta e por apresentar menores
problemas quanto a fitotoxicidade (C AMPANHA, 1997), além de possuir efeitos germicidas (FLORACK et al., 1996).
Nitrato de prata (AgNO3 ) possui efeito germicida e de inibidor da ação do
etileno (VAN D OORN et al., 1991). A utilização deste produto prolongou a longevidade de antúrios (PAULL, 1987) e crisântemos (KRUSHAL SINGH & MOORE, 1992).
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Ácidos orgânicos também podem ser utilizados na solução de condicionamento, com o objetivo de reduzir o pH das soluções, pois pH ácido aumento da durabilidade de flores. Segundo DIAS-TAGLIACOZZO et al. (2005), o uso de 4% de sacarose
e 200 mg L -1 de ácido cítrico manteve a qualidade floral de lírio (Lilium longiflorum).
A adição de 50 mg L-1 de GA3 (giberelina) retardou a clorose foliar.
Outros reguladores de crescimento também exercem efeito benéfico a vida póscolheita de flores de corte. A citocinina, benziladenida (BA), aplicada na forma de
imersão ou spray (BA, 100 mg L-1 ) aumentou a vida pós-colheita de antúrio (Anthurium andreanum), helicônia (Heliconia psittacorum cv. ‘Andromeda’, H. chartacea cv. ‘Sexy
Pink’), inflorescência vermelha e pink de Alpinia purpurata. Entretanto, não houve
efeito do BA em na vida de Strelitzia reginae, gengibre magnífico (Zingiber spectabilis
(PAULL & CHANTRACHIT, 2001). Em íris, rosa e tulipa houve um pequeno efeito positivo
na vida pós-colheita em resposta a aplicação de BA (HALEVY & MAYAK, 1979).
BA e metanol aumentaram a vida pós-colheita de flores de crisântemo, mantendo a coloração das folhas e flores e retardando a senescência (PETRIDOU et al.,
2001).
Ácido giberélico (GA), hipoclorito de sódio (NaOCl) e tiabendazole (TIBA)
foram capazes de prolongar a vida de pós-colheita de crisântemo (Dendranthema
grandiflora Tzvelev cv. ‘Bronze Repin’) colhido precocemente (BELLÉ et al., 2004).
O tratamento de Alpinia purpurata com o inibidor de etileno 1-metilciclopropeno (1-MCP) possibilitou menor perda de água, retardando o murchamento, o
esgotamento de reservas orgânicas e a senscência das flores (MATTIUZ et al., 2005).
Adicionalmente, à refrigeração a umidade relativa pode ser mantida em níveis
mais altos (80 a 95%) proporcionando um controle mais eficiente da perda de água.
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