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Pesquisa de Orçamentos Familiares - 2008-2009 - Análise

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Pesquisa de Orçamentos Familiares - 2008-2009 - Análise
Presidenta da República
Dilma Rousseff
Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão
Miriam Belchior
Ministro da Saúde
Alexandre Padilha
INSTITUTO BRASILEIRO
DE GEOGRAFIA E
ESTATÍSTICA - IBGE
Presidente
Eduardo Pereira Nunes
Secretária-Executiva
Márcia Aparecida do Amaral
Diretor-Executivo
Sérgio da Costa Côrtes
Secretaria de Atenção à Saúde
Helvécio Miranda Magalhães Júnior
ÓRGÃOS ESPECÍFICOS SINGULARES
Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos
Estratégicos
Carlos Augusto Grabois Gadelha
Diretoria de Pesquisas
Wasmália Socorro Barata Bivar
Diretoria de Geociências
Luiz Paulo Souto Fortes
Secretaria de Gestão do Trabalho e
da Educação na Saúde
Milton de Arruda Martins
Diretoria de Informática
Paulo César Moraes Simões
Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa
Luiz Odorico Monteiro de Andrade
Centro de Documentação e Disseminação de Informações Secretaria de Vigilância em Saúde
Jarbas Barbosa
David Wu Tai
Escola Nacional de Ciências Estatísticas
Solange Corrêa Onel
UNIDADE RESPONSÁVEL
UNIDADE RESPONSÁVEL
Diretoria de Pesquisas
Secretaria de Atenção à Saúde
Coordenação de Trabalho e Rendimento
Marcia Maria Melo Quintslr
Departamento de Atenção Básica
Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição
Patrícia Constante Jaime
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
Diretoria de Pesquisas
Coordenação de Trabalho e Rendimento
Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009
Análise do Consumo Alimentar
Pessoal no Brasil
Rio de Janeiro
2011
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
Av. Franklin Roosevelt, 166 - Centro - 20021-120 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil
ISBN 978-85-240-4198-3
© IBGE. 2011
Capa
Helga Szpiz e Marcos Balster Fiore Correia Coordenação de Marketing/Centro de Documentação
e Disseminação de Informações - CDDI.
Pesquisa de orçamentos familiares 2008-2009 : análise do consumo
alimentar pessoal no Brasil / IBGE, Coordenação de Trabalho e
Rendimento. - Rio de Janeiro : IBGE, 2011.
150 p.
Acompanha um CD-ROM, em bolso.
ISBN 978-85-240-4198-3
1. Orçamento familiar - Pesquisa. 2. Orçamento familiar – Brasil
-Estatística. 3. Alimentos – Consumo 4. Nutrição – Avaliação.
5. Levantamentos nutricionais – Brasil. I. IBGE. Coordenação de Trabalho
e Rendimento.
Gerência de Biblioteca e Acervos Especiais
RJ/IBGE 2011-14
Impresso no Brasil / Printed in Brazil
CDU 64.03:001.8
DEM
Sumário
Apresentação
Introdução
Notas técnicas
Período de realização da pesquisa
Período de referência das informações sobre despesas e
rendimentos
Data de referência da pesquisa
Domicílio
Pessoas
Unidade de orçamento
Rendimento total e variação patrimonial
Rendimento total e variação patrimonial médio mensal familiar
Salário mínimo
Classes de rendimento total e variação patrimonial mensal
familiar per capita
Consumo alimentar pessoal
Aspectos de amostragem
Principais aspectos da coleta de informações
Instrumentos de coleta
Bloco de consumo alimentar pessoal
Procedimentos de crítica e imputação
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Análise dos resultados
1 Consumo de alimentos
2 Consumo de energia e nutrientes
3 Consumo de alimentos e nutrientes
Considerações finais
Lista
Tabelas
1 Consumo de alimentos
1.1 - Consumo alimentar médio per capita e percentual de
consumo fora do domicílio em relação ao total consumido,
por sexo, segundo os alimentos - Brasil - período 2008-2009
1.2 - Prevalência de consumo alimentar, por sexo, segundo os
alimentos - Brasil - período 2008-2009
1.3 - Prevalência de consumo alimentar, consumo alimentar
médio per capita e percentual de consumo fora do domicílio em
relação ao total consumido, por situação do domicílio, segundo
os alimentos - período 2008-2009
1.4 - Prevalência de consumo alimentar e consumo alimentar
médio per capita, por Grandes Regiões, segundo os alimentos
- Brasil - período 2008-2009
1.5 - Percentual de consumo alimentar fora do domicílio em
relação ao total consumido, por Grandes Regiões, segundo
os alimentos - Brasil - período 2008-2009
1.6 - Prevalência de consumo alimentar, consumo alimentar médio
per capita e percentual de consumo fora do domicílio em relação
ao total consumido dos adolescentes, adultos e idosos, segundo
os alimentos - Brasil - período 2008-2009
1.7 - Prevalência de consumo alimentar e consumo alimentar
médio per capita, por classes de rendimento total e variação
patrimonial familiar per capita, segundo os alimentos - Brasil
- período 2008-2009
1.8 - Percentual de consumo alimentar fora do domicílio em
relação ao total consumido, por classes de rendimento total e
variação patrimonial familiar per capita, segundo os alimentos
- Brasil - período 2008-2009
1.9 - Percentis 10, 50 e 90 de grupos de alimentos selecionados,
por sexo - Brasil - período 2008-2009
2 Consumo de energia e nutrientes
2.1 - Média do consumo de energia e nutrientes e percentual do
consumo calórico total dos nutrientes, por sexo e grupos de idade,
segundo os nutrientes - Brasil - período 2008-2009
Sumário __________________________________________________________________________________________________
2.2 - Média do consumo de nutrientes e percentual do consumo
calórico total dos nutrientes, por sexo, grupos de idade e
situação do domicílio, segundo os nutrientes – Brasil - período
2008-2009
2.3 - Média do consumo de nutrientes e percentual do consumo
calórico total dos nutrientes, por sexo e grupos de idade, segundo
as Grandes Regiões - período 2008-2009
2.4 - Média do consumo de minerais e vitaminas, por sexo
e grupos de idade, segundo os nutrientes - Brasil - período
2008-2009
2.5 - Média do consumo de minerais e vitaminas, por sexo,
grupos de idade e situação do domicílio, segundo os nutrientes
- Brasil - período 2008-2009
2.6 - Média do consumo de minerais e vitaminas, por sexo
e grupos de idade, segundo as Grandes Regiões - período
2008-2009
2.7 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90,
com indicação da recomendação nutricional do consumo de
micronutrientes para adolescentes de 10 a 13 e de 14 a 18 anos
de idade, por sexo - Brasil - período 2008-2009
2.8 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90,
com indicação da recomendação nutricional do consumo de
micronutrientes para adultos e idosos de 19 a 59 e de 60 anos
ou mais de idade, por sexo - Brasil - período 2008-2009
2.9 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90,
com indicação da recomendação nutricional do consumo
de micronutrientes para adolescentes de 10 a 13 e de 14 a 18 anos
de idade em área urbana, por sexo - Brasil - período 2008-2009
2.10 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90,
com indicação da recomendação nutricional do consumo de
micronutrientes para adolescentes de 10 a 13 e de 14 a 18 anos
de idade em área rural, por sexo - Brasil - período 2008-2009
2.11 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90,
com indicação da recomendação nutricional do consumo de
micronutrientes para adultos e idosos de 19 a 59 e de 60 anos
ou mais de idade em área urbana, por sexo - Brasil - período
2008-2009
2.12 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90,
com indicação da recomendação nutricional do consumo de
micronutrientes para adultos e idosos de 19 a 59 e de 60 anos
ou mais de idade em área rural, por sexo - Brasil - período
2008-2009
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
2.13 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90,
com indicação da recomendação nutricional do consumo de
micronutrientes para adolescentes de 10 a 13 e de 14 a 18 anos
de idade, por sexo - Região Norte - período 2008-2009
2.14 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90,
com indicação da recomendação nutricional do consumo de
micronutrientes para adolescentes de 10 a 13 e de 14 a 18 anos
de idade, por sexo - Região Nordeste - período 2008-2009
2.15 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90,
com indicação da recomendação nutricional do consumo de
micronutrientes para adolescentes de 10 a 13 e de 14 a 18 anos
de idade, por sexo - Região Sudeste - período 2008-2009
2.16 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90,
com indicação da recomendação nutricional do consumo de
micronutrientes para adolescentes de 10 a 13 e de 14 a 18 anos
de idade, por sexo - Região Sul - período 2008-2009
2.17 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90,
com indicação da recomendação nutricional do consumo de
micronutrientes para adolescentes de 10 a 13 e de 14 a 18 anos
de idade, por sexo - Região Centro-Oeste - período 2008-2009
2.18 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90,
com indicação da recomendação nutricional do consumo de
micronutrientes para adultos e idosos de 19 a 59 e de 60 anos
ou mais de idade, por sexo - Região Norte - período 2008-2009
2.19 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90,
com indicação da recomendação nutricional do consumo de
micronutrientes para adultos e idosos de 19 a 59 e de 60 anos ou
mais de idade, por sexo - Região Nordeste - período 2008-2009
2.20 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90,
com indicação da recomendação nutricional do consumo de
micronutrientes para adultos e idosos de 19 a 59 e de 60 anos
ou mais de idade, por sexo - Região Sudeste - período 2008-2009
2.21 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90,
com indicação da recomendação nutricional do consumo de
micronutrientes para adultos e idosos de 19 a 59 e de 60 anos
ou mais de idade, por sexo - Região Sul - período 2008-2009
2.22 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90, com
indicação da recomendação nutricional do consumo de
micronutrientes para adultos e idosos de 19 a 59 e de 60 anos ou mais
de idade, por sexo - Região Centro-Oeste - período 2008-2009
2.23 - Prevalência de inadequação de consumo de açúcar
livre, gordura saturada e fibras, por grupos de idade e sexo
- Brasil - período 2008-2009
Sumário __________________________________________________________________________________________________
Gráficos
1 Consumo de alimentos
1.1 - Consumo per capita de bebidas selecionadas na alimentação
de adolescentes, adultos e idosos - Brasil - período 2008-2009
1.2 - Consumo de itens selecionados na alimentação de
adolescentes, adultos e idosos - Brasil - período 2008-2009
1.3 - Consumo per capita de arroz, feijão, salada crua, farinha de
mandioca e banana e laranja, por quartos de renda - Brasil
- período 2008-2009
1.4 - Consumo per capita de refrigerantes, pizzas e salgados fritos
e assados, por quartos de renda - Brasil - período 2008-2009
2 Consumo de energia e nutrientes
2.1 - Prevalência de consumo alimentar fora do domicílio e
contribuição percentual para o consumo energético total, segundo
as Grandes Regiões - período 2008-2009
2.2 - Contribuição percentual para o consumo energético total e
prevalência de consumo alimentar fora do domicílio, por situação
do domicílio - Brasil - período 2008-2009
2.3 - Contribuição percentual para o consumo energético total
e prevalência de consumo alimentar fora do domicílio, por sexo
- Brasil - período 2008-2009
2.4 - Contribuição percentual para o consumo energético total
e prevalência de consumo alimentar, fora do domicílio, na
alimentação de adolescentes, adultos e idosos - Brasil - período
2008-2009
2.5 - Contribuição percentual para o consumo energético total e
prevalência de consumo alimentar fora do domicílio, segundo as
classes de renda familiar per capita - Brasil - período 2008-2009
3 Consumo de alimentos e nutrientes
3.1 - Média de ingestão de energia total, nos grupos de pessoas
que consomem os alimentos selecionados, em comparação com
a média de ingestão de energia total da população - Brasil período 2008-2009
3.2 - Média de contribuição da gordura saturada para o consumo
calórico total, nos grupos de pessoas que consomem os alimentos
selecionados, em comparação com a média de contribuição da
gordura saturada para o consumo calórico total da população Brasil - período 2008-2009
3.3 - Média de ingestão de açúcar, nos grupos de pessoas que
consomem os alimentos selecionados, em comparação com a
média de ingestão de açúcar da população - Brasil - período
2008-2009
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
3.4 - Média de contribuição do açúcar para o consumo calórico
total, nos grupos de pessoas que consomem os alimentos
selecionados, em comparação com a média de contribuição
do açúcar para o consumo calórico total da população - Brasil
- período 2008-2009
3.5 - Média de ingestão de fibra total, nos grupos de pessoas que
consomem os alimentos selecionados, em comparação com a
média de ingestão de fibra total da população - Brasil - período
2008-2009
3.6 - Média de ingestão de sódio, nos grupos de pessoas que
consomem os alimentos selecionados, em comparação com a
média de ingestão de sódio da população - Brasil - período
2008-2009
3.7 - Média de ingestão de ferro, nos grupos de pessoas que
consomem os alimentos selecionados, em comparação com
a média de ingestão de ferro da população - Brasil - período
2008-2009
3.8 - Média de ingestão de vitamina A, nos grupos de pessoas
que consomem os alimentos selecionados, em comparação
com a média de ingestão de vitamina A da população - Brasil
- período 2008-2009
3.9 - Média de ingestão de folato, nos grupos de pessoas que
consomem os alimentos selecionados, em comparação com
a média de ingestão de folato da população - Brasil - período
2008-2009
3.10 - Média de ingestão de vitamina C, nos grupos de pessoas que
consomem os alimentos selecionados, em comparação com a média de
ingestão de vitamina C da população - Brasil - período 2008-2009
Referências
Anexos
1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos
e preparações
2 - Registros na amostra e porção média consumida, por sexo,
segundo os alimentos - Brasil - período 2008-2009
Convenções
-
Dado numérico igual a zero não resultante
de arredondamento;
..
Não se aplica dado numérico;
...
Dado numérico não disponível;
x
Dado numérico omitido a fim de evitar a individualização da
informação;
0; 0,0; 0,00
Dado numérico igual a zero resultante de arredondamento de
um dado numérico originalmente positivo; e
-0; -0,0; -0,00
Dado numérico igual a zero resultante de arredondamento de
um dado numérico originalmente negativo.
Apresentação
O
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE divulga, nesta
publicação, o estudo Análise do consumo alimentar pessoal no
Brasil, resultado de um amplo trabalho que tem por objetivo inferir
sobre o perfil de consumo da população brasileira com 10 anos
ou mais de idade. As informações para a análise aqui apresentada
foram investigadas no Bloco de Consumo Alimentar Pessoal, POF 7,
instrumento de coleta aplicado em uma subamostra de domicílios da
Pesquisa de Orçamentos Familiares - POF 2008-2009.
Esse estudo é fruto de parceria celebrada com o Ministério da
Saúde que visou a investigação de temas de interesse específico na
POF 2008-2009 e viabilizou, em particular, com o aporte dos recursos
necessários e participações efetivas nas definições dos modelos
metodológicos, o levantamento de um conjunto de informações que
permitem aprofundar análises sobre o estado nutricional da população
brasileira.
A avaliação, compilação e estruturação do estudo, pela própria
característica do tema, exigiram, além da participação dos técnicos das
instituições parceiras, que o Ministério da Saúde agregasse a visão de
especialistas em nutrição, de reconhecida experiência e competência,
que contribuíram tanto na concepção do projeto e na elaboração da
publicação, como na validação dos dados até a etapa final de produção
das análises.
As informações básicas utilizadas para a elaboração do trabalho
foram os registros detalhados dos alimentos consumidos pelos
informantes ao longo de dois dias não consecutivos, independente
do local de consumo do alimento, isto é, no domicílio ou fora dele. Os
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
diferentes tipos de alimentos e as respectivas unidades de medidas utilizadas foram
obtidos de forma direta, ou seja, através de entrevista junto aos moradores com 10
anos ou mais de idade, residentes nos domicílios selecionados. Os resultados obtidos
e as primeiras análises são apresentados nesta publicação, que contém, ainda, uma
breve visão dos conceitos e dos procedimentos utilizados na coleta das informações da
POF 2008-2009, bem como os conceitos e metodologia subjacentes para a construção
dos resultados.
Simultaneamente a este documento, o IBGE divulga duas outras publicações
resultantes da POF 2008-2009: Tabela de medidas referidas para os alimentos
consumidos no Brasil e Tabelas de composição nutricional dos alimentos consumidos
no Brasil, formando uma documentação completa do trabalho realizado. Em conjunto,
este material constitui base para muitos outros trabalhos a serem desenvolvidos no
campo da nutrição.
O CD-ROM que acompanha a publicação reproduz integralmente o presente
volume. Esse conjunto também está disponível no portal do IBGE na Internet, incluindo
os microdados completos da pesquisa, os quais poderão ser adquiridos, ainda, em
CD-ROM específico.
Wasmália Bivar
Diretora de Pesquisas
Introdução
A
Pesquisa de Orçamentos Familiares - POF visa principalmente
mensurar as estruturas de consumo, dos gastos, dos rendimentos
e parte da variação patrimonial das famílias. Possibilita traçar, portanto,
um perfil das condições de vida da população brasileira a partir da
análise de seus orçamentos domésticos.
Além das informações diretamente associadas às estruturas
orçamentárias, várias outras características dos domicílios e das
famílias são investigadas, ampliando o potencial de utilização dos
resultados da pesquisa. É possível, portanto, estudar a composição dos
gastos das famílias segundo as classes de rendimentos, as disparidades
regionais, as áreas urbana e rural, a extensão do endividamento
familiar, a difusão e o volume das transferências entre as diferentes
classes de renda e a dimensão do mercado consumidor para grupos
de produtos e serviços.
Outros temas, fortemente relacionados à qualidade das condições
de vida são destaque nas POFs, a exemplo da investigação subjetiva
sobre a qualidade de vida das famílias e de um amplo conjunto de
variáveis que é investigado para o desenho da avaliação do perfil
nutricional da população residente no Brasil. Com esse último objetivo,
medidas antropométricas de todos os moradores dos domicílios foram
tomadas, foram investigados aspectos relacionados à amamentação
e à alimentação escolar, e foi aplicado o módulo inédito e especial
sobre consumo efetivo de alimentos, a partir do qual se estruturou a
presente publicação.
A POF 2008-2009 é a quinta pesquisa realizada pelo IBGE sobre
orçamentos familiares. As pesquisas anteriores foram o Estudo Nacional
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
da Despesa Familiar - ENDEF 1974-1975, com âmbito territorial nacional, à exceção das
áreas rurais das Regiões Norte e Centro-Oeste; a POF 1987-1988; a POF 1995-1996;
e a POF 2002-2003. As POFs dos anos 1980 e 1990 foram concebidas para atender,
prioritariamente, à atualização das estruturas de consumo dos Índices de Preços ao
Consumidor produzidos pelo IBGE, sendo realizadas nas Regiões Metropolitanas de
Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba
e Porto Alegre, no Município de Goiânia e no Distrito Federal. A POF 2002-2003 e a
POF 2008-2009 que tiveram abrangência geográfica nacional, dão igual prioridade às
demais aplicações anteriormente mencionadas.
O desenho da amostra das duas últimas POFs foi estruturado de tal modo que
propicia a publicação de resultados nos seguintes níveis: Brasil, Grandes Regiões
(Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste) e também por situações urbana e
rural. Para as Unidades da Federação, os resultados contemplam o total e a situação
urbana. Nas nove regiões metropolitanas e nas capitais das Unidades da Federação,
os resultados correspondem à situação urbana.
As POFs fornecem periodicamente dados nacionais de disponibilidade
domiciliar de alimentos para análises de tendências e comparações internacionais,
possibilitando as estimativas de consumo, bem como a identificação de padrões e
mudanças temporais na alimentação no Brasil. Entretanto, as informações sobre a
disponibilidade de alimentos não possibilitam avaliar o consumo alimentar individual
e também não consideram refeições realizadas fora do domicílio. Logo, a obtenção de
dados sobre consumo individual é necessária para a estimativa da ingestão habitual
de alimentos, energia e nutrientes, de modo a possibilitar uma análise mais precisa
da qualidade da dieta. Estas informações, em conjunto com dados de disponibilidade
de alimentos, são fundamentais para o planejamento e monitoramento de ações de
saúde e nutrição no Brasil.
Dada a ausência de informações recentes sobre o consumo alimentar pessoal
com abrangência nacional, foram coletadas, pela primeira vez nesta pesquisa, para
uma subamostra de domicílios, as informações sobre ingestão alimentar individual de
todos os moradores com 10 anos ou mais de idade. A vantagem de acoplar um módulo
de consumo individual à POF é a possibilidade de que essa avaliação seja periódica.
Além disso, o desenho da amostra permite a desagregação das informações para
vários estratos socioeconômicos e geográficos, identificando a diversidade alimentar
da população nestes domínios.
O Bloco de Consumo Alimentar Pessoal, POF 7, foi o instrumento utilizado
para o registro das informações sobre ingestão de alimentos. Este instrumento foi
desenvolvido com a participação de especialistas de todo o País, a partir de uma
parceria estabelecida entre o IBGE e o Ministério da Saúde. Para realizar o registro
alimentar, os indivíduos foram orientados a registrar e relatar detalhadamente os
nomes dos alimentos consumidos, o tipo de preparação, a medida usada, a quantidade
consumida, o horário e se o consumo do alimento ocorreu no domicílio ou fora do
domicílio. Nos casos em que havia impedimento para o morador preencher o registro,
o mesmo poderia ser efetuado com a ajuda de outro morador ou pessoa próxima.
Os dados referentes ao módulo de consumo alimentar pessoal foram coletados
para todos os moradores com 10 anos ou mais de idade de 13 569 domicílios
selecionados, que corresponderam a uma subamostra de 24,3% dos 55 970 domicílios
Introdução ________________________________________________________________________________________________
investigados na POF 2008-2009. Dessa forma, foram obtidas informações sobre o
consumo alimentar individual de 34 003 moradores. Os domicílios que participaram
da subamostra foram selecionados de forma aleatória dentre aqueles domicílios que
foram selecionados para a amostra original da POF 2008-2009. A subamostra permitiu
a construção de resultados para os seguintes níveis: Brasil e Grandes Regiões (Norte,
Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste).
Cabe ainda mencionar outras informações levantadas na POF 2008-2009 sobre o
tema alimentação que podem ampliar ainda mais o potencial de análise e utilização das
informações, quais sejam: despesas com alimentação no domicílio ou fora dele, tipos de
estabelecimentos em que são realizadas as refeições fora do domicílio, identificação das
formas de aquisição dos produtos alimentícios, e avaliação subjetiva das famílias sobre
a quantidade e a qualidade dos alimentos que consomem.Também foram investigadas
as quantidades adquiridas de alimentos e bebidas para consumo no domicílio.
A primeira publicação da POF 2008-2009, Despesas, rendimentos e condições
de vida, contemplou aspectos básicos para a análise dos orçamentos domésticos, e
alguns fatores relacionados à avaliação subjetiva das condições de vida. Na segunda
publicação, Antropometria e estado nutricional de crianças, adolescentes e adultos
no Brasil, foram apresentadas as estatísticas relacionadas com o tema antropometria.
Os resultados foram construídos a partir das informações sobre peso e altura obtidos
de forma direta de cada um dos moradores dos domicílios entrevistados. Na terceira
publicação, Aquisição alimentar per capita, os resultados apresentados dizem respeito
às estatísticas das quantidades anuais per capita, em quilogramas, adquiridas para
consumo no domicílio, para uma ampla relação de alimentos e bebidas. A quarta
publicação, Avaliação nutricional da disponibilidade domiciliar de alimentos no
Brasil, apresentou os resultados e conclusões resultantes da avaliação nutricional das
quantidades de alimentos e bebidas adquiridos pelas famílias brasileiras. A análise
foi realizada sob algumas hipóteses, conforme destacado em seção específica sobre a
metodologia utilizada. Isto ocorre porque a aquisição alimentar, tal como investigada
na POF 2008-2009 bem como na POF 2002-2003, corresponde à disponibilidade de
alimentos e bebidas para consumo no domicílio, não refletindo o consumo efetivo
de alimentos e bebidas.
Como já mencionado, outras duas publicações estão sendo divulgadas
simultaneamente ao presente documento: Tabela de medidas referidas para os
alimentos consumidos no Brasil e Tabelas de composição nutricional dos alimentos
consumidos no Brasil. Essas tabelas passam a ser instrumentos fundamentais para
futuras pesquisas no campo da nutrição, assim como complementam a compreensão
da metodologia do estudo aqui apresentado.
Finalmente cabe mencionar que a realização da POF 2008-2009 contou, além da
parceria com o Ministério da Saúde, com a cooperação do Banco Mundial, fundamental
para a consolidação da periodicidade quinquenal para a realização da pesquisa, segundo
este modelo metodológico e abrangência geográfica adotada desde 2002-2003 e para
os estudos sobre a futura POF Contínua, no contexto do projeto de reformulação das
pesquisas domiciliares pelo IBGE, o Sistema Integrado de Pesquisas Domiciliares,
propõem-se a realização do esquema de POFs contínuas, que prevê a cada cinco anos
a POF no modelo completo, tal como as de 2002-2003 e de 2008-2009, com realização
anual de um modelo simplificado da pesquisa. Em ambos os casos, o apoio técnico foi
disponibilizado, além de recursos financeiros e equipamentos para a pesquisa.
Notas técnicas
Conceitos e definições
Neste módulo, são apresentados os conceitos relacionados
com os resultados desta publicação, segundo as seguintes variáveis:
domicílios, unidades de consumo, pessoas e consumo alimentar
individual. Antecede aos temas a descrição das referências temporais
inerentes ao levantamento e à qualidade das informações sobre
orçamentos familiares. Estas definições da variável tempo são básicas
para o entendimento dos conceitos e resultados da pesquisa.
A POF é uma pesquisa realizada por amostragem, na qual são
investigados os domicílios particulares permanentes. No domicílio,
por sua vez, é identificada a unidade básica da pesquisa – unidade
de consumo – que compreende um único morador ou conjunto de
moradores que compartilham da mesma fonte de alimentação ou
compartilham as despesas com moradia. É importante ressaltar que esta
definição, que será detalhada mais adiante, segue as recomendações
e práticas internacionais referentes a pesquisas similares.
O conceito “família”, no IBGE, é especificamente adotado no
Censo Demográfico e demais pesquisas domiciliares, refere-se a
todas as pessoas moradoras do domicílio, ligadas por laços de
parentesco, dependência doméstica ou normas de convivência,
sem referência explícita ao consumo ou despesas. Entretanto, na
maior parte das situações, a unidade de consumo da POF coincide
com a “família”, segundo o conceito adotado no IBGE. A POF 20082009, buscando harmonização conceitual com as demais pesquisas,
identificou, também, nos domicílios, as famílias, segundo o conceito
adotado pelo IBGE.
Notas técnicas _____________________________________________________________________________________________
No ENDEF e nas POFs, para efeito de análises e divulgações de resultados, o
termo “família” tem sido utilizado para representar o conceito unidade de consumo
e, na presente publicação este procedimento é mantido.
Na Pesquisa de Orçamentos Familiares - POF 2008-2009, três enfoques temporais
foram utilizados.
Período de realização da pesquisa
Para propiciar a estimação de orçamentos familiares que contemplem as
alterações a que estão sujeitos ao longo do ano, as despesas e os rendimentos, definiuse o tempo de duração da pesquisa em 12 meses. O período de realização da POF
2008 -2009 teve início no dia 19 de maio de 2008 e término no dia 18 de maio de 2009.
Período de referência das informações sobre despesas e
rendimentos
A investigação de uma grande diversidade de itens de despesas, com diferentes
valores unitários e diferentes frequências de aquisição, requer definir períodos de
observação variados. Em geral, as despesas de menor valor são aquelas normalmente
realizadas com mais frequência, enquanto as despesas de maior valor são realizadas
com menor frequência. Além disso, a memória das informações relacionadas a uma
aquisição com valor mais elevado é preservada por um período de tempo mais longo.
Assim, com o objetivo de ampliar a capacidade do informante para fornecer os valores
das aquisições realizadas e as demais informações a elas associadas, foram definidos
quatro períodos de referência: sete dias, 30 dias, 90 dias e 12 meses, segundo os
critérios de frequência de aquisição e do nível do valor do gasto.
Os rendimentos e as informações a eles relacionadas são coletados segundo o
período de referência de 12 meses.
Como a operação da coleta tem duração de 12 meses, os períodos de referência
das informações sobre despesas e rendimentos não correspondem às mesmas datas
para cada domicílio selecionado. Para cada informante, os períodos de referência
foram estabelecidos como o tempo que antecede à data de realização da coleta no
domicílio. A exceção é o período de referência de sete dias, que é contado no decorrer
da entrevista.
Data de referência da pesquisa
Como as POFs combinam um período de coleta de 12 meses com períodos
de referência de até 12 meses, adotado para alguns itens de despesa e para os
rendimentos, as informações se distribuem em um período total de 24 meses. Durante
os 24 meses mencionados, ocorrem mudanças absolutas e relativas nos preços,
requerendo que os valores levantados na pesquisa sejam valorados a preços de uma
determinada data.
Os dados de consumo alimentar pessoal foram pesquisados ao longo do ano de
realização da pesquisa, para cada um dos moradores com 10 anos ou mais de idade,
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
durante dois dias não consecutivos em uma subamostra de domicílios, propiciando
uma avaliação do estado nutricional da população brasileira.
A data de referência fixada para a compilação, análise e apresentação dos
resultados da POF 2008-2009 foi 15 de janeiro de 2009.
Domicílio
Domicílio é a unidade amostral da pesquisa, consistindo também em importante
unidade de investigação e análise para caracterização das condições de moradia das famílias.
É a moradia estruturalmente separada e independente, constituída por um ou
mais cômodos, sendo que as condições de separação e independência de acesso
devem ser satisfeitas.
A condição de separação é atendida quando o local de moradia é limitado por
paredes, muros, cercas e outros, quando é coberto por um teto e permite que seus
moradores se isolem, arcando com parte ou todas as suas despesas de alimentação
ou moradia.
A independência é atendida quando o local de moradia tem acesso direto,
permitindo que seus moradores possam entrar e sair sem passar por local de moradia
de outras pessoas.
Domicílio particular permanente
Destina-se à habitação de uma ou mais pessoas, ligadas por laços de parentesco,
dependência doméstica ou normas de convivência, sendo todo ou parte destinado
exclusivamente à moradia.
Na POF, em função de seus objetivos e características, somente foram
pesquisados os domicílios particulares permanentes.
Unidade de consumo
A unidade de consumo é a unidade básica de investigação e análise dos
orçamentos. Para efeito de divulgação da POF, o termo “família” é considerado
equivalente à unidade de consumo.
A unidade de consumo compreende um único morador ou conjunto de
moradores que compartilham da mesma fonte de alimentação, isto é, utilizam um
mesmo estoque de alimentos e/ou realizam um conjunto de despesas alimentares
comuns. Nos casos onde não existia estoque de alimentos nem despesas alimentares
comuns, a identificação ocorreu através das despesas com moradia.
Pessoas
Pessoa moradora
Pessoa que tinha o domicílio como residência única ou principal e que não
se encontrava afastada deste por período superior a 12 meses. Aquelas que se
Notas técnicas _____________________________________________________________________________________________
achavam presentes por ocasião da coleta da pesquisa são consideradas moradores
presentes. A pessoa é moradora ausente se, por ocasião da coleta, estava afastada
temporariamente.
Características das pessoas
Dentre as características investigadas, foram de interesse neste estudo : idade e sexo.
Idade
A investigação da idade foi feita através da pesquisa do dia, mês e ano de
nascimento da pessoa. Nas situações nas quais a pessoa não soube precisar a data
de nascimento, registrou-se a idade em anos presumida pela pessoa ou estimada pelo
agente de pesquisa. Para aplicação do Bloco de Consumo Alimentar Pessoal, POF 7,
a variável idade foi utilizada em anos completos.
Sexo
O registro correspondente ao sexo das pessoas do domicílio foi realizado
utilizando as seguintes categorias: masculino e feminino.
Unidade de orçamento
Morador que teve alguma participação no orçamento da unidade de consumo
no período de referência de 12 meses.
Os moradores ausentes, os moradores com menos de 10 anos de idade e os
moradores cuja condição no domicílio fosse de empregado doméstico ou parente
de empregado doméstico não foram pesquisados como unidade de orçamento. Nas
situações de moradores com menos de 10 anos de idade, as aquisições e rendimentos
correspondentes são registrados juntamente com os da pessoa responsável pelo menor.
a) A unidade de orçamento é representada por: Unidade de orçamento despesa:
Morador cuja participação no orçamento da unidade de consumo representou
a realização de aquisições que resultaram em despesas monetárias e/ou não
monetárias; e
b) Unidade de orçamento rendimento:
Morador cuja participação no orçamento da unidade de consumo representou
qualquer tipo de ganho monetário - remuneração do trabalho, transferência,
aluguel de imóvel, aplicações financeiras, entre outros. Também foram
consideradas todas as pessoas que exerceram algum tipo de trabalho não
remunerado, na produção de bens e serviços em ajuda na atividade econômica
de pessoa da família ou para o consumo, ou uso familiar.
Rendimento total e variação patrimonial
A análise dos rendimentos e da variação patrimonial é determinante para os
estudos socioeconômicos e, em particular, na POF, tendo em vista a possibilidade de
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
análise conjunta com as despesas, que permitem avaliações mais completas, a partir
dos orçamentos domésticos.
Rendimento total
O rendimento bruto total da unidade de consumo corresponde ao somatório dos
rendimentos brutos monetários dos componentes das unidades de consumo, exclusive
os empregados domésticos e seus parentes, acrescido do total dos rendimentos não
monetários das unidades de consumo.
Rendimento monetário
Considerou-se como rendimento todo e qualquer tipo de ganho monetário,
exceto a variação patrimonial, recebido durante o período de referência de 12 meses
anteriores à data de realização da coleta das informações.
O rendimento foi pesquisado para cada um dos moradores que constituiu uma
unidade de orçamento/rendimento.
Rendimento do trabalho
Refere-se à remuneração monetária bruta proveniente do trabalho de empregado
(público, privado ou doméstico), e de empregador e conta-própria.
Rendimento do empregado
Rendimento da pessoa que trabalha para um empregador, geralmente obrigandose ao cumprimento de uma jornada de trabalho recebendo, em contrapartida,
remuneração total ou parcial em dinheiro. São incluídos também outros tipos de
remuneração: horas extras, participação nos lucros, auxílio-refeição, auxílio-transporte,
auxílio combustível, rendimentos e abono-salário do PIS/PASEP, saques do PIS/PASEP e
do FGTS, indenizações trabalhistas, salário-educação, auxílio-creche, auxílio-moradia
e outros.
O empregado foi investigado como público, privado, doméstico e empregado
temporário na área rural.
Rendimento do empregador e conta-própria
Empregador é a pessoa que trabalha explorando o seu próprio empreendimento,
tendo pelo menos um empregado remunerado.
Conta própria é a pessoa que, individualmente ou com sócio, sem ter empregado
e contando ou não com ajuda de trabalhador não remunerado, membro da unidade
de consumo, explora uma atividade econômica ou exerce uma profissão ou ofício de
forma permanente ou eventual.
Considerou-se como rendimento do empregador ou conta própria a retirada
ou ganho líquido. Esse valor corresponde aos rendimentos recebidos, deduzidas
as despesas necessárias ao exercício da atividade econômica, tais como: aluguel,
Notas técnicas _____________________________________________________________________________________________
matéria-prima, telefone, energia elétrica, e, no caso de empregador, pagamentos e
encargos relativos aos empregados.
Transferência
É o rendimento monetário bruto proveniente de:
Aposentadoria e pensão de previdência pública e INSS
Aposentadoria e pensão de previdência pública e INSS, auxílio-doença,
restituição de previdência pública, devolução de previdência pública e abonos, como
130 salário e outros.
Aposentadoria de previdência privada
Aposentadoria de previdência privada (aposentadoria, suplementação e
complementação da previdência privada, aberta ou fechada, recebidas pelo contribuinte
sob a forma de pecúlio e suplementação ou complementação de aposentadoria).
Programas sociais federais
Transferências de renda de programas sociais federais: Bolsa Família, Benefício
de Prestação Continuada da Assistência Social - BPC-LOAS e Programa de Erradicação
do Trabalho Infantil - PETI.
Pensão alimentícia, mesada e doação
Pensão alimentícia, mesada, doação e transferência interfamiliar.
Outras transferências
Prêmios restituídos e indenizações pagas por seguradoras, ganhos de jogos,
salário-família, auxílio-natalidade, programas sociais estadual e municipal, segurodesemprego, auxílio-maternidade, auxílio-funeral e outras transferências similares.
Rendimento de aluguel
Refere-se ao rendimento monetário bruto proveniente de aluguel, ocupação,
uso ou exploração de direitos de bens imóveis, inclusive sublocação de casas,
apartamentos, cômodos, sítios, lojas, vagas em garagem, fazendas, terras e outros.
Inclui também o aluguel, uso ou exploração de direitos de bens móveis como, por
exemplo: veículos, apetrechos para festas, exploração de direitos autorais e invenções.
Outras rendas
Refere-se às rendas monetárias provenientes de vendas eventuais como, por
exemplo: vendas de automóveis, consórcios e outros produtos; crédito-educativo,
juros de empréstimos; e outros. Ganhos com operações financeiras de títulos de renda,
lucros e dividendos em dinheiro atribuídos a ações, juros e correções.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Rendimento não monetário
Considerou-se como rendimento não monetário a parcela equivalente às
despesas não monetárias como definidas anteriormente.
É importante observar que as despesas não monetárias são iguais, em termos
contábeis, às receitas não monetárias com exceção do aluguel estimado.
Para a imputação do valor do rendimento não monetário correspondente ao
aluguel de imóveis, foram deduzidas, do valor do aluguel estimado pelas unidades
de consumo, as despesas com manutenção e reparos, impostos, taxas de serviços e
seguros com o domicílio, conforme as recomendações contidas no documento Informe
de la decimoséptima Conferencia Internacional de Estadísticos del Trabajo (2003),
realizada pela Organização Internacional do Trabalho - OIT, em dezembro de 2003.
Variação patrimonial
Compreende vendas de imóveis, recebimentos de heranças e o saldo positivo
da movimentação financeira (depósitos e retiradas de aplicações financeiras como,
por exemplo, poupança e cotas de fundos de investimento).
Rendimento total e variação patrimonial médio mensal
familiar
Para um determinado conjunto de dados, a estimativa do rendimento total e
variação patrimonial médio mensal familiar é a soma dos rendimentos monetários
mensais brutos, dos rendimentos não monetários mensais das unidades de consumo
e da variação patrimonial, dividida pelo número de unidades de consumo contidas
neste conjunto.
Salário mínimo
Considerou-se o valor de R$ 415,00 (quatrocentos e quinze reais) vigente em
15 de janeiro de 2009, data de referência da pesquisa.
Classes de rendimento total e variação patrimonial mensal
familiar per capita
Na presente divulgação, nas tabelas de apresentação dos resultados referentes a
rendimentos, foi utilizado o termo Quartos de rendimento total e variação patrimonial
mensal familiar per capita. Cabe destacar que o rendimento total foi definido como a
soma dos rendimentos monetário e não monetário mensal familiar. Para a construção
do rendimento per capita , os valores foram divididos pelo total de membros da família.
Na definição das classes de rendimento total e variação patrimonial mensal
familiar per capita para as tabelas apresentadas, optou-se por utilizar quatro
grupamentos, definidos a partir dos quartis da distribuição destes valores.
Notas técnicas _____________________________________________________________________________________________
A seguir, é apresentada na Tabela 1 a relação dos quartos de rendimento
monetário e não monetário mensal familiar per capita com valores em reais e as
estimativas das populações com 10 anos ou mais de idade residentes no Brasil
segundo as classes adotadas.
Tabela 1 - População residente de 10 anos ou mais, segundo as classes de rendimento
total e variação patrimonial mensal familiar per capita - Brasil - período 2008-2009
Classes de rendimento total
e variação patrimonial mensal
familiar per capita (R$)
Total
População residente de 10 anos ou mais
Total
Relativo (%)
160 511 094
100,0
Até 296
46 746 313
29,1
Mais de 296 a 571
42 174 431
26,3
Mais de 571 a 1 089
37 389 144
23,3
Mais de 1 089
34 201 206
21,3
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009.
Consumo alimentar pessoal
As variáveis utilizadas para a análise do consumo alimentar no Brasil, bem
como os aspectos metodológicos envolvidos, serão abordadas mais a frente em
uma seção específica.
Aspectos de amostragem
Planejamento da amostra
Em linhas gerais, o plano de amostragem adotado para a POF 2008-2009 é
basicamente o mesmo que o implementado na POF 2002-2003, sendo, contudo, pertinente a
inclusão de algumas explicações adicionais sobre a adoção da amostra-mestra de setores
censitários nas pesquisas domiciliares do IBGE e a influência desta no atual plano
amostral da pesquisa. Ademais, para o estudo do consumo alimentar pessoal,
trabalhou-se com subamostra de domicílios e a descrição desse procedimento é
apresentada a seguir.
Com o objetivo de facilitar ainda mais a integração entre as suas diferentes
pesquisas domiciliares, o IBGE tem trabalhado no planejamento do Sistema
Integrado de Pesquisas Domiciliares, um amplo projeto que busca harmonizar
conceitos e definições de variáveis comuns, procedimentos de coleta e listagem de
setores censitários, dentre outros procedimentos fundamentais para a qualidade
das pesquisas. Um ponto-chave para o sucesso desta integração se encontra na
utilização de uma infraestrutura amostral comum, cadastro e amostra, definidos
especialmente para atender a diferentes pesquisas ao mesmo tempo. A amostra
comum, denominada amostra-mestra, é um conjunto de setores censitários, que
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
são considerados unidades primárias de amostragem no planejamento amostral
de cada uma das pesquisas que utilizarão essa infraestrutura comum.
É importante explicar que para a realização dos Censos Demográficos,
por questões operacionais, os municípios do Brasil são divididos em áreas,
denominadas setores censitários. Assim, como em outras pesquisas por
amostragem realizadas pelo IBGE, a POF também possui em seu planejamento
amostral um estágio de seleção de setores censitários e, na edição de 20082009, utilizou como base de seleção a amostra-mestra desenhada no âmbito do
planejamento do referido sistema.
A amostra-mestra permite então que várias subamostras possam ser
selecionadas a partir de seu conjunto de setores censitários, conjunto este selecionado
segundo a metodologia estabelecida (FREITAS et al., 2007) a partir de um cadastro
inicial contendo todos os setores censitários disponíveis à época do Censo Demográfico
2000. A amostra de setores censitários da POF 2008-2009 é uma das possíveis
subamostras da amostra-mestra.
Um dos aspectos específicos para a definição da amostra da POF refere-se
principalmente à questão da estratificação dos setores censitários, não somente
com relação à estratificação geográfica, mas também com relação à estratificação
estatística. Para atender a essa característica historicamente presente nas amostras das
POFs e expandi-las a outras pesquisas por amostra, a metodologia de estratificação
definida para a seleção da amostra-mestra levou em consideração esses aspectos em
sua construção. Ademais, esse procedimento agrega ganhos importantes de eficiência
das amostras vis a vis a precisão das estimativas produzidas a partir das pesquisas. A
amostra-mestra foi implementada levando-se em consideração o seguinte esquema
de estratificação:
1. Divisão administrativa: Municípios das Capitais, Regiões Metropolitanas e
Regiões Integradas de Desenvolvimento - RIDES;
2. Espacial/geográfica: áreas de ponderação, municípios;
3. Situação dos setores censitários: urbana ou rural; e
4. Estatística: a partir da variável renda do responsável, obtida no Censo
Demográfico 2000.
Uma vez que a seleção dos setores censitários para formar o conjunto de setores
da amostra-mestra respeitou o esquema de estratificação apresentado, a condição da
amostra da POF 2008-2009, como uma subamostra selecionada a partir deste conjunto,
por um lado, implicou na subordinação ao sistema de estratificação predefinido
para o conjunto das pesquisas amostrais, e, por outro, manteve a possibilidade
de comparação com o esquema de estratificação adotado nas edições anteriores,
especialmente na POF 2002-2003.
O esquema de estratificação da amostra-mestra é bem detalhado, principalmente
no que se refere à estratificação geográfica, e para atender a características próprias
da POF alguns destes níveis puderam ser agrupados, sem perda das características
fundamentais da estratificação original. Desde a implementação das POFs, é
assegurada a obtenção de resultados da pesquisa para alguns domínios de estimação,
Notas técnicas _____________________________________________________________________________________________
isto é feito considerando estes domínios no esquema de estratificação. Apesar de a
estratificação ser diferente nesta edição, é possível reproduzir a estratificação das
edições anteriores agregando estratos, como dito anteriormente, desta forma pode-se
comparar resultados obtidos para os mesmos domínios. Exemplos de domínios para os
quais é possível gerar resultados são: Municípios das Capitais, situação urbana, e área
urbana das Regiões Metropolitanas, estas últimas incluindo o Município da Capital.
As Regiões Metropolitanas levadas em conta na estratificação das edições anteriores,
desde a POF 1987-1988, foram mantidas na POF 2008-2009: Belém, Fortaleza, Recife,
Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Em relação
à POF 2002-2003 há uma diferença, que é a não inclusão da Região Administrativa de
Brasília, que não foi separada para compor um estrato geográfico.
Com relação ao último nível do esquema de estratificação da amostra-mestra,
dentro de cada estrato geográfico definido, foram então calculados um quantitativo
de estratos estatísticos, cujo número total foi diferente para cada Unidade da
Federação, considerando as respectivas particularidades. Para a construção dos
estratos estatísticos (socioeconômicos), a variável renda total do responsável pelo
domicílio, obtida a partir dos resultados do Censo Demográfico 2000, foi utilizada
para efeito dos cálculos. A estratificação estatística que é empregada na amostra
da POF 2008-2009 é exatamente aquela proveniente da amostra-mestra.
Com as explicações anteriores e considerando as definições das técnicas de
amostragem, no âmbito da teoria estatística, é possível identificar que, para a POF
2008-2009, adotou-se um plano amostral denominado como conglomerado em
dois estágios, com estratificações geográfica e estatística das unidades primárias
de amostragem que correspondem aos setores da base geográfi ca do Censo
Demográfico 2000, a partir da estrutura oferecida pela amostra-mestra desenhada
pelo IBGE para o Sistema Integrado de Pesquisas Domiciliares - SIPD em construção.
Os setores foram selecionados por amostragem com probabilidade proporcional ao
número de domicílios existentes no setor, dentro de cada estrato final, compondo
a amostra-mestra. A subamostra de setores para a POF 2008-2009 foi selecionada
por amostragem aleatória simples em cada estrato. No plano adotado, as unidades
secundárias de amostragem foram os domicílios particulares permanentes, que
foram selecionados por amostragem aleatória simples sem reposição, dentro de
cada um dos setores selecionados. Em seguida ao processo de seleção de setores e
domicílios, os setores são distribuídos ao longo dos quatro trimestres da pesquisa,
garantindo que em todos os trimestres, os estratos geográfico e socioeconômico
estejam representados através dos domicílios selecionados.
Dimensionamento da amostra
O tamanho da amostra de setores foi determinado em função do tipo
de estimador utilizado e do nível de precisão fixado para estimar o total dos
rendimentos das pessoas moradoras responsáveis pelos domicílios, obtidos a
partir dos dados do Censo Demográfico 2000, e, ainda, levando em consideração
o número esperado de domicílios com entrevistas realizadas em cada setor,
segundo cada domínio de estimação considerado. Foram identificados dois níveis
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
geográficos de controle para o cálculo do tamanho da amostra, a saber: área urbana
de cada Unidade da Federação e área rural de cada Grande Região.
Foram fixados diferentes coeficientes de variação para estimar com a precisão
desejada o total da renda dos responsáveis pelos domicílios, segundo os diferentes
domínios de estimação. Os níveis de precisão fixados foram estabelecidos a partir
das análises realizadas com as precisões para a mesma variável e calculados a
partir dos dados da POF 2002-2003. Para estimar o total nas Unidades da Federação
da Região Norte, foram fixados coeficientes de variação que variaram de 10% a
15%. Para a Região Nordeste, os coeficientes fixados ficaram entre 5% e 10%. No
caso das Regiões Sudeste e Sul, a variação dos coeficientes ficou entre 3% e 7%.
Por último, na Região Centro-Oeste, os coeficientes de variação oscilaram entre
8% e 10%.
A alocação da amostra total de setores selecionados em cada estrato foi
proporcional ao número total de domicílios particulares permanentes no estrato, com
a condição de haver pelo menos três setores na amostra de cada estrato. Foi fixado o
número de domicílios com entrevistas por setor de acordo com a área da pesquisa: 12
domicílios nos setores urbanos e 16 nos setores rurais. O tamanho efetivo da amostra
foi de 4 696 setores, correspondendo a um número esperado de 59 548 domicílios
com entrevista.
Seleção da amostra
A seleção de setores para compor a amostra-mestra ocorreu de forma
independente em cada estrato proporcional ao número de domicílios do setor da
malha setorial do Censo Demográfico 2000. Os setores da amostra da POF 20082009, por sua vez, foram selecionados a partir dos setores da amostra-mestra,
através de um procedimento de seleção definido como amostra aleatória simples.
Através do procedimento explicado, foram então selecionados os 4 6961
setores para a amostra da pesquisa, de um total de 12 800 setores pertencentes à
amostra-mestra. Após o procedimento de seleção dos setores e a alocação desses
setores nos quatro trimestres da pesquisa, deu-se início ao processo de atualização
(operação de listagem) dos cadastros de endereços dos domicílios (cadastro de
seleção). Nesta pesquisa, tal processo foi realizado em quatro etapas, contemplando
cada um dos trimestres da pesquisa. A decisão por essa periodicidade trimestral
para o processo de atualização foi tornar o cadastro o mais atualizado possível
para a realização de cada etapa de seleção dos domicílios para compor a amostra a
ser entrevistada a cada trimestre. O objetivo da atualização do cadastro de seleção
é o de minimizar a perda de entrevistas por motivos, tais como: domicílio que já
deixou de existir, domicílio em ruínas, etc.
Mesmo com todos os cuidados com a atualização do cadastro de seleção,
avaliou-se pela pertinência de se ampliar o número de entrevistas, prevendo
eventuais perdas ao longo da fase de coleta das informações, por recusa do
morador ou por não conseguir abrir o domicílio, por exemplo. Sendo assim, para
1
Dos 4 696 setores, dois apresentaram todas as entrevistas como não realizadas, sendo então seus fatores de expansão
redistribuídos pelos outros setores do mesmo estrato.
Notas técnicas _____________________________________________________________________________________________
esta pesquisa, estimou-se uma perda média de 15% das entrevistas e acréscimo de
igual proporção foi atribuído ao total de domicílios a serem selecionados por setor
da amostra. Em termos práticos, para compensar as perdas futuras com entrevistas
não realizadas, foi selecionado, em cada setor urbano, um total de 13 domicílios,
enquanto para os setores de situação rural foram selecionados 18 domicílios.
Com base nas informações das listagens dos domicílios, foram identificados
aqueles setores com altas taxas de crescimento em relação às informações do Censo
Demográfico 2000 e com elevadas taxas de domicílios fechados. Nesses setores foram
feitos acréscimos maiores, no momento da seleção, até o limite de 28 domicílios para
os setores das áreas urbana e rural, com a finalidade de compensar eventuais perdas
na precisão das estimativas.
De posse do total de domicílios listados e do número de domicílios a serem
efetivamente selecionados por setor, realizou-se a seleção aleatória sem reposição
dos domicílios, independente em cada setor.
Visando garantir a distribuição dos estratos da amostra ao longo dos 12 meses
de duração da pesquisa, os setores de cada estrato foram aleatoriamente alocados
por trimestre e seus domicílios espalhados ao longo do mesmo. Este processo de
alocação visa a observação para domicílios de todos os estratos, das naturais variações
dos padrões de consumo conforme as épocas do ano.
Dimensionamento e seleção da subamostra de domicílios para a
investigação do consumo alimentar pessoal
Em função das características específicas requeridas para a aplicação do
Bloco de Consumo Alimentar Pessoal, como, por exemplo, um número maior de
retornos ao domicílio por parte do agente de pesquisa, com o objetivo de conferir
os registros dos informantes, ficou estabelecido que a cada quatro domicílios
selecionados para a amostra da POF 2008-2009, um deles foi selecionado para
responder sobre o consumo alimentar pessoal de seus moradores. Definiu-se
também que a investigação se realizaria em todos os setores selecionados para
a realização da POF 2008-2009.
Em geral, os setores urbanos selecionados na amostra da pesquisa tiveram
cerca de 13 domicílios selecionados e, sendo assim, quatro destes também foram
selecionados para a subamostra. Para os setores rurais da pesquisa, o total de
domicílios selecionados para formar a amostra original da pesquisa foi, na maioria
dos setores, de 18 domicílios por setor. Logo, para estes setores, cinco domicílios
dos 18 selecionados fizeram também parte da subamostra para aplicação do
Bloco de Consumo Alimentar Pessoal. Os domicílios foram selecionados de forma
aleatória dentre os domicílios que fizeram parte da amostra original da pesquisa.
A Tabela 2, a seguir, apresenta o total de domicílios da amostra da POF 20082009, bem como o total da subamostra de domicílios cujos moradores responderam
sobre o consumo alimentar, além do total de pessoas moradoras que preencheram
o Bloco de Consumo Alimentar Pessoal.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 2 - Número de setores selecionados, total de domicílios entrevistados na
amostra e com consumo alimentar pessoal e número de pessoas na subamostra,
segundo as Unidades da Federação - período 2008-2009
Unidades da Federação
Número de domicílios
entrevistados na amostra
Número
de setores
selecionados
Brasil
Rondônia
Acre
Amazonas
Roraima
Pará
Amapá
Tocantins
Total
POF
Consumo Alimentar
(subamostra)
Número de
pessoas na
subamostra
4 696
55 970
13 569
34 003
73
907
230
569
66
863
235
608
105
1 344
402
1 105
55
644
149
329
156
1 894
470
1 266
44
689
161
499
102
1 270
333
898
Maranhão
209
2 562
599
1 526
Piauí
153
2 056
548
1 551
Ceará
143
1 861
441
1 175
Rio Grande do Norte
113
1 342
330
874
Paraíba
128
1 628
342
959
Pernambuco
193
2 367
582
1 499
Alagoas
246
2 712
649
1 642
Sergipe
141
1 654
449
1 150
Bahia
245
3 050
850
2 239
Minas Gerais
439
5 028
1 238
2 960
Espírito Santo
330
3 489
376
841
Rio de Janeiro
171
1 938
512
1 228
São Paulo
294
3 623
938
2 273
Paraná
231
2 477
635
1 558
Santa Catarina
182
2 029
548
1 349
Rio Grande do Sul
189
2 210
535
1 260
Mato Grosso do Sul
166
2 247
591
1 402
Mato Grosso
208
2 423
543
1 213
Goiás
197
2 686
749
1 754
Distrito Federal
117
977
134
276
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009.
Expansão da subamostra
Cada domicílio pertencente à subamostra da POF representa um determinado
número de domicílios particulares permanentes da população (universo) de onde
a amostra original foi selecionada. Com isso, a cada domicílio da subamostra está
associado um peso amostral ou fator de expansão que, atribuído às características
investigadas pela POF, permite a obtenção de estimativas das quantidades de interesse
para o universo da pesquisa.
Os pesos amostrais foram inicialmente calculados com base no plano amostral
efetivamente utilizado na seleção da subamostra, incorporando ajustes para compensar
Notas técnicas _____________________________________________________________________________________________
a não resposta das unidades investigadas. Posteriormente, os pesos sofreram ajustes
de calibração, procedimento que consistiu em obter, para cada Unidade da Federação
(domínios de calibração), estimativas para o total de pessoas em determinados recortes
iguais aos respectivos totais obtidos através da expansão da amostra original da POF. As
variáveis utilizadas para estimar estes totais são denominadas variáveis de calibração
e estão descritas abaixo no Quadro 1. Nos Estados do Pará, Ceará, Pernambuco, Bahia,
Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul foram consideradas
as variáveis de calibração X1 até X18; no Distrito Federal, as variáveis X1 até X16; e nas
demais Unidades da Federação, as variáveis X1 até X17. Como ilustração, a estimativa
do total de pessoas do sexo masculino na faixa etária de 10 a 19 anos (X1) com base nos
dados da subamostra é igual ao total de pessoas do sexo masculino na faixa etária de
10 a 19 anos estimado com dados da amostra original da pesquisa. Este procedimento
foi desenvolvido utilizando-se o software estatístico R 2.2.1.
Quadro 1 - Variáveis de calibração utilizadas no cálculo dos pesos amostrais
calibrados da Pesquisa de Orçamentos Familiares - POF 2008-2009
X1
Número de pessoas do sexo masculino na faixa de idade de 10 a 19 anos
X2
Número de pessoas do sexo masculino na faixa de idade de 20 a 29 anos
X3
Número de pessoas do sexo masculino na faixa de idade de 30 a 39 anos
X4
Número de pessoas do sexo masculino na faixa de idade de 40 a 49 anos
X5
Número de pessoas do sexo masculino na faixa de idade de 50 a 59 anos
X6
Número de pessoas do sexo masculino na faixa de idade de 60 a 69 anos
X7
Número de pessoas do sexo masculino na faixa de idade de 70 anos ou mais
X8
Número de pessoas do sexo feminino na faixa de idade de 10 a 19 anos
X9
Número de pessoas do sexo feminino na faixa de idade de 20 a 29 anos
X10
Número de pessoas do sexo feminino na faixa de idade de 30 a 39 anos
X11
Número de pessoas do sexo feminino na faixa de idade de 40 a 49 anos
X12
Número de pessoas do sexo feminino na faixa de idade de 50 a 59 anos
X13
Número de pessoas do sexo feminino na faixa de idade de 60 a 69 anos
X14
Número de pessoas do sexo feminino na faixa de idade de 70 anos ou mais
X15
Total de pessoas na área urbana
X16
Total de pessoas na área rural
X17
Total de pessoas no município da capital
X18
Total de pessoas na região metropolitana
Os grupos etários escolhidos para a calibração foram assim definidos em função
da população-alvo associada aos resultados sobre o consumo alimentar pessoal, ou
seja, pessoas moradoras dos domicílios particulares permanentes com 10 anos ou
mais de idade. Foram considerados, para efeito do processo de calibração, apenas
os moradores que responderam o Bloco de Consumo Alimentar Pessoal, permitindo
desta forma que a não resposta de informantes no domicílio fosse também tratada.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Obtenção das estimativas
A estimação do total de qualquer variável investigada na pesquisa foi feita
multiplicando-se o valor da variável pelo peso associado à unidade de análise
correspondente (domicílio, unidade de consumo ou pessoa). O peso foi calculado para
cada domicílio e atribuído a cada unidade de consumo e pessoa desse domicílio. Dessa
forma, foi possível calcular estimativas de totais para qualquer variável investigada na
pesquisa, seja para características de domicílio, de unidade de consumo ou de pessoa.
Precisão das estimativas
Para cada estimativa derivada da pesquisa é necessário obter uma medida de
precisão que auxilia na análise e interpretação dos dados resultantes da pesquisa. A
medida então usada foi obtida através da variância do estimador, que, em geral, por
não ser conhecida, é estimada pelos dados da própria pesquisa. A variância é uma
função do tipo de estimador, do plano amostral e do procedimento de expansão da
amostra adotado.
Os estimadores de variância de totais e razões, quantidades estimadas
nesta pesquisa, foram obtidos através de Linearização de Taylor e do Método do
Conglomerado Primário (HANSEN; HURWITZ; MADOW, 1953). Os erros amostrais
foram avaliados através das estimativas dos coeficientes de variação (CV),
obtidos dividindo-se a raiz quadrada da variância estimada pela estimativa da
quantidade de interesse.
Consumo alimentar pessoal
As informações sobre o consumo alimentar pessoal foram registradas nos quadros
destinados ao preenchimento das informações sobre os alimentos e bebidas efetivamente
consumidos no domicílio ou fora dele, no Bloco de Consumo Alimentar Pessoal.
Principais aspectos da coleta de informações
São apresentados, de forma resumida, os procedimentos gerais de coleta da
POF 2008-2009, com destaque e maior detalhamento para aqueles relacionados às
informações sobre os alimentos e bebidas consumidos pelas pessoas.
Instrumentos de coleta
A definição de instrumentos de coleta requer que alguns aspectos sejam
considerados, tais como características dos locais onde a pesquisa será realizada, para
possibilitar ao informante a precisão das respostas e determinar o ritmo da entrevista.
Além disso, as experiências de trabalhos anteriores do próprio IBGE, bem como de
outras instituições nacionais e internacionais, são levadas em conta. Questões, como
períodos de referência dos dados, registros diários e método recordatório, podem ser
citadas como fatores específicos que determinam os instrumentos de coleta numa POF.
Notas técnicas _____________________________________________________________________________________________
Os instrumentos de coleta utilizados na POF 2008-2009, organizados segundo o
tipo de informação pesquisada, foram: Questionário de Características do Domicílio e
dos Moradores; Questionário de Aquisição Coletiva; Caderneta de Aquisição Coletiva;
Questionário de Aquisição Individual; Questionário deTrabalho e Rendimento Individual;
Questionário de Condições de Vida; e Bloco de Consumo Alimentar Pessoal.
Bloco de consumo alimentar pessoal
O Bloco de Consumo Alimentar Pessoal foi pesquisado em uma subamostra
de domicílios, selecionados aleatoriamente da POF 2008-2009. O bloco foi aplicado a
cada um dos moradores com 10 anos ou mais de idade, pertencentes à(s) unidade(s)
de consumo existente(s) no domicílio. As anotações dos registros foram realizadas
pelos próprios informantes e complementadas mediante entrevistas nas quais o
agente de pesquisa, inicialmente, revisava o preenchimento realizado pelo informante,
complementando quando necessário. Em seguida realizava a transcrição dos registros
para o sistema de entrada de dados.
O instrumento foi estruturado em três quadros, sendo um quadro para a
identificação e controle e outros dois quadros destinados aos registros das informações
sobre o consumo diário dos alimentos. Nos quadros destinados aos registros de
consumo, os informantes anotaram todos os alimentos (inclusive refeições prontas)
e bebidas que consumiram ao longo de 24 horas. Nestes quadros foram registrados,
além dos tipos de alimentos consumidos, o horário (em horas inteiras), as quantidades
consumidas em unidades de medidas caseiras, a forma de preparação, bem como a
fonte do alimento (dentro ou fora do domicílio). Neste instrumento de coleta, constava
também uma pergunta relacionada com o consumo de açúcar e/ou adoçante pelo
informante e não foi solicitado o registro de consumo de água.
Cada morador, com 10 anos ou mais de idade, registrou em dois dias não
consecutivos, seu consumo individual. Nas situações onde o informante esteve impedido
de preencher os seus registros diários, opcionalmente estes registros foram preenchidos
com o auxílio de outro morador do domicílio ou uma pessoa indicada pelo mesmo.
No caso das preparações contendo mais de um tipo de alimento, para o
preenchimento dos registros, os informantes foram orientados a detalhar sua
composição. Entretanto, quando o detalhamento da preparação não foi possível, a
orientação foi registrar apenas o nome específico da preparação. Como exemplo:
feijoada, vatapá, etc.
O método de registro alimentar apresenta a vantagem de ser independente da
memória, uma vez que os alimentos são anotados no momento do consumo. Esse
instrumento é considerado mais preciso do que o método alternativo de relato por memória
das quantidades e porções consumidas (GIBSON, 2005; PEREIRA; SICHIERI, 2007).
Pré-teste e validação do instrumento de coleta
Em 2007, desenvolveu-se estudo piloto para testar o instrumento de coleta de
dados e os métodos propostos para sua aplicação. O Bloco de Consumo Alimentar
Pessoal, POF 7, foi aplicado em uma amostra de adultos em duas cidades, uma no
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Estado de Santa Catarina, onde foram entrevistados 19 domicílios, e outra em Alagoas,
onde 27 famílias foram entrevistadas, totalizando 40 pessoas no registro do POF 7.
O modelo de registro alimentar aplicado na POF 2008-2009 foi também
submetido ao estudo da sua validade, utilizando como padrão ouro para estimativa
de gasto energético o método da água duplamente marcada, que consiste em uma
forma de calorimetria indireta que mede acuradamente o gasto energético total
dos indivíduos fora de confinamento. No estudo de validade foram investigados
79 adultos (31 homens e 48 mulheres) com 20 a 59 anos de idade. Esses indivíduos
constituíam uma subamostra de um inquérito de base populacional desenvolvido
no 20 Distrito do Município de Duque de Caxias (Rio de Janeiro). Os resultados
indicaram que a concordância do relato variou segundo o sexo, a idade e o estado
nutricional. O sub-relato no consumo de energia foi, em média, 17%, porém,
indivíduos com peso na faixa de normalidade apresentaram sub-relato da ordem
de 13% (LOPES et al., 2010). Esses resultados são compatíveis com os obtidos
em outras avaliações de registros dietéticos contra água duplamente marcada
realizados no Brasil (FERRIOLLI et al., 2010; SCAGLIUSI et al., 2008; SCAGLIUSI;
LANCHA JÚNIOR, 2005).
Treinamento e trabalho de coleta
As equipes gerenciais do trabalho de campo de cada Unidade Estadual do IBGE
foram treinadas para a coleta dos dados de consumo alimentar pessoal por técnicos
da Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares e especialistas do Ministério da
Saúde envolvidos na definição do modelo metodológico. O treinamento aconteceu
durante dois dias como parte do treinamento geral para aplicação da pesquisa,
que foi realizado em sete dias. Esses gerentes estaduais, por sua vez, treinaram e
supervisionaram os agentes de pesquisa responsáveis pela coleta das informações em
cada Unidade da Federação. Para os treinamentos foram utilizados manuais, material
multimídia contendo exemplos de registros de alimentos e preparações e exercícios
práticos de simulação. Também, durante o período de treinamento, foram realizadas
demonstrações de preenchimento e simulações do trabalho de coleta com o Bloco
de Consumo Alimentar Pessoal. Uma outra atividade foram os exercícios de registro
das informações através do programa de entrada dos dados de consumo alimentar
no computador portátil.
Com o intuito de orientar sobre o modo de registro dos alimentos consumidos
e facilitar o preenchimento do Bloco de Consumo Alimentar Pessoal, os informantes
receberam um material instrucional que incluía fotografias de utensílios e vasilhames
frequentemente utilizados para servir alimentos e bebidas, os quais eram identificados
pela sua denominação.
Os registros eram revisados pelos agentes de pesquisa junto com os moradores
e as informações digitadas em um computador portátil no próprio domicílio, utilizando
programa de entrada de dados específico.
Com o objetivo de minimizar os erros de informação, ao revisar os registros,
os agentes de pesquisa observavam alguns procedimentos já testados em outros
estudos (CANTWELL et al., 2006; INGWERSEN et al., 2004) que tiveram como
Consumo alimentar pessoal ________________________________________________________________________________
objetivo melhorar a qualidade dos registros e reduzir a ocorrência de erros
de informação:
1. quando não havia registro de nenhum alimento num intervalo de pelo
menos três horas, os agentes de pesquisa foram orientados a confirmar
com o entrevistado se realmente não ocorreu consumo de qualquer produto
nesse período;
2. quando menos de cinco itens eram registrados ao longo de um dia, os
agentes de pesquisa deveriam perguntar ao morador se outros alimentos
foram consumidos e não haviam sido registrados;
3. os agentes de pesquisa também foram orientados a indagar sobre o
consumo de alimentos usualmente omitidos em inquéritos alimentares
como os pequenos lanches, balas, doces, café, refrigerantes, e outras
bebidas. Além disso, os agentes de pesquisa verificavam se os produtos
eram dietéticos ou com redução de valor energético, seguindo o método
dos múltiplos passos para preenchimento de recordatórios de 24 horas
(MOSHFEGH et al., 2009); e
4. procuraram refinar as informações sobre quantidades consumidas e elucidar
situações que pudessem dar margens a confusão, como preparações ou
alimentos não reconhecidos.
O programa de entrada de dados para registros alimentares continha uma base
de dados (cadastro de alimentos e bebidas) de aproximadamente 1 500 itens que foram
selecionados de 5 686 registros na base dos dados de aquisição de alimentos e bebidas
da POF 2002-2003. Para alguns itens foram mantidas apenas as designações gerais, por
exemplo, de cerca de 2 000 termos utilizados para identificar os diferentes tipos de peixe
foram agregados em dois termos: peixe não especificado de água doce e peixe não
especificado de água salgada. Além disso, foram respeitadas as nomenclaturas regionais
e incluídas as preparações tradicionais e populares, como feijoada, lasanha, vatapá,
moqueca, macarronada etc. Contudo, caso fosse necessário, os agentes de pesquisa
poderiam incluir novos alimentos ou bebidas (itens) que não constassem nessa base.
Cabe destacar que a forma de preparo pode alterar a composição nutricional
dos alimentos e, sendo assim, o relato da forma de preparação era prioritária para a
seleção dos itens no cadastro de alimentos, principalmente para as carnes e legumes.
No programa de entrada de dados foram disponibilizadas 15 opções para a “forma
de preparação”, além da opção “Não se aplica” (Quadro 2).
Quadro 2 - Cadastro de preparações de alimentos
Código
Preparação
Código
Preparação
1
Cru(a)
9
Molho branco
2
Cozido(a)
10
Ao alho e óleo
3
Grelhado(a)/Brasa/Churrasco
11
Com manteiga/Óleo
4
Assado(a)
12
Ao vinagrete
5
Frito(a)
13
Ensopado
6
Empanado(a)/À milanesa
14
Mingau
7
Refogado(a)
15
Sopa
8
Molho vermelho
99
Não se aplica
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Para o registro da variável quantidade consumida, fundamental para as análises
nutricionais, o programa apresentou 106 opções de unidades de medida (Quadro 3).
Nas ocasiões em que os agentes de pesquisa encontraram em algum registro de
alimento dúvidas ou ausência da informação da variável, estes foram orientados a
solicitar aos informantes que apresentassem o utensílio utilizado para consumir o
alimento ou a embalagem do alimento, no caso de produtos industrializados. Com
relação ao tipo de copo utilizado para consumo de alimentos líquidos, quando o
informante não sabia especificá-lo, os agentes de pesquisa foram orientados a registrar
a unidade de medida de copo médio. Quando houve referência ao “copo de geleia”
(que não constava da lista de unidades de medida) registrou-se copo americano.
Quadro 3 - Cadastro de unidades de medida
Código
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
45
46
47
48
49
50
51
52
53
Medidas
Asa
Bago
Banda
Barra
Bife
Bisnaga
Bola
Cacho
Caneca
Caneco
Casquinha
Colher de arroz/servir
Colher de café
Colher de chá
Colher de sobremesa
Colher de sopa
Concha
Copo americano
Copo de cafezinho
Copo de requeijão
Copo grande
Copo médio
Copo tulipa
Costela
Coxa
Cumbuca
Dose
Escumadeira
Espetinho
Espeto
Espiga
Fatia
Filé
Folha
Garfada
Garrafa (200 ml)
Garrafa (237 ml)
Garrafa (248 ml)
Garrafa (250 ml)
Garrafa (275 ml)
Garrafa (284 ml)
Garrafa (290 ml)
Garrafa (300 ml)
Garrafa (320 ml)
Garrafa (330 ml)
Garrafa (350 ml)
Garrafa (355 ml)
Garrafa (400 ml)
Garrafa (450 ml)
Garrafa (500 ml)
Garrafa (510 ml)
Garrafa (550 ml)
Garrafa (591 ml)
Código
54
55
56
57
58
59
60
61
62
63
64
65
66
67
68
69
70
71
72
73
74
75
76
77
78
79
80
81
82
83
84
85
86
87
88
89
90
91
92
93
94
95
96
97
98
99
100
101
102
103
104
105
106
Medidas
Garrafa (600 ml)
Garrafa (650 ml)
Garrafa (900 ml)
Garrafa (910 ml)
Garrafa (980 ml)
Garrafa (1 l)
Garrafa (1,25 l)
Garrafa (1,5 l)
Garrafa (1,75 l)
Garrafa (2 l)
Garrafa (2,25 l)
Garrafa (2,5 l)
Garrafa (não especificada)
Gomo
Grama
Lata (250 ml)
Lata (335 ml)
Lata (340 ml)
Lata (350 ml)
Lata (354 ml)
Lata (473 ml)
Lata (não especificada)
Litro
Maço
Metade
Mililitro
Pacote
Pedaço
Pegador
Peito
Pescoço
Pires
Ponta de faca
Porção
Punhado
Posta
Pote
Prato de sobremesa
Prato fundo
Prato raso
Quilo
Ramo
Rodela
Sachê
Saco
Sobrecoxa
Tablete
Taça
Tigela
Unidade
Unidade pequena
Xícara de café
Xícara de chá
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009.
Consumo alimentar pessoal ________________________________________________________________________________
Procedimentos de crítica e imputação
Procedimentos de crítica
Diversos tipos de erros podem afetar os resultados do levantamento. Alguns são
possíveis de serem controlados, como, por exemplo, o erro amostral, que é controlado
quando da definição do desenho e tamanho da amostra. Outros erros podem surgir
ao longo das diferentes etapas da pesquisa e, dentre estes, destacam-se os erros de
não resposta.
Em função da complexidade da POF, situações de dados incompletos associados
à não resposta do informante e à crítica de valores suspeitos aconteceram. Para a não
resposta dos informantes não houve tratamento de imputação, sendo o ajuste pela
perda da informação tratado através dos ajustes dos fatores de expansão, conforme
explicado na seção de “Expansão da amostra”. Para os erros de resposta associados
à variável quantidade, no que se refere ao valores rejeitados no procedimentos de
crítica, foi adotado um procedimento de imputação.
A variável quantidade consumida foi avaliada quanto à sua consistência quando
cruzada com cada unidade de medida reportada nos registros de consumo dos
informantes. O procedimento consistiu em analisar através de medidas estatísticas
os valores considerados extremos para cada distribuição dos valores de quantidade,
considerando a unidade de medida utilizada e independente do tipo de alimento
reportado. A definição final sobre a condição extrema ou não de um valor de
quantidade reportada foi, entretanto, julgada em conjunto com o tipo de alimento
envolvido. Como já comentado anteriormente, os valores rejeitados nesta análise
foram submetidos ao processo de imputação.
A quantidade de energia/dia consumida também foi avaliada, procurando-se
identificar informantes com valores considerados inconsistentes com os padrões
esperados. Nesta análise foram identificados e excluídos 29 informantes cujos registros
foram analisados e considerados incompletos.
Ademais, para o controle de qualidade dos dados coletados no Bloco de
Consumo Alimentar Pessoal, foram realizadas, ainda na fase da coleta das informações,
análises parciais dos dados coletados com verificação da frequência de resposta,
média de itens consumidos no primeiro e no segundo dia, codificação de itens não
cadastrados e verificação dos itens incluídos de forma inadequada, como por exemplo:
quentinha. Os coordenadores de campo eram informados periodicamente sobre as
inconsistências e necessidade de correção na coleta de dados.
Procedimentos de imputação
Nesta etapa, foram tratados os erros de resposta associados a valores rejeitados
na etapa de crítica, bem como os valores da variável quantidade de alimento
consumido que foram ignorados na fase de coleta dos dados.
O procedimento aqui especificado recebe o nome de Hot Deck e foi empregado
tanto para atribuir valores de quantidades com valor de resposta ignorado quanto
para valores que foram rejeitados na etapa de crítica estatística.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Para o processamento da imputação, foi criada uma matriz de similaridades
formadas por variáveis consideradas correlacionadas com a variável quantidade
consumida. As variáveis incluídas na matriz eram de domínio comum tanto dos
informantes que responderam, e que se constituíam em possíveis doadores do
registro, quanto daqueles que não tinham a informação preenchida, ou tiveram seus
valores informados rejeitados na etapa de crítica, no caso os receptores. O objetivo
principal no emprego da matriz de similaridade era o de buscar, o quanto possível, uma
concordância entre as características informadas pelos doadores e as características
pertencentes aos receptores, no que se refere às variáveis de classificação da matriz.
Quanto mais semelhantes fossem os possíveis doadores em relação aos respectivos
receptores, melhor seria a qualidade das imputações realizadas. Para a variável
quantidade então, foram consideradas na matriz : sexo do informante, faixa etária,
Unidade da Federação, Grande Região e unidade de medida reportada.
Para a seleção de um doador específico, dentre tantos selecionados no processo
de comparação através da matriz, adotou-se o procedimento de seleção aleatória. Este
procedimento teve como objetivo impedir distorções na distribuição dos valores da
variável quantidade consumida, evitando assim a imputação sistemática.
Análise dos resultados
O
s resultados apresentados contemplam o consumo de alimentos e
grupos de alimentos, consumo de nutrientes e ainda algumas análises
que combinam nutrientes e grupos de alimentos ou alimentos considerados
marcadores da qualidade da dieta. Procurou-se, ao longo da discussão dos
resultados, dar ênfase nas análises que combinam alimentos e nutrientes,
uma vez que tem sido esta preferencialmente a forma de avaliar resultados
para efeito de políticas públicas na área de nutrição.
A seguir, as estimativas da média de consumo de alimentos,
energia e nutrientes são analisadas para o total da população, segundo
o sexo, o grupo etário, região geográfica, situação do domicílio (urbano
e rural) e classes de rendimento utilizando os dados do primeiro dia
de registro2.Da mesma forma, são comentadas as estimativas de
prevalência de inadequação de consumo dos alimentos (percentual
de informantes que reportou consumo de específico alimento).
As quantidades consumidas dos alimentos reportadas em medidas
caseiras foram transformadas em gramas ou mililitros para o cômputo
da quantidade consumida de cada alimento por informante, com base
na Tabela de Medidas Referidas para os Alimentos Consumidos no
Brasil da POF 2008-2009. Para a estimativa de energia, macronutrientes
e micronutrientes dos alimentos citados na pesquisa, foram utilizadas
as Tabelas de Composição Nutricional dos Alimentos Consumidos no
Brasil, também resultante da POF 2008-2009. Ambos os documentos
estão sendo divulgados simultaneamente ao presente estudo.
2
Considera-se que no primeiro dia de registro a qualidade da informação é superior aos dias
subsequentes (SUBAR et al., 2003; SAWAYA et al., 1996).
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Um total de 1 121 itens alimentares foi citado pelos informantes do módulo de
consumo alimentar pessoal da POF. Para efeito de apresentação de resultados esses
itens foram classificados em 21 grupos de alimentos descritos de forma detalhada no
Anexo 1. Os grupos de alimentos foram criados em consonância aos agrupamentos
apresentados na publicação Avaliação Nutricional da Disponibilidade Domiciliar de
Alimentos no Brasil também resultante da POF 2008-2009, cabendo destacar que no
presente estudo inclui-se a alimentação domiciliar e aquela realizada fora de casa.
Na formação dos 21 grupos de alimentos, são consideradas as informações
dos itens que isoladamente ou em conjunto com alimentos similares foram referidos
por pelo menos 100 indivíduos no primeiro dia de registro alimentar. Em cada um
dos grupos de alimentos formados, os itens consumidos por menos de 100 pessoas
foram reunidos na categoria “outros”.
Para a estimativa da prevalência do consumo inadequado de micronutrientes,
e de alimentos marcadores da qualidade da dieta, bem como dos percentis 10,
50 e 90 das distribuições populacionais de consumo de nutrientes selecionados
foram utilizados os dados dos dois dias de registro alimentar e essas distribuições
foram corrigidas pela variabilidade intraindividual para estimar o consumo usual
da população. Para tal, aplicou-se procedimento adotado pelo National Cancer
Institute - NCI, dos Estados Unidos (DODD et al., 2006; TOOZE et al., 2006). Esse
método faz uso de modelagem de efeitos mistos que consideram a quantidade de
alimento ou nutriente consumido, bem como a correlação entre a probabilidade
de consumir e a quantidade efetivamente consumida. Essa modelagem pode ser
aplicada a duas situações diferentes: para alimentos que são consumidos de forma
esporádica e para os alimentos e nutrientes consumidos frequentemente. No
primeiro caso, além da variabilidade intraindividual, o modelo considera também
a probabilidade de consumo; esse processo foi aplicado para estimar o consumo
usual dos alimentos marcadores da qualidade da dieta. Para os nutrientes, o modelo
aplicado levou em conta as quantidades relatadas e a variabilidade intraindividual
para estimar o consumo usual (TOOZE et al., 2006).
Parâmetros para estimação da inadequação de
consumo dos nutrientes
As prevalências de inadequação de consumo de micronutrientes foram
calculadas utilizando os valores de requerimento médio estimado - EAR (Estimated
Average Requirement), conforme proposto pelo Institute of Medicine – IOM, para
a população dos Estados Unidos e Canadá (VERLY JUNIOR, 2009; MARCHIONI;
SLATER; FISBERG, 2004; INSTITUTE OF MEDICINE, 1997, 1998, 2000, 2001, 2011).
O EAR representa a estimativa da necessidade média do nutriente segundo o
gênero e o estágio de vida. A prevalência de inadequação de consumo de cada
micronutriente foi estimada pela proporção de indivíduos com consumo abaixo
do valor de EAR.
Destaca-se que o requerimento médio estimado - EAR somente pode ser utilizado
para estimar prevalência de inadequação quando os seguintes pressupostos são atendidos:
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
a distribuição do consumo e da necessidade do nutriente seja independente; e a distribuição
da necessidade do nutriente seja simétrica e a variância da distribuição da necessidade
seja menor que a variância da distribuição do consumo. Assim, para que esse método seja
utilizado, é necessário o conhecimento da distribuição do consumo usual da população de
estudo e o requerimento médio estimado - EAR (INSTITUTE OF MEDICINE, 2000). Há dois
casos em que este método não pode ser empregado: para o consumo de energia, em que
as distribuições dos consumos e das necessidades são correlacionadas, e na avaliação da
inadequação do consumo de ferro em mulheres em idade fértil, uma vez que a distribuição
da necessidade do ferro é assimétrica (INSTITUTE OF MEDICINE, 2000).
Para a estimativa da prevalência de inadequação de ferro foi utilizado o método da
abordagem probabilística manualmente determinada (INSTITUTE OF MEDICINE, 2001).
Esse método prevê o cálculo do número de indivíduos em intervalos de consumo de
ferro. Esses intervalos de consumo, bem como a probabilidade de inadequação específica
para cada intervalo, são determinados segundo sexo e faixas etárias (INSTITUTE OF
MEDICINE, 2001). Assim, o risco de inadequação corresponde ao número de indivíduos
em cada intervalo multiplicado pela probabilidade de inadequação.
Na análise do consumo de folato, uma vez que a Tabela Brasileira de Composição
de Alimentos -TACO, da Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP (TABELA..., 2006),
não apresenta informação nutricional de folato e a fortificação do nutriente no Brasil é
diferente da utilizada nos Estados Unidos a análise incorporou as seguintes rotinas:
1. para os alimentos provenientes da tabela TACO buscou-se na base de
dados Nutrition Data System for Research - NDSR, da Universidade de
Minnesota, (NDS-R, 2003) os valores de folato natural e de folato sintético
para alimentos similares; e
2. a quantidade de folato sintético, que representa o folato de fortificação, foi
corrigida de 140 mcg/100 g de farinhas de trigo e milho para 150 mcg/100 g de
farinhas de trigo e milho como ocorre no Brasil. A quantidade de equivalente
dietético de folato foi estimada pela fórmula: equivalente dietético de folato
(mcg) = folato natural (mcg) + [1,7* folato sintético (mcg)].
Como o consumo de sódio no Brasil é elevado (SARNO et al., 2009), optou-se
pela utilização dos valores de UL (Tolerable Upper Intake Level) para determinação
da proporção de indivíduos acima da ingestão máxima tolerável. Os valores de
UL representam o limite máximo de ingestão diária biologicamente tolerável, que
provavelmente não coloca os indivíduos em risco de efeitos adversos.
Para o consumo de fibra total não há requerimento médio estimado - EAR, sendo
que o valor proposto nos guias alimentares dos Estados Unidos e Canadá (DGAC,
2010) é referente a mediana do consumo de fibra associado ao mais baixo risco de
doença coronariana em estudos prospectivos, 25 g por 2000 kcal, recomendação que
é adotada pelo Ministério da Saúde. Para efeito de comparação, este mesmo limite
foi considerado nos resultados aqui apresentados.
A recomendação quanto ao consumo de gordura é fundamentalmente
relacionada à redução da ingestão de gordura saturada e gordura trans. Segundo o
Guia Alimentar para a População Brasileira (Ministério da Saúde, 2006), o consumo de
gorduras saturadas deve ser inferior a 10 % do consumo calórico total diário, e para
a ingestão de ácidos graxos trans o valor máximo é de 1% do consumo calórico total
diário. Contudo, a Sociedade Brasileira de Cardiologia propõe um consumo de gordura
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
saturada menor ou igual a 7% do consumo calórico total diário, em consonância com
a recomendação do National Heart Lung and Blood Institute dos Estados Unidos
(SPOSITO et al., 2007). Neste estudo foi considerado o limite proposto pela Sociedade
Brasileira de Cardiologia.
A Organização Mundial da Saúde - OMS e o Ministério da Saúde recomendam
que o consumo de açúcares livres, que incluem o açúcar de adição e o presente nos
sucos de frutas naturais, seja menor do que 10% do consumo calórico total diário
(WHO, 2003). Esta recomendação também foi adotada no cálculo das prevalências.
Estimou-se a média ponderada das prevalências de inadequação quando foram
apresentadas estimativas para faixas etárias diferentes das que são utilizadas nas
recomendações para os valores do requerimento médio estimado - EAR.
Para alguns nutrientes ainda não estão estabelecidos os valores de EAR, nesses
casos não se estimou a prevalência de consumo inadequado, sendo apresentados
somente os limites para os percentis 10, 50 e 90.
1 Consumo de alimentos
As maiores médias de consumo diário per capita ocorreram para feijão
(182,9 g/ dia), arroz (160,3 g/ dia), carne bovina (63,2 g/ dia), sucos (145,0 g/ dia),
refrigerantes (94,7 g/ dia) e café (215,1 g/ dia). Valores ao redor de 50 g/dia per capita
foram observados para pão de sal (53,0 g/ dia), sopas e caldos (50,3 g/ dia) (Tabela 1.1).
Os homens referiram menores consumos per capita do que as mulheres para as
verduras, saladas, e para grande parte das frutas e doces. O consumo per capita
para a maior parte dos itens foi maior entre os homens e o consumo de cerveja e
bebidas destiladas dos homens é, aproximadamente, cinco vezes maior do que entre
as mulheres (Tabela 1.1).
O percentual de consumo fora do domicílio em relação ao consumo total foi
maior do que 50% para cerveja (63,6%); salgados fritos e assados (53,2%); e salgadinhos
industrializados (56,5%). Valores acima de 30% ocorreram para salada de frutas (38,8%);
chocolates (36,6%); refrigerantes diet ou light (40,1%); refrigerantes (39,9%); bebidas
destiladas (44,7%); pizzas (42,6%); e sanduíches (41,4%). O consumo fora do domicilio
foi maior para os homens, exceto para pão integral, biscoito doce, produtos diet (pães,
bolos e biscoitos), chocolates, sorvetes e salgadinhos industrializados (Tabela 1.1).
O consumo médio per capita segundo o sexo dos indivíduos que referiram o
consumo dos alimentos ou grupos de alimentos é apresentado no Anexo 2, e representa
uma medida aproximada de porção média referida para os grupos de alimentos.
Dos alimentos consumidos no primeiro dia de registro, foram referidos com as
maiores frequências o arroz (84,0%), feijão (72,8%); e café (79,0%). Com percentuais
próximos a 50% aparecem o pão de sal (63,0%); e a carne bovina (48,7%) (Tabela 1.2). Nas
análises estratificadas por sexo (Tabela 1.2), os homens apresentaram menores frequências
de consumo de todas as verduras, de grande parte dos legumes e das frutas, sendo que a
prevalência de consumo para a maior parte dos itens foi maior entre homens.
A estratificação por situação do domicilio (urbano e rural) (Tabela 1.3) mostrou
que as médias de consumo per capita/dia na zona rural foram muito maiores para
arroz, feijão, batata-doce, mandioca, farinha de mandioca, manga, tangerina, peixes
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
frescos, peixes salgados e carnes salgadas. Enquanto que na zona urbana destacaramse os produtos prontos para consumo ou processados, como: pão de sal, biscoitos
recheados, iogurtes, vitaminas, sanduíches, salgados fritos e assados, pizzas,
refrigerantes, sucos e cerveja.
O percentual de consumo fora do domicilio nas áreas urbana e rural foi similar
para cerveja, salgadinhos industrializados, sorvete e picolés. Na área urbana, cerca de
50% do total consumido ocorreu fora do domicilio para bebidas destiladas (50,0); outras
bebidas não alcoólicas (47,9%); e salgados fritos e assados (53,5%); e próximo de 40%
para o consumo de refrigerante (40,2%); pizzas (42,1%); e sanduíches (41,8%). Na área
rural, cerca de 50% do consumo fora do domicilio foi reportado para salgados fritos e
assados (48,4%); pizzas (52,6%); sorvetes (56,3%); e, em torno de 30%, para bebidas
destiladas (26,4%); refrigerantes - diet, light (31,5%); e regular (36,5%) - (Tabela 1.3).
Comparando as prevalências de consumo entre as cinco Grandes Regiões do País
(Tabela 1.4), as que mais diferiram foram a farinha de mandioca, que foi referida por mais
de 40% na Região Norte e por menos de 5% nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, e o
consumo de açaí e peixe fresco que ocorreram quase que exclusivamente na Região Norte.
O consumo médio per capita também mostra grandes variações entre as Grandes
Regiões, com arroz, feijão, carne bovina e leite integral sendo mais consumidos na
Região Centro-Oeste. O feijão também ocorreu na Região Sudeste e o consumo de
batata-inglesa e iogurtes se destaca nas Regiões Sudeste e Sul. O consumo de chá foi
muito maior na Região Sul do que nas outras regiões. Na Região Norte, as preparações
à base de leite, que incluem os mingaus, foram mais consumidas do que nas outras
regiões, sendo que as Regiões Sul e Centro-Oeste apresentaram valores médios per
capita muito baixos. Destaca-se também na Região Norte o consumo de farinha de
mandioca (46,2 g/dia); peixe fresco e preparações (95,0 g/dia); e de açaí (28,4 g/dia).
Em relação ao percentual de consumo fora do domicílio no total consumido,
entre as cinco Grandes Regiões do País (Tabela 1.5), o consumo de batata frita (72,2 %)
fora do domicílio foi muito maior na Região Nordeste (mais do que 70%), enquanto que
nas outras regiões esse percentual é por volta de 20% a 30%. Para massas, o consumo
fora do domicílio foi aproximadamente quatro vezes maior na Região Centro-Oeste do
que na Região Norte. Para pães, bolos e biscoitos diet/light (48,3 %); outros pescados
(69,5 %); e linguiça (27,0 %) o consumo fora de casa foi maior a Região Sul. Mais de
90% do consumo de cerveja (91,5 %) e de salgadinhos industrializados (96,2 %); na
Região Norte e mais de 70% do vinho (72,6 %) na Região Nordeste ocorreram fora do
domicilio, enquanto que pequena parcela do consumo de bebidas destiladas na Região
Sul foi realizado fora do domicílio, quando se compara com as outras regiões.
Na comparação do consumo segundo os grupos de faixa etária, chama a atenção
as diferenças no percentual de pessoas que reportaram o consumo de biscoitos,
linguiça, salsicha, mortadela, sanduíches e salgados que diminuem com o aumento da
idade. Os valores per capita indicam um menor consumo de feijão, saladas e verduras,
em geral, para adolescentes quando comparados aos adultos e idosos (Tabela 1.6).
Para queijos, observou-se um aumento crescente de consumo com a idade, e que o
inverso, isto é, diminuição do consumo é observado para os iogurtes, embutidos, sorvetes,
sucos/refrescos/sucos em pó reconstituídos, bebidas lácteas, salgados, salgadinhos
industrializados e sanduíches. O consumo de biscoitos recheados foi quatro vezes maior
entre os adolescentes (12,3 g/dia) do que em adultos (3,2 g/dia) e foi mínimo entre os
idosos (0,6 g/dia). O consumo de bebidas também variou com a idade (Gráfico 1.1), além
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
de outras variações importantes na prevalência de consumo de grupos de alimentos por
faixa etária que estão apresentadas no Gráfico 1.2. Para sanduíches, os adolescentes e os
adultos apresentaram médias de consumo duas vezes maiores do que os idosos.
Gráfico 1.1 - Consumo per capita de bebidas selecionadas na alimentação de
adolescentes, adultos e idosos - Brasil - período 2008-2009
g/dia
200,0
150,0
100,0
50,0
0,0
Refrigerantes
Sucos e refrescos
Adolescentes
Iogurte
Adultos
Leite integral
Bebida láctea
Idosos
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009.
Gráfico 1.2 - Consumo de itens selecionados na alimentação de adolescentes,
adultos e idosos - Brasil - período 2008-2009
g/dia
25,0
20,0
15,0
10,0
5,0
0,0
Biscoito recheado
Queijos
Adolescentes
Salada crua
Adultos
Sanduíches
Idosos
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
As comparações por quartos de renda mostraram que para arroz e feijão houve
aumento na frequência e no consumo per capita do primeiro para o segundo quartos
de renda, com posterior redução nos dois últimos quartos de renda.
Há uma associação positiva entre frequências de consumo e valores per capita
de consumo com as classes de renda para as verduras, associação essa que é bem
clara para a salada crua e também com as frutas, enquanto que farinha de mandioca
apresenta associação negativa (Tabela 1.7 e Gráfico 1.3).
Gráfico 1.3 - Consumo per capita de arroz, feijão, salada crua,
farinha de mandioca e banana e laranja, por quartos
de renda - Brasil - período 2008-2009
g/dia
250,0
200,0
150,0
100,0
50,0
0,0
Arroz
Feijão
1° quarto
Salada crua
2° quarto
3° quarto
Farinha de
mandioca
Banana e
laranja
4° quarto
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009.
Além do arroz e feijão, as classes de renda mais baixas consomem em maior
quantidade vários itens considerados como parte de uma dieta saudável. Por exemplo,
o consumo médio de batata-doce per capita foi mais do que o dobro na menor classe
de renda quando comparada à maior. O inverso é observado para a batata frita. O
consumo de farinha de mandioca é mais de 10 vezes maior na menor classe de renda
quando comparada à maior, o mesmo ocorrendo em relação ao milho cujo consumo
é mais de três vezes maior quando se comparam as classes de menor e maior rendas.
O consumo de peixe fresco, peixe salgado e carne salgada é ligeiramente maior na
menor faixa de renda. Por outro lado, alguns marcadores negativos da qualidade da
dieta, como consumo de doces, refrigerantes, pizzas e salgados fritos e assados, são
menores na menor categoria de renda (Gráfico 1.4).
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Gráfico 1.4 - Consumo per capita de refrigerantes, pizzas e salgados fritos e
assados, por quartos de renda - Brasil - período 2008-2009
g/dia
160,0
140,0
120,0
100,0
80,0
60,0
40,0
20,0
0,0
Refrigerantes
1° quarto
Pizzas
2° quarto
Salgados fritos e assados
3° quarto
4° quarto
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009.
O consumo de frutas e verduras aumenta muito com a renda, assim como o
de leite desnatado e os derivados de leite (Tabela 1.7 e Gráfico 1.3). O consumo de
leite desnatado e lacticínios com menor teor de gordura, embora recomendados
como opções adequadas de alimentação saudável, visando a redução das gorduras
saturadas, representa menos de 10% do consumo desse grupo de alimentos, e seu
consumo é diretamente associado ao aumento da renda. O consumo de refrigerantes
aumenta com a renda e o consumo de refrigerantes diet é quase que inexistente na
menor categoria de renda.
O consumo fora do domicílio variou segundo a renda (Tabela 1.8). Há uma
tendência de aumento de consumo fora do domicílio com o aumento da renda para
muitos itens. Por exemplo o arroz, saladas, peixe fresco, com clara exceção para
batata-doce, biscoito recheado, carne bovina e presunto. Há itens cujo consumo
fora do domicilio não é praticamente associado à renda como sucos, refrigerantes,
sanduíches, salgados fritos e assados.
A distribuição dos percentis calculadas levando em conta a variabilidade
intraindividual do consumo utilizando as informações dos dois dias, para grupos
de alimentos selecionados, segundo o sexo dos indivíduos (Tabela 1.9), indicou os
maiores valores para o sexo masculino, com exceção para verduras e legumes, frutas e
doces. A recomendação da Organização Mundial de Saúde - OMS e do Guia Alimentar
Brasileiro para o consumo de frutas, legumes e verduras que é de 400 g por dia não é
atingida nem no percentil 90 da população, enquanto que as medianas de consumo
de sucos somada ao de refrigerantes é maior do que 120 g diárias.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 1.1 - Consumo alimentar médio per capita e percentual de consumo fora do domicílio em
relação ao total consumido, por sexo, segundo os alimentos - Brasil - período 2008-2009
(continua)
Consumo alimentar médio per capita (g/dia)
Alimentos
Total
Arroz
Arroz integral
Preparações à base de arroz
Milho e preparações
Feijão
Feijão verde/corda
Preparações à base de feijão
Outras leguminosas
Alface
Couve
Repolho
Salada crua
Outras verduras
Abóbora
Cenoura
Chuchu
Pepino
Tomate
Outros legumes
Batata-doce
Batata-inglesa
Batata-inglesa frita
Mandioca
Outros tubérculos
Abacaxi
Açaí
Banana
Laranja
Maçã
Mamão
Manga
Melancia
Tangerina
Uva
Salada de frutas
Outras frutas
Oleaginosas
Farinha de mandioca
Farofa
Cereais matinais
Massas
Macarrão instantâneo
Macarrão e preparações à base de macarrão
Pão de sal
Pão integral
Bolos
Biscoito doce
Biscoito salgado
Biscoito recheado
Pães, bolos e biscoitos diet /light
Carne bovina
Preparações à base de carne bovina
Carne suína
Aves
Preparações à base de aves
Peixes frescos e preparações
Peixes em conserva
Peixes salgados
Outros pescados
Masculino
160,3
8,1
2,4
20,4
182,9
6,3
8,4
1,3
3,6
3,8
1,0
14,8
1,4
2,3
0,9
0,8
0,6
6,5
4,6
2,5
14,7
0,5
6,1
1,2
1,4
3,0
18,6
20,6
11,6
6,4
4,7
4,2
4,5
1,2
2,2
7,7
0,4
7,1
1,9
0,8
4,9
5,3
36,3
53,0
0,9
13,9
4,0
6,8
4,6
0,3
63,2
3,0
8,5
36,5
0,9
23,4
0,4
2,9
0,7
189,9
9,3
2,5
23,1
223,1
7,7
10,6
1,3
3,3
3,6
0,9
13,7
1,3
2,4
0,8
0,7
0,7
7,3
4,8
2,6
15,4
0,5
6,9
1,3
1,1
3,5
18,3
20,4
9,5
4,7
4,9
3,6
4,2
1,3
2,0
6,7
0,4
9,1
2,2
0,7
5,5
4,9
40,3
58,1
0,6
13,7
4,1
6,7
4,9
0,2
73,5
3,3
10,2
40,1
0,9
26,3
0,6
3,4
0,7
Feminino
132,7
7,0
2,4
17,8
145,4
5,0
6,5
1,2
3,9
4,1
1,0
15,8
1,6
2,2
1,1
0,8
0,5
5,8
4,4
2,3
14,0
0,6
5,4
1,1
1,6
2,4
18,8
20,7
13,5
7,9
4,5
4,8
4,8
1,1
2,4
8,6
0,4
5,3
1,6
0,9
4,4
5,8
32,6
48,3
1,2
14,1
3,8
6,9
4,4
0,5
53,6
2,6
7,0
33,2
0,9
20,8
0,3
2,4
0,6
Percentual de consumo fora do domicílio
em relação ao total consumido (%)
Total
Masculino
12,5
14,6
21,5
7,6
12,2
6,9
15,2
12,4
20,7
18,3
17,3
18,8
16,4
8,1
19,8
8,5
13,9
15,5
13,2
7,8
19,1
31,9
14,2
5,3
13,6
17,6
11,6
16,3
19,9
8,8
17,6
14,6
15,8
12,3
38,8
16,2
22,0
8,0
28,0
20,4
16,3
3,8
15,5
9,1
6,2
14,1
23,1
16,5
28,3
25,9
16,6
23,7
17,1
17,0
26,5
10,8
9,4
10,6
24,2
13,9
16,1
22,3
8,6
13,6
7,2
16,7
17,2
30,9
20,8
26,0
21,8
21,2
11,8
30,3
11,9
18,2
19,1
12,1
7,3
22,0
34,0
15,9
9,3
21,1
19,4
12,4
17,9
21,9
12,8
23,4
19,9
21,5
14,0
44,3
21,7
23,5
9,7
33,2
22,9
16,5
2,8
17,7
9,8
5,2
14,6
21,5
20,6
29,6
4,2
18,6
28,7
19,6
18,6
23,5
11,5
9,4
10,5
26,6
Feminino
10,6
12,9
20,7
6,4
10,1
6,6
13,0
7,3
12,6
16,4
9,8
16,4
12,8
4,3
12,8
5,6
8,7
11,4
14,3
8,4
16,1
30,4
12,1
0,8
8,7
15,1
11,0
14,8
18,7
6,6
11,7
10,9
11,3
10,5
34,5
12,2
20,6
5,3
21,4
18,7
16,0
4,6
13,0
8,4
6,8
13,6
24,7
12,8
26,9
33,0
14,0
17,8
13,5
15,1
29,5
10,1
9,5
10,7
21,3
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 1.1 - Consumo alimentar médio per capita e percentual de consumo fora do domicílio em
relação ao total consumido, por sexo, segundo os alimentos - Brasil - período 2008-2009
(conclusão)
Percentual de consumo fora do domicílio
em relação ao total consumido (%)
Consumo alimentar médio per capita (g/dia)
Alimentos
Total
Masculino
Feminino
Total
Masculino
Feminino
Carnes salgadas
2,9
3,4
2,5
6,2
6,6
5,7
Outros tipos de carne
0,8
1,0
0,6
9,5
10,3
8,4
Linguiça
3,3
4,2
2,4
16,4
18,0
13,9
Salsicha
2,1
2,5
1,8
5,5
4,8
6,4
Mortadela
1,4
1,7
1,1
10,3
11,1
9,1
Presunto
1,1
1,3
0,9
15,4
17,1
12,9
Outras carnes processadas
0,7
0,9
0,6
6,6
8,2
4,3
Vísceras
2,9
3,1
2,6
13,4
17,2
9,3
Ovos
11,7
13,9
9,6
6,7
8,2
4,6
Leite integral
34,7
33,8
35,6
5,8
6,5
5,2
Leite desnatado
4,7
3,3
6,0
3,8
3,0
4,2
Leite em pó integral
0,3
0,3
0,3
3,1
4,2
2,3
Preparações à base de leite
6,1
5,5
6,7
11,6
11,9
11,3
10,0
11,4
8,6
10,7
9,3
12,3
Queijos
6,8
6,8
6,9
9,5
9,6
9,5
Iogurtes
9,8
8,5
11,0
12,0
14,2
10,4
Outros laticínios
1,0
0,7
1,2
6,9
3,0
9,1
Laticínios diet /light
1,1
0,4
1,7
1,8
0,0
2,2
Chocolates
3,5
2,7
4,2
36,6
29,6
40,8
Achocolatados
0,8
0,8
0,8
4,0
3,7
4,2
Doces à base de leite
5,5
5,1
5,8
34,4
32,0
36,4
Vitaminas
Doces à base de fruta
2,3
2,1
2,4
14,8
10,0
18,8
Sorvete/picolé
4,6
5,0
4,2
47,8
42,8
53,4
Mel/rapadura/açúcar de mesa e outros adoçantes
0,9
0,9
0,8
12,9
15,1
10,2
Outras doces
7,7
7,3
8,1
21,9
20,2
23,3
Doces diet /light
0,4
0,2
0,5
23,4
32,2
19,6
Óleos e gorduras
6,6
7,0
6,2
7,8
8,5
7,1
Óleos e gorduras diet /light
0,2
0,1
0,2
14,5
4,5
20,7
Bebidas destiladas
Cerveja
Vinho
1,4
2,5
0,4
44,7
49,9
13,1
31,1
55,7
8,1
63,6
63,8
62,5
1,6
2,1
1,2
21,2
11,0
38,6
145,0
151,8
138,7
18,5
20,2
16,9
94,7
112,2
78,4
39,9
43,2
35,6
5,5
5,2
5,8
40,1
43,6
37,2
19,9
20,9
19,0
8,7
7,8
9,7
1,6
1,4
1,7
5,5
5,0
5,9
Café
215,1
222,3
208,4
10,1
11,8
8,5
Chá
31,3
26,8
35,5
8,9
8,3
9,4
Sucos/refrescos/sucos em pó reconstituídos
Refrigerantes
Refrigerantes diet /light
Bebidas lácteas com sabor e adoçadas
Bebidas à base de soja
Outras bebidas não alcoólicas
2,7
3,2
2,2
46,9
47,4
46,3
Pizzas
4,8
5,1
4,6
42,6
44,1
41,0
10,1
10,5
9,8
53,2
57,0
49,3
0,7
0,5
0,8
56,5
50,9
60,1
Sanduíches
11,8
13,6
10,1
41,4
45,7
36,0
Sopas e caldos
Salgados fritos e assados
Salgadinhos industrializados
50,3
45,8
54,6
11,5
14,6
9,1
Molhos e condimentos
0,5
0,7
0,3
15,7
18,2
9,3
Preparações mistas
4,8
5,5
4,1
31,6
38,1
23,3
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 1.2 - Prevalência de consumo alimentar, por sexo, segundo
os alimentos - Brasil - período 2008-2009
(continua)
Prevalência de consumo alimentar (%), por sexo
Alimentos
Total
Arroz
Arroz integral
Preparações à base de arroz
Milho e preparações
Feijão
Feijão verde/corda
Preparações à base de feijão
Outras leguminosas
Alface
Couve
Repolho
Salada crua
Outras verduras
Abóbora
Cenoura
Chuchu
Pepino
Tomate
Outros legumes
Batata-doce
Batata-inglesa
Batata-inglesa frita
Mandioca
Outros tubérculos
Abacaxi
Açaí
Banana
Laranja
Maçã
Mamão
Manga
Melancia
Tangerina
Uva
Salada de frutas
Outras frutas
Oleaginosas
Farinha de mandioca
Farofa
Cereais matinais
Massas
Macarrão instantâneo
Macarrão e preparações à base de macarrão
Pão de sal
Pão integral
Bolos
Biscoito doce
Biscoito salgado
Biscoito recheado
Pães, bolos e biscoitos diet /light
Carne bovina
Preparações à base de carne bovina
Carne suína
Aves
Preparações à base de aves
Peixes frescos e preparações
Peixes em conserva
Peixes salgados
Outros pescados
Masculino
84,0
3,7
1,4
13,0
72,8
2,8
3,0
1,0
9,5
6,6
1,7
16,0
2,5
2,1
1,8
1,2
1,2
9,7
5,7
1,2
11,0
0,8
3,0
1,1
0,9
0,9
16,0
7,1
6,9
3,2
2,2
1,7
1,8
0,8
1,2
5,1
0,9
9,4
3,9
2,2
1,9
1,7
18,8
63,0
1,9
13,4
9,0
15,9
4,1
0,7
48,7
2,1
4,1
27,0
0,6
6,4
0,6
0,9
0,4
Feminino
85,6
3,6
1,3
13,0
77,0
3,0
3,3
0,9
9,0
6,1
1,6
14,9
2,1
2,0
1,6
1,0
1,3
10,0
5,7
1,1
11,2
0,8
3,2
1,1
0,8
1,1
14,3
6,2
5,5
2,3
1,9
1,4
1,5
0,7
1,2
4,0
0,8
10,8
4,4
1,8
1,8
1,5
19,7
62,4
1,3
11,8
7,8
13,4
3,8
0,3
51,6
2,1
4,4
27,4
0,5
6,4
0,7
1,0
0,4
82,5
3,8
1,4
12,9
68,8
2,6
2,7
1,2
9,9
7,1
1,8
17,0
2,9
2,1
2,0
1,3
1,1
9,4
5,7
1,3
10,8
0,8
2,9
1,1
1,1
0,8
17,5
7,9
8,2
4,0
2,4
1,9
2,1
0,8
1,3
6,1
1,0
8,1
3,5
2,6
2,1
1,9
17,9
63,6
2,4
14,9
10,1
18,2
4,4
1,1
46,0
2,1
3,8
26,7
0,6
6,3
0,5
0,9
0,4
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 1.2 - Prevalência de consumo alimentar, por sexo, segundo
os alimentos - Brasil - período 2008-2009
(conclusão)
Prevalência de consumo alimentar (%), por sexo
Alimentos
Total
Masculino
Feminino
Carnes salgadas
2,0
2,2
1,9
Outros tipos de carne
0,5
0,6
0,4
Linguiça
5,3
6,1
4,6
Salsicha
3,1
3,5
2,8
Mortadela
4,3
4,7
3,9
3,5
Presunto
3,7
4,0
Outras carnes processadas
1,6
1,8
1,4
Vísceras
2,2
2,2
2,2
Ovos
16,3
17,9
14,7
Leite integral
12,4
11,8
13,0
Leite desnatado
1,8
1,2
2,3
Leite em pó integral
1,1
0,9
1,3
Preparações à base de leite
2,5
2,0
2,9
Vitaminas
3,1
3,2
3,0
Queijos
13,5
12,3
14,6
Iogurtes
4,1
3,6
4,5
Outros laticínios
1,2
1,0
1,5
Laticínios diet /light
0,7
0,4
1,1
Chocolates
3,9
3,3
4,4
Achocolatados
2,7
2,8
2,7
Doces à base de leite
3,7
3,0
4,3
Doces à base de fruta
3,0
2,9
3,2
Sorvete/picolé
3,5
3,4
3,5
Mel/rapadura/açúcar de mesa e outros adoçantes
2,1
2,1
2,1
11,7
10,1
13,2
Outras doces
Doces diet /light
Óleos e gorduras
0,5
0,3
0,7
37,8
36,6
38,9
Óleos e gorduras diet /light
1,0
0,8
1,3
Bebidas destiladas
0,6
1,1
0,1
Cerveja
3,0
5,0
1,1
Vinho
0,7
0,9
0,5
Sucos/refrescos/sucos em pó reconstituídos
39,8
38,8
40,7
Refrigerantes
23,0
24,8
21,2
Refrigerantes diet /light
1,6
1,3
1,8
Bebidas lácteas com sabor e adoçadas
7,1
7,0
7,2
Bebidas à base de soja
0,6
0,5
0,7
Café
79,0
78,7
79,3
Chá
6,0
4,3
7,6
Outras bebidas não alcoólicas
0,8
1,0
0,7
Pizzas
2,1
1,9
2,2
12,1
Salgados fritos e assados
12,5
12,8
Salgadinhos industrializados
0,8
0,6
0,9
Sanduíches
8,3
8,9
7,7
Sopas e caldos
11,3
9,8
12,7
Molhos e condimentos
0,8
0,9
0,7
Preparações mistas
2,9
3,1
2,7
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 1.3 - Prevalência de consumo alimentar, consumo alimentar médio per capita e percentual
de consumo fora do domicílio em relação ao total consumido, por situação
do domicílio, segundo os alimentos - período 2008-2009
(continua)
Alimentos
Prevalência de consumo
alimentar (%)
Urbano
Arroz
Percentual de consumo fora
do domicílio em relação ao
total consumido (%)
Consumo alimentar médio
per capita (g/dia)
Rural
Urbano
Rural
Urbano
Rural
84,1
83,5
156,2
181,2
13,8
Arroz integral
3,7
3,6
8,1
8,4
15,6
9,9
Preparações à base de arroz
1,4
1,2
2,4
2,4
23,2
13,0
Milho e preparações
10,9
23,4
15,8
43,6
9,0
5,1
Feijão
73,0
71,8
177,9
208,1
13,5
6,7
Feijão verde/corda
2,1
6,3
3,9
18,4
8,5
5,3
Preparações à base de feijão
2,7
4,2
7,7
12,1
17,5
7,9
Outras leguminosas
1,0
1,2
1,0
2,5
17,0
2,7
Alface
9,9
7,1
3,7
3,1
22,8
7,9
Couve
7,1
4,4
4,1
2,4
19,6
7,1
Repolho
1,6
2,1
0,9
1,1
18,9
10,3
Salada crua
7,0
17,1
10,2
15,8
9,8
20,0
9,2
Outras verduras
2,7
1,5
1,5
1,1
17,3
9,8
Abóbora
1,7
3,8
1,8
4,9
7,9
8,4
Cenoura
2,0
1,0
1,0
0,5
21,2
6,5
Chuchu
1,2
0,9
0,8
0,7
9,1
4,4
Pepino
1,3
0,8
0,7
0,3
15,2
0,3
Tomate
10,0
8,2
6,6
6,1
16,9
7,8
Outros legumes
6,1
3,6
4,9
3,2
14,0
7,0
Batata-doce
1,1
1,8
2,1
4,3
9,2
4,4
11,9
6,6
15,9
8,6
20,0
10,6
Batata-inglesa frita
1,0
0,2
0,6
0,2
33,0
11,5
Mandioca
2,5
5,8
5,0
11,6
16,5
9,0
Outros tubérculos
1,1
1,0
1,2
1,1
5,8
2,7
Abacaxi
1,0
0,7
1,4
1,2
14,5
8,2
Açaí
0,7
2,2
2,2
6,8
25,6
4,4
Banana
16,4
13,7
18,5
19,0
12,3
8,2
Laranja
7,0
7,7
19,2
27,7
17,4
12,3
Maçã
7,7
3,1
12,8
5,3
20,6
11,6
Mamão
3,4
2,0
6,8
4,3
8,9
7,9
Manga
1,8
4,2
3,5
10,7
13,5
24,4
Melancia
1,7
1,6
4,0
5,2
16,5
7,4
Tangerina
1,8
1,8
4,1
6,4
18,1
8,3
Uva
0,8
0,4
1,2
1,0
13,8
2,9
Salada de frutas
1,4
0,4
2,5
1,0
39,7
27,7
Outras frutas
5,0
5,4
7,2
10,3
13,8
24,5
Oleaginosas
1,0
0,6
0,4
0,4
18,4
39,9
Farinha de mandioca
7,3
20,2
4,7
19,1
8,9
6,8
Farofa
4,1
3,1
1,9
2,2
30,1
19,1
Cereais matinais
2,6
0,5
0,9
0,2
20,8
10,8
Massas
2,1
1,3
5,2
3,4
18,0
2,5
Macarrão instantâneo
1,9
0,7
5,9
2,2
3,6
7,0
Macarrão e preparações à base de macarrão
18,7
19,2
36,9
33,5
16,5
10,0
Pão de sal
67,0
42,7
56,9
33,4
9,2
8,3
2,1
0,9
1,0
0,4
6,0
9,6
13,1
14,8
13,1
18,1
15,5
8,7
8,8
10,0
4,0
3,7
23,6
20,4
Batata-inglesa
Pão integral
Bolos
Biscoito doce
Biscoito salgado
15,1
20,2
6,6
7,8
17,9
10,3
Biscoito recheado
4,5
2,3
5,0
2,5
27,5
36,6
Pães, bolos e biscoitos diet /light
0,8
0,2
0,3
0,2
28,1
6,0
49,7
43,7
64,2
58,6
17,9
9,0
Preparações à base de carne bovina
2,3
1,1
3,3
1,3
24,5
13,9
Carne suína
3,7
6,3
7,2
15,2
20,3
9,2
Carne bovina
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 1.3 - Prevalência de consumo alimentar, consumo alimentar médio per capita e percentual
de consumo fora do domicílio em relação ao total consumido, por situação
do domicílio, segundo os alimentos - período 2008-2009
(conclusão)
Alimentos
Prevalência de consumo
alimentar (%)
Urbano
Aves
Percentual de consumo fora
do domicílio em relação ao
total consumido (%)
Consumo alimentar médio
per capita (g/dia)
Rural
Urbano
Rural
Urbano
Rural
27,8
23,2
37,4
32,1
18,3
9,3
Preparações à base de aves
0,5
0,8
0,8
1,5
28,8
20,6
Peixes frescos e preparações
5,2
12,4
17,5
53,5
13,3
6,8
Peixes em conserva
0,6
0,6
0,4
0,4
10,1
6,0
Peixes salgados
0,9
1,4
2,4
5,0
11,4
8,5
Outros pescados
0,4
0,4
0,7
0,4
25,6
9,9
Carnes salgadas
1,7
3,6
2,2
6,9
6,6
5,5
Outros tipos de carne
0,3
1,7
0,4
2,8
12,2
7,6
Linguiça
Salsicha
5,6
3,7
3,6
1,9
17,1
9,8
3,3
2,0
2,2
1,6
4,3
14,1
Mortadela
4,3
4,1
1,4
1,3
10,8
7,4
Presunto
4,3
1,1
1,2
0,3
15,3
17,3
Outras carnes processadas
1,6
1,7
0,7
0,8
5,9
9,7
Vísceras
2,3
1,8
2,8
3,3
15,7
3,8
Ovos
15,4
20,7
10,8
16,0
7,5
3,8
Leite integral
12,2
13,6
33,9
39,2
5,6
6,7
2,0
0,6
5,3
1,5
4,0
0,0
Leite desnatado
Leite em pó integral
1,1
1,2
0,3
0,4
2,3
6,0
Preparações à base de leite
2,4
3,0
5,8
7,8
11,1
13,4
Vitaminas
3,3
1,9
10,8
5,5
10,5
11,7
Queijos
14,7
7,5
7,4
4,2
9,8
7,5
Iogurtes
4,5
1,9
10,8
4,6
12,8
2,9
Outros laticínios
1,2
1,3
1,0
0,8
7,2
4,4
Laticínios diet /light
0,9
0,1
1,3
0,1
1,9
0,0
Chocolates
4,3
1,8
3,9
1,3
37,0
30,3
Achocolatados
3,0
1,1
0,9
0,4
3,6
8,5
Doces à base de leite
3,8
3,3
5,4
6,0
34,8
32,6
Doces à base de fruta
2,9
3,6
2,2
2,6
16,8
6,2
Sorvete/picolé
3,8
2,1
4,9
2,7
46,9
56,3
1,8
3,6
0,7
1,8
15,1
8,7
11,6
12,4
7,6
8,3
24,1
11,6
29,9
Mel/rapadura/açúcar de mesa e outros adoçantes
Outras doces
0,5
0,4
0,3
0,4
21,9
40,4
24,4
7,0
4,5
8,0
7,0
Óleos e gorduras diet /light
1,2
0,3
0,2
0,1
15,0
7,2
Doces diet/light
Óleos e gorduras
Bebidas destiladas
0,6
0,8
1,3
1,9
50,0
26,4
Cerveja
3,3
1,5
33,8
17,5
63,2
67,4
Vinho
0,7
0,8
1,6
1,8
23,2
12,5
Sucos/refrescos/sucos em pó reconstituídos
41,1
33,1
151,0
115,1
19,3
13,3
Refrigerantes
25,2
11,4
105,0
42,7
40,2
36,5
Refrigerantes diet /light
1,8
0,4
6,3
1,4
40,5
31,5
Bebidas lácteas com sabor e adoçadas
7,9
3,2
22,2
8,4
8,7
9,7
Bebidas à base de soja
0,7
0,1
1,8
0,4
5,3
11,2
Café
77,7
85,6
208,9
246,6
11,1
6,0
Chá
6,0
6,0
29,8
38,6
10,6
2,4
Outras bebidas não alcoólicas
0,9
0,5
3,0
1,4
47,9
37,0
Pizzas
2,4
0,6
5,5
1,4
42,1
52,6
13,7
6,3
11,3
4,3
53,5
48,4
Salgadinhos industrializados
0,8
0,7
0,7
0,6
53,8
71,0
Sanduíches
9,5
2,2
13,5
3,2
41,8
32,6
11,4
11,0
51,2
46,0
11,0
14,3
Molhos e condimentos
0,8
0,6
0,4
0,7
19,9
1,7
Preparações mistas
3,2
1,4
5,1
2,9
34,1
8,8
Salgados fritos e assados
Sopas e caldos
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
4ABELA0REVALäNCIADECONSUMOALIMENTARECONSUMOALIMENTARM£DIO PERCAPITA
POR'RANDES2EGIµESSEGUNDOOSALIMENTOS"RASILPER¤ODO
(continua)
Prevalência de consumo alimentar (%)
Alimentos
Norte
Arroz
Arroz integral
Preparações à base de arroz
Milho e preparações
Feijão
Feijão verde/corda
Preparações à base de feijão
Outras leguminosas
Alface
Couve
Repolho
Salada crua
Outras verduras
Abóbora
Cenoura
Chuchu
Pepino
Tomate
Outros legumes
Batata-doce
Batata-inglesa
Batata-inglesa frita
Mandioca
Outros tubérculos
Abacaxi
Açaí
Banana
Laranja
Maçã
Mamão
Manga
Melancia
Tangerina
Uva
Salada de frutas
Outras frutas
Oleaginosas
Farinha de mandioca
Farofa
Cereais matinais
Massas
Macarrão instantâneo
Macarrão e preparações à base de macarrão
Pão de sal
Pão integral
Bolos
Biscoito doce
Biscoito salgado
Biscoito recheado
Pães, bolos e biscoitos diet /light
Carne bovina
Preparações à base de carne bovina
Carne suína
Aves
Preparações à base de aves
Peixes frescos e preparações
Peixes em conserva
Peixes salgados
Outros pescados
76,9
8,1
1,2
6,3
57,7
0,9
3,5
0,3
2,7
2,5
0,5
10,2
1,1
1,2
0,7
0,2
0,6
3,6
1,6
0,2
3,9
0,2
3,0
0,3
0,9
9,0
14,3
5,2
4,7
1,8
3,1
1,9
1,2
0,5
0,9
5,6
1,0
45,3
8,2
0,6
2,0
1,4
16,7
53,4
2,1
11,9
6,8
16,6
3,8
0,4
47,4
1,4
2,3
26,8
0,7
21,6
0,9
1,9
1,5
Nordeste Sudeste
80,3
4,6
0,7
28,9
67,1
9,8
6,6
1,2
2,4
4,1
0,3
10,6
0,6
2,1
0,6
0,3
0,5
4,7
1,8
2,3
3,4
0,2
3,4
2,5
1,1
0,4
14,6
5,9
3,7
2,6
4,0
2,3
0,5
0,7
0,9
4,9
1,0
18,2
4,3
1,2
1,1
1,2
22,7
55,0
1,3
11,1
9,0
20,0
3,9
0,4
44,4
0,9
2,0
29,7
0,2
9,8
0,9
1,1
0,5
88,5
2,5
1,2
6,7
80,4
0,1
1,6
0,8
11,8
8,7
1,8
17,8
3,5
2,3
2,3
1,8
1,2
12,2
8,5
0,5
17,2
1,2
2,0
0,9
0,9
0,4
16,9
7,8
7,6
3,4
1,4
1,2
2,1
0,8
1,1
5,1
0,7
1,8
3,8
3,0
2,2
2,1
14,8
66,9
1,5
13,5
9,1
15,8
4,4
0,9
49,2
2,7
5,0
25,4
0,3
3,5
0,6
1,0
0,2
Sul
78,5
2,6
3,3
7,7
63,8
0,7
1,6
18,4
6,6
4,5
18,2
3,5
1,1
3,0
1,7
2,5
11,8
6,1
1,8
13,1
1,2
4,3
0,0
0,7
17,5
9,1
11,9
4,5
0,7
1,6
4,0
1,2
2,1
5,9
1,4
0,7
1,4
2,7
3,3
1,4
25,6
73,6
4,3
16,0
10,1
10,0
4,8
0,9
50,2
2,7
6,1
26,5
1,5
2,3
0,1
0,3
0,5
Consumo alimentar médio per capita (g/dia)
CentroOeste
89,8
5,2
1,5
6,9
83,0
0,1
1,2
0,9
11,6
8,4
1,9
27,4
3,0
3,4
1,9
1,1
1,1
16,1
7,3
1,0
6,4
1,0
5,4
0,3
1,0
0,1
13,9
5,7
7,7
3,0
2,1
1,7
1,3
0,8
1,8
3,9
0,5
1,3
4,1
2,1
1,0
2,2
15,8
58,8
1,6
17,7
8,9
12,1
2,3
0,2
60,4
2,9
4,8
27,6
1,3
2,3
0,3
0,2
0,0
Norte
156,6
19,4
2,2
8,1
142,2
2,1
11,4
0,4
1,1
1,3
0,3
9,6
0,8
1,9
0,2
0,1
0,1
2,6
1,4
0,2
5,3
0,2
7,7
0,5
1,7
28,4
19,9
19,5
7,8
4,3
8,5
5,7
3,5
0,5
1,8
9,7
1,1
46,2
4,4
0,3
7,4
4,1
29,9
44,7
1,0
11,2
3,9
7,4
4,6
0,1
68,2
2,6
6,8
44,4
0,9
95,0
0,6
6,8
2,1
Nordeste Sudeste
142,6
9,8
1,4
50,9
152,0
22,0
17,9
2,0
0,6
2,2
0,1
8,8
0,4
2,3
0,2
0,2
0,1
3,3
1,1
5,9
4,0
0,1
7,0
2,5
1,9
1,1
18,7
16,6
6,5
5,0
9,0
5,4
1,1
0,9
1,5
8,3
0,4
11,5
2,3
0,4
2,7
4,0
33,4
56,1
0,6
10,5
4,6
8,8
5,9
0,2
57,1
1,1
4,7
41,7
0,5
35,1
0,6
3,8
0,6
175,6
6,1
1,8
7,4
218,1
0,2
4,6
0,7
3,8
5,1
1,1
16,8
1,9
2,5
1,3
1,2
0,3
7,9
7,0
0,9
23,2
0,7
3,8
1,0
1,1
1,1
18,5
22,1
12,5
6,9
2,5
3,3
4,2
1,1
1,9
6,7
0,2
0,8
1,5
1,1
4,9
6,6
33,8
52,1
0,7
14,6
3,9
6,8
4,2
0,4
63,2
3,9
9,7
32,7
0,3
11,4
0,4
2,6
0,5
Sul
133,8
3,7
6,0
12,8
147,4
2,8
2,6
9,2
3,7
2,7
17,0
2,5
1,0
1,3
1,2
2,8
8,5
4,1
2,5
18,6
0,9
7,9
0,0
1,0
19,2
25,7
19,4
8,8
1,1
3,8
13,0
2,4
3,9
9,4
0,6
0,2
0,6
1,0
8,5
4,3
56,5
59,2
2,3
17,3
3,1
3,9
4,9
0,5
60,1
3,4
12,1
32,8
2,9
6,8
0,1
0,9
0,8
CentroOeste
194,5
10,9
2,8
9,2
206,2
0,2
3,7
0,3
4,6
5,9
0,8
26,6
1,6
3,9
1,2
0,6
0,4
11,0
8,2
1,2
6,8
0,4
11,5
0,3
1,2
0,1
15,9
17,3
13,3
6,1
4,6
4,2
3,7
1,0
3,6
5,6
0,2
0,5
2,5
0,7
3,6
6,3
28,6
43,1
0,8
18,6
3,6
4,4
1,9
0,1
88,1
4,0
11,1
39,1
1,9
8,5
0,2
0,6
0,0
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
4ABELA0REVALäNCIADECONSUMOALIMENTARECONSUMOALIMENTARM£DIO PERCAPITA
POR'RANDES2EGIµESSEGUNDOOSALIMENTOS"RASILPER¤ODO
(conclusão)
Prevalência de consumo alimentar (%)
Alimentos
Norte
Nordeste Sudeste
Consumo alimentar médio per capita (g/dia)
CentroOeste
Sul
Norte
Nordeste Sudeste
CentroOeste
Sul
Carnes salgadas
2,6
5,0
0,7
0,7
0,8
4,0
7,7
0,8
0,7
0,9
Outros tipos de carne
1,7
1,0
0,1
0,2
0,3
2,2
2,0
0,0
0,4
0,2
Linguiça
2,9
2,7
7,9
4,4
4,0
2,0
1,6
5,1
2,6
2,1
Salsicha
1,7
2,5
4,3
2,8
1,0
1,1
1,6
3,2
1,5
0,5
Mortadela
2,2
3,5
3,9
8,3
3,0
0,9
1,2
1,4
2,5
0,8
Presunto
1,7
1,4
4,2
7,4
4,4
0,4
0,4
1,3
1,8
1,2
Outras carnes processadas
0,4
1,0
1,5
3,9
0,6
0,2
0,4
0,8
1,6
0,3
Vísceras
2,7
2,7
1,7
2,3
2,1
3,9
4,4
1,7
2,8
2,8
Ovos
16,0
22,4
14,6
12,2
11,3
13,3
16,5
9,9
8,9
8,2
Leite integral
6,9
11,9
12,5
13,8
17,1
18,1
33,7
35,8
36,8
45,5
Leite desnatado
0,9
0,9
2,2
2,5
2,2
2,2
2,5
5,7
6,5
6,1
Leite em pó integral
4,6
2,5
0,1
0,1
0,1
1,2
0,7
0,0
0,0
0,1
Preparações à base de leite
5,9
3,0
2,3
0,9
1,6
15,4
7,8
5,2
2,4
3,0
Vitaminas
3,2
4,8
2,7
1,3
2,5
10,4
16,5
8,1
4,2
7,1
Queijos
6,1
10,0
15,2
20,1
11,2
2,2
5,8
8,2
8,3
4,7
Iogurtes
2,2
3,4
4,5
4,9
4,6
6,0
8,6
10,4
12,0
10,3
Outros laticínios
0,3
0,3
0,8
5,4
0,2
0,2
0,4
0,9
3,0
0,4
Laticínios diet/light
0,2
0,2
1,1
0,9
0,3
0,1
0,4
1,7
1,2
0,7
Chocolates
2,6
2,0
4,7
6,2
3,0
2,8
2,2
3,6
5,5
4,1
Achocolatados
1,7
0,9
3,8
3,0
3,4
0,5
0,3
1,2
0,9
0,8
Doces à base de leite
1,9
3,0
3,7
5,4
4,3
3,2
5,4
5,6
5,8
6,4
Doces à base de fruta
1,5
2,4
1,8
8,8
2,6
1,5
2,8
1,1
5,1
1,9
Sorvete/picolé
4,8
3,4
3,6
2,7
3,5
5,9
4,3
5,0
3,2
4,3
Mel/rapadura/açúcar de mesa e outros adoçantes
0,9
2,1
1,2
5,8
1,2
0,4
1,2
0,3
2,2
0,5
13,0
12,6
11,2
12,8
8,3
8,8
9,3
6,7
7,9
6,3
0,4
0,4
0,4
1,0
0,5
0,4
0,3
0,3
0,6
0,4
Outras doces
Doces diet /light
Óleos e gorduras
36,5
31,9
43,0
39,6
27,1
6,3
5,9
7,4
6,9
4,6
Óleos e gorduras diet /light
0,3
0,4
1,3
1,9
0,7
0,0
0,1
0,2
0,3
0,1
Bebidas destiladas
0,4
0,7
0,5
0,9
0,3
2,1
1,9
0,8
2,1
1,0
Cerveja
1,8
1,9
3,8
3,3
3,2
30,8
25,4
35,8
27,8
31,8
Vinho
0,2
0,1
0,8
1,6
0,6
0,7
0,3
1,6
4,6
1,7
Sucos/refrescos/sucos em pó reconstituídos
41,6
40,0
39,5
39,8
38,6
157,1
134,7
146,8
152,7
145,9
Refrigerantes
98,3
19,7
16,1
27,0
25,2
24,0
82,8
59,4
111,7
115,8
Refrigerantes diet /light
0,6
0,4
2,1
2,5
2,2
1,7
1,2
7,1
10,2
6,7
Bebidas lácteas com sabor e adoçadas
4,6
3,5
9,9
6,9
7,3
12,3
10,1
28,0
19,6
18,1
Bebidas à base de soja
0,3
0,2
1,0
0,3
0,8
1,0
0,4
2,6
0,7
2,2
Café
82,8
83,5
76,9
78,3
72,2
195,1
230,4
215,2
220,1
167,8
Chá
3,3
2,7
4,7
16,7
7,1
11,0
6,8
11,6
146,7
28,4
Outras bebidas não alcoólicas
0,8
1,3
0,7
0,6
0,8
2,2
3,9
2,5
1,4
2,6
Pizzas
1,2
1,0
2,3
3,6
2,8
2,5
2,3
4,7
10,1
6,7
13,8
Salgados fritos e assados
12,8
8,1
14,1
12,4
18,9
8,1
6,1
12,6
9,5
Salgadinhos industrializados
0,4
0,6
0,8
1,3
0,5
0,4
0,6
0,7
1,1
0,3
Sanduíches
5,5
4,4
10,2
12,3
6,7
8,3
6,3
14,3
17,8
9,0
37,1
Sopas e caldos
12,7
13,6
9,6
11,6
10,6
57,6
60,1
42,3
58,2
Molhos e condimentos
0,2
0,2
1,1
1,7
0,3
0,0
0,0
0,7
1,0
0,1
Preparações mistas
2,2
2,2
3,0
4,3
3,1
3,9
4,2
4,8
5,6
5,3
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 1.5 - Percentual de consumo alimentar fora do domicílio em relação ao total consumido,
por Grandes Regiões, segundo os alimentos - Brasil - período 2008-2009
(continua)
Percentual de consumo alimentar fora do domicílio em relação
ao total consumido (%), por Grandes Regiões
Alimentos
Norte
Arroz
Arroz integral
Preparações à base de arroz
Milho e preparações
Feijão
Feijão verde/corda
Preparações à base de feijão
Outras leguminosas
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
11,7
10,6
13,3
13,7
12,4
9,5
13,3
16,4
18,2
20,6
34,5
14,8
32,2
12,3
22,4
6,1
4,8
12,9
17,3
14,3
12,3
10,1
13,0
13,1
12,1
0,0
7,1
9,7
0,0
0,0
15,7
11,3
25,6
12,0
14,4
9,7
5,9
24,1
11,1
40,6
Alface
18,8
16,7
19,4
21,4
26,8
Couve
19,2
27,0
15,1
12,5
30,1
Repolho
14,9
5,6
21,0
15,2
7,9
Salada crua
21,8
18,5
18,9
19,0
18,0
Outras verduras
10,0
18,6
11,8
21,6
33,1
Abóbora
16,1
2,3
8,8
20,6
7,5
Cenoura
17,9
3,8
20,6
22,1
22,7
Chuchu
Pepino
20,9
21,1
3,8
4,4
7,2
16,5
12,7
12,8
8,8
23,7
Tomate
13,0
14,5
14,2
16,2
16,4
Outros legumes
9,8
10,1
10,0
16,6
28,2
Batata-doce
0,0
4,6
12,9
12,4
30,8
Batata-inglesa
14,5
33,6
17,8
17,7
24,2
Batata-inglesa frita
29,0
72,2
33,5
19,4
25,3
Mandioca
16,8
7,6
15,6
15,4
22,9
7,2
8,2
0,7
0,0
1,8
15,4
6,6
15,0
25,2
24,9
100,0
Outros tubérculos
Abacaxi
Açaí
7,1
4,9
69,9
0,0
Banana
11,2
9,8
12,8
12,7
9,5
Laranja
18,1
16,1
15,1
20,2
11,7
Maçã
17,6
16,9
23,4
17,8
14,1
Mamão
13,6
7,9
9,5
7,5
6,4
Manga
40,1
16,8
9,2
12,0
9,7
Melancia
7,2
10,6
13,3
34,5
14,8
Tangerina
14,0
11,9
14,8
15,0
34,7
Uva
17,4
29,0
4,5
12,9
2,4
Salada de frutas
53,6
45,9
28,4
37,8
54,5
Outras frutas
26,3
23,6
11,8
8,5
11,8
Oleaginosas
9,9
50,6
9,7
11,8
20,4
8,7
7,3
5,8
8,1
25,0
Farofa
Farinha de mandioca
35,9
17,9
37,4
17,7
20,5
Cereais matinais
15,2
14,2
21,0
26,4
14,0
7,6
25,7
17,0
10,9
27,9
Massas
Macarrão instantâneo
Macarrão e preparações à base de macarrão
Pão de sal
5,2
4,6
3,5
5,6
0,2
24,7
16,8
13,2
15,6
15,1
8,5
7,0
11,1
7,6
10,2
Pão integral
11,5
5,9
8,0
2,9
10,3
Bolos
22,1
16,7
13,0
12,7
10,7
Biscoito doce
35,2
19,6
24,0
25,1
16,6
Biscoito salgado
16,4
9,6
21,0
23,4
15,8
Biscoito recheado
27,1
28,5
28,0
30,6
22,0
0,0
7,4
23,5
48,3
29,0
15,3
12,9
18,0
19,3
16,9
2,4
15,4
29,7
21,7
15,5
14,8
16,3
20,0
14,8
9,5
Pães, bolos e biscoitos diet /light
Carne bovina
Preparações à base de carne bovina
Carne suína
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 1.5 - Percentual de consumo alimentar fora do domicílio em relação ao total consumido,
por Grandes Regiões, segundo os alimentos - Brasil - período 2008-2009
(conclusão)
Percentual de consumo alimentar fora do domicílio em relação
ao total consumido (%), por Grandes Regiões
Alimentos
Norte
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Aves
13,6
12,8
20,3
19,0
Preparações à base de aves
10,9
8,1
49,3
16,2
60,8
Peixes frescos e preparações
10,9
7,6
15,5
18,8
10,8
9,3
Peixes em conserva
17,6
9,6
6,5
12,8
1,5
Peixes salgados
13,0
12,0
7,0
22,9
2,6
Outros pescados
8,2
27,0
9,4
69,5
19,4
Carnes salgadas
3,4
6,3
5,2
11,7
11,2
Outros tipos de carne
3,0
10,9
0,0
0,0
65,8
Linguiça
17,8
19,7
14,3
27,0
9,9
Salsicha
7,1
5,3
4,2
8,9
33,4
Mortadela
Presunto
Outras carnes processadas
21,5
2,0
15,8
6,0
12,4
9,3
12,6
18,1
12,1
13,0
26,9
9,9
3,5
9,6
1,4
12,3
12,7
13,8
18,8
6,7
Ovos
5,6
5,2
8,2
8,2
5,8
Vísceras
Leite integral
7,5
5,4
6,4
4,9
5,0
Leite desnatado
6,1
3,9
2,8
5,7
4,5
Leite em pó integral
3,2
3,2
2,5
0,0
0,0
Preparações à base de leite
16,3
15,5
7,5
1,6
4,6
Vitaminas
13,6
10,0
9,9
8,6
20,1
Queijos
16,8
7,6
10,6
6,8
13,8
Iogurtes
24,2
13,3
10,4
9,4
16,3
Outros laticínios
59,2
6,1
8,2
4,8
0,1
0,0
13,3
0,0
2,0
0,0
Chocolates
46,1
36,2
33,0
27,8
72,6
Achocolatados
12,1
4,8
2,4
5,3
7,7
Doces à base de leite
21,3
31,5
34,5
42,9
34,5
Doces à base de fruta
25,9
28,0
7,2
4,1
17,5
Sorvete/picolé
58,9
53,9
44,2
37,1
49,8
9,1
12,6
4,9
17,9
1,2
Outras doces
19,0
15,1
27,1
25,9
20,6
Doces diet /light
54,4
21,8
17,4
26,7
12,0
8,0
5,2
9,4
6,9
8,9
Óleos e gorduras diet /light
15,2
1,4
22,5
7,1
8,2
Bebidas destiladas
24,7
61,5
49,9
16,4
68,1
Cerveja
91,5
71,5
58,2
55,5
61,7
Vinho
29,0
72,6
19,0
19,3
9,0
Sucos/refrescos/sucos em pó reconstituídos
23,7
17,4
17,8
17,9
22,7
Refrigerantes
47,3
41,5
39,1
37,6
41,0
Refrigerantes diet /light
46,1
56,4
38,2
41,8
34,1
Bebidas lácteas com sabor e adoçadas
8,8
12,8
7,2
11,0
8,9
Bebidas à base de soja
0,0
0,0
7,6
0,0
1,6
11,9
Laticínios diet /light
Mel/rapadura/açúcar de mesa e outros adoçantes
Óleos e gorduras
Café
9,8
6,2
12,5
10,3
Chá
4,1
12,7
11,7
8,0
9,8
Outras bebidas não alcoólicas
68,2
26,1
70,6
26,7
36,3
Pizzas
54,6
35,9
36,6
42,5
71,7
Salgados fritos e assados
60,0
62,5
54,4
42,6
41,0
Salgadinhos industrializados
96,2
61,9
62,6
38,2
26,6
Sanduíches
50,0
43,1
41,4
36,4
48,7
Sopas e caldos
13,7
13,1
11,9
7,7
7,6
7,8
44,9
17,1
11,6
5,1
38,3
15,3
37,2
37,4
32,8
Molhos e condimentos
Preparações mistas
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 1.6 - Prevalência de consumo alimentar, consumo alimentar médio per capita e percentual
de consumo fora do domicílio em relação ao total consumido dos adolescentes,
adultos e idosos, segundo os alimentos - Brasil - período 2008-2009
(continua)
Prevalência de consumo
alimentar (%)
Percentual de consumo fora
do domicílio em relação ao
total consumido (%)
Consumo alimentar
médio per capita (g/dia)
Alimentos
Adolescentes
Arroz
Arroz integral
Preparações à base de arroz
Adultos
Idosos
Adolescentes
Adultos
Idosos
Adolescentes
Adultos
Idosos
83,6
84,3
82,7
158,9
165,0
138,8
7,3
15,2
4,8
3,2
3,7
4,3
7,9
8,3
7,6
7,1
17,2
11,9
1,4
1,4
1,5
2,5
2,5
2,1
24,1
21,5
17,0
Milho e preparações
15,1
12,5
12,0
21,6
20,3
19,1
7,8
8,7
1,4
Feijão
72,0
73,1
72,1
183,9
186,9
161,1
6,1
15,1
5,1
Feijão verde/corda
2,8
2,7
3,2
6,2
6,3
6,5
6,9
7,9
2,1
Preparações à base de feijão
3,2
3,0
2,3
9,9
8,6
5,4
8,3
17,5
15,7
Outras leguminosas
0,6
1,0
1,5
0,9
1,3
1,7
2,7
17,2
1,4
Alface
6,3
10,0
11,6
2,1
4,0
3,9
6,9
25,9
4,4
Couve
4,0
6,9
9,0
2,2
4,1
5,1
7,4
22,2
9,7
5,9
Repolho
1,0
1,7
2,7
0,6
1,0
1,4
9,4
21,6
10,3
17,4
16,9
8,8
16,4
15,4
8,4
22,1
9,9
Outras verduras
1,1
2,5
4,7
0,6
1,4
2,7
7,2
18,9
12,8
Abóbora
1,1
2,1
3,3
1,0
2,3
3,8
4,1
9,9
3,9
Cenoura
1,0
1,9
2,3
0,6
0,9
1,5
12,0
27,3
1,9
Chuchu
0,3
1,2
2,5
0,1
0,8
1,7
5,3
11,9
0,5
Pepino
0,5
1,4
1,3
0,4
0,7
0,6
3,8
15,9
12,1
Tomate
6,6
10,6
9,5
4,4
7,2
6,2
10,0
18,5
4,2
Outros legumes
2,4
6,0
8,7
2,0
4,8
7,0
8,8
16,8
2,6
Batata-doce
0,9
1,2
1,5
1,9
2,6
2,8
1,4
9,5
6,6
Batata-inglesa
9,4
11,3
11,5
12,6
15,3
14,6
14,0
21,5
12,7
Batata-inglesa frita
1,3
0,8
0,2
1,0
0,5
0,1
29,3
33,9
9,0
Mandioca
2,3
3,2
3,1
4,4
6,6
6,0
7,8
17,4
3,2
Outros tubérculos
0,6
1,2
1,6
0,6
1,3
1,6
0,0
7,3
0,2
Abacaxi
0,5
0,9
1,5
0,7
1,4
2,3
4,3
18,1
3,7
Açaí
1,3
0,9
0,8
4,2
2,8
2,2
18,3
17,9
13,8
Banana
12,5
15,0
25,9
15,6
17,3
29,5
6,8
14,4
7,3
Laranja
5,2
6,7
11,8
15,1
19,7
32,8
17,3
19,2
6,6
Maçã
6,0
7,1
7,2
10,4
11,9
11,6
18,7
23,2
5,0
Mamão
1,1
2,9
7,4
2,1
6,0
14,5
15,5
11,2
2,3
Manga
2,5
2,0
2,6
6,4
4,3
4,2
21,6
17,9
7,3
Melancia
1,4
1,7
1,8
4,6
4,1
4,2
13,2
17,9
1,0
Tangerina
1,0
1,9
2,6
3,0
4,7
5,6
16,8
17,3
8,8
Uva
0,6
0,8
0,6
1,0
1,3
1,0
1,3
16,5
1,4
Salada de frutas
0,9
1,2
1,7
1,9
2,2
2,6
51,2
36,7
34,6
Outras frutas
4,1
5,0
7,2
7,0
7,5
9,7
21,7
17,9
3,5
Oleaginosas
1,0
0,8
1,2
0,6
0,3
0,3
17,5
24,3
21,1
Farinha de mandioca
9,7
9,2
10,1
8,0
6,9
7,1
5,2
9,8
3,8
Farofa
4,4
4,1
2,6
2,2
2,0
1,2
21,0
33,1
4,0
Cereais matinais
1,7
2,1
3,3
0,7
0,8
1,0
19,8
25,5
0,1
Massas
1,7
2,2
1,2
4,5
5,4
3,1
18,4
17,1
4,8
Macarrão instantâneo
2,7
1,6
1,1
8,4
4,8
3,6
4,5
4,0
0,0
Salada crua
Macarrão e preparações à base de macarrão
19,0
19,6
14,3
36,6
38,6
24,4
14,5
16,9
6,4
Pão de sal
60,9
63,8
62,2
54,3
53,9
46,6
6,1
11,0
2,9
5,3
Pão integral
0,8
2,0
2,9
0,4
1,0
1,3
4,3
6,7
Bolos
13,4
13,3
14,1
13,8
14,0
13,6
13,1
16,2
4,3
Biscoito doce
12,7
7,7
10,2
8,0
3,0
3,1
22,7
24,5
17,2
Biscoito salgado
15,8
15,6
17,4
9,1
6,2
6,6
17,3
18,7
4,2
9,4
3,2
1,2
12,3
3,2
0,6
26,8
30,7
10,0
Biscoito recheado
Pães, bolos e biscoitos diet /light
0,4
0,7
1,3
0,1
0,3
0,5
36,5
26,8
19,0
46,5
50,3
43,8
59,9
66,3
52,6
9,6
19,9
7,0
Preparações à base de carne bovina
2,1
2,1
1,9
2,6
3,2
2,4
22,2
26,8
5,6
Carne suína
3,2
4,3
4,4
7,1
9,2
7,3
8,8
20,5
6,9
Carne bovina
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 1.6 - Prevalência de consumo alimentar, consumo alimentar médio per capita e percentual
de consumo fora do domicílio em relação ao total consumido dos adolescentes,
adultos e idosos, segundo os alimentos - Brasil - período 2008-2009
(conclusão)
Prevalência de consumo
alimentar (%)
Percentual de consumo fora
do domicílio em relação ao
total consumido (%)
Consumo alimentar
médio per capita (g/dia)
Alimentos
Adolescentes
Aves
Adultos
Idosos
Adolescentes
Adultos
Idosos
Adolescentes
Adultos
Idosos
25,6
27,6
26,1
34,0
38,3
31,1
10,1
19,8
9,9
Preparações à base de aves
0,9
0,5
0,5
1,0
0,9
0,8
51,4
22,2
2,9
Peixes frescos e preparações
5,6
6,5
6,8
21,1
23,9
24,1
9,1
12,3
5,7
Peixes em conserva
0,3
0,8
0,2
0,2
0,6
0,1
13,3
9,5
0,0
Peixes salgados
0,7
1,0
1,2
2,2
2,9
3,5
10,7
12,7
1,4
Outros pescados
0,3
0,5
0,2
0,5
0,8
0,2
21,6
26,0
0,0
Carnes salgadas
2,2
2,0
1,8
3,6
2,8
2,4
3,5
7,5
3,8
Outros tipos de carne
0,5
0,4
0,9
0,5
0,7
1,8
1,2
13,3
5,5
Linguiça
5,5
5,6
3,8
3,2
3,5
2,2
17,0
17,7
5,0
Salsicha
4,2
3,0
2,2
2,9
2,0
1,8
8,0
5,3
0,7
Mortadela
5,2
4,3
2,7
1,8
1,4
0,8
8,9
11,6
2,6
Presunto
3,1
4,1
2,7
0,9
1,2
0,7
9,3
16,8
13,9
Outras carnes processadas
1,3
1,6
1,9
0,6
0,7
1,3
2,9
9,5
1,2
Vísceras
2,2
2,3
1,7
2,8
2,9
2,4
6,7
17,3
0,9
Ovos
18,9
16,2
13,0
12,9
11,8
9,5
4,6
7,5
5,6
Leite integral
12,9
11,6
15,8
38,6
31,5
45,6
3,8
7,9
1,0
Leite desnatado
1,0
1,7
3,4
2,5
4,4
9,7
1,9
5,6
0,5
Leite em pó integral
1,2
1,0
1,5
0,3
0,3
0,4
1,2
4,6
0,0
Preparações à base de leite
2,9
1,8
5,4
6,7
4,1
15,7
19,4
13,6
4,1
Vitaminas
3,6
3,0
3,0
13,1
9,4
8,1
13,5
10,7
3,8
Queijos
8,4
14,2
17,6
3,8
7,2
9,2
7,2
11,1
4,8
Iogurtes
5,4
3,9
3,1
13,8
9,2
6,8
15,5
11,5
5,4
Outros laticínios
1,1
1,2
1,8
1,2
0,7
1,9
1,8
12,2
1,1
Laticínios diet /light
0,1
0,9
0,9
0,1
1,4
1,0
0,0
2,1
0,0
Chocolates
6,1
3,6
2,3
6,2
3,1
1,4
41,1
36,6
8,1
Achocolatados
5,3
2,3
0,9
1,8
0,7
0,3
3,5
4,7
0,3
Doces à base de leite
4,5
3,6
3,1
7,5
5,2
3,7
45,6
32,4
15,9
Doces à base de fruta
2,0
3,0
4,5
1,6
2,4
2,8
12,2
17,3
6,3
Sorvete/picolé
6,9
2,9
1,4
9,2
3,8
1,6
52,2
46,6
26,0
1,5
19,4
0,5
36,7
0,5
0,1
0,4
0,1
43,7
28,2
1,2
14,7
0,3
62,8
3,4
0,5
2,5
17,0
2,5
10,2
10,4
0,7
2,0
2,1
10,3
0,5
38,6
1,0
0,7
3,9
0,7
40,3
23,7
1,7
5,9
0,7
82,2
5,9
0,9
2,2
12,1
0,4
8,5
10,5
0,9
3,1
2,8
7,8
0,6
35,0
2,1
0,7
2,2
1,2
31,3
11,4
1,4
2,3
0,8
86,6
10,0
1,2
0,5
7,6
0,1
4,4
16,9
0,5
3,3
0,7
11,2
0,4
7,0
0,1
0,5
3,3
0,3
167,8
123,7
4,1
43,5
0,8
166,7
10,4
1,5
4,5
13,6
2,2
15,0
44,4
0,4
4,2
0,8
7,0
0,3
6,7
0,1
1,7
41,3
1,8
147,4
98,2
6,3
15,9
1,7
222,8
34,4
3,0
5,7
9,9
0,3
12,1
47,3
0,5
4,8
1,2
6,3
0,4
5,5
0,4
1,4
19,8
2,7
100,2
35,1
3,8
6,1
2,2
246,9
46,0
3,0
0,8
6,4
0,1
5,5
74,2
0,3
5,1
12,8
23,9
25,9
3,5
11,0
56,6
58,1
43,4
13,8
39,4
34,7
9,9
21,9
4,8
13,7
67,8
41,5
51,1
60,0
42,0
24,1
3,2
27,2
16,3
24,0
25,4
10,1
6,6
48,9
65,8
26,7
21,3
41,1
41,9
8,4
4,4
12,6
10,5
49,2
43,7
57,7
53,5
41,1
10,8
19,7
37,2
0,3
4,4
10,1
2,3
26,9
14,0
42,2
0,0
9,9
25,5
33,9
1,0
1,6
4,1
1,3
20,4
10,2
24,4
1,2
42,4
2,9
0,0
10,0
Mel/rapadura/açúcar de mesa e outros adoçantes
Outras doces
Doces diet /light
Óleos e gorduras
Óleos e gorduras diet /light
Bebidas destiladas
Cerveja
Vinho
Sucos/refrescos/sucos em pó reconstituídos
Refrigerantes
Refrigerantes diet /light
Bebidas lácteas com sabor e adoçadas
Bebidas à base de soja
Café
Chá
Outras bebidas não alcoólicas
Pizzas
Salgados fritos e assados
Salgadinhos industrializados
Sanduíches
Sopas e caldos
Molhos e condimentos
Preparações mistas
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
4ABELA0REVALäNCIADECONSUMOALIMENTARECONSUMOALIMENTARM£DIO PERCAPITA
PORCLASSESDERENDIMENTOTOTALEVARIAÀâOPATRIMONIALFAMILIAR PERCAPITA
SEGUNDOOSALIMENTOS"RASILPER¤ODO
(continua)
Prevalência de consumo alimentar (%)
Alimentos
Arroz
Até
296 R$
Mais
de 296
a 571 R$
Mais
de 571
a 1 089 R$
Consumo alimentar médio per capita (g/dia)
Mais de
1 089 R$
Até
296 R$
Mais
de 296
a 571 R$
Mais
de 571
a 1 089 R$
Mais de
1 089 R$
83,2
86,5
85,9
79,9
168,1
171,7
165,7
129,7
Arroz integral
3,3
3,3
3,8
4,7
8,1
8,0
8,8
7,5
Preparações à base de arroz
1,1
1,0
1,5
2,2
2,0
1,9
3,0
3,1
Milho e preparações
20,4
14,0
7,4
7,6
36,0
21,2
10,4
8,8
Feijão
72,3
78,0
76,1
63,3
195,5
207,2
190,3
127,5
Feijão verde/corda
5,7
2,5
1,1
1,3
14,3
4,7
2,1
2,0
Preparações à base de feijão
4,3
2,7
1,9
2,5
12,0
7,0
6,5
7,5
Outras leguminosas
0,9
0,5
0,7
2,2
1,6
0,9
0,8
1,8
Alface
4,3
7,5
11,9
16,3
1,6
2,5
3,9
7,2
Couve
3,3
6,3
8,2
9,9
1,8
4,0
4,4
5,8
Repolho
1,1
1,7
1,9
2,3
0,6
1,1
1,0
1,4
Salada crua
8,9
15,5
18,3
23,7
7,9
14,3
17,5
21,8
Outras verduras
1,0
1,5
2,7
5,6
0,8
0,8
1,5
3,1
Abóbora
1,9
2,4
2,1
1,9
2,3
2,6
2,5
1,7
Cenoura
0,6
0,8
1,9
4,5
0,4
0,4
1,0
2,1
Chuchu
Pepino
0,3
0,4
1,4
1,3
1,4
1,2
1,8
2,1
0,2
0,1
0,9
0,7
1,1
0,6
1,0
1,3
Tomate
5,7
8,5
10,8
15,5
3,7
5,9
7,5
10,0
Outros legumes
1,8
5,1
7,4
9,7
1,8
4,4
5,8
7,2
Batata-doce
1,0
1,5
1,2
1,1
2,9
3,0
1,8
2,0
Batata-inglesa
6,9
9,8
13,5
15,4
8,5
14,5
17,9
19,8
Batata-inglesa frita
0,3
0,7
0,8
1,7
0,2
0,5
0,6
1,0
Mandioca
3,4
2,5
3,2
2,9
6,9
5,2
6,5
5,8
Outros tubérculos
0,8
1,1
1,1
1,6
0,9
1,3
1,1
1,5
Abacaxi
0,5
0,7
0,8
2,0
0,7
1,2
1,4
2,4
Açaí
1,5
0,9
0,6
0,6
5,1
2,4
2,1
1,7
Banana
11,7
14,5
16,8
22,7
15,4
16,7
19,0
24,8
Laranja
5,2
6,3
9,1
8,6
16,5
18,8
23,9
24,7
Maçã
3,4
5,5
9,1
11,1
5,9
9,3
15,0
18,3
Mamão
1,4
1,4
2,5
8,5
2,7
3,0
5,4
16,7
Manga
2,8
2,0
1,5
2,2
7,0
4,9
2,7
3,4
Melancia
1,2
1,5
2,0
2,0
3,4
3,6
5,0
5,2
Tangerina
0,8
1,3
2,6
2,9
2,1
3,2
6,4
7,4
Uva
0,3
0,5
0,9
1,6
0,5
0,9
1,5
2,1
Salada de frutas
0,3
0,6
0,9
3,5
0,6
1,3
1,8
6,0
Outras frutas
3,2
3,7
5,1
9,5
5,6
6,5
7,4
12,3
0,7
Oleaginosas
0,6
0,5
0,5
2,2
0,3
0,2
0,3
16,9
9,7
5,2
3,4
14,7
6,5
3,3
1,8
Farofa
3,9
4,0
3,2
4,7
2,3
2,1
1,4
1,7
Cereais matinais
0,4
0,6
2,0
6,9
0,2
0,3
0,7
2,4
Massas
1,1
1,5
1,7
3,9
2,7
3,2
4,4
10,6
Farinha de mandioca
Macarrão instantâneo
1,5
1,6
1,6
2,2
4,7
4,7
5,3
7,0
Macarrão e preparações à base de macarrão
19,7
20,0
16,4
18,6
34,5
38,2
33,5
39,6
Pão de sal
55,7
64,1
67,0
67,3
48,8
55,3
57,0
51,7
0,9
0,8
1,3
5,2
0,4
0,4
0,7
2,5
11,0
13,0
15,4
15,1
11,1
13,6
15,2
16,7
Pão integral
Bolos
Biscoito doce
8,7
8,6
10,3
8,5
3,9
3,8
4,8
3,4
16,7
15,8
14,8
16,1
6,9
7,5
6,0
6,8
Biscoito recheado
3,2
4,5
5,1
3,8
4,1
5,5
4,9
3,9
Pães, bolos e biscoitos diet /light
0,3
0,4
0,5
1,8
0,2
0,1
0,3
0,8
43,0
50,2
52,9
50,2
54,7
66,2
70,9
63,0
Preparações à base de carne bovina
0,9
2,2
2,4
3,3
1,2
3,3
3,3
4,5
Carne suína
3,2
4,2
4,0
5,2
7,5
9,4
8,3
9,3
Biscoito salgado
Carne bovina
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
4ABELA0REVALäNCIADECONSUMOALIMENTARECONSUMOALIMENTARM£DIO PERCAPITA
PORCLASSESDERENDIMENTOTOTALEVARIAÀâOPATRIMONIALFAMILIAR PERCAPITA
SEGUNDOOSALIMENTOS"RASILPER¤ODO
(conclusão)
Prevalência de consumo alimentar (%)
Alimentos
Aves
Até
296 R$
Mais
de 296
a 571 R$
Mais
de 571
a 1 089 R$
Consumo alimentar médio per capita (g/dia)
Mais de
1 089 R$
Até
296 R$
Mais
de 296
a 571 R$
Mais
de 571
a 1 089 R$
Mais de
1 089 R$
27,4
26,0
25,5
29,4
36,2
34,6
36,1
Preparações à base de aves
0,5
0,6
0,6
0,5
0,8
1,2
0,7
0,9
Peixes frescos e preparações
9,7
6,1
3,9
4,9
39,1
21,8
14,5
13,7
Peixes em conserva
0,6
0,7
0,4
0,7
0,4
0,6
0,3
0,5
Peixes salgados
1,3
0,8
0,5
1,1
4,6
2,2
1,5
2,7
Outros pescados
0,4
0,3
0,4
0,8
0,6
0,3
0,4
1,5
Carnes salgadas
3,1
2,1
1,3
1,0
5,0
3,6
1,4
1,0
Outros tipos de carne
0,8
0,4
0,5
0,3
1,1
0,7
0,9
0,4
Linguiça
4,1
5,6
6,4
5,4
2,2
3,3
4,4
3,5
Salsicha
3,7
2,3
3,9
2,5
2,7
1,6
2,7
1,3
Mortadela
4,1
4,6
5,1
3,0
1,3
1,7
1,8
0,8
Presunto
0,8
2,6
4,1
8,7
0,3
0,7
1,2
2,5
Outras carnes processadas
1,1
1,6
1,1
2,8
0,6
0,7
0,5
1,2
Vísceras
2,3
2,2
2,0
2,2
3,4
2,7
2,3
3,0
Ovos
20,7
18,2
13,9
10,4
14,9
13,4
9,9
7,1
Leite integral
10,9
12,5
14,1
12,4
31,2
33,5
40,2
35,2
Leite desnatado
0,7
1,4
1,7
3,6
1,8
4,0
4,9
9,4
Leite em pó integral
1,2
1,3
0,8
1,1
0,3
0,4
0,2
0,3
Preparações à base de leite
2,5
2,8
2,1
2,5
6,1
6,8
6,1
5,3
Vitaminas
2,3
2,8
3,2
4,3
7,6
10,5
9,9
12,5
Queijos
5,2
8,8
15,7
28,2
2,8
4,5
8,1
13,8
Iogurtes
2,1
3,3
3,9
7,8
5,0
8,5
9,0
18,9
Outros laticínios
Laticínios diet /light
0,5
0,8
1,9
2,1
0,2
0,4
2,0
1,7
0,1
0,0
0,5
2,7
0,1
0,1
0,7
4,0
Chocolates
2,0
2,7
4,6
7,2
1,6
2,8
3,5
6,8
Achocolatados
1,6
2,4
3,7
3,6
0,5
0,7
1,3
1,0
Doces à base de leite
2,5
3,2
3,7
5,7
4,8
4,7
5,3
7,6
Doces à base de fruta
1,9
2,5
3,4
5,0
1,4
2,5
2,2
3,1
Sorvete/picolé
2,9
3,2
3,3
4,7
3,5
3,8
4,6
7,0
Mel/rapadura/açúcar de mesa e outros adoçantes
1,7
2,1
2,3
2,5
0,9
0,8
0,8
0,9
Outras doces
Doces diet /light
11,2
11,7
12,6
11,5
8,0
7,5
7,3
8,0
0,2
0,3
0,5
1,1
0,2
0,2
0,4
0,7
Óleos e gorduras
Óleos e gorduras diet /light
33,9
40,3
40,0
37,6
6,1
7,2
6,8
6,3
0,1
0,8
1,2
2,3
0,0
0,1
0,2
0,3
Bebidas destiladas
0,5
0,5
0,6
0,8
1,6
1,2
1,1
1,6
Cerveja
1,3
2,3
3,5
5,6
15,9
19,7
37,1
59,1
Vinho
0,2
0,2
0,6
2,0
0,5
0,6
1,5
4,6
Sucos/refrescos/sucos em pó reconstituídos
34,9
39,8
42,4
43,4
122,0
139,8
161,1
165,4
Refrigerantes
Refrigerantes diet /light
14,4
22,1
27,1
31,2
54,3
85,0
119,3
135,1
0,3
1,0
1,3
4,2
0,9
3,3
5,0
15,2
Bebidas lácteas com sabor e adoçadas
4,5
6,7
9,2
8,9
12,2
19,2
26,4
24,4
Bebidas à base de soja
0,1
0,3
0,4
1,9
0,2
0,9
1,0
4,8
Café
83,4
80,8
76,8
73,3
228,3
229,2
208,7
186,8
Chá
4,2
5,5
5,9
9,2
22,6
28,9
35,0
42,1
Outras bebidas não alcoólicas
0,6
0,5
0,9
1,4
2,6
1,2
2,5
4,8
Pizzas
0,4
1,1
2,7
4,9
0,7
2,8
6,6
11,0
Salgados fritos e assados
8,6
11,0
13,5
18,4
6,3
7,9
11,5
16,6
Salgadinhos industrializados
0,7
1,1
0,6
0,7
0,6
1,0
0,4
0,6
Sanduíches
4,3
6,8
9,6
14,3
5,5
9,9
13,8
20,4
Sopas e caldos
39,7
10,6
10,7
10,5
13,9
47,0
47,5
49,9
58,8
Molhos e condimentos
0,5
0,6
1,1
1,1
0,3
0,4
0,7
0,6
Preparações mistas
2,0
2,8
2,9
4,3
4,9
4,5
4,3
5,4
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
4ABELA0ERCENTUALDECONSUMOALIMENTARFORADODOMIC¤LIOEMRELAÀâO
AOTOTALCONSUMIDOPORCLASSESDERENDIMENTOTOTALEVARIAÀâOPATRIMONIAL
FAMILIARPERCAPITASEGUNDOOSALIMENTOS"RASILPER¤ODO
(continua)
Alimentos
Percentual de consumo alimentar fora do domicílio em relação ao total consumido (%),
por classes de rendimento total e variação patrimonial familiar per capita
Até 296 R$
Arroz
Mais de 296 a 571 R$
Mais de 571 a 1 089 R$
Mais de 1 089 R$
8,1
10,5
14,7
20,4
Arroz integral
10,6
10,9
15,4
24,5
Preparações à base de arroz
18,1
22,2
14,8
30,9
Milho e preparações
5,1
6,8
11,8
18,6
Feijão
8,1
10,1
14,8
20,6
Feijão verde/corda
5,9
6,6
8,4
16,7
Preparações à base de feijão
8,9
15,3
15,5
28,9
Outras leguminosas
6,4
0,7
28,9
18,9
Alface
7,5
14,5
19,0
28,5
Couve
12,2
15,9
16,5
24,5
Repolho
16,7
11,3
22,6
19,2
Salada crua
12,7
15,9
18,9
24,2
Outras verduras
8,7
12,9
16,1
20,4
Abóbora
3,0
9,4
9,2
12,9
Cenoura
10,8
16,2
13,3
26,4
Chuchu
6,5
9,3
8,6
7,8
Pepino
0,4
7,2
18,3
17,8
Tomate
8,8
12,8
13,2
22,9
Outros legumes
6,0
8,4
10,4
21,8
Batata-doce
6,7
7,2
11,8
7,3
Batata-inglesa
10,9
17,1
17,6
27,2
Batata-inglesa frita
11,1
53,7
25,5
28,8
Mandioca
9,1
9,3
14,8
27,1
Outros tubérculos
0,7
1,3
20,9
1,3
Abacaxi
6,4
12,2
5,5
22,5
24,9
Açaí
13,3
16,8
26,3
Banana
8,8
11,0
15,7
11,2
Laranja
16,1
21,5
13,0
14,9
Maçã
13,9
19,8
24,3
18,8
Mamão
12,5
9,4
10,2
7,3
Manga
26,9
11,1
13,9
6,0
Melancia
12,4
13,6
18,3
13,7
Tangerina
11,1
15,5
17,2
16,5
Uva
41,1
15,0
6,9
4,7
Salada de frutas
59,9
47,2
48,8
30,6
Outras frutas
23,0
23,2
16,3
7,2
Oleaginosas
24,8
32,1
12,6
21,2
Farinha de mandioca
Farofa
6,7
9,0
10,7
11,8
23,3
27,4
22,9
42,7
Cereais matinais
11,5
12,3
19,7
23,0
Massas
12,4
13,1
15,7
19,1
2,3
5,4
5,3
2,7
11,7
13,9
18,6
19,0
Pão de sal
6,8
8,6
11,0
10,4
Pão integral
1,8
9,8
4,9
7,0
Bolos
14,1
16,6
13,1
12,4
Biscoito doce
21,3
23,1
25,5
22,2
Biscoito salgado
12,6
11,9
18,9
26,0
Biscoito recheado
34,3
25,9
26,1
27,0
6,8
28,2
7,2
38,2
Carne bovina
13,8
13,4
17,4
22,9
Preparações à base de carne bovina
10,6
22,6
34,6
20,8
Carne suína
11,5
13,5
15,6
29,0
Macarrão instantâneo
Macarrão e preparações à base de macarrão
Pães, bolos e biscoitos diet /light
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
4ABELA0ERCENTUALDECONSUMOALIMENTARFORADODOMIC¤LIOEMRELAÀâO
AOTOTALCONSUMIDOPORCLASSESDERENDIMENTOTOTALEVARIAÀâOPATRIMONIAL
FAMILIARPERCAPITASEGUNDOOSALIMENTOS"RASILPER¤ODO
(conclusão)
Alimentos
Percentual de consumo alimentar fora do domicílio em relação ao total consumido (%),
por classes de rendimento total e variação patrimonial familiar per capita
Até 296 R$
Aves
Mais de 296 a 571 R$
Mais de 571 a 1 089 R$
Mais de 1 089 R$
9,1
13,5
21,5
25,9
29,1
19,3
33,6
29,8
Peixes frescos e preparações
7,2
10,9
10,8
25,0
Peixes em conserva
9,6
2,0
14,3
16,9
Peixes salgados
5,0
9,4
10,6
24,8
Outros pescados
9,1
36,5
15,5
31,8
Carnes salgadas
4,8
4,4
9,6
18,4
Preparações à base de aves
Outros tipos de carne
10,1
5,4
13,5
7,1
Linguiça
25,2
11,5
11,6
21,2
Salsicha
6,4
3,5
3,0
11,4
Mortadela
3,7
10,4
17,5
7,2
Presunto
8,5
13,2
15,7
17,1
Outras carnes processadas
3,3
13,3
3,6
5,1
Vísceras
4,9
12,3
12,3
28,2
Ovos
5,0
4,1
9,5
13,4
Leite integral
6,4
4,4
7,1
5,2
Leite desnatado
7,4
3,5
2,4
3,9
Leite em pó integral
5,3
1,4
0,1
5,9
Preparações à base de leite
15,1
11,9
6,0
12,4
Vitaminas
13,2
7,9
14,6
7,9
Queijos
12,5
8,2
10,9
8,4
Iogurtes
13,9
13,0
11,3
11,1
Outros laticínios
4,7
15,0
4,7
7,6
Laticínios diet /light
0,0
0,1
0,0
2,3
Chocolates
45,5
32,7
28,2
40,4
Achocolatados
10,6
3,6
2,2
2,7
Doces à base de leite
36,6
29,2
36,6
35,0
Doces à base de fruta
18,9
24,0
11,1
6,1
Sorvete/picolé
46,7
60,8
40,7
45,1
Mel/rapadura/açúcar de mesa e outros adoçantes
11,8
9,6
5,0
26,0
Outras doces
15,7
19,3
32,4
22,8
Doces diet /light
10,4
11,4
26,1
31,6
5,7
7,1
8,6
10,8
Óleos e gorduras diet /light
15,6
6,9
0,8
26,3
Bebidas destiladas
46,2
56,8
38,0
37,1
Cerveja
85,3
61,7
58,0
60,3
Vinho
54,2
14,6
2,0
23,9
Sucos/refrescos/sucos em pó reconstituídos
18,1
16,3
17,7
22,3
Refrigerantes
37,0
36,1
38,0
46,3
Refrigerantes diet /light
44,4
31,5
26,4
47,0
Bebidas lácteas com sabor e adoçadas
13,2
8,2
7,2
7,9
Bebidas à base de soja
44,6
0,0
22,5
0,2
6,2
9,2
12,1
15,5
Óleos e gorduras
Café
Chá
4,1
8,9
7,6
13,7
Outras bebidas não alcoólicas
55,2
51,5
31,1
48,3
Pizzas
51,9
49,6
28,9
48,5
Salgados fritos e assados
45,5
57,3
54,4
53,8
Salgadinhos industrializados
60,3
52,8
57,4
57,6
Sanduíches
44,7
37,5
39,2
44,1
Sopas e caldos
14,1
9,7
11,6
10,4
Molhos e condimentos
15,2
21,3
11,4
16,3
Preparações mistas
25,1
27,9
41,2
34,9
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 1.9 - Percentis 10, 50 e 90 de grupos de alimentos
selecionados, por sexo - Brasil - período 2008-2009
Percentis
Grupos de alimentos
10
50
90
Masculino
Feijão
54,3
190,9
409,1
Verduras e Legumes
2,3
27,7
90,5
Frutas
2,6
41,4
200,5
Peixes
1,1
10,1
77,2
Biscoitos
0,7
6,2
34,8
Sucos
6,8
78,2
293,3
Refrigerantes
4,3
55,3
290,6
Pizza , salgados e sanduíches
1,0
13,3
80,4
Doces
0,7
9,7
62,5
Carnes processadas
0,7
5,2
26,3
25,1
122,9
295,2
Verduras e Legumes
2,8
30,7
90,7
Frutas
4,6
61,9
217,9
Peixes
0,8
7,9
62,1
Biscoitos
0,9
7,6
35,3
Sucos
6,8
76,9
273,6
Refrigerantes
2,7
36,6
222,1
Pizza , salgados e sanduíches
0,8
11,0
69,9
Doces
0,9
12,6
69,0
Carnes processadas
0,4
3,3
18,4
Feminino
Feijão
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
2 Consumo de energia e nutrientes
Os resultados comentados nesta seção dizem respeito às estimativas do consumo
alimentar individual de energia, macro e micronutrientes. Destacam-se as principais
diferenças observadas nas cinco Grandes Regiões brasileiras, nas áreas urbana e rural
do País, nas faixas etárias e entre os sexos. As prevalências de inadequação, isto é, o
percentual da população com ingestão inadequada de micronutrientes também estão
apresentadas, segundo sexo, faixa etária, Grandes Regiões e situação do domicílio
(urbano e rural).
Levando em conta sexo e faixa etária, foi observado que o consumo energético
médio da população brasileira em geral variou de 1 490 kcal a 2 289 kcal. As maiores
médias de ingestão de energia foram observadas no sexo masculino, sobretudo nos
adolescentes de 14 a 18 anos (2 289 kcal/dia). O segundo grupo etário de maior ingestão
energética foi o dos homens de 19 a 59 anos de idade (2 163 kcal/dia). Para ambos
os sexos, os menores valores de ingestão energética foram obtidos entre os idosos
de 60 anos ou mais, cujas médias situaram-se entre 1 490 kcal/dia (sexo feminino) e
1 796 kcal/dia (sexo masculino) (Tabela 2.1).
Nos adolescentes aproximadamente 28% da energia da dieta foi proveniente
de lipídios e nos adultos e idosos, em torno de 27%. A contribuição percentual das
proteínas variou entre de 15% a 16% entre os adolescentes e de 16% a 17% nos adultos
e idosos. A contribuição calórica dos carboidratos variou de 54,8% a 57,0% entre os
homens e de 56,2% a 57,6% entre as mulheres (Tabela 2.1).
Os valores obtidos para a participação calórica dos carboidratos e lipídios
no valor energético total da dieta atendem às recomendações contidas no Guia
Alimentar para a População Brasileira (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006), que estabelece a
participação de 55% a 75% para carboidratos e de 15% a 30% para lipídios. Entretanto,
a participação das proteínas é ligeiramente superior à recomendação (de 10% a 15%),
em especial nos adultos e idosos (Tabela 2.1).
As médias de ingestão de colesterol foram menores entre as mulheres (variou
de 186,3 mg a 237,9 mg) do que entre os homens (variou de 231,1 mg a 282,1 mg) em
todos os grupos etários observados. Em ambos os sexos, os indivíduos com 60 anos
ou mais de idade apresentaram as menores médias e os adolescentes de 14 a 18 anos
as maiores médias de consumo de colesterol. O mesmo pode ser observado para os
ácidos graxos saturados, monoinsaturados, poli-insaturados totais e poli-insaturado
linoleico. Por sua vez, para o ácido graxo poli-insaturado linolênico, observou-se
menor variação no consumo entre as faixas etárias. Já para o consumo de ácidos
graxos trans, observou-se consumo médio mais elevado entre os adolescentes do
sexo masculino de 14 a 18 anos (3,1 g diárias) e menor consumo nas mulheres com
60 anos ou mais de idade (média de 1,9 g diárias) (Tabela 2.1).
A ingestão média diária de consumo de fibras foi maior no sexo masculino,
variando de 20,4 g a 23,5 g quando comparada à média do sexo feminino que situouse na faixa de 17,6 g a 18,8 g.
Por sua vez, a ingestão média diária de açúcares totais sofreu grande variação
entre as faixas etárias, sendo mais elevada no grupo dos adolescentes de ambos os
sexos, variando de 105,4 g a 113,1 g entre os meninos e de 106,8 g a 110,7 g entre as
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
meninas. Os indivíduos com 60 anos ou mais de idade apresentaram as menores
médias de consumo de açúcar total. O consumo médio diário de açúcar total entre
os adolescentes foi cerca de 30% mais elevado do que entre os idosos, sendo 15% a
18% maior entre os adultos (Tabela 2.1).
A análise, segundo a situação do domicílio (urbano e rural), revela que as médias
de ingestão energética diária são maiores entre os adolescentes dos domicílios das
áreas urbanas quando comparados com aqueles de áreas rurais (Tabela 2.2), enquanto
que nos homens com 60 anos ou mais de idade a relação se inverte, o consumo nas
áreas rurais é mais elevado.
Em termos de participação calórica, o consumo de proteínas foi menor na área
urbana, exceto para as mulheres com 60 anos ou mais de idade. Nas áreas urbanas,
a participação calórica das proteínas aumenta com a idade para ambos os sexos. Para
o sexo masculino variou de 15% nos adolescentes de 10 a 13 anos de idade a 17% nos
idosos. A participação calórica média dos lipídios mostrou-se maior nas áreas urbanas,
sobretudo nos adolescentes do sexo masculino de 14 a 18 anos de idade (Tabela 2.2).
Tanto nas áreas urbanas como nas rurais, as mulheres idosas foram as que
tiveram as menores ingestões médias de colesterol, ácidos graxos saturados,
monoinsaturados, poli-insaturados e trans. Nas áreas urbanas, os adolescentes do
sexo masculino de 14 a 18 anos de idade apresentaram a maior ingestão média desses
nutrientes, conforme observado anteriormente para os lipídios totais. Já nas áreas
rurais, as maiores ingestões de colesterol e dos componentes lipídicos da dieta foram
observadas nos homens adultos de 19 a 59 anos, com exceção da ingestão dos ácidos
graxos trans. O consumo de ácidos graxos trans foi mais evidente nas áreas urbanas
do que nas rurais em ambos os sexos e em todos os grupos de idade (Tabela 2.2).
Para as fibras e os açúcares totais, a ingestão exibiu padrões distintos de acordo
com a situação do domicílio (urbano e rural). As áreas rurais concentraram as maiores
médias de ingestão de fibras e as áreas urbanas, as maiores médias de ingestão de
açúcares. Deve ser assinalado que os adolescentes de áreas urbanas de ambos os
sexos consomem em média de 21% a 26% mais açúcares livres do que os das áreas
rurais (Tabelas 2.2).
A Tabela 2.3 apresenta as médias de ingestão de energia e macronutrientes para
as Grandes Regiões: Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, respectivamente.
Na Região Norte observaram-se médias de ingestão energética acima das médias
nacionais e das demais regiões do País, variando de 1 660 kcal a 2 496 kcal. Notouse também que a participação calórica média das proteínas nessa região é a mais
elevada para todas as faixas etárias e em ambos os sexos e excedeu a média nacional.
As mulheres com 60 anos ou mais de idade da Região Norte têm o menor consumo
relativo de lipídios (24,3%).
Na Região Nordeste, foram estimadas médias de ingestão energética que se
situaram na faixa de 1 448 kcal a 2 174 kcal segundo os grupos etários, entretanto a
ingestão de proteínas ultrapassou o limite máximo recomendado de 15%. Em relação
às demais regiões, observou-se que na Região Nordeste a maior participação calórica
média dos carboidratos entre os adolescentes de 10 a 13 anos de idade, adultos e
idosos do sexo masculino era ligeiramente mais elevada. Nessa região, a participação
calórica dos lipídios esteve abaixo dos valores nacionais (Tabela 2.3).
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
As médias de ingestão energética na Região Sudeste variaram de 1 504 kcal a
2 421 kcal. Nessa região, a participação calórica das proteínas no valor energético
total da dieta variou de 14,7% a 16,9%, participações que se encontravam abaixo das
médias nacionais, também a participação calórica média dos carboidratos mostrouse levemente mais baixa nessa região do que a média nacional. Para os lipídios, a
participação calórica média da Região Sudeste foi a maior em comparação às demais
regiões e às médias do País para os adolescentes (10 a 18 anos de idade) e idosos (60
anos ou mais de idade) do sexo masculino e para os grupos de 14 a 18 anos e de 60
anos ou mais de idade do sexo feminino (Tabela 2.3).
Na Região Sul, os valores médios de ingestão energética variaram de 1 484 kcal
a 2 232 kcal e foram inferiores aos nacionais em quase todos os grupos investigados,
com exceção dos homens de 19 a 59 anos e das mulheres de10 a 18 anos de idade.
Nessa região, as médias de participação calórica das proteínas foram inferiores às
demais regiões e às médias nacionais. Ao analisar a participação calórica dos lipídios,
verificou-se que as médias nessa região foram mais elevadas que as médias nacionais
(Tabela 2.3).
A Região Centro-Oeste apresentou médias de ingestão energética de 1 453 kcal
a 2 185 kcal, as quais foram inferiores às médias nacionais observadas nos grupos
de 14 a 18 anos, de 19 a 59 anos e de 60 anos ou mais de idade. No que diz respeito
à participação calórica das proteínas, a Região Centro-Oeste obteve a segunda maior
média do País, ficando atrás apenas da Região Norte. Na Região Centro-Oeste foram
observados os menores percentuais de participação calórica média dos carboidratos
no consumo total de energia em homens adultos e idosos (Tabela 2.3).
Entre as Grandes Regiões, observou-se também diferenças na ingestão de
colesterol, dos componentes lipídicos da dieta, de fibras e de açúcares totais. Nesse
sentido, a Região Norte apresentou as médias mais elevadas de ingestão de colesterol,
em ambos os sexos e de ácidos graxos poli-insaturados no sexo masculino. Além
disso, concentrou as maiores médias de ingestão de fibras, sobretudo no grupo
de adolescentes de 10 a 13 anos e de 14 a 18 anos de idade. Por sua vez, a Região
Nordeste registrou as menores médias de ingestão dos componentes lipídicos da
dieta na maioria dos grupos analisados, as menores médias de ingestão de fibras no
sexo feminino e as menores de consumo de açúcar total entre os adolescentes de
10 a 18 anos de idade do sexo masculino. As Regiões Sul e Sudeste destacaram-se
por apresentarem as médias mais baixas de ingestão de colesterol e as mais altas
de ácidos graxos saturados, monoinsaturados e trans, bem como de açúcares totais.
No Brasil, o consumo médio de energia fora do domicílio correspondeu a
aproximadamente 16% da ingestão calórica total (Gráfico 2.1). O consumo fora do
domicílio foi reportado com mais frequência nas áreas urbanas (Gráfico 2.2) e no sexo
masculino (Gráfico 2.3), entre os adolescentes (Gráfico 2.4), e para indivíduos na faixa de
renda familiar per capita mais elevada (Gráfico 2.5). Entretanto, a proporção de energia
fornecida pelo consumo de alimentos fora do domicílio foi maior para os indivíduos
adultos quando comparados aos adolescentes e idosos (Gráfico 2.4). Na Região
Sudeste, foram observadas as maiores proporções de ocorrências e de contribuição
para o consumo de energia total no consumo fora do domicílio (Gráfico 2.1), enquanto
na Região Nordeste foram observados os menores valores de relato, para contribuição
calórica e média de consumo calórico fora do domicílio (Gráfico 2.1).
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Gráfico 2.1 - Prevalência de consumo alimentar fora do domicílio e contribuição
percentual para o consumo energético total, segundo as Grandes Regiões
período 2008-2009
%
43,7
42,5
42,0
40,6
40,2
33,5
16,2
17,6
16,1
17,6
16,9
13,2
Brasil
Norte
Nordeste
Prevalência de consumo
alimentar fora do domicílio
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Energia consumida
fora do domicílio
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009.
Gráfico 2.2 - Contribuição percentual para o consumo energético total e
prevalência de consumo alimentar fora do domicílio, por situação
do domicílio - Brasil - período 2008-2009
%
42,8
27,3
17,5
9,8
Energia consumida
fora do domicílio
Prevalência de consumo
alimentar fora do domicílio
Urbano
Rural
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
%
Gráfico 2.3 - Contribuição percentual para o consumo energético total e
prevalência de consumo alimentar fora do domicílio, por sexo
Brasil - período 2008-2009
44,4
36,3
17,7
14,5
Energia consumida
fora do domicílio
Prevalência de consumo
alimentar fora do domicílio
Masculino
Feminino
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009.
Gráfico 2.4 - Contribuição percentual para o consumo energético total e prevalência
de consumo alimentar, fora do domicílio, na alimentação de adolescentes,
adultos e idosos - Brasil - período 2008-2009
%
47,9
42,8
18,5
16,1
14,1
6,5
Adolescentes
Adultos
Energia consumida
fora do domicílio
Idosos
Prevalência de consumo
alimentar fora do domicílio
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Gráfico 2.5 - Contribuição percentual para o consumo energético total e prevalência
de consumo alimentar fora do domicílio, segundo as classes de renda
familiar per capita - Brasil - período 2008-2009
%
51,9
43,3
37,0
32,0
22,3
17,7
12,0
Até 296
14,2
Mais de 296 a 571
Mais de 571 a 1 089
Mais de 1 089
Classes de renda familiar per capita (R$)
Energia consumida
fora do domicílio
Prevalência de consumo
alimentar fora do domicílio
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009.
Ingestão de micronutrientes
As médias de ingestão de micronutrientes totalizadas por sexo, faixa etária, situação
do domicílio (urbano e rural) e Grandes Regiões são mostradas nas Tabelas 2.4 a 2.6.
Comparações de médias de ingestão entre sexo e faixa etária podem gerar interpretações
equivocadas, uma vez que valores de referência de ingestão variam entre esses grupos.
Médias de ingestão de um dado nutriente, mesmo que similar entre estratos de sexo e idade,
não indica necessariamente que ambos estão com mesma prevalência de inadequação.
Por essa razão, os comentários sobre a ingestão destes nutrientes são relativos ao
percentual de indivíduos com consumo inadequado.
Prevalência de inadequação da ingestão de nutrientes
O percentual de indivíduos com consumo abaixo da necessidade média estimada
- EAR foi calculado para os nutrientes: vitaminas A, E, C, D, B1 (tiamina), B2 (riboflavina),
B6 (piridoxina) e B12 (cobalamina), folato, niacina, selênio, zinco, cobre, ferro, fósforo,
magnésio e cálcio. As análises foram estratificadas segundo o sexo e a faixa etária
(adolescentes com 10 a 13 anos e 14 a 18 anos; adultos com 19 a 59 anos; e idosos
de 60 anos ou mais de idade), uma vez que as recomendações de ingestão diferem
entre esses grupos. Foram feitas estratificações também por situação do domicílio
(urbana e rural) e por Grandes Regiões do País.
A Tabela 2.7 mostra as prevalências de inadequação da ingestão de nutrientes para
adolescentes segundo o sexo, estratificados pelas faixas de idade de 10 a13 anos e 14 a 18
anos. Os nutrientes que apresentaram prevalências de inadequação elevadas foram vitamina
E, vitamina D, cálcio, vitamina A, fósforo, magnésio e vitamina C. Adolescentes de 10 a 13
anos de idade, de uma forma geral, apresentam prevalências de inadequação de consumo
de nutrientes inferiores quando comparados aos adolescentes com idades na faixa de 14 a
18 anos, especialmente em relação ao ferro, tiamina e piridoxina. As inadequações foram
similares entre os sexos com exceção do ferro (11% entre os meninos contra 24% entre as
meninas) e da riboflavina (16% para o sexo masculino contra 8,6% para o sexo feminino),
ambos na faixa etária de 14 a 18 anos. Em relação ao sódio, mais de 70% dos adolescentes
tiveram ingestão superior ao valor máximo de ingestão tolerável (UL).
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Na faixa etária de 19 a 59 anos, como mostra a Tabela 2.8 para homens e mulheres,
respectivamente, as maiores prevalências de inadequação foram também para vitamina D,
vitamina E, cálcio, magnésio, vitamina A e vitamina C. Na faixa etária de 60 anos ou mais,
além desses, observou-se prevalência de inadequação elevada para piridoxina e tiamina.
Foram observadas diferenças nas prevalências de inadequação entre homens e mulheres
para o fósforo (7% versus 16%), cobre (12% versus 26%), selênio (6% versus 14%), folato
(23% versus 38%) e piridoxina (18% versus 32%) entre adultos de 19 a 50 anos de idade.
A proporção de indivíduos com ingestão de sódio acima do nível seguro de ingestão foi
de 89% entre os homens e de 70% entre as mulheres para a faixa etária de 19 a 59 anos, e
de 80% e 62%, respectivamente, para homens e mulheres com 60 anos ou mais de idade.
As principais diferenças entre as faixas etárias foram observadas para magnésio,
cuja prevalência de inadequação foi mais elevada para mulheres com idade acima de
14 anos (em torno de 85%, comparado com uma prevalência de aproximadamente
42% para as meninas de 10 a 13 anos); fósforo, com maior inadequação entre meninas
adolescentes de 10 a 18 anos quando comparadas às adultas e às idosas (em torno de
70% de inadequação contra valores menores que 20% de inadequação) (Tabelas 2.7 e 2.8).
Nas faixas etárias de 10 a 13 anos e de 14 a 18 anos de idade, as prevalências
de inadequação nas áreas urbanas, em ambos os sexos, foram inferiores comparadas
às das áreas rurais, especialmente em relação ao cobre, zinco, tiamina, riboflavina,
piridoxina e cobalamina. Entre os nutrientes com inadequações mais elevadas, os
percentuais foram semelhantes entre as áreas urbana e rural. No entanto, a proporção
de indivíduos com ingestão de sódio acima do nível seguro de ingestão foi mais elevada
nas áreas urbanas quando comparada às áreas rurais. Por exemplo, 83% dos meninos
de 10 a 13 anos de idade das áreas urbanas consomem sódio acima do nível tolerável
em comparação aos 76% das áreas rurais, conforme observado nas Tabelas 2.9 e 2.10.
NasTabelas 2.11 e 2.12, os dados referentes à faixa etária de 19 a 59 anos revelam
que os nutrientes com inadequação mais elevadas são os mesmos tanto nas áreas
urbanas quanto nas rurais (cálcio,vitaminas A, E, C e D, fósforo e magnésio). A maioria
dos nutrientes, entretanto, apresenta inadequação modestamente inferior nas áreas
urbanas quando comparada às áreas rurais, com exceção apenas para o magnésio em
ambos os sexos. A proporção de indivíduos com ingestão de sódio acima do nível seguro
de ingestão permaneceu elevada em ambos os sexos (>85% e >70% nas áreas urbanas
e >85% e >65% nas áreas rurais entre os homens e as mulheres, respectivamente).
Entre os indivíduos com idades acima de 60 anos, os nutrientes com maior
percentual de inadequação foram as vitaminas E, D e cálcio, tanto para homens quanto
para mulheres nas áreas urbana e rural. A proporção de indivíduos com ingestão de
sódio acima do nível seguro também foi muito elevada, sendo maior nos homens do
que nas mulheres e nas áreas urbanas (Tabelas 2.11 e 2.12).
Os resultados de inadequação para adolescentes de ambos os sexos segundo
as Grandes Regiões são apresentados nas Tabelas 2.13 a 2.17. Em todas as regiões
analisadas, as vitaminas A, E, C e D; e os minerais cálcio, fósforo e magnésio foram os
nutrientes de maior percentual de inadequação. De uma forma geral, as inadequações
para esses nutrientes são similares entre as Grandes Regiões e semelhantes aos dados
observados para o País nessas faixas etárias estudadas. A inadequação da ingestão
de folato foi a que mais se distanciou entre as regiões, atingindo, nas Regiões Norte e
Sudeste, respectivamente, 32% e 8% para o sexo masculino de 10 a 13 anos de idade,
e 29% e 10% para o sexo feminino na mesma faixa etária.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Perfil similar é mostrado nas Tabelas 2.18 a 2.22 para as faixas etárias de 19 a 59
anos e 60 anos ou mais de idade. Nas cinco Grandes Regiões estudadas, as maiores
prevalências de inadequação foram para cálcio, vitaminas A, E, C e D e magnésio,
cujos percentuais variaram pouco entre as mesmas. Exceções foram observadas
em relação ao magnésio, com 60% de inadequação na Região Norte entre homens
de 19 a 30 anos de idade quando comparada com inadequação de 70% ou mais
nas demais regiões; e à piridoxina, cuja inadequação nas Regiões Sul e Sudeste
foi aproximadamente 30% menor que nas Regiões Nordeste e Centro-Oeste, todos
referentes à faixa etária de 19 a 59 anos.
Ainda nesta faixa etária, as análises estratificadas apontaram para alguns nutrientes
que aparecem com prevalências importantes de inadequação. Por exemplo, para o consumo
de ferro observou-se que 32% das mulheres da Região Norte tinham consumo inadequado.
Para tiamina, observou-se prevalência de inadequação acima de 40% na Região CentroOeste, e de 45% na Região Nordeste entre as mulheres. Na análise do folato, a prevalência
de inadequação foi de 54% e 43% para as Regiões Norte e Nordeste, respectivamente, no
sexo feminino.Também, as análises revelaram diferenças entre a proporção de indivíduos
com ingestão excessiva de sódio: 64% entre as mulheres da Região Sul e 89% entre os
homens das Regiões Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
Já para indivíduos com 60 anos ou mais de idade, observou-se, na análise
referente à ingestão de folato, que o percentual de inadequação foi maior que 40%
nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Outro nutriente que aparece inadequado
nesta análise é o cobre para as mulheres idosas, com inadequação de 41% e 52% nas
Regiões Nordeste e Norte, respectivamente.
Os resultados para prevalência de inadequação do consumo de nutrientes são
similares aos observados no Inquérito de Saúde de São Paulo (VERLY JUNIOR et al.,
2011 e PINHEIRO et al., 2011).
Um marcador positivo da dieta é a quantidade de proteínas consumidas, cujas médias
por sexo e faixa etária encontram-se na seção dos nutrientes. As médias de consumo são
todas maiores que 15% de energia proveniente de proteínas e o limite inferior de 10% de
energia proveniente de proteínas ocorreu em somente 7,6% da população.
A gordura saturada, o açúcar de adição, o sódio e as fibras são frequentemente
utilizados como marcadores da qualidade da dieta. Para gordura saturada, açúcar de adição
e fibras, o nível de adequação é definido utilizando pontos de corte para o consumo em
relação ao consumo calórico total, o que tem a vantagem de serem indicadores de qualidade
que independem do consumo energético total. Os pontos de corte para gordura saturada,
açúcar de adição e o sódio estão especificados na seção de analise de dados.
A prevalência global de ingestão de açúcar livre (açúcar de adição somado ao
açúcar proveniente dos sucos) acima do limite recomendado pelo Ministério da Saúde
de 10% da ingestão total de energia foi de 61%.
A prevalência de ingestão de gordura saturada acima do limite recomendado
de 7% (Sposito et al., ) do consumo total de energia foi de 82% na população e o
percentual da população com ingestão de fibras menor ou igual a 12,5 g por 1 000 kcal
foi de 68%. Os valores de prevalência por faixa etária encontram-se na Tabela 2.23.
Observa-se que para os adolescentes essas prevalência são ainda mais elevadas,
especialmente entre as meninas. Porém, entre os idosos, a prevalência de ingestão
de gordura saturada acima do recomendado foi maior que 80%.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 2.1 - Média do consumo de energia e nutrientes e percentual do consumo calórico total dos
nutrientes, por sexo e grupos de idade, segundo os nutrientes - Brasil - período 2008-2009
Consumo de energia e nutrientes, por sexo e grupos de idade
Masculino
Energia e nutrientes
10 a 13
anos
14 a 18
anos
Feminino
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
10 a 13
anos
14 a 18
anos
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
Energia
1 984
2 289
2 163
1 795
1 893
1 930
1 710
1 490
Média do consumo (g)
76,4
91,5
91,5
77,4
71,3
73,0
70,1
62,9
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
15,4
16,0
16,9
17,2
15,1
15,1
16,4
16,9
282,6
320,1
296,2
248,4
272,6
274,4
240,5
210,9
57,0
55,9
54,8
55,3
57,6
56,9
56,2
56,6
Média do consumo (g)
61,4
71,3
65,4
53,4
58,2
60,5
52,3
44,6
Percentual do consumo calórico total (% kcal) (2)
27,9
28,0
27,2
26,8
27,7
28,2
27,5
27,0
247,2
282,1
276,4
231,1
222,6
237,9
216,8
186,3
21,8
24,6
22,2
18,3
20,8
21,1
18,4
15,9
9,9
9,7
9,2
9,2
9,9
9,8
9,7
9,6
20,5
24,2
22,1
17,7
19,5
20,4
17,5
14,7
12,6
15,1
14,4
11,6
12,2
12,8
10,9
9,4
10,9
13,2
12,4
10,0
10,6
11,2
9,5
8,1
1,4
1,7
1,7
1,4
1,4
1,4
1,3
1,1
2,4
3,1
2,6
2,1
2,2
2,6
2,2
1,9
20,4
23,4
23,5
21,5
18,8
18,5
18,2
17,6
105,4
113,1
96,3
78,2
106,8
110,7
90,7
74,8
21,3
19,8
17,8
17,4
22,6
22,9
21,2
20,1
Calorias (kcal)
Proteína
Carboidrato
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal) (1)
Lipídeos totais
Colesterol
Média do consumo (mg)
Ácidos graxos saturados
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Ácidos graxos monoinsaturados
Média do consumo (g)
Ácidos graxos poli-insaturados
Média do consumo (g)
Ácido graxo poli-insaturado linoléico
Média do consumo (g)
Ácido graxo poli-insaturado linolênico
Média do consumo (g)
Ácidos graxos trans total
Média do consumo (g)
Fibra
Média do consumo (g)
Açúcar total
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
(1) Inclui o percentual do consumo calórico total do açúcar total. (2) Inclui o percentual do consumo calórico total dos ácidos graxos.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 2.2 - Média do consumo de energia e nutrientes e percentual do consumo calórico total dos nutrientes,
por sexo, grupos de idade e situação do domicílio, segundo os nutrientes - Brasil - período 2008-2009
Consumo de energia e nutrientes, por sexo, grupos de idade e situação do domicílio
Masculino
Energia e nutrientes
10 a 13
anos
14 a 18
anos
Feminino
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
10 a 13
anos
14 a 18
anos
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
Urbano
Energia
Calorias (kcal)
Proteína
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Carboidrato
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal) (1)
Lipídeos totais
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal) (2)
Colesterol
Média do consumo (mg)
Ácidos graxos saturados
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Ácidos graxos monoinsaturados
Média do consumo (g)
Ácidos graxos poli-insaturados
Média do consumo (g)
Ácido graxo poli-insaturado linoléico
Média do consumo (g)
Ácido graxo poli-insaturado linolênico
Média do consumo (g)
Ácidos graxos trans total
Média do consumo (g)
Fibra
Média do consumo (g)
Açúcar total
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
2 002
2 331
2 155
1 764
1 919
1 941
1 713
1 479
74,9
15,0
91,9
15,8
90,3
16,8
75,5
17,1
70,5
14,7
72,0
14,8
69,5
16,2
62,7
17,0
285,4
57,0
323,9
55,6
293,7
54,5
242,9
55,1
276,2
57,6
276,0
56,9
240,4
56,1
207,8
56,2
63,0
28,3
74,2
28,6
66,1
27,6
53,0
27,0
59,8
28,1
61,7
28,6
52,9
27,8
44,9
27,3
246,8
284,0
267,9
220,2
223,1
234,6
214,2
185,3
22,7
10,2
25,8
10,0
22,7
9,5
18,3
9,3
21,7
10,2
21,6
10,0
18,8
9,9
16,0
9,7
21,1
25,3
22,4
17,6
20,1
20,8
17,7
14,8
12,6
15,4
14,2
11,5
12,3
12,9
10,9
9,5
11,0
13,5
12,4
9,9
10,7
11,3
9,4
8,2
1,4
1,7
1,6
1,4
1,4
1,4
1,3
1,1
2,6
3,3
2,8
2,2
2,4
2,8
2,3
2,0
20,0
23,0
22,8
20,8
18,5
18,0
17,9
17,4
111,3
22,2
118,1
20,3
98,4
18,3
78,3
17,7
112,5
23,4
114,9
23,7
92,8
21,7
73,7
19,9
1 915
2 121
2 201
1 909
1 793
1 879
1 694
1 548
82,3
17,2
89,9
17,0
97,7
17,7
84,0
17,6
74,3
16,6
77,7
16,5
73,8
17,4
63,9
16,5
271,8
56,8
305,1
57,5
308,8
56,1
268,1
56,2
258,4
57,7
267,2
56,9
241,1
56,9
227,8
58,9
55,6
26,1
59,9
25,4
61,8
25,2
54,7
25,8
51,7
25,9
55,2
26,4
48,4
25,7
43,2
25,1
248,6
274,7
319,7
270,0
220,9
253,3
232,6
191,7
18,4
8,7
19,6
8,3
19,7
8,0
18,3
8,6
17,3
8,7
18,5
8,8
15,9
8,5
15,2
8,9
18,4
19,9
20,5
18,3
17,1
18,4
16,0
14,0
12,5
13,9
15,1
12,0
11,9
12,5
11,2
9,0
10,7
11,9
12,9
10,2
10,2
10,7
9,6
7,7
1,4
1,5
1,7
1,4
1,3
1,4
1,3
1,1
1,6
2,2
2,0
1,9
1,6
1,8
1,7
1,4
21,9
24,9
26,9
23,8
20,2
20,8
20,0
18,6
82,7
17,3
93,5
17,6
85,9
15,6
77,9
16,3
85,0
19,0
91,4
19,5
78,5
18,5
80,6
20,8
Rural
Energia
Calorias (kcal)
Proteína
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Carboidrato
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Lipídeos totais
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Colesterol
Média do consumo (mg)
Ácidos graxos saturados
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Ácidos graxos monoinsaturados
Média do consumo (g)
Ácidos graxos poli-insaturados
Média do consumo (g)
Ácido graxo poli-insaturado linoléico
Média do consumo (g)
Ácido graxo poli-insaturado linolênico
Média do consumo (g)
Ácidos graxos trans total
Média do consumo (g)
Fibra
Média do consumo (g)
Açúcar total
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
(1) Inclui o percentual do consumo calórico total do açúcar total. (2) Inclui o percentual do consumo calórico total dos ácidos graxos.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 2.3 - Média do consumo de nutrientes e percentual do consumo calórico total dos nutrientes,
por sexo e grupos de idade, segundo as Grandes Regiões - período 2008-2009
(continua)
Consumo de energia e nutrientes, por sexo e grupos de idade
Masculino
Grandes Regiões
10 a 13
anos
14 a 18
anos
Feminino
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
10 a 13
anos
14 a 18
anos
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
Energia
Norte
Calorias (kcal)
2 199
2 496
2 356
1 986
2 017
2 086
1 850
1 660
1 869
2 102
2 174
1 778
1 831
1 866
1 683
1 448
2 029
2 421
2 127
1 792
1 873
1 950
1 715
1 504
1 952
2 231
2 173
1 774
1 941
1 968
1 687
1 484
1 999
2 185
2 112
1 778
1 983
1 838
1 688
1 453
Nordeste
Calorias (kcal)
Sudeste
Calorias (kcal)
Sul
Calorias (kcal)
Centro-Oeste
Calorias (kcal)
Proteína
Norte
Média do consumo (g)
92,2
108,5
107,1
100,0
82,7
90,0
81,3
74,2
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
16,8
17,4
18,2
20,1
16,4
17,3
17,6
17,9
Média do consumo (g)
74,1
84,8
93,5
77,8
71,2
71,5
71,0
63,2
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
15,9
16,1
17,2
17,5
15,6
15,3
16,9
17,5
Média do consumo (g)
75,2
94,8
88,3
74,2
69,7
71,8
69,3
63,6
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
14,8
15,7
16,6
16,6
14,9
14,7
16,1
16,9
Média do consumo (g)
71,3
86,1
87,9
75,0
66,8
70,2
65,5
56,2
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
14,6
15,4
16,2
16,9
13,8
14,3
15,5
15,2
Média do consumo (g)
79,3
90,2
94,3
83,4
71,2
70,2
70,4
65,5
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
15,9
16,5
17,9
18,8
14,4
15,3
16,7
18,0
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Carboidrato (1)
Norte
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
314,9
360,8
321,2
271,8
294,7
293,8
261,5
238,8
57,3
57,8
54,5
54,7
58,5
56,3
56,5
57,5
269,6
301,5
303,0
252,3
262,0
266,3
238,7
208,5
57,7
57,4
55,8
56,8
57,2
57,1
56,7
57,6
285,0
330,8
289,7
247,3
268,5
275,3
239,1
208,8
56,2
54,7
54,5
55,2
57,3
56,5
55,8
55,5
279,3
312,6
299,3
243,7
280,3
283,0
240,8
217,9
57,2
56,0
55,1
55,0
57,8
57,5
57,1
58,7
285,8
302,0
277,7
232,4
290,4
263,5
233,9
198,0
57,2
55,3
52,6
52,3
58,6
57,4
55,4
54,5
Nordeste
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Sudeste
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Sul
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Centro-Oeste
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 2.3 - Média do consumo de nutrientes e percentual do consumo calórico total dos nutrientes,
por sexo e grupos de idade, segundo as Grandes Regiões - período 2008-2009
(continuação)
Consumo de energia e nutrientes, por sexo e grupos de idade
Masculino
Grandes Regiões
10 a 13
anos
14 a 18
anos
Feminino
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
10 a 13
anos
14 a 18
anos
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
Lipídeos totais (2)
Norte
Média do consumo (g)
63,1
68,1
66,8
54,1
56,5
60,4
52,7
44,8
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
25,8
24,6
25,5
24,5
25,2
26,1
25,6
24,3
Média do consumo (g)
55,2
60,9
61,9
49,5
55,6
57,2
49,2
40,6
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
26,6
26,1
25,6
25,1
27,3
27,6
26,3
25,2
Média do consumo (g)
66,3
80,5
65,9
54,9
58,6
63,1
53,8
46,9
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
29,4
29,9
27,9
27,6
28,2
29,1
28,2
28,0
Média do consumo (g)
61,8
70,3
68,6
53,8
63,0
63,0
53,0
45,1
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
28,5
28,4
28,4
27,3
29,2
28,8
28,3
27,4
Média do consumo (g)
60,2
68,8
66,8
56,4
60,4
56,7
52,3
44,4
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
27,1
28,4
28,5
28,5
27,4
27,7
27,9
27,5
299,1
322,1
346,1
314,8
260,5
276,7
258,7
219,1
236,3
276,3
306,3
232,1
228,3
251,6
235,1
189,1
235,7
292,3
251,2
221,6
208,6
238,1
205,6
186,3
269,7
237,5
261,9
220,3
218,5
202,5
201,1
172,3
237,8
284,0
273,5
245,0
226,6
198,4
206,0
185,9
Nordeste
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Colesterol
Norte
Média do consumo (mg)
Nordeste
Média do consumo (mg)
Sudeste
Média do consumo (mg)
Sul
Média do consumo (mg)
Centro-Oeste
Média do consumo (mg)
Ácidos graxos saturados
Norte
Média do consumo (g)
20,7
21,4
21,6
17,4
19,3
19,3
17,8
14,5
8,5
7,7
8,3
7,9
8,6
8,3
8,7
7,9
18,9
20,7
20,7
16,8
19,5
19,8
17,0
14,4
9,1
8,9
8,6
8,5
9,6
9,6
9,1
9,0
Média do consumo (g)
24,6
28,4
22,7
18,9
21,5
22,1
19,2
16,7
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
10,9
10,6
9,6
9,5
10,3
10,2
10,1
10,0
Média do consumo (g)
22,0
24,5
24,0
19,4
23,6
23,2
19,0
16,9
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
10,1
9,9
9,9
9,9
10,9
10,6
10,1
10,2
20,9
22,9
22,1
18,1
19,3
19,1
18,1
14,8
9,4
9,4
9,4
9,2
8,8
9,4
9,6
9,2
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Nordeste
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Sudeste
Sul
Centro-Oeste
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 2.3 - Média do consumo de nutrientes e percentual do consumo calórico total dos nutrientes,
por sexo e grupos de idade, segundo as Grandes Regiões - período 2008-2009
(continuação)
Consumo de energia e nutrientes, por sexo e grupos de idade
Masculino
Grandes Regiões
10 a 13
anos
14 a 18
anos
Feminino
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
10 a 13
anos
14 a 18
anos
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
Ácidos graxos monoinsaturados
Norte
Média do consumo (g)
20,9
22,3
22,5
17,6
18,5
19,6
17,5
14,8
18,6
20,4
20,8
16,6
18,7
19,0
16,4
13,1
22,0
27,5
22,1
17,9
19,3
21,3
17,9
15,4
21,0
24,7
24,0
18,6
21,7
21,9
18,2
15,2
20,0
22,8
22,8
19,1
20,6
19,2
17,4
14,6
Nordeste
Média do consumo (g)
Sudeste
Média do consumo (g)
Sul
Média do consumo (g)
Centro-Oeste
Média do consumo (g)
Ácidos graxos poli-insaturados
Norte
Média do consumo (g)
13,8
16,2
15,0
12,7
12,1
13,3
11,2
9,5
11,8
13,4
13,9
10,7
11,5
12,2
10,5
8,6
12,8
16,5
14,6
12,2
12,5
13,4
11,3
10,2
13,0
14,5
14,2
10,7
12,1
12,5
10,8
8,5
12,2
14,6
14,1
12,3
13,4
11,8
10,6
9,2
Nordeste
Média do consumo (g)
Sudeste
Média do consumo (g)
Sul
Média do consumo (g)
Centro-Oeste
Média do consumo (g)
Ácido graxo poli-insaturado linoléico
Norte
Média do consumo (g)
11,6
13,6
12,6
10,4
10,2
11,2
9,4
7,9
10,2
11,6
11,9
9,2
10,0
10,6
9,0
7,3
11,3
14,5
12,8
10,6
10,9
11,8
9,8
8,8
11,4
12,8
12,4
9,2
10,7
11,0
9,4
7,4
10,7
12,7
12,3
10,7
11,8
10,4
9,2
8,0
Nordeste
Média do consumo (g)
Sudeste
Média do consumo (g)
Sul
Média do consumo (g)
Centro-Oeste
Média do consumo (g)
Ácido graxos poli-insaturado linolênico
Norte
Média do consumo (g)
1,5
1,7
1,7
1,4
1,3
1,4
1,2
1,0
1,3
1,5
1,5
1,3
1,2
1,3
1,2
1,0
1,5
1,9
1,7
1,5
1,4
1,5
1,3
1,2
1,5
1,6
1,6
1,3
1,4
1,4
1,2
1,0
1,4
1,7
1,7
1,5
1,5
1,3
1,3
1,1
Nordeste
Média do consumo (g)
Sudeste
Média do consumo (g)
Sul
Média do consumo (g)
Centro-Oeste
Média do consumo (g)
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 2.3 - Média do consumo de nutrientes e percentual do consumo calórico total dos nutrientes,
por sexo e grupos de idade, segundo as Grandes Regiões - período 2008-2009
(conclusão)
Consumo de energia e nutrientes, por sexo e grupos de idade
Masculino
Grandes Regiões
10 a 13
anos
14 a 18
anos
Feminino
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
10 a 13
anos
14 a 18
anos
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
Ácidos graxos trans total
Norte
Média do consumo (g)
2,2
2,9
2,5
1,8
1,9
2,3
2,0
1,8
2,0
2,4
2,2
1,8
2,0
2,2
2,0
1,4
2,7
3,6
2,7
2,2
2,1
3,0
2,3
2,0
2,6
3,5
3,3
2,7
2,5
2,7
2,7
2,3
2,3
2,4
2,5
2,1
3,5
2,3
1,8
1,6
22,5
25,8
24,3
22,4
19,9
20,6
18,4
18,2
19,5
21,9
23,5
20,8
17,7
17,9
17,3
16,6
21,8
24,5
23,4
21,3
19,5
18,7
18,2
17,7
17,1
21,8
23,9
23,0
18,2
18,1
19,6
18,6
20,4
23,4
22,3
20,9
19,5
18,2
18,4
17,2
Nordeste
Média do consumo (g)
Sudeste
Média do consumo (g)
Sul
Média do consumo (g)
Centro-Oeste
Média do consumo (g)
Fibra
Norte
Média do consumo (g)
Nordeste
Média do consumo (g)
Sudeste
Média do consumo (g)
Sul
Média do consumo (g)
Centro-Oeste
Média do consumo (g)
Açúcar total
Norte
Média do consumo (g)
93,0
106,6
86,6
66,5
97,3
94,6
84,0
63,2
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
16,9
17,1
14,7
13,4
19,3
18,1
18,2
15,2
Média do consumo (g)
91,1
100,1
90,5
72,3
97,5
99,2
83,6
70,2
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
19,5
19,1
16,7
16,3
21,3
21,3
19,9
19,4
112,7
121,8
97,5
83,9
107,3
116,1
93,1
74,0
22,2
20,1
18,3
18,7
22,9
23,8
21,7
19,7
123,5
121,6
110,2
80,7
129,7
131,1
101,1
91,5
25,3
21,8
20,3
18,2
26,7
26,6
24,0
24,7
112,8
110,9
92,6
66,3
115,2
111,1
88,6
65,1
22,6
20,3
17,5
14,9
23,2
24,2
21,0
17,9
Nordeste
Sudeste
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Sul
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Centro-Oeste
Média do consumo (g)
Percentual do consumo calórico total (% kcal)
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
(1) Inclui o percentual do consumo calórico total do açúcar total. (2) Inclui o percentual do consumo calórico total dos ácidos graxos.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 2.4 - Média do consumo de minerais e vitaminas, por sexo e grupos de idade,
segundo os nutrientes - Brasil - período 2008-2009
Média do consumo de minerais e vitaminas, por sexo e grupos de idade
Masculino
Nutrientes
10 a 13
anos
14 a 18
anos
Feminino
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
10 a 13
anos
14 a 18
anos
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
Cálcio (mg)
536,0
565,7
546,4
519,6
521,7
515,8
476,4
494,8
Magnésio (mg)
238,1
278,9
276,1
246,6
227,1
224,7
213,7
203,9
Manganês (mg)
3,6
4,5
12,1
16,2
3,4
4,6
12,7
10,9
959,4
1 097,5
1 080,7
955,7
919,2
920,2
869,5
822,3
Ferro (mg)
11,6
13,9
13,5
11,1
10,8
11,0
10,1
8,7
Sódio (mg)
3 163,0
3 705,6
3 637,6
3 186,5
2 931,5
2 907,4
2 809,3
2 608,0
Potássio (mg)
2 312,5
2 656,6
2 671,7
2 467,3
2 187,4
2 195,0
2 143,7
2 081,7
Cobre (mg)
1,3
1,3
1,4
1,3
1,2
1,2
1,2
1,0
Zinco (mg)
10,8
12,9
13,0
11,1
10,0
10,4
10,0
8,7
Selênio (mcg)
82,0
93,9
97,8
82,0
76,8
79,7
76,2
67,5
509,2
430,6
502,5
522,3
477,2
450,4
492,6
483,1
Tiamina (mg)
1,2
1,4
1,3
1,1
1,2
1,2
1,1
1,0
Riboflavina (mg)
1,6
1,8
1,7
1,6
1,6
1,6
1,5
1,4
Niacina (mg) (2)
23,9
28,1
29,7
25,0
23,2
23,7
23,4
20,6
Piridoxina (mg)
1,4
1,6
1,6
1,4
1,4
1,4
1,3
1,2
Cobalamina (mcg)
5,2
5,0
5,5
5,2
4,6
4,7
4,5
3,9
Vitamina D (calciferol) (mcg)
3,6
3,7
3,4
3,2
3,2
3,1
2,9
2,9
Vitamina E (mg) (3)
4,0
4,7
4,8
4,1
3,8
3,9
3,7
3,5
Vitamina C (mg)
165,1
182,9
167,2
155,9
152,7
165,1
167,9
142,7
Folato (mcg) (4)
424,7
494,8
468,4
401,3
399,8
406,7
375,3
338,4
Fósforo (mg)
Vitamina A (mcg) (1)
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
(1) Equivalente de atividade de retinol. (2) Equivalente de niacina. (3) Total de alpha-tocopherol. (4) Equivalente dietético de folato.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 2.5 - Média do consumo de minerais e vitaminas, por sexo, grupos de idade
e situação do domicílio, segundo os nutrientes - Brasil - período 2008-2009
Média do consumo de minerais e vitaminas, por sexo,
grupos de idade e situação do domicílio
Nutrientes
Masculino
10 a 13
anos
14 a 18
anos
Feminino
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
10 a 13
anos
14 a 18
anos
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
Urbano
Cálcio (mg)
558,6
581,0
550,7
517,2
538,8
529,0
484,5
495,2
Magnésio (mg)
233,2
277,3
270,0
241,1
224,4
221,3
211,2
202,5
Manganês (mg)
3,2
3,4
11,5
13,2
3,6
3,5
12,2
10,2
954,0
1 108,0
1 071,4
941,4
924,5
918,9
868,7
823,9
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
11,7
14,2
13,5
10,9
11,0
11,1
10,1
8,6
Sódio (mg)
3 158,3
3 744,3
3 618,5
3 169,6
2 929,6
2 914,9
2 807,3
2 626,6
Potássio (mg)
2 289,0
2 660,5
2 634,3
2 429,9
2 175,4
2 180,9
2 137,7
2 065,0
Cobre (mg)
1,4
1,3
1,4
1,3
1,3
1,2
1,2
1,0
Zinco (mg)
10,8
13,2
12,9
10,8
10,0
10,4
10,0
8,6
Selênio (mcg)
77,3
91,5
94,2
78,8
73,9
76,3
74,2
67,1
Vitamina A (mcg) (1)
557,2
434,5
516,2
500,6
524,7
481,3
509,1
494,0
Tiamina (mg)
1,3
1,5
1,3
1,1
1,2
1,2
1,1
1,0
Riboflavina (mg)
1,7
1,9
1,7
1,6
1,6
1,7
1,5
1,4
Niacina (mg) (2)
23,8
28,4
29,7
24,7
23,2
23,6
23,4
20,7
Piridoxina (mg)
1,4
1,7
1,7
1,5
1,4
1,4
1,4
1,3
Cobalamina (mcg)
5,2
4,9
5,4
4,9
4,7
4,8
4,6
4,0
Vitamina D (calciferol) (mcg)
3,2
3,5
3,1
3,0
3,0
2,9
2,7
2,9
Vitamina E (mg) (3)
4,0
4,7
4,7
4,1
3,7
3,8
3,7
3,5
Vitamina C (mg)
180,2
193,0
165,4
161,9
162,3
168,0
167,6
126,5
Folato (mcg) (4)
442,4
512,5
475,6
404,9
413,1
417,4
382,6
342,3
Cálcio (mg)
448,3
506,0
524,8
528,1
455,7
454,7
427,7
492,9
Magnésio (mg)
257,2
285,1
307,0
266,2
237,8
240,5
228,5
211,5
Manganês (mg)
5,2
8,6
15,1
26,9
2,3
9,6
16,0
14,8
813,8
Rural
980,4
1 056,4
1 128,0
1 006,9
898,9
926,1
874,2
Ferro (mg)
11,1
12,5
13,7
11,9
10,4
10,9
9,9
9,1
Sódio (mg)
3 181,4
3 554,2
3 734,8
3 247,0
2 939,0
2 872,7
2 821,7
2 506,6
Potássio (mg)
2 172,6
Fósforo (mg)
2 403,4
2 641,5
2 862,2
2 601,3
2 233,9
2 260,0
2 179,8
Cobre (mg)
1,1
1,3
1,4
1,6
1,0
1,1
1,1
,9
Zinco (mg)
10,9
11,7
13,2
12,4
10,0
10,4
9,9
9,2
Selênio (mcg)
100,2
103,3
116,5
93,7
88,2
95,5
88,2
70,0
Vitamina A (mcg) (1)
323,2
415,5
432,6
600,0
293,0
307,6
394,1
423,3
Tiamina (mg)
1,2
1,3
1,3
1,1
1,1
1,1
1,0
,9
Riboflavina (mg)
1,4
1,5
1,6
1,6
1,3
1,4
1,3
1,3
Niacina (mg) (2)
24,3
26,9
29,7
26,2
23,1
23,8
23,2
20,2
Piridoxina (mg)
1,3
1,4
1,5
1,4
1,2
1,2
1,2
1,1
Cobalamina (mcg)
5,0
5,0
5,8
6,4
4,1
4,5
4,4
3,7
Vitamina D (calciferol) (mcg)
5,1
4,7
4,8
4,1
3,7
4,1
3,8
3,4
Vitamina E (mg) (3)
4,2
4,7
5,2
4,3
3,9
4,1
3,9
3,5
Vitamina C (mg)
106,6
143,5
176,3
134,6
115,6
151,7
170,3
231,7
Folato (mcg) (4)
356,4
425,5
431,9
388,2
348,4
357,4
331,6
317,1
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
(1) Equivalente de atividade de retinol. (2) Equivalente de niacina. (3) Total de alpha-tocopherol. (4) Equivalente dietético de folato.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 2.6 - Média do consumo de minerais e vitaminas, por sexo e grupos de idade,
segundo as Grandes Regiões - período 2008-2009
(continua)
Média do consumo de minerais e vitaminas, por sexo e grupos de idade
Masculino
Grandes Regiões
10 a 13
anos
14 a 18
anos
Feminino
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
10 a 13
anos
14 a 18
anos
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
Cálcio (mg)
Norte
503,5
549,1
507,7
505,6
481,0
477,9
447,5
439,4
Nordeste
430,5
494,3
503,6
477,1
455,9
442,8
425,1
479,7
Sudeste
631,4
621,6
572,1
546,6
575,7
580,8
505,1
516,2
Sul
553,6
578,7
582,5
549,5
562,3
548,8
508,9
499,5
Centro-Oeste
512,6
548,6
516,6
445,6
483,7
455,0
459,5
425,5
Magnésio (mg)
Norte
269,1
333,5
304,3
284,3
250,5
259,8
233,6
209,5
Nordeste
228,1
258,8
286,0
248,4
217,3
217,7
214,7
206,0
Sudeste
246,8
291,9
273,6
245,4
229,8
226,5
214,6
208,2
Sul
214,1
254,5
257,9
238,2
220,5
217,0
199,5
189,4
Centro-Oeste
236,5
270,2
263,0
235,4
229,4
215,9
213,5
195,2
Manganês (mg)
Norte
2,9
2,9
5,7
2,2
1,9
1,9
4,3
2,6
Nordeste
2,2
2,6
3,2
2,4
2,0
2,1
2,1
2,0
Sudeste
3,4
3,8
3,8
3,7
3,1
2,3
3,6
4,5
Sul
6,9
11,5
57,3
79,0
8,5
15,8
64,8
48,2
Centro-Oeste
5,2
5,5
8,1
18,7
3,5
10,0
8,9
7,5
1 114,2
1 311,7
1 233,8
1 190,2
1 033,6
1 074,1
973,2
883,4
Nordeste
881,5
995,5
1 078,7
917,2
879,1
874,7
849,7
805,7
Sudeste
982,9
1 153,3
1 066,0
954,4
921,0
933,2
877,6
852,4
Sul
962,2
1 037,5
1 059,3
948,4
913,7
925,2
840,5
762,4
Centro-Oeste
947,3
1 068,7
1 058,0
932,4
910,9
845,2
849,9
777,2
Fósforo (mg)
Norte
Ferro (mg)
Norte
11,3
12,9
13,1
11,5
10,0
10,4
9,7
8,5
Nordeste
10,2
11,9
12,7
10,6
9,8
10,0
9,2
8,0
Sudeste
12,5
15,5
13,8
11,3
11,5
11,6
10,6
9,1
Sul
11,5
13,9
13,9
11,0
11,2
12,0
9,9
8,4
Centro-Oeste
12,7
14,2
14,2
12,2
11,8
10,9
10,6
9,2
Sódio (mg)
Norte
3 089,0
3 759,5
3 626,9
3 422,4
2 897,9
2 935,9
2 813,2
2 620,6
Nordeste
3 073,7
3 467,9
3 615,2
3 019,0
2 868,4
2 901,2
2 782,4
2 481,3
Sudeste
3 299,6
3 938,9
3 666,5
3 197,4
3 015,3
2 926,7
2 868,7
2 727,3
Sul
3 047,8
3 591,9
3 630,1
3 310,9
2 847,1
2 927,1
2 691,2
2 489,1
Centro-Oeste
3 160,7
3 529,0
3 574,8
3 269,8
2 933,8
2 757,2
2 793,1
2 565,3
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 2.6 - Média do consumo de minerais e vitaminas, por sexo e grupos de idade,
segundo as Grandes Regiões - período 2008-2009
(continuação)
Média do consumo de minerais e vitaminas, por sexo e grupos de idade
Masculino
Grandes Regiões
10 a 13
anos
14 a 18
anos
Feminino
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
10 a 13
anos
14 a 18
anos
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
Potássio (mg)
Norte
2 380,3
2 904,5
2 750,3
2 588,9
2 211,9
2 369,3
2 166,0
2 016,4
Nordeste
2 094,1
2 402,2
2 587,6
2 374,9
1 981,0
2 028,6
2 012,3
2 011,6
Sudeste
2 493,0
2 830,8
2 718,4
2 528,9
2 296,6
2 290,4
2 226,5
2 152,2
Sul
2 159,7
2 537,3
2 643,6
2 428,2
2 238,9
2 165,4
2 109,2
2 028,1
Centro-Oeste
2 483,7
2 686,2
2 672,7
2 401,2
2 299,0
2 223,5
2 185,7
2 044,8
Cobre (mg)
Norte
1,3
1,1
1,4
2,2
1,1
0,9
1,1
1,0
Nordeste
1,1
1,4
1,3
1,3
1,0
1,4
1,1
0,9
Sudeste
1,1
1,3
1,3
1,1
1,3
1,0
1,1
0,9
Sul
1,8
1,3
1,8
1,6
1,6
1,4
1,6
1,3
Centro-Oeste
2,1
1,3
1,3
1,6
1,3
1,0
1,3
0,9
Zinco (mg)
Norte
10,8
12,4
13,2
11,7
9,7
10,2
9,9
9,0
Nordeste
10,1
11,5
12,2
10,7
9,7
9,9
9,3
8,2
Sudeste
11,2
13,9
12,6
10,4
10,2
10,5
9,9
8,6
Sul
10,4
12,9
14,5
12,8
10,0
11,0
11,2
9,3
Centro-Oeste
12,0
13,5
14,7
13,1
10,7
10,8
10,7
9,5
123,0
144,2
139,3
137,1
107,8
121,4
104,8
91,7
Nordeste
78,8
89,8
103,3
82,5
79,6
78,3
79,3
69,8
Sudeste
72,5
88,6
88,0
75,1
68,2
73,3
71,4
66,6
Sul
88,6
90,6
97,3
81,7
70,9
76,6
73,7
60,7
Centro-Oeste
74,5
86,0
93,7
80,8
76,5
75,9
69,7
63,8
1 126,5
383,0
267,1
430,0
447,5
Selênio (mcg)
Norte
Vitamina A (mcg) (1)
Norte
469,2
284,1
508,9
Nordeste
449,4
603,0
517,2
584,2
362,3
647,7
567,6
504,7
Sudeste
335,6
377,7
483,0
432,3
479,7
336,0
429,5
481,5
Sul
880,8
311,4
556,0
409,3
818,4
545,8
549,0
501,5
Centro-Oeste
976,8
385,6
450,0
637,3
457,5
281,1
536,9
372,7
Tiamina (mg)
Norte
1,4
1,5
1,4
1,1
1,3
1,3
1,1
1,0
Nordeste
1,1
1,3
1,3
1,0
1,1
1,1
1,0
0,9
Sudeste
1,3
1,5
1,3
1,1
1,2
1,2
1,1
1,0
Sul
1,4
1,5
1,5
1,2
1,3
1,3
1,2
1,0
Centro-Oeste
1,2
1,3
1,2
1,0
1,3
1,1
1,0
0,8
Riboflavina (mg)
Norte
1,6
1,7
1,7
1,7
1,5
1,4
1,4
1,2
Nordeste
1,5
1,8
1,8
1,5
1,5
1,7
1,5
1,3
Sudeste
1,6
1,8
1,7
1,6
1,6
1,6
1,5
1,4
Sul
1,9
1,8
1,9
1,7
1,7
1,7
1,6
1,5
Centro-Oeste
1,7
1,7
1,6
1,5
1,5
1,4
1,4
1,2
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 2.6 - Média do consumo de minerais e vitaminas, por sexo e grupos de idade,
segundo as Grandes Regiões - período 2008-2009
(conclusão)
Média do consumo de minerais e vitaminas, por sexo e grupos de idade
Masculino
Grandes Regiões
10 a 13
anos
14 a 18
anos
Feminino
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
10 a 13
anos
14 a 18
anos
19 a 59
anos
60 anos
ou mais
Niacina (mg) (2)
Norte
27,8
31,1
33,2
31,0
26,1
29,2
26,0
23,6
Nordeste
22,5
26,3
29,7
25,5
22,3
22,3
23,0
20,9
Sudeste
23,2
28,9
28,7
23,9
23,1
23,6
23,1
20,5
Sul
24,4
28,1
30,4
24,5
23,6
24,1
23,6
19,3
Centro-Oeste
26,7
27,0
30,0
26,2
22,1
22,7
23,1
21,2
Piridoxina (mg)
Norte
1,5
1,7
1,7
1,5
1,4
1,5
1,3
1,2
Nordeste
1,3
1,5
1,6
1,3
1,3
1,3
1,3
1,2
Sudeste
1,4
1,7
1,6
1,5
1,4
1,4
1,3
1,3
Sul
1,4
1,7
1,7
1,6
1,5
1,4
1,4
1,3
Centro-Oeste
1,5
1,6
1,6
1,4
1,4
1,3
1,3
1,2
Cobalamina (mcg)
Norte
7,2
6,6
8,2
12,8
5,8
5,2
6,1
6,0
Nordeste
4,8
5,7
5,6
5,8
4,1
6,2
5,2
4,4
Sudeste
3,4
4,5
4,9
4,1
4,2
3,6
3,9
3,6
Sul
7,6
3,6
5,1
3,9
5,7
5,0
4,1
3,7
Centro-Oeste
8,5
4,8
5,8
6,6
4,6
3,5
5,1
3,7
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Norte
7,2
8,9
6,9
7,7
5,6
6,6
5,4
5,1
Nordeste
3,2
3,3
3,6
3,2
3,0
3,0
3,0
3,2
Sudeste
3,4
3,4
3,0
2,7
2,9
2,8
2,6
2,7
Sul
3,3
2,8
2,7
3,2
2,6
2,4
2,5
2,7
Centro-Oeste
2,4
3,2
2,9
2,7
2,7
2,2
2,4
2,4
Norte
4,1
5,0
4,8
4,5
3,6
4,1
3,6
3,4
Nordeste
3,6
4,2
4,5
3,6
3,3
3,5
3,4
3,1
Sudeste
4,3
5,2
5,0
4,4
4,1
4,1
3,9
3,8
Sul
4,0
4,5
4,7
4,0
3,9
3,8
3,7
3,3
Centro-Oeste
4,4
4,8
4,8
4,3
4,4
3,8
3,9
3,5
171,8
183,5
301,6
239,0
286,1
238,7
239,1
220,1
Nordeste
247,5
335,8
247,3
250,4
194,4
238,8
259,8
218,2
Sudeste
113,6
98,6
104,7
100,8
88,5
85,1
112,6
110,4
67,5
101,8
115,9
83,2
141,4
84,1
122,6
102,0
Centro-Oeste
239,2
153,5
210,6
258,1
153,8
350,8
175,9
102,0
Norte
366,5
437,4
347,5
351,6
329,2
324,1
267,5
Vitamina E (mg) (3)
Vitamina C (mg)
Norte
Sul
Folato (mcg) (4)
402,9
Nordeste
401,1
471,3
480,1
377,5
389,2
417,7
367,8
315,2
Sudeste
449,6
518,2
465,0
415,6
405,3
410,4
384,4
355,9
Sul
454,6
527,8
514,8
433,1
432,0
438,6
394,2
360,6
Centro-Oeste
425,8
467,7
421,5
368,4
427,5
374,7
362,7
301,8
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
(1) Equivalente de atividade de retinol. (2) Equivalente de niacina. (3) Total de alpha-tocopherol. (4) Equivalente dietético de folato.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 2.7 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90, com indicação da recomendação
nutricional do consumo de micronutrientes para adolescentes de 10 a 13 e de
14 a 18 anos de idade, por sexo - Brasil - período 2008-2009
Consumo de micronutrientes para adolescentes
10 a 13 anos
Micronutrientes
Recomendação nutricional
14 a 18 anos
PrevalênRecomencia de inadação nudequação
tricional
(%)
Percentis
10
50
90
Prevalência de inadequação
(%)
Percentis
10
50
90
Masculino
1 100,0
241,5
479,8
883,0
96,4
1 100,0
260,3
514,2
934,8
95,1
Magnésio (mg)
200,0
135,4
228,4
361,8
36,8
340,0
155,6
258,3
402,0
78,2
Manganês (mg)
(1) 1,9
0,9
2,4
6,1
-
(1) 2,2
1,1
2,8
7,1
-
1 055,0
550,5
908,2
1 431,7
65,9
1 055,0
628,0
1 020,2
1 589,9
53,8
Cálcio (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
5,9
6,2
11,1
17,7
8,0
7,7
7,6
13,0
20,2
11,5
Sódio (mg)
(2) 2 200
1 884,8
3 048,9
4 590,6
81,5
(2) 2 300
2 251,0
3 532,4
5 207,6
88,9
Potássio (mg)
(1) 4 500
1 321,0
2 246,2
3 478,5
-
(1) 4 700
1 505,4
2 491,0
3 789,7
-
0,5
0,6
1,0
1,8
7,6
0,7
0,6
1,1
2,0
12,5
19,9
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
7,0
6,0
10,2
16,4
18,2
8,5
7,1
11,9
18,9
35,0
40,9
74,8
128,4
5,7
45,0
47,0
84,4
142,9
8,5
445,0
120,9
329,0
775,2
66,5
630,0
125,0
340,3
793,3
82,0
Tiamina (mg)
0,7
0,7
1,1
1,9
11,8
1,0
0,7
1,3
2,1
28,0
Riboflavina (mg)
0,8
0,9
1,5
2,5
6,8
1,1
1,0
1,7
2,7
16,4
Niacina (mg) (4)
9,0
13,3
22,8
36,8
1,7
12,0
15,5
26,0
41,2
3,3
Piridoxina (mg)
0,8
0,8
1,3
2,2
11,8
1,1
0,9
1,5
2,4
22,0
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
1,5
1,7
3,8
7,6
7,6
2,0
1,9
4,3
8,5
11,0
10,0
1,3
2,8
5,5
99,4
10,0
1,3
2,9
5,7
99,4
9,0
2,2
3,9
6,3
99,2
12,0
2,6
4,4
7,0
99,9
Vitamina C (mg)
39,0
8,9
66,8
301,2
35,1
63,0
7,1
57,6
266,0
52,7
Folato (mcg) (6)
250,0
214,2
398,9
660,2
16,1
330,0
254,6
456,3
737,1
22,9
1 100,0
244,7
474,6
846,6
97,2
1 100,0
242,2
473,0
845,2
97,3
Magnésio (mg)
200,0
134,4
213,7
324,5
42,4
300,0
133,6
213,5
324,6
84,7
Manganês (mg)
(1) 1,6
0,8
2,3
6,0
-
(1) 1,6
0,9
2,3
6,2
-
1 055,0
553,3
875,7
1 348,5
70,5
1 055,0
550,4
873,8
1 336,0
71,0
Feminino
Cálcio (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
5,7
6,3
10,3
15,7
7,4
7,9
6,5
10,6
16,1
24,2
Sódio (mg)
(2) 2 200
1 837,1
2 812,2
4 116,6
77,7
(2) 2 300
1 825,0
2 803,1
4 078,4
72,9
Potássio (mg)
(1) 4 500
1 295,6
2 069,6
3 106,1
-
(1) 4 700
1 312,0
2 097,7
3 121,3
-
0,5
0,5
1,0
1,7
9,4
0,7
0,6
1,0
1,8
20,8
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
7,0
5,9
9,6
14,9
19,4
7,3
6,0
9,8
15,2
21,7
35,0
42,4
72,6
118,8
4,4
45,0
42,8
73,5
119,2
12,1
420,0
133,3
336,5
746,8
63,3
485,0
129,0
329,8
735,2
72,4
Tiamina (mg)
0,7
0,7
1,1
1,7
11,3
0,9
0,7
1,1
1,7
27,2
Riboflavina (mg)
0,8
0,9
1,5
2,3
5,3
0,9
0,9
1,5
2,3
8,6
Niacina (mg) (4)
9,0
14,1
22,5
34,0
0,9
11,0
13,9
22,3
33,8
3,1
Piridoxina (mg)
0,8
0,8
1,3
2,0
9,5
1,0
0,8
1,3
2,0
22,4
Cobalamina (mcg)
1,5
1,9
3,9
7,3
4,8
2,0
1,9
3,9
7,3
11,7
10,0
1,5
3,2
6,2
99,0
10,0
1,6
3,4
6,4
98,8
9,0
2,1
3,5
5,5
99,8
12,0
2,2
3,7
5,7
100,0
39,0
250,0
11,0
219,7
68,0
373,1
267,6
586,0
33,0
16,1
56,0
330,0
11,6
228,3
71,8
386,3
280,8
599,0
42,1
34,2
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mcg) (6)
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Nota: Os dados apresentados nas colunas de Recomendação nutricional têm como base o Requerimento médio estimado (EAR), exceto nos casos
apontados com as chamadas (1) e (2).
(1) Ingestão adequada - AI. (2) Nível máximo de ingestão tolerável - UL. (3) Equivalente de atividade de retinol. (4) Equivalente de niacina. (5) Total de
alpha-tocopherol. (6) Equivalente dietético de folato.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 2.8 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90, com indicação da recomendação
nutricional do consumo de micronutrientes para adultos e idosos de 19 a 59
e de 60 anos ou mais de idade, por sexo - Brasil - período 2008-2009
Consumo de micronutrientes para adultos e idosos
19 a 59 anos
Micronutrientes
60 anos ou mais
Percentis
Recomendação
nutricional
10
50
90
Prevalência
de inadequação (%)
Percentis
Recomendação
nutricional
10
50
90
Prevalência
de inadequação (%)
Masculino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
Sódio (mg)
Potássio (mg)
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
Tiamina (mg)
Riboflavina (mg)
Niacina (mg) (4)
Piridoxina (mg)
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mg) (6)
800,0
251,7
499,4
911,7
330 (19 a 30 anos)
350 (31 a 59 anos)
(1) 2,3
580,0
6 (•19 anos)
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
9,4
45,0
625,0
1,0
1,1
12,0
1,1 (19 a 50 anos)
1,4 (51 a 59 anos)
2,0
10,0
12,0
75,0
320,0
161,5
158,2
1,2
633,7
7,3
2 242,1
1 568,1
0,7
7,4
50,7
134,4
0,7
0,9
17,0
0,9
0,8
2,1
1,2
2,7
9,7
246,9
266,5
262,8
3,1
1 031,1
12,6
3 528,2
2 581,0
1,2
12,3
90,6
361,6
1,2
1,6
28,3
1,6
1,5
4,6
2,7
4,6
71,7
446,5
413,6
407,6
7,9
1 607,8
19,7
5 208,7
3 910,3
2,1
19,5
152,6
836,6
2,0
2,7
44,3
2,5
2,3
9,0
5,3
7,2
315,9
725,0
83,8 800 (60 a 70 anos)
1 000 (> 70 anos)
72,6
79,3
350,0
(1) 2,3
6,7
580,0
5,3
88,7
(2) 2 300
(1) 4 700
12,5
0,7
24,4
9,4
6,3
45,0
79,1
625,0
31,2
1,0
17,7
1,1
2,0
12,0
18,2
45,2
1,4
8,9
2,0
99,6
10,0
99,9
12,0
51,4
75,0
22,6
320,0
239,1
241,3
479,0
480,3
879,5
878,9
85,9
94,3
143,8
1,1
561,8
240,9
2,8
923,6
379,5
7,3
1 458,3
85,4
11,5
1 944,3
1 451,6
0,6
6,3
43,6
129,8
0,6
0,9
14,6
3 125,1
2 421,1
1,0
10,6
79,1
349,8
1,1
1,5
24,7
4 702,3
3 715,2
1,8
17,1
135,5
818,4
1,8
2,5
39,5
80,4
20,1
38,4
11,2
80,6
44,4
23,4
4,4
0,8
1,8
1,2
2,3
9,1
207,9
1,4
4,1
2,6
4,1
68,0
388,8
2,3
8,2
5,2
6,5
306,5
648,6
50,1
12,5
99,6
100,0
53,0
33,2
1 000,0
234,5
456,4
822,2
95,8
265,0
(1) 1,8
580,0
122,6
0,9
493,1
196,7
2,4
788,3
302,6
6,4
1 215,9
80,9
19,7
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
6,8
45,0
500,0
0,9
0,9
11,0
1 637,4
1 262,5
0,5
5,1
36,5
149,0
0,6
0,8
12,6
2 546,6
2 027,2
0,8
8,4
63,6
370,3
0,9
1,3
20,3
3 750,5
3 034,3
1,5
13,3
104,7
819,6
1,5
2,1
31,2
62,2
35,0
31,4
20,7
68,0
47,2
15,0
5,2
1,3
2,0
10,0
12,0
60,0
320,0
0,7
1,6
1,4
2,0
13,8
189,9
1,2
3,4
3,0
3,4
80,3
331,4
1,9
6,5
5,7
5,3
310,4
526,7
58,2
17,0
99,4
100,0
40,6
46,5
Feminino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
Sódio (mg)
Potássio (mg)
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
Tiamina (mg)
Riboflavina (mg)
Niacina (mg) (4)
Piridoxina (mg)
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mg) (6)
800 (19 a 50 anos)
1 000 (51 a 59
255 (19 a 30 anos)
265 (31 a 59 anos)
(1) 1,8
580,0
8,1 (19 a 50 anos)
5 (> 50 anos)
(2) 2300
(1) 4700
0,7
6,8
45,0
500,0
0,9
0,9
11,0
1,1 (19 a 50 anos)
1,3 (51 a 59 anos)
2,0
10,0
12,0
60,0
320,0
221,8
227,5
130,3
127,0
0,9
520,9
5,9
5,1
1 764,2
1 297,5
0,5
5,8
41,4
141,9
0,6
0,9
14,0
0,8
0,8
1,8
1,4
2,1
13,2
210,3
436,0
441,9
208,3
203,2
2,5
829,0
9,8
8,7
2 716,9
2 074,1
0,9
9,4
71,1
356,2
1,0
1,4
22,4
1,3
1,3
3,7
3,1
3,6
78,1
360,3
785,8
795,5
317,7
309,9
6,7
1 273,9
15,0
13,6
3 971,2
3 094,5
1,7
14,6
115,8
785,5
1,6
2,2
33,9
2,0
1,9
7,0
5,9
5,6
299,5
565,3
90,7
96,6
72,5
78,6
15,9
31,2
10,4
69,7
25,9
21,6
13,7
70,1
37,5
11,6
2,9
32,1
54,5
13,1
99,2
100,0
41,5
38,1
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Nota: Os dados apresentados nas colunas de Recomendação nutricional têm como base o Requerimento médio estimado (EAR), exceto nos casos
apontados com as chamadas (1) e (2).
(1) Ingestão adequada - AI. (2) Nível máximo de ingestão tolerável - UL. (3) Equivalente de atividade de retinol. (4) Equivalente de niacina. (5) Total de
alpha-tocopherol. (6) Equivalente dietético de folato.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 2.9 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90, com indicação da recomendação
nutricional do consumo de micronutrientes para adolescentes de 10 a 13 e de
14 a 18 anos de idade em área urbana, por sexo - Brasil - período 2008-2009
Consumo de micronutrientes para adolescentes
10 a 13 anos
Micronutrientes
Recomendação nutricional
14 a 18 anos
PrevalênRecomencia de inadação nudequação
tricional
(%)
Percentis
10
50
90
Prevalência de inadequação
(%)
Percentis
10
50
90
Masculino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
1 100,0
255,2
504,3
921,9
95,4
1 100,0
270,8
528,5
966,9
94,3
200,0
135,6
226,8
356,3
37,0
340,0
155,5
254,6
396,4
54,4
(1) 1,9
1,0
2,4
6,0
-
(1) 2,2
1,1
2,8
6,8
-
1 055,0
557,4
913,7
1 435,7
65,5
1 055,0
632,5
1 021,4
1 597,2
53,6
Ferro (mg)
5,9
6,5
11,3
17,8
7,0
7,7
7,9
13,3
20,4
7,9
Sódio (mg)
(2) 2 200
1 931,8
3 079,8
4 590,8
82,9
(2) 2 300
2 291,6
3 548,1
5 210,4
89,8
Potássio (mg)
(1) 4 500
1 332,2
2 243,2
3 455,9
-
(1) 4 700
1 507,7
2 472,2
3 767,1
-
0,5
0,6
1,1
1,8
5,8
0,7
0,7
1,2
2,0
10,7
17,5
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
7,0
6,2
10,4
16,4
15,9
8,5
7,4
12,1
18,9
35,0
41,7
73,5
122,8
4,9
45,0
47,6
82,5
137,0
8,0
445,0
138,9
360,6
817,5
62,3
630,0
135,7
351,0
804,1
81,3
Tiamina (mg)
0,7
0,7
1,2
1,9
9,9
1,0
0,8
1,3
2,1
25,7
Riboflavina (mg)
0,8
0,9
1,6
2,6
4,8
1,1
1,0
1,7
2,8
13,5
Niacina (mg) (4)
9,0
13,6
23,1
37,0
1,5
12,0
15,7
26,1
41,4
2,9
Piridoxina (mg)
0,8
0,8
1,4
2,2
9,4
1,1
0,9
1,6
2,4
19,2
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
1,5
1,7
3,7
7,4
6,5
2,0
2,0
4,3
8,3
9,6
10,0
1,4
3,0
5,8
99,4
10,0
1,5
3,2
6,0
99,3
9,0
2,2
3,9
6,2
99,3
12,0
2,6
4,4
6,9
99,9
Vitamina C (mg)
39,0
11,0
73,5
307,2
31,9
63,0
8,0
58,1
258,6
52,6
Folato (mcg) (6)
250,0
235,4
418,4
674,7
12,2
330,0
273,0
470,5
748,3
19,4
Feminino
1 100,0
257,0
490,8
867,6
96,9
1 100,0
254,7
487,5
867,4
96,8
Magnésio (mg)
200,0
135,1
211,3
317,3
43,4
300,0
135,3
211,7
319,1
86,1
Manganês (mg)
(1) 1,6
0,9
2,3
5,8
-
(1) 1,6
0,9
2,3
5,8
-
1 055,0
572,2
892,3
1 346,8
69,1
1 055,0
565,4
883,0
1 339,5
70,4
Cálcio (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
5,7
6,5
10,4
15,6
9,7
7,9
6,7
10,7
16,0
21,7
Sódio (mg)
(2) 2 200
1 888,6
2 850,8
4 101,3
79,7
(2) 2 300
1 852,3
2 804,4
4 056,7
73,4
Potássio (mg)
(1) 4 500
1 316,8
2 075,2
3 060,6
-
(1) 4 700
1 334,8
2 099,8
3 103,9
-
0,5
0,6
1,0
1,8
7,3
0,7
0,6
1,0
1,8
18,3
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
7,0
6,2
9,8
14,9
17,1
7,3
6,2
9,8
15,0
19,8
35,0
44,1
72,4
113,4
3,5
45,0
44,0
72,3
113,8
11,0
420,0
147,6
353,5
761,8
60,7
485,0
142,1
342,4
746,3
71,0
Tiamina (mg)
0,7
0,7
1,1
1,7
9,0
0,9
0,7
1,6
1,8
23,9
Riboflavina (mg)
0,8
1,0
1,5
2,4
3,4
0,9
1,0
1,6
2,4
5,8
Niacina (mg) (4)
9,0
14,7
22,8
33,9
0,5
11,0
14,4
22,4
33,5
2,2
Piridoxina (mg)
0,8
0,9
1,4
2,0
6,9
1,0
0,9
1,4
2,0
18,4
Cobalamina (mcg)
1,5
2,1
4,0
7,2
3,1
2,0
2,0
3,9
7,1
9,3
10,0
1,5
3,0
5,6
99,6
10,0
1,4
2,9
5,4
99,7
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mcg) (6)
9,0
2,2
3,5
5,4
99,9
12,0
2,3
3,7
5,6
100,0
39,0
250,0
12,3
239,7
69,4
390,7
260,9
593,6
32,0
12,0
56,0
330,0
13,8
248,0
75,5
402,5
282,4
611,6
40,2
29,3
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Nota: Os dados apresentados nas colunas de Recomendação nutricional têm como base o Requerimento médio estimado (EAR), exceto nos casos
apontados com as chamadas (1) e (2).
(1) Ingestão adequada - AI. (2) Nível máximo de ingestão tolerável - UL. (3) Equivalente de atividade de retinol. (4) Equivalente de niacina. (5) Total de
alpha-tocopherol. (6) Equivalente dietético de folato.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 2.10 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90, com indicação da recomendação
nutricional do consumo de micronutrientes para adolescentes de 10 a 13 e de
14 a 18 anos de idade em área rural, por sexo - Brasil - período 2008-2009
Consumo de micronutrientes para adolescentes
10 a 13 anos
Micronutrientes
Recomendação nutricional
14 a 18 anos
PrevalênRecomencia de inadação nudequação
tricional
(%)
Percentis
10
50
90
Prevalência de inadequação
(%)
Percentis
10
50
90
Masculino
Cálcio (mg)
1 100,0
193,1
403,7
753,6
98,5
1 100,0
226,9
460,9
839,9
97,3
Magnésio (mg)
200,0
135,2
240,0
387,6
33,2
340,0
159,0
273,9
431,7
46,6
Manganês (mg)
(1) 1,9
0,7
2,3
7,0
-
(1) 2,2
0,9
2,8
8,5
-
1 055,0
524,2
892,8
1 438,8
66,8
1 055,0
604,3
1 011,4
1 603,3
54,5
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
5,9
5,3
10,3
17,6
13,8
7,7
6,4
12,0
19,9
22,8
Sódio (mg)
(2) 2 200
1 699,9
2 939,1
4 642,9
76,0
(2) 2 300
2 071,3
3 453,0
5 304,0
84,7
Potássio (mg)
(1) 4 500
1 278,3
2 272,5
3 597,2
-
(1) 4 700
1 488,3
2 555,5
3 945,4
-
0,5
0,5
0,9
1,8
15,6
0,7
0,5
1,1
2,1
20,5
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
7,0
5,1
9,6
16,8
25,8
8,5
6,1
11,1
19,1
28,0
35,0
38,2
79,5
152,5
7,7
45,0
44,9
91,5
171,9
10,1
84,4
445,0
71,5
237,6
630,0
78,8
630,0
96,8
301,5
761,4
Tiamina (mg)
0,7
0,6
1,1
1,8
19,6
1,0
0,6
1,2
2,0
35,6
Riboflavina (mg)
0,8
0,7
1,3
2,2
16,6
1,1
0,8
1,4
2,4
27,4
Niacina (mg) (4)
9,0
12,1
22,1
36,5
3,3
12,0
14,7
25,9
41,7
4,6
Piridoxina (mg)
0,8
0,6
1,2
2,0
20,9
1,1
0,7
1,4
2,3
31,1
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
1,5
1,4
3,8
8,7
11,3
2,0
1,6
4,1
9,2
16,5
10,0
0,5
1,5
3,5
99,9
10,0
0,5
1,5
3,5
99,9
9,0
2,1
4,0
6,6
98,6
12,0
2,5
4,5
7,3
99,8
Vitamina C (mg)
39,0
3,3
47,1
295,0
45,5
63,0
4,4
56,1
331,6
52,9
Folato (mcg) (6)
250,0
147,3
328,0
604,0
31,7
330,0
191,4
397,6
700,0
35,8
Feminino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
1 100,0
207,8
416,3
769,5
98,3
1 100,0
198,3
405,5
748,7
98,6
200,0
132,5
224,6
361,5
38,8
300,0
128,2
220,5
354,4
79,2
(1) 1,6
0,6
2,1
7,5
-
(1) 1,6
0,7
2,6
9,0
-
1 055,0
500,5
845,0
1 384,4
71,8
1 055,0
489,2
836,4
1 366,2
72,3
Ferro (mg)
5,7
5,2
9,7
16,2
13,2
7,9
5,4
10,0
16,6
28,0
Sódio (mg)
(2) 2 200
1 688,5
2 749,0
4 233,9
72,8
(2) 2 300
1 708,7
2 803,7
4 293,0
71,0
Potássio (mg)
(1) 4 500
1 248,8
2 118,5
3 334,2
-
(1) 4 700
1 215,7
2 093,7
3 289,9
-
0,5
0,4
0,9
1,7
18,4
0,7
0,5
0,9
1,8
30,5
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
7,0
4,9
8,9
15,6
29,6
7,3
5,1
9,4
16,2
28,9
35,0
37,9
77,2
147,4
7,6
45,0
38,6
79,6
150,7
15,1
79,8
420,0
95,6
274,0
664,0
72,7
485,0
90,9
268,6
648,9
Tiamina (mg)
0,7
0,6
1,0
1,7
20,9
0,9
0,6
1,0
1,7
41,5
Riboflavina (mg)
0,8
0,7
1,2
2,0
15,4
0,9
0,7
1,2
2,0
22,5
Niacina (mg) (4)
9,0
12,0
21,4
35,4
3,1
11,0
12,0
21,6
35,5
7,4
Piridoxina (mg)
0,8
0,6
1,1
1,9
20,6
1,0
0,6
1,1
1,8
38,5
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mcg) (6)
1,5
1,4
3,6
7,8
11,0
2,0
1,5
3,7
8,0
18,5
10,0
0,8
2,1
5,0
99,2
10,0
0,7
1,9
4,6
99,4
9,0
2,0
3,7
6,2
99,1
12,0
2,0
3,8
6,4
99,9
39,0
250,0
6,9
162,2
64,8
320,4
338,8
555,2
37,2
30,8
56,0
330,0
5,0
157,9
54,8
317,9
294,7
549,5
50,7
53,1
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Nota: Os dados apresentados nas colunas de Recomendação nutricional têm como base o Requerimento médio estimado (EAR), exceto nos casos
apontados com as chamadas (1) e (2).
(1) Ingestão adequada - AI. (2) Nível máximo de ingestão tolerável - UL. (3) Equivalente de atividade de retinol. (4) Equivalente de niacina. (5) Total de
alpha-tocopherol. (6) Equivalente dietético de folato.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 2.11 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90, com indicação da recomendação
nutricional do consumo de micronutrientes para adultos e idosos de 19 a 59 e de
60 anos ou mais de idade em área urbana, por sexo - Brasil - período 2008-2009
Consumo de micronutrientes para adultos e idosos
60 anos ou mais
19 a 59 anos
Micronutrientes
Percentis
Recomendação
nutricional
10
50
90
Prevalência
de inadequação (%)
Percentis
Recomendação
nutricional
10
50
90
Prevalência
de inadequação (%)
Masculino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
Sódio (mg)
Potássio (mg)
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
Tiamina (mg)
Riboflavina (mg)
Niacina (mg) (4)
Piridoxina (mg)
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mg) (6)
800,0
254,8
503,0
918,1
330 (19 a 30 anos)
350 (31 a 59 anos)
(1) 2,3
580,0
6 (• 19 anos)
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
9,4
45,0
625,0
1,0
1,1
12,0
1,1 (19 a 50 anos)
1,4 (51 a 59 anos)
2,0
10,0
12,0
75,0
320,0
160,2
156,6
1,2
631,6
7,5
2 257,8
1 556,9
0,7
7,5
51,0
144,9
0,7
1,0
17,1
1,0
0,9
2,2
1,3
2,6
11,2
261,0
261,7
256,4
3,1
1 023,2
12,6
3 513,7
2 546,8
1,2
12,3
88,1
373,2
1,2
1,6
28,2
1,6
1,5
4,5
2,8
4,5
74,4
455,0
403,4
396,2
7,5
1 591,1
19,5
5 142,0
3 843,5
2,0
19,1
144,6
840,2
2,0
2,7
44,2
2,5
2,4
8,7
5,4
7,0
308,9
723,3
83,5 800 (60 a 70 anos)
1 000 (> 70 anos)
74,8
81,6
350,0
(1) 2,3
6,8
580,0
5,1
89,1
(2) 2 300
(1) 4 700
11,2
0,7
23,5
9,4
6,0
45,0
78,6
625,0
30,2
1,0
16,0
1,1
1,8
12,0
15,9
43,9
1,4
8,1
2,0
99,6
10,0
99,9
12,0
50,2
75,0
20,0
320,0
241,0
236,7
477,6
473,0
872,5
862,0
86,3
94,7
141,5
1,1
553,3
235,4
2,7
907,6
366,0
6,6
1 418,1
87,4
12,0
1 948,1
1 434,8
0,6
6,2
43,2
135,5
0,6
0,9
14,5
3 101,5
2 382,8
1,0
10,4
76,0
353,1
1,1
1,5
24,4
4 594,4
3 616,7
1,7
16,3
125,6
793,6
1,7
2,4
38,6
80,3
20,4
40,0
11,5
81,1
45,1
22,6
4,4
0,8
1,8
1,3
2,3
10,7
217,7
1,4
4,0
2,7
4,0
72,5
392,5
2,2
7,7
5,2
6,4
298,2
635,2
48,5
12,2
99,7
100,0
51,1
31,9
1 000,0
236,4
455,6
813,6
96,2
265,0
(1) 1,8
580,0
123,9
0,9
500,3
195,3
2,4
787,5
295,6
6,0
1 200,7
82,4
19,1
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
6,8
45,0
500,0
0,9
0,9
11,0
1 671,6
1 278,3
0,5
5,2
37,7
163,1
0,6
0,9
12,9
2 560,5
2 021,7
0,8
8,3
62,9
384,9
0,9
1,3
20,3
3 731,9
2 995,4
1,5
12,9
99,9
823,2
1,4
2,1
30,5
63,2
33,8
28,6
19,7
66,5
46,9
13,1
4,5
1,3
2,0
10,0
12,0
60,0
320,0
0,8
1,7
1,3
2,1
15,2
200,4
1,2
3,4
2,7
3,4
80,9
335,7
1,8
6,2
5,0
5,2
295,9
521,3
56,7
15,1
99,8
100,0
39,9
45,0
Feminino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
Sódio (mg)
Potássio (mg)
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
Tiamina (mg)
Riboflavina (mg)
Niacina (mg) (4)
Piridoxina (mg)
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mg) (6)
800 (19 a 50 anos)
1 000 (51 a 59
255 (19 a 30 anos)
265 (31 a 59 anos)
(1) 1,8
580,0
8,1 (19 a 50 anos)
5 (> 50 anos)
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
6,8
45,0
500,0
0,9
0,9
11,0
1,1 (19 a 50 anos)
1,3 (51 a 59 anos)
2,0
10,0
12,0
60,0
320,0
227,9
237,2
130,6
127,6
1,0
527,7
6,0
5,1
1 786,1
1 309,4
0,5
5,9
42,3
153,8
0,6
0,9
14,4
0,8
0,8
1,9
1,3
2,2
14,8
222,9
443,2
457,5
205,3
201,3
2,5
830,1
9,7
8,4
2 721,1
2 069,7
0,9
9,4
70,0
368,1
1,0
1,4
22,5
1,3
1,3
3,7
2,7
3,6
80,3
368,4
794,0
817,1
309,1
304,1
6,4
1 262,5
14,7
13,0
3 943,5
3 060,4
1,6
14,5
110,2
793,3
1,6
2,2
33,5
2,0
1,9
6,8
5,0
5,5
295,2
565,6
90,3
96,1
74,6
80,0
15,3
32,7
11,1
70,3
24,4
17,8
12,9
68,9
35,6
9,4
2,3
29,3
51,4
11,2
99,8
100,0
40,1
35,1
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Nota: Os dados apresentados nas colunas de Recomendação nutricional têm como base o Requerimento médio estimado (EAR), exceto nos casos
apontados com as chamadas (1) e (2).
(1) Ingestão adequada - AI. (2) Nível máximo de ingestão tolerável - UL. (3) Equivalente de atividade de retinol. (4) Equivalente de niacina. (5) Total de
alpha-tocopherol. (6) Equivalente dietético de folato.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 2.12 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90, com indicação da recomendação
nutricional do consumo de micronutrientes para adultos e idosos de 19 a 59 e de
60 anos ou mais de idade em área rural, por sexo - Brasil - período 2008-2009
Consumo de micronutrientes para adultos e idosos
19 a 59 anos
Micronutrientes
60 anos ou mais
Percentis
Recomendação
nutricional
10
50
90
Prevalência
de inadequação (%)
Percentis
Recomendação
nutricional
10
50
90
Prevalência
de inadequação (%)
Masculino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
Sódio (mg)
Potássio (mg)
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
Tiamina (mg)
Riboflavina (mg)
Niacina (mg) (4)
Piridoxina (mg)
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mg) (6)
800,0
239,4
482,9
881,3
330 (19 a 30 anos)
350 (31 a 59 anos)
(1) 2,3
580,0
6 (• 19 anos)
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
9,4
45,0
625,0
1,0
1,1
12,0
1,1 (19 a 50 anos)
1,4 (51 a 59 anos)
2,0
10,0
12,0
75,0
320,0
174,0
172,2
1,0
641,6
6,9
2 175,5
1 637,7
0,6
6,8
50,9
98,0
0,6
0,8
16,4
0,8
0,7
1,8
0,6
2,7
4,6
193,9
293,2
293,3
3,2
1 068,4
12,7
3 601,8
2 759,4
1,1
12,3
102,5
305,3
1,2
1,5
28,3
1,4
1,4
4,7
1,5
4,9
58,3
402,3
459,5
460,6
10,1
1 695,5
20,9
5 530,3
4 227,2
2,3
21,1
191,8
779,4
2,0
2,5
45,3
2,3
2,3
10,4
3,7
7,9
349,1
711,8
85,6 800 (60 a 70 anos)
1 000 (> 70 anos)
62,4
68,4
350,0
(1) 2,3
6,4
580,0
7,0
87,5
(2) 2 300
(1) 4 700
17,8
0,7
27,7
9,4
6,8
45,0
83,1
625,0
36,3
1,0
25,4
1,1
2,8
12,0
28,2
52,3
1,4
12,2
2,0
99,9
10,0
99,6
12,0
56,3
75,0
33,1
320,0
229,4
262,8
469,1
518,2
850,7
929,2
87,4
92,8
150,1
1,0
580,7
261,6
3,2
977,9
417,0
9,8
1 562,3
78,2
10,0
1 876,4
1 477,9
0,5
6,2
44,2
110,1
0,6
0,8
14,6
3 188,0
2 545,7
1,1
11,4
90,5
335,4
1,1
1,5
25,7
4 975,5
3 948,5
2,1
19,6
171,1
839,2
1,9
2,5
41,6
79,2
20,8
33,7
10,6
80,1
41,5
25,7
4,7
0,7
1,7
0,5
2,3
4,0
173,9
1,3
4,4
1,5
4,3
53,4
371,1
2,2
9,8
3,6
7,0
324,4
666,0
55,9
13,8
99,9
99,9
58,6
39,1
1 000,0
222,6
445,8
815,3
96,2
265,0
(1) 1,8
580,0
118,2
0,6
466,7
204,9
2,2
798,9
332,9
7,7
1 312,7
74,7
22,2
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
6,8
45,0
500,0
0,9
0,9
11,0
1 491,2
1 207,5
0,4
4,8
32,8
103,7
0,5
0,7
11,3
2 490,7
2 076,4
0,8
8,8
68,7
296,9
0,9
1,2
20,5
3 881,5
3 273,7
1,6
15,3
132,6
708,3
1,6
2,0
34,1
58,2
39,5
29,5
23,0
77,2
48,7
22,3
9,0
1,3
2,0
10,0
12,0
60,0
320,0
0,6
1,4
0,8
1,7
8,3
153,6
1,1
3,5
2,1
3,3
75,6
310,2
1,8
7,6
5,0
5,7
379,5
540,1
66,1
22,1
99,1
100,0
43,9
52,7
Feminino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
Sódio (mg)
Potássio (mg)
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
Tiamina (mg)
Riboflavina (mg)
Niacina (mg) (4)
Piridoxina (mg)
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mg) (6)
800 (19 a 50 anos)
1 000 (51 a 59
255 (19 a 30 anos)
265 (31 a 59 anos)
(1) 1,8
580,0
8,1 (19 a 50 anos)
5 (> 50 anos)
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
6,8
45,0
500,0
0,9
0,9
11,0
1,1 (19 a 50 anos)
1,3 (51 a 59 anos)
2,0
10,0
12,0
60,0
320,0
194,9
175,5
132,3
124,7
0,7
482,8
5,0
4,6
1 640,8
1 232,1
0,4
5,0
37,9
99,3
0,5
0,7
12,3
0,6
0,6
1,4
0,7
2,0
6,5
156,2
394,1
365,5
225,4
213,5
2,5
821,1
9,4
8,7
2 692,8
2 103,7
0,9
9,1
77,6
284,8
0,9
1,2
21,9
1,1
1,1
3,5
1,9
3,7
63,2
312,9
728,7
681,4
359,6
343,7
8,6
1 337,8
15,7
14,9
4 130,8
3 291,6
1,7
15,7
146,6
676,7
1,6
2,0
35,9
1,8
1,7
7,6
4,6
6,2
324,5
540,2
93,2
98,4
62,9
71,1
19,6
36,3
14,1
66,7
34,1
25,9
16,1
79,0
46,5
23,0
6,6
46,4
69,7
20,7
99,4
100,0
48,6
52,0
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Nota: Os dados apresentados nas colunas de Recomendação nutricional têm como base o Requerimento médio estimado (EAR), exceto nos casos
apontados com as chamadas (1) e (2).
(1) Ingestão adequada - AI. (2) Nível máximo de ingestão tolerável - UL. (3) Equivalente de atividade de retinol. (4) Equivalente de niacina. (5) Total de
alpha-tocopherol. (6) Equivalente dietético de folato.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 2.13 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90, com indicação da recomendação
nutricional do consumo de micronutrientes para adolescentes de 10 a 13 e de
14 a 18 anos de idade, por sexo - Região Norte - período 2008-2009
Consumo de micronutrientes para adolescentes
10 a 13 anos
Micronutrientes
Recomendação nutricional
14 a 18 anos
PrevalênRecomencia de inadação nudequação
tricional
(%)
Percentis
10
50
90
Prevalência de inadequação
(%)
Percentis
10
50
90
Masculino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
1 100,0
226,7
453,0
819,5
97,6
1 100,0
233,1
465,8
850,8
97,0
200,0
138,8
249,9
418,7
30,6
340,0
166,9
294,9
490,4
63,3
(1) 1,9
0,7
1,8
4,3
-
(1) 2,2
0,9
2,2
5,4
-
1 055,0
585,4
1 035,2
1 728,0
51,9
1 055,0
657,4
1 153,0
1 927,9
41,5
Ferro (mg)
5,9
5,6
10,5
17,5
12,0
7,7
6,5
11,9
19,8
16,8
Sódio (mg)
(2) 2 200
1 678,6
2 979,2
4 703,2
76,6
(2) 2 300
2 042,9
3 488,0
5 406,4
84,6
Potássio (mg)
(1) 4 500
1 338,2
2 295,5
3 615,5
-
(1) 4 700
1 591,8
2 664,2
4 146,9
-
0,5
0,5
0,9
1,7
14,3
0,7
0,5
1,0
2,0
20,3
25,2
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
7,0
5,6
10,4
17,4
19,5
8,5
6,3
11,5
19,2
35,0
47,1
105,8
211,3
4,4
45,0
52,3
116,2
232,9
6,7
445,0
101,6
324,8
853,5
65,2
630,0
101,2
326,4
874,7
79,6
Tiamina (mg)
0,7
0,6
1,2
2,1
13,2
1,0
0,7
1,3
2,3
27,4
Riboflavina (mg)
0,8
0,8
1,5
2,5
9,0
1,1
0,9
1,6
2,7
21,7
Niacina (mg) (4)
9,0
14,3
26,3
43,7
1,7
12,0
16,0
28,9
48,0
3,6
Piridoxina (mg)
0,8
0,8
1,4
2,3
10,4
1,1
0,9
1,6
2,6
17,5
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
1,5
2,4
6,0
13,0
3,1
2,0
2,4
6,1
13,6
6,3
10,0
0,9
2,2
4,7
99,7
10,0
0,9
2,2
4,7
99,6
9,0
2,1
3,9
6,6
98,5
12,0
2,5
4,7
7,6
99,6
Vitamina C (mg)
39,0
4,1
66,2
474,7
38,7
63,0
4,3
69,1
511,5
48,0
Folato (mcg) (6)
250,0
148,3
325,1
598,4
32,0
330,0
188,0
391,6
703,6
37,0
Feminino
1 100,0
218,3
427,9
765,6
97,6
1 100,0
222,3
433,9
782,8
98,1
Magnésio (mg)
200,0
131,1
227,2
374,6
38,1
300,0
139,5
240,1
397,3
70,6
Manganês (mg)
(1) 1,6
0,8
1,8
4,1
-
(1) 1,6
0,7
1,7
4,0
-
1 055,0
553,5
936,9
1 512,9
62,1
1 055,0
599,6
1 006,2
1 628,5
54,7
Cálcio (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
5,7
5,4
9,2
14,4
12,0
7,9
5,9
9,9
15,4
25,6
Sódio (mg)
(2) 2 200
1 803,1
2 811,0
4 086,0
77,1
(2) 2 300
1 856,2
2 877,0
4 194,2
75,2
Potássio (mg)
(1) 4 500
1 265,9
2 084,7
3 211,7
-
(1) 4 700
1 360,2
2 215,1
3 411,9
-
0,5
0,5
0,8
1,5
16,0
0,7
0,5
0,9
1,6
29,2
22,2
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
7,0
5,5
9,0
14,0
25,2
7,3
6,0
9,7
15,1
35,0
43,7
90,4
170,5
4,8
45,0
53,4
107,4
200,8
5,8
420,0
110,1
279,2
620,5
73,6
485,0
119,1
297,8
665,3
77,1
Tiamina (mg)
0,7
0,6
1,1
1,8
13,4
0,9
0,7
1,2
2,0
24,3
Riboflavina (mg)
0,8
0,8
1,4
2,2
9,3
0,9
0,8
1,4
2,2
14,3
Niacina (mg) (4)
9,0
13,4
23,7
38,7
1,9
11,0
15,5
26,8
43,4
2,3
Piridoxina (mg)
0,8
0,8
1,3
2,0
10,0
1,0
0,9
1,4
2,1
18,5
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mcg) (6)
1,5
2,2
4,6
8,9
3,1
2,0
2,5
5,2
10,1
5,1
10,0
1,2
2,7
5,5
99,1
10,0
1,1
2,5
5,2
99,3
9,0
1,9
3,4
5,5
99,6
12,0
2,2
3,9
6,3
100,0
39,0
250,0
6,7
172,4
75,7
320,1
438,2
527,6
34,6
29,3
56,0
330,0
6,9
167,3
76,8
312,1
456,0
521,1
42,2
55,0
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Nota: Os dados apresentados nas colunas de Recomendação nutricional têm como base o Requerimento médio estimado (EAR), exceto nos casos
apontados com as chamadas (1) e (2).
(1) Ingestão adequada - AI. (2) Nível máximo de ingestão tolerável - UL. (3) Equivalente de atividade de retinol. (4) Equivalente de niacina. (5) Total de
alpha-tocopherol. (6) Equivalente dietético de folato.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 2.14 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90, com indicação da recomendação
nutricional do consumo de micronutrientes para adolescentes de 10 a 13 e de
14 a 18 anos de idade, por sexo - Região Nordeste - período 2008-2009
Consumo de micronutrientes para adolescentes
10 a 13 anos
Micronutrientes
Recomendação nutricional
14 a 18 anos
PrevalênRecomencia de inadação nudequação
tricional
(%)
Percentis
10
50
90
Prevalência de inadequação
(%)
Percentis
10
50
90
Masculino
Cálcio (mg)
1 100,0
192,3
395,2
747,5
98,3
1 100,0
215,4
435,0
821,8
97,2
Magnésio (mg)
200,0
129,1
220,3
350,5
40,5
340,0
146,0
244,3
386,3
81,9
Manganês (mg)
(1) 1,9
1,2
2,1
3,6
-
(1) 2,2
1,3
2,3
4,1
-
1 055,0
524,1
846,4
1 311,3
73,4
1 055,0
591,2
942,3
1 456,4
62,8
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
5,9
5,2
9,7
16,2
15,1
7,7
6,2
11,1
18,3
19,5
Sódio (mg)
(2) 2 200
1 828,2
2 939,3
4 447,7
78,7
(2) 2 300
2 121,7
3 336,9
5 004,2
85,5
Potássio (mg)
(1) 4 500
1 159,1
2 024,9
3 201,4
-
(1) 4 700
1 323,2
2 248,2
3 517,0
-
0,5
0,5
0,9
1,6
13,1
0,7
0,6
1,0
1,9
18,8
27,9
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
7,0
5,4
9,3
15,1
24,9
8,5
6,4
10,8
17,5
35,0
41,8
72,9
121,0
4,9
45,0
48,6
83,4
137,9
7,3
445,0
90,5
301,7
813,8
68,3
630,0
104,4
336,5
904,5
78,6
Tiamina (mg)
0,7
0,6
1,1
1,8
17,7
1,0
0,7
1,2
2,0
35,8
Riboflavina (mg)
0,8
0,8
1,4
2,5
10,8
1,1
0,9
1,6
2,8
21,4
Niacina (mg) (4)
9,0
12,9
22,0
35,1
2,2
12,0
15,0
25,0
39,5
3,8
Piridoxina (mg)
0,8
0,7
1,3
2,2
18,0
1,1
0,8
1,4
2,4
29,3
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
1,5
1,5
3,7
7,8
9,4
2,0
1,7
4,1
8,6
14,0
10,0
0,8
1,7
3,5
100,0
10,0
0,8
1,8
3,8
99,9
9,0
1,9
3,4
5,6
99,6
12,0
2,2
3,8
6,2
100,0
Vitamina C (mg)
39,0
3,2
60,1
469,5
41,2
63,0
3,0
57,1
463,8
52,1
Folato (mcg) (6)
250,0
174,3
377,1
688,5
23,8
330,0
210,4
433,9
777,2
30,2
Feminino
1 100,0
191,6
404,3
776,0
97,6
1 100,0
187,0
392,2
760,7
94,2
Magnésio (mg)
200,0
126,9
208,1
321,6
45,6
300,0
126,0
205,5
319,6
86,3
Manganês (mg)
(1) 1,6
1,1
1,9
3,1
-
(1) 1,6
1,2
2,0
3,2
-
1 055,0
533,1
847,3
1 291,2
74,4
1 055,0
517,0
819,1
1 257,4
77,3
Cálcio (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
5,7
5,4
9,3
14,6
12,0
7,9
5,6
9,5
14,9
30,9
Sódio (mg)
(2) 2 200
1 798,9
2 784,1
4 090,4
76,3
(2) 2 300
1 813,7
2 789,3
4 114,0
72,1
Potássio (mg)
(1) 4 500
1 149,6
1 921,0
2 947,1
-
(1) 4 700
1 159,8
1 923,3
2 963,5
-
0,5
0,5
0,9
1,6
11,0
0,7
0,5
0,9
1,6
25,3
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
7,0
5,5
9,1
14,3
24,4
7,3
5,6
9,1
14,4
28,3
35,0
43,6
75,7
123,6
3,8
45,0
40,8
70,9
117,3
14,3
420,0
116,5
335,1
813,4
62,3
485,0
118,5
335,6
822,1
69,4
Tiamina (mg)
0,7
0,6
1,1
1,7
15,2
0,9
0,6
1,0
1,7
35,6
Riboflavina (mg)
0,8
0,8
1,5
2,4
8,0
0,9
0,9
1,5
2,4
12,1
Niacina (mg) (4)
9,0
13,6
21,9
33,0
1,2
11,0
13,0
20,9
31,9
4,6
Piridoxina (mg)
0,8
0,7
1,3
2,0
14,2
1,0
0,7
1,3
2,0
28,3
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mcg) (6)
1,5
2,0
4,1
7,9
4,2
2,0
1,8
3,8
7,5
12,7
10,0
0,9
2,1
4,3
99,8
10,0
0,9
2,0
4,3
99,8
9,0
1,9
3,2
5,1
99,9
12,0
1,9
3,3
5,2
100,0
39,0
250,0
5,2
188,2
72,0
363,9
456,4
616,5
36,4
21,9
56,0
330,0
4,7
201,5
65,5
381,2
432,7
644,1
46,3
37,5
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Nota: Os dados apresentados nas colunas de Recomendação nutricional têm como base o Requerimento médio estimado (EAR), exceto nos casos
apontados com as chamadas (1) e (2).
(1) Ingestão adequada - AI. (2) Nível máximo de ingestão tolerável - UL. (3) Equivalente de atividade de retinol. (4) Equivalente de niacina. (5) Total de
alpha-tocopherol. (6) Equivalente dietético de folato.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 2.15 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90, com indicação da recomendação
nutricional do consumo de micronutrientes para adolescentes de 10 a 13 e de
14 a 18 anos de idade, por sexo - Região Sudeste - período 2008-2009
Consumo de micronutrientes para adolescentes
10 a 13 anos
Micronutrientes
Recomendação nutricional
14 a 18 anos
PrevalênRecomencia de inadação nudequação
tricional
(%)
Percentis
10
50
90
Prevalência de inadequação
(%)
Percentis
10
50
90
Masculino
Cálcio (mg)
1 100,0
298,6
565,2
1 001,6
93,5
1 100,0
308,8
581,8
1 011,0
93,4
Magnésio (mg)
200,0
146,2
241,2
374,2
30,4
340,0
163,8
265,7
402,1
77,0
Manganês (mg)
(1) 1,9
1,4
2,6
4,8
-
(1) 2,2
1,5
2,8
5,2
-
1 055,0
571,5
936,3
1 472,3
62,8
1 055,0
652,5
1 053,7
1 617,4
50,2
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
5,9
7,2
12,2
18,7
5,0
7,7
8,9
14,3
21,1
6,3
Sódio (mg)
(2) 2 200
1 993,0
3 179,6
4 732,6
85,1
(2) 2 300
2 391,0
3 695,0
5 319,2
91,9
Potássio (mg)
(1) 4 500
1 495,6
2 452,8
3 703,5
-
(1) 4 700
1 623,3
2 618,4
3 866,2
-
0,5
0,7
1,1
1,8
2,3
0,7
0,8
1,2
1,9
5,8
14,4
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
7,0
6,6
10,6
16,3
12,9
8,5
7,8
12,4
18,5
35,0
39,6
69,7
116,9
6,3
45,0
45,4
78,7
128,6
9,6
445,0
149,5
347,3
730,2
65,8
630,0
152,7
353,2
725,2
84,7
Tiamina (mg)
0,7
0,7
1,2
1,9
8,2
1,0
0,8
1,3
2,0
24,9
Riboflavina (mg)
0,8
0,9
1,6
2,5
4,9
1,1
1,0
1,7
2,6
13,7
Niacina (mg) (4)
9,0
13,4
22,5
36,0
1,5
12,0
15,8
26,0
40,5
2,8
Piridoxina (mg)
0,8
0,8
1,4
2,2
8,7
1,1
0,9
1,5
2,3
19,8
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
1,5
1,6
3,3
6,5
9,0
2,0
2,0
4,1
7,7
10,3
10,0
1,3
2,8
5,3
99,8
10,0
1,3
2,8
5,4
99,6
9,0
2,4
4,2
6,7
98,9
12,0
2,9
4,8
7,4
99,9
Vitamina C (mg)
39,0
12,8
65,7
231,7
32,1
63,0
8,0
47,3
172,9
59,9
Folato (mcg) (6)
250,0
263,5
430,8
658,9
8,1
330,0
291,2
468,2
699,5
16,9
Feminino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
1 100,0
291,4
532,7
919,7
95,3
1 100,0
292,7
535,6
922,1
94,7
200,0
139,3
217,5
329,1
40,6
300,0
137,4
215,0
325,2
85,0
(1) 1,6
1,3
2,4
4,3
-
(1) 1,6
1,2
2,2
4,0
-
1 055,0
561,0
890,8
1 382,0
68,4
1 055,0
556,5
885,2
1 371,4
69,7
Ferro (mg)
5,7
6,9
11,1
16,7
5,0
7,9
7,0
11,2
16,8
20,8
Sódio (mg)
(2) 2 200
1 893,6
2 894,5
4 234,9
79,8
(2) 2 300
1 798,9
2 770,7
4 068,3
71,6
Potássio (mg)
(1) 4 500
1 405,4
2 180,6
3 203,1
-
(1) 4 700
1 408,8
2 187,5
3 206,3
-
0,5
0,6
1,0
1,7
4,7
0,7
0,6
1,0
1,7
14,9
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
7,0
6,6
10,0
14,7
14,0
7,3
6,5
9,9
14,6
17,5
35,0
41,1
67,9
108,0
4,9
45,0
41,6
68,8
109,0
13,7
420,0
146,8
340,9
728,4
63,1
485,0
137,9
323,4
693,0
74,9
Tiamina (mg)
0,7
0,7
1,1
1,7
10,7
0,9
0,7
1,1
1,7
25,4
Riboflavina (mg)
0,8
1,0
1,5
2,2
3,7
0,9
1,0
1,5
2,3
6,1
Niacina (mg) (4)
9,0
14,2
22,4
34,1
0,7
11,0
13,7
21,7
33,1
3,3
Piridoxina (mg)
0,8
0,8
1,3
2,0
7,9
1,0
0,9
1,3
2,0
20,4
Cobalamina (mcg)
1,5
1,7
3,6
6,8
6,3
2,0
1,8
3,7
7,0
5,7
10,0
1,3
2,6
4,8
99,9
10,0
1,2
2,6
4,7
99,9
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mcg) (6)
9,0
2,4
3,8
5,8
99,6
12,0
2,5
3,9
6,0
100,0
39,0
250,0
12,7
250,7
55,5
389,2
177,9
577,8
36,9
9,8
56,0
330,0
15,9
254,8
65,8
395,2
203,3
584,7
43,6
29,3
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Nota: Os dados apresentados nas colunas de Recomendação nutricional têm como base o Requerimento médio estimado (EAR), exceto nos casos
apontados com as chamadas (1) e (2).
(1) Ingestão adequada - AI. (2) Nível máximo de ingestão tolerável - UL. (3) Equivalente de atividade de retinol. (4) Equivalente de niacina. (5) Total de
alpha-tocopherol. (6) Equivalente dietético de folato.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 2.16 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90, com indicação da recomendação
nutricional do consumo de micronutrientes para adolescentes de 10 a 13 e de
14 a 18 anos de idade, por sexo - Região Sul - período 2008-2009
Consumo de micronutrientes para adolescentes
10 a 13 anos
Micronutrientes
Recomendação nutricional
14 a 18 anos
PrevalênRecomencia de inadação nudequação
tricional
(%)
Percentis
10
50
90
Prevalência de inadequação
(%)
Percentis
10
50
90
Masculino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
1 100,0
262,1
510,7
931,5
95,5
1 100,0
279,2
542,4
974,5
94,0
200,0
124,6
207,6
323,2
45,6
340,0
153,3
248,3
375,4
83,2
(1) 1,9
0,5
2,9
17,4
-
(1) 2,2
0,6
3,8
21,7
-
1 055,0
536,2
888,5
1 408,7
67,5
1 055,0
619,3
1 014,5
1 577,9
54,4
Ferro (mg)
5,9
6,6
11,2
17,6
6,8
7,7
8,4
13,7
20,8
8,0
Sódio (mg)
(2) 2 200
1 846,7
2 941,9
4 471,5
79,2
(2) 2 300
2 240,3
3 500,0
5 191,9
88,7
Potássio (mg)
(1) 4 500
1 240,7
2 113,7
3 333,2
-
(1) 4 700
1 493,1
2 475,5
3 792,7
-
0,5
0,5
1,1
2,2
9,8
0,7
0,6
1,3
2,5
12,8
18,9
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
7,0
5,5
10,0
17,5
21,6
8,5
7,0
12,6
21,3
35,0
41,4
74,5
126,3
5,2
45,0
49,6
87,7
145,0
6,7
445,0
141,0
348,6
774,5
64,6
630,0
128,6
324,0
717,9
85,6
18,4
Tiamina (mg)
0,7
0,7
1,2
2,0
7,4
1,0
0,9
1,4
2,2
Riboflavina (mg)
0,8
1,0
1,6
2,6
3,8
1,1
1,1
1,8
2,8
9,5
Niacina (mg) (4)
9,0
13,0
22,6
37,3
2,0
12,0
15,7
26,8
43,1
3,2
Piridoxina (mg)
0,8
0,8
1,3
2,1
9,6
1,1
1,0
1,6
2,5
14,1
Cobalamina (mcg)
1,5
1,7
3,5
6,7
7,4
2,0
1,9
3,9
7,3
12,0
10,0
1,2
2,6
5,2
99,6
10,0
1,1
2,5
4,9
99,7
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
9,0
2,3
3,9
6,2
99,4
12,0
2,6
4,3
6,8
99,9
Vitamina C (mg)
39,0
14,2
57,4
171,9
34,3
63,0
17,6
68,0
194,0
46,8
Folato (mcg) (6)
250,0
253,7
422,6
663,0
9,4
330,0
314,6
510,7
778,7
12,2
Feminino
1 100,0
283,0
515,9
872,2
96,5
1 100,0
290,6
529,5
898,3
95,5
Magnésio (mg)
200,0
133,5
203,1
298,0
47,8
300,0
135,1
205,7
303,0
89,4
Manganês (mg)
(1) 1,6
0,4
2,9
19,9
-
(1) 1,6
0,5
3,8
26,4
-
1 055,0
580,4
886,6
1 317,2
70,6
1 055,0
583,4
893,1
1 334,0
69,9
Cálcio (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
5,7
6,8
10,4
15,3
6,2
7,9
7,4
11,3
16,5
16,5
Sódio (mg)
(2) 2 200
1 800,5
2 736,1
3 992,7
75,2
(2) 2 300
1 890,2
2 861,2
4 185,9
75,5
Potássio (mg)
(1) 4 500
1 340,9
2 090,7
3 079,7
-
(1) 4 700
1 327,8
2 076,8
3 077,9
-
0,5
0,5
1,1
2,3
12,2
0,7
0,5
1,1
2,4
20,4
22,0
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
7,0
5,4
9,5
16,5
24,3
7,3
5,8
10,2
17,8
35,0
46,1
72,9
110,1
2,7
45,0
47,9
75,6
114,7
7,1
420,0
166,2
374,3
774,9
57,2
485,0
150,5
344,2
725,4
71,4
15,5
Tiamina (mg)
0,7
0,8
1,2
1,8
5,9
0,9
0,8
1,3
1,9
Riboflavina (mg)
0,8
1,0
1,6
2,4
2,7
0,9
1,0
1,6
2,5
4,4
Niacina (mg) (4)
9,0
15,6
23,7
34,9
0,4
11,0
15,5
23,6
35,0
1,1
Piridoxina (mg)
0,8
0,9
1,4
2,1
5,6
1,0
0,9
1,3
2,0
19,8
Cobalamina (mcg)
1,5
1,9
3,6
6,5
4,8
2,0
1,9
3,6
6,5
12,4
10,0
1,2
2,5
4,8
99,9
10,0
1,0
2,2
4,3
99,9
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mcg) (6)
9,0
2,2
3,6
5,5
99,9
12,0
2,3
3,7
5,7
100,0
39,0
250,0
20,4
257,1
73,4
397,4
205,4
588,3
25,3
8,7
56,0
330,0
15,9
275,2
60,9
423,1
178,7
625,5
46,5
22,5
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Nota: Os dados apresentados nas colunas de Recomendação nutricional têm como base o Requerimento médio estimado (EAR), exceto nos casos
apontados com as chamadas (1) e (2).
(1) Ingestão adequada - AI. (2) Nível máximo de ingestão tolerável - UL. (3) Equivalente de atividade de retinol. (4) Equivalente de niacina. (5) Total de
alpha-tocopherol. (6) Equivalente dietético de folato.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 2.17 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90, com indicação da recomendação
nutricional do consumo de micronutrientes para adolescentes de 10 a 13 e de
14 a 18 anos de idade, por sexo - Região Centro-Oeste - período 2008-2009
Consumo de micronutrientes para adolescentes
14 a 18 anos
10 a 13 anos
Micronutrientes
Recomendação nutricional
PrevalênRecomencia de inadação nudequação
tricional
(%)
Percentis
10
50
90
Prevalência de inadequação
(%)
Percentis
10
50
90
Masculino
Cálcio (mg)
1 100,0
239,1
461,4
844,5
97,0
1 100,0
267,8
510,0
935,5
94,8
Magnésio (mg)
200,0
128,9
220,4
356,2
40,6
340,0
152,4
255,2
409,8
77,8
Manganês (mg)
(1) 1,9
1,1
2,8
7,0
-
(1) 2,2
1,3
3,2
8,0
-
1 055,0
581,2
917,3
1 413,9
65,8
1 055,0
654,0
1 023,4
1 580,5
53,3
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
5,9
7,1
12,3
19,2
5,0
7,7
8,3
13,9
21,4
8,3
Sódio (mg)
(2) 2 200
1 992,1
3 094,5
4 544,6
84,0
(2) 2 300
2 301,8
3 500,6
5 099,2
90,0
Potássio (mg)
(1) 4 500
1 381,8
2 328,9
3 608,4
-
(1) 4 700
1 600,8
2 624,7
4 024,3
-
0,5
0,7
1,2
2,1
4,4
0,7
0,7
1,2
2,2
10,6
10,1
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
7,0
7,3
11,8
18,2
8,2
8,5
8,5
13,5
20,6
35,0
44,9
75,3
120,5
3,3
45,0
48,7
80,8
129,5
6,5
445,0
142,3
377,8
867,0
59,6
630,0
123,1
332,3
786,2
82,5
Tiamina (mg)
0,7
0,7
1,1
1,8
12,5
1,0
0,7
1,2
2,0
31,3
Riboflavina (mg)
0,8
0,9
1,5
2,4
5,6
1,1
1,0
1,6
2,6
15,4
Niacina (mg) (4)
9,0
15,5
25,5
39,8
0,7
12,0
16,0
26,2
41,1
2,4
Piridoxina (mg)
0,8
0,9
1,4
2,2
7,7
1,1
0,9
1,5
2,4
19,4
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
1,5
2,4
4,6
8,4
1,9
2,0
2,5
4,7
8,6
4,4
10,0
1,6
3,0
5,4
99,8
10,0
1,8
3,4
6,0
99,6
9,0
2,5
4,2
6,6
98,9
12,0
2,8
4,6
7,2
99,9
Vitamina C (mg)
39,0
21,4
113,6
420,8
19,9
63,0
10,8
67,5
282,2
48,0
Folato (mcg) (6)
250,0
228,3
394,8
631,5
14,1
330,0
260,4
440,4
699,6
23,3
Feminino
1 100,0
255,7
453,1
751,5
98,4
1 100,0
240,2
417,9
713,2
99,2
Magnésio (mg)
200,0
142,1
215,7
310,9
40,8
300,0
141,0
210,5
308,9
88,1
Manganês (mg)
(1) 1,6
1,0
2,5
6,0
-
(1) 1,6
1,2
2,9
7,0
-
1 055,0
602,1
879,8
1 237,2
74,9
1 055,0
584,7
842,6
1 206,0
78,6
Cálcio (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
5,7
7,2
11,1
16,0
4,3
7,9
7,3
11,1
16,3
17,9
Sódio (mg)
(2) 2 200
1 964,2
2 824,8
3 870,0
81,9
(2) 2 300
1 918,8
2 725,1
3 797,3
74,5
Potássio (mg)
(1) 4 500
1 417,2
2 173,2
3 099,8
-
(1) 4 700
1 450,7
2 178,8
3 152,6
-
0,5
0,7
1,1
1,7
2,9
0,7
0,7
1,1
1,7
9,5
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
7,0
6,8
10,6
15,5
11,0
7,3
7,1
10,8
16,0
11,6
35,0
44,1
72,5
112,1
3,3
45,0
44,0
70,8
111,8
11,2
420,0
136,0
335,3
720,0
64,2
485,0
136,0
323,3
719,9
73,0
Tiamina (mg)
0,7
0,8
1,1
1,6
5,1
0,9
0,8
1,1
1,6
24,9
Riboflavina (mg)
0,8
0,9
1,4
2,1
4,3
0,9
0,9
1,4
2,1
9,3
Niacina (mg) (4)
9,0
14,0
21,8
32,0
0,8
11,0
15,2
23,0
34,1
1,8
Piridoxina (mg)
0,8
0,9
1,3
1,8
7,0
1,0
0,9
1,3
1,9
16,4
Cobalamina (mcg)
1,5
2,6
4,4
7,0
0,6
2,0
2,5
4,1
6,7
4,0
10,0
1,0
2,1
4,2
100,0
10,0
0,9
1,9
3,8
100,0
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mcg) (6)
9,0
2,5
3,9
5,7
99,9
12,0
2,5
3,9
5,8
100,0
39,0
250,0
16,1
248,1
91,9
381,4
342,2
550,0
25,2
10,3
56,0
330,0
25,4
247,1
121,9
373,4
452,8
548,1
24,3
33,9
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Nota: Os dados apresentados nas colunas de Recomendação nutricional têm como base o Requerimento médio estimado (EAR), exceto nos casos
apontados com as chamadas (1) e (2).
(1) Ingestão adequada - AI. (2) Nível máximo de ingestão tolerável - UL. (3) Equivalente de atividade de retinol. (4) Equivalente de niacina. (5) Total de
alpha-tocopherol. (6) Equivalente dietético de folato.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 2.18 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90, com indicação da recomendação
nutricional do consumo de micronutrientes para adultos e idosos de 19 a 59 e de
60 anos ou mais de idade, por sexo - Região Norte - período 2008-2009
Consumo de micronutrientes para adultos e idosos
60 anos ou mais
19 a 59 anos
Micronutrientes
Percentis
Recomendação
nutricional
10
50
90
Prevalência
de inadequação (%)
Percentis
Recomendação
nutricional
10
50
90
Prevalência
de inadequação (%)
Masculino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
Sódio (mg)
Potássio (mg)
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
Tiamina (mg)
Riboflavina (mg)
Niacina (mg) (4)
Piridoxina (mg)
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mg) (6)
800,0
238,0
471,1
856,4
330 (19 a 30 anos)
350 (31 a 59 anos)
(1) 2,3
580,0
6 (• 19 anos)
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
9,4
45,0
625,0
1,0
1,1
12,0
1,1 (19 a 50 anos)
1,4 (51 a 59 anos)
2,0
10,0
12,0
75,0
320,0
168,3
162,8
0,9
675,3
6,7
2 087,3
1 592,4
0,6
7,0
58,1
106,9
0,7
0,9
18,0
0,9
0,9
2,9
0,9
2,5
4,4
180,5
295,7
286,0
2,3
1 175,2
12,2
3 532,1
2 652,0
1,1
12,4
126,2
337,5
1,3
1,6
31,8
1,6
1,6
7,1
2,2
4,6
69,4
377,0
488,5
474,7
5,7
1 956,2
20,1
5 449,9
4 123,7
2,0
20,5
249,3
896,2
2,2
2,7
51,9
2,6
2,5
15,3
4,8
7,6
508,1
680,8
87,1 800 (60 a 70 anos)
1 000 (> 70 anos)
60,6
69,0
350,0
(1) 2,3
5,3
580,0
7,2
85,8
(2) 2 300
(1) 4 700
20,2
0,7
26,0
9,4
4,8
45,0
78,5
625,0
30,4
1,0
20,6
1,1
1,9
12,0
17,4
37,2
1,4
3,8
2,0
99,7
10,0
99,7
12,0
51,7
75,0
37,7
320,0
230,3
199,8
458,8
407,5
824,8
750,9
88,6
97,6
148,9
0,7
620,2
265,6
1,9
1 089,6
441,9
4,6
1 809,9
74,7
7,8
1 883,5
1 461,6
0,5
5,8
54,3
85,3
0,6
0,8
16,1
3 258,8
2 469,8
0,9
10,6
119,4
281,2
1,1
1,4
29,0
5 061,9
3 849,2
1,7
17,7
234,7
754,9
1,9
2,4
47,6
79,9
31,5
39,8
5,9
84,3
44,0
29,2
3,3
0,8
2,8
0,9
2,3
2,1
138,9
1,4
6,8
2,1
4,2
43,5
309,0
2,3
14,5
4,5
7,0
345,3
574,4
50,4
4,5
99,7
99,8
61,7
52,5
1 000,0
205,4
405,9
731,3
93,9
265,0
(1) 1,8
580,0
118,6
0,6
512,5
209,1
1,5
880,0
348,3
3,5
1 432,5
81,6
15,9
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
6,8
45,0
500,0
0,9
0,9
11,0
1 631,3
1 194,8
0,4
4,9
43,4
99,8
0,5
0,7
13,2
2 602,8
1 997,1
0,7
8,2
90,6
260,3
0,9
1,2
23,5
3 834,4
3 100,6
1,2
12,9
171,5
586,3
1,5
1,9
38,5
64,7
51,9
30,7
11,2
84,4
47,6
23,3
5,0
1,3
2,0
10,0
12,0
60,0
320,0
0,7
2,3
1,2
1,7
6,6
131,3
1,2
5,0
2,7
3,2
77,2
260,6
1,8
9,6
5,5
5,3
449,1
447,1
60,6
6,5
99,3
100,0
43,8
67,7
Feminino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
Sódio (mg)
Potássio (mg)
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
Tiamina (mg)
Riboflavina (mg)
Niacina (mg) (4)
Piridoxina (mg)
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mg) (6)
800 (19 a 50 anos)
1 000 (51 a 59
255 (19 a 30 anos)
265 (31 a 59 anos)
(1) 1,8
580,0
8,1 (19 a 50 anos)
5 (> 50 anos)
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
6,8
45,0
500,0
0,9
0,9
11,0
1,1 (19 a 50 anos)
1,3 (51 a 59 anos)
2,0
10,0
12,0
60,0
320,0
212,4
183,6
129,1
124,4
0,8
546,5
5,5
4,5
1 741,2
1 266,3
0,5
5,9
46,5
121,1
0,6
0,8
14,2
0,8
0,7
2,5
1,2
1,9
6,6
162,9
420,4
373,5
226,0
217,2
1,8
929,3
9,3
7,9
2 738,5
2 091,9
0,8
9,5
95,7
304,5
1,0
1,3
24,9
1,3
1,2
5,2
2,7
3,5
76,3
307,2
760,6
681,5
374,8
360,9
4,3
1 511,0
14,7
12,7
4 014,6
3 238,7
1,5
14,8
180,7
675,8
1,7
2,2
40,7
2,0
1,9
10,0
5,6
5,7
450,0
513,2
98,6
98,7
61,8
78,7
12,6
32,4
15,3
70,0
34,3
18,2
9,1
78,1
36,5
15,4
3,6
30,9
56,1
5,3
99,1
100,0
43,9
53,7
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Nota: Os dados apresentados nas colunas de Recomendação nutricional têm como base o Requerimento médio estimado (EAR), exceto nos casos
apontados com as chamadas (1) e (2).
(1) Ingestão adequada - AI. (2) Nível máximo de ingestão tolerável - UL. (3) Equivalente de atividade de retinol. (4) Equivalente de niacina. (5) Total de
alpha-tocopherol. (6) Equivalente dietético de folato.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 2.19 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90, com indicação da recomendação
nutricional do consumo de micronutrientes para adultos e idosos de 19 a 59 e de
60 anos ou mais de idade, por sexo - Região Nordeste - período 2008-2009
Consumo de micronutrientes para adultos e idosos
19 a 59 anos
Micronutrientes
60 anos ou mais
Percentis
Recomendação
nutricional
10
50
90
Prevalência
de inadequação (%)
Percentis
Recomendação
nutricional
10
50
90
Prevalência
de inadequação (%)
Masculino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
Sódio (mg)
Potássio (mg)
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
Tiamina (mg)
Riboflavina (mg)
Niacina (mg) (4)
Piridoxina (mg)
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mg) (6)
800,0
224,5
454,3
849,8
330 (19 a 30 anos)
350 (31 a 59 anos)
(1) 2,3
580,0
6 (• 19 anos)
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
9,4
45,0
625,0
1,0
1,1
12,0
1,1 (19 a 50 anos)
1,4 (51 a 59 anos)
2,0
10,0
12,0
75,0
320,0
165,0
163,8
1,5
644,0
6,5
2 214,3
1 488,9
0,6
6,9
55,5
111,7
0,7
0,9
17,1
0,8
0,7
2,0
0,8
2,4
3,4
214,6
272,2
271,3
2,6
1 023,8
11,7
3 479,0
2 488,6
1,1
11,5
94,7
359,4
1,2
1,6
28,3
1,6
1,4
4,6
1,9
4,2
63,3
443,3
422,9
422,1
4,5
1 566,4
19,0
5 175,2
3 818,6
2,0
18,5
154,3
948,7
1,9
2,8
43,9
2,6
2,3
9,5
3,9
6,7
493,4
787,2
87,5 800 (60 a 70 anos)
1 000 (> 70 anos)
70,5
76,4
350,0
(1) 2,3
6,0
580,0
8,1
88,2
(2) 2 300
(1) 4 700
16,6
0,7
30,4
9,4
3,9
45,0
75,9
625,0
35,7
1,0
19,6
1,1
1,8
12,0
22,1
52,5
1,4
10,1
2,0
99,9
10,0
99,9
12,0
53,7
75,0
26,8
320,0
203,7
233,5
421,2
474,7
797,1
884,3
90,1
94,0
145,4
1,3
560,7
244,7
2,3
901,7
384,9
3,9
1 392,1
84,1
11,6
1 850,6
1 371,5
0,5
6,0
46,1
103,5
0,5
0,8
14,8
2 974,8
2 326,2
0,9
10,1
79,9
337,3
1,0
1,4
24,9
4 502,0
3 603,6
1,7
16,5
131,8
897,7
1,6
2,5
39,2
76,3
26,3
42,4
9,1
78,3
52,3
28,7
4,0
0,7
1,8
0,8
2,0
2,8
162,8
1,3
4,3
1,8
3,6
54,9
358,7
2,2
8,9
3,7
5,8
441,6
662,9
57,5
12,3
99,9
100,0
56,7
41,8
1 000,0
209,8
434,9
828,1
94,1
265,0
(1) 1,8
580,0
120,9
1,1
486,7
199,1
1,8
778,5
308,8
3,0
1 193,3
88,4
20,9
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
6,8
45,0
500,0
0,9
0,9
11,0
1 565,5
1 176,6
0,4
4,8
37,3
123,0
0,5
0,7
12,7
2 460,4
1 955,1
0,8
8,0
65,8
349,4
0,8
1,3
20,5
3 660,0
2 988,7
1,3
12,8
108,8
841,4
1,4
2,1
31,2
58,3
41,4
33,0
19,3
69,3
56,3
20,8
5,1
1,3
2,0
10,0
12,0
60,0
320,0
0,6
1,8
0,9
1,7
5,6
149,0
1,1
3,9
2,0
3,0
74,8
302,5
1,8
7,4
4,3
4,8
468,2
529,3
64,5
12,7
99,8
100,0
44,6
54,7
Feminino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
Sódio (mg)
Potássio (mg)
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
Tiamina (mg)
Riboflavina (mg)
Niacina (mg) (4)
Piridoxina (mg)
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mg) (6)
800 (19 a 50 anos)
1 000 (51 a 59
255 (19 a 30 anos)
265 (31 a 59 anos)
(1) 1,8
580,0
8,1 (19 a 50 anos)
5 (> 50 anos)
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
6,8
45,0
500,0
0,9
0,9
11,0
1,1 (19 a 50 anos)
1,3 (51 a 59 anos)
2,0
10,0
12,0
60,0
320,0
182,0
176,3
130,9
122,8
1,2
512,7
5,1
4,4
1 724,3
1 168,3
0,5
5,3
42,8
130,0
0,6
0,8
13,9
0,7
0,6
1,9
0,9
1,9
5,3
178,7
383,3
371,8
212,9
201,0
1,9
813,5
8,7
7,8
2 669,4
1 936,3
0,9
8,7
74,0
363,0
0,9
1,4
22,1
1,3
1,1
4,0
2,0
3,2
70,3
346,9
738,2
715,5
327,1
311,6
3,1
1 242,0
13,8
12,6
3 934,3
2 963,0
1,5
13,7
120,9
868,6
1,5
2,3
33,4
2,0
1,8
7,7
4,1
5,1
445,8
591,7
98,4
95,0
69,7
87,8
17,0
38,1
16,7
67,5
32,2
25,6
12,1
67,4
45,3
14,7
3,2
36,3
66,0
11,0
99,8
100,0
46,2
43,1
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Nota: Os dados apresentados nas colunas de Recomendação nutricional têm como base o Requerimento médio estimado (EAR), exceto nos casos
apontados com as chamadas (1) e (2).
(1) Ingestão adequada - AI. (2) Nível máximo de ingestão tolerável - UL. (3) Equivalente de atividade de retinol. (4) Equivalente de niacina. (5) Total de
alpha-tocopherol. (6) Equivalente dietético de folato.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 2.20 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90, com indicação da recomendação
nutricional do consumo de micronutrientes para adultos e idosos de 19 a 59 e de
60 anos ou mais de idade, por sexo - Região Sudeste - período 2008-2009
Consumo de micronutrientes para adultos e idosos
60 anos ou mais
19 a 59 anos
Micronutrientes
Percentis
Recomendação
nutricional
10
50
90
Prevalência
de inadequação (%)
Percentis
Recomendação
nutricional
10
50
90
Prevalência
de inadequação (%)
Masculino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
Sódio (mg)
Potássio (mg)
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
Tiamina (mg)
Riboflavina (mg)
Niacina (mg) (4)
Piridoxina (mg)
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mg) (6)
800,0
277,7
530,4
937,2
330 (19 a 30 anos)
350 (31 a 59 anos)
(1) 2,3
580,0
6 (• 19 anos)
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
9,4
45,0
625,0
1,0
1,1
12,0
1,1 (19 a 50 anos)
1,4 (51 a 59 anos)
2,0
10,0
12,0
75,0
320,0
164,4
161,0
1,6
630,8
7,9
2 299,4
1 643,5
0,7
7,7
47,9
157,2
0,7
1,0
16,7
1,0
0,9
2,0
1,0
2,9
12,4
279,6
266,5
261,5
2,9
1 022,4
13,1
3 577,4
2 645,4
1,2
12,1
82,6
362,2
1,2
1,6
27,4
1,6
1,4
4,2
2,3
4,8
64,3
452,5
405,4
398,0
5,3
1 581,2
19,7
5 194,2
3 915,5
1,9
18,2
134,9
747,1
1,9
2,5
42,7
2,4
2,3
7,9
4,6
7,4
223,1
682,3
82,0 800 (60 a 70 anos)
1 000 (> 70 anos)
73,5
80,7
350,0
(1) 2,3
6,9
580,0
3,6
90,0
(2) 2 300
(1) 4 700
7,4
0,7
23,1
9,4
7,8
45,0
83,0
625,0
30,8
1,0
16,9
1,1
2,0
12,0
16,8
46,4
1,4
9,4
2,0
99,9
10,0
99,9
12,0
55,6
75,0
17,3
320,0
260,6
259,1
503,4
500,5
881,1
888,9
85,1
94,0
147,8
1,4
569,7
242,9
2,5
930,6
373,0
4,7
1 450,3
85,8
10,7
2 009,3
1 541,9
0,6
6,4
42,8
152,9
0,7
0,9
14,6
3 193,9
2 507,6
1,0
10,4
74,4
352,3
1,1
1,5
24,3
4 711,2
3 740,4
1,6
15,9
122,6
727,6
1,7
2,4
38,2
82,4
15,9
39,1
12,1
83,8
41,9
21,2
4,2
0,9
1,8
1,0
2,6
13,3
246,3
1,4
3,7
2,3
4,4
67,1
405,7
2,2
7,1
4,5
6,8
229,7
620,5
47,4
13,6
99,9
100,0
54,1
26,8
1 000,0
253,9
474,6
822,3
97,2
265,0
(1) 1,8
580,0
125,7
1,2
500,9
198,6
2,2
804,2
301,1
4,1
1 248,3
89,8
31,5
18,4
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
6,8
45,0
500,0
0,9
0,9
11,0
1 691,0
1 342,8
0,5
5,5
36,7
164,4
0,6
0,9
12,6
2 629,3
2 103,9
0,8
8,5
61,5
378,8
1,0
1,3
20,1
3 869,4
3 089,2
1,4
12,7
98,1
792,0
1,5
2,0
30,7
65,8
99,8
31,4
25,0
21,5
67,8
43,5
12,1
5,4
1,3
2,0
10,0
12,0
60,0
320,0
0,8
1,5
1,1
2,3
19,1
221,7
1,3
3,1
2,2
3,7
76,0
350,5
1,9
6,0
4,2
5,6
226,1
523,8
54,7
21,3
100,0
100,0
40,2
39,3
Feminino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
Sódio (mg)
Potássio (mg)
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
Tiamina (mg)
Riboflavina (mg)
Niacina (mg) (4)
Piridoxina (mg)
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mg) (6)
800 (19 a 50 anos)
1 000 (51 a 59
255 (19 a 30 anos)
265 (31 a 59 anos)
(1) 1,8
580,0
8,1 (19 a 50 anos)
5 (> 50 anos)
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
6,8
45,0
500,0
0,9
0,9
11,0
1,1 (19 a 50 anos)
1,3 (51 a 59 anos)
2,0
10,0
12,0
60,0
320,0
250,8
254,4
132,0
131,1
1,3
522,3
6,3
5,4
1 807,5
1 388,5
0,6
6,2
40,7
148,3
0,7
0,9
14,1
0,8
0,8
1,7
1,1
2,4
17,9
237,9
467,7
477,1
206,9
205,5
2,3
834,9
10,2
8,9
2 783,5
2 161,5
0,9
9,5
67,4
345,1
1,0
1,4
22,3
1,3
1,3
3,4
2,3
3,8
71,9
372,4
810,4
824,8
311,4
311,0
4,2
1 289,8
15,5
13,8
4 061,5
3 156,3
1,5
13,9
106,3
725,9
1,6
2,1
33,7
1,9
2,0
6,4
4,2
5,8
215,0
551,5
98,1
97,3
73,8
87,9
15,9
34,3
8,7
72,2
22,4
16,0
15,1
73,3
35,2
9,6
2,8
30,9
48,9
16,9
100,0
100,0
42,6
32,5
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Nota: Os dados apresentados nas colunas de Recomendação nutricional têm como base o Requerimento médio estimado (EAR), exceto nos casos
apontados com as chamadas (1) e (2).
(1) Ingestão adequada - AI. (2) Nível máximo de ingestão tolerável - UL. (3) Equivalente de atividade de retinol. (4) Equivalente de niacina. (5) Total de
alpha-tocopherol. (6) Equivalente dietético de folato.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 2.21 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90, com indicação da recomendação
nutricional do consumo de micronutrientes para adultos e idosos de 19 a 59 e de
60 anos ou mais de idade, por sexo - Região Sul - período 2008-2009
Consumo de micronutrientes para adultos e idosos
19 a 59 anos
Micronutrientes
60 anos ou mais
Percentis
Recomendação
nutricional
10
50
90
Prevalência
de inadequação (%)
Percentis
Recomendação
nutricional
10
50
90
Prevalência
de inadequação (%)
Masculino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
Sódio (mg)
Potássio (mg)
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
Tiamina (mg)
Riboflavina (mg)
Niacina (mg) (4)
Piridoxina (mg)
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mg) (6)
800,0
270,7
524,2
949,6
330 (19 a 30 anos)
350 (31 a 59 anos)
(1) 2,3
580,0
6 (• 19 anos)
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
9,4
45,0
625,0
1,0
1,1
12,0
1,1 (19 a 50 anos)
1,4 (51 a 59 anos)
2,0
10,0
12,0
75,0
320,0
157,5
150,0
1,0
616,1
7,8
2 239,9
1 532,6
0,7
7,5
52,0
157,1
0,8
1,1
16,9
1,0
1,1
2,0
1,0
2,7
22,1
299,7
253,6
243,5
5,7
1 004,5
12,8
3 484,1
2 518,6
1,4
13,3
90,9
381,4
1,4
1,8
28,4
1,7
1,7
4,1
2,2
4,5
79,8
487,4
383,5
369,7
33,0
1 569,4
19,7
5 187,5
3 862,3
2,7
22,6
150,3
833,3
2,2
2,8
45,7
2,5
2,6
7,8
4,5
7,0
222,7
749,6
81,4 800 (60 a 70 anos)
1 000 (> 70 anos)
78,8
86,4
350,0
(1) 2,3
7,8
580,0
3,9
88,7
(2) 2 300
(1) 4 700
10,6
0,7
21,3
9,4
5,7
45,0
78,6
625,0
19,4
1,0
10,9
1,1
2,2
12,0
12,4
28,1
1,4
9,8
2,0
99,8
10,0
99,9
12,0
47,4
75,0
13,3
320,0
283,8
241,3
553,5
483,8
992,6
888,1
78,3
93,9
140,6
1,1
543,0
231,2
6,4
903,5
355,2
37,4
1 432,0
89,2
12,8
1 972,0
1 410,4
0,6
6,3
43,6
158,7
0,7
1,0
13,8
3 132,9
2 365,7
1,2
11,5
78,5
389,9
1,2
1,7
23,9
4 735,2
3 674,9
2,5
19,8
132,5
856,2
1,9
2,6
39,3
81,0
13,9
32,5
11,1
77,2
30,7
14,2
5,5
0,9
1,8
1,0
1,0
18,9
261,4
1,5
3,8
2,2
2,2
72,1
436,0
2,3
7,2
4,5
4,5
207,2
682,3
41,5
13,2
99,8
99,8
51,5
21,3
1 000,0
255,0
473,9
812,3
95,6
265,0
(1) 1,8
580,0
120,3
0,7
480,0
185,1
4,6
745,6
275,8
31,8
1 130,5
94,1
23,2
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
6,8
45,0
500,0
0,9
0,9
11,0
1 594,6
1 238,5
0,5
4,7
36,8
185,8
0,6
0,9
12,6
2 455,9
1 956,0
1,0
8,4
59,8
414,3
1,0
1,4
19,5
3 652,5
2 926,8
2,1
14,8
93,0
859,3
1,6
2,2
29,4
58,3
29,7
31,5
22,4
62,5
36,6
8,9
5,0
1,3
2,0
10,0
12,0
60,0
320,0
0,8
1,5
1,0
1,9
22,5
229,3
1,2
2,9
2,3
3,2
79,7
359,7
1,9
5,5
4,4
5,0
223,5
541,7
54,6
23,2
99,9
100,0
37,4
36,2
Feminino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
Sódio (mg)
Potássio (mg)
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
Tiamina (mg)
Riboflavina (mg)
Niacina (mg) (4)
Piridoxina (mg)
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mg) (6)
800 (19 a 50 anos)
1 000 (51 a 59
255 (19 a 30 anos)
265 (31 a 59 anos)
(1) 1,8
580,0
8,1 (19 a 50 anos)
5 (> 50 anos)
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
6,8
45,0
500,0
0,9
0,9
11,0
1,1 (19 a 50 anos)
1,3 (51 a 59 anos)
2,0
10,0
12,0
60,0
320,0
249,5
266,8
126,5
125,2
0,8
515,6
6,1
5,1
1 685,8
1 301,6
0,5
5,7
43,0
175,3
0,7
0,9
14,3
0,8
0,8
1,7
1,0
2,2
24,6
242,3
465,3
493,2
193,8
192,1
5,6
798,5
9,6
8,2
2 587,3
2 045,9
1,1
10,1
68,7
395,3
1,1
1,5
22,0
1,3
1,3
3,3
2,2
3,5
85,9
378,5
800,7
840,4
287,8
283,1
38,2
1 200,4
14,3
12,5
3 816,1
3 033,6
2,4
17,6
105,1
818,8
1,7
2,3
32,8
2,0
2,0
6,0
4,3
5,4
235,7
565,2
98,3
94,8
81,3
93,1
17,2
30,8
11,1
64,2
21,4
18,3
12,3
65,7
26,2
7,6
2,2
28,8
48,3
16,6
99,9
100,0
34,6
30,9
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Nota: Os dados apresentados nas colunas de Recomendação nutricional têm como base o Requerimento médio estimado (EAR), exceto nos casos
apontados com as chamadas (1) e (2).
(1) Ingestão adequada - AI. (2) Nível máximo de ingestão tolerável - UL. (3) Equivalente de atividade de retinol. (4) Equivalente de niacina. (5) Total de
alpha-tocopherol. (6) Equivalente dietético de folato.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Tabela 2.22 - Prevalência de inadequação e percentis 10, 50 e 90, com indicação da recomendação
nutricional do consumo de micronutrientes para adultos e idosos de 19 a 59 e de
60 anos ou mais de idade, por sexo - Região Centro-Oeste - período 2008-2009
Consumo de micronutrientes para adultos e idosos
60 anos ou mais
19 a 59 anos
Micronutrientes
Percentis
Recomendação
nutricional
10
50
90
Prevalência
de inadequação (%)
Percentis
Recomendação
nutricional
10
50
90
Prevalência
de inadequação (%)
Masculino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
Sódio (mg)
Potássio (mg)
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
Tiamina (mg)
Riboflavina (mg)
Niacina (mg) (4)
Piridoxina (mg)
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mg) (6)
800,0
242,0
466,1
856,1
330 (19 a 30 anos)
350 (31 a 59 anos)
(1) 2,3
580,0
6 (• 19 anos)
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
9,4
45,0
625,0
1,0
1,1
12,0
1,1 (19 a 50 anos)
1,4 (51 a 59 anos)
2,0
10,0
12,0
75,0
320,0
145,8
152,2
1,2
647,4
7,9
2 285,8
1 560,1
0,6
8,8
54,1
121,6
0,7
0,9
17,8
0,9
0,8
2,7
1,5
2,8
13,3
234,7
245,2
254,9
3,0
1 015,7
13,3
3 486,4
2 574,8
1,1
14,0
89,2
330,6
1,1
1,5
28,8
1,6
1,3
5,2
2,9
4,6
79,3
403,9
396,1
407,7
7,6
1 563,2
20,5
5 064,5
3 944,3
2,0
21,2
141,3
776,9
1,8
2,4
44,6
2,4
2,0
9,3
5,3
7,2
317,1
646,2
87,2 800 (60 a 70 anos)
1 000 (> 70 anos)
78,3
80,4
350,0
(1) 2,3
5,7
580,0
4,1
89,7
(2) 2 300
(1) 4 700
14,3
0,7
13,2
9,4
4,2
45,0
82,6
625,0
41,1
1,0
22,0
1,1
1,4
12,0
18,0
60,7
1,4
3,3
2,0
99,8
10,0
99,9
12,0
48,1
75,0
28,2
320,0
215,5
208,4
413,5
408,8
761,0
755,6
91,6
97,1
129,3
1,2
550,9
219,5
2,9
866,3
356,6
7,4
1 345,1
89,0
12,8
2 003,9
1 370,8
0,6
7,6
45,4
113,4
0,6
0,8
14,9
3 092,5
2 297,9
1,0
12,1
75,4
308,2
1,0
1,4
24,6
4 560,0
3 583,2
1,8
18,7
121,3
733,4
1,6
2,2
38,7
81,2
21,6
23,9
9,7
84,8
54,9
29,0
3,5
0,8
2,1
1,3
2,4
12,1
199,2
1,3
4,1
2,6
4,0
72,8
349,1
2,1
7,6
4,8
6,4
297,3
570,2
54,5
8,1
99,9
100,0
50,9
41,2
1 000,0
228,5
405,2
687,5
99,2
265,0
(1) 1,8
580,0
126,7
1,0
522,7
192,4
2,4
764,0
284,2
6,0
1 099,8
93,0
17,7
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
6,8
45,0
500,0
0,9
0,9
11,0
1 732,3
1 314,2
0,5
5,9
37,1
132,2
0,6
0,8
12,9
2 502,2
2 016,0
0,8
9,2
61,2
319,5
0,8
1,2
20,0
3 513,3
2 944,1
1,3
13,9
97,8
710,4
1,2
1,8
30,1
62,0
32,3
19,1
21,4
75,7
61,8
19,0
4,7
1,3
2,0
10,0
12,0
60,0
320,0
0,7
2,2
0,9
2,2
11,1
187,8
1,1
3,8
1,9
3,5
67,2
296,2
1,6
6,2
3,8
5,2
279,5
446,4
68,0
6,3
99,9
100,0
46,5
59,3
Feminino
Cálcio (mg)
Magnésio (mg)
Manganês (mg)
Fósforo (mg)
Ferro (mg)
Sódio (mg)
Potássio (mg)
Cobre (mg)
Zinco (mg)
Selênio (mcg)
Vitamina A (mcg) (3)
Tiamina (mg)
Riboflavina (mg)
Niacina (mg) (4)
Piridoxina (mg)
Cobalamina (mcg)
Vitamina D (calciferol) (mcg)
Vitamina E (mg) (5)
Vitamina C (mg)
Folato (mg) (6)
800 (19 a 50 anos)
1 000 (51 a 59
255 (19 a 30 anos)
265 (31 a 59 anos)
(1) 1,8
580,0
8,1 (19 a 50 anos)
5 (> 50 anos)
(2) 2 300
(1) 4 700
0,7
6,8
45,0
500,0
0,9
0,9
11,0
1,1 (19 a 50 anos)
1,3 (51 a 59 anos)
2,0
10,0
12,0
60,0
320,0
242,2
227,3
139,3
132,6
1,1
558,7
6,6
5,6
1 894,7
1 382,4
0,6
6,6
39,8
142,6
0,7
0,9
14,3
0,9
0,7
2,3
0,9
2,4
14,6
226,2
429,2
403,8
210,7
202,5
2,7
817,4
10,2
8,9
2 724,6
2 117,8
1,0
10,2
65,7
345,9
1,0
1,3
22,1
1,3
1,1
4,0
1,9
3,8
84,2
350,3
722,6
682,2
309,1
295,9
6,5
1 164,8
15,0
13,4
3 773,8
3 055,9
1,5
15,1
103,5
753,1
1,4
2,0
32,7
1,9
1,6
6,4
3,8
5,6
328,2
514,4
99,2
98,4
73,3
90,9
12,2
26,5
8,0
73,1
17,3
11,9
16,2
72,2
41,9
11,3
2,4
29,4
68,4
5,1
100,0
100,0
39,1
39,0
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Nota: Os dados apresentados nas colunas de Recomendação nutricional têm como base o Requerimento médio estimado (EAR), exceto nos casos
apontados com as chamadas (1) e (2).
(1) Ingestão adequada - AI. (2) Nível máximo de ingestão tolerável - UL. (3) Equivalente de atividade de retinol. (4) Equivalente de niacina. (5) Total de
alpha-tocopherol. (6) Equivalente dietético de folato.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Tabela 2.23 - Prevalência de inadequação de consumo de açúcar livre, gordura saturada
e fibras, por grupos de idade e sexo - Brasil - período 2008-2009
Nutrientes
Prevalência de inadequação de consumo de açúcar livre, gordura saturada e fibras (1),
por grupos de idade e sexo
10 a 13 anos
14 a 18 anos
19 a 59 anos
60 anos ou mais
Masculino
Açúcar livre
Gordura saturada
Fibras
80,0
83,0
78,0
74,0
80,0
77,0
67,0
82,0
71,0
50,0
80,0
60,0
83,0
90,0
86,0
67,0
87,0
75,0
53,0
84,0
61,0
Feminino
Açúcar livre
Gordura saturada
Fibras
82,0
89,0
82,0
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
(1) Acima de 10% do total de energia para açúcar livre, acima de 7% para gordura saturada e menor ou igual a 12,5 g por 1 000 kcal para fibras.
3 Consumo de alimentos e nutrientes
Nessa seção conjugou-se a análise do consumo alimentar com a ingestão de
nutrientes marcadores de qualidade da dieta e de micronutrientes de importância
para as ações de saúde pública, como ferro, ácido fólico, vitamina A e vitamina C.
Com a finalidade de avaliar quais grupos de alimentos seriam melhores
marcadores de adequação ou inadequação da dieta utilizaram-se as médias
populacionais e os valores médios acima e abaixo da média populacional calculados
para vários nutrientes, dentro de cada grupo de indivíduos que reportaram o consumo
de cada um dos alimentos selecionados. Os grupos formados a partir de cada alimento
selecionado não são exclusivos, podendo um mesmo indivíduo estar presente em
vários grupos, em função dos alimentos que reportou consumir.
Em relação ao consumo de energia, os grupos de indivíduos que reportaram
o consumo de biscoito recheado, salgadinhos industrializados, pizza, doces e
refrigerantes apresentaram as maiores médias de consumo de energia quando
comparadas com a média populacional. Por outro lado, a ingestão média de energia
dos indivíduos que reportaram o consumo de arroz integral, biscoito salgado e feijão
associou-se às menores médias de consumo energético. (Gráfico 3.1). Portanto, os
alimentos marcadores de uma dieta não saudável, ricos em açúcares e gorduras como
os fast-food, doces e refrigerantes foram os que mais se associaram aos maiores
valores de consumo energético da população.
O percentual de gordura saturada é outro marcador de qualidade da dieta sendo
que o máximo recomendado é de 7% do consumo de energia (Sposito et al., 2007). A
média percentual de consumo de gordura saturada em relação ao consumo de energia
na população total foi de aproximadamente 9%, sendo que o consumo de biscoito
recheado, salgadinhos industrializados, pizza, doces, e refrigerante se associou a
médias elevadas de contribuição percentual das gorduras saturadas para o consumo
energético total, quando comparadas à média geral da população. Em contrapartida,
o consumo de arroz integral, biscoito salgado, feijão e legumes e verduras associouse aos menores valores médio de contribuição percentual da gordura saturada para
o consumo energético total (Gráfico 3.2).
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Gráfico 3.1 - Média de ingestão de energia total, nos grupos de pessoas que
consomem os alimentos selecionados, em comparação com a média de
ingestão de energia total da população - Brasil - período 2008-2009
kcal
2 700,0
2 500,0
2 300,0
2 100,0
1 900,0
1 700,0
Biscoito recheado
Salgadinhos industrializados
Pizza
Doces
Refrigerantes
Salgados
Bolos
Sucos
Carnes processadas
Biscoito doce
Frutas
Leite e derivados
Carne bovina
Aves
Legumes e verduras
Feijão
Biscoito salgado
Arroz integral
1 500,0
Média de ingestão de energia
total da população (2 044,0 kcal)
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Gráfico 3.2 - Média de contribuição da gordura saturada para o consumo calórico
total, nos grupos de pessoas que consomem os alimentos selecionados, em
comparação com a média de contribuição da gordura saturada para o consumo
calórico total da população - Brasil - período 2008-2009
13,0
%
12,0
11,0
10,0
9,0
8,0
Biscoito recheado
Salgadinhos industrializados
Pizza
Doces
Refrigerantes
Salgados
Bolos
Sucos
Carnes processadas
Biscoito doce
Frutas
Leite e derivados
Carne de boi
Aves
Legumes e verduras
Feijão
Biscoito salgado
Arroz integral
7,0
Média de contribuição da gordura saturada para
o consumo calórico total da população (9,3%)
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
O alto consumo de alimentos com adição de açúcares pode substituir e/ou reduzir
o consumo de alimentos importantes para uma alimentação saudável. Considerando
a média populacional, o consumo de biscoito recheado, doces, pizza, salgadinhos
industrializados, suco, bolo, refrigerante, biscoito doces e salgados se relacionaram
com o consumo médio elevado de açúcar (em gramas), enquanto que o consumo
de feijão, arroz integral, aves, carne bovina, biscoito salgado e legumes e verduras
foram os alimentos cujo consumo foi relacionado às menores médias de consumo
de açúcar (em gramas) (Gráfico 3.3).
Gráfico 3.3 - Média de ingestão de açúcar, nos grupos de pessoas que consomem
os alimentos selecionados, em comparação com a média de ingestão
de açúcar da população - Brasil - período 2008-2009
g
170,0
160,0
150,0
140,0
130,0
120,0
110,0
100,0
90,0
Biscoito recheado
Doces
Pizza
Salgadinhos industrializados
Sucos
Bolos
Refrigerantes
Biscoito doce
Salgados
Frutas
Leite e derivados
Carnes processadas
Legumes e verduras
Biscoito salgado
Carne bovina
Aves
Arroz integral
Feijão
80,0
Média de ingestão de açúcar
total da população (109,0 g)
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009.
O consumo de açúcar não deve ultrapassar 10% do consumo energético
total (WHO, 2003). Ao se considerar a contribuição do açúcar para o consumo
energético total, cuja média populacional foi de 14%, observa-se que o consumo
de biscoito recheado, salgadinhos industrializados, pizza, doces, refrigerantes,
salgados, bolo e suco relacionaram-se às maiores médias de contribuição do
açúcar para o consumo energético total. Entre aqueles que referiram o consumo
de biscoito recheado, a contribuição do açúcar para o consumo de energia foi
de quase 20%. O consumo de arroz integral, biscoito salgado, feijão, legumes e
verduras e aves foi relacionado às menores médias de contribuição percentual
do açúcar para a ingestão total de energia (Gráfico 3.4).
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Gráfico 3.4 - Média de contribuição do açúcar para o consumo calórico total,
nos grupos de pessoas que consomem os alimentos selecionados, em
comparação com a média de contribuição do açúcar para o consumo
calórico total da população - Brasil - período 2008-2009
%
20,0
19,0
18,0
17,0
16,0
15,0
14,0
13,0
12,0
11,0
Biscoito recheado
Salgadinhos industrializados
Pizza
Doces
Refrigerantes
Salgados
Bolos
Sucos
Carnes processadas
Biscoito doce
Frutas
Leite e derivados
Carne bovina
Aves
Legumes e verduras
Feijão
Biscoito salgado
Arroz integral
10,0
Média de contribuição do açúcar para
o consumo calórico total da população (14,1%)
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009.
A recomendação do Ministério da Saúde para ingestão de fibras é de 12,5g
por 1 000 kcal. A ingestão reduzida de fibras reflete alimentação baseada em cereais
refinados e com quantidades diminuídas de frutas, verduras e cereais integrais. O
consumo médio de fibras da população foi de 22 gramas, sendo que o consumo de
frutas, farinha de mandioca, arroz integral, feijão e legumes e verduras foi associado
ao consumo elevado de fibras. Por outro lado, os que referiram consumo de salgados,
refrigerantes, biscoito salgado e pizza foram os que apresentaram as menores médias
de consumo de fibras (Gráfico 3.5).
O sódio é considerado um importante marcador da qualidade da alimentação.
O Ministério da Saúde recomenda que o teor desse nutriente na dieta não ultrapasse
2 300 mg para indivíduos adultos. Porém, a média populacional de ingestão de sódio
no Brasil ultrapassa 3 200 mg. O consumo pizza, carnes processadas, salgadinhos
industrializados, biscoito recheado e refrigerante foi relacionado ao consumo elevado
de sódio. Por outro lado, referir o consumo de arroz integral associou-se a um consumo
médio de sódio da ordem de 2 900 mg (Gráfico 3.6).
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Gráfico 3.5 - Média de ingestão de fibra total, nos grupos de pessoas que
consomem os alimentos selecionados, em comparação com a média de
ingestão de fibra total da população - Brasil - período 2008-2009
g
27,0
26,0
25,0
24,0
23,0
22,0
21,0
20,0
19,0
18,0
Frutas
Farinha de mandioca
Arroz integral
Feijão
Legumes e verduras
Doces
Biscoito doce
Bolos
Sucos
Carne bovina
Carnes processadas
Leite e derivados
Salgadinhos industrializados
Aves
Pizza
Biscoito salgado
Refrigerantes
Salgados
17,0
Média de ingestão de fibra
total da população (21,8 g)
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Gráfico 3.6 - Média de ingestão de sódio, nos grupos de pessoas que
consomem os alimentos selecionados, em comparação com a média de
ingestão de sódio da população - Brasil - período 2008-2009
mg
4 300,0
4 100,0
3 900,0
3 700,0
3 500,0
3 300,0
3 100,0
2 900,0
Pizza
Carnes processadas
Salgadinhos industrializados
Biscoito recheado
Refrigerantes
Legumes e verduras
Leite e derivados
Feijão
Sucos
Doces
Salgados
Aves
Carne bovina
Biscoito salgado
Frutas
Bolos
Biscoito doce
Arroz integral
2 700,0
Média de ingestão de sódio
da população (3 238,7 mg)
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Para os micronutrientes observou-se que o consumo de vísceras associou-se à
ingestão mais elevada de ferro (Gráfico 3.7), vitamina A (Gráfico 3.8) e folato (Gráfico 3.9)
como era de se esperar, dado a grande quantidade desses nutrientes na sua composição.
Contudo a prevalência de consumo de vísceras na população é muito baixa, menos de
3%. A associação entre o consumo de pizza e pão de sal associado à ingestão de folato
relaciona-se, provavelmente, à fortificação das farinhas com esse nutriente (Gráfico
3.9). O consumo de biscoito recheado foi associado ao consumo reduzido de Vitamina A
(Gráfico 3.8) e o consumo de refrigerante, pizza, biscoito recheado e carnes processadas
associou-se a médias reduzidas de ingestão de vitamina C (Gráfico 3.10).
O consumo elevado de açúcares e gorduras presentes em alimentos
caracterizados como fast-food e em doces e refrigerantes foram os que mais se
associaram à elevada ingestão de energia. Entre os grupos de alimentos estudados, o
biscoito recheado destacou-se como um dos mais importantes marcadores de consumo
não saudável, associando ao consumo reduzido de micronutrientes (Gráficos 3.7 a
3.10), e ao consumo elevado de energia total (Gráfico 3.1), energia proveniente de
gordura saturada (Gráficos 3.2) e açúcar (Gráficos 3.3). O consumo de refrigerantes,
doces, pizza e salgadinhos industrializados também se destacou como marcador de
consumo não saudável, particularmente relacionado à ingestão reduzida de fibras
(Gráfico 3.5) e elevado consumo de sódio (Gráfico 3.6). Por outro lado, o consumo
de arroz integral e feijão associou-se aos aspectos positivos do consumo alimentar
saudável para todos os itens analisados.
Gráfico 3.7 - Média de ingestão de ferro, nos grupos de pessoas que
consomem os alimentos selecionados, em comparação com a média de
ingestão de ferro da população - Brasil - período 2008-2009
mg
9,0
8,5
8,0
7,5
7,0
6,5
6,0
5,5
5,0
4,5
Víscera
Carne bovina
Feijão
Legumes e verduras
Ovo
Pão integral
Sucos
Biscoito de sal
Salgados
Pão de sal
Pizza
Biscoito doce
Arroz integral
Bolos
Refrigerantes
Aves
Salgadinhos industrializados
Frutas
Biscoito recheado
Carnes processadas
Leite e derivados
Doces
4,0
Média de ingestão de ferro
da população (6,0 mg)
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009.
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
Gráfico 3.8 - Média de ingestão de vitamina A, nos grupos de pessoas que
consomem os alimentos selecionados, em comparação com a média de
ingestão de vitamina A da população - Brasil - período 2008-2009
mcg
500,0
400,0
300,0
200,0
Víscera
Legumes e verduras
Salgadinhos industrializados
Leite e derivados
Frutas
Ovo
Pão integral
Sucos
Doces
Pão de sal
Biscoito doce
Feijão
Pizza
Bolos
Biscoito de sal
Arroz integral
Carnes processadas
Salgadinhos
Refrigerantes
Aves
Carne bovina
Biscoito recheado
100,0
Média de ingestão de vitamina A
da população (279,3 mcg)
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Gráfico 3.9 - Média de ingestão de folato, nos grupos de pessoas que
consomem os alimentos selecionados, em comparação com a média de
ingestão de folato da população - Brasil - período 2008-2009
mcg
350,0
300,0
250,0
200,0
150,0
Víscera
Pão de sal
Pizza
Legumes e verduras
Ovo
Biscoito de sal
Frutas
Feijão
Carnes processadas
Sucos
Leite e derivados
Biscoito doce
Salgados
Aves
Carne bovina
Refrigerantes
Arroz integral
Bolo
Biscoito recheado
Chips
Doces
Pão integral
100,0
Média de ingestão de folato
da população (223,0 mcg)
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Gráfico 3.10 - Média de ingestão de vitamina C, nos grupos de pessoas que
consomem os alimentos selecionados, em comparação com a média de
ingestão de vitamina C da população - Brasil - período 2008-2009
mg
200,0
150,0
100,0
Sucos
Arroz integral
Frutas
Biscoito de sal
Pão integral
Salgados
Biscoito doce
Aves
Legumes e verduras
Víscera
Leite e derivados
Doces
Ovo
Feijão
Bolos
Pão de sal
Salgadinhos industrializados
Carne bovina
Carnes processadas
Biscoito recheado
Pizza
Refrigerantes
50,0
Média de ingestão de vitamina C
da população (93,4 mg)
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares
2008-2009.
Considerações finais
Esta publicação apresenta as estimativas de consumo usual de alimentos,
energia e 32 nutrientes e as prevalências de inadequação de consumo de nutrientes
selecionados, estimadas com base nas recomendações propostas nas guias
alimentares do Ministério da Saúde e nas recomendações do Institute of Medicine
dos Estados Unidos.
Os dados de consumo alimentar foram obtidos por registro dos alimentos, bebidas
e preparações consumidas dentro e fora dos domicílios em dois dias não consecutivos,
em amostra probabilística de brasileiros com 10 ou mais anos de idade. Os dados estão
apresentados para as Grandes Regiões, segundo a situação do domicílio (urbano e
rural), e estratificados por sexo e para adolescentes, adultos e idosos.
Os resultados mostram que o consumo alimentar combina a dieta tradicional
brasileira à base de arroz e feijão - itens mais referidos na pesquisa e combinação de
boa qualidade nutricional - com alimentos de teor reduzido de nutrientes e de alto
teor calórico. Por exemplo, observa-se consumo muito aquém do recomendado para
frutas, verduras e legumes e consumo elevado de bebidas com adição de açúcar,
como sucos, refrigerantes e refrescos, os quais são particularmente referidos pelos
Análise dos resultados _____________________________________________________________________________________
adolescentes. A mediana de consumo de sucos e refrigerantes é de 122 ml diários,
sendo o consumo médio dessas bebidas entre adolescentes maior que o dobro da
média dos adultos e idosos.
Menos de 10% da população atinge as recomendações de consumo de frutas,
verduras e legumes; o consumo de leite também é muito aquém do recomendado,
o que se traduz em elevadas prevalências de inadequação de consumo de vitaminas
e cálcio.
Excessivo consumo de açúcar foi referido por 61% da população, a prevalência
de consumo excessivo de gordura saturada (maior do que 7% do consumo de
energia) foi de 82% na população, o percentual da população com consumo abaixo do
recomendado de fibras foi de 68% e mais que 70% da população consome quantidades
superiores ao valor máximo de ingestão tolerável para o sódio, confirmando os grandes
percentuais de inadequação da alimentação da população brasileira.
Um marcador positivo da dieta é a quantidade de proteínas consumidas. As
médias de consumo em todas as faixas etárias foram maiores de 15% do consumo
calórico total.
Itens alimentares considerados saudáveis como feijão, preparações à base de
feijão, milho e preparações a base de milho são mais consumidos nas faixas de menor
renda. O consumo médio de batata-doce per capita também é mais do que o dobro nas
menores renda quando comparada às maiores renda, enquanto que batata frita é mais
consumida na maior classe de renda. Por outro lado, alguns marcadores negativos da
qualidade da dieta, como consumo de doces, refrigerantes, pizzas e salgados fritos
e assados, são reduzidos na menor categoria de renda. Nas áreas rurais, as médias
de consumo per capita diário foram muito maiores para arroz, feijão, batata-doce,
mandioca, farinha de mandioca, manga, tangerina, e peixes. Em contraste, nas áreas
urbanas, destacaram-se os produtos processados e prontos para consumo como: pão,
biscoitos recheados, sanduíches, salgados, pizzas, e refrigerantes, sucos e cerveja,
caracterizando uma dieta com alto teor energético.
Entre os adolescentes destaca-se a alta frequência de consumo de biscoitos,
linguiça, salsicha, mortadela, sanduíches e salgados e os valores per capita indicam
um menor consumo de feijão, saladas e verduras quando comparados aos adultos
e idosos.
O consumo médio de energia fora do domicílio correspondeu a aproximadamente
16% da ingestão calórica total e foi maior nas áreas urbanas, na Região Sudeste, no
sexo masculino e para indivíduos na faixa de renda familiar per capita mais elevada. A
alimentação fora de casa se caracteriza por participação importante dos refrigerantes,
cerveja, sanduíches, salgados e salgadinhos industrializados.
Os grupos de alimentos associados às maiores médias de consumo de energia
são também os itens associados ao consumo mais elevado de gordura saturada,
açúcar, sal e com as menores quantidades de fibras. Por outro lado, aqueles que
referiram o consumo de arroz integral e feijão apresentaram consumo médio de
calorias abaixo da média da população.
Entre os grupos de alimentos estudados, o biscoito recheado destacou-se como
um dos mais importantes marcadores de consumo não saudável, seguido pelos
refrigerantes, doces, pizza e salgadinhos industrializados.
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
As prevalências de inadequação de ingestão de micronutrientes foram altas
em todas as Grandes Regiões do País e refletem a baixa qualidade da dieta do
brasileiro. Correções na dieta permitiriam atingir as recomendações para a maioria
dos micronutrientes. Essas modificações incluem trocar alimentos muito calóricos e
com baixo teor de nutrientes por frutas, verduras, leguminosas, leite, grãos integrais,
oleaginosas, vísceras, peixes, todos eles produzidos no País. Em síntese, o consumo
alimentar no Brasil é principalmente constituído de alimentos de alto teor energético
e apresenta baixo teor de nutrientes, configurando uma dieta de risco para déficits em
importantes nutrientes, obesidade e para muitas doenças crônicas não transmissíveis.
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por meio da água duplamente marcada: fundamentos, utilização e
aplicações. Revista de Nutrição, Campinas: Pontifícia Universidade
Católica de Campinas, Centro de Ciências da Vida, v. 18, n. 4, p. 541-551,
jul./ago. 2005. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rn/v18n4/25851.
pdf>. Acesso em: jul. 2011.
SCAGLIUSI, F. B. et al. Validation study shows importance of probing
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< http://www.adajournal.org/article/S0002-8223%2808%2901732-X/
fulltext>. Acesso em: jul. 2011.
SPOSITO, A. C. et al. IV Brazilian Guideline for Dyslipidemia and
Atherosclerosis prevention: Department of Atherosclerosis of Brazilian
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SUBAR, A. F. et al. Using intake biomarkers to evaluate the extent
of dietary misreporting in a large sample of adults: the OPEN study.
American Journal of Epidemiology, Bethesda: American Society for
Nutrition - ASN, v. 158, n. 1, p. 1-13, Jul. 2003. Disponível em: <http://aje.
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www.unicamp.br/nepa/taco/contar/taco_versao2.pdf>. Acesso em: jul. 2011.
TOOZE J.A.; MIDTHUNE D.; DODD K.W.; FREEDMAN L.S.; KREBS-SMITH
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WORLD HEALTH ORGANIZATION. Diet, Nutrition and the Prevention of
Chronic Diseases release independent expert report on diet and chronic
disease. Report of a Joint WHO/FAO Expert Consultation (Report 916).
Geneva, Switzerland, 2003.
Anexos
1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de
alimentos e preparações
2 - Registros na amostra e porção média consumida, por
sexo, segundo os alimentos - Brasil - período 2008-2009
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUA
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
Cereais
Arroz
!RROZPOLIDOPARBOILIZADOAGULHAAGULHINHAETC
!RROZORG½NICO
Arroz integral
!RROZINTEGRAL
!RROZINTEGRALORG½NICO
Preparações à base de arroz
!RROZÜGREGA
!RROZCARRETEIRO
!RROZCOMMANDIOCA
!RROZCOMOVO
!RROZDECUXÖ
!RROZDELEITE
#HARUTODEREPOLHO
-ARIAISABEL
2ISOTO
Milho e preparações
#ANJIQUINHADEMILHOEMGRâO
8ER£MDEMILHO
-ILHOEMGRâO
-ILHOMO¤DO
-ILHOVERDEEMCONSERVA
-ILHOVERDECOMERVILHAEMCONSERVA
-ILHOCOZIDO
1UIRERANâOESPECIFICADA
0AMONHA
!NGUDEMILHO
!NGUFRITO
&UBÖDE-ILHO
&ARINHADE-ILHO
0OLENTA
#USCUZ
6ITAMILHO
0IPOCADOCEOUSALGADA
0IPOCAlight
Leguminosas
Feijão
&EIJâOPRETOMULATINHOROXOROSINHAETC
&EIJâOORG½NICO
Feijão-verde/corda
&EIJâODECORDA
&EIJâOVERDE
&EIJâOVERDEORG½NICO
Preparações à base de feijão
!RROZCOMFEIJâO
!RRUMADINHO
"AIâODEDOIS
&EIJâOBRANCOCOMDOBRADINHAEMCONSERVA
&EIJâOTROPEIRO
Anexos ___________________________________________________________________________________________________
Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
&EIJOADA
-ANIÀOBA
4UTU
&AVAEMGRâO
!NDU
'RâODEBICO
,ENTILHA
-ANGAL¹AMARGOEMGRâO
4OF¢
0ASTADESOJA
"IFEVEGETAL
#ARNEVEGETAL
#ARNEDESOJA
0ROTE¤NADESOJA
0ROTE¤NADESOJAORG½NICA
0ROTE¤NAVEGETAL
&EIJâODESOJAORG½NICO
3OJAEMGRâO
&IBRADESOJA
%RVILHAEMGRâO
%RVILHAEMCONSERVA
Outras
Petit pois
%RVILHAEMVAGEM
Verduras
Alface
!LFACE
!LFACEORG½NICA
Couve
3ALADAOUVERDURACOZIDAEXCETODEFRUTA
#OUVE
Repolho
2EPOLHO
2EPOLHOEMCONSERVA
#HUCRUTE
Salada crua
3ALADAOUVERDURACRUAEXCETODEFRUTA
6INAGRETE
Outras
!ÀAFRâO
!LHOPOR˜
!SPARGOEMCONSERVA
0ALMITOin natura
'UARIROBAPALMITOin natura 'UEIROBAPALMITOin natura 0ALMITOEMCONSERVA
0UPUNHA
#OUVEFLOR
#OENTRO
"R˜COLIS
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
!CELGA
"ETERRABABRANCAACELGA
!GRIâO
3ALSâOAIPO
!LCACHOFRA
!LCAPARRAEMCONSERVA
!LMEIRâO
2ADITE
"ERTALHA
"REDO
"ROTODEFEIJâO
"ROTODEALFAFA
#ARURU
#UXÖ
6INAGREIRA
#ARIRU
#EBOLINHA
#ATALONHA
#HIC˜RIA
%RVADOCE
%SCAROLA
%SPINAFRE
&OLHADEAIPIM
&OLHADEMACAXEIRA
(ORTELâ
*AMBU
,¤NGUADEVACAVERDURA
-OSTARDAVERDURA
/R£GANO
0ALMA
2¢CULA
3ERRALHA
4AIOBA
Legumes
Abóbora
!B˜BORA
-ORANGA
*ERIMUM
1UIBEBE
Cenoura
#ENOURA
Chuchu
#HUCHU
Pepino
0EPINO
0EPINOEMCONSERVA
0ICLES
Tomate
4OMATE
4OMATEORG½NICO
Anexos ___________________________________________________________________________________________________
Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
4OMATESECO
"ETERRABA
-ANDIOQUINHASALSABATATABAROA
#ENOURAAMARELABATATABAROA
-ANDIOQUINHA
.ABO
.ABOEMCONSERVA
2ABANETE
!LHO
/UTROSLEGUMESCOZIDOS
!B˜BORACOMQUIABO
1UIABO
*IL˜
!BOBRINHA
!ZEITONA
"ERINJELA
#EBOLA
*ARDINEIRASELETA
3ELETAJARDINEIRA
,EGUMENâOESPECIFICADOEMCONSERVA
-AXIXE
0EPININHOMAXIXE
6AGEM
0IMENTâO
0IMENTâOORG½NICO
Outros
Raízes e tubérculos
Batata-doce
"ATATADOCE
Batata-inglesa
"ATATAINGLESA
"ATATAINGLESAORG½NICA
"ATATANâOESPECIFICADA
0URäDEBATATA
Batata-inglesa frita
"ATATAPALITO
"ATATAPALHA
Mandioca
-ANDIOCA
!IPIM
-ACAXEIRA
Outros
#OGUMELOEMCONSERVA
Champignon EMCONSERVA
#OGUMELOin natura
#ARÖ
)NHAMECARAQUENTOCARÖ
)NHAME
1UICARE
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
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Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
Frutas
Abacaxi
!BACAXI
!NANÖS
Açaí
!ÀA¤
*UÀARA
5AÀA¤
*USSARA
!ÀA¤COMGRANOLA
Banana
"ANANAOUROPRATADgÖGUADATERRAETC
0ACOVâ
Laranja
,ARANJAPäRASELETALIMADATERRAETC
,ARANJINHAJAPONESA
,IMA
Maçã
-AÀâ
-AÀâORG½NICA
Mamão
-AMâO
0APAIA
Manga
-ANGA
-ANGUITO
Melancia
-ELANCIA
Tangerina
4ANGERINA
-EXERICA
"ERGAMOTA
-IMOSA
4ANJA
-ARICOTA
Uva
5VA
5VAPASSA
0ASSA
Salada de frutas
3ALADADEFRUTAS
Outras
'OIABA
!RAÀÖAÀ¢GOIABA
!RAÀÖ
!BACATE
!BIU
!CEROLA
!CEROLAORG½NICA
!MEIXA
!TEMOIA
Anexos ___________________________________________________________________________________________________
Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
"ACURI
"UTIÖ
0ATAUÖ
#ACAU
#AJÖMANGA
#AJARANA
4APEREBÖ
!CAJÖTAPEREBÖ
#AJ¢
#ANADEAÀ¢CAR
#AQUI
#ARAMBOLA
#EREJA
#IRIGUELA
#UPUAÀU
&IGO
&RUTADECONDE
0INHAFRUTADECONDE
!TA
"IRIBÖ
&RUTANâOESPECIFICADA
&RUTAPâO
&RUTASECAOUDESIDRATADA
'RAVIOLA
)NGÖ
*ABOTICABA
*AMELâOJAMBURâO
*ACA
*AMBO
*ENIPAPO
*URUBEBA
+IWI
,IMâOCOMUMGALEGOETC
-ANGABA
-ARACUJÖ
-ARI
-ELâO
-ORANGO
-URICI
.ECTARINA
.äSPERA
0EQUI
0ERA
0äSSEGO
0ITANGA
0ITOMBA
2OMâ
3APOTI
4AMARINDO
4UCUMâ
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
5MBU
)MBU
5XI
!MORA
!MäNDOA
!MENDOIMAPIMENTADO
!MENDOIMAMANTEIGADO
!MENDOIMAMANTEIGADOdiet
!MENDOIMCOZIDO
!MENDOIMEMGRâOin natura
!MENDOIMMO¤DO
!VELâ
#ASTANHAPORTUGUESA
#ASTANHADOPARÖ
#ASTANHADA¤NDIA
#ASTANHADECAJ¢
#OCO
#OCODABA¤A
0OLPADECOCO
#OCOMUCAJÖ
"ACABA
"ACABAÀU
"URITI
.OZ
0ISTACHE
0INHâO
'ERGELIM
3EMENTEDELINHAÀA
,EITEDECOCO
,EITEDECOCOlight
Oleaginosas (castanhas, nozes, amendoins)
Oleaginosas (castanhas, nozes, amendoins)
Farinhas e massas
Farinha de mandioca
#RUERA
&ARINHADEMANDIOCA
&ARINHADECOPIOBA
&ARINHADEÖGUA
&ARINHADETAPIOCA
&ARINHADEBEIJU
Farofa
&AROFA
&AROFADEBANANA
&AROFAPRONTAlight EMPACOTE
&AROFAPRONTA
Cereais matinais
!VEIAEMFLOCOS
"ARRADECEREAIS
"ARRADECEREAISDOCE
"ARRADECEREAISSALGADA
Anexos ___________________________________________________________________________________________________
Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
#EREALMATINALDEMILHOEMFLOCOS
#ROQUINHOSDEARROZ
&ARINHADEAVEIA
&ARINHALÖCTEA
&LOCOSDECEREAIS
'RANOLA
Mix DECEREAIS
-USLI
.ESTON
3UCRILHOSDEMILHO
6ITAFLOCOS
3UCRILHOSDEMILHOlight
"ARRADECEREAISdiet
"ARRADECEREAISDOCEdiet
'ERMEDETRIGO
&IBRADETRIGO
&IBRADECEREALTRIGO
1UINOA
2OSCASALGADA
#ALZONE
#ANELONI
#APELETI
#REPE
.HOQUE
0ANQUECA
,ASANHA
,ASANHAPRONTAlight
2AVIOLI
-IOJO
-ACARRâOINSTANT½NEO
-ACARRâOINSTANT½NEOlight
-ACARRâOPRONTOlight
Massas
Macarrão instantâneo
Macarrão e preparações à base de macarrão
-ACARRâO
-ACARRâOCOMCARNE
-ACARRâOCOMPEIXE
9AKISSOBA
9AKISSOBASOPADELEGUMESDESIDRATADAlight
-ACARRONADA
Panificados
Pão de sal
"ISNAGUINHA
Croissant
0âOCOMMANTEIGA
0âOCOMMARGARINA
0âODEFORMAINDUSTRIALIZADODEQUALQUERMARCA
0âODEHAMB¢RGUER
0âODEMILHO
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
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Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
0âODESAL
0âONâOESPECIFICADO
4ORRADADEQUALQUERPâO
"RIOCHE
Pão integral
0âOINTEGRAL
Bolos
Bolos
!MIDOMILBOLINHO
!NGUSORDEMILHO
"OLINHODECOCO
"OLODEARROZ
"OLODEBANANA
"OLODEBATATADOCE
"OLODECARÖ
"OLODECENOURA
"OLODECHOCOLATE
"OLODECOCO
"OLODEAIPIM
"OLODEGOMA
"OLODELARANJA
"OLODEMACAXEIRA
"OLODEMILHO
"OLODETAPIOCA
"OLODETRIGO
"ROA
#UCADEQUALQUERTIPO
&ILHOSBOLINHODEFARINHADETRIGOEOVOS
'RUSTOLIBOLINHODOCE
0UBADEFUBÖ
0UBADEMILHO
2OSCADOCE
2OSCARECHEADA
"ISCOITODOCE
"OLACHADOCE
"REVIDADE
#AVACOCHINäS
-ARIAMALUCABOLACHADOCE
1UEBRAQUEBRA
2OSQUINHADOCE
3EQUILHO
4ARECO
"ISCOITODEPOLVILHO
"ISCOITONâOESPECIFICADO
"ISCOITOSALGADOINTEGRAL
"ISCOITOSALGADO
"OLACHASALGADA
Biscoitos
Biscoito doce
Biscoito salgado
Anexos ___________________________________________________________________________________________________
Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
0RESUNTINHOBISCOITO
2OSQUINHASALGADA
3OLDA
"ISCOITORECHEADO
Biscoito recheado
Waffer BISCOITO
!LFAJORESBISCOITO
"OLACHARECHEADA
2OSQUINHARECHEADADEQUALQUERSABOR
#ANUDINHORECHEADO
Pães, bolos e biscoitos diet/light
"ISCOITORECHEADOlight
"ISCOITOWAFFERlight
7AFFERBISCOITOlight
!LFAJORESBISCOITOlight
"OLACHARECHEADA light
"ISCOITORECHEADOdiet
2OSQUINHARECHEADADEQUALQUERSABORdiet
"OLACHARECHEADAdiet
"ISCOITOSALGADOlight
"OLACHASALGADAlight
"ISCOITODOCElight
"OLACHADOCElight
"ISCOITODOCEdiet
"OLACHADOCEdiet
0âOdiet DEFORMAINDUSTRIALIZADO
0âOlight DEFORMAINDUSTRIALIZADO
0âOINTEGRALlight
"OLODECENOURAdiet
"OLODECOCOdiet
"OLODECHOCOLATElight
"OLODECHOCOLATEdiet
"OLODELARANJAlight
&ILHOSBOLINHODEFARINHADETRIGOEOVOSlight
&ILHOSBOLINHODEFARINHADETRIGOEOVOSdiet
!BADEFIL£
!C£M
!GULHAAC£M
!LCATRA
"IFEAROLäCRU
"ISTECABOVINA
"ISTECAORG½NICA
"RACHOLA
"RAÀOBOVINO
#ABEÀADELOMBOCARNEBOVINAORG½NICA
#ABEÀADELOMBOCARNEBOVINA
#ARNEBOVINA
#ARNEBOVINAEMCONSERVA
Carnes
Carne bovina
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Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
#ARNEDEPRIMEIRA
#ARNEDESEGUNDA
#ARNEMARICÖBOVINA
#ARNEMO¤DA
#HAMBARIL
#HULETA
#ONTRAFIL£
#ONTRAFIL£ORG½NICO
#OSTELA
#OSTELABOVINA
#UPIM
&IL£DESEGUNDA
&IL£MIGNON
&IL£NâOESPECIFICADO
&RALDINHACAPADEFIL£
(AMB¢RGUERDECARNEBOVINA
(AMB¢RGUERNâOESPECIFICADO
(AMB¢RGUERNâOESPECIFICADOlight
*ACAR£CARNEBOVINADESEGUNDACOSSO
,AGARTOBOVINO
,OMBOPAULISTACARNEBOVINA
-AMINHA
-âOBOVINA
-OCOT˜BOVINO
-¢SCULOBOVINO
-¢SCULONâOESPECIFICADO
/SSADANâOESPECIFICADA
0ÖCOMOSSO
0ALETA
0ATINHO
0AULISTA
0EITOBOVINO
0ICANHA
0OSTABRANCA
0OSTAVERMELHA
2ABADABOVINA
4ATULAGARTOREDONDO
4ATULAGARTOREDONDOORG½NICO
6AZIOCARNEBOVINA
#HURRASCO
#ARNECOMBATATAINHAMEBATATABAROAOUAIPIM
#ARNECOMLEGUMESEXCETOBATATAINHAMEEAIPIM
'UIZADO
!LM¹NDEGA
+ITUTEBOVINO
!LM¹NDEGAAOMOLHOEMCONSERVA
#OZIDO
Preparações à base de carne bovina
Strogonoff
6ACAATOLADA
Anexos ___________________________________________________________________________________________________
Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
0AÀOCADECARNEDESOL
!LCATRASU¤NA
"ISTECASU¤NA
#ARNESU¤NA
#ARR£
#OSTELASU¤NA
+ITUTESU¤NO
,OMBONâOESPECIFICADO
,OMBOSU¤NO
-OCOT˜SU¤NO
/RELHASU¤NAFRESCA
0£SU¤NOFRESCO
0ELEDEPORCOPREPARADA
0ERNIL
0ERNILSU¤NO
0URURUCADEPORCO
1UARTOSU¤NO
3UâSU¤NA
4ENDER
!SADEGALINHAOUFRANGO
!SADEPERU
#APOTE
#ARCAÀADEGALINHAOUFRANGO
#ARNEDEGALINHA
#ARNEDEPATO
Carne suína
Aves
Chester
#ODORNA
$RUMETEDEGALINHAOUFRANGO
&IL£DEFRANGO
&IL£DEFRANGOORG½NICO
&RANGOEMPEDAÀOS
&RANGOINTEIRO
&RANGOINTEIROORG½NICO
'ALETO
'ALINHADgANGOLAABATIDACONGELADAOUVIVA
'ALINHAEMPEDAÀOS
(AMB¢RGUERDEFRANGO
(AMB¢RGUERDEPERU
-UTUM
.AMBU
0ARTEDEGALINHAOUFRANGONâOESPECIFICADA
0ATOEMPEDAÀOS
0£DEGALINHAOUFRANGO
0£EASADEGALINHAOUFRANGO
0EITODEGALINHAOUFRANGO
0EITODEPATO
0EITODEPERU
0EITODEPERU light
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
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Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
0ERUEMPEDAÀONâOESPECIFICADO
0ESCOÀODEGALINHAOUFRANGO
Steak DEFRANGO
#ARNEDEAVESDEFUMADA
Preparações à base de aves
&RANGOCOMBATATAINHAMEBATATABAROAOUAIPIM
&RANGOCOMLEGUMESEXCETOBATATAINHAMEEAIPIM
'ALINHACOMARROZ
'ALINHADA
Pescados
Peixes frescos e preparações
0EIXEDEMARINTEIROEMPOSTAEMFIL£ETC
0EIXEDEÖGUADOCEINTEIROEMPOSTAEMFIL£ETC
0EIXENâOESPECIFICADOINTEIROEMPOSTAEMFIL£ETC
6ATAPÖ
-OQUECABAIANA
-OQUECACAPIXABA
Sushi
Peixes em conserva
3ARDINHAEMCONSERVA
!TUMEMCONSERVA
3ALMâOEMCONSERVA
!TUMEMCONSERVAlight
Peixes salgados
"ACALHAU
0EIXEDEMARSALGADOINTEIROEMPOSTAEMFIL£ETC
0EIXEDEÖGUADOCESALGADOINTEIROEMPOSTAEMFIL£ETC
0EIXENâOESPECIFICADOSALGADOINTEIROEMPOSTAEMFIL£ETC
#AMARâO
3IRI
"A¢SIRI
'OIÖ
#ARANGUEJO
'UAIAMU
-ARISCO
/STRA
,ULA
3URURU
/VASDEPEIXEQUALQUERESP£CIE
"OB˜DECAMARâO
#ARNESECA
#ARNEDECHARQUE
*ABÖ
#ARNEDESOL
#ARNEDOSERTâO
#ARNESALGADANâOESPECIFICADA
#ARNEDECABRITO
Outros
Carnes salgadas
Outros tipos de carne
Anexos ___________________________________________________________________________________________________
Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
#ARNEDEBODE
#ARNECAPRINA
#ARNEDECAPRINO
#ARNEDECARNEIRO
#ARNEDEOVELHA
-OCOT˜DECAPRINO
#ARNEDAPACA
#ARNEDEJACAR£
#ARNEDECAPIVARA
#ARNEDECOTIA
#ARNEDEJABUTI
#ARNEDEOUTROSANIMAIS
4RACAJÖ
Carnes processadas
Linguiça
,INGUIÀASU¤NABOVINAMISTAETC
,INGUIÀADEFRANGO
0AIO
3ALSICHAEMCONSERVA
3ALSICHANOVAREJO
Salsicha
3ALSICHANOVAREJOlight
Mortadela
-ORTADELA
-ORTADELAlight
Presunto
!PRESUNTADO
0RESUNTADA
0RESUNTO
Outras carnes processadas
Blanquet DEPERU
Blanquet DEPERUlight
#HOURIÀO
#OPADEPORCODEFUMADA
&IAMBRE
-ORCELA
-ORCILHA
3ALAME
3ALAMINHO
3ALAMElight
0ASTADECARNEEMCONSERVA
0ASTADEPRESUNTOEMCONSERVA
0ASTADEGALINHAEMCONSERVA
0ASTADEPEIXEEMCONSERVA
0ATäF¤GADOCALABRäSFRANGOPRESUNTOETC
6¤SCERABOVINA
0ANELADAV¤SCERASBOVINASNâOESPECIFICADAS
#ORAÀâOBOVINO
2IMBOVINO
Vísceras
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
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Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
"OFEBOVINO
-IOLOBOVINO
4RIPABOVINA
$OBRADINHAFRESCA
&ATOBOVINO
&ATOCAPRINO
&¤GADOBOVINO
,¤NGUABOVINA
-I¢DOSU¤NO
!RRASTOSU¤NO
3ARAPATELSU¤NOFRESCO
4RIPASU¤NA
&¤GADOSU¤NO
,¤NGUASU¤NA
3ARRABULHO
"UCHADADEBODE
-I¢DODEBODE
-I¢DODEGALINHAOUFRANGO
-OELADEGALINHAOUFRANGO
#ORAÀâODEFRANGO
&¤GADODEGALINHAOUFRANGO
/VODEGALINHA
/VODECODORNA
/MELETE
,EITEDEVACAINTEGRAL
,EITEDEVACAFRESCO
,EITEDECABRA
,EITENâOESPECIFICADOPASTEURIZADO
,EITEDEVACAINTEGRALORG½NICO
,EITEDEVACAFRESCOORG½NICO
#AF£DAMANHâ
,EITEDEVACADESNATADO
,EITEDEVACASEMIDESNATADO
,EITESEMIDESNATADODEVACAORG½NICO
,EITEEMP˜INTEGRAL
,EITEEMP˜
,EITEEMP˜DESNATADO
Ovos
Laticínios
Leite integral
Leite desnatado
Leite em pó integral
Preparações à base de leite
-INGAUFUBÖAVEIAFARINHAETC
-INGAUDEARROZ
-INGAUDEMILHO
#REMEDEARROZ
!RROZINA
-UCILON
#REMOGEMA
Anexos ___________________________________________________________________________________________________
Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
#REMEDEMILHO
!MIDODEMILHO
!MIDODEARROZ
6ITAMINA
6ITAMINADEBANANA
6ITAMINADEBANANACOMAVEIA
6ITAMINADEMAMâO
6ITAMINADEABACATE
6ITAMINADEMORANGO
6ITAMINAMISTA
6ITAMINADEMAÀâ
1UEIJOPRATO
1UEIJOCOLONIAL
1UEIJODECOL¹NIA
1UEIJOMUÀARELA
-UÀARELA
-UÀARELADEB¢FALA
1UEIJODEB¢FALA
1UEIJODEREINO
1UEIJODEMINAS
1UEIJODEMANTEIGA
1UECHIMIA
1UEIJODECOALHO
1UEIJOCANASTRA
1UEIJORICOTA
1UEIJORALADO
1UEIJOPROVOLONE
1UEIJOPOLENGUINHO
2EQUEIJâO
1UEIJOCREMOSO
1UEIJONâOESPECIFICADO
1UEIJOGORGONZOLA
1UEIJODEMINASFRESCALORG½NICO
1UEIJODECOALHOFRESCALORG½NICO
)OGURTEDEQUALQUERSABOR
)OGURTENATURAL
)OGURTEDEQUALQUERSABORORG½NICO
)OGURTENATURALDEQUALQUERSABORORG½NICO
#OALHADA
Vitaminas
Queijos
Iogurtes
Outros laticínios
#REMEDELEITE
#REMEDELEITEORG½NICO
#REMEDELEITElight
.ATADOCEOUSALGADA
Chantilly
,EITEFERMENTADO
"EBIDALÖCTEA
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
9AKULTDEQUALQUERSABOR
Laticínios diet/light
-UÀARELAlight
1UEIJOMUÀARELAlight
1UEIJOPRATOlight
1UEIJODEMINASlight
1UEIJODECOALHOlight
1UEIJORICOTAlight
1UEIJORALADOlight
1UEIJOPOLENGUINHOlight
2EQUEIJâOlight
1UEIJONâOESPECIFICADOlight
)OGURTEDEQUALQUERSABORlight
)OGURTEDEQUALQUERSABORdiet
)OGURTEDESNATADO
)OGURTEDEQUALQUERSABORDESNATADOORG½NICO
Doces
Chocolates
"ARRADECHOCOLATE
"OMBOMDEQUALQUERMARCA
"RIGADEIRO
#HOCOLATE
#HOCOLATEEMP˜DEQUALQUERMARCA
#ONFETE
)OI¹CREMCHOCOLATEEMCREME
+INDER/VO
ßVODEPÖSCOA
4ABLETEDECHOCOLATE
4RUFA
/VOMALTINE
!CHOCOLATADOEMP˜
3USTAGEM
!CHOCOLATADOEMP˜light
#OMPLEMENTOALIMENTARDEQUALQUERSABOR
0UDIMDEQUALQUERSABOR
$ANETTEPUDIM
$OCEÜBASEDELEITE
Achocolatados
Doces à base de leite
Mousse
!MBROSIA
#HANDELEDEQUALQUERSABOR
-ANJAR
#USCUZDETAPIOCA
,EITEGELEIFICADO
-UMU
Milk-shake
!RROZDOCE
,EITECONDENSADO
,EITEBEIJINHO
Anexos ___________________________________________________________________________________________________
Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
-UNGUNZÖ
#ANJICA
#URAU
3AGUDEMANDIOCA
3AGUDETAPIOCA
$OCEDEFRUTASEMPASTADEQUALQUERSABOR
0ESSEGADA
-ARMELADA
&IGADA
'OIABADA
#AJ¢EMPASTA
-ARIOLA
$OCEDEFRUTASEMCALDADEQUALQUERSABOR
$OCEDEFRUTASCRISTALIZADODEQUALQUERSABOR
'ELEIADEFRUTASDEQUALQUERMARCAOUSABOR
Schimier DEFRUTAEXCETODECANA
Doces à base de frutas
Sorvete/picolé
3ORVETEDEQUALQUERSABORINDUSTRIALIZADO
0ICOL£DEQUALQUERSABORINDUSTRIALIZADO
0ICOL£ENSACADO
'ELADINHO
2APADURA
!LFENIMDECANA
"ATIDARAPADURA
-ELADO
Schimier DECANA
-EL
$EMERARA
!À¢CARMASCAVO
!À¢CAR
!À¢CARlight
!DOÀANTEARTIFICIAL
!DOÀANTElight
!DOÀANTEEMP˜light
Mel/rapadura/açúcar de mesa e outros adoçantes
!DOÀANTEL¤QUIDOlight
Outros doces
!LGODâODOCE
!MENDOIMCARAMELIZADO
!MENDOIMACHOCOLATADO
"ALA
"EIJODEMOÀA
"EIJU
"OMBADEQUALQUERTIPO
#AÀAROLAITALIANA
#ARAMELOBALA
#HICLETE
#HURRO
#OCADA
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Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
$OCEÜBASEDEOVOS
$OCEDEAMENDOIM
Drops
&IOSDEOVOS
'ELATINADEQUALQUERSABOR
'ELEIADEMOCOT˜
'OMADEMASCAR
*UJUBA
-ARIAMOLE
-ERENGUE
-ILFOLHAS
0AÀOCA
0AÀOQUINHADEAMENDOIM
0ASTADEAMENDOIM
0AST£ISDE3ANTA#LARA
0ASTILHA
0AVäDEQUALQUERSABOR
0£DEMOLEQUE
0IRULITO
1UEBRAQUEIXO
1UEIJADINHA
'EMADA
1UINDIM
2ABANADA
2OCAMBOLE
3AROLHO
3OBREMESADEQUALQUERTIPOEXCETOINFANTIL
3ONHO
3USPIRO
4APIOCADEGOMA
'OMADEMANDIOCA
4ORRâODEAMENDOIM
4ORRONE
4ORTASDOCESDEQUALQUERSABOR
0âODOCE
0âODEMEL
0ANETONE
#HINEQUE
#HINEQUECOMFAROFA
Doces diet/light
!CHOCOLATADOEMP˜diet
!CHOCOLATADOEMP˜light
"ALAdiet
"ALAlight
"ARRADECHOCOLATEdiet
"ARRADECHOCOLATElight
"OMBOMCARAMELIZADODEQUALQUERMARCAdiet
"OMBOMDEQUALQUERMARCAdiet
"OMBOMDEQUALQUERMARCAlight
#HICLETEdiet
Anexos ___________________________________________________________________________________________________
Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
#OCADAdiet
#ONCENTRADOALIMENTARdiet shake
Diet Shake
$OCEÜBASEDELEITEdiet
$OCEDEAMENDOIMdiet
$OCEDEFRUTASCRISTALIZADODEQUALQUERSABORdiet
$OCEDEFRUTASdiet
$OCEDEFRUTASEMBARRAOUPASTAlight
$OCEDEFRUTASEMPASTAlight
$OCEDELEITEdiet
$OCEDELEITElight
'ELATINADEQUALQUERSABORlight
'ELEIADEFRUTASDEQUALQUERMARCAOUSABORlight
'ELEIADEFRUTASlight
'ELEIAdiet
'ELEIAlight
0AÀOCAdiet
0ANETONEdiet
0âODEMELdiet
0âODOCEdiet
0UDIM$ANETTElight
0UDIMDEQUALQUERSABORdiet
0UDIMDEQUALQUERSABORlight
3ORVETEDEQUALQUERSABORINDUSTRIALIZADOdiet
3ORVETEDEQUALQUERSABORINDUSTRIALIZADOlight
4ORTASDOCESDEQUALQUERSABORdiet
4ORTASDOCESDEQUALQUERSABORlight
Óleos e gorduras
Óleos e gorduras
!ZEITEDEOLIVA
ÊLEODESOJA
ÊLEONâOESPECIFICADO
ÊLEODEDENDä
-ANTEIGACOMOUSEMSAL
-ANTEIGADEGARRAFA
-ARGARINACOMOUSEMSAL
-AIONESEMOLHO
4ORRESMO
4OUCINHO
Bacon
"ANHASU¤NA
"ANHABOVINA
Óleos e gorduras diet/light
-ARGARINALIGHT
-ANTEIGACOMOUSEMSALlight
-AIONESEMOLHOlight
Bebidas
Bebidas alcoólicas
Destiladas
!GUARDENTE
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Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
#ACHAÀA
2UM
6ODKA
5ISQUE
Whisky
-ARTINI
#ONHAQUE
Drink Dreher
#AIPIRINHA
#AXIRIAGUARDENTEDEMANDIOCA
"EBIDAALCO˜LICA
#ATUABA
,ICORDEQUALQUERSABOR
"ATIDADEQUALQUERSABOR
#OQUETELDEFRUTAS
Cerveja
#ERVEJACOMOUSEMÖLCOOL
Chopp
#ERVEJACOMOUSEMÖLCOOLLIGHT
Vinho
6INHO
6INHOORG½NICO
#HAMPANHE
3IDRACHAMPANHE
Bebidas não alcoólicas
Sucos
3UCO
3UCODEABACAXI
3UCODEABACAXIORG½NICO
3UCODEACEROLA
3UCODEACEROLAORG½NICO
3UCODEBETERRABA
3UCODECLOROFILA
3UCODECUPUAÀ¢
3UCODEGOIABA
3UCODEGOIABAORG½NICO
3UCODELARANJA
3UCODELARANJACENOURAEBETERRABA
3UCODELARANJACENOURAEBETERRABAORG½NICO
3UCODELARANJACOMBANANA
3UCODELARANJAEBETERRABA
3UCODELARANJAECENOURA
3UCODELARANJAORG½NICO
3UCODEMAMâO
3UCODEMANGA
3UCODEMANGAORG½NICO
3UCODEMARACUJÖ
3UCODEMARACUJÖORG½NICO
3UCODEMELâO
3UCODEMORANGO
Anexos ___________________________________________________________________________________________________
Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
3UCODEMORANGOORG½NICO
3UCODEPäSSEGO
3UCODEPäSSEGOEMCALDA
3UCODEPäSSEGOEMCALDAORG½NICO
3UCODEPäSSEGOORG½NICO
3UCOORG½NICO
#AJU¤NA
1SUCO
1REFRESKO
2EFRESCO
2EFRESCODECAJU
2EFRESCODEGROSELHA
2EFRESCODELARANJA
2EFRESCODEMARACUJÖ
2EFRESCODELIMâO
1SUCOlight
1REFRESKOlight
1SUCOdiet
¬GUAT¹NICATRADICIONAL
"IDUTRADICIONAL
#OCACOLATRADICIONAL
&ANTALARANJATRADICIONAL
&ANTAUVATRADICIONAL
'UARANÖTRADICIONAL
-INUANOTRADICIONAL
0ARAGUAIREFRIGERANTETRADICIONAL
2EFRIGERANTEDECOLATRADICIONAL
2EFRIGERANTEDEGUARANÖTRADICIONAL
2EFRIGERANTENâOESPECIFICADO
3PRITEREFRIGERANTETRADICIONAL
3UKITATRADICIONAL
4UBA¤NATRADICIONAL
-ATETRADICIONAL
¬GUAT¹NICAdiet
¬GUAT¹NICAlight
#OCACOLAlight
&ANTALARANJAlight
&ANTAUVAlight
'UARANÖdiet
'UARANÖlight
0ARAGUAIREFRIGERANTE light
2EFRIGERANTEDECOLAdiet
2EFRIGERANTEDECOLAlight
2EFRIGERANTEDEGUARANÖdiet
2EFRIGERANTEDEGUARANÖlight
2EFRIGERANTEDELIMâOdiet
2EFRIGERANTEDEQUININODIET£TICO
Refrescos/sucos em pó reconstituído
Refrigerantes
Refrigerantes diet/light
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Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
4UBA¤NAlight
-ATElight
Bebidas lácteas com sabor e adoçadas
4ODDYNHO
,EITEACHOCOLATADO
"EBIDAACHOCOLATADA
,EITECOMSABOR
,EITEEMP˜COMSABOR
,EITEAROMATIZADO
Chocomilk
"EBIDAACHOCOLATADAdiet
"EBIDAACHOCOLATADAlight
,EITEACHOCOLATADOdiet
,EITEACHOCOLATADOlight
,EITECOMSABORdiet
-ILKSHAKEdiet
4ODDYNHOdiet
Bebidas à base de soja
,EITEDESOJAEMP˜
,EITEDESOJACOMSABOR
!DESORIGINAL
,EITEDESOJAEMP˜light
!DESlight
,EITEDESOJACOMSABORlight
Café
#AF£
#AF£COMLEITE
#AF£TIPOEXPRESSO
#AF£TIPOcapuccino
.ESCAF£
#AF£SOL¢VELcapuccino
#AF£COMFARINHA
#AF£capuccino SOL¢VELlight
#AF£capuccino SOL¢VELdiet
Chá
#HÖMATEORG½NICO
#HIMARRâOORG½NICO
%RVAMATE
#HIMARRâO
4ERERE
#HÖPRETOCAMOMILAERVACIDREIRACAPIMLIMâOETC
#HÖdiet PRETOCAMOMILAERVACIDREIRACAPIMLIMâOETC
Outras bebidas não alcoólicas
'ATORADE
"EBIDAENERG£TICA
#ALDODECANA
'ARAPA
¬GUADECOCO
#EVADA
,EVäDODECERVEJA
Anexos ___________________________________________________________________________________________________
Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONTINUAÀâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
Pizza , salgados e sanduíches
Pizza
-INIpizza SEMIPRONTA
-INIpizza SEMIPRONTAlight
Pizza
Pizza CALABREZA
Pizza MUÀARELA
Pizza PORTUGUESA
Pizza PRESUNTO
!BARÖ
!CARAJ£
"OLINHODEAIPIM
"OLINHODEBACALHAU
#OXINHA
#ROQUETE
%MPADAQUEIJOCARNECAMARâOETC
%MPADâOQUEIJOFRANGOCAMARâOPALMITOETC
%NROLADINHO
%SFIRRA
%SFIRRADECARNE
%SFIRRADEFRANGO
%SFIRRADEQUEIJO
%SFIRRADERICOTA
-INIchicken EMPANADO
-INIPASTEL
Nuggets DEFRANGO
0âODEQUEIJO
0âODEQUEIJOlight
0ASTELQUEIJOCARNEPALMITOETC
1UIBE
1UICHE
2ISSOLEQUEIJOCARNECAMARâOETC
3ALGADINHO
4ORTASSALGADASDEQUALQUERSABOR
Salgados fritos e assados
Salgadinhos industrializados
Chips SALGADINHOS
"ACONZITOS
Chips SALGADINHOSlight
!MERICANO
"AURU
#ACHORROQUENTE
#HEESB¢RGUER
Cheese egg
Cheese TUDO
Sanduíches
Eggsburguer
(AMB¢RGUERSANDU¤CHE
-ISTOQUENTEOUFRIO
0âOCOMOVO
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Anexo 1 - Classificação dos grupos segundo o cadastro de alimentos e preparações
CONCLUSâO
'RUPODEALIMENTOS
#˜DIGODOITEM
$ESCRIÀâODOITEM
3ANDU¤CHEDEMORTADELA
3ANDU¤CHEDEPRESUNTO
3ANDU¤CHEDEQUEIJOMINAS
3ANDU¤CHEDEQUEIJOPRATO
3ANDU¤CHEDEQUEIJOPRATOCOMPRESUNTO
3ANDU¤CHEDESALAME
3ANDU¤CHENATURAL
Sopas e Caldos
Sopas e Caldos
#ALDODECARNE
#ALDODEFEIJâO
#ALDODEMOCOT˜
#ALDODEPEIXE
4ACACÖ
#ALDODETOMATE
#ALDOVERDE
#REMEDECEBOLASOPADESIDRATADA
#REMEDECEBOLASOPADESIDRATADAlight
#REMEDELEGUMESSOPADESIDRATADA
#REMEDELEGUMESSOPADESIDRATADAlight
3OPALEGUMESCARNEETC
#ANJA
4UCUPIEMCALDOSEMPIMENTA
-OLHODESOJA
Shoyo
#ATCHUP
-ASSADETOMATE
-OLHODETOMATE
-OSTARDAMOLHO
0IMENTAEMP˜
Molhos e condimentos
Molhos e condimentos
Ketchup
-OLHODESOJAlight
Preparações mistas
Preparações mistas
!NGUÜBAIANA
#ARURUQUIABOAMENDOIMCASTANHADECAJ¢CAMARâOSECOETC
#REMEDEQUEIJO
#USCUZPAULISTA
0IRâO
0RATODECOMIDABRASILEIRO
0RATODECOMIDADA2EGIâO#ENTRO/ESTE
0RATODECOMIDADA2EGIâO.ORTE
0RATODECOMIDADA2EGIâO.ORDESTE
0RATODECOMIDADA2EGIâO3UDESTE
0RATODECOMIDADA2EGIâO3UL
3ALADADEMAIONESE
3ALPICâO
3UFLä
Anexos ___________________________________________________________________________________________________
Anexo 2 - Registros na amostra e porção média consumida, por sexo,
segundo os alimentos - Brasil - período 2008-2009
(continua)
Alimentos
Arroz
Arroz integral
Preparações à base de arroz
Milho e preparações
Feijão
Porção média consumida (g), por sexo
Registros na amostra
(N)
Total
Masculino
Feminino
28 637
131,0
148,8
115,4
1 258
153,5
168,9
140,9
509
169,6
186,3
156,7
5 701
146,0
162,8
131,6
24 235
177,1
200,6
154,8
Feijão verde/corda
1 160
183,6
211,6
156,8
Preparações à base de feijão
1 225
229,5
256,8
202,0
295
124,9
155,4
103,0
Outras leguminosas
Alface
2 557
36,1
36,0
36,3
Couve
1 965
51,7
51,3
52,0
Repolho
Salada crua
531
48,7
51,7
46,5
5 431
79,4
79,7
79,1
56,4
Outras verduras
629
56,1
55,5
Abóbora
823
99,0
105,2
94,1
Cenoura
468
45,5
45,1
45,8
Chuchu
314
63,6
67,5
60,7
Pepino
317
51,7
60,3
44,1
Tomate
2 971
63,2
68,0
59,2
Outros legumes
1 537
69,4
71,0
68,1
Batata-doce
Batata-inglesa
Batata-inglesa frita
Mandioca
434
207,2
236,0
184,3
2 539
119,0
123,2
115,5
203
72,5
72,5
72,4
1 417
194,4
207,0
182,5
Outros tubérculos
493
95,9
103,0
89,3
Abacaxi
324
150,0
165,2
141,6
254,3
Açaí
476
255,8
257,4
Banana
5 084
104,5
115,1
96,9
Laranja
2 233
274,1
312,2
250,3
Maçã
2 087
157,9
164,3
154,9
Mamão
966
200,9
210,7
196,0
Manga
928
213,3
241,2
193,8
Melancia
677
226,1
225,8
226,3
Tangerina
535
253,5
289,1
229,8
Uva
237
144,5
170,0
130,3
Salada de frutas
335
175,4
178,4
173,6
1 708
138,7
148,2
132,8
285
41,5
47,5
36,9
Farinha de mandioca
4 721
52,4
56,4
47,9
Farofa
Outras frutas
Oleaginosas
1 443
48,7
51,1
46,0
Cereais matinais
501
35,5
31,9
37,2
Massas
514
238,8
262,8
220,3
Macarrão instantâneo
519
304,5
314,8
298,6
6 552
155,8
164,1
147,9
Macarrão e preparações à base de macarrão
Pão de sal
Pão integral
19 678
63,9
71,0
57,8
551
39,7
42,4
38,4
Bolos
4 727
85,5
92,8
80,2
Biscoito doce
3 066
42,1
48,8
37,7
Biscoito salgado
5 578
35,5
39,6
33,0
Biscoito recheado
1 278
106,0
120,8
95,5
Pães, bolos e biscoitos diet /light
Carne bovina
Preparações a base de carne bovina
Carne suína
161
41,8
55,0
37,5
16 508
101,4
110,1
93,3
630
128,7
145,9
115,2
1 445
180,3
195,9
163,7
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Anexo 2 - Registros na amostra e porção média consumida, por sexo,
segundo os alimentos - Brasil - período 2008-2009
(conclusão)
Alimentos
Aves
Preparações à base de aves
Peixes frescos e preparações
Porção média consumida (g), por sexo
Registros na amostra
(N)
Total
Masculino
Feminino
9 081
115,1
124,6
220
145,1
153,0
106,9
138,2
2 830
309,1
337,7
281,9
Peixes em conserva
241
66,3
72,0
60,9
Peixes salgados
322
277,1
302,5
252,7
Outros pescados
157
123,2
129,7
117,8
Carnes salgadas
894
121,0
127,7
114,2
Outras tipos de carne
293
130,3
137,8
121,1
Linguiça
1 486
50,5
55,3
45,6
Salsicha
805
60,4
65,6
55,3
Mortadela
1 269
29,9
33,3
26,2
Presunto
1 033
24,3
27,4
21,3
Outras carnes processadas
473
41,4
46,5
36,3
Vísceras
792
123,2
133,8
114,9
Ovos
6 067
66,1
70,8
61,0
Leite integral
4 330
230,8
241,7
222,4
Leite desnatado
555
229,1
248,0
220,6
Leite em pó integral
486
23,4
25,0
22,5
Preparações à base de leite
945
228,2
236,6
222,9
268,5
Vitaminas
1 038
292,4
317,9
Queijos
3 845
42,6
47,7
38,8
Iogurtes
1 236
224,5
237,2
217,8
Outros laticínios
346
59,9
60,2
59,7
Laticínios diet/light
145
126,1
104,7
132,2
Chocolates
1 011
85,3
86,7
84,6
713
26,5
26,8
26,2
Doces à base de leite
1 195
145,0
160,0
135,1
Doces à base de fruta
1 098
71,1
74,9
68,1
Sorvete/picolé
1 156
117,2
125,9
111,1
Achocolatados
Mel/rapadura/açúcar de mesa e outros adoçantes
Outras doces
Doces diet/light
Óleos e gorduras
Óleos e gorduras diet/light
760
37,0
42,1
32,4
3 971
54,8
61,4
50,5
67,2
194
68,9
72,9
11 427
14,6
16,2
13,3
248
13,6
16,2
12,0
Bebidas destiladas
190
221,9
210,7
273,7
Cerveja
741
885,4
937,4
705,1
248,1
Vinho
Sucos/refrescos/sucos em pó reconstituídos
Refrigerantes
Refrigerantes diet/light
156
241,9
238,1
13 432
265,3
282,7
251,2
6 746
306,8
328,7
285,2
277,4
348
305,2
346,9
1 877
239,0
251,6
229,1
130
202,1
235,1
187,4
Café
27 325
162,9
168,1
158,4
Chá
1 784
425,7
497,4
385,6
Outras bebidas não alcoólicas
241
295,5
313,2
275,4
Pizzas
537
219,9
238,0
205,5
3 864
64,7
65,5
64,0
230
85,5
83,3
86,7
Sanduíches
2 130
126,4
135,6
117,5
Sopas e caldos
3 970
415,9
442,6
397,4
Molhos e condimentos
178
42,6
49,5
35,8
Preparações mistas
884
153,3
165,6
142,0
Bebidas lácteas com sabor e adoçadas
Bebidas à base de soja
Salgados fritos e assados
Salgadinhos industrializados
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009.
Equipe técnica
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
Diretoria de Pesquisas
Coordenação de Trabalho e Rendimento
Marcia Maria Melo Quintslr
Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares
Edilson Nascimento da Silva
Ministério da Saúde - MS
Secretaria de Atenção à Saúde
Helvécio Miranda Magalhães Júnior
Departamento de Atenção Básica
Hêider Aurélio Pinto
Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição
Patrícia Constante Jaime
Acompanhamento técnico do Ministério da Saúde
Coordenação
Ana Beatriz Pinto de Almeida Vasconcellos - Consultora do Ministério da Saúde
Rosangela Alves Pereira - Instituto de Nutrição Josué de Castro - INJC/ Universidade Federal do Rio de
Janeiro - UFRJ e consultora da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição - CGAN do Ministério
da Saúde
Rosely Sichieri - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ e
consultora da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição - CGAN do Ministério da Saúde
Participantes
Carlos Augusto Monteiro - Faculdade de Saúde Pública - FSP/ Universidade de São Paulo - USP e
consultor da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição - CGAN do Ministério da Saúde
Eduardo Augusto Fernandes Nilson - Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição - CGAN do
Ministério da Saúde
Janine Coutinho - Consultora do Ministério da Saúde
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Marília Mendonça Leão - Consultora do Ministério da Saúde
Maria Natacha Toral Bertolin - Consultora do Ministério da Saúde
Muriel Bauermann Gubert - Consultora do Ministério da Saúde
Elaboração e teste dos instrumentos de coleta do consumo alimentar
pessoal
Coordenação
André Luiz Martins Costa - Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/
Coordenação de Trabalho e Rendimento/Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
Edilson Nascimento da Silva - Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/
Coordenação de Trabalho e Rendimento/ Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
Rosangela Alves Pereira - Instituto de Nutrição Josué de Castro - INJC/
Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ e consultora da Coordenação
Geral de Alimentação e Nutrição - CGAN do Ministério da Saúde
Rosely Sichieri - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do Estado do
Rio de Janeiro - UERJ e consultora da Coordenação Geral de Alimentação e
Nutrição - CGAN do Ministério da Saúde
Participantes
Ana Beatriz Pinto de Almeida Vasconcellos - Consultora do Ministério da Saúde
Aline Cristina Souza Lopes - Escola de Enfermagem/ Universidade Federal de
Minas Gerais
Bethsáida de Abreu Soares Schmitz - Departamento de Nutrição/ Universidade
Federal de Santa Catarina
Denise Petrucci Gigante - Faculdade de Nutrição/ Departamento de Nutrição/
Universidade Federal de Pelotas
Edna Massae Yokoo - Departamento de Epidemiologia e Bioestatística/
Universidade Federal Fluminense - UFF
Glória Valéria da Veiga - Instituto de Nutrição Josué de Castro INJC /
Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ
Janine Coutinho – Consultora do Ministério da Saúde
Maria Del Carmen Molina - Centro de Ciências da Saúde/ Centro Biomédico/
Departamento de Enfermagem/Universidade Federal do Espírito Santo
Maria Natacha Toral Bertolin - Consultora do Ministério da Saúde
Marília Mendonça Leão - Consultora do Ministério da Saúde
Muriel Bauermann Gubert – Consultora do Ministério da Saúde
Nadir Balthazar dos Santos - Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/
Coordenação de Trabalho e Rendimento/ Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
Regina Mara Fisberg - Faculdade de Saúde Pública - FSP / Universidade de São
Paulo - USP
Renata Bertazzi Levy - Departamento de Medicina Preventiva, Faculdade de
Medicina da USP, Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde
- NUPENS-USP e consultora da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição CGAN do Ministério da Saúde
Rosana Salles Costa - Instituto de Nutrição Josué de Castro - INJC/
Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ
Estruturação dos cadastros de alimentos, preparações e medidas caseiras
Coordenação
André Luiz Martins Costa - Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/
Coordenação de Trabalho e Rendimento/Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
Equipe técnica _____________________________________________________________________________________________
Nézio dos Santos Pontes - Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/
Coordenação de Trabalho e Rendimento/Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE/ - In Memoriam
Rosangela Alves Pereira - Instituto de Nutrição Josué de Castro - INJC/
Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ e consultora da Coordenação
Geral de Alimentação e Nutrição - CGAN do Ministério da Saúde
Rosely Sichieri - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do Estado do
Rio de Janeiro - UERJ e consultora da Coordenação Geral de Alimentação e
Nutrição - CGAN do Ministério da Saúde
Participantes
Daniele Mendonça Ferreira - Faculdade de Nutrição / Universidade Federal
Fluminense
Flávia dos Santos Barbosa - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Glória Valéria da Veiga - Instituto de Nutrição Josué de Castro INJC/
Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ
Ilana Nogueira Bezerra - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Jackeline Lobato - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do Estado
do Rio de Janeiro - UERJ
Marina Campos Araújo - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Renata Bertazzi Levy - Departamento de Medicina Preventiva, Faculdade de
Medicina da USP, Núcleo de Pesquisas
Epidemiológicas em Nutrição e Saúde - NUPENS-USP e consultora da
Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição - CGAN do Ministério da Saúde
Rosana Salles - Instituto de Nutrição Josué de Castro INJC / Universidade
Federal do Rio de Janeiro UFRJ
Sileia Nascimento - Instituto de Medicina Social - IMS/Universidade do Estado
do Rio de Janeiro - UERJ
Taís de Souza Lopes - Instituto de Nutrição Josué de Castro - INJC /
Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ
Vânia Maria Ramos de Marins - Faculdade Arthur Sá Earp Neto - FASE/
Faculdade de Nutrição
Desenvolvimento do material e participação como instrutores no
treinamento dos agentes de pesquisa
Coordenação
Edilson Nascimento da Silva - Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/
Coordenação de Trabalho e Rendimento/ Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
Rosangela Alves Pereira - Instituto de Nutrição Josué de Castro - INJC/
Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ e consultora da Coordenação
Geral de Alimentação e Nutrição - CGAN do Ministério da Saúde
Rosely Sichieri - Instituto de Medicina Social - IMS/Universidade do Estado do
Rio de Janeiro - UERJ e consultora da Coordenação Geral de Alimentação e
Nutrição - CGAN do Ministério da Saúde
Participantes
André Luiz Martins Costa - Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/
Coordenação de Trabalho e Rendimento/ Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
Glória Valéria Veiga - Instituto de Nutrição Josué de Castro - INJC/ Universidade
Federal do Rio de Janeiro - UFRJ
Nélida Fornés- Faculdade de Nutrição /Universidade Federal de Goiás
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Críticas e imputação, análises e tabulações dos dados de consumo
alimentar pessoal
Coordenação
André Luiz Martins Costa - Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/
Coordenação de Trabalho e Rendimento/ Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
Edilson Nascimento da Silva - Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/
Coordenação de Trabalho e Rendimento/ Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
Rosangela Alves Pereira - Instituto de Nutrição Josué de Castro - INJC/
Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ e consultora da Coordenação
Geral de Alimentação e Nutrição - CGAN do Ministério da Saúde
Rosely Sichieri - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do Estado do
Rio de Janeiro - UERJ e consultora da Coordenação Geral de Alimentação e
Nutrição - CGAN do Ministério da Saúde
Críticas e imputação dos dados de consumo alimentar pessoal
André Luiz Martins Costa - Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/
Coordenação de Trabalho e Rendimento/ Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
Flavia dos Santos Barbosa - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Ilana Nogueira Bezerra - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Marina Campos Araujo - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Nadir Balthazar dos Santos - Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/
Coordenação de Trabalho e Rendimento/ Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
Análise e tabulação dos dados por grupos de alimentos
Amanda de Moura Souza - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Edna Massae Yokoo - Departamento de Epidemiologia e Bioestatística /
Universidade Federal Fluminense - UFF
Flavia dos Santos Barbosa - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Ilana Nogueira Bezerra - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Marina Campos Araujo - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Renata Bertazzi Levy - Departamento de Medicina Preventiva, Faculdade de
Medicina da USP, Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde
- NUPENS-USP e consultora da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição CGAN do Ministério da Saúde
Análise e tabulação dos dados de adequação do consumo alimentar por
nutrientes
Edna Massae Yokoo - Departamento de Epidemiologia e Bioestatística/
Universidade Federal Fluminense - UFF
Flávia dos Santos Barbosa - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Marina Campos Araujo - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Equipe técnica _____________________________________________________________________________________________
Discussão do conteúdo, revisão e sugestões aos textos analíticos e
tabulações
André Luiz Martins Costa - Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/
Coordenação de Trabalho e Rendimento/ Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
Amanda de Moura Souza- Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Carlos Augusto Monteiro - Faculdade de Saúde Pública - FSP/ Universidade de
São Paulo - USP e consultor da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição CGAN do Ministério da Saúde
Dirce Maria Lobo Marchioni - Faculdade de Saúde Pública - FSP/ Universidade
de São Paulo - USP
Edilson Nascimento da Silva - Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/
Coordenação de Trabalho e Rendimento/ Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
Edna Massae Yokoo - Departamento de Epidemiologia e Bioestatística /
Universidade Federal Fluminense - UFF
Eduardo Augusto Fernandes Nilson - Coordenação Geral de Alimentação e
Nutrição - CGAN do Ministério da Saúde
Eliseu Verly Junior - Faculdade de Saúde Pública - FSP/ Universidade de São
Paulo - USP
Ilana Nogueira Bezerra – Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Laura Maria do Carmo Áreas - Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/
Coordenação de Trabalho e Rendimento/ Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
Marcia Maria Melo Quintslr - Coordenação de Trabalho e Rendimento/ Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
Marina Campos Araujo - Instituto de Medicina Social - IMS/ Universidade do
Estado do Rio de Janeiro - UERJ
Michelle Alessandra de Castro - Faculdade de Saúde Pública - FSP/ Universidade
de São Paulo - USP
Nadir Balthazar dos Santos - Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/
Coordenação de Trabalho e Rendimento/ Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
Regina Mara Fisberg - Faculdade de Saúde Pública - FSP/ Universidade de São
Paulo - USP
Renata Bertazzi Levy - Departamento de Medicina Preventiva, Faculdade de
Medicina da USP, Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde
- NUPENS-USP e consultora da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição CGAN do Ministério da Saúde
Planejamento, seleção, controle e expansão da amostra e precisão das
estimativas
André Luiz Martins Costa - Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/
Coordenação de Trabalho e Rendimento/ Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
André Wallace Nery da Costa - Gerência de Metodologia Estatística/
Coordenação de Métodos e Qualidade/ Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
Marcos Paulo Soares de Freitas - Gerência de Desenvolvimento e Pesquisa/
Coordenação de Métodos e Qualidade/ Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
Nadir Balthazar dos Santos - Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/
Coordenação de Trabalho e Rendimento/ Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística - IBGE
Sonia Albieri - Coordenação de Métodos e Qualidade/ Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística - IBGE
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Planejamento da pesquisa, acompanhamento da coleta e críticas
Gerência da Pesquisa de Orçamentos Familiares/ Coordenação de
Trabalho e Rendimento - IBGE
André Luiz Martins Costa
Geraldo Falqueto
Isabel Cristina Martins Santos
José Antonio Lutterbach Soares
José Mauro de Freitas Júnior
Juliano José Guimarães Junqueira
Laura Maria do Carmo Áreas
Luciana Alves dos Santos
Nadir Balthazar dos Santos
Nézio dos Santos Pontes - In Memorian
Paulo Roberto Coutinho Pinto
Colaboradores
Diretoria de Informática - IBGE
Coordenação de Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas
Cátia Maria Dias Ferreira
Gerência de Sistemas Populacionais e Sociais
Fátima Regina Salgueiro da Silva
Solange Ferreira Pinto
Gerência de Sistemas
Carlos Antonio Pereira
Cristiane de Moura Cruz
Geraldo Ferreira Filho
Luiz Antonio Ricci
Coordenação de Operações e Serviços de Informática
Bruno Gonçalves Santos
Gerência de Implantação e Administração dos Serviços em Produção
Andrea Moreira Torres
Denise Crispe Silva
Fernando Espírito Santo Cataldo
Jules Cezar Cunha
Márcio Tavares Fernandes
Paulo Lincoln Ribeiro de Oliveira
Gerência de Administração e Manutenção de Equimentos de Informática
Romualdo Carneiro da Cunha
Silvino Cavalcanti de Albuquerque Júnior
Coordenadores de Informática das Unidades Estaduais
RO - Ascle Brito de Souza
AC - Evandro Cavalcante de Araújo
AM - Darlan Viana Cavalcante
Equipe técnica _____________________________________________________________________________________________
RR - Marcelo Luiz Babick
PA - Sílvio Costa de Souza
AP - Fabrício Alves Reis
TO - Manuela Almeida Bitencourt
MA - Wellington Luis Mineiro Franca
PI - Pedro Ribeiro Soares
CE - Júlio Marcus Vinícius Freire Coelho
RN - Edson Moreira de Aguiar
PB - Haroldo Paulino de Medeiros
PE - Edilson Bronzeado Quirino
AL - Milton José do Nascimento
SE - Muciano Menezes Junqueira
BA - Antônio Fernando C. Coppieters
MG - Carlos Cardoso Silva
ES - Sidney Henrique Dalmaso
RJ - Carlos Eduardo Portela
SP - Wlamir Almeida Pinheiro
PR - Marcio Rogério Kurz
SC - Luís Augusto de Souza Bevacqua
RS - Sérgio Murilo Pereira Gil
MS - Emílio Flavio Vieira
MT - Camilo Gonçalo Stabilito
GO - Sebastião Gonçalves Matos
DF - Cilmar Ribeiro Mendonça
Coordenações Estaduais da POF
Rondônia
Angela Ilcelina Holanda Nery
Ane Gabriele Trindade da Silva
Fernando Augusto Nery Lima
Francisco Herbenio Oliveira da Silva
Acre
Célia Brandão de Souza
Marcel Silva de Melo
Thiago Harley de Paul
Amazonas
Paulo da Silva Rodrigues de Almeida Filho
Argemiro Nogueira do Nascimento Neto
Haroldo Bruno Campos dos Santos
João Monteiro de Souza Júnior
Roraima
Ângela Patrícia Lima de Souza
Amâncio Guerra Raposo Júnior
Guilherme Ferreira Cornely
Pará
Maria Angela Gemaque Álvaro
Edson Afonso Fonseca Maia
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Luiz Cláudio do Monte Martins
Matheus Ferreira de Souza Júnior
Valéria da Silva Cuentro
Amapá
Eduardo Fisbhem
Adelson Silva Uchoa
Raul Tabajara Lima e Silva
Tocantins
Raimundo Costa Barbosa
Gerisvaldo Pereira da Silva
José da Guia Vieira
Máximo Levi Leite Gomes
Maranhão
Ney da Fonseca Mello
Audizio Araújo dos Santos
João Márcio Fernandes Mendonça
Marcos Henrique de Souza Honorato
Thaiane Lara Batista Costa
Wellington Georges Costa da Silva
Piauí
Ranieri Ferreira Leite
Alberto Batista de Jesus
Jannete Maria de Jesus
Mirian Elionora de Nazaré de Oliveira Borges
Ceará
Jerônimo Candea do Nascimento
Antonio Carlos Cavalcante Dias Filho
Marlene Teixeira Bessa
Ney Facundo Onofre
Roberto Sérgio Menezes
Rio Grande do Norte
Jailson Filgueira P. da Silva
José Wanderlei dos Santos
Luiz Fernando V. da Conceição
Valéria Maria de Lima da C. Rocha
Paraíba
Djaci Cavalcanti de Queiroz
Antonio Carlos Oliveira da Silva
Francisco Eugênio do Nascimento Silva
José Jerônimo Nóbrega de Carvalho
Rafael Marconi dos Santos
Pernambuco
Maria Auricélia Andrada Bezerra Lima
Isailda Maria Barros Pereira
Jorge Augusto Morais de Barros
Equipe técnica _____________________________________________________________________________________________
Karla Valéria Annes de Sá Leitão
Marcos José de Lima Carvalho
Pedro Salvador da Rocha
Rosangela Barros Veras
Alagoas
Neilson Negrão Antelo Romar
Aldo Jorge Alves da Silva
Alzira Maria de Araújo
George Marcos de Oliveira Barbosa
Neide Maria Peixoto de Araújo
Neuton Tavares Barbosa
Valdemir Ferreira da Silva
Sergipe
Adriane Almeida do Sacramento
Ana Júlia Cavalcante Bueno
Leonardo Souza Leão Leite de Sá
Marcos Antônio Borges Correia
Bahia
Carlos Ruy Costa Miranda
Arivaldo Lima da Cruz
Artur Constantino Figueredo Machado
Dionir Pereira
Evaristo Roque Lopes das Virgens
Gilda Valverde Lima de Oliveira
Marleide Campos Santos Costa
Minas Gerais
Vilma de Jesus Santos Cruz
Delmir Silva Reis
Emília Isolina Motta Coutinho
Joelson de Oliveira Carvalho
Luiz Sérgio Furtado
Margareth Barros Santos
Maria Cecília de Santana Parreiras
Espírito Santo
Vinícios Abreu da Silva
Daiane Benevides Nascimento
Eliomar Ferreira Pimentel
Fernando Francisco de Paula
Mirian da Silva Ferreira
Sidiney Gomes Guedes
Rio de Janeiro
Alberto Azemiro Martins de Carvalho
Celso da Cunha Ferreira
Eliana Maria Lisboa Garrão
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Roberto Brito Velasco
Roberto Carlos Nunes dos Santos
São Paulo
Rosemary Utida
Antônio Aderci Moitinho
Irineu Yukio Akaji
Luiz Carlos Estevam Foglia
Maria Auxiliadora Afonso Viegas
Nádia Maria Barretto Alves
Osvaldo César Ferraro
Pedro Roberto Kruger
Paraná
Tânia Mara Delorenci Bernardino Frazeto
Adison Túlio Ayres do Nascimento
Ana Lívia Kasseboehmer
Arnoldo Picelli
Arlos Alberto de Sá
Edemilson Mainardes Gonçalves
Santa Catarina
Mário Roberto Schmidt
Carlos Roberto Roncatto Filho
Gilmar Orsi
Gomercindo de Deus e Silva
Talita Schroder
Rio Grande do Sul
Carlos Alberto Del Castel
Ademir Celestino da Silva Júnior
Carlos Augusto Costa Nunes
Ênio Luiz Perrando
Lauro Lindolfo Steffan
Léa Beatriz de Souza Chipeaux
Viviane Rech
Mato Grosso do Sul
Jorge Miranda Quevedo
Everaldo Assad Arguello
Fernando Gallina
Jesus Garcia de Camargo
Márcia Moreno Jara
Mato Grosso
Wandir da Costa Ribeiro
Ivan da Silva Maia
Remildo Rodrigues de Souza
Ricardo Litran
Valter Benedicto Ribeiro Pires
Equipe técnica _____________________________________________________________________________________________
Goiás
Carlos Augusto Canêdo
Eudmar Curado Lopes
José Nilton de Brito
Luiz Fernando da Silva
Valdivino Esteves Rodrigues
Distrito Federal
Luiz Fernando Viegas Fernandes
Guilhermo Silveira Braga Vilas Boas
Rodrigo de Paula Almeida
Yana Machado Santos Drumond
Projeto Editorial
Centro de Documentação e Disseminação de Informações
Coordenação de Produção
Marise Maria Ferreira
Gerência de Editoração
Estruturação textual, tabular e de gráficos
Beth Fontoura
Katia Vaz Cavalcanti
Leonardo Martins
Marisa Sigolo
Diagramação tabular e de gráficos
Leonardo Martins
Copidesque e revisão
Anna Maria dos Santos
Cristina R. C. de Carvalho
Kátia Domingos Vieira
Diagramação textual
Maria da Graça L. Ferreira
Programação visual da publicação
Luiz Carlos Chagas Teixeira
Tratamento de arquivos e mapas
Evilmerodac Domingos da Silva
Produção de multimídia
Márcia do Rosário Brauns
Marisa Sigolo
Mônica Pimentel Cinelli Ribeiro
Roberto Cavararo
Gerência de Documentação
Pesquisa e normalização bibliográfica
Ana Raquel Gomes da Silva
Bruno Klein
Hector Rodrigo Brandão Oliveira - Estagiário
Lioara Mandoju
_______________________________________________________________ Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008-2009
Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil
Padronização de glossários
Ana Raquel Gomes da Silva
Elaboração de quartas-capas
Ana Raquel Gomes da Silva
Lioara Mandoju
Gerência de Gráfica
Impressão e acabamento
Maria Alice da Silva Neves Nabuco
Gráfica Digital
Impressão
Ednalva Maia do Monte
Fly UP