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o diário de bridget jones: reflexões sobre a mulher contemporânea

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o diário de bridget jones: reflexões sobre a mulher contemporânea
O DIÁRIO DE BRIDGET JONES: REFLEXÕES SOBRE A
MULHER CONTEMPORÂNEA
Ana Jóis Garcia; Verônica Maria de Araújo Pontes
Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, [email protected], [email protected]
RESUMO:
Durante muito tempo a literatura pertenceu unicamente ao universo masculino, porém, a
despeito das condições desfavoráveis regidas pelo domínio patriarcal no passado, muitas
mulheres ousaram inserir-se no seleto mundo literário, trazendo em suas obras, reflexões sobre
as idéias, os desejos de mudanças e as transformações pelas quais as mulheres passavam. Essas
transformações, as conseqüências do movimento feminista e as atuais mudanças estéticas e
comportamentais trouxeram à mulher contemporânea a responsabilidade de ser multitarefa: ser
profissional, esposa e mãe competente. Esse processo reflete também no mundo literário,
propiciando o surgimento de uma nova literatura: A Literatura de Mulherzinha. Esse artigo é o
resultado de um estudo bibliográfico de caráter qualitativo em que se pretendeu, através do
romance inglês O Diário de Bridget Jones, analisar o imaginário feminino atual, traçando um
paralelo entre a personagem e a mulher moderna. Procuramos demonstrar que a literatura de
mulherzinha e especificamente O Diário de Bridget Jones nos permite uma compreensão do
atual imaginário feminino, visto que os vícios, angústias e preocupações da personagem
assemelham-se aos problemas da maioria das mulheres, e funcionam como uma vitrine do
cotidiano feminino, espelhando, dessa forma, caricaturalmente todos os aspectos da mulher
contemporânea.
Mulher, Literatura, Movimento feminista.
INTRODUÇÃO
Durante muito tempo as mulheres foram deixadas à margem da história, obrigadas a
assumirem um papel secundário, silenciadas e subjugadas a um guardião masculino.
Contudo, as mudanças econômicas e sociais dos últimos séculos e o desejo feminino em
romper com os dogmas da sociedade patriarcal repensaram o papel designado à mulher na
sociedade ocidental. Na última metade do século XX, vemos surgir uma nova mulher,
independente e emancipada.
Este trabalho propõe-se a analisar o romance O Diário de Bridget Jones, e encontrar
em Bridget elementos que retratem a “nova mulher” - surgida após o movimento feminista de
1970, e o novo lugar na sociedade que esta mulher ocupa, seus medos e suas angústias com a
nova função social que lhe foi atribuída.
METODOLOGIA
Esse artigo é o resultado de um estudo bibliográfico de caráter qualitativo em que se
pretende, através do romance inglês O Diário de Bridget Jones, analisar o imaginário
feminino atual, traçando um paralelo entre a personagem e a mulher moderna.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Ao longo do século XX, foram várias as mudanças pelas quais as mulheres passaram.
Mudanças advindas da ciência, quando, por exemplo, nos anos sessenta, foi inventada a
pílula, o que muito auxiliou o feminismo a impulsionar a revolução sexual. Mudanças
estéticas e visuais, impulsionadas pelas revistas de moda, pela indústria da beleza e pela mídia
em geral, especialmente o cinema, que, a partir dos anos vinte e trinta, reforça “uma cultura
da beleza” através de imagens femininas de grande carisma e, claro, mudanças
comportamentais oriundas do feminismo que reivindicou para as mulheres o direito de terem
a autonomia de seu próprio corpo e de ascenderem profissional e economicamente.
Embora os primeiros levantes feministas tenham ocorrido ainda no século XIX, na luta
pelo direito ao voto, apenas na década de 1960, o movimento feminista ganhou novas forças,
como um movimento libertário, o qual passou a lutar não apenas pela inserção da mulher na
vida pública, profissional, mas a questionar a relação de poder entre homens e mulheres
reivindicando para mulher autonomia de sua vida e corpo (PINTO, 2010).
A mulher foi incentivada a procurar a realização pessoal, sexual e profissional. Era
preciso libertar-se, profissionalizar-se, habitar o espaço público com a mesma frequência do
homem.
Contudo, embora no âmbito público os papéis sociais evoluíssem com relativa rapidez,
no âmbito doméstico, as funções do lar continuavam, e continuam a ser, primordialmente,
funções femininas, o que acarreta um acúmulo de funções atribuídas à mulher, que tem que
redistribuir o tempo entre o espaço público e o privado.
Na interseção dessas responsabilidades, situa-se o maior conflito para
as mulheres, e ele foi construído em nossa sociedade, entre cuidar das
crianças, o casamento, a família e a carreira. Um dos claros elementos
na estrutura desse conflito é o valor negativo atribuído a ser apenas
uma dona de casa. Esse papel feminino é usado como um padrão de
comparação, a base, contra a qual a identidade profissional emerge
como vencedora. (STREY, 2006, p. 69).
Observa-se, então, que há uma ambivalência de valores sociais, pois a mulher deve
adquirir sua independência financeira, sem, contudo negligenciar suas atribuições
fundamentais de administradora do lar. Ela não deve ser uma simples dona de casa, mas não
pode, contudo, renunciar totalmente à família.
A multiplicidade de tarefas incumbidas à mulher acarreta o aumento de casos de
estresse entre as mulheres, pois ensinadas desde os primórdios a serem boas esposas e mães e
a esperarem pelo “príncipe encantado”, as mulheres estão mudando suas crenças e valores. A
maternidade vem sendo procrastinada tendo em vista a necessidade, ou desejo, de a mulher
firmar-se primeiramente como profissional.
Porém, apesar de adiada, a maternidade ocupa um lugar de destaque na problemática
da mulher contemporânea, pois a “mulher mãe” entra em conflito com a “mulher
profissional” na busca incessante, nem sempre satisfatória, de conciliar lar e trabalho. Esta
diversidade de papéis ocasiona um aumento no estresse feminino que traz riscos reais para
saúde física e mental das mulheres. (SOCORRO, 2007).
As contribuições das políticas feministas não se limitaram à modificação de contextos
econômicos. As políticas do corpo eram temas recorrentes das agendas feministas. Associar a
sexualidade feminina à função de reprodução era privá-las de conhecerem o seu próprio
prazer. “Ourbodies, Ourselves” eram palavras de ordem e indicavam o desejo da mulher de
usufruir livremente de seu próprio corpo.
Contudo, paralelamente ao feminismo, a mídia lança um novo ideal de beleza
feminina, instituindo a magreza como protótipo do belo.
Fortemente difundida, a tirania da magreza influencia intensamente o imaginário
feminino atual. Muitas mulheres contemporâneas são acometidas de bulimia e anorexia
procurando atingir um padrão quase inatingível. Levando em conta que medidas corporais de
modelos como Gisele Bundchen, cujo o IMC é 16, considerado na faixa da subnutrição, é o
padrão de “corpo ideal” almejado segundo Pereira apud Santos (2007), na busca por esse
padrão, as mulheres estão, de fato, arriscando a saúde.
Podemos perceber a relação contraditória que a mulher pós-feminista mantém consigo,
visto que, se atualmente é livre para dispor sexualmente de seu corpo, ela é presa ou limitada
por uma ideologia da beleza que impõe o corpo magro, esbelto, como ideal.
Tantas mudanças, em tão pouco tempo, contribuem para que a mulher viva numa
cultura paradoxal onde, segundo Vivas (2005, p. 52): sente a necessidade de ser independente
financeiramente, ótima dona de casa, estar sempre linda, “com o corpo em forma” e, claro,
conseguir êxito como poderosa amante e namorada, na busca imperfeita pela perfeição.
Para esta mulher imersa em uma cultura tão contraditória, o mercado editorial está
investindo cada vez mais em um novo gênero literário, conhecido como Chick Lit na
Inglaterra e como literatura mulherzinha no Brasil.
A literatura mulherzinha surgiu nos anos noventa e retrata, de forma debochada, as
conquistas, angústias e anseios femininos. É uma literatura escrita por mulheres e para
mulheres, na qual as protagonistas encontram-se na faixa etária dos 25 a 40 anos e estão em
busca da autonomia financeira, da beleza, da realização sexual e do sucesso amoroso.
Para Vivas (2005), a “literatura mulherzinha“ funciona como uma espécie de autoajuda, uma espécie de manual, que ajuda a superar o estresse diário. As mulheres identificamse com as protagonistas, pois estas são mulheres “normais”, em guerra contra a balança e que
lutam para conseguir sucesso no âmbito econômico e afetivo, sucesso este que nem sempre é
fácil de ser alcançado.
O maior sucesso da literatura mulherzinha, O Diário de Bridget Jones da escritora
inglesa Helen Fielding, foi estruturado nos moldes de Orgulho e Preconceito, publicado em
1813, da também inglesa, Jane Austen (MUZART, 2008)
As semelhanças entre as obras são várias, desde o herói romântico (que em ambas as
obras se chama Darcy) até a busca pelo casamento. Porém, enquanto em Austen esta busca é
vista como imprescindível e necessária para a sobrevivência, em Fielding, muitas vezes,
parece ridícula. Além das semelhanças óbvias entre as duas obras, Helen Fielding escreveu a
protagonista Bridget Jones como apaixonada pelo romance Orgulho e Preconceito.
8h55. Dei uma saidinha para comprar cigarros antes de me preparar
para assistir à adaptação do livro Orgulho e Preconceito na BBC. É
incrível como as ruas estão cheias de carros. Será que essas pessoas
não deviam estar em casa se preparando para ver o programa? (...)
Elizabeth e Darcy são meus representantes na área do amasso, ou
melhor, do galanteio. (FIELDING, 2001, p. 255).
Entretanto, muitos críticos não consideram a literatura mulherzinha como
representante da mulher atual. Para eles, este tipo de literatura é uma caricatura do universo
feminino, e não a sua representação. O próprio termo, “literatura mulherzinha”, contém um
sentido pejorativo que, segundo Muzart (2008) perpassa a ideia de uma subliteratura lida
somente por mulheres. Contudo, para críticos como Vivas (2005), a publicação de romances
como Bridget Jones favorece a divulgação e a materialização da nova posição social feminina.
O Diário de Bridget Jones e os demais livros da literatura mulherzinha retratam os novos
anseios femininos, pois diferentemente do que ocorria no século XIX e em boa parte do
século XX, o ideal da mulher hoje não consiste em casar, ter filhos, cuidar da casa e ter uma
profissão, somente se possível. A nova mulher deseja alcançar primeiramente um êxito
profissional e posteriormente ter um companheiro e filhos. Esta inversão de prioridades por
vezes traz sentimentos de solidão e frustração.
A análise do livro O Diário de Bridget Jones nos permite uma compreensão do atual
imaginário feminino, visto que os vícios, angústias e preocupações da personagem
assemelham-se aos problemas da maioria das mulheres, e funcionam como uma vitrine do
cotidiano feminino.
CONCLUSÕES
O Diário de Bridget Jones: Quem sou eu agora que não sou mais eu?
Bridget Jones apareceu inicialmente em uma coluna semanal do jornal britânico, The
Independent. As crônicas da balzaquiana1 solteira e atrapalhada, viciada em cigarros e em
contar obsessivamente as calorias de tudo que come, alcançaram sucesso tal, que foram
transformadas em livros – O Diário de Bridget Jones e Bridget Jones no limite da razão – e
posteriormente em filmes.
A obra narra o dia-a-dia de Bridget, uma jovem solteira urbana que escreve
constantemente em seu diário as peripécias que as mulheres contemporâneas vivenciam nas
grandes metrópoles. Bridget é uma heroína cômica e atrapalhada, que parece estar perdida
entre valores velhos e novos.
1
Referente ao livro de Balzac “A mulher de trinta anos”.
Leitora de livros de auto-ajuda, fumante, gordinha e romântica, Bridget Jones faz
sucesso entre as mulheres porque estas se identificam com a personagem: assim como
Bridget, procuram a independência, mas ainda sonham com o príncipe encantado.
Freqüentadora assídua de bares e restaurantes, Bridget está sempre acompanhada dos amigos,
Sharon, uma espécie de feminista contemporânea, Jude, uma executiva de sucesso, mas que
enfrenta dilemas com a vida amorosa, e Tom, o amigo gay. Todos compartilham com Bridget
o desejo de encontrar o ”rumo certo” para sua vida amorosa.
Além dos amigos solteiros, Bridget relaciona-se com alguns amigos casados – a quem
denomina ‘os bem–casados’ –, com a família e com alguns amigos dos pais. Estes
personagens são vitais na obra, pois retratam sucinta e debochadamente o casamento sob a
ótica tanto da mulher solteira, como da casada.
Os pares românticos de Bridget, Daniel Cleaver e Mark Darcy mostram, de forma
cômica, o dilema e a frustração de uma “relação furada” e a procura pelo homem perfeito.
Com ironia e humor, a autora Helen Fielding transfere para o livro as ansiedades existentes no
cotidiano da mulher pós-feminista, como, por exemplo, a preocupação com a carreira e com o
corpo, o temor de não encontrar o homem ideal etc.
Produto tanto das conquistas feministas, que possibilitaram à mulher lutar por sua
independência financeira, quanto dos avanços científicos os quais, aliados ao feminismo,
impulsionaram uma nova forma de a mulher lidar com a sexualidade, O Diário de Bridget
Jones revela a nova ideologia da beleza e do consumismo desenfreado, que cresceram a partir
da segunda metade do século XX.
Inglesa e de classe média, a personagem Bridget Jones faz parte da primeira geração
de mulheres que cresceram em um cenário inovador para o sexo feminino. Estas mulheres não
querem e não podem viver como suas mães, contudo, ainda possuem muitos anseios
provenientes das gerações passadas como o medo da solidão e parte da concepção sobre
casamento e constituição de família.
Fielding (2001, p. 120) resume, através de Bridget, esses receios modernos como
percebido no trecho a seguir:
23h. Noite agitada. Sharon veio logo com uma tese: o que está
acontecendo com Richard é um caso típico de “babaquice emocional”,
fato que vem se alastrando como fogo entre os homens com mais de
30 anos. Ela garante que à medida que as mulheres vão passando dos
20 para os 30 anos, o equilíbrio de poder muda de repente. Até as
mulheres mais seguras perdem as estribeiras, lutando contra os
primeiros sinais de angústia existencial: medo de morrer sozinha e ser
encontrada três semanas depois semi-devorada por um pastor alemão.
Idéias estereotipadas a respeito de solteironas, abismos e migalhas
sexuais conspiram para fazer com que você se sinta idiota, mesmo que
passe um bom tempo pensando nas atrizes Joanna Lumley e Susan
Sarandon.
A protagonista é lembrada constantemente de seu relógio biológico. Para a sociedade,
Bridget já adiou demais a maternidade, e até mesmo ela reconhece isso. O fato de trabalhar e
ser independente financeiramente não a isenta da crença arraigada na sociedade, e na própria
mulher, de que, em algum momento de sua vida, ela deve cumprir o curso natural de ser mãe
e esposa, ainda que possua uma vida totalmente diferente das gerações anteriores, o que causa
à mulher novos ideais, os quais nem sempre são realizados.
- Bridget! O que você vai fazer da vida? - perguntou Una - Vocês,
moças trabalhadoras! Não entendo! Não pode continuar adiando isso
para sempre, sabe. Tique-taque, tique-taque, tique-taque.
- É verdade. Como pode uma mulher chegar à sua idade sem casar? grasnou Brian Enderby. (FIELDING, 2001, p. 19).
Habitando uma sociedade em que a juventude é extremamente valorizada, Bridget
teme o passar do tempo, não quer envelhecer e sente-se atemorizada com a possibilidade de
ter rugas e cabelos brancos.
Quando você começa a pensar em envelhecimento, não tem jeito. A
vida de repente fica parecendo com as férias: Da metade em diante, os
dias voam rumo ao ultimo dia. Preciso fazer alguma coisa em relação
ao processo de envelhecimento, mas o quê? Não tenho dinheiro para
cirurgia plástica. E fico numa situação tipo faca de dois gumes já que
tanto engordar quanto emagrecer provocam o envelhecimento.
(FIELDING, 2001, p. 155).
Outra preocupação feminina contemporânea, o peso, é debochadamente representada
por Bridget. A personagem anota constantemente todas as calorias de sua alimentação e cada
grama ganha ou perdida. A ditadura da magreza surgiu, segundo Higonnet (1991), em meados
dos anos sessenta. Frequentemente, são estampadas, em revistas femininas, fotos com
modelos magérrimas, trazendo promessas de dietas e exercícios que levarão a mulher a ter o
“corpo ideal”.
Por meio de Bridget, Fielding (2001) satiriza a imposição da magreza para as
mulheres. Vemos abaixo, no texto extraído, Bridget fazer uma referência direta à indústria da
moda, que impõe um modelo de beleza inatingível para a maior parte das mulheres. Sutil e
indiretamente, a ideologia é impressa: para ser bela, é preciso ser jovial e magra.
As pessoas sensatas dirão que Daniel deve gostar de mim do jeito que
sou, mas sou uma filha da cultura Nova-cosmopolitan, fui
traumatizada por supermodelos e todo tipo de testes e sei que nem
minha personalidade nem meu corpo darão conta do recado se não
forem bem trabalhados. Não agüento a tensão. (FIELDING, 2001, p.
68).
Podemos atribuir o sucesso de Bridget e de outras publicações da literatura
mulherzinha, exatamente a essa proximidade que as mulheres sentem com estas
heroínas.Essas obras permitem-nos entender as novas atribuições do sujeito feminino na
sociedade, e permite à mulher que se manifeste, ainda que de forma cômica, caricaturada,
sobre como está lidando com estas atribuições.
O romance O Diário de Bridget Jones alcançou renome mundial entre as mulheres por
ser uma leitura prazerosa e penetrar em um universo complexo com humor e deboche. Ao
escrevê-lo, Helen Fielding escreveu as peripécias não só de Bridget, mas de milhares de
mulheres reais, a obra alcançou tanto êxito, que possui uma continuação: Bridget Jones no
limite da razão e, a atual, Bridget Jones: Louca pelo garoto.
Bridget com sua neurose pela beleza, seu desejo em ser independente e ao mesmo
tempo em desejar encontrar o homem ideal, reflete o imaginário feminino de milhares de
mulheres.
É interessante perceber como a análise desse livro permite uma reflexão crítica da
situação da mulher pós-feminista. Helen Fielding, abordando temas preocupantes de forma
atraente e humorística, consegue fazer de sua descontraída obra uma fonte de pesquisa
fundamental para se descobrir as principais características dos conflitos que cercam a mulher
contemporânea.
REFERÊNCIAS
FIELDING, H. O diário de Bridget Jones. Trad. Beatriz Horta. 21 ed. Rio de Janeiro: Editora
Record, 2003.
HIGONNET, A. Mulheres, imagens e representações. In DUBY, G.; PERROT, M. (orgs)
História das mulheres no ocidente: O século XX. Trad.Alda Maria Durães et al. São Paulo:
Ebradi, 1991
MUZART, Z. L. Literatura de mulherzinha. Labrys. Estudos Feministas (Online), v. 11, p. 1,
2007.
PINTO, C. R. J. Feminismo, História e Poder. Revista Sociologia Política, Curitiba, v. 18, n.
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SANTOS, M. O. S. A tirania da magreza feminina. Revista digital, n° 119, Buenos Aires:
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Acesso em: 12 de janeiro de 2009.
SOCORRO, T. C. A nova configuração familiar e sua repercussão no estresse feminino na
contemporaneidade. Revista Conquer, v. 3, p. 1-11, 2008.
STREY, M. N. A mulher, seu trabalho, sua família e os conflitos. In STREY, M. N. Mulher
estudos de gênero. Rio Grande do Sul: UNISINOS, 1997.
VIVAS, M. A. “Literatura mulherzinha”: a construção de feminilidades nas tirinhas da série
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Departamento de Letras, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, 2005.
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