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ALIANSCE APRESENTA OS SEUS RESULTADOS E DESTAQUES

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ALIANSCE APRESENTA OS SEUS RESULTADOS E DESTAQUES
RESULTADOS 1T16
Renato Rique
Presidente
Renato Botelho
Diretor Financeiro
Eduardo Prado
Diretor de RI
Mauro Junqueira
Diretor de Investimentos
Samantha Senna
Especialista de RI
TELECONFERÊNCIA EM PORTUGUÊS
Yan Oliveira
Analista de RI
10 de maio de 2016 – 3ª feira
Tel.: +55 (21) 2176-7272
E-mail: [email protected]
ri.aliansce.com.br
11h00 (BR) / 10h00 (US EDT)
Telefone: +55 (11) 3127-4971
Código: Aliansce
Replay por 7 dias: +55 (11) 3127-4999
Senha: 47156712
Aliansce apresenta os seus Resultados e Destaques Financeiros e
Operacionais do 1T16
Rio de Janeiro, 9 de maio de 2016 – A Aliansce Shopping Centers S.A. (Bovespa: ALSC3), uma das maiores proprietárias de
shopping centers do país, anuncia seus resultados no 1º trimestre de 2016 (1T16). As informações financeiras gerenciais são
apresentadas de forma consolidada e em milhares de reais (R$), conforme as práticas adotadas no Brasil, através dos CPCs
emitidos e aprovados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), e normas internacionais de contabilidade – IFRS, exceto quanto
aos efeitos da adoção dos pronunciamentos CPC 19 (R2) e CPC 18 (R2) – IFRS 10 e 11. As informações financeiras gerenciais
refletem a participação da Companhia em cada shopping, com exceção do Boulevard Belém e Boulevard Belo Horizonte, que são
consolidados 100%, em linha com as demonstrações financeiras consolidadas.
Em atendimento ao Ofício-Circular CVM/SNC/SEP nº 01/2016, a operação de venda da Boulevard Corporate Tower, torre
comercial anexa ao Boulevard Shopping Belo Horizonte, formalizada em junho de 2014, foi reclassificada contabilmente como
“Obrigações relacionadas a Propriedades para Investimento - Torre Comercial”, em contrapartida a “Propriedades para
Investimentos – Torre Comercial” (Nota 5 das demonstrações financeiras consolidadas da Companhia), ainda que formal e
legalmente se trate de uma venda (“Reclassificação”). Por essa razão, as demonstrações financeiras consolidadas de 31 de março
de 2016 foram ajustadas para considerar a operação como uma obrigação, e as demonstrações financeiras consolidadas de 31 de
março de 2015 foram ajustadas da mesma maneira e estão sendo reapresentadas, afetando o balanço patrimonial e as
demonstrações do resultado, do resultado abrangente e dos fluxos de caixa consolidados.
Não obstante a Reclassificação mencionada acima, de modo a apresentar ao mercado e aos investidores informações comparáveis
com informações divulgadas pela Companhia nos anos anteriores e mais adequadas para o entendimento da Companhia e de sua
situação financeira, apresentamos abaixo informações financeiras gerenciais que não refletem esta Reclassificação. Para análise
da conciliação entre tais informações financeiras gerenciais e as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia, e outras
informações relevantes, ver comentários e tabelas na seção “Apêndices”.
As informações financeiras gerenciais, bem como outras informações não contábeis da Companhia apresentadas abaixo não
foram revisadas pelos auditores independentes. Para análise das informações contábeis e auditadas da Companhia, vide as
demonstrações financeiras consolidadas de 31 de março de 2016 e de 31 de março de 2015 da Companhia.
Destaques do primeiro trimestre de 2016 e eventos recentes
As informações financeiras abaixo são gerenciais com base nas demonstrações financeiras consolidadas da Companhia.

A receita líquida da Companhia, ajustando o resultado pela venda e pela compra de participação realizadas em 2015*,
registrou crescimento de 10,7%. Considerando o efeito das mudanças de participação nos últimos 12 meses, o NOI teve
um crescimento de 6,7% e o EBITDA ajustado aumentou em 7,5%.

Os aluguéis mesmas lojas (SSR) tiveram um crescimento de 7,1% no trimestre. Trata-se da maior variação desde o 4T14.
Em 15 dos 19 shoppings do portfólio houve um maior crescimento em relação à variação apresentada no 4T15. O
crescimento de SSR dos 10 principais shoppings da Companhia foi de 7,3% no 1T16.

As despesas administrativas e gerais apresentaram uma redução pelo 2º trimestre consecutivo. A diminuição de
despesas no 1T16 foi de 1,7%. Os principais fatores foram a redução das despesas de pessoal e de aluguéis.
*Em 2015, participação vendida no Via Parque Shopping e aquisição de participação no Shopping da Bahia.
Todas as informações operacionais e financeiras, exceto quando indicado de outra forma, são apresentadas em milhares de reais, com base em números consolidados e de acordo com a legislação societária brasileira
e as normas internacionais de contabilidade (IFRS), através dos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), que são aprovados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

As vendas por m² apresentaram uma redução de 1,7% contra o 1T15. As vendas nos shoppings da Aliansce alcançaram
R$1,8 bilhão no 1T16, queda de 2,6% em relação ao 1T15. As vendas mesmas áreas (SAS) e vendas mesmas lojas (SSS)
tiveram uma redução de 3,9% e 4,8% no 1T16. Todos os indicadores de vendas tiveram um melhor desempenho em
relação à variação apresentada no 3T15 e 4T15.

A taxa de ocupação do portfólio atingiu 96,1% no 1T16. A redução em 1,1 p.p. em relação ao percentual apresentado
no 4T15 concentra-se na saída de 3 lojas âncoras. A Companhia já aprovou uma proposta comercial para área
previamente ocupada pela C&A no Via Parque, o que irá aumentar a taxa de ocupação do portfólio para 96,5%. Os 10
principais ativos da Companhia alcançaram uma taxa de ocupação de 97,6% no 1T16.

No 1T16, a inadimplência liquida foi de 6,0% versus 5,3% no 1T15. A inadimplência líquida do 1º trimestre é
normalmente superior à média anual em vista das despesas extras dos lojistas no começo de cada ano.

O custo de ocupação para o lojista foi 11,4% no 1T16. O volume de vendas no 1º trimestre é normalmente menor do
que a média do ano, impactando o custo de ocupação. Nos últimos 12 meses, o custo de ocupação total atingiu 10,4%.
O custo de ocupação das lojas satélites atingiu 15,1% no 1T16, e de 13,9% nos últimos 12 meses, abaixo da média do
setor.

O CAPEX bruto da Companhia foi de R$20,5 milhões no 1T16 e o investimento líquido foi de R$20,3 milhões no trimestre.

Dívida de longo prazo e baixa volatilidade com custo inferior à taxa Selic. O custo médio da dívida da Companhia
manteve-se em 14,0% a.a. no final do 1T16. Aproximadamente 87,4% da dívida bruta da Companhia é de longo prazo e
79,6% do total estão indexados à TR, TJLP e pré-fixado. Desde março de 2013, a taxa Selic subiu 7,0 p.p. e o custo médio
da nossa dívida subiu 2,9 p.p..

Rolagem da dívida da Companhia com redução do custo e alongamento do prazo. Em 13 de abril de 2016, a Companhia
pré-pagou um financiamento com saldo de R$52,4 milhões, custo de IPCA + 9,74% a.a. e vencimento até 2019. Na mesma
data, a Companhia emitiu uma debênture simples no montante de R$75,0 milhões, a um custo de CDI + 1,7% a.a. e prazo
de 12 anos com carência de principal de 12 meses. Os direitos de crédito decorrentes das debêntures serviram de lastro
para a emissão de um certificado de recebíveis imobiliários (CRI), conforme a Instrução da Comissão de Valores
Mobiliários n.º 476/2009.

Em 20 de abril de 2016, a 20ª expansão do Shopping da Bahia foi inaugurada. A nova área inclui um supermercado Pão
de Açúcar com 1,2 mil m², além de uma megaloja Kalunga e 400 m² de satélites com foco no segmento de serviços.
Aproximadamente 96,4% da área da expansão já foram comercializados. De acordo com as estimativas da Companhia, o
cap rate estabilizado da expansão é de 18,1% a.a..

Em 29 de abril de 2016, a Assembléia Geral Ordinária aprovou a distribuição de dividendos no valor de R$17,7 milhões
referente ao exercício de 2015. Em 22 de dezembro de 2015, o Conselho de Administração da Companhia aprovou a
distribuição no montante de R$13,6 milhões de juros sobre capital próprio (líquido de imposto de renda).
O quadro abaixo contém os principais indicadores operacionais e financeiros gerenciais da Companhia no 1T16 e as variações em
relação ao mesmo período no ano passado.
Principais Indicadores
1T16
Desempenho Financeiro - Informações gerenciais
1T16/1T15
Δ%
1T15
(Valores em milhares de reais, exceto os percentuais)
Receita Bruta
146.012
135.083
8,1%
Receita Líquida
131.984
123.628
6,8%
NOI
109.259
84,4%
104.821
89,2%
-4,7 p.p.
Margem %
NOI/m² ³
4,2%
86,7
79,7
8,7%
86.821
65,8%
83.807
67,8%
-2,0 p.p.
1.280
1,0%
1.787
1,5%
-0,5 p.p.
(4.815)
-3,8%
2.050
1,7%
-5,5 p.p.
Margem %
12.865
10,2%
19.371
16,3%
-6,2 p.p.
Aluguel/m² ² ³
82,5
73,9
11,6%
SAR/m² (aluguel mesma área)²
70,8
66,4
6,6%
SSR/m² (aluguel mesmas lojas)²
70,2
65,5
7,1%
EBITDA Ajustado¹
Margem %
Lucro líquido
Margem %
Lucro líquido Ajustado¹
Margem %
FFO Ajustado¹
3,6%
-28,4%
n/a
-33,6%
Desempenho Operacional - Informações gerenciais
Vendas (em milhares de reais)
1.847.743
1.897.776
-2,6%
Vendas/m² ²
1.059,9
1.078,6
-1,7%
SAS/m² (vendas mesma área)²
1.044,9
1.086,7
-3,9%
SSS/m² (vendas mesmas lojas)²
1.041,0
1.093,2
-4,8%
Custo de Ocupação (% vendas)
11,4%
10,6%
0,7 p.p.
Inadimplência Líquida
6,0%
5,3%
0,6 p.p.
Taxa de Ocupação
96,1%
97,4%
-1,2 p.p.
ABL Total Final (m²)
689.977
675.578
2,1%
ABL Própria Final (m²)
433.741
439.378
-1,3%
ABL Própria que informa vendas (m²)²
376.516
374.029
0,7%
¹ Ajus tado por eventos nã o recorrentes e efei tos nã o ca i xa
² Médi a mens a l
³ Incl ui a l uguel l i nea r
Impacto das variações de participação realizadas em 2015
Ao longo do ano de 2015, a Companhia vendeu uma participação no Via Parque Shopping e adquiriu uma participação no Shopping
da Bahia. O quadro abaixo mostra a variação das principais linhas do resultado, ajustando os valores de 2015 para refletir as
vendas de participação ocorridas no período.
Principais Indicadores
1T16
1T15 Pro Forma
1T16/1T15
Δ%
Desempenho Financeiro - Informações gerenciais
Receita Bruta
146.012
131.605
10,9%
Receita Líquida
131.984
119.254
10,7%
NOI
109.259
84,4%
102.399
89,6%
-5,2 p.p.
86.821
65,8%
80.795
67,8%
-2,0 p.p.
12.865
10,2%
17.126
15,0%
-4,8 p.p.
Margem %
EBITDA Ajustado¹
Margem %
FFO Ajustado¹
Margem %
¹ Ajustado por eventos não recorrentes e efeitos não caixa
6,7%
7,5%
-24,9%
Nosso Portfólio
ABL Própria por grupo
A Aliansce participa e/ou administra shoppings centers localizados em todas as regiões do
país e que possuem exposição aos principais segmentos de renda do país.
Com o objetivo de facilitar a compreensão sobre o crescimento da Companhia nos próximos
anos, nós dividimos o portfólio em dois grupos com base no tempo de operação ou na fase
em que cada ativo se encontra:


Ativos Maduros: Shoppings já maduros que possuem mais de cinco anos de histórico
operacional.
Nova Geração de ativos: Shoppings em fase de maturação que possuem menos de
cinco anos de histórico operacional, ou que recentemente passaram por uma
revitalização.
1T16
1T15
72,4%
66,9%
33,1%
27,6%
Ativos Maduros
Nova Geração
Ativos Maduros (Shoppings com mais de 5 anos de histórico operacional)
Shopping da Bahia
Caxias Shopping
Shopping Taboão
Boulevard Shopping
Brasília
Via Parque
Shopping
Boulevard Shopping
Belém
Shopping
Grande Rio
Carioca Shopping
Shopping
Santa Úrsula
Boulevard Shopping
Belo Horizonte
Shopping
West Plaza
Bangu Shopping
Santana Parque
Shopping
Nova Geração de Ativos (Shoppings com menos de 5 anos de histórico operacional)
Boulevard Shopping
Campos
Parque Shopping
Belém
Boulevard Shopping
Vila Velha
Boulevard Shopping
Nações Bauru
Parque Shopping
Maceió
Shopping Parangaba
Shopping de Terceiros (Administrados pela Aliansce)
Shopping Leblon
Boulevard Shopping
Feira de Santana
Pátio Alcântara
São Gonçalo Shopping
Continental Shopping
Passeio Shopping
Santa Cruz Shopping
Floripa Shopping
Shopping Praça Nova
Santa Maria*
Boulevard Shopping
Vitória da Conquista*
Indica a presença da Aliansce
*Em Desenvolvimento
No 1T16, a Companhia possuía participação em 19 shoppings em operação totalizando 433,7 mil m² de ABL própria.
A Companhia também atua como prestadora de serviços de planejamento, administração e comercialização de 10 shoppings
centers de terceiros que possuíam 209,4 mil m² de ABL total no final do 1T16.
O quadro abaixo mostra o portfólio da Companhia no 1T16 e a taxa de ocupação no final do trimestre.
Shoppings em Operação
Estado
Ativos Mature - Mais de 5 anos de histórico operacional
Shopping da Bahia
Shopping Taboão
Via Parque Shopping
Shopping Grande Rio
Carioca Shopping
Shopping West Plaza
Bangu Shopping
Santana Parque Shopping
Caxias Shopping
Boulevard Shopping Brasília
Boulevard Shopping Belém
Boulevard Shopping Belo Horizonte
Shopping Santa Úrsula
Lojas C&A
Nova Geração de Ativos - Menos de 5 anos de histórico operacional
Boulevard Shopping Campos
Parque Shopping Belém
Boulevard Shopping Vila Velha
Boulevard Shopping Nações Bauru
Parque Shopping Maceió
Shopping Parangaba
Total do Portfolio
BA
SP
RJ
RJ
RJ
SP
RJ
SP
RJ
DF
PA
MG
SP
n/a
RJ
PA
ES
SP
AL
CE
% Aliansce
62,84%
69,04%
78,00%
38,91%
25,00%
100,00%
25,00%
100,00%
33,40%
89,00%
50,00%
75,00%
70,00%
37,50%
69,05%
62,94%
100,00%
50,00%
50,00%
100,00%
50,00%
40,00%
62,86%
ABL
(m²)
499.608
64.111
36.547
57.255
38.042
28.470
33.870
58.347
26.581
25.558
17.510
39.406
41.458
23.057
9.395
190.368
25.033
29.968
34.997
30.660
37.498
32.212
689.977
ABL Própria Taxa de Prestação de
(m²)
Ocupação
Serviços
313.931
97,0%
44.262
98,2%
A / C / CSC
28.506
97,5%
A / C / CSC
22.278
94,3%
A / C / CSC
9.510
98,0%
A / C / CSC
28.470
96,7%
A / C / CSC
8.468
96,0%
A / C / CSC
58.347
98,1%
A / C / CSC
8.878
98,5%
A / C / CSC
22.747
97,5%
A / C / CSC
8.755
98,9%
A / C / CSC
29.555
97,0%
A / C / CSC
29.021
98,4%
A / C / CSC
8.646
90,5%
6.488
100,0%
n/a
119.810
93,7%
25.033
96,9%
A / C / CSC
14.984
97,6%
A / C / CSC
17.499
89,7%
A / C / CSC
30.660
88,4%
A / C / CSC
18.749
96,7%
A / C / CSC
12.885
93,4%
A / C / CSC
433.741
96,1%
(A) Administração | (C) Comercialização | (CSC) Central de Serviços Compartilhados
A redução na taxa de ocupação do Via Parque Shopping e Boulevard Shopping Nações
Bauru é explicada pela saída da âncora C&A. A redução da taxa de ocupação do Boulevard
Shopping Vila Velha é reflexo da saida da âncora Dadalto. Excluindo estas três âncoras, a
taxa de ocupação da Companhia passou de 97,2% no 4T15 para 96,9% no 1T16.
Taxa de Ocupação
97,2%
96,1%
A Companhia já aprovou uma proposta comercial para área previamente ocupada pela
C&A no Via Parque, o que irá aumentar a taxa de ocupação do portfólio para 96,5%.
Os 10 shoppings mais representativos do portfólio, equivalentes à 82,4% do NOI da
Companhia, possuíam uma taxa de ocupação de 97,6% no final do 1T16.
96,5%*
4T15
1T16
*Incl ui proposta aprovada no Via Parque Shopping
Destaques Financeiros
Receita Bruta
Composição Receita - 1T16
A receita bruta apresentou um crescimento de 8,1% no 1T16,
alcançando R$146,0 milhões. Excluindo o efeito da venda e
aquisição de participação realizadas em 2015, o crescimento
da receita bruta foi de 10,9% no 1T16.
Prestação de
serviços
8,7%
A receita de estacionamento da Companhia foi mais uma vez
o destaque no período. O crescimento do fluxo de veículos
alinhado com o aumento do ticket médio no período
possibilitaram o incremento da receita em 14 dos 17
shoppings que cobravam por este serviço no 1T15. A receita
de estacionamento atingiu R$25,5 milhões no 1T16, 18,5%
superior em relação ao 1T15.
Aluguel
71,4%
Estacionamento
17,5%
Aluguel Mínimo
83,1%
CDU
2,4%
Stands /
Quiosques
10,1%
Aluguel
percentual
6,9%
No 1T16, a linha de aluguel linear continuou a ser impactada pela correção do cálculo da linearização da receita de aluguel de
parte dos contratos de locação. Excluindo o aluguel linear, a receita bruta da Companhia cresceu 7,5% no 1T16.
Informações Financeiras Gerenciais
Receitas por Natureza
Aluguéis
Cessão de direito de uso
Estacionamento
Taxa de transferência
Prestação de serviços
Ajuste aluguel linear - CPC 06
Total
Informações Financeiras Gerenciais
Receita Total por Empreendimentos
Shopping da Bahia
Shopping Taboão
Via Parque Shopping
Shopping Grande Rio
Carioca Shopping
Bangu Shopping
Santana Parque Shopping
Shopping Santa Úrsula
Caxias Shopping
Boulevard Shopping Brasília
Boulevard Shopping Belém
Boulevard Shopping Belo Horizonte
Boulevard Campos
Parque Shopping Belém
Boulevard Shopping Vila Velha
Boulevard Shopping Nações Bauru
Shopping West Plaza
Shopping Parangaba
Parque Shopping Maceió
Lojas C&A
Serviços
Ajuste aluguel linear - CPC 06
1T16
1T15
1T16/1T15
Δ%
(Valores em milhares de reais, exceto os percentuais)
96.989
3.567
25.483
59
12.663
7.251
94.663
4.138
21.510
168
12.078
2.525
2,5%
-13,8%
18,5%
-64,6%
4,9%
187,1%
146.012
135.083
8,1%
1T16
1T15
1T16/1T15
Δ%
(Valores em milhares de reais, exceto os percentuais)
21.024
8.828
5.426
3.781
9.895
14.568
2.521
1.156
6.148
2.475
15.568
10.693
5.219
3.189
1.635
4.122
1.742
2.671
4.468
970
12.663
7.251
17.730
8.468
9.270
3.534
7.841
13.786
2.323
1.187
5.923
2.227
14.855
10.124
4.950
3.220
1.628
4.119
1.899
2.454
4.052
889
12.078
2.525
18,6%
4,2%
-41,5%
7,0%
26,2%
5,7%
8,5%
-2,6%
3,8%
11,2%
4,8%
5,6%
5,4%
-1,0%
0,5%
0,1%
-8,3%
8,8%
10,3%
9,1%
4,9%
187,1%
Total
146.012
135.083
8,1%
Receita Total - Mesmos Shoppings*
146.012
131.605
10,9%
*Considera efeito da venda de participação no Via Parque Shopping e da aquisição de participação no Shopping
da Bahia realizadas em 2015
Receita de Locação
A receita de locação da Companhia apresentou crescimento de 2,5% no 1T16 em relação ao 1T15. Ajustando os números do 1T15
para refletir a participação atual da Companhia no Via Parque Shopping e no Shopping da Bahia, a receita de locação foi 5,2%
superior ao observado no 1T15.
Em 11 dos 19 shoppings do portfólio, o crescimento da receita de locação no 1T16 foi superior à variação apresentada no último
trimestre de 2015. Entre os destaques, o desempenho do Carioca Shopping é explicado em grande parte pelo sucesso da expansão
inaugurada no 2T15. O Bangu Shopping apresentou um crescimento de 12,9% de aluguel mínimo no trimestre.
Informações Financeiras Gerenciais
Receita de Locação
1T16
1T15
1T16/1T15
Δ%
(Valores em milhares de reais, exceto os percentuais)
Shopping da Bahia
Shopping Taboão
Via Parque Shopping
Shopping Grande Rio
Carioca Shopping
Bangu Shopping
Santana Parque Shopping
Shopping Santa Úrsula
Caxias Shopping
Boulevard Shopping Brasília
Boulevard Shopping Belém
Boulevard Shopping Belo Horizonte
Boulevard Campos
Parque Shopping Belém
Boulevard Shopping Vila Velha
Boulevard Shopping Nações Bauru
Shopping West Plaza
Parque Shopping Maceió
Shopping Parangaba
Lojas C&A
18.243
6.416
3.592
2.727
7.818
11.086
1.746
816
4.449
1.873
12.673
7.258
3.821
2.421
1.580
2.740
1.297
3.262
2.201
970
17.352
6.214
6.494
2.579
6.460
10.422
1.637
820
4.296
1.727
11.904
6.858
3.665
2.378
1.584
2.930
1.397
3.007
2.051
889
5,1%
3,3%
-44,7%
5,7%
21,0%
6,4%
6,7%
-0,5%
3,6%
8,4%
6,5%
5,8%
4,3%
1,8%
-0,2%
-6,5%
-7,1%
8,5%
7,3%
9,1%
Total
96.989
94.663
2,5%
Receita de Locação - Mesmos Shoppings*
96.989
92.158
5,2%
*Considera efeito da venda de participação no Via Parque Shopping e da aquisição de participação no Shopping
da Bahia realizadas em 2015
No 1T16, os aluguéis mesmas lojas (SSR) do portfólio apresentaram o maior
crescimento desde o 4T14. A evolução deste indicador demonstra a capacidade da
Companhia em aumentar a receita de locação, a despeito do cenário econômico, em
função do custo de ocupação abaixo da média do setor. Em 15 dos 19 shoppings do
portfólio, houve um maior crescimento deste indicador no 1T16 em relação ao 4T15.
O crescimento de SSR dos 10 principais shoppings da Companhia foi de 7,3% no
1T16.
Crescimento dos aluguéis mesmas lojas
SSR/m²
7,1%
5,9%
1T15
4,0%
4,3%
4,6%
2T15
3T15
4T15
1T16
CAGR:
+27,5%
O gráfico ao lado ilustra o sucesso da Aliansce Mall & Mídia, empresa criada em 2012
com objetivo de maximizar as receitas de quiosques e merchandising nos
empreendimentos da Companhia. Entre o 1T12 e 1T16, esta linha da receita de
locação da Companhia apresentou uma taxa composta de crescimento anual (CAGR)
de 27,5% e a sua representatividade na receita de locação da Companhia passou de
7,3% para 10,1%.
13
,0
%
14 .0 00
12 .0 00
10 .0 00
9,1%
8,7%
7,3%
8.227
9,8%
10,1%
9.253
9.786
11
,0
%
9,0%
7,0%
6.597
8.00 0
5,0%
6.00 0
3.701
3,0%
4.00 0
1,0%
2.00 0
-1,0%
0
1T12
1T13
1T14
Receita M&M (R$ milhares)
1T15
1T16
Receita M&M/Receita Locação
Custo de Aluguéis e Serviços
A Companhia continuou a entregar ganhos de margem nas operações de estacionamento no 1T16. A redução de custos de
estacionamento em função de automação da cobrança e redução de pessoal possibilitou que 16 dos 17 shoppings do portfólio
que cobravam por este serviço no 1T15 apresentassem melhora de margem. No trimestre, a margem de estacionamento atingiu
84,6%, aproximadamente 10 p.p. acima do percentual atingido no 1T15.
O aumento do custo operacional da Companhia neste trimestre foi concentrado em 4 ativos, que representaram 45,8% do custo
operacional total. Os principais fatores foram custos relacionados à migração do mercado de energia cativo para o mercado livre
e a contribuição para campanhas de marketing. A migração para o mercado livre de energia irá reduzir significativamente o
principal custo do condomínio e, por consequência, o custo de ocupação dos lojistas, permitindo incrementos futuros nos aluguéis.
Além do efeito do aumento da inadimplência, a linha de provisão para devedores duvidosos no trimestre foi impactada por ajustes
históricos de constituição da PDD de condomínio referentes a períodos anteriores no Shopping West Plaza, e também pela
aplicação uniforme da política de PDD nos shoppings, de forma que todo o saldo vencido em aberto de um lojista, incluindo aluguel
e condomínio, seja considerado na provisão. Tais ajustes totalizaram aproximadamente R$1,2 milhões no trimestre.
Informações Financeiras Gerenciais
Custos por Natureza
1T16
1T16/1T15
Δ%
1T15
(Valores em milhares de reais, exceto os percentuais)
Depreciação e Amortização
17.270
17.092
1,0%
Custos operacionais dos shoppings
11.768
9.214
27,7%
Custo de estacionamento
3.917
5.441
-28,0%
Custo de comercialização e planejamento
1.718
1.303
31,8%
Provisão para devedores duvidosos
8.405
3.530
138,1%
43.079
36.579
17,8%
Total
Lucro Bruto
O lucro bruto alcançou R$88,9 milhões no 1T16, um aumento de 2,1% em relação ao mesmo
período do ano anterior.
Lucro Bruto (R$ milhares)
2,1%
87.048
88.905
1T15
1T16
Excluindo as vendas e aquisições de participação ocorridas em 2015, o lucro bruto cresceu 5,4%
no trimestre.
NOI
O NOI do 1T16 atingiu R$109,3 milhões, aumento de 4,2% em relação ao 1T15. A margem NOI foi de 84,4% no trimestre. Excluindo
o efeito da alienação e aquisição ocorridas no final de 2015, o NOI da Companhia apresentou crescimento de 6,7% no 1T16.
Informações Financeiras Gerenciais
NOI
1T16
1T16/1T15
Δ%
1T15
(Valores em milhares de reais, exceto os percentuais)
Aluguéis
Cessão de direito de uso
Resultado de estacionamento
Resultado Operacional
104.299
3.567
21.565
129.432
97.356
4.138
16.070
117.564
7,1%
-13,8%
34,2%
10,1%
(-) Custos operacionais dos shoppings
(-) Provisão para devedores duvidosos
(11.768)
(8.405)
(9.214)
(3.530)
27,7%
138,1%
(=) NOI
109.259
104.821
4,2%
84,4%
89,2%
-4,7 p.p.
109.259
84,4%
102.399
89,6%
6,7%
-5,2 p.p.
Margem NOI
NOI - Mesmos Shoppings*
Margem NOI - Mesmos Shoppings*
*Considera efeito da venda de participação no Via Parque Shopping e da aquisição de participação no Shopping da
Bahia realizadas em 2015
(Despesas) / Receitas Operacionais
Despesas de G&A vs. Receita Líquida
25, 0%
Assim como no trimestre anterior, a Companhia conseguiu reduzir as
despesas gerais e administrativas no 1T16. Entre os principais motivos que
explicam a redução de 1,7% no trimestre estão a redução do bônus da
diretoria estatutária e das despesas com o plano de opção de ações.
Adicionalmente, a Companhia reduziu as despesas com aluguéis no
trimestre. Nos últimos 5 anos, a Companhia registrou uma queda de 7,3
p.p. das despesas administrativas e gerais como percentual da receita
líquida.
21,6%
20, 0%
16,4%
14,9%
15,5%
1T14
1T15
15, 0%
14,3%
10, 0%
5,0%
0,0%
1T12
1T13
1T16
G&A sobre Receita Líquida
O principal item de outras (despesas) /receitas operacionais no trimestre é o ajuste no preço de venda da participação no Santana
Parque Shopping (earn out) no valor de R$5,0 milhões. A Companhia teve direito a receber este montante tendo em vista que o
resultado operacional do shopping foi superior à meta prevista no contrato de venda de participação realizada em 2014.
Informações Financeiras Gerenciais
(Despesas) / Receitas Operacionais
Despesas administrativas e gerais
1T16
1T16/1T15
Δ%
1T15
(Valores em milhares de reais, exceto os percentuais)
(18.820)
(19.147)
-1,7%
Despesa com depreciação e amortização
(1.144)
(911)
25,5%
Outras (despesas) / receitas operacionais
2.414
(3.097)
n/a
(17.550)
(23.155)
-24,2%
(4.989)
0
Total
Resultado na aquisição/alienação de ativos¹
Outros Itens não recorrentes
Total Ajustado
n/a
2.013
1.885
6,8%
(20.526)
(21.269)
-3,5%
¹Ajuste no preço de venda da participação do Santana Parque Shopping (earn out)
EBITDA e EBITDA Ajustado
O EBITDA ajustado da Companhia foi de R$86,8 milhões no 1T16, um crescimento de 3,6% em comparação com o 1T15. Excluindo
o efeito da venda e aquisição de participações realizada em 2015, o crescimento do EBITDA ajustado foi de 7,5% no trimestre. Nos
últimos 5 anos, a taxa composta anual de crescimento (CAGR) do EBITDA ajustado foi 17,6%.
Informações Financeiras Gerenciais
1T16
1T15
1T16/1T15
Δ%
(Valores em milhares de reais, exceto os percentuais)
Receita líquida
131.984
123.628
6,8%
(-) Custos
(-) Despesas
(+) Depreciação e amortização
(43.079)
(17.550)
18.442
(36.579)
(23.155)
18.028
17,8%
-24,2%
2,3%
(=) EBITDA
89.797
81.922
9,6%
(+)/(-) Despesas / (Receitas) não recorrentes
(-)Ganho na venda de participação¹
(+)Gastos pré-operacionais
(+)/(-) Outros
(2.976)
(4.989)
2.013
1.885
0
1.885
n/a
n/a
n/a
6,8%
(=) EBITDA ajustado
86.821
83.807
3,6%
Margem EBITDA ajustado
65,8%
67,8%
-2,0 p.p.
EBITDA Ajustado - Mesmos Shoppings²
Margem EBITDA ajustado - Mesmos Shoppings²
86.821
65,8%
80.795
67,8%
7,5%
-2,0 p.p.
¹Ajuste no preço de venda da participação do Santana Parque Shopping (earn out)
²Considera efeito da venda de participação no Via Parque Shopping e da aquisição de participação no Shopping da Bahia
realizadas em 2015
Resultado Financeiro
A variação do resultado financeiro no 1T16 em relação ao 1T15 deve-se ao menor saldo de
caixa da Companhia, o que resultou em uma queda da receita financeira no período.
Houve uma redução de 0,6% na despesa financeira no trimestre em comparação com o mesmo
período do ano anterior. O principal fator para a redução da despesa financeira foi a economia
gerada pelo pré-pagamento da primeira emissão de debêntures no valor de R$185 milhões ao
longo do 2º semestre de 2015, que possuía um custo bem superior ao custo médio da dívida
da companhia.
Resultado Financeiro (R$ milhares)
1T15
(52.303)
1T16
(58.875)
Lucro Líquido e Lucro Líquido Ajustado
O lucro líquido da Companhia atingiu R$1,3 milhão no 1T16. Excluindo os efeitos não recorrentes e não caixa, a Companhia teve
um prejuízo líquido ajustado de R$4,8 milhões no 1T16.
Informações Financeiras Gerenciais
1T16
1T15
1T16/1T15
Δ%
(Valores em milhares de reais, exceto os percentuais)
Lucro Líquido - dos Controladores
1.280
1.787
-28,4%
(+)/(-) Despesas/(Receitas) não recorrentes
(-) Ajuste aluguel linear - CPC 06
(+) Plano de Opção de Ações
(+)/(-) Impostos não caixa
(-) Juros Capitalizados
(+) Efeito SWAP
(2.976)
(6.710)
587
3.369
(494)
128
1.885
(2.383)
1.174
458
(1.283)
411
n/a
181,6%
-50,0%
634,9%
-61,5%
-68,7%
(=) Lucro Líquido ajustado
(4.815)
2.050
n/a
Lucro Líquido ajustado - Mesmos Shoppinngs*
(4.815)
80
n/a
*Considera efeito da venda de participação no Via Parque Shopping e da aquisição de participação no Shopping da Bahia
realizadas em 2015
FFO e FFO Ajustado (AFFO)
O FFO ajustado (AFFO) alcançou R$12,8 milhões no 1T16 e a margem do AFFO foi de 10,2% no trimestre.
Informações Financeiras Gerenciais @share
FFO
1T16
1T15
1T16/1T15
Δ%
(Valores em milhares de reais, exceto os percentuais)
Lucro Líquido
1.280
1.787
(+) Depreciação e amortização
17.680
17.321
-28,4%
2,1%
(=) FFO
18.961
19.108
-0,8%
Margem FFO %
(+)/(-) Despesas/(Receitas) não recorrentes
(-) Ajuste aluguel linear - CPC 06
(+) Plano de Opção de Ações
(+)/(-) Impostos não caixa
(-) Juros Capitalizados
(+) Efeito SWAP
15,0%
(2.976)
(6.710)
587
3.369
(494)
128
-
16,1%
1.885
(2.383)
1.174
458
(1.283)
411
-
-1,1 p.p.
n/a
181,6%
-50,0%
634,9%
-61,5%
-68,7%
(=) FFO ajustado
12.865
19.371
-33,6%
Margem AFFO %
10,2%
16,3%
-6,2 p.p.
FFO ajustado - Mesmos Shoppings*
Margem FFO ajustado - Mesmos Shoppings*
12.865
10,2%
17.126
15,0%
-24,9%
-4,8 p.p.
*Considera efeito da venda de participação no Via Parque Shopping e da aquisição de participação no Shopping da
Bahia realizadas em 2015
Destaques Operacionais
Desempenho de Vendas
Crescimento de Vendas
2.500
As vendas nos shoppings da Aliansce alcançaram R$1,8 bilhão no 1T16, queda de 2,6%
em relação ao 1T15. Nos últimos 5 anos, as vendas totais do portfólio tiveram uma taxa
composta de crescimento anual (CAGR) de 12,4%.
CAGR:
12,4%
2.000
1.848
1.500
1.028
1.000
As vendas por m² atingiram R$1.060, queda de 1,7% contra o 1T15, e mostraram uma
melhora em relação à queda de 4,6% no 4T15 e 3,5% no 3T15 contra os mesmos períodos
nos anos anteriores.
500
-
1T11
1T16
Vendas totais (R$ milhões)
A mesma tendência pode ser observada nos indicadores de vendas mesmas áreas (SAS) e vendas mesmas lojas (SSS) que tiveram
uma redução de 3,9% e 4,8% no 1T16, respectivamente. As vendas por m² e vendas mesmas áreas por m² continuaram a refletir
o impacto positivo da troca de lojas e da ocupação de áreas vagas nas vendas da Companhia. Em todos os trimestres ao longo dos
últimos 5 anos, o crescimento de SAS foi superior à variação do indicador SSS.
SSS
SAS
Vendas/m²
Variação 1T16 vs. 4T15
∆
Melhoria de mix
-3.9%
-4.8%
- Ocupação de lojas
vagas por lojistas com
maior produtividade
- Saída de lojas com
vendas/m² inferiores à
média do shopping
-1.7%
SSS
SAS
+1.5 p.p.
Vendas/m²
+2.8 p.p.
+1.8 p.p.
Impacto do Processo Contínuo de Melhoria de Mix
Taxa de Ocupação (%)
Taxa de Ocupação
97,4%
A taxa de ocupação da Companhia foi de 96,1% no 1T16, 1,1 p.p. abaixo do
percentual apresentado no 4T15. O principal motivo pela redução na taxa de
ocupação foi a saída de 3 lojas âncoras, uma no Via Parque Shopping, no
Boulevard Shopping Nações Bauru e a última no Boulevard Shopping Vila Velha.
Excluindo essas três lojas a taxa de ocupação da Aliansce seria de 96,9% no 1T16,
redução de 0,3 p.p. em relação ao 4T15.
97,3%
97,1%
97,2%
96,5%*
96,1%
1T15
2T15
3T15
4T15
1T16
*Incl ui proposta aprovada no Via Parque Shopping
A Companhia já aprovou uma proposta comercial para área previamente ocupada pela âncora no Via Parque, o que irá aumentar
a taxa de ocupação do portfólio para 96,5%, redução de 0,6 p.p. versus o 4T15.
O destaque positivo no 1T16 foi o Boulevard Shopping Brasília que teve um aumento de 4,2 p.p. na sua taxa de ocupação.
Inadimplência Líquida
Inadimplência Líquida
A inadimplência líquida do 1º trimestre é normalmente superior à média anual em
vista das despesas extras dos lojistas no começo de cada ano. No 1T16, a
inadimplência liquida foi de 6,0% versus 5,3% no 1T15. Considerando o atual cenário
econômico, a inadimplência líquida apresentada no trimestre reflete a qualidade e a
resiliência do portfólio da Aliansce.
5,3%
1T15
3,2%
4,0%
2T15
3T15
5,0%
4T15
6,0%
1T16
Custo de Ocupação (% de vendas)
Assim como na inadimplência, o custo de ocupação também é impactado pela sazonalidade do 1º trimestre do ano. O menor
volume de vendas no trimestre resulta em um custo de ocupação acima da média do ano. Nos últimos 4 anos, o custo de ocupação
no 1º trimestre foi em média 0,8 p.p. acima do custo de ocupação no ano.
No 1T16, o custo de ocupação do portfólio foi 11,4%, 0,8 p.p. acima do 1T15. O custo de ocupação dos 10 principais ativos da
Companhia foi de 11,1% no período. Nos últimos 12 meses, o custo de ocupação foi de 10,4%.
O custo de ocupação das lojas satélites atingiu 15,1% no 1T16, aumento de 0,6 p.p. em relação ao mesmo período do ano anterior.
Nos últimos 12 meses, o custo de ocupação das lojas satélites foi de 13,9%.
Custo de Ocupação Total
Custo de Ocupação Satélites
15,1%
14,5%
13,9%
13,2%
10,6%
1T15
11,4%
9,7%
Últimos
12 meses
1T16
10,4%
Últimos
12 meses
1T15
Últimos
12 meses
1T16
Últimos
12 meses
Aproximadamente 50% do aumento do custo de ocupação nos últimos 12 meses foi resultado do incremento dos encargos
condominiais, principalmente do custo de energia. Além dos 7 shoppings que já operam no mercado livre de energia, outros 9
ativos do portfólio sairão do mercado cativo ao longo de 2016. Esta mudança reduzirá consideravelmente o custo com energia e
o seu impacto nos encargos comuns dos lojistas.
CAPEX
No 1T16, o CAPEX bruto da Companhia foi de R$20,5 milhões. O investimento líquido atingiu R$20,3 milhões no no trimestre.
Os principais investimentos realizados foram na aquisição de participação no Shopping da Bahia e aquisição de terreno, e o
montante investido pelo Shopping da Bahia pelo direito de cobrança de estacionamento.
O quadro abaixo mostra o CAPEX previsto a ser desembolsado até o final de 2018. Os valores abaixo não incluem o saldo a pagar
referente a aquisições de participação que totaliza R$22,7 milhões até o final de 2018 e que está no balanço da Companhia.
CAPEX a Realizar¹
2016E
2017E
2018E
TOTAL
Expansões
4,2
0,0
0,0
4,2
Manutenção / Revitalização
8,4
33,3
38,0
79,7
24,0
20,0
12,2
56,3
Outros
CDU / Permuta²
-1,2
-0,7
0,0
-1,9
Total
35,4
52,6
50,2
138,2
¹
²
Valores reais
Monetização do potencial construtivo
Vetores de Crescimento
Expansões
Projetos em Andamento com inauguração prevista nos próximos 12 meses
Com previsão de inauguração no 4T16, a expansão do Shopping West Plaza irá acrescentar 0,8 mil m² à ABL própria da Companhia.
O projeto representa um investimento líquido de CDU na participação da Aliansce estimado em R$5,2 milhões.
Projetos em Andamento
Shopping West Plaza
Total
Estado Inauguração
SP
4T16
ABL (m²)
% Aliansce
3.175
25,0%
3.175
% Aliansce (R$ milhões)
ABL Própria
Cap Estabilizado
(m²)
Capex Líquido¹ NOI Estabilizado
794
5,2
0,4
794
5,2
0,4
7,7%
TIR²
(a.a.)
10,4%
¹Inclui CDU Líquido e Permuta
²TIR real e desalavancada
Expansão West Plaza
A expansão do Shopping West Plaza compreende um novo cinema com 7 salas de última geração, seguindo o conceito recémlançado pelo Cinemark nos Estados Unidos. A expectativa da Companhia é de um aumento significativo do tráfego especialmente
nos finais de semana, beneficiando o shopping como um todo. Haverá ainda um teatro que será inaugurado no local do antigo
cinema do shopping.
O cronograma continua no prazo e o investimento líquido previsto é de R$5,2 milhões na participação da Companhia, dos quais
aproximadamente 85,0% já foram realizados até o fim do 1T16, sendo que já havíamos executado cerca de 95,0% do cronograma
físico previsto. A previsão de entrega da obra para o operador Cinemark é no 2T16 e a inauguração do cinema está prevista para
o 4T16.
Fachada atual
Nova fachada com o cinema no 4º piso
Potencial Construtivo
O portfólio da Aliansce possui potencial construtivo de 468,0 mil m² excedente em 13 dos 19 shoppings centers da Companhia.
De acordo com o plano plurianual de cada empreendimento, o uso desta área foi dividida entre futuras expansões dos shopping
centers da Companhia e o desenvolvimento de projetos multiuso. A utilização do potencial excedente pode ser alterado conforme
o interesse da Companhia. Os valores abaixo refletem a participação da Aliansce.
Projetos Multiuso
(Área Privativa - m²)
Potencial Expansão
(ABL - m²)
(valores na participação da Aliansce)
Carioca Shopping
11.900
1.522
Bangu Shopping
7.000
25.000
Shopping Grande Rio
2.000
7.500
Shopping Taboão
26.600
24.960
Shopping da Bahia
46.466
10.680
Parque Shopping Maceió
91.500
15.000
Boulevard Shopping Campos
41.000
20.000
Boulevard Shopping Vila Velha
15.000
10.000
Boulevard Shopping Nações Bauru
28.000
15.000
Caxias Shopping
17.800
25.273
Boulevard Shopping Belo Horizonte
7.000
3.500
Parque Shopping Belém
-
11.250
Shopping Parangaba
-
4.000
294.266
173.686
Total
Endividamento e Disponibilidades
A dívida líquida da Companhia era de R$1.574,3 milhões no final do 1T16 e, excluindo as participações de minoritários, o saldo
atingiu R$1.508,3 milhões. Aproximadamente 79,6% da dívida da Companhia estavam indexados à TR, TJLP e pré-fixado e o custo
médio da dívida permaneceu em 14,0% a.a. no final do trimestre, abaixo da taxa Selic. O prazo médio aumentou para 5,9 anos
por conta do pré-pagamento do saldo da primeira emissão de debêntures com vencimento no curto prazo realizado ao longo do
2º semestre de 2015. No final do 1T16, cerca de 87,4% da dívida bruta da Companhia era de longo prazo.
Em 13 de abril de 2016, a Companhia pré-pagou um financiamento com saldo de R$52,4 milhões, custo de IPCA + 9,74% a.a. e
vencimento até 2019. Na mesma data, a Companhia emitiu uma debênture simples no montante de R$75,0 milhões, a um custo
de CDI + 1,7% a.a. e prazo de 12 anos com carência de principal de 12 meses. Os direitos de crédito decorrentes das debêntures
serviram de lastro para a emissão de um certificado de recebíveis imobiliários (CRI), conforme a Instrução da Comissão de Valores
Mobiliários n.º 476/2009.
Perfil da Dívida - Indexadores¹
Custo Dívida Aliansce vs. Selic (base 100)
190
170
TR
74,1%
Variação Selic = 7,0 p.p.
150
Variação Custo ALSC = 2,9 p.p.
130
IPCA
14,7%
110
90
1T13
1T14
1T15
SELIC
1T16
IGP-DI
Pré-fixado TJLP
5,7%
2,5%
3,0%
¹Reflete o endividamento no final do período
Custo ALSC
Composição da Dívida Gerencial
Curto Prazo
Longo Prazo
Endividamento
Total
(valores em milhares de reais)
Bancos
71.861
948.098
1.019.959
CCI/CRI
477.092
100.113
376.979
Obrigação para compra de ativos
15.299
22.700
37.999
Debêntures
26.035
128.826
154.862
213.309
1.476.604
1.689.912
Caixa e aplicações financeiras
(115.572)
-
(115.572)
DISPONIBILIDADE TOTAL
(115.572)
-
(115.572)
97.737
1.476.604
1.574.340
DÍVIDA TOTAL
DÍVIDA LÍQUIDA
A tabela com informações sobre custo e prazo de cada dívida está disponível no apêndice do release.
Cronograma de Amortização de Principal (R$ milhões)
162,3
2016
162,0
2017
127,8
2018
121,8
109,7
100,9
92,8
2019
2020
2021
2022
137,9
127,3
70,6
2023
2024
2025
O quadro a seguir demonstra a conciliação entre a dívida líquida consolidada contábil e a dívida líquida gerencial no 1T16. A
redução na dívida é resultado do reconhecimento, na participação da Companhia, do efeito líquido dos financiamentos referentes
ao Parque Shopping Belém e ao Parque Shopping Maceió.
Composição da Dívida - Consolidado
Contábil 1T16
Efeitos CPC
18/19
Gerencial 1T16
(valores em milhares de reais)
1.060.006
(40.047)
1.019.959
Bancos
CCI/ CRI
477.092
-
37.999
-
37.999
154.862
-
154.862
Obrigação para compra de ativos
Debêntures
1.729.959
DÍVIDA TOTAL
(40.047)
477.092
1.689.912
Caixa e aplicações financeiras
(108.809)
(6.762)
(115.571)
DISPONIBILIDADE TOTAL
(108.809)
(6.762)
(115.571)
DÍVIDA LÍQUIDA
1.621.150
(46.809)
1.574.341
Desempenho da Ação
A ação da Aliansce (código ALSC3), negociada no Novo Mercado da BM&F Bovespa, encerrou o 1T16 cotada a R$12,81. O volume
médio negociado no trimestre foi de R$5,8 milhões por dia. Em 4 de janeiro, a Companhia ingressou na carteira que compõe o
IBrX 100, índice que acompanha o desempenho médio das cotações dos 100 ativos de maior negociabilidade e representatividade
do mercado de ações brasileiro.
Aliansce - Base = 100 (31/03/2015)
Base 100
R$ Mil
130
14.000
120
12.000
110
10.000
100
8.000
90
6.000
80
4.000
70
2.000
Composição Acionária
CPPIB
29,2%
Free Float
46,6%
Renato Rique
21,0%
60
Volume Médio 15 dias
mar-16
jan-16
IBOV
nov-15
set-15
jul-15
mai-15
mar-15
ALSC3
Tesouraria
0,4%
Administradores
2,9%
Glossário
ABC (Área Bruta Comercial): Correspondente ao somatório de todas as áreas comerciais dos shopping centers, ou seja, a ABL
somada às áreas de lojas vendidas.
ABL (Área Bruta Locável): Correspondente ao somatório de todas as áreas disponíveis para a locação em shopping centers, exceto
quiosques e as áreas vendidas.
ABL Próprio: Refere-se à ABL total ponderada pela participação da Aliansce em cada shopping.
Abrasce: Associação Brasileira de Shopping Centers.
Aluguel Complementar: É a diferença (quando positiva) entre o aluguel mínimo e o aluguel com base em porcentagem de vendas
paga como aluguel, conforme definida em contrato.
Aluguel Mínimo: É o aluguel mínimo do contrato de locação de um lojista.
CAGR: Taxa composta de crescimento anual.
CAPEX: Capital Expenditure. É a estimativa do montante de recursos a ser desembolsado para o desenvolvimento, expansão,
melhoria ou aquisição de um ativo.
CCI: Cédula de Crédito Imobiliário.
CDU (Cessão de Direito de Uso): Valor cobrado do lojista a título de direito de uso de infraestrutura técnica do empreendimento,
aplicável aos contratos com prazo superior a 60 meses.
CDU Líquido: Valor do CDU descontado do custo de comercialização.
CPC: Comitê de Pronunciamentos Contábeis.
CRI: Certificado de Recebíveis Imobiliários.
Custo de Ocupação: É o custo de locação de uma loja como percentual das vendas: Aluguel (mínimo + percentual) + encargos
comuns + fundo de promoção.
EBITDA (Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization): Receita líquida – custos e despesas operacionais +
depreciação e amortização.
EBITDA Ajustado: EBITDA + gastos pré-operacionais +/(-) outras despesas/(receitas) não recorrentes.
FFO Ajustado (Funds From Operations): Lucro líquido dos controladores + depreciação + amortização + despesas / (receitas) não
recorrentes - ajuste de aluguel linear + plano de opção de ações +/(-) impostos não caixa – juros capitalizados + efeito do SWAP.
FIIVPS: Fundo de Investimento Imobiliário Via Parque Shopping.
Greenfield: Desenvolvimento de novos projetos de Shopping Centers.
Inadimplência: É a relação entre o total faturado no período e o total recebido dentro do mesmo período, com apuração 30 dias
após o encerramento do trimestre. A repactuação dos contratos de aluguel é considerada na apuração da inadimplência.
Lei 11.638: Em 28 de dezembro de 2007, a Lei nº 11.638 foi promulgada com a finalidade de inserir as companhias abertas no
processo de convergência contábil internacional. Dessa forma, alguns resultados financeiros e operacionais sofreram alguns
efeitos contábeis decorrentes das mudanças definidas pela nova Lei.
Lojas Âncoras: Grandes lojas (com mais de 1000 m² de ABL) conhecidas do público, com características estruturais e
mercadológicas especiais, que funcionam como força de atração de consumidores, assegurando permanente afluência e trânsito
uniforme destes em todas as áreas do shopping center.
Lucro Líquido Ajustado: Lucro líquido dos controladores + despesas / (receitas) não recorrentes - ajuste de aluguel linear + plano
de opção de ações +/(-) impostos não caixa – juros capitalizados + efeito do SWAP.
Megalojas: Lojas de médio porte (entre 500 e 1000 m² de ABL), frequentemente com características estruturais e mercadológicas
especiais, em menor escala, porém com razoável força de atração e retenção de clientes, e também conhecidas como “miniâncoras”.
Lojas Satélites: Pequenas lojas (com menos de 500 m² de ABL), sem características estruturais e mercadológicas especiais,
localizadas no entorno das Lojas Âncoras e destinadas ao comércio em geral.
Mix de Lojistas: Composição estratégica das lojas definida pelo administrador dos shoppings.
NOI (Net Operating Income): Receita bruta dos shoppings (sem incluir receita de serviços) + resultado do estacionamento - custos
operacionais dos shoppings - provisão para devedores duvidosos.
PDD: Provisão para Devedores Duvidosos.
SAR (Aluguel Mesma Área): É a variação entre o aluguel faturado em uma mesma área no período versus no ano anterior.
Considera a participação da Aliansce em cada shopping, exceto o Shopping Santa Úrsula que não é incluído.
SAS (Vendas Mesma Área): É a variação entre as vendas em uma mesma área no período versus no ano anterior. Considera a
participação da Aliansce em cada shopping, exceto o Shopping Santa Úrsula que não é incluído.
SSR (Aluguel Mesma Loja): É a variação entre o aluguel faturado para uma mesma operação no período versus no ano anterior.
Considera a participação da Aliansce em cada shopping, exceto o Shopping Santa Úrsula que não é incluído.
SSS (Vendas Mesma Loja): É a variação entre as vendas em uma mesma operação no período versus no ano anterior. Considera
a participação da Aliansce em cada shopping, exceto o Shopping Santa Úrsula que não é incluído.
Taxa de Ocupação: Área locada dividida pela ABL total de cada shopping no final do período indicado.
Taxa de Administração: Tarifa cobrada aos locatários e aos demais sócios do shopping para custear a administração do shopping.
Vacância: Área bruta locável no shopping disponível para ser alugada.
Vendas: Vendas de produtos e serviços declarados pelas lojas em cada um dos shoppings durante o período, incluindo vendas de
quiosques. Considera 100% das vendas de cada shopping, independentemente da participação da Aliansce.
Vendas/m²: O valor de vendas dividido pela área que reporta vendas no período. Não inclui área de quiosques, pois essas
operações não estão incluídas na ABL total dos shoppings. Considera a participação da Aliansce em cada shopping.
Apêndices
Conciliação entre demonstrações financeiras consolidadas e gerenciais
A partir de 1º de janeiro de 2013, a Companhia adotou o pronunciamento técnico CPC 19 (R2) - Negócios em Conjunto, que
determina que os empreendimentos que uma Companhia controla em conjunto com uma ou mais partes devem ser caracterizado
como um Negócio em Conjunto e devem ser classificados como Operação em Conjunto ou Empreendimento Controlado em
Conjunto (joint venture). Além disso, na mesma data a Companhia adotou o pronunciamento técnico CPC 18 (R2) - Investimento
em controlada e coligada e passou a consolidar integralmente o Fundo de Investimento Imobiliário Via Parque Shopping e também
o Parque Shopping Belém.
Adicionalmente e conforme mencionado acima, em atendimento ao Ofício-Circular CVM/SNC/SEP nº 01/2016, a operação de
venda da Boulevard Corporate Tower, torre comercial anexa ao Boulevard Shopping Belo Horizonte foi reclassificada
contabilmente como uma “Obrigações relacionadas a Propriedades para investimento - torre comercial” (Nota 5 das
demonstrações financeiras consolidadas da Companhia), ainda que formal e legalmente se trate de uma venda. Esta transação foi
formalizada em junho de 2014 por meio da venda da totalidade das ações de emissão da Degas Empreendimentos e Participações
S.A., de titularidade do Hula Fundo de Investimento em Participações – FIP.
As demonstrações financeiras consolidadas de 31 de março de 2016 foram ajustadas para considerar a operação como uma
obrigação, e as demonstrações financeiras consolidadas de 31 de março de 2015 foram ajustadas da mesma maneira e estão
sendo reapresentadas. Esta retificação afetou o balanço patrimonial, e as demonstrações do resultado, do resultado abrangente
e dos fluxos de caixa consolidados, conforme detalhado nos quadros a seguir. O ativo objeto da operação foi contabilizado a custo
como “Propriedades para investimentos – Torre Comercial” (Nota 12).
Esta obrigação não tem prazo definido, uma vez que está vinculada à eventual venda da torre a terceiros. Como a operação foi
formalizada como uma venda com preço sujeito a ajustes, a obrigação pecuniária da Companhia está limitada à diferença entre o
Valor Alvo (montante pago pelo comprador remunerado à taxa do CDI + 2% ao ano deduzido das distribuições do resultado da
torre realizadas entre a data da venda para o comprador e a futura data da venda para terceiros) e o valor obtido pelo comprador
em eventual venda da torre a terceiros. Caso a torre seja vendida por um preço superior ao Valor Alvo, a Aliansce terá um crédito
a receber. O montante na rubrica “Obrigações relacionadas a Propriedades para investimento - torre comercial” das
demonstrações financeiras consolidadas corresponde ao valor alvo.
As informações financeiras gerenciais não consideram o impacto da Reclassificação e refletem a participação proporcional detida
pela Aliansce nas controladas em conjunto, conforme tabela abaixo:
Demonstração de Resultados
Informações
Informações
Informações
Contábeis 1T15 Contábeis 1T16 Gerenciais 1T16
Boulevard Shopping Brasília
Equivalência
Equivalência
50,00%
Parque Shopping Maceió
Equivalência
Equivalência
50,00%
Shopping Grande Rio
Equivalência
Equivalência
25,00%
Shopping Santa Úrsula
Equivalência
Equivalência
37,50%
Parque Shopping Belém
100,00%
100,00%
50,00%
Via Parque Shopping
100,00%
Equivalência
38,91%
Equivalência
Equivalência
33,40%
100,00%
100,00%
-
Santana Parque Shopping
Boulevard Corporate Tower
As demonstrações gerenciais foram elaboradas a partir de balanços patrimoniais, demonstrações de resultados, e relatórios
financeiros das sociedades e empreendimentos juntamente com premissas que a Administração da Companhia considera
razoáveis, e deverão ser lidas em conjunto com as demonstrações financeiras e respectivas notas explicativas elaboradas para o
período.
Apresentamos a seguir a conciliação contábil versus gerencial das demonstrações financeiras do período findo em 31 de março
de 2015 e 2016:
Conciliação entre demonstrações financeiras contábeis consolidadas e gerenciais – 2015
Conciliação Demonstração de Resultado Contábil vs. Gerencial
Período findo em 31 de março de 2015
Aliansce
Consolidado
2015 - Contábil
Efeito Boulevard
Corporate Tower
Minoritários
Via Parque
Aliansce
Consolidado
2015 - Gerencial
Efeito dos ajustes
CPC 18/19
(Valores em milhares de reais)
Receita bruta de aluguel e serviços
Impostos e contribuições e outras deduções
127.740
(10.935)
Receita líquida
116.805
Custo de aluguéis e serviços
(31.195)
- - -
(2.060)
133
-
9.402
(653)
-
135.083
(11.455)
(1.927)
433
-
8.749
(5.816)
2.933
-
(36.579)
(2.647)
3.046
(5.748)
5
50
(23.155)
(19.147)
0
(911)
(3.097)
(52.303)
123.628
85.610
- - -
(Despesas)/Receitas operacionais
Despesas administrativas e gerais
Resultado da equivalência patrimonial
Despesa com depreciação
Outras (despesas)/receitas operacionais
(17.238)
(22.195)
5.748
(916)
125
(3.263)
0
(0)
(3.263)
Resultado financeiro
(60.805)
7.016
(51)
1.537
7.567
3.753
(1.552)
1.823
11.591
(1.276)
(82)
(1.736)
(8.321)
Lucro/(Prejuízo) líquido do período
(5.227)
1
2.340
2.477
(1.633)
87
3.270
Lucro Atribuível aos:
Acionistas controladores
Acionistas não controladores
Lucro/(Prejuízo) líquido do período
(690)
3.030
2.340
2.477
2.477
(1.633)
(1.633)
87
87
1.787
1.483
3.270
Lucro bruto
Lucro antes dos impostos e participações minoritárias
Imposto de renda e contribuição social
Conciliação do EBITDA / EBITDA Ajustado
Período findo em 31 de março de 2015
Aliansce
Consolidado
2015 - Contábil
Efeito Boulevard
Corporate Tower
(1.494)
(6)
2
(8)
Minoritários
Via Parque
87.048
Aliansce
Consolidado
2015 - Gerencial
Efeito dos ajustes
CPC 18/19
(Valores em milhares de reais, exceto os percentuais)
Lucro/(Prejuízo) líquido do período
2.340
2.477
(1.633)
87
3.270
(+) Depreciação / Amortização
(+) Resultado financeiro
(+) Imposto de renda e contribuição social
17.180
60.805
5.227
(7.016)
1.276
(244)
51
82
1.093
(1.537)
1.736
18.028
52.303
8.321
EBITDA
MARGEM EBITDA %
85.552
73,2%
(3.263)
(1.745)
1.378
81.922
66,3%
(+) Despesas não recorrentes
1.501
238
-
146
1.885
EBITDA AJUSTADO
MARGEM EBITDA AJUSTADO %
87.053
74,5%
(3.025)
(1.745)
1.524
83.807
67,8%
Conciliação do FFO / FFO Ajustado
Período findo em 31 de março de 2015
Aliansce
Consolidado
2015 - Contábil
Efeito Boulevard
Corporate Tower
Minoritários
Efeito dos ajustes
CPC 18/19
Aliansce Consolidado
2015 - Gerencial
@share
(Valores em milhares de reais, exceto os percentuais)
Lucro/(Prejuízo) líquido do período
(+) Depreciação e amortização
(=) FFO *
Margem FFO %
(+)/(-) Despesas/(Receitas) não recorrentes
(-) Ajuste aluguel linear - CPC 06
(+) Plano de Opção de Ações
(+)/(-) Impostos não caixa
(-) CPC 20 - Capitalização de juros
(+) Efeito SWAP
(=) FFO ajustado *
Margem AFFO %
* Indicadores não-contábeis
2.340
2.477
(3.116)
87
1.787
17.180
-
(951)
1.093
17.321
1.501
238
0
-
0
146
(2.261)
1.174
(1.293)
(1.283)
411
0
1.276
0-
143
(162)
0-
(265)
638
0-
19.519
16,7%
0
19.108
16,0%
1.885
(2.383)
1.174
459
(1.283)
411
0
19.371
16,3%
Conciliação entre demonstrações financeiras contábeis consolidadas e gerenciais – 2016
Conciliação Demonstração de Resultado Contábil vs. Gerencial
Aliansce Consolidado
2016 - Contábil
Período findo em 31 de março de 2016
Efeito Boulevard
Corporate Tower
Efeito dos ajustes CPC
18/19
Aliansce Consolidado
2016 - Gerencial
(Valores em milhares de reais)
Receita bruta de aluguel e serviços
Impostos e contribuições e outras deduções
130.538
(13.148)
Receita líquida
117.390
Custo de aluguéis e serviços
(31.017)
- --
15.474
(881)
14.594
131.984
(12.062)
(43.079)
2.532
88.905
(2.672)
7.157
(9.642)
(1)
(186)
(17.550)
(18.820)
0
(1.144)
2.414
(58.875)
146.012
(14.028)
(Despesas)/Receitas operacionais
Despesas administrativas e gerais
Resultado da equivalência patrimonial
Despesa com depreciação e amortização
Outras (despesas)/receitas operacionais
(12.164)
(25.979)
9.642
(1.143)
5.316
-- (2.716)
(2.716)
-
Resultado financeiro
(69.757)
9.164
1.719
4.452
6.448
1.579
12.480
(5.912)
(2.192)
(1.114)
(9.219)
Lucro/(Prejuízo) líquido do período
(1.460)
4.256
465
3.261
Lucro Atribuível aos:
Acionistas controladores
Acionistas não controladores
Lucro/(Prejuízo) líquido do período
(2.975)
1.515
(1.460)
4.256
4.256
465
465
1.280
1.980
3.261
Lucro bruto
86.373
Lucro antes dos impostos e participações minoritárias
Imposto de renda e contribuição social
Conciliação do EBITDA/ EBITDA Ajustado
Aliansce Consolidado
2016 - Contábil
Período findo em 31 de março de 2016
Efeito Boulevard
Corporate Tower
Efeito dos ajustes CPC
18/19
Aliansce Consolidado
2016 - Gerencial
(Valores em milhares de reais)
Lucro/(Prejuízo) líquido do período
(1.460)
4.256
465
3.261
(+) Depreciação / Amortização
(+) Resultado financeiro
(+) Imposto de renda e contribuição social
16.892
69.758
5.913
(9.164)
2.192
1.550
(1.719)
1.114
18.442
58.875
9.219
EBITDA
MARGEM EBITDA %
91.103
77,6%
(2.716)
1.411
89.797
68,0%
(3.499)
(3.499)
615
615
(92)
(92)
(2.976)
(2.976)
87.604
74,6%
(2.102)
1.319
86.821
65,8%
0
(+/-) Despesas não recorrentes
(+) Gastos pré-operacionais
(+/-) Outros
EBITDA AJUSTADO
MARGEM EBITDA AJUSTADO %
Conciliação do FFO / FFO Ajustado
Período findo em 31 de março de 2016
Aliansce Consolidado
2016 - Contábil
Efeito Boulevard
Corporate Tower
Efeito dos ajustes CPC
18/19
Aliansce Consolidado
2016 - Gerencial
@share
Minoritários
(Valores em milhares de reais, exceto os percentuais)
Lucro/(Prejuízo) líquido do período
(+) Depreciação e amortização
(=) FFO *
Margem FFO %
(1.460)16.892
4.256-
4651.550
(1.980)(762)
15.432
13,1%
1.28017.680
18.961
15,0%
(+)/(-) Despesas/(Receitas) não recorrentes
(3.499)
615
(92)
-
(2.976)
(-) Ajuste aluguel linear - CPC 06
(+) Plano de Opção de Ações
(+)/(-) Impostos não caixa
(-) CPC 20 - Capitalização de juros
(+) Efeito SWAP
(5.871)
587
1.517
(494)
128
2.192
-
(1.381)
(19)
-
542
(320)
-
(6.710)
587
3.369
(494)
128
(=) FFO ajustado *
Margem AFFO %
* Indicadores não-contábeis
12.865
10,2%
Tabela de dívida
Os valores abaixo estão na participação da Aliansce em cada dívida e não incluem (i) custos de estruturação e (ii) obrigações por
compra de ativos. Para maiores informações, consultar Nota 15 das demonstrações financeiras consolidadas da Companhia.
Índice
Juros
Curto Prazo
Longo Prazo
Endividamento Total
Vencimento
(valores na participação da Aliansce em milhares de reais)
Debênture II
Debênture III¹
Cibrasec
Cibrasec
RB Capital
RB Capital
Gaia Securitizadora
BNB
Bradesco
Bradesco
Bradesco
Bradesco
Bradesco
Bradesco
Bradesco
Santander
Itaú
Itaú
Itaú²
¹ Período de carência até jan-23
² Período de carência até maio-18
TJLP
IPCA
TR
TR
IPCA
IPCA
IGP-DI
TR
TR
TR
TR
TR
TR
TR
TR
TR
TR
TR
5,00%
7,50%
10,80%
12,00%
9,74%
7,95%
7,95%
8,08%
12,00%
10,60%
10,80%
10,50%
10,50%
9,60%
10,20%
10,20%
10,70%
9,90%
9,88%
25.098
1.210
33.882
28.541
12.569
9.967
8.423
4.038
9.107
7.323
7.721
10.218
7.707
6.051
4.727
4.639
4.675
4.106
565
25.000
104.207
52.670
91.666
39.827
80.422
88.624
38.593
57.991
74.594
121.592
193.068
145.491
113.292
27.481
54.047
20.238
28.068
75.622
50.098
105.417
86.552
120.207
52.396
90.390
97.047
42.631
67.098
81.917
129.314
203.286
153.199
119.343
32.208
58.687
24.912
32.174
76.187
out-17
jan-24
set-18
jan-21
dez-19
mar-23
mai-25
dez-23
nov-21
abr-24
mai-26
ago-27
set-27
dez-27
set-21
dez-24
jul-21
abr-24
mai-30
Balanço Patrimonial
Balanço Patrimonial Gerencial
Aliansce Consolidado
31/03/16
31/12/15
Efeito Boulevard Corporate
Tower
31/03/16
ATIVO
Circulante
Caixa e equivalentes de caixa
Aplicações financeiras de curto prazo
Contas a receber
Dividendos a receber e juros sobre capital próprio
Imposto a recuperar
Outros créditos
Total Ativo Circulante
31/12/15
Efeito dos ajustes
CPC 18/19
31/03/16
Aliansce Consolidado Gerencial
31/12/15
31/03/16
31/12/15
(Valores em milhares de reais)
15.720
93.089
80.268
1.500
52.533
27.668
15.425
120.620
89.604
57.411
14.018
-
-
1.092
5.670
11.657
(1.500)
806
1.653
2.167
1.700
12.085
856
1.997
16.813
98.759
91.925
53.339
29.320
17.592
122.320
101.689
58.267
16.015
19.378
18.805
290.156
315.883
270.778
297.078
Não circulante
Contas a receber
Depósitos judiciais
Outros créditos
Investimentos
Propriedades para investimento – torre comercial
Propriedades para investimento - shoppings
Imobilizado de uso
Intangível
19.784
22.194
413.960
175.345
2.897.765
7.096
282.529
18.539
20.551
413.951
174.945
2.899.689
7.329
283.126
(175.345)
-
(174.945)
-
(38)
1.881
(413.788)
246.054
(1)
103.683
43
(2.503)
440
(413.779)
246.274
(2)
103.678
19.746
24.075
172
3.143.819
7.096
386.211
43
16.036
20.991
172
3.145.963
7.327
386.804
Total Ativo Não Circulante
3.818.673
3.818.130
(175.345)
(174.945)
(62.209)
(65.848)
3.581.118
3.577.337
(174.945)
(42.831)
(47.043)
3.871.274
3.893.220
Tot al At ivo Não Circulant e
Total do Ativo
4.089.451
4.115.208
(175.345)
PASSIVO
Circulante
Fornecedores
Empréstimos e financiamentos, CCI/CRI's e debêntures
Impostos e contribuições a recolher
Dividendos a pagar
Obrigações por compra de ativos
Outras obrigações
Total Passivo Circulante
Total Passivo Circulante
Não Circulante
Empréstimos e financiamentos, CCI/CRI's e debêntures
Impostos e contribuições a recolher
Receitas diferidas
Instrumentos financeiros derivativos
IR e CSLL diferidos
Obrigações por compra de ativos
Outras obrigações
Provisão para contingências
Obrigações relacionadas a Propriedades para investimento - torre comercial
Total Passivo Não Circulante
Tot al Passivo Não Circulant e
Patrimônio líquido
Capital social
Gastos com emissões de ações
Reservas de capital
Ações em tesouraria
Reservas de lucros
Ajustes de avaliação patrimonial
Transações com acionistas
Participações dos não-controladores
Total Patrimônio líquido
Total do Passivo e do Patrimônio Líquido
(Valores em milhares de reais)
12.780
201.398
25.612
33.502
15.299
34.224
18.911
200.110
27.052
31.755
18.721
23.871
(84)
-
(84)
-
1.461
(3.388)
1.977
10
(333)
1.254
(3.308)
1.366
180
(318)
14.241
198.010
27.506
33.512
15.299
33.889
20.165
196.802
28.334
31.935
18.721
23.553
322.815
320.420
(84)
(84)
(273)
(825)
322.456
319.511
1.490.562
7.119
26.472
6.106
64.191
22.700
7.319
2.070
230.226
1.517.285
7.234
28.273
5.978
62.675
22.222
13.260
2.147
223.379
18.688
(230.226)
16.496
(223.379)
(36.659)
4.098
6.139
910
3.423
-
(36.930)
3.548
6.158
910
1.030
-
1.453.904
7.119
30.570
6.106
89.019
22.700
8.229
5.493
-
1.480.355
7.234
31.821
5.978
85.329
22.222
14.170
3.177
-
1.856.765
1.882.453
(211.538)
(206.883)
(22.088)
(25.284)
1.623.139
1.650.286
1.413.854
(43.714)
21.586
(8.430)
388.812
45.283
1.413.854
(43.714)
20.999
(8.430)
391.787
45.283
36.277
-
32.022
-
-
-
1.413.854
(43.714)
21.586
(8.430)
425.089
45.283
1.413.854
(43.714)
20.999
(8.430)
423.809
45.283
-
-
(20.469)
(20.934)
72.011
71.622
36.277
32.022
(20.469)
(20.934)
1.925.678
1.923.422
(175.345)
(174.945)
(42.831)
(47.043)
92.480
92.556
1.909.871
1.912.335
4.089.451
4.115.208
(0)
0
3.871.274
3.893.219
Fluxo de Caixa
Aliansce Contábil
Fluxo de Caixa
31/03/2016
Atividades operacionais
Lucro/(Prejuízo) líquido do período atribuível aos acionistas da Controladora
Ajustes ao lucro líquido decorrentes de:
Aluguel linear
Depreciação e amortização
Ganho de equivalência patrimonial
Constituição de provisão para devedores duvidosos
Remuneração com base em opção de ações
Juros sobre capital próprio
Apropriação de juros/ variações monetárias sobre operações financeiras
Ganho de capital na venda de participação
0
Efeito Boulevard
Corporate Tower
Efeito dos ajustes CPC
18/19
Aliansce Consolidado
Gerencial
31/03/2016
31/03/2016
31/03/2016
0
0
(2.975)
4.255
0
1.280
(5.871)
16.926
(9.642)
7.219
587
62.842
-
-
(1.380)
1.550
9.642
1.186
0
(1.573)
-
(7.251)
18.476
8.405
587
61.269
-
(5.000)
128
1.517
2.192
0
(20)
(5.000)
128
3.689
Recursos provenientes do lucro
65.731
6.447
9.405
81.583
Redução (aumento) dos ativos
Contas a receber de clientes
Outros créditos
Impostos a recuperar
10.605
7.987
(2.260)
4.878
-
354
666
(362)
50
10.959
8.653
(2.622)
4.928
Aumento (redução) dos passivos
Fornecedores
Impostos e contribuições a recolher
Obrigações relacionadas a Propriedades para investimento - torre comercial
Outras obrigações
Receitas diferidas
10.342
(6.130)
7.651
6.847
3.775
(1.801)
(6.847)
(6.847)
-
1.920
206
1.286
(123)
550
5.415
(5.924)
8.937
3.652
(1.251)
(18.748)
-
(1.374)
(20.122)
67.930
(400)
10.305
77.835
Atividades de investimento
Aquisição de propriedade para investimento – torre comercial
Aquisição de ativo imobilizado
Aquisição de propriedade para investimento - shoppings
Venda de propriedades para investimento
Redução (aumento) em investimentos
Baixa em investimentos
Redução (aumento) em títulos e valores mobiliários
Pagamento em obrigações com compra de ativos
Aumento de ativo intangível
Aquisição adicional de não controladores
Juros sobre capital próprio e dividendos recebido
(400)
(32)
(13.059)
9.534
27.531
(3.818)
(585)
-
400
-
1
(1.321)
(7.838)
(3.970)
(0)
(15)
-
(31)
(14.380)
1.696
23.561
(3.818)
(600)
-
Caixa líquido gerado (consumido) nas atividades de investimento
19.171
400
(13.144)
6.427
Aumento de capital
-
-
-
-
Dividendos pagos
-
-
-
-
Pagamento juros - empréstimos e financiamentos e cédulas de crédito imobiliário
(46.086)
-
1.740
(44.346)
Pagamento principal - empréstimos e financiamentos e cédulas de crédito imobiliário
(31.593)
-
160
(31.433)
-
-
-
-
(9.126)
-
0
(9.126)
Pagamento principal de debêntures
-
-
-
-
Pagamento do custo de estruturação - debêntures
-
-
(136)
(136)
Obrigações relacionadas a Propriedades para investimento - torre comercial
-
-
-
-
Captação de empréstimos e financiamentos
-
-
-
-
Emissão de debêntures
-
-
-
-
Recompra de ações
-
-
-
-
(86.805)
-
1.764
(85.041)
295
-
(1.075)
(779)
15.720
15.425
295
-
1.093
2.167
(1.074)
16.813
17.592
(779)
Earn Out Acapurana
Provisão para perda do valor recuperável de ativos
Valor justo dos instrumentos financeiros derivativos
Ganho por avaliação de investimento ao valor justo
Imposto de renda e contribuição social diferidos
Impostos pagos
Caixa líquido gerado nas atividades operacionais
Atividades de financiamento
Pagamento de custo de estruturação – empréstimos e financiamentos e cédula de crédito imobiliário
Pagamento juros de debêntures
Caixa líquido gerado (consumido) nas atividades de financiamento
Aumento (redução) líquido de caixa e equivalente de caixa
Saldo de caixa e equivalente no final do período
Saldo de caixa e equivalente no início do período
Aumento (redução) líquido de caixa e equivalente de caixa
Comparação da demonstração financeira consolidada contábil e informações
financeiras gerenciais dos Períodos findos em 31 de março de 2015 e 2016:
Demonstrações Financeiras Consolidadas
1T16
1T16/1T15
Δ%
1T15
(Valores em milhares de reais, exceto os percentuais)
Receita bruta de aluguel e serviços
130.538
127.740
2,2%
(13.148)
0
(10.935)
0
20,2%
Receita líquida
117.390-
116.805-
0,5%
Custo de alugueis e servicos
(31.017)-
(31.195)-
-0,6%
86.373-
85.610-
(12.164)-
(17.238)-
-29,4%
(25.979)
(22.195)
17,1%
9.642
5.748
67,7%
Despesa com depreciação e amortização
(1.143)
(916)
Outras receitas/(despesas) operacionais
5.316-
125-
(69.757)-
(60.805)-
14,7%
4.452-
7.567-
-41,2%
Imposto de renda e contribuição social corrente
(4.396)-
(6.520)-
-32,6%
Imposto de renda e contribuição social diferido
Impostos e contribuições e outras deduções
Lucro bruto
Receitas/(despesas) operacionais
Despesas administrativas e gerais
Resultado da equivalência patrimonial
Resultado financeiro
Lucro antes dos impostos e participações minoritárias
0,9%
24,7%
4152,8%
(1.516)-
1.293
-
n/a
Lucro/(Prejuízo) líquido do período
(1.460)
2.340
n/a
Lucro Atribuível aos:
Acionistas controladores
Acionistas não controladores
Lucro/(Prejuízo) líquido do período
(2.975)
1.515
(1.460)
(690)
3.030
2.340
331,2%
-50,0%
n/a
Demonstraçoes Financeiras Gerenciais
1T16
1T16/1T15
Δ%
1T15
(Valores em milhares de reais, exceto os percentuais)
Receita bruta de aluguel e serviços
Impostos e contribuições e outras deduções
146.0120
135.0830
8,1%
22,5%
(14.028)
0
(11.455)
0
Receita líquida
131.984-
123.628-
6,8%
Custo de alugueis e servicos
(43.079)-
(36.579)-
17,8%
Lucro bruto
Receitas/(despesas) operacionais
Despesas administrativas e gerais
Despesa com depreciação e amortização
Outras receitas/(despesas) operacionais
Resultado financeiro
88.905-
87.048-
(17.550)-
(23.155)-
(18.820)
(19.147)
-1,7%
(1.144)
(911)
25,5%
2,1%
-24,2%
2.414-
(3.097)-
n/a
(58.875)-
(52.303)-
12,6%
Lucro antes dos impostos e participações minoritárias
12.480-
11.591-
7,7%
Imposto de renda e contribuição social corrente
(5.530)-
(7.619)-
-27,4%
Imposto de renda e contribuição social diferido
(3.689)
(702)
425,5%
Lucro líquido do período
3.261
3.270
-0,3%
Lucro Atribuível aos:
Acionistas controladores
1.280
1.787
-28,4%
Acionistas não controladores
1.980
1.483
33,6%
Lucro líquido do período
3.261
3.270
-0,3%
Este relatório pode incluir declarações prospectivas que estão sujeitas a riscos e incertezas, pois não são fatos históricos, mas refletem as crenças e expectativas
da administração bem como informações disponíveis. Nossas declarações são baseadas, em sua maioria, nas atuais expectativas e projeções sobre eventos futuros
e tendências financeiras que impactam ou podem impactar nossos negócios e que podem ou não se materializar. Muitos fatores podem afetar negativamente
nossos resultados, conforme contidos nas nossas declarações prospectivas. Declarações prospectivas incluem informações relacionadas a resultados e projeções,
estratégias, planejamento financeiro, posicionamento competitivo, ambiente da indústria, oportunidades de crescimento potencial e os efeitos da concorrência.
Tais estimativas e projeções se referem somente a data em que foram feitas e não nos responsabilizamos por atualizar ou revisar quaisquer estimativas diante de
novas informações, eventos futuros ou outros fatores, sujeito aos regulamentos aplicáveis.
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