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pode ser arriscado

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pode ser arriscado
PELA SUA SEGURANÇA
PODE SER ARRISCADO
Dicas e Conselhos
1. Que pneu utilizar?
Para optimizar o comportamento do veículo e adaptá-lo às suas necessidades, os fabricantes
desenvolveram diferentes gamas.
Aconselhe-se com um profissional.
O que diz a lei?
• Sobre o mesmo eixo, é obrigatório montar dois pneus idênticos (mesma marca, mesmo desenho de
escultura…)
• No Inverno, a utilização de pneus específicos (neve, com pregos…) e/ou de correntes pode ser
obrigatório em certas condições.
2. A montagem: um trabalho de profissionais
Esta complexa operação consiste em montar um conjunto composto de uma jante, de um pneu e de uma
válvula, sem esquecer do ar a pressão.
Todas as intervenções confiadas a um profissional garantem o escrupuloso respeito das normas dos
fabricantes de pneus, dos construtores e da legislação.
Ele poderá detectar eventuais anomalias susceptíveis de afectar a sua segurança.
3. A pressão adequada
A cada volta da roda, o pneu se deforma cerca de 12 vezes por segundo, num veículo a 90 Km/h.
A pressão determina a amplitude das deformações.
A pressão insuficiente:
Quando a pressão é insuficiente, a temperatura eleva-se excessivamente, provocando a fadiga dos seus
elementos e um desgaste anormal.
Também o comportamento do veículo é comprometido.
Os danos podem ser irreversíveis e perigosos. Além disso, o consumo de combustível aumenta.
A pressão excessiva:
Afecta a estabilidade do veículo, já que diminui a superfície de contacto com o solo.
O conforto e a duração são igualmente penalizados.
4. Manutenção habitual
Um pneu perde pressão devido à passagem normal do ar através dos seus componentes, pequenas
perfurações, fugas nas válvulas ou através da união pneu/jante.
Por segurança e conforto, deve-se verificar as pressões pelo menos uma vez por mês e sempre
antes de uma longa viagem, sem esquecer a roda suplente.
5. O desgaste: factores de risco
O desgaste de um pneu é mais rápido ou mais lento em função de diversos factores:
• Sinuosidade e revestimentos das estradas.
• Estilo de condução.
• Estado mecânico do veículo.
• Pressão dos pneus
O principal risco é a perda de aderência em solo molhado, quando o desenho da escultura
restante não é capaz de evacuar a água entre a superfície de contacto e a estrada: é quando
ocorre o aquaplaning.
O que diz a lei?
Os pneus devem apresentar esculturas aparentes em toda a superfície da banda de rolamento.
Não devem apresentar cortes profundos nos seus flancos.
Durante toda a sua utilização, os canais principais da banda de rolamento devem ter uma profundidade
mínima de 1,6 mm1*
Desgaste anormais:
As rodas de um veículo não estão “paralelas ou direitas”, formam ângulos com o eixo do veículo para
optimizar o seu comportamento:
Estas regulações – a geometria, especialmente o paralelismo – podem desajustar-se, depois de um
impacto, por exemplo, isto provoca um desgaste irregular característico.
6. Vigiar o aspecto do pneu
Outros sintomas podem conduzir a uma substituição antecipada dos pneus:
• Gretas, frequentemente ligadas ao envelhecimento das borrachas.
• Cortes (nos flancos ou na banda de rolamento).
• Deformações localizadas, impacto, aspecto suspeito…
Em todos os casos, consultar um especialista em “Lista de Centros Técnicos”.
7. Como ler um pneu?
Marcação D.O.T.
O regulamento UNECE n.º 30 obriga a qua todos os pneus sejam identificados com a data e lugar
de fabrico.
A data de fabrico está moldade na borracha de um dos flancos do pneu. É composta pelos 3 ou 4 últimos
dígitos do código alfanumérico que forma o DOT (foto 1) ou a seguir ao código de identificação (foto 2).
328
Até 1989: fabricado na semana 32 de 1988
049
Entre 1990 e 1999: fabricado na semana de
04 de 1999 (o triângulo indica a década de 90).
4305
A partir de 2000: fabricado na semana de 43 de
2005.
Os primeiros dígitos representam a semana
de fabrico, e os últimos, o ano de fabrico
(unicamente 1 dígito quando o ano de fabrico é
anterior a 2000).
1
2
1 * Aplicável aos veículos ligeiros e reboques com peso bruto não superior a 3.500 Kgs, sendo aquele valor de 1mm para os restantes veículos.
Na análise do pneu, verificar:
• Número (TIN) de identificação DOT apagado ou removido, que se encontra na parede lateral do pneu.
• Pneus com o código da data com mais de 10 anos. O código da data – os últimos três ou quatro
dígitos do DOT TIN – indicam a semana e o ano de fabrico do pneu. Os fabricantes do veículo podem
recomendar uma idade cronológica diferente a partir da qual um pneu deve ser substituído, baseados no
seu conhecimento da utilização específica do veículo;
• Pneus que tenham feito parte de um programa de recolha ou de substituição.
• Profundidade de piso inadequada a uma utilização contínua (isto é, desgaste quase total). Pneus com
profundidade de 1,6 mm, em qualquer ponto do piso, estão gastos.
• Originalmente ou actualmente montado numa jante empenada, amolgada, estalada ou de qualquer outra
forma danificada.
• Designado como “pneu de sucata” ou de outro modo não destinado a continuar a ser utilizado
em estrada.
• Tendo sido anteriormente cheio com qualquer produto vedante ou de equilibragem.
• Pneus com piso reaberto/ reesculturado.
• Com legendas nas paredes laterais tais como “Impróprio Para Uso Em Estrada”, “NHS”, “Só para
competição”, “Só Para Utilização Em Agricultura”, “SL”, (pneu limitado a uso agrícola), ou qualquer outra
indicação que indique o pneu estar proibido de ser usado na via pública.
• Pneus para utilizações específicas, como por exemplo, pneus com marcação M+S (mud and snow),
destinados a condições invernais requerem temperaturas inferiores a 7.C para serem eficientes, não
sendo os mais adequados em grande parte do território nacional.
Para mais conselhos procure um profissional!
Centros Técnicos:
Dinamização: Comissão especializada de produtores de pneus da ACAP
Uma Campanha com o apoio de:
IMTT – Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres
ASAE – Autoridade de Segurança Alimentar e Económica
UNT – Unidade Nacional de Trânsito
VALORPNEU – Sociedade de Gestão de Pneus Usados
Fonte: Comissão Especializada de Produtores de Pneus da ACAP.
Estudos, testes e resultados da Campanha da Revisão de Pneus:
Michelin Portugal – Campanha de Revisão Gratuita de Pneus
Michelin/FESVIAL/GFK Emer Research
Continental – Revista Inglesa AUTOCAR
Informe Race – Goodyear
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