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Enfermagem Baseada em Evidências

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Enfermagem Baseada em Evidências
Capítulo
1
Evolução da Pesquisa em Enfermagem
até a Prática Baseada em Evidências
Meiry Fernanda Pinto Okuno
Angélica Belasco
Dulce Barbosa
A Enfermagem, antes de caracterizar-se como profissão, era exercida por leigos que
prestavam cuidados aos doentes, por solidariedade, obrigação ou imposição social. No
período antes de Cristo, alguns registros indicam a existência de pessoas com certos dotes e conhecimentos que as habilitavam para os cuidados relacionados às pessoas doentes, inclusive, em relação ao preparo de medicamentos. Sacerdotes, feiticeiros e mulheres,
em geral, estavam entre essas pessoas.
Na Roma antiga, a enfermagem, assim como a medicina, era indigna dos cidadãos
romanos, sendo, então, exercida por estrangeiros ou escravos. Na Idade Média, entre os
séculos XI e XII, os cuidados com doentes passaram a ser responsabilidade das mulheres
que se dedicavam à vida religiosa. Desde os primórdios, as tarefas desempenhadas na enfermagem estiveram associadas ao trabalho feminino, pouco valorizado pela sociedade.
No início do século XIII, ocorreu o que poderia ser chamado de “introdução à enfermagem hospitalar”, por meio do trabalho das religiosas revestido com a filosofia do amor
ao próximo. Tal concepção do trabalho da enfermagem permaneceu por muitos séculos
vinculada a essa filosofia, uma vez que as religiosas exerciam as tarefas do cuidado sem
base em conhecimentos científicos que pudessem fundamentar as atividades da profissão.
Entre os séculos XVII e XVIII, surgiram as organizações hospitalares, produto originário das realizações das congregações religiosas, e o elemento feminino que dirigia o
serviço de enfermagem era designado matron enquanto as encarregadas das enfermarias
eram as sisters.
Entre 1820 e 1910, viveu Florence Nightingale, célebre personagem inglesa, escritora, estatística, que recebeu destaque por seu trabalho pioneiro em enfermagem durante a
Guerra da Crimeia, período em que se dedicou ao atendimento de soldados feridos.
Florence, em 1860, fundou a primeira Escola de Enfermagem na cidade de Londres, vinculada ao Hospital St. Thomas, onde deu inicio às bases profissionais da enfermagem. O juramento da profissão foi nomeado em sua homenagem como Juramento
Nightingale, e no dia do seu aniversário, 12 de maio é comemorado o Dia Internacional
do Enfermeiro.
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ENFERMAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS
Florence educou-se na arte e ciência da enfermagem, apesar da oposição de sua
família e chegou a rejeitar um pedido de casamento, por entender, na época, que o casamento iria interferir na sua capacidade de investir na formação para a profissão.
O seu primeiro trabalho publicado versa sobre uma comunidade luterana na Alemanha, onde acompanhou o trabalho do pastor Theodor Fliedner e das diaconisas junto aos doentes. Classificou a experiência como um marco de transição na sua vida, além
de ter recebido quatro meses de treinamento sobre cuidados médicos que lhe serviram de
base para propor os pilares da profissão de enfermagem.
A principal contribuição de Florence Nightingale para a área surgiu justamente durante a Guerra da Crimeia, quando começou a emitir relatórios para o governo britânico, sobre as péssimas condições em que eram mantidos os feridos. Em outubro de 1854,
Florence e uma equipe de 38 enfermeiras voluntárias treinadas por ela foram enviadas à
base do principal acampamento britânico da guerra.
Ao chegarem ao local, encontraram muitos soldados feridos e malcuidados, médicos com excesso de trabalho e sem condições para exercê-lo, indiferença por parte dos
oficiais, medicamentos insuficientes, más condições de higiene, inúmeros casos de infecções fatais e falta de utensílios para o preparo da comida dos pacientes. Florence acreditava que as más condições de nutrição, instalações, higiene e a sobrecarga de trabalho
teriam sido as principais causas das inúmeras mortes dos soldados, o que foi confirmado
após o retorno da guerra, quando coletou informações sobre a saúde dos soldados junto
à Comissão Real sobre Saúde do Exército. Esses acontecimentos influenciaram sua carreira e a estimularam a defender condições sanitárias adequadas para os hospitais, o que
pôde reduzir as mortes, em tempo de paz, dos soldados do exército.
O reconhecimento público, por seu desempenho durante a guerra, propiciou a criação do Fundo Nightingale, destinado à formação de enfermeiros, que recebeu generosas
doações.
Em 1860, Nightingale funda a Escola de Treinamento Nightingale no Hospital St.
Thomas, atualmente chamada Escola de Enfermagem e Obstetrícia Florence Nightingale, que faz parte do Kings College London. As primeiras enfermeiras treinadas por
Florence começaram a trabalhar em 1865, no Workhouse Liverpool Infirmary.
As Notas sobre enfermagem escritas por Florence Nightingale, em 1859, continham
136 páginas que serviram como base para os currículos de enfermagem estabelecidos na
época. A obra também foi adquirida por leigos e é considerada uma introdução clássica
à enfermagem.
Outros livros escritos por ela foram Notas sobre hospitais e Notas sobre questões que
afetam a saúde, eficiência e administração hospitalar dos exércitos britânicos.
Florence introduziu enfermeiros treinados em asilos da Inglaterra e Irlanda a partir
dos anos 1860. Essa inovação influenciou a criação do Serviço Nacional de Saúde da
Grã-Bretanha, quarenta anos após a sua morte.
Considerada a precursora da enfermagem moderna, exerceu a função de superintendente e selecionou enfermeiras para executarem os cuidados aos doentes nos hospitais militares ingleses. Realizou um brilhante trabalho na organização dos espaços
hospitalares, transformando-os em unidades de recuperação da saúde dos soldados(1).
A enfermagem moderna nasce nesse período, reproduzindo a divisão social do trabalho entre duas categorias distintas: a lady-nurse e a nurse. As nurses executavam o tra-
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balho manual e as lady-nurses, eram preparadas para o ensino e a supervisão do pessoal,
em nome de um saber teórico mais profundo da profissão, realizavam as tarefas ditas
intelectuais(1).
Entre 1900 e 1950, as atividades de pesquisa em enfermagem ainda eram limitadas,
mas foram realizados alguns estudos avançados em educação. Em 1900, houve a primeira publicação no American Journal of Nursing. Entre 1920 e 1930, publicaram-se estudos
de casos envolvendo análise e evolução sistemática de um paciente ou grupo de pacientes similares, com o objetivo de entender e avaliar as intervenções. Entre 1940 e 1950,
iniciaram-se as pesquisas com o enfoque na organização dos serviços, estudos sobre o
número e a qualidade do pessoal de enfermagem, equipe, classificação dos pacientes de
acordo com as necessidades e satisfação do paciente e da equipe(1).
Nos Estados Unidos, houve um aumento do orçamento público para pesquisas de
enfermagem, em 1952, e a revista Nursing Research foi eleita para a publicação dos achados. Nessa época, ocorreu a expansão da pesquisa em enfermagem nas áreas de especialidades como a saúde comunitária, psiquiatria, pediatria, obstetrícia entre outras, além
dos inúmeros avanços na área educacional que levaram ao desenvolvimento efetivo do
currículo de enfermagem(1).
A década de 70, do século XX, pode ser definida como a origem da Prática Baseada em Evidência (PBE). Para alcançar maior eficiência e efetividade na aplicação de
recursos do Sistema de Saúde do Reino Unido, o epidemiologista Archibald Cochrane
preconizou decisões à base de pesquisas, principalmente ensaios clínicos aleatórios, que
norteassem diretrizes para a prática clínica e a contenção de gastos. Na década de 1980,
foi organizada, na Universidade McMaster, do Canadá, a Medicina Baseada em Evidências, entendida como utilização de critérios de maior certeza, apoiados em um processo previamente estipulado de busca, avaliação e uso dos resultados de pesquisas, como
base para decisões clínicas de diagnóstico, prognóstico, tratamento ou gerenciamento.
Na década de 1990, foi criada a Colaboração Cochrane (Cochrane Collaboration), rede
internacional de informações de revisões, com ensaios clínicos, que disponibilizam informações científicas em todos os campos da saúde. Com a pretensão de reprodutibilidade,
tal processo articula o tripé epidemiologia, bioestatística e informática(2).
O movimento designado Prática Baseada em Evidências teve origem na constatação de que as evidências geradas por pesquisadores em todo o mundo não chegavam
aos profissionais da saúde e pacientes de modo atualizado e confiável. O movimento
desenvolveu-se com o propósito de enfrentar essa lacuna entre pesquisa e prática. Fundamenta-se na aplicação de conhecimentos básicos de epidemiologia e bioestatística
para avaliar a evidência clínica quanto à sua validade e utilidade potencial. Praticar com
base em evidências é integrar as melhores evidências de pesquisa à habilidade clínica do
profissional e à preferência do paciente(3).
As melhores evidências de pesquisas provêm de estudos clínicos sobre a acurácia
e a precisão dos exames diagnósticos (incluindo o exame clínico), sobre o poder dos
indicadores prognósticos e sobre a eficácia e segurança dos esquemas terapêuticos, de
reabilitação e preventivos. A qualidade da evidência é atribuída de acordo com sua
validade e relevância. Isso quer dizer que, antes de se usar uma informação em uma
decisão clínica, ela deve ser avaliada quanto à sua acurácia, relevância e aplicabilidade
na situação em questão(3).
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Dentre inúmeros conceitos sobre prática baseada em evidência (PBE), é consenso
que seu enfoque destina-se à solução de problemas da assistência à saúde, para tomada
de decisões baseadas nas melhores evidências. Embora vários recursos – consenso de
especialistas, habilidade/experiência clínica, preferências do usuário, legislações, padrões
da comunidade e outros – sejam citados, os resultados de pesquisa são considerados a
principal forma de alcance de evidência(2).
A PBE constitui importante ferramenta na assistência à saúde, principalmente porque o desenvolvimento vertiginoso da produção científica torna impossível tanto seu
total acesso quanto o reconhecimento de sua qualidade. A utilização de um método sistematizado possibilita reunir, classificar e analisar resultados de pesquisa e concluir por
evidências, ou não, a tomada de decisões, assim como a necessidade de desenvolvimento
de novos estudos primários(2).
O termo evidência tem sido muito usado na área da saúde, e com grande respeitabilidade, após o surgimento da medicina baseada em evidências. A utilização desse termo
implica o uso e aplicação de pesquisas, metodologicamente confiáveis como base para a
tomada de decisões sobre a assistência à saúde(4).
O movimento da prática baseada em evidências vem sendo discutido, principalmente no Canadá, Reino Unido e Estados Unidos. No Brasil, esse movimento teve início
na área da medicina, em universidades dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio
Grande do Sul, sendo ainda incipiente na enfermagem brasileira(4).
Enfermagem baseada em evidência pode ser definida como o uso consciencioso,
explícito e criterioso de informações derivadas de teorias e pesquisas para a tomada de
decisão sobre o cuidado prestado a indivíduos ou grupo de pacientes, levando em consideração as necessidades individuais e preferências(4).
A enfermagem baseada em evidências requer habilidades que não são tradicionais
na prática clínica, pois exige identificar as questões essenciais nas tomadas de decisão,
buscar informações científicas pertinentes à pergunta e avaliar a validade das informações. Intuição, observações não sistematizadas, princípios fisiopatológicos não são desconsiderados, porém não são fontes de evidências com alto grau de validade. Evidência
é “algo” que fornece provas e pode ser categorizada em níveis(5).
A enfermagem baseada em evidências não dá ênfase a rituais, experiência clínica
não sistemática, opiniões infundadas ou tradição como base para a prática de enfermagem, mas acentua a utilização de resultados de pesquisas e, na ausência desses dados,
obtidos de forma sistemática, utiliza ainda programas de avaliação e de melhoria de
qualidade e/ou consenso de especialistas reconhecidos ou confirmada experiência para
comprovar a prática(6).
A enfermagem baseada em evidências envolve a explícita e criteriosa tomada de
decisão sobre a assistência à saúde para indivíduos ou grupo de pacientes baseada no
consenso das evidências mais relevantes oriundas de pesquisas e informações de base de
dados, respondendo às preferências do cliente e expectativas da sociedade(6).
Essa enfermagem pode ser considerada um processo composto por cinco etapas(6):
1. formulação de questões (problemas clínicos) originárias da prática profissional;
2. investigação da literatura ou outros recursos relevantes de informações na busca
das evidências;
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3. avaliação das evidências (principalmente pesquisas) em relação à validade, generalização e transferência;
4. uso da melhor evidência disponível, habilidade clínica e as preferências do cliente
no planejamento e implantação do cuidado;
5. avaliação do enfermeiro em relação à sua própria prática.
O Quadro 1.1 mostra a classificação da força das evidências, que é definida, segundo
as características das fontes em que foram geradas(3).
Quadro 1.1 – Classificação da força das evidências.
Tipo
Força da evidência
I
Evidência forte a partir de pelo menos uma revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados,
bem delineados
II
Evidência forte a partir de pelo menos um ensaio clínico controlado, randomizado, bem
delineado
III
Evidência e um ensaio clínico bem delineado, sem randomização, de estudos de apenas um
grupo do tipo antes e depois, de coorte, de séries temporais, ou de estudos caso-controle
IV
Evidência a partir de estudos não experimentais por mais de um centro ou grupo de pesquisa
V
Opiniões de autoridades respeitadas, baseadas em evidência clínica, estudos descritivos ou
relatórios de comitês de especialistas
A força da evidência nessa classificação é definida por características das fontes em
que foram geradas. As pesquisas clínicas são as fontes de evidências fortes e, quanto
mais bem delineadas, mais forte a evidência. Existem outras classificações de evidências
que incluem fontes como a da Agency for Healthcare Research and Quality, dos Estados
Unidos, que considera pesquisas qualitativas como fontes de evidências(3).
A enfermagem ainda não dispõe de pesquisas em quantidade suficiente e com as características necessárias para sustentar a prática baseada em evidências. É fundamental
que os pesquisadores atentem para esse fato e reorganizem esforços nessa direção. No
entanto, a ausência de evidência de alta qualidade não impossibilita a tomada de decisões com base nelas. O que tem sido requerido é a melhor evidência disponível, e não a
melhor possível(3).
Outro requisito importante para a prática baseada em evidência, na enfermagem,
é a disponibilidade de sistemas que permitam recuperar resultados das pesquisas mais
atuais em tempo hábil e que o enfermeiro aprenda a utilizar esses sistemas(3).
A revolução da informática com o desenvolvimento da World Wide Web permitiu a
constituição de centros de disseminação de evidências em diferentes países nas últimas
décadas, visando a globalização do conhecimento com diminuição das diferenças observadas na assistência. O projeto Biblioteca Cochrane (The Cochrane Library) envolve
pesquisadores do mundo todo, inclusive do Brasil, e disponibiliza, através da Internet,
revisões da literatura para fundamentação da prática clínica. O Centre for Evidence Based Nursing, da Universidade de York no Reino Unido, é responsável pelas revisões
sistemáticas em diversas áreas da enfermagem como parte da Biblioteca Cochrane(7).
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Atualmente existe uma grande variedade de fontes de informações de evidências
para a prática clínica de enfermagem, seja por meio de revistas especializadas on-line,
com acesso por assinatura, ou sites gratuitos mantidos por instituições governamentais
ou associações. Alguns sites são extremamente úteis, pois além das revisões integrativas
em assuntos específicos, fornecem também exemplos de protocolos com base em evidências, que podem facilitar o trabalho do enfermeiro que desenvolve pesquisas, ensina ou
busca formas para modificar sua prática. Necessitando, apenas, adequação à realidade
antes da implementação e avaliação(7).
Os elementos da prática baseada em evidências são constituídos pelas técnicas de
tomada de decisão clínica, pelo acesso às informações científicas e pela análise da validade dessas informações, principalmente averiguando os graus de eficiência e efetividade
que possuem(8).
A Figura 1.1 fornece os elementos básicos da PBE, que consiste no exercício da avaliação clínica e no processo de integração e aplicação das evidências externas à realidade
observada(8).
Prática baseada em evidências
Tomada de
decisão clínica
Acesso às
informações científicas
Avaliação e validação
das informações científicas



– Investigação
– Diagnósticos
– Avaliação de
probabilidade

– Discussão conjunta
– Análise das decisões
possíveis

– Análise da eficiência e
efetividade das condutas
– Internet (Cochrane
Database of Systematic
Reviews)
– Bancos de dados
eletrônicos: MedLine,
Lilacs, Embase, entre
outros
– Conhecer metodologia da
pesquisa científica
– Orientar-se pela
Classificação da
Evidência Científica
(1. Revisões sistemáticas;
2. Ensaios clínicos
randomizados; 3. Estudos
de coorte/caso controle;
4. Série de casos;
5. Conferências/opiniões
de especialistas)
– Integralizar os achados
ao processo de tomada
de decisão
– Analisar os níveis de
eficiência e efetividade
dos trabalhos
Figura 1.1 – Elementos constituintes da prática baseada em evidências.
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A implementação da prática baseada em evidências na enfermagem possibilitará
melhoria na qualidade da assistência prestada ao cliente e familiares, uma vez que intensifica o julgamento clínico do profissional. Entretanto, é imprescindível o desenvolvimento de habilidades que permitam obter, interpretar e integrar as evidências oriundas
de pesquisas com os dados do cliente e as observações clínicas. Para tanto, entendemos
que o preparo do enfermeiro frente à aplicação dos resultados de pesquisas na prática,
consiste em desafio promissor a ser alcançado e estabelecido como rotina segura(6).
F ontes
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