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portfólio eficiência energética em edifícios

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portfólio eficiência energética em edifícios
PORTFÓLIO
EFICIÊNCIA
ENERGÉTICA
EM EDIFÍCIOS
MUNICIPAIS DO
ALTO ALENTEJO
POCTEP
Programa de Cooperação
Transfronteiriça Portugal/Espanha
2007-2013
PORTFÓLIO
EFICIÊNCIA
ENERGÉTICA
EM EDIFÍCIOS
MUNICIPAIS DO
ALTO ALENTEJO
POCTEP
Programa de Cooperação
Transfronteiriça Portugal/Espanha
2007-2013
ÍNDICE
Prefácio
7
Apresentação da AREANATejo
9
Edifícios Administrativos
Edifício dos Paços do Concelho de Elvas (Município de Elvas)
12
Edifício dos Paços do Concelho de Portalegre (Município de Portalegre)
13
Edifício dos Paços do Concelho de Crato e Edifício Sá Nogueira (Município do Crato)
14
Edifício dos Paços do Concelho de Marvão (Município de Marvão)
16
Edifício dos Paços do Concelho de Avis (Município de Avis)
17
Edifício dos Paços do Concelho de Sousel (Município de Sousel)
18
Edifício dos Paços do Concelho de Arronches (Município de Arronches)
19
Edifício dos Paços do Concelho de Campo Maior (Município de Campo Maior)
20
Edifícios Desportivos
Complexo Desportivo de Sousel (Município de Sousel)
24
Pavilhão Gimnodesportivo de Arronches (Município de Arronches)
25
Piscina Municipal de Arronches (Município de Arronches)
26
Piscina Municipal de Gavião (Município de Gavião)
27
Piscina Municipal dos Assentos (Município de Portalegre)
28
Complexo Municipal de Piscinas de Castelo de Vide (Município de Castelo de Vide)
30
Edifícios Polivalentes
Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre (Município de Portalegre)
34
Pólo da Universidade de Évora de Alter do Chão
35
Museu do Castelo de Alter do Chão (Município de Alter do Chão)
36
Auditório Municipal José Carlos Ary dos Santos (Município de Avis)
37
Casa do Álamo (Município de Alter do Chão)
38
Centro Cultural de Arronches (Município de Arronches)
39
Parque de Campismo da Albufeira do Maranhão (Município de Avis)
40
Biblioteca Municipal de Castelo de Vide (Município de Castelo de Vide)
41
FICHA TÉCNICA
42
OS PROJECTOS SUPRACITADOS
PERMITIRAM MUNIR A
AREANATejo DE UMA PANÓPLIA
DE EQUIPAMENTOS DE
MEDIÇÃO E MONITORIZAÇÃO
A UTILIZAR NAS AUDITORIAS
ENERGÉTICAS, (...)
POSSIBILITANDO, DESTA FORMA,
UM MAIOR KNOW-HOW NESTA
ÁREA DE TRABALHO DA AGÊNCIA.
PREFÁCIO
Ao longo da programação 2007-2013 o POCTEP tem vindo a reforçar as intervenções dos beneficiários em acções de desenvolvimento territorial integrado. Na região Alto Alentejo, em geral, e
tendo em consideração os projectos dos quais a AREANATejo foi
beneficiária, em particular, os fundos comunitários provenientes
deste programa têm proporcionado o desenvolvimento de projectos e métodos que contribuem para a utilização racional da energia, a valorização e o melhor aproveitamento dos recursos energéticos endógenos e a preservação do ambiente, tendo em vista a
promoção de um desenvolvimento local mais sustentável e de uma
transição gradual para uma economia de baixo carbono.
RETALER, RETALER II, ALTERCEXA II e PROMOEENER-A.
Estas contemplaram distintas tipologias de edifícios municipais,
nomeadamente edifícios administrativos, edifícios desportivos,
museus e galerias e cinemas e teatros.
Os custos energéticos dos edifícios públicos do Alto Alentejo
representam cerca de 40% dos custos globais energéticos das
autarquias pertencentes à área de intervenção da AREANATejo,
apresentando-se, desta forma, como o sector mais oneroso, facto
que, por si só, revela uma forte necessidade de intervenção ao
nível da melhoria da eficiência energética e/ou introdução de sistemas e tecnologias de energias renováveis.
A título de exemplo as oportunidades de racionalização energética
e medidas de melhoria que se têm revelado como mais significativas ao nível das poupanças energéticas prendem-se com a alteração da tarifa de energia eléctrica, a melhoria dos sistemas de
iluminação, a melhoria dos sistemas de climatização e ventilação
e o incremento de tecnologias que utilizam a energia solar e a
biomassa como fonte de produção de energia térmica.
Neste sentido, a execução de auditorias energéticas aos edifícios
municipais tem-se vindo a tornar um aspecto fulcral para a diminuição dos consumos energéticos neste sector, na medida em que
permitem a caracterização do sector energético das instalações,
bem como a identificação de oportunidades de racionalização
energética e a selecção das melhores soluções técnicas conducentes ao aumento da eficiência energética e/ou redução da factura
energética.
Posto isto, os projectos em desenvolvimento pela AREANATejo ao
longo destes últimos anos têm permitido contribuir para o dinamismo, competitividade económica, inovação, coesão territorial e
sustentabilidade energética da região Alto Alentejo, cujo impacto tem sido particularmente positivo, constituindo-se ainda uma
mais-valia na dinâmica da cooperação transfronteiriça.
Os projectos supracitados permitiram ainda munir a AREANATejo
de uma panóplia de equipamentos de medição e monitorização
a utilizar nas auditorias energéticas, como é o caso de diversos
analisadores de redes, de uma câmara termográfica, de um luxímetro, de um termo higrómetro e de um multifunções para teste
das instalações eléctricas possibilitando, desta forma, um maior
know-how nesta área de trabalho da agência.
Neste contexto, refere-se a execução de mais 20 auditorias energéticas ao edificado municipal da área de actuação da AREANATejo, as quais foram elaboradas no âmbito dos seguintes projectos:
Tiago Gaio
Director Técnico da AREANATejo
Dezembro de 2014
APRESENTAÇÃO
DA AREANATejo
A AREANATejo – Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo tem por
missão contribuir para a eficiência energética e para o melhor aproveitamento dos recursos energéticos
endógenos, desenvolvendo projectos e métodos e disseminando as melhores técnicas e procedimentos
com vista à utilização racional da energia e dos recursos e à defesa e preservação do meio ambiente
natural, tendo em vista a promoção de um desenvolvimento local sustentável, concretamente, para a
obtenção de uma maior eficiência energética e melhor desempenho ambiental dos Municípios seus
associados.
Na prossecução destes objectivos, a AREANATejo tem como linhas estratégicas de actuação:
•
Apoiar os seus associados, agentes económicos e cidadãos na gestão da energia e dos recursos;
•
Caracterizar o desempenho energético-ambiental do Alto Alentejo e avaliar a aptidão para
o desenvolvimento dos recursos energéticos endógenos;
•
Promover a introdução de tecnologias energéticas eficientes e de tecnologias de energias renováveis
no Alto Alentejo;
•
Promover a AREANATejo enquanto parceiro na promoção da eficiência energética e ambiental
nos sectores com maiores consumos de energia, nomeadamente: transportes, edifícios e indústria;
•
Informar e sensibilizar os cidadãos para a utilização racional de energia e de recursos bem como para
a importância da protecção do ambiente;
•
Monitorizar as práticas energéticas e ambientais do Alto Alentejo.
AREANATejo:
MAIS AMBIENTE,
MENOS ENERGIA!
EDIFÍCIOS
ADMINISTRATIVOS
Edifícios Administrativos | 12
EDIFÍCIO DOS PAÇOS
DO CONCELHO DE ELVAS
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
O consumo total de energia em 2013 foi de 173.261 kWh/ano,
o que corresponde, em termos de energia primária, a 37,3 tep/
ano. O custo total associado ao consumo de energia eléctrica
em 2013 foi de 33.445 euros. O custo unitário médio do kWh
em 2013 foi 0,19 euros/kWh (incluindo termos fixos, parcelas de
potência, IVA e demais contribuições obrigatórias).
(Município de Elvas)
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
•
Local: Rua Isabel Maria Picão, Elvas
Área útil de pavimento: 1.812 m2
• Edifício:
•
•
3 pisos: Térreo, primeiro andar e sótão.
•
Paredes resistentes em argamassa de pedra,
com espessura de cerca de 60 cm.
•
Paredes exteriores em alvenaria de tijolo furado, constituídas
por um pano duplo com caixa-de-ar e isolamento térmico.
MEDIDAS DE MELHORIA
IDENTIFICADAS:
•
MM1: Substituição de balastros convencionais
por balastros electrónicos
•
MM2: Instalação de dispositivos de controlo e regulação
da iluminação
•
MM3: Ajuste da temperatura de conforto térmico
•
MM4: Acções de formação sobre Utilização Racional de Energia (URE)
RESULTADOS A ATINGIR:
Economia de Energia
MM
Investimento
Tempo de Retorno
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
MM1
350
45
90
2,1
MM2
4.220
620
3.000
4,9
MM3
2.480
260
-
-
MM4
1.440
210
800
3,8
TOTAL
8.490
1.135
3.890
3,4
Edifícios Administrativos | 13
Edifício dos Paços
do Concelho
de Portalegre
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
O consumo total de energia em 2010 foi de 572 MWh/ano, o que
corresponde, em termos de energia primária, a 132,4 tep/ano,
associado a um custo total de 62.500 euros. O edifício utiliza
energia eléctrica e gás natural. Nesse ano, o consumo total de
energia eléctrica foi de 408 MWh/ano (118,3 tep/ano), associado
a um custo de 52.450 euros (incluindo o IVA, que passou de 5%
para 6% a partir do mês de Julho de 2010, inclusive). O consumo
de gás natural foi de 164 MWh/ano (14,1 tep/ano), associado
a um custo de 10.050 euros.
(Município de Portalegre)
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
•
Local: Rua Guilherme Gomes Fernandes nº 28, Portalegre
•
Área útil de pavimento: 3.370 m2
•
Edifício:
• Dividido em três pisos principais (existe um piso intermédio
entre o 0 e o 1).
• Paredes de argamassa de pedra de cerca de 100 cm
de largura.
Vidro duplo com caixilharia metálica.
• Protecções solares que consistem em portadas interiores
de madeira.
•
MEDIDAS DE MELHORIA
IDENTIFICADAS:
MM1: Afinação da bateria de condensadores
MM2: Substituição de balastros convencionais
por balastros electrónicos
• MM3: Instalação de dispositivos de controlo e regulação
da iluminação
• MM4: Ajuste da temperatura de conforto térmico
• MM5: Acções de formação sobre URE
•
•
RESULTADOS A ATINGIR:
Economia de Energia
MM
kVArh/ano (*); kWh/ano (**)
Investimento
Tempo de Retorno
EUROS/ano
EUROS
anos
82
-
-
MM1
5.051
MM2
1.980 (**)
255
650
2,6
MM3
2.770
355
3.000
8,4
MM4
17.940 (**)
1.700
-
-
MM5
5.720 (**)
740
800
1,1
5.051
82
-
-
1.350
4.450
3,3
TOTAL
TOTAL
(*)
(**)
(*)
28.410 (**)
Edifícios Administrativos | 14
Edifício dos Paços do Concelho de Crato
e Edifício Sá Nogueira
(Município do Crato)
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
Edifício dos Paços
do Concelho de Crato
A auditoria teve como base a visita ao local e a análise das
facturas de energia (eléctrica) referentes a um ano. O consumo
total em 2011 para o edifício dos Paços do Concelho foi de 17
tep, o que em termos de emissões estima-se que sejam de 38,5
toneladas de CO2. Para o mesmo período o edifício Sá Nogueira
consumiu 16 tep, o que em termos de emissões estima-se que
sejam de 37 toneladas de CO2.
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
A Câmara Municipal do Crato inclui dois edifícios:
o edifício dos Paços do Concelho e o edifício Sá Nogueira.
Edifício Sá Nogueira
•
Edifício dos Paços do Concelho
Local: Praça do Município, Crato
•
Edifício: Composto por 2 pisos
•
Edifício Sá Nogueira
Local: Praça do Município, Crato
•
Edifício: Composto por 2 pisos e um sótão.
Ambos os edifícios apresentam características construtivas
típicas dos edifícios antigos nesta zona do país, com paredes
exteriores em argamassa de pedra (cerca de 60cm de espessura),
com envidraçados de vidro simples em caixilharia metálica e
portadas interiores de madeira.
Edifício Sá Nogueira
MEDIDAS DE MELHORIA
IDENTIFICADAS:
Edifício Paços do Concelho
• MM1: Implementação de um processo de gestão de energia
Edifício Sá Nogueira
•
MM2: Substituição de balastros convencionais por balastros
electrónicos e retrofitting das lâmpadas fluorescentes T8 para T5
•
MM3: Acções de formação dos colaboradores sobre URE
•
Edifício Sá Nogueira
MM1: Optimização dos consumos em stand-by
•
MM2: Implementação de um processo de gestão de energia
•
MM3: Substituição de balastros convencionais por balastros
electrónicos e retrofitting das lâmpadas fluorescentes T8 para T5
•
MM4: Acções de formação dos colaboradores sobre URE
Edifícios Administrativos | 15
RESULTADOS A ATINGIR:
EDIFÍCIO PAÇOS DO CONCELHO
Economia de Energia
MM
Investimento
Tempo de Retorno
EUROS
anos
kWh/ano
EUROS/ano
MM1
3.038
406
5.000
12
MM2
976
194
880
4,5
MM3
608
81
-
-
TOTAL
4.622
677
5.880
-
RESULTADOS A ATINGIR:
Edifício Sá Nogueira
Economia de Energia
MM
Investimento
Tempo de Retorno
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
MM1
6.900
915
-
-
MM2
4.592
609
5.000
8
MM3
885
117
1.580
13
MM4
459
61
-
-
TOTAL
12.836
1702
6.580
-
Edifícios Administrativos | 16
Edifício dos Paços do
Concelho de Marvão
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
O edifício apresenta um grande consumo energético por parte
dos equipamentos existentes no edifício (45,7%), consumo que se
justifica pela existência de servidores e UPS que são responsáveis
por aproximadamente 45,6% dos consumos totais dos equipamentos
do edifício.
O sistema de climatização do edifício é também um grande
responsável por consumo energético, representando 45,0% do total
do edifício. Verificou-se que o sistema de aquecimento tem uma
baixa eficiência e representa 38,5% do consumo total do edifício.
O sistema de arrefecimento representa 6,5% do consumo total do
edifício. A sala de informática, onde se localizam os servidores e UPS,
é o único local com sistema de arrefecimento.
(Município de Marvão)
RETALER
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
Local: Largo Santa Maria, Marvão
• Área útil de pavimento: 514 m2
•
•
Edifício:
• Paredes de cantaria com espessura de 0,55m
• Cobertura do edifício constituída por placa horizontal em
betão armado, coMM60mm de XPS em toda área superior.
MEDIDAS DE MELHORIA IDENTIFICADAS:
MM1: Sistema de iluminação interior: substituição das lâmpadas FL
T8 por FL T5 e das lâmpadas incandescentes por CFL
• MM2: Substituição das lâmpadas incandescentes, fluorescentes
compactas e fluorescentes tubulares por LEDs
• MM3: Substituição das lâmpadas existentes por outras mais
eficientes, tendo em consideração a utilização do espaço
• MM4: Iluminação natural: colocação de spots solares
•
MM5: Colocação de spots solares e substituição
da iluminação interior
• MM6: Utilização de energias renováveis: instalação de um sistema
solar fotovoltaico
• MM7: Substituição do sistema de climatização
• MM8: Intervenção na envolvente exterior
•
RESULTADOS A ATINGIR:
Economia de Energia
MM
Investimento
Tempo de Retorno
MM1
kWh/ano
3.814
EUROS/ano
583
EUROS
980
anos
1,7
MM2
4.879
975
3.048
3,1
MM3
4.516
698
2.303
3,3
MM4
4.818
736
6.577
8,9
MM5
6.465
988
7.097
7,2
MM6
5.631
1.836
12.880
7,0
MM7
33.380
5.102
37.394
7,3
MM8
393
60
3.714
> 30
TOTAL
63.896
10.978
73.993
6.7
Edifícios Administrativos | 17
Edifício dos Paços
do Concelho de Avis
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
O edifício em estudo apresenta um grande consumo energético por
parte dos equipamentos existentes (54,2%), consumo que se justifica
pela existência de uma UPS, responsável por 57,1% do consumo
total de equipamentos do edifício.
Verificou-se que o sistema de aquecimento tem uma baixa eficiência
e representa 27,3% do consumo total do edifício. Este sistema é
composto por várias unidades do tipo split, sendo necessário recorrer
a aquecedores a óleo para manter o conforto térmico nos diversos
espaços do edifício.
Quanto à iluminação interior verificou-se que as lâmpadas instaladas
são pouco eficientes e que devem ser alteradas por lâmpadas mais
recentes, com consumos bastante inferiores e de maior durabilidade.
(Município de Avis)
RETALER
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
•
Local: Largo Cândido dos Reis, nº 2, Avis
•
Área: 878,9 m2
•
Edifício:
• Três pisos acima da cota soleira, sendo
um dos pisos considerado intermédio.
• Alberga serviços da Câmara Municipal, conservatória, tribunal
judicial, secretaria do tribunal judicial e departamento de finanças
(não foi considerado na auditoria energética).
MEDIDAS DE MELHORIA IDENTIFICADAS:
MM1: Sistema de iluminação interior: substituição das lâmpadas FL T8
por lâmpadas FL T5
• MM2: Sistema de iluminação interior: substituição das lâmpadas
fluorescentes tubulares, fluorescentes compactas, halogéneo e
incandescentes por LEDs
• MM3: Sistema de iluminação interior: instalação de sensores de movimento
•
MM4: Utilização de energias renováveis: instalação de um sistema
fotovoltaico
• MM5: Sistema de climatização: substituição do sistema de climatização
• MM6: Envolvente: colocação de isolamento térmico na cobertura
•
RESULTADOS A ATINGIR:
Economia de Energia
MM
Investimento
Tempo de Retorno
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
MM1
4.159
713
2.440
3,7
MM2
6.218
1.312
6.227
4,7
MM3
6.282
1.094
4.543
4,2
MM4
5.623
1.830
13.230
7,2
MM5
18.091
3.101
13.431
4,3
MM6
1.108
190
1.735
9,1
TOTAL
41.481
8.240
41.606
5,0
Edifícios Administrativos | 18
Edifício dos Paços do
Concelho de Sousel
(Município de Sousel)
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
O edifício em estudo apresenta um grande consumo energético
por parte dos equipamentos existentes no edifício (62,1%),
consumo que se justifica pela existência de um elevador,
responsável por 11,6% do consumo total de equipamentos e
pela existência de servidores e UPS que são responsáveis por
aproximadamente 42% do consumo total de equipamentos
do edifício.
O segundo maior consumo energético do edifício deve-se
à iluminação interior, que apesar de na sua grande maioria
já apresentar soluções eficientes (lâmpadas fluorescentes
compactas e lâmpadas fluorescentes tubulares com balastro
electrónico), esta representa 19% do consumo energético
do edifício.
No que respeita ao sistema de climatização, verificou-se que
o consumo energético por parte do aquecimento do edifício é
reduzido, representando apenas 3,7% do consumo energético
global. No entanto, no caso do arrefecimento verificou-se que
este representa 15,3% do consumo energético global do edifício,
o que se justifica devido à climatização existente na sala dos
servidores e UPS, que representa 53,8% do consumo energético
total de arrefecimento do edifício.
RETALER
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
Local: Praça da República, Sousel
• Área: 1.134,6 m2
• Edifício:
• Anterior a 1960, ampliado em 2004
• Edifício antigo (parcialmente remodelado em 2004) com dois
pisos acima da cota soleira e edifício novo com três pisos
acima da cota soleira e um piso subterrâneo
•
MEDIDAS DE MELHORIA IDENTIFICADAS:
MM1: Alteração dos set-points do sistema de climatização
MM2: Sistema de iluminação interior: substituição das lâmpadas
fluorescentes compactas, halogéneo e incandescentes por LEDs
• MM3: Utilização de energias renováveis: instalação de um sistema
solar fotovoltaico
• MM4: Sistema de climatização: substituição das unidades splits de
servidores e UPS
•
•
MM5: Sistema de climatização: substituição das actuais close control
da sala de servidores e UPS por unidades close control com free
cooling incorporado
• MM6: Sistema de climatização: instalação de um ventilador de
insuflação e grelha de extracção com regulador motorizado para
realização de free cooling na sala de servidores e UPS
•
RESULTADOS A ATINGIR:
Investimento
Tempo de Retorno
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
MM1
4.175
506
-
-
MM2
13.585
2.665
10.119
3,8
MM3
5.652
1.843
12.662
6,9
MM4
3.469
420
2.704
6,4
MM5
7.714
934
22.650
24,3
MM6
6.488
786
9.200
11,7
TOTAL
41.083
7.154
57.335
MM
Economia de Energia
8
Edifícios Administrativos | 19
Edifício dos Paços
do Concelho
de Arronches
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
O edifício apresenta consumos de energia eléctrica e de água de
rede, embora este último não tenha sido alvo de estudo.
A climatização do edifício é assegurada por 2 unidades
condensadoras (UC) do tipo bomba de calor da marca Mitsubishi
ligadas a 24 unidades evaporadoras indoor (UE). Destas
unidades, 19 são do tipo conduta, 3 do tipo mural e 2 do tipo
chão. O valor do COP das Unidades Condensadoras é de 3,72 e o
valor de EER de 3,57. A renovação de ar no edifício é assegurada
por ventiladores de extracção (5 unidades de modelo Cubus 4
DD) e de insuflação (4 unidades de modelo CVB 7 - BD 7.7), da
marca Tróia.
A iluminação interior do edifício é constituída por lâmpadas
fluorescentes compactas, fluorescentes tubulares do tipo T8 e
T5 (com balastro electrónico) e de halogéneo, perfazendo um
total de 375 lâmpadas e uma potência instalada de 10.574 W
(registado em auditoria). O edifício em estudo apresenta ainda
iluminação exterior com potência instalada de 2.930 W, com
contador e facturação à parte do restante equipamento eléctrico
do edifício.
(Município de Arronches)
TIPO DE
UTILIZAÇÃO
MEDIDAS DE MELHORIA
IDENTIFICADAS:
•
MM1: Sistema de iluminação interior – substituição por LEDs
•
MM2: Iluminação exterior: alteração do regime de
funcionamento
•
MM3: Iluminação exterior: alteração de tarifário (P1) ou
agregação de contadores (P2)
•
MM4: Eliminação de aquecedores portáteis
•
MM5: Remoção de uma folha de papel sobre luminária e
respectiva substituição
•
MM6: Gestão de set-points de temperatura
CONSUMO ANUAL CUSTO ANUAL
Iluminação
27.550 kWh
3.468 /ano
AVAC
23.563 kWh
2.703 /ano
Equipamento
21.845 kWh
2.506 /ano
Total
72.832 kWh
8.677 /ano
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
•
Local: Praça da República, Arronches
•
Edifício:
•
•
Três pisos acima da cota soleira.
Construção antiga, reabilitado em 2010.
RESULTADOS A ATINGIR:
Economia de Energia
MM
Investimento
Tempo de Retorno
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
MM1
3.166
613
2.103
3,4
MM2
5.882
838
-
-
P1
-
332
-
-
P2
-
364
-
-
MM4
2.604
324
-
-
MM5
95
13
19
1,4
MM6
7.682
881
-
-
TOTAL
19.429
Total 1 - 3.001 | Total 2 - 3.033
2.122
0,7
MM3
Edifícios Administrativos | 20
Edifício dos Paços
do Concelho
de Campo Maior
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
(Município de Campo Maior)
A iluminação interior é constituída essencialmente por
lâmpadas fluorescentes tubulares do tipo T8 (com balastro
ferromagnético), fluorescentes compactas e por lâmpadas
de halogéneo, perfazendo um total de 19.730 Watts
de potência instalada.
RETALER II
O total de potência de aquecimento e de arrefecimento
instaladas no edifício é, respectivamente, 148,0 kW e 131,80
kW. O valor do COP dos equipamentos varia entre 3,64 e 4,08.
O valor do EER dos equipamentos varia entre 3,00 e 3,57.
Tipo de utilização
Consumo anual
Custo Anual
Iluminação
26.392 kWh
2.984 /ano
AVAC
48.609 kWh
5.496 /ano
Equipamento
35.744 kWh
4.041 /ano
Outros
3.748 kWh
424 /ano
Total
114.493 kWh
12.945 /ano
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
•
Local: Praça da República, Campo Maior
•
Área bruta de implementação: 586 m2
•
Edifício:
• Construção antiga, com três pisos acima da cota soleira.
• Fachada principal orientada sensivelmente a Sudeste.
MEDIDAS DE MELHORIA
IDENTIFICADAS:
•
MM1: Substituição da iluminação por T5 (P1) ou ECO T5 (P2)
•
MM2: Substituição da iluminação por LEDs
•
MM3: Substituição e reposicionamento das luminárias no piso 0
•
MM4: Aplicação de antecâmara no piso 0
•
MM5: Substituição/eliminação do termoacumulador (AQS)
•
MM6: Sensor de iluminação (escadas)
•
MM7: Free cooling nos servidores
•
MM8: Eliminação de radiadores/aquecedores
•
MM9: Gestão de set-points de temperatura
Edifícios Administrativos | 21
RESULTADOS A ATINGIR:
Economia de Energia
MM
Investimento
Tempo de Retorno
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
P1
8.622
1.255
5.960
4,8
P2
9.470
1.333
6.458
4,9
MM2
11.436
2.496
13.158
5,3
MM3
4.137
968
4.590
4,7
MM4
1.741
217
2.269
10,5
MM5
1.368
170
365
2,1
MM6
60
8
60
7,2
MM7
4.878
608
2.713
4,5
MM8
9.445
1.311
-
-
MM9
23.696
3.289
-
-
TOTAL 1
65.383
10.322
29.115
2,8
TOTAL 2
66.231
10.400
29.613
2,8
MM1
Edifícios Administrativos | 22
Edifícios
Desportivos
Edifícios Desportivos | 24
Complexo Desportivo
de Sousel
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
O consumo total de energia em 2013 foi de 91,2 tep/ano,
associado a custo total de 81.519 euros. O edifício utiliza
energia elé trica e gás propano. Nesse ano, o consumo total
de energia eléctrica foi de 249.131 kWh (53,6tep/ano), associado
a um custo de 49.317 euros. O consumo de gás propano
foi de 34.257 kg/ano (37,6 tep/ano), associado a um custo
de 32.202 euros.
(Município de Sousel)
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
•
Local: Estrada da Circunvalação, Sousel
Área útil de pavimento: 3.030 m2
• Complexo:
• Composto essencialmente por um pavilhão (45x23m) e uma
piscina (tanque: 25x12,5m)
• Piso principal (piso 1) e alguns espaços com área útil
ao nível do piso 2.
• Estrutura em betão armado, com lajes maciças e paredes
exteriores em alvenaria de tijolo furado.
•
MEDIDAS DE MELHORIA
IDENTIFICADAS:
MM1: Substituição de balastros convencionais por
balastros electrónicos
• MM2: Instalação de bateria de condensadores
• MM3: Instalação de cobertura de plano de água no
tanque da piscina
• MM4: Instalação de uma caldeira a pallets
• MM5: Acções de formação sobre URE
•
RESULTADOS A ATINGIR:
Economia de Energia
MM
Investimento
Tempo de Retorno
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
MM1
840
133
540
4,0
MM2
-
1.810
2.260
1,2
MM3
55.728
5.207
3.992
0,8
MM4
155.071
12.505
87.654
7,0
MM5
6.720
1.070
800
0,7
TOTAL
218.359
20.725
95.246
4,6
Edifícios Desportivos | 25
Pavilhão
Gimnodesportivo
de Arronches
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
Tratando-se do Pavilhão Gimnodesportivo de um grande edifício
de serviços existente, com uma área de pavimento superior
a 1.000 m² e com uma potência térmica instalada para aquecimento
ou arrefecimento superior a 25 kW, a sua obrigação legal, no que
diz respeito ao SCE, é a realização de uma auditoria energética
efectuada no âmbito do Sistema Nacional de Certificação
Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE),
não podendo ultrapassar o consumo nominal específico definido
no presente Regulamento.
(Município de Arronches)
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
Local: Zona Desportiva de Arronches
Área de pavimento: Superior a 1.000 m2
• Local: 7340, Arronches
• Edifício:
• Pavilhão com zona de bar/convívio, balneários,
sala polivalente, sala de imprensa e uma nave para
a prática de desportos.
• Exteriores e interiores em alvenaria convencional,
envidraçados em vidro duplo com caixilharia em alumínio
e tectos na sua maioria simples, com excepção da zona da
nave desportiva onde existe uma cobertura com revestimento
em chapa metálica ondulada.
•
•
MEDIDAS DE MELHORIA
IDENTIFICADAS:
MM1: Instalação de um sistema de compensação
do factor de potência
• MM2: Substituição de balastros convencionais
por balastros electrónicos
• MM3: Acções de formação dos colaboradores
sobre URE
•
RESULTADOS A ATINGIR:
Economia de Energia
MM
Investimento
Tempo de Retorno
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
MM1
-
305
1.700
5,6
MM2
4.000
1.217
2.120
1,7
MM3
2.169
103
-
-
TOTAL
6.169
1.625
3.820
2,4
Edifícios Desportivos | 26
Piscina Municipal
de Arronches
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
Verificou-se que o edifício em questão se encontra abrangido pelo
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar
Interior em Edifícios (SCE, Decreto-Lei n.º 78/2006, de 4 de Abril) por
se tratar de um grande edifício de serviços existente, com uma área
de pavimento superior a 1000 m². A sua obrigação legal, no que diz
respeito ao SCE, é a realização de uma auditoria energética e de
uma auditoria da qualidade do ar interior, a classificação energética
do edifício baseada em resultados de simulação dinâmica em
computador, bem como a implementação um conjunto de requisitos
de gestão da manutenção, tudo isto efectuado no âmbito do Sistema
Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos
Edifícios (SCE). O consumo específico real da instalação, com base
no método das facturas de energia, foi de 37,32 kgep/m2.ano, sendo
o referencial do RSECE para edifícios existentes para a tipologia
“clubes desportivos com piscinas” de 35 kgep/m2.ano.
(Município de Arronches)
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
•
Local: Rua Dr. Edmundo Curvelo
Área de pavimento: Superior a 1.000 m2
• Edifício:
• Pavilhão com zona de bar/convívio, balneários, sala
polivalente, sala de imprensa e uma nave para a prática de
desportos.
• Exteriores e interiores em alvenaria convencional,
envidraçados em vidro duplo com caixilharia em alumínio
e tectos na sua maioria simples, com excepção da zona da
nave desportiva onde existe uma cobertura com revestimento
em chapa metálica ondulada.
•
MEDIDAS DE MELHORIA IDENTIFICADAS:
MM1: Instalação de um sistema de compensação
do factor de potência
• MM2: Substituição de balastros convencionais
por balastros electrónicos
•
•
MM3: Acções de formação dos colaboradores
sobre URE
RESULTADOS A ATINGIR:
Economia de Energia
MM
Investimento
Tempo de Retorno
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
MM1
-
2.248
1.600
0,7
MM2
1.153
183
200
1,1
MM3
8.676
413
-
-
TOTAL
9.829
2.844
1.800
0,6
Edifícios Desportivos | 27
Piscina Municipal
de Gavião
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
O edifício apresenta consumos de energia eléctrica, de gás propano e
de água de rede, embora este último não tenha sido alvo de estudo.
O aquecimento ambiente da nave da piscina e balneários na época
fria é assegurado por uma central térmica com duas caldeiras a gás
propano que aquece água a cerca de 90ºC, com retorno a 70ºC e que
através de sistema complementar assegura também o aquecimento da
água da piscina e das AQS dos balneários.
O sistema de aquecimento de água quente da piscina é constituído
pela caldeira a gás propano da marca Chaffoteaux & Maury, Modelo
Moduloflame 120, 2 unidades e por permutadores de calor de placas
em circuito fechado.
O edifício em estudo apresenta sistema de iluminação exterior,
essencialmente caracterizado por lâmpadas de Descarga de Alta
intensidade de Vapor de Sódio. Segundo informação recolhida em
auditoria esta iluminação não se encontra em funcionamento, pelo que
neste estudo não é considerada qualquer tipo de iluminação exterior.
(Município de Gavião)
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
•
Local: Polidesportivo Municipal de Gavião
•
Área: 1.700 m2
Edifício: Duas zonas principais: uma destinada à utilização
da piscina, que inclui a nave da piscina, balneários e espaço
de atendimento ao público, e outra destinada a uma bancada
envidraçada para assistir aos treinos na piscina.
• Tipologia: “Clubes desportivos com piscina”
•
MEDIDAS DE MELHORIA IDENTIFICADAS:
MM1: Substituição da iluminação: luminárias T8
MM2: Substituição da iluminação: projectores de iodetos por LEDs
• MM3: Correcção do factor de potência
• MM4: Instalação de um sistema solar fotovoltaico - miniprodução
MM5: Aplicação de manta térmica
MM6: Instalação de um sistema solar térmico
• MM7: Instalação de uma caldeira a biomassa
•
•
•
•
RESULTADOS A ATINGIR:
MM
MM1
MM
EUROS
Tempo
de
Retorno
anos
Tempo
Economia de
Investimento de
Energia
Retorno
kWh/ano EUROS/ano
EUROS
anos
Economia de
Energia
Investimento
kWh/ano EUROS/ano
P1 – T5
1844
210
2.040
9,7
MM5
101.405
11.550
6.631
0,6
P2 – T5_ECO
2080
237
2.231
9,4
MM6
145.858
13.509
61.769
4,6
P3 – LEDs
2529
288
3.774
13,1
MM7
0
22.811
42.900
1,9
MM2
2476
282
1.400
5,0
TOTAL 1
338.993
57.179
159.820
2,8
MM3
28.209
3.213
6.080
1,9
TOTAL 2
339.229
57.206
160.011
2,8
MM4
49.201
5.604
39.000
8,0
TOTAL 3
339.678
57.257
161.554
2,8
Edifícios Desportivos | 28
Piscina Municipal
dos Assentos
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
O edifício em estudo apresenta um grande consumo energético
por parte do aquecimento da água da piscina (35,7%) e por parte
dos equipamentos como ventiladores, bombas doseadoras,
bombas de circulação dos circuitos fechados, bombas de
circulação para tratamento de água da piscina e compressores,
que representam 32,7% do consumo global do edifício.
O terceiro maior consumidor energético do edifício, é o sistema
de climatização e ventilação que representa 15,5% do consumo
energético total do edifício, sendo que 7,6% é o consumo
energético inerente aos sistemas de climatização eléctricos
existentes no edifício, como o sistema multi-split, split e
aquecedores a óleo e 7,9% é o consumo energético por parte da
caldeira a gás natural.
O consumo do tratamento por radiação ultravioleta representa
5,5% do consumo global do edifício, representando um consumo
superior ao consumo energético relativo à iluminação interior
(5,0%), ao AQS (4,9%) e aos equipamentos de escritório (0,8%).
(Município de Portalegre)
RETALER
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
Local: Rua Coronel Jorge Velez Caroço, Portalegre
Área: 1.280,7 m2
• Edifício:
• Dividido em duas zonas principais, uma destinada
a utilização da piscina, que inclui a nave, balneários e espaço
de atendimento ao público, e a outra destinada ao clube
de natação.
• Parede exterior em alvenaria rebocada e pintada por ambos
os lados de cor clara, com uma espessura total de parede
de 25 cm.
• Cobertura exterior inclinada: constituída por placas
de fibrocimento com fibras e amianto e vigas de alumínio.
Cobertura exterior plana: constituída por laje de betão
aligeirada horizontal.
•
•
MEDIDAS DE MELHORIA IDENTIFICADAS:
MM1: Correcção do factor de potência
(por apresentar um consumo de energia reactiva significativo)
• MM2: Sistema de iluminação interior: substituição da iluminação
existente por LEDs
• MM3: Utilização de energias renováveis: instalação
de uma caldeira a biomassa
• MM4: Utilização de energias renováveis: instalação
de um sistema solar térmico
• MM5: Substituição do bloco termodinâmico do sistema solar
termodinâmico existente no edifício
•
MM6: Sistema de climatização: substituição da unidade
desumificadora de ar novo
• MM7: Envolvente: substituição das placas de fibrocimento
por painel sandwich na cobertura da nave da piscina
• MM8: Águas: aplicação de redutores de caudal nas instalações
sanitárias
• MM9: Colocação de uma manta térmica na piscina
• MM10: Medidas de melhoria comportamentais
•
Edifícios Desportivos | 29
RESULTADOS A ATINGIR:
Economia de Energia
MM
Investimento
Tempo de Retorno
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
MM1
138.941
9.853
2.633
0,3
MM2
20.296
2.793
8.244
3,0
MM3
-
15.636
63.974
4,1
MM4
98.375
4.799
28.865
6,0
MM5
77.232
2.757
19.950
7,2
MM6
108.505
14.586
64.850
4,5
MM7
95.023
4.602
31.403
6,9
MM8
80.300
7.067
581
0,1
MM9
349.723
17.590
-
0,0
MM10
568.965
34.510
3.214
0,1
TOTAL
1.537.360
114.193
223.714
2,0
Edifícios Desportivos | 30
Complexo Municipal de Piscinas
de Castelo de Vide
(Município de Castelo de Vide)
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
As fontes de energia utilizadas na instalação são a energia
eléctrica e o gás propano, que perfazem um consumo total de
energia de 89.224 kgep (89,2 tep) por ano, correspondendo a
cerca de 73.144 €. Por outro lado, os espaços da instalação que
apresentam os maiores consumos de energia eléctrica são a Zona
Técnica (Sistemas de Bombagem, Filtragem e UTA’s) da piscina
coberta seguindo-se a Zona Técnica (Sistemas de Bombagem e
Filtragem) da piscina descoberta com percentagens de 83,8%
e 11,2%, respectivamente. No que diz respeito ao consumo
total de gás propano pelos diferentes espaços da instalação, a
percentagem mais significativa encontra-se associada à Zona
Técnica (Sistemas de Bombagem, Filtragem e UTA’s) da piscina
coberta e aos tanques das piscinas ambos com 45% seguindo-se as AQS com 10%. No que concerne aos diferentes tipos
de utilização, destaca-se a categoria de aquecimento seguida
do sistema de produção de AQS e outros equipamentos, com
percentagens de 35,5%, 31,5% e 30,2%, respectivamente.
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
•
Local: Rua Bartolomeu Álvares da Santa, Castelo de Vide
•
Complexo:
•
Composto por Piscina Coberta e Piscina Descoberta.
•
Piscina coberta: tanque com 25 m de comprimento
e 10 m de largura. Piscina descoberta: tanque principal com
25 m de comprimento e 19,5 m de largura.
MEDIDAS DE MELHORIA
IDENTIFICADAS:
MM1, MM2, MM3 e MM4:
Melhoria dos sistemas de iluminação
• MM5: Melhoria dos sistemas de climatização
• MM6: Instalação de um sistema solar fotovoltaico-Autoconsumo
• MM7: Substituição dos vidros simples e alumínios
da nave da piscina
• MM8: Substituição das caldeiras a gás propano por uma
caldeira a biomassa
• MM9: Medidas de melhoria comportamental
•
Edifícios Desportivos | 31
RESULTADOS A ATINGIR:
Economia de Energia
MM
Investimento
Tempo de Retorno
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
MM1
874
96
375
3,9
MM2
205
23
351
15,5
MM3
836
92
1.354
14,7
MM4
738
81
1.363
16,8
MM5
349
38
-
-
MM7
3.547
3.046
31.990
10,5
TOTAL
6.549
3.376
35.433
10,5
Investimento
Tempo de Retorno
Produção e Economia de Energia
MM
MM6
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
45.500
5.057
48.750
9,6
MM
Economia de Energia
Investimento
Tempo de Retorno
Kg/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
MM8 - Substituição das
caldeiras
a gás propano por uma
caldeira a biomassa
– Opção A
38.640
27.218
75.887
2,8
MM8 - Substituição das
caldeiras a gás propano por
uma caldeira a biomassa
(COM contentor) – Opção B
38.640
27.218
152.520
5,6
Edifícios Desportivos | 32
Edifícios
POLIVALENTES
Edifícios Polivalentes | 34
Centro de Artes
do Espectáculo
de Portalegre
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
O consumo total de energia em 2013 foi de 191.232 kWh
MWh/ano, o que corresponde, em termos de energia primária,
a 41,1 tep/ano, associado a custo total de 20.149 euros. O
edifício utiliza energia eléctrica e gás natural. Nesse ano, o
consumo total de energia eléctrica foi de 107.517 kWh/ano
(23,1 tep/ano), associado a um custo de 20.149 (incluindo o IVA
e demais contribuições obrigatórias). O consumo de gás natural
foi de 83.715 kWh/ano (18,0 tep/ano), associado a um custo
de 6.550 euros.
(Município de Portalegre)
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
•
Local: Praça da República, nº 39, Portalegre
•
Área útil de pavimento: 5.100 m2
•
Edifício:
• Grande auditório (500 lugares), pequeno auditório (169
lugares), sala polivalente e camarins (50 artistas).
• Alguma complexidade arquitectónica. Possui 4 pisos
principais (-1, 0, 1 e 2), com várias cotas nos diferentes
espaços.
• Estrutura em betão armado, com lajes maciças e paredes
exteriores em alvenaria de tijolo furado em algumas zonas e
em betão noutras.
MEDIDAS DE MELHORIA
IDENTIFICADAS:
•
MM1: Substituição de balastros convencionais por
balastros electrónicos
•
MM2: Instalação de dispositivos de controlo e regulação
da iluminação
•
MM3: Ajuste da temperatura de conforto térmico
•
MM4: Acções de formação sobre URE
RESULTADOS A ATINGIR:
Economia de Energia
MM
Investimento
Tempo de Retorno
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
MM1
3.070
460
1.700
3,7
MM2
6.150
970
5.000
5,2
MM3
3.060
320
-
-
MM4
1.600
240
800
3,4
TOTAL
14.240
1.990
7.500
3,8
Edifícios Polivalentes | 35
Polo da Universidade
de Évora de Alter
do Chão
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
Verificou-se que o edifício em questão se encontra abrangido pelo
Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar
Interior em Edifícios (SCE, Decreto-Lei n.º 78/2006, de 4 de Abril), por
se tratar de um grande edifício de serviços existente, com uma área
útil de pavimento superior a 1 000 m². A sua obrigação legal, no que
diz respeito ao SCE, é a realização de uma auditoria energética e de
uma auditoria da qualidade do ar interior, a classificação energética
do edifício baseada em resultados de simulação dinâmica em
computador, bem como a implementação um conjunto de requisitos
de gestão da manutenção, tudo isto efectuado no âmbito do Sistema
Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos
Edifícios (SCE). Caso o consumo nominal específico avaliado durante
a auditoria energética ultrapasse o consumo máximo permitido, o
proprietário do edifício ou da fracção autónoma deve submeter um
plano de racionalização energética (PRE) à aprovação da DirecçãoGeral de Geologia e Energia, no prazo de três meses a partir da data
de conclusão da auditoria energética.
(Município de Alter do Chão)
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
•
Local: Av. Padre José Agostinho Rodrigues, Alter do Chão
•
Área de pavimento: Superior a 1.000 m2
•
Edifício:
• Espaços destinados a alojamento (residência), salas de aula,
gabinetes, auditório, lavandaria, cozinha e refeitório.
• Composto por 2 pisos.
MEDIDAS DE MELHORIA
IDENTIFICADAS:
MM1: Instalação de um sistema de compensação do factor
de potência – 15kVAr
• MM2: Substituição de balastros convencionais por balastros
electrónicos – retrofitting (T8 para T5)
• MM3: Acções de sensibilização dos colaboradores sobre URE
•
RESULTADOS A ATINGIR:
Economia de Energia
MM
Investimento
Tempo de Retorno
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
MM1
-
134
1.300
10
MM2
5.057
821
5.080
6,2
MM3
200
32
-
-
TOTAL
5.257
988
6.380
-
Edifícios Polivalentes | 36
Museu do Castelo
de Alter do Chão
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
O sistema de produção de energia térmica instalado é composto por
uma unidade de ar condicionado portátil, com capacidade de produção
de quente e frio. A potência de aquecimento é de 1.800 W (COP = 1),
a potência de arrefecimento é de 1.600 W (ERR = 1,675). Esta unidade
encontra-se na zona da recepção do museu. Não existe ventilação
mecânica no edifício.
A iluminação interior é constituída por 49 lâmpadas de halogéneo
de 35W, 8 lâmpadas fluorescentes compactas de 8W e 10 lâmpadas
fluorescentes compactas de 11W. Perfazendo um total de 1.889 W de
potência instalada.
A iluminação exterior apresenta uma grande diversidade, sendo as
lâmpadas LED, os projectores de sódio a alta pressão e os projectores
de iodetos metálicos, aqueles que se encontram em maior número.
(Município de Alter do Chão)
RETALER
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
•
Local: Largo Barreto Caldeira, Alter do Chão
•
Área: 304,3 m2
•
Edifício:
• Localizado no interior das muralhas do Castelo de Alter do Chão.
• Dois pisos acima da cota soleira (ambos destinados a Museu).
• Envolvente do edifício é constituída por paredes de cantaria
original do castelo, com reboco pelo interior, com uma
espessura superior a 1,5m.
MEDIDAS DE MELHORIA IDENTIFICADAS:
MM1: Substituição dos projectores de halogéneo por LEDs
(iluminação interior)
• MM2: Instalação de sensores de presença
• MM3: Substituição dos projectores actuais por LEDs
(iluminação exterior)
MM4: Redução do horário de funcionamento
MM5: Conservar a utilização dos projectores do pátio interior e
suprimir a iluminação das fachadas do castelo
• MM6: Substituição dos projectores do pátio interior por LEDs e
supressão da iluminação das fachadas do castelo
•
•
•
RESULTADOS A ATINGIR:
Economia de Energia
MM
Investimento
Tempo de Retorno
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
MM1
3.370
412
441
1,1
MM2
3.106
380
270
0,7
MM3
11.858
941
40.250
42,8
MM4
11.758
934
-
-
MM5
13.961
1.109
-
-
MM6
14.442
1.147
6.190
5,4
TOTAL
58.495
4.923
47.151
9,6
Edifícios Polivalentes | 37
Auditório MUNICIPAL
JOSÉ CARLOS
Ary dos Santos
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
A climatização da sala polivalente principal (auditório) é assegurada por
um sistema ar-ar constituído por uma unidade de condutas de expansão
directa associada a um condensador com ventiladores centrífugos,
instalados no interior do espaço técnico na cobertura. Existem ainda
no edifício 3 unidades do tipo split. Duas unidades climatizam a zona
de exposição/museu, sendo um split da marca Lennox, modelo REFAC
e outro da marca Storik, modelo desconhecido. A terceira unidade split
climatiza a sala de projecção e som do auditório, é da marca Sharp,
modelo AE-A184E.
O edifício em estudo dispõe de um termoacumulador eléctrico para
produção de águas quentes sanitárias (AQS).
A iluminação interior é constituída por: 37 lâmpadas incandescentes
de 60 W, 30 lâmpadas de Halogéneo de 60 W, 80 projectores com
lâmpadas de Halogéneo de 500 W (50) e 1000 W (30), 130 lâmpadas
fluorescentes compactas de 13 W, 12 lâmpadas fluorescentes
compactas de emergência de 8 W (7) e 22 W (5) e 25 lâmpadas
fluorescentes tubulares do tipo T8 (com balastro ferromagnético) de
18 W (7) e 36 W (18), perfazendo um total de 61.773 W de potência
instalada. A iluminação exterior é constituída por 9 lâmpadas
fluorescentes compactas de 13 W, perfazendo um total de potência
instalada de 117 W.
RETALER
(Município de Avis)
MEDIDAS DE MELHORIA
IDENTIFICADAS:
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
MM1: Instalação de baterias de condensadores de reactiva
MM2: Sistema de iluminação interior: substituição da iluminação
existente por LEDs
• MM3: Utilização de energias renováveis: instalação de um sistema
solar fotovoltaico
• MM4: Sistema de climatização: substituição do sistema ar-ar da
sala polivalente principal (auditório)
• MM5: Envolvente: colocação de isolamento na cobertura
•
•
•
Local: Rua da Cantina, Avis
•
Área: 436,1 m2
•
Edifício:
•
•
Duas zonas principais: uma destinada ao auditório, teatro
e cinema e outra destinada a museu/exposição que serve
também de foyer para o auditório.
•
Tipologia: “Cinemas e Teatros”
Envolvente exterior: parede exterior em alvenaria rebocada e
pintada por ambos os lados de cor clara, com uma espessura
total de parede de 40 cm.
RESULTADOS A ATINGIR:
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
Tempo
de Retorno
anos
MM1
-
597
1.413
2,4
MM2
9.933
2.378
11.401
4,8
MM3
5.613
1.830
13.230
7,2
MM4
397
51
20.700
>30
MM5
871
113
1.778
15,7
TOTAL
16.814
4.969
48.522
9,8
Economia de Energia
MM
Investimento
Edifícios Polivalentes | 38
CASA do Álamo
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
A climatização do edifício da Casa do Álamo, que serve apenas a
zona de serviços sociais e o gabinete do vereador, é assegurada
por dois aparelhos de ar condicionado com capacidade de
produção de quente e frio. A potência de aquecimento na sala do
vereador é de 8.20kW (COP = 2.73), a potência de arrefecimento
é de 7.03kW (ERR = 2.38) e no gabinete de Acção Social a
potência de aquecimento é de 7.30kW (COP = 3.61), a potência
de arrefecimento é de 6.70kW (ERR = 3.21). Não existe produção
de águas quentes sanitárias, nem ventilação mecânica no edifício
da Casa do Álamo. No edifício da biblioteca existe um sistema de
climatização ar condicionado de potência de consumo de 8.10kW.
A iluminação interior da Casa do Álamo é constituída
maioritariamente por lâmpadas de halogéneo de 50W, 35We de
70W, lâmpadas fluorescentes compactas de 18W e 36W, e ainda,
lâmpadas fluorescentes tubulares T5 de 35W e T8 de 36W e 58W.
No sótão existem lâmpadas de descarga de 150W e lâmpadas
fluorescentes compactas de 18W.
(Município de Alter do Chão)
RETALER II
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
•
Local: Largo Barreto Caldeira, Alter do Chão
•
Área: 834,93 m2
•
Edifício:
• Dois pisos mais sótão. O jardim encontra-se dividido em
várias zonas, uma destinada a utilização de oficinas/atelier,
dois edifícios de biblioteca, uma zona de piscina desactivada
e ainda uma zona de jardim.
MEDIDAS DE MELHORIA IDENTIFICADAS:
MM1: Substituição da iluminação (biblioteca e oficinas)
MM2: Aplicação de sensores de presença nas salas
de exposição (museu)
• MM3: Eliminação dos radiadores/aquecedores portáteis
•
•
MM4: Reparação/substituição do mecanismo automático
da porta de vidro na entrada da biblioteca
• MM5: Separação das WCs da biblioteca
(paredes divisórias e porta)
• MM6: Correcção do factor de potência
•
RESULTADOS A ATINGIR:
MM
MM1
P1 – T5
P2 – T5_ECO
P3 – LEDs
MM2
MM3
MM4
MM5
MM6
TOTAL 1
TOTAL 2
TOTAL 3
Economia de Energia
kWh/ano
EUROS/ano
2.809
426
3.543
503
4.840
657
3.618
502
3.919
544
3.094
428
2.134
239
367
15.574
2506
16.308
2583
17.605
2737
Investimento
EUROS
1.444
1.731
5.621
1.668
2.700
584
431
6827
7104
11.004
Tempo de Retorno
anos
3,4
3,4
8,6
3,3
6,3
1,9
1,2
2,7
2,8
4,0
Edifícios Polivalentes | 39
Centro Cultural
de Arronches
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
A iluminação interior do edifício é constituída por 309 lâmpadas,
do tipo fluorescentes compactas, fluorescentes tubulares T8
(com balastro electrónico) e de halogéneo, perfazendo um
total de 9.261 W de potência instalada. O auditório do edifício
apresenta um sistema de iluminação com uma potência total
instalada de 12.160 W.
O edifício apresenta consumos de energia eléctrica e de água de
rede, embora este último não tenha sido alvo de estudo.
(Município de Arronches)
RETALER II
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
•
Local: Bairro de St. António, Arronches
•
Área: 1250 m2
•
Edifício:
• Composto por um auditório, biblioteca, cozinha e diversas
outras salas (sala de convívio, polivalente, de exposição, de
arquivo, técnica de projecção e costura).
MEDIDAS DE MELHORIA
IDENTIFICADAS:
•
MM1: Substituição da iluminação T8: mais eficiente
•
MM2: Alteração dos set-points de climatização do
espaço biblioteca
RESULTADOS A ATINGIR:
MM
MM1
P1 – T5
P2 – T5_ECO
P3 – LEDs
Cenário recomendado 1
(25ºC Verão, 20ºC Inverno)
MM2
Cenário recomendado 2
(25ºC Verão, 18ºC Inverno)
Economia de Energia
kWh/ano
76
91
245
1.199
999
679
1.314
1.133
864
EUROS/ano
799
96
1.906
-
Investimento
EUROS
-
Tempo
de Retorno
anos
10,5
10,6
7,8
-
NOTA: Os set-points do cenário recomendado 1 e 2 dizem respeito às seguintes temperaturas: cenário externo 1 - 16º C (Verão) e 24ª C
(Inverno), cenário médio - 18º C (Verão) e 21º C (Inverno) e cenário externo 2 - 25º C (Verão) e 18º C (Inverno).
Edifícios Polivalentes | 40
Parque de Campismo
da Albufeira
do Maranhão
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
O presente diagnóstico tem como base a análise das facturas de
energia eléctrica referentes a 2011 sendo de referir que cerca de
9% da energia total consumida tem como destino o aquecimento
de água (GPL) e 91% tem como destino a alimentação dos sistemas
eléctricos. O consumo total é de 41 tep, o que em termos de emissões
estima-se que sejam de 91,37 toneladas de CO2. O indicador de
consumo específico real das facturas em 2011 é de 41,82 kgep/m2.
(Município de Avis)
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
•
Local: Avis
•
Área de pavimento: Inferior a 1.000 m2
•
Parque:
• Composto por uma praia fluvial, piscinas municipais, solário,
parque infantil, hangar, parque de merendas e restaurante.
• Possui um conjunto de cinco apartamentos T2 e cinco
apartamentos T1. Possui ainda uma vasta área para
colocação de tendas e roulottes, bem como um campo de
jogos, sala de jogos, centro de recolha de resíduos sólidos
urbanos, a casa do guarda do parque.
MEDIDAS DE MELHORIA
IDENTIFICADAS:
•
MM1: Integração de energia solar térmica nos 2 balneários
(velho + novo)
•
MM2: Instalação de um sistema de compensação do factor
de potência
•
MM3: Substituição de balastros convencionais por balastros
electrónicos e retrofitting das lâmpadas fluorescentes T8 para T5
•
MM4: Mudança da tarifa de compra de energia eléctrica
de médias utilizações para longas utilizações
•
MM5: Acções de formação dos colaboradores sobre URE
RESULTADOS A ATINGIR:
Economia de Energia
MM
Investimento
Tempo de Retorno
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
MM1
27.162
4.582
23.000
5,0
MM2
-
260
1.600
6,0
MM3
4.892
712
2.880
4,0
MM4
-
587
-
-
MM5
8.146
1.140
-
-
TOTAL
40.200
7.282
27.480
3,8
Edifícios Polivalentes | 41
Biblioteca
Municipal
de Castelo de Vide
IDENTIFICAÇÃO DO CENÁRIO BASE:
A fonte de energia utilizada na instalação é a energia eléctrica,
apresentando um consumo total de energia de 5.627 kgep/ano (5,6
tep/ano), o equivalente a um custo de 4.043 €. Por outro lado, os
espaços da instalação que apresentam os maiores consumos de
energia eléctrica são a Sala de Apoio à Sala Multimédia, seguido da
Sala Multimédia e da Sala de Leitura Geral, com representatividades
de 35,1%, 17,5% e 11,1%, respectivamente. No que diz respeito
aos diferentes tipos de utilização destaca-se a categoria “outros
equipamentos” (47,5%) seguida do sistema de iluminação e dos
sistemas de arrefecimento, com percentagens de 27,1% e 24,7%.
(Município de Castelo de Vide)
IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO
DO EDIFÍCIO:
•
Local: Rua Sequeira Sameiro nº 9, Castelo de Vide
•
Edifício: Composto por 5 pisos (incluindo cave).
MEDIDAS DE MELHORIA
IDENTIFICADAS:
•
MM1: Melhoria da tarifa da energia eléctrica – Adesão ao
Acordo Quadro BTN
•
MM2, MM3 e MM4: Melhoria dos sistemas de iluminação
•
MM5: Melhoria dos sistemas de climatização e ventilação
•
MM6: Melhoria de outros equipamentos consumidores
RESULTADOS A ATINGIR:
Economia de Energia
MM
Investimento
Tempo de Retorno
kWh/ano
EUROS/ano
EUROS
anos
MM1
0
303
-
-
MM2
738
111
89
0,8
MM3
2.214
332
1.078
3,2
MM4
680
102
2.912
28,5
MM5
224
24
-
-
MM6
732
110
-
-
TOTAL
4588
982
4079
4,2
FICHA TÉCNICA
projectos:
•
ALTERCEXA - Medidas de Adaptação e Mitigação das Alterações Climáticas através da promoção
das Energias Renováveis nas regiões do Centro, Extremadura e Alentejo
(http://www.altercexa.eu)
•
ALTERCEXA II - Medidas de Adaptação e Mitigação das Alterações Climáticas através da promoção das
Energias Renováveis nas regiões do Centro, Extremadura e Alentejo (http://www.altercexa.eu)
•
RETALER - Rede Transfronteiriça de Actores Locais em Energias Renováveis
(http://web.dip-badajoz.es/proyectos/retaler/)
•
RETALER II - Rede Transfronteiriça de Actores Locais em Energias Renováveis
(http://web.dip-badajoz.es/proyectos/retaler2/)
•
PROMOEENER-A - Promoção da Eficiência Energética e Energias Renováveis em Edifícios da Administração
Pública (http://promoeener-a.com/pt)
CO-FINANCIAMENTO:
ELABORAÇÃO:
COLABORAÇÃO:
MUNICÍPIOS:
EQUIPA AREANATejo:
Coordenação:
Tiago Gaio | Director Técnico da AREANATejo
Execução (Equipa Técnica):
Diamantino Conceição, Hélia Pereira, Rafael Ceia
Título: Eficiência Energética em Edifícios Municipais do Alto Alentejo
ISBN: 978-989-20-5567-1
Depósito Legal: 389480/15
Tiragem: 500 exemplares
Design e Paginação: SFC, marketing e comunicação
Impressão: Loading Ideas
AREANATejo – Agência Regional de Energia
e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo
Rua D. Nuno Alvares Pereira, n.º 61, 1.º Esq.
7300-200 Portalegre
PORTUGAL
T: +351 245 309 084
| F: +351 245 309 086
| E: [email protected]
Fly UP