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distocia em gata - Revista Científica Eletrônica
REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA – ISSN: 1679-7353
Ano X – Número 19 – Julho de 2012 – Periódicos Semestral
DISTOCIA EM GATA – RELATO DE CASO
DYSTOCIA IN A CAT – CASE REPORT
MONTANHA, Francisco Pizzolato
Docente do curso de Medicina Veterinária da FAMED/ACEG – Garça – SP
E-mail: [email protected]
CORRÊA, Carmen Silvia de Souza
Discente do curso de Medicina Veterinária da FAMED/ACEG – Garça – SP
E-mail: [email protected]
RESUMO
Distocia é um termo técnico, cujo significado é parto dificultoso. Na Medicina
Veterinária, a distocia pode ocorrer em qualquer espécie doméstica, porém é mais
comum em animais de pequeno porte, sendo as cadelas mais acometidas quando
comparada com as gatas. Ocorre com maior frequência em gatas de raça pura do que
nas gatas sem raça definida. Esse distúrbio do parto pode levar os fetos e, até mesmo, a
gestante à óbito. Este artigo teve como objetivo desenvolver uma revisão de literatura e
relatar um caso de distocia em gatas.
Palavra-chave: felinos, parto difícil, feto.
ABSTRACT
Dystocia is a technical term, meaning childbirth difficult. In veterinary medicine,
dystocia may occur in any domestic species, but is more common in small animals,
being the most affected dogs compared with cats. It occurs most frequently in purebred
cats than in cats breed. This disorder can cause birth fetuses and even a pregnant woman
to death. This article aimed to develop a literature review and to relat a case of dystocia
in cats.
Keyword: cats, difficult birth, the fetus.
Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária é uma publicação semestral da Faculdade de Medicina
veterinária e Zootecnia de Garça – FAMED/FAEF e Editora FAEF, mantidas pela Associação Cultural e Educacional de
Garça - ACEG. CEP: 17400-000 – Garça/SP – Tel.: (0**14) 3407-8000
www.revista.inf.br – www.editorafaef.com.br – www.faef.edu.br.
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Ano X – Número 19 – Julho de 2012 – Periódicos Semestral
INTRODUÇÃO
Distocia caracteriza-se pelas dificuldades ou impedimentos que o(s) feto(s)
encontra(m) para ser(em) expulso(s) do útero da fêmea gestante, ou seja, dificuldade de
parto em decorrência de problemas de origem materna, fetal ou de ambos (TONIOLLO
e VICENTE, 2003; TILLEY e SMITH Jr, 2008).
Há três estágios do trabalho de parto, sendo que, o primeiro estágio se inicia
quando começam as contrações uterinas e termina quando a cérvix fica completamente
dilatada, tendo duração média de 6 a 12 horas. Gatas tendem a vocalizar em princípio;
ronronam à medida que o parto se aproxima. O segundo estágio começa com a dilatação
plena da cérvix, a entrada do primeiro feto no canal cervical e a ruptura da membrana
corialantóide, terminando com a expulsão do último filhote da ninhada. Em gatas a
duração média do parto é de 16 horas, com variação de 4 a 42 horas; é importante
considerar essa variabilidade ao se intervir no trabalho de parto. E o terceiro estágio se
inicia após a liberação da ninhada e termina com a eliminação de toda a placenta
(TILLEY e SMITH Jr, 2008).
Os sinais fetais nas gatas, com a elevação dos níveis séricos de prostaglandina,
mediante sinalização através do aumento da concentração de cortisol materno e fetal
causa a luteólise, promovendo a queda dos níveis séricos de progesterona. Isso causa
descolamento placentário, aumento na secreção de prostaglandina e da sensibilidade
uterina à ocitocina (liberada pela pressão do feto contra a cérvix e pela sinalização de
receptores na mucosa cervical), iniciando o trabalho de parto. Assim fetos mortos ou
ninhadas pequenas podem não produzir sinais suficientes para o estímulo do parto
normal (NELSON e COUTO, 1998; DOMINGOS et al, 2008).
O presente trabalho teve como objetivo desenvolver uma revisão de literatura e
relatar um caso de distocia em gatas.
CONTEÚDO
A distocia, isto é, parto difícil, pode ser provocada por fatores maternos, fatores
fetais ou contrações uterinas ineficazes (NELSON e COUTO, 1998). As causas
maternas de extrema importância são a raça e a idade; mas também podem ser
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obesidade, estreitamento do canal do parto em decorrência de fratura antiga ou outra
anormalidade, dilatação cervical insuficiente, distúrbios da contração uterina (primários
e por exaustão), torção uterina, ruptura uterina e gestação ectópica. Há relatos referindo
a inércia uterina como a causa mais comum em felinos (NELSON e COUTO, 1998;
LYMAN, 2003; NORSWORTHY et al, 2009).
Os compostos progestacionais, que têm por finalidade evitar gestações
indesejáveis atuando como métodos contraceptivos (LORETTI et al., 2004), como o
Acetato de Medroxiprogesterona, podem resultar nas gatas, quando utilizados
inadequadamente, em aumento de peso, aumento da glicemia, hiperplasia ou neoplasia
mamária, piometra, diabete melito, supressão adrenal e parto complicado por
insuficiente relaxamento da cérvix (ADAMS, 2003; INIBIDEX, 2011).
As causas fetais podem ser tamanho excessivo do feto (frequentemente
observado em ninhadas de um ou dois filhotes), tamanho excessivo da cabeça do feto
(frequentemente observado em raças braquicefálicas), morte fetal, anormalidades
morfológicas fetais, má posição fetal e pressão abdominal ineficaz decorrente de
exaustão, hérnia diafragmática, dor de outra origem, etc. O tamanho da ninhada não é
um fator de risco para causar distocia em felinos (NELSON e COUTO, 1998; LYMAN,
2003; NORSWORTHY et al, 2009).
A distocia ocorre em todas as fêmeas domésticas e a incidência em felinos é
menor que em caninos. Em gatas, uma incidência maior de distocia é vista nas raças
exóticas quando comparadas a gatos sem raça definida (TONIOLLO e VICENTE,
2003; MONTEIRO, 2008).
Em um estudo realizado com gatas de raça pura, observou-se que a distocia
ocorreu em 5,8% de 3.000 ninhadas, 0,4% das ninhadas de uma colônia de gatos
mestiços e em 18,2% das ninhadas de gatos Devon Rex. A forma da cabeça dos gatos
de raça influencia a incidência de distocia. Raças dolicocefálicas (Devon rex) e
braquicefálicas (Persa e Himalaio) têm uma maior incidência de distocia que raças
mesocefálicas (GUNN-MORE e THRISFIELD, 1995; TILLEY e SMITH Jr, 2008).
Alguns sinais clínicos e alterações na fisiologia da gestação de gatas sugerem a
distocia, como: episódios prévios de distocia no animal; trauma especialmente na região
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pélvica; doença concomitante ou recente; contração muscular ou tremores; mais de 20
minutos de trabalho de parto intenso ou trabalho de parto fraco sem nascimento de
filhote; separação da placenta (secreção vaginal verde-escura) sem sinais de trabalho de
parto; secreção vaginal anormal (purulenta, odor fétido); evidências de morte fetal; 10
minutos de trabalho de parto intenso com um filhote no canal do parto; depressão aguda
(comumente associada ruptura de uterina) com fraqueza ou febre em vez de contrações;
sangramento vaginal recente com duração superior a 10 minutos; déficit no número de
placentas em relação ao número de filhotes nascidos e período de gestação maior que 68
a 70 dias (LYMAN, 2003; NORSWORTHY et al, 2009).
O exame físico completo é essencial para diagnosticar os problemas
concomitantes ou colaboradores da distocia, como, por exemplo: hipoglicemia,
hipocalcemia, desidratação e febre; realizar palpação abdominal cuidadosa para
confirmar a existência de fetos também é de grande importância. Exame vaginal digital
detalhado e meticuloso que identifica a ocupação do canal vaginal pelo feto revela
anormalidades do canal pélvico ou do fórnix vaginal materno (TILLEY e SMITH Jr,
2008).
Estudos diagnósticos complementares além da radiografia abdominal ou
ultrassonografia são raramente indicados na distocia, a menos que o parto seja
complicado por alguma outra alteração sistêmica. A partir dos exames de radiografia e
ultrassonografia, torna-se possível determinar o número, o desenvolvimento, o tamanho
e o posicionamento dos fetos; presença de gás ao redor do feto, o qual sugere
decomposição e possível infecção; batimentos cardíacos fetais indicam viabilidade.
Exames de bioquímica sérica e eletrólitos podem ser indicados em casos que haja
suspeita de hipocalcemia ou se planejar cesariana (LYMAN, 2003; PRATS, 2005).
Como protocolo terapêutico para gatas com distocia, é indicado ocitocina na
dose de 2 a 5UI, por via intramuscular (IM), a cada 20 a 30 minutos, com intuito de
estimular a contração uterina expulsando os fetos. As doses adicionais não são
recomendadas. O gluconato de cálcio, quando combinado com a ocitocina, na dose de 1
a 2 mL de solução a 10%, por via intravenosa (IV) lenta, pode ser mais eficaz do que a
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utilização da ocitocina isoladamente (LYMAN et al, 2003; NORSWORTHY et al,
2009).
Não se recomenda o emprego de instrumentos para auxiliar a retirada dos fetos
em função do tamanho pequeno do fórnix vaginal das gatas. Qualquer falha de expulsão
do feto dentro de 25 a 30 minutos, inércia uterina não responsiva a ocitocina, obstrução
pélvica ou vaginal, mal posicionamento fetal não passível de correção, tamanho fetal
exagerado, estresse fetal e morte intra-uterina indicam a necessidade de realizar a
cesariana, prática cirúrgica rotineira como emergência em distocias, que pode ser um
procedimento salva-vidas tanto para a mãe quanto para os filhotes. Logo, é indicada em
casos de riscos ou em situações que dificultem o parto normal. Gata com depressão
grave é imprescindível restabelecer o equilíbrio hídrico e eletrolítico antes da indução
da anestesia (LYMAN et al, 2003; DOMINGOS et al, 2008; TILLEY e SMITH Jr,
2008; NORSWORTHY et al, 2009).
A detecção precoce e a classificação apropriada de uma possível distocia são de
grande importância para prevenir futuras complicações para a mãe e seus conceptos.
Das interocorrências geradas no parto, origina-se a maior porcentagem de mortes em
neonatos (PRATS, 2005; DOMINGOS et al, 2008).
O prognóstico é excelente para mães e filhotes, desde que a intervenção médica
ocorra rapidamente (NORSWORTHY et al, 2009).
RELATO DE CASO
Foi atendido no Hospital Veterinário da Faculdade de Medicina Veterinária e
Zootecnia de Garça – SP, um animal da espécie felina, sem raça definida, com
aproximadamente 1 ano de idade, sexo feminino e 3,1 quilogramas. A queixa do
proprietário foi que o animal entrou em trabalho de parto há um dia apresentando
secreção marrom há 4 dias. Durante a anamnese o proprietário negou que houve emese
e dispneia, mas relatou que há um dia está anoréxico e não defecou. Relatou também
que há 2 meses foi administrado medicamento injetável contraceptivo e vacina contra
raiva.
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Ao exame físico notou-se prenhez, trabalho de parto com contrações, presença
de cauda de um filhote na vulva, presença de secreção marrom, linfonodos
submandibulares e poplíteos aumentados, moderada desidratação, taquicardia, abdome
agudo e glândulas mamárias hiperplásicas, sugestivo de distocia e morte fetal. Demais
parâmetros fisiológicos apresentaram-se dentro dos valores de referência normais para a
espécie.
Como tratamento ambulatorial, foi realizada fluidoterapia com 250 mL solução
fisiológica, 0,7mL de enrofloxacina a 2,5% e 0,3mL meloxicam a 0,2%.
O animal foi submetido à Ovário-Salpingo-Histerectomia (OSH), onde foi
constatado Distocia. No retorno pós-operatório o animal estava bem, com
comportamento normal, postura em estação e estado de hidratação normal.
CONCLUSÃO
A distocia felina é descrita como um parto difícil, sendo menos comum em gatas
do que em cadelas, porém quando acontece, ocorre mais em animais de raças puras. As
causas da distocia podem ser maternas ou fetais. Os contraceptivos injetáveis podem
resultar em partos complicados por insuficiente relaxamento da cérvix. Os sinais
clínicos observados na fêmea gestante associados a exames clínicos, radiográficos e
ultra-sonográficos são de grande valia para confirmação do diagnóstico. O tratamento
pode ser medicamentoso ou cirúrgico. O prognóstico para mães e filhotes geralmente é
bom.
REFERÊNCIAS
ADAMS, H. R. Farmacologia e Terapêutica em Veterinária. 8ª ed. Guanabara
Koogan: Rio de Janeiro, 2003.
DOMINGOS, T. C. S.; ROCHA, A. A.; CUNHA, C. N. Cuidados básicos com a
gestante e o neonato canino e felino: revisão de literatura. Jornal Brasileiro de Ciência
Animal, Rio de Janeiro,v.1, n. 2, p. 94-20, 2008.
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issue14, p.350-353, 1995.
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LYMAN, R. Distúrbios do Sistema Urogenital. In FENNER, W. R. e colaboradores.
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LORETTI, A. P.; ILHA, M. R. S.; BREITSAMETER, I.; FARACO, C. S. Clinical and
Pathological Study of Feline Mammary Fibroadenomaous Change Associated with Epot
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MONTEIRO, C. L. B. Parto. In MONTEIRO, C. L. B. Avaliação da gestação em
gatas domésticas: parâmetros ultrassonográficos, reprodutivos e perfil biométrico
dos filhotes ao nascimento. 2008. p. 21. (Dissertação de Mestrado em Ciências
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Disponível em: < http://www.uece.br/ppgcv/dmdocuments/ cynthia_monteiro. pdf >.
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