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Síndrome respiratória dos cães braquicefálicos: relato de caso

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Síndrome respiratória dos cães braquicefálicos: relato de caso
ALLEMAND V.C.D.; QUINZANI.M.; BERL, C.A; Síndrome respiratória dos cães braquicefálicos: Relato de caso / Respiratory syndrome in brachycephalic dogs: Case report / Revista de
Educação Continuada em Medicina Veterinária e Zootecnia do CRMV-SP / Continuous Education Journal in Veterinary Medicine and Zootechny of CRMV-SP. São Paulo:
Conselho Regional de Medicina Veterinária, v. 11, n. 2 (2013), p. 42 – 47, 2013.
CLÍNICA DE PEQUENOS ANIMAIS
Síndrome
respiratória dos
cães braquicefálicos:
relato de caso
Respiratory syndrome in brachycephalic
dogs: case report
Resumo
Summary
A síndrome respiratória do cão braquicefálico é caracterizada
Brachycephalic Syndrome in Dogs is characterized by partial
pela obstrução parcial das vias aéreas superiores devido a alte-
obstruction of the upper airway due to anatomical changes
rações anatômicas das mesmas. Cada animal pode apresentar o
of these dogs. These findings occurs in differents degrees in
processo com diferentes graus de intensidade. A respiração dos
each dog and can cause restrict breathing, which may result in
animais acometidos fica comprometida e podem ocorrer casos de
suffocation and collapse during excitement or warming due to
asfixia e colapso durante excitação ou em aquecimento devido
climate or physical activity. The dog reported in this clinical case
ao clima ou atividade física. O caso clínico relatado no presente
presented important symptoms of respiratory dyspnea high
trabalho foi um quadro de distrição respiratória alta importante
after excitement and was diagnosed with major anatomical
após agitação e foi diagnosticado com alterações anatômicas
changes in the region of the pharynx. The animal underwent
importantes na região da faringe. O animal foi submetido à ci-
corrective surgery, with improvement in respiratory pattern and
rurgia corretiva, e apresentou melhora do padrão respiratório e
absence of relapse after discharge.
ausência de recidivas após a alta.
Recebido em 28 de agosto de 2013 e aprovado em 26 de setembro de 2013
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Vanice Correto Dutra Allemand1
Marcelo Quinzani2
Carla Alice Berl2
Palavras-chave
Cães. Distrição respiratória. Dispnéia.
Hipertermias. Síndrome do cão braquicefálico.
Keywords
Dogs. Respiratory difficulty. Hyperthermia.
Brachycephalic syndrome.
Vanice Correto Dutra Allemand
Hospital Veterinário Pet Care – Unidade Pacaembu
Av. Pacaembu 1839
01234-001 – São Paulo – SP
+55 11 4305-9755
[email protected]
A síndrome respiratória do cão braquicefálico é caracterizada pela obstrução parcial das vias aéreas superiores devido a: estenose das narinas, prolongamento
do palato mole, aumento das tonsilas, sáculos laríngeos evertidos, estreitamento da glote, hipoplasia de
traquéia, colapso de laringe e/ou traquéia (Daniel et al., 2003; Fossum &
Duprey, 2005; Senn et al., 2011). Cada animal pode apresentar estas patologias de forma isolada ou combinada e em diversos graus (Fasanella et
al., 2010; Fonfara et al., 2011; Oechtering, 2012; Riecks et al., 2007; Tilley
& Smith, 2008). As anormalidades geralmente restringem a respiração
do animal e podem, resultar em asfixia e colapso durante excitação ou
em situações de aquecimento devido ao clima ou atividade física (Carvalho et al., 2010; Daniel et al., 2003; Fasanella et al., 2010; Oechtering,
2012; Tilley & Smith, 2008).
Predisposição
A braquicefalia é a condrodisplasia selecionada por criadores e
resulta da domesticação. A anquilose prematura da cartilagem da
base do crânio leva ao encurtamento do seu eixo longitudinal. Os
cães acometidos apresentam a relação entre largura e comprimento
do crânio maior que 0.81 (Daniel et al., 2003).
As raças Chihuahua, Bulldogue inglês, Cavalier King Charles
Spaniel, Pug, Boston terrier, Maltes, Pequinês, Pincher miniatura,
Shi Tzu, Yorkshire e Boxer são exemplos de animais braquicefálicos
1 Médica veterinária. Hospital Veterinário Pet Care.
2 Médico veterinário. Hospital Veterinário Pet Care.
3 Médica veterinária. Hospital Veterinário Pet Care.
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CLÍNICA DE PEQUENOS ANIMAIS
(Daniel et al., 2003; Fasanella et al., 2010; Fonfara et al.,
2011; Fossum & Duprey, 2005; Oechtering, 2012; Riecks
et al., 2007; Tilley & Smith, 2008) com a predisposição
para a manifestação de hidrocefalia, paralisia de nervo
facial, dermatites de dobras cutâneas, prolapso do bulbo
ocular e posicionamento inadequado dos dentes (Daniel
et al., 2003).
Os fatores de risco apontados para a ocorrência da
síndrome do cão braquicefálico são: raça, obesidade,
climas quentes e úmidos, estado de excitação, sedação,
sono, reações alérgicas, pneumopatias e endocrinopatias
que causem aumento do ganho de peso e piora da respiração ofegante (Daniel et al., 2003; Oechtering, 2012;
Tilley &Smith, 2008).
Fisiopatogenia
Em cães normais, as vias aéreas superiores respondem por 50 a 70% da resistência aérea total, enquanto
nos cães braquicefálicos essa porcentagem é maior devido às alterações congênitas (Tilley & Smith, 2008). As
alterações tradicionalmente descritas na braquicefalia
são: estenose de narinas, alongamento de palato mole e
hipoplasia da traquéia.
Também foram constatadas: obstrução das vias aéreas
devido a conchas nasais hiperplásicas e displásicas, obstrução da cavidade nasal devido a concha nasal rostral
aberrante, obstrução nasofaríngea devido a concha aberrante crescendo caudalmente, colapso laríngeo devido a
laringomalácia (em Pugs) (Oechtering, 2012 ).
Para inspirar os cães braquicefálicos devem produzir
um aumento da pressão negativa através do aumento do
trabalho respiratório distalmente à resistência. Com esta
pressão negativa, o tecido mole é puxado para o lúmen
e torna-se hiperplásico. Se a pressão negativa no lúmen
for suficientemente alta, pode exceder a resistência tecidual e causar o colapso das estruturas (Daniel et al., 2003;
Oechtering, 2012; Tilley &Smith, 2008).
A eversão dos sáculos laríngeos ou tonsilas, o colapso
parcial da faringe dorso nasal, o estreitamento da rima
da glote e o colapso do trato respiratório cartilagineo,
são alterações secundárias que constringem ainda mais
o lúmen (Daniel et al., 2003). Isto piora os sinais clínicos
e leva a mais deterioração, o que pode provocar a morte
por sufocamento(Daniel et al., 2003; Oechtering, 2012;
Tilley &Smith, 2008).
Durante a inspiração, a vibração do palato mole
alongado é audível e esta estrutura pode ficar presa
dorsalmente à epiglote, próximo à rima da epiglote e
determinar o sufocamento (Daniel et al., 2003; Tilley
&Smith, 2008).
A traquéia do Bulldogue geralmente é hipoplásica
(Daniel et al., 2003; Tilley &Smith, 2008). Outras raças braquicefálicas também apresentam traquéias mais
estreitas do que a observada nos cães mesocéfalos ou
dolicocéfalos. Entretanto acredita-se que isso seja consquência de uma embriogênese anormal ao invés de
seqüela de uma estenose mais cranial (Daniel et al., 2003;
Oechtering, 2012; Tilley &Smith, 2008).
Sinais clínicos
Os animais com síndrome braquicefálica frequentemente apresentam dispnéia severa. Entretanto, o
primeiro exame físico deve ser realizado sem contenção
ou anestesia. Numa emergência, o animal deve ser sedado, receber oxigenoterapia e resfriamento com álcool
(Daniel et al., 2003; Fasanella et al., 2010; Fonfara et al.,
2011; Oechtering, 2012; Tilley & Smith, 2008).
O histórico clínico costuma incluir estress térmico
e intolerância ao exercício. O sufocamento é registrado
principalmente durante o sono, pois o relaxamento
muscular estreita a passagem respiratória. Se o trato respiratório superior for obstruído, o estridor inspiratório
será o sinal clínico predominante (Daniel et al., 2003;
Tilley & Smith, 2008).
Também podem ser constatados tosse e ânsia de
vômito ou dificuldade de alimentação e disfagia. O proprietário também poderá referir síncope e episódios de
colapso ocasionais (Tilley & Smith, 2008).
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Diagnóstico
O diagnóstico é firmado pela inspeção das narinas (que em até 77% dos casos apresentarão estenose)
(Carvalho et al., 2010; Fasanella et al., 2010; Riecks et al.,
2007). O exame radiográfico do tórax, poderá mostrar a
traquéia hipoplásica e alterações secundárias, como sinais de pneumonia por aspiração e edema pulmonar não
cardiogênico (Tilley & Smith, 2008). O exame radiográfico da laringe poderá revelar aumento de partes moles
na região. A endoscopia / laringoscopia e broncoscopia
mostrarão prolongamento do palato mole, eversão dos
sáculos laríngeos, hipoplasia de traquéia e prolapso de
laringe/ traquéia, além de conchas nasais hiperplásicas
e displásicas, concha nasal rostral aberrante, concha
aberrante crescendo caudalmente e colapso laríngeo devido à laringomalacia (em Pugs), caso estejam presentes
(Oechtering, 2012).
Tratamento
A síndrome braquicefálica deve ser tratada de cranial
para ventral, portanto a estenose das narinas é o primeiro
ponto a ser modificado (Daniel et al., 2003). Isso deverá
prevenir mudanças secundárias, como protrusão do
CLÍNICA DE PEQUENOS ANIMAIS
tecido mole da nasofaringe ou colapso da laringe e traquéia. A correção deverá ser efetuada, portanto, o mais
cedo possível, com cerca de três a quatro meses de idade
(Daniel et al., 2003).
O prolongamento de palato deve ser corrigido para
prevenir interferência com epiglote.
A eversão dos sacos laríngeos e o colapso laríngeo
são seqüelas de estenoses mais rostrais (Daniel et al.,
2003). A eversão dos sáculos laríngeos é removida com
tesouras longas. Em caso de colapso laríngeo, uma traqueostomia permanente é o tratamento de escolha, pois
a laringotomia está relacionada a muitos casos de óbito
no pós-operatório (Daniel et al., 2003).
A remoção das tonsilas é controversa. Geralmente elas
são removidas se estiverem protruídas (como resultado
de irritação ou pressão negativa na passagem de ar) na
orofaringe. Entretanto, elas raramente interferem com a
respiração (Daniel et al., 2003).
Usualmente quando a dispnéia no braquicefálico
se instala no animal jovem, ela está relacionada com
estenose de narina. A correção cirúrgica das narinas e
do palato mole deteremina um prognóstico favorável
(Carvalho et al., 2010; Fasanella et al., 2010; Fossum
& Duprey, 2005; Riecks et al., 2007; Senn et al., 2011).
Quando os sintomas da síndrome do braquicefálico se
instalam no animal adulto, o seu palato mole tende a ser
muito longo, os sáculos laríngeos são evertidos e a rima
da glote ou laríngea está colapsada (Daniel et al., 2003).
Os cuidados pós-operatórios incluem extubação
tardia e protocolos analgésicos, suplementação de oxigênio nasal por 24h e monitoramento continuo do
padrão respiratório (Daniel et al., 2003; Senn et al., 2011).
O prognóstico é bom quanto ao restabelecimento da
respiração (cerca de 60% apresentam resultado de bom a
excelente), mas as vias aéreas estão longe do normal.
O prognóstico é melhor para as demais raças caninas,
exceto o Buldogue inglês, e para os cães submetidos à correção concomitante de estenose das narinas e palato mole
alongado (Carvalho et al., 2010; Fasanella et al., 2010;
Fossum & Duprey, 2005; Riecks et al., 2007; Senn et al., 2011).
Sem a cirurgia a evolução contínua dos componentes
adquiridos da síndrome braquicefalica das vias aéreas o
prognóstico passa a ser desfavorável (Daniel et al., 2003;
Tilley & Smith, 2008).
Figura 1: Animal em recuperação
pós-operatoria na UTI
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Caso Clínico
O canino da raça Bulldog inglês, macho de quatro
anos e 28kg foi atendido no centro Veterinario Pet Care
após ter apresentado quadro de hipertermia e distrição
respiratória tratado em colega. O animal também apresentava histórico de emése frequente, com inicio havia
três meses, que aconteciam após crises de dispnéia. O
proprietário relatava que após agitação o animal apresentava crises de dispnéia. Também notava respiração
ruidosa (“roncos”).
Ao exame físico o animal apresentava distrição respiratória discreta, T : 38,6C, mucosas normocoradas,
hidratação adequada, linfonodos inalterados, discreta
crepitação em campos pulmonares superiores e bulhas
cardíacas regulares e normofonéticas sem sopro à auscultação cardiopulmonar. À palpação abdominal não
apresentava alterações dignas de nota. O animal foi
submetido a exame radiográfico de tórax, que evidenciou “discreta opacificação mista de campos pulmonares
dorso-caudais, de padrão intersticial tendendo a alveolar”, compatível com edema pulmonar não cardiogênico
discreto, e a presença de algumas hemivértebras em vértebras torácicas. A silhueta cardíaca não tinha alterações.
Também foi realizado um ultrassom abdominal, que
evidenciou apenas um aumento prostático, compatível
com hiperplasia prostática benigna. Hemograma e bioquímico (hepática, eletrólitos, triglicérides e colesterol)
também estavam dentro dos valores normais. O animal
foi mantido internado e recebeu suporte respiratório
com oxigenoterapia, Furosemida em bolus no primeiro
dia (2mg/kg/tid), sedação (Acepromazina 0,02mg/kg e
Meperidina 2mg/kg) e Dexametasona (0,1mg/kg). O
animal respondeu bem ao tratamento, havendo resolução
do edema pulmonar em 24 horas. Porém no momento
da alta o animal se agitou e apresentou nova crise respiratória importante, precisando ser sedado e continuou
internado. Decidiu-se então pela realização da laringoscopia e bronqueoscopia além de endoscopia digestiva alta.
A laringoscopia e bronqueoscopia evidenciaram: eversão dos sáculos laríngeos, prolongamento do palato mole
e hipoplasia de traquéia, compatíveis com a síndrome do
braquicefálico.
A endoscopia digestiva evidenciou área de eritema
em mucosa gástrica, compatível com gastrite e duodeno
com mucosa discretamente irregular e friável. Foram colhidos fragmentos de biópsia de estômago e duodeno, e
o histopatológico foi compatível com gastrite e enterite
linfoplasmocítica crônica.
O animal foi encaminhado para cirurgia corretiva, na
qual foi realizada e excisão dos sáculos laríngeos e a estafilectomia (correção do palato mole). No pós operatório
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imediato o animal foi mantido internado na UTI no
intuito de esperar a diminuição do edema laríngeo secundário à manipulação cirúrgica, e foi mantido entubado
e com monitorização ininterrupta da oximetria, padrão
respiratório, pressão arterial e ECG (fiigura 1).
Após 24 horas o animal foi extubado, apresentando
melhora importante do padrão respiratório e diminuição
da freqüência respiratória, o que foi notado também pelo
proprietário. No dia seguinte o animal teve alta da internação e não apresentou mais crises de dispnéia, tosse
e emése até o presente momento (ou seja, três semanas
após a intervenção cirúrgica).
Discussão
O cão descrito era de uma raça predisposta (Bulldog
inglês) e apresentava quase todas as deformações verificadas na síndrome do braquicefálico, (exceto pela
estenose de narinas e de laringe) o que lhe causava uma
distrição respiratória importante, devido ao aumento da
resistência da passagem do ar pelas vias aéreas superiores (Daniel et al., 2003; Fasanella et al., 2010; Fonfara et
al., 2011; Oechtering, 2012; Riecks et al., 2007; Tilley &
Smith, 2008). Outro sintoma observado foi a tosse e a
emése logo após crise de dispnéia, o que também já foi
referido (Tilley & Smith, 2008).
O tratamento cirúrgico adotado visou a correção
das deformidades: remoção dos sáculos laríngeos e do
excesso de tecido em palato mole para desobstruir o
caminho da passagem de ar nas vias aéreas superiores e
melhorar a qualidade de vida do animal (Brdecka et al.,
2008; Daniel et al., 2003; Fasanella et al., 2010; Fonfara
et al., 2011; Fossum & Duprey, 2005; Oechtering, 2012;
Riecks et al., 2007; Tilley & Smith, 2008). Mesmo apresentando a hipoplasia de traquéia, a cirurgia corretiva
conseguiu melhorar muito a intolerância ao exercício
e à agitação que o animal apresentava. Nos três meses
após a cirurgia o animal não teve novas crises de dispnéia. A hipertermia, que também é mais comum em
animais com a síndrome (Daniel et al., 2003; Oechtering,
2012; Tilley &Smith, 2008) foi observada neste animal
apenas no primeiro dia, não ocorreu após a sua alta.
Embora o animal apresentasse emése, que pode acontecer em animais com a síndrome (Tilley &Smith, 2008),
a gastrite e duodenite inflamatórias também diagnosticadas não puderam ser relacionadas ao quadro de dispnéia,
admitindo-se serem um quadro paralelo.
Conclusão
Embora o animal apresentasse emése, que pode
acontecer em animais com a síndrome (Tilley &Smith,
2008), a gastrite e duodenite inflamatórias também
CLÍNICA DE PEQUENOS ANIMAIS
diagnosticadas não puderam ser relacionadas ao quadro
de dispnéia, admitindo-se serem um quadro paralelo.
Os quadros de emése que o animal deste relato apresentou estavam relacionados às crises de dispnéia, mas
também poderiam estar relacionados à doença inflamatória intestinal e gástrica.
O tratamento cirúrgico foi fundamental para a melhoria dos sinais clínicos e a recuperação pós-operatória em
unidade de terapia intensiva foi muito importante para
a supressão de possíveis complicações pós operatórias,
como edema dos tecidos da laringe.
Quanto mais cedo for realizado o diagnóstico e a correção cirúrgica da síndrome, menores serão as alterações
secundárias e, portanto, melhor será o prognóstico para
a vida do animal.
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