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Caindo n`água - Jornal Gutierrez

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Caindo n`água - Jornal Gutierrez
il s
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12 mp
e
ex
Barroca - Grajaú - S. Agostinho
www.jornaldogutierrez.com.br - (31) 2516.9192
Ano II - N. 9 - Março 2012 - DISTRIBUIÇÃO GRATUITA
Comércio em alta
Em entrevista ao Jornal
do Gutierrez, empresários
do bairro de diversos setores abrem o jogo e contam
qual a real expectativa para
os negócios em 2012.
De loja de roupa à clínica
de estética, eles reclamam
do excesso de feriados e
de eventuais greves, como
a dos rodoviários, mas mesmo assim acreditam em um
ano positivo.
Para os lojistas, passados os dois meses mais
complicados para o comér-
cio, a expectativa é que a
partir de agora os negócios
retomem em ritmo acelerado.
Otimistas, eles investem
em novas estruturas, serviços e qualidade de atendimento.
A Pop Gutierrez (foto ao
lado), localizada na praça,
já começou quente o mês
de março e investiu em um
coquetel para lançar a nova
coleção.
Pág. 6-7
Caindo n’água
Gente do Gutz
Você conhece o Rei das Cadeiras? Famoso pelo trabalho artesanal, ele virou uma
das figuras mais marcantes do bairro .
Pág. 3
Futebol
Time de empresários
representa região
Pág. 5
Moda
Outono, inverno e glamour
Pág. 8
Esporte
O império ruiu... Será?
Pág. 12
Nova Santa
Fundadora da Congregação da
qual faz parte um dos colégios
mais antigos do Gutierrez, Madre
Carmen Sallés y Barangueras vai
ser canonizada pelo Vaticano.
A pisicina semi-olímpica de um
dos clubes mais tradicionais do
bairro volta com tudo em 2012.
Conheça o que mudou este ano e
como o projeto do professor Evandro Silva pretende trazer de volta
os tempos de ouro da natação no
clube.
Pág. 11
Pág. 4
1
CARTAS DOS LEITORES
Fala, Morador!
Engrenagem a mil
por Rodrigo Scapolatempore
Insegurança
[email protected]
É
impossível negar. O ano comercial começa para a
maioria dos empresários no mês de março. Depois
de muita chuva desde dezembro e a velha parada brasileira de final/início de ano, que deixa Belo Horizonte vazia, agora é hora de retomar o período das vacas gordas.
Como já era previsto, o trânsito pesado também voltou
com tudo e, com ele, os já tradicionais problemas de poluição sonora, falta de vagas e perigo de atropelamento
em ruas do bairro que já foram pura tranquilidade.
Mas se não dá para evitar esta realidade, que a enfrentemos da melhor forma. E é aí que a coisa complica.
Quando tudo parece favorável para que o consumo volte
a girar em patamares lucrativos, em um mês cheio como
março, sem feriados, eis que vem a surpresa: uma greve
questionável faz a cidade parar por quase uma semana.
Sem funcionários e sem gente para comprar, o lojista é o
principal prejudicado, como confirma o próprio balanço
da CDL-BH, que indica que em apenas dois dias de paralisação o setor deixou de faturar R$ 30,46 milhões.
Será este o caminho das mudanças? Nós, do Jornal
do Gutierrez, que apoiamos o crescimento sustentável,
acreditamos que não. A prova do transtorno absurdo que
um movimento deste causa para você que é cidadão, e
consumidor, é de um tamanho que extrapola os desejos
específicos, mesmo que pertinentes, de uma categoria
que não pode se colocar à frente do bem e do mal e
atrapalhar a dinâmica de toda uma cidade, que depende
diariamente do deslocamento rodoviário.
Para saber como estão sentindo este “início” de
ano, fizemos um levantamento da expectativa dos empresários do bairro para 2012, que virou uma de nossas
matérias principais. Destaque também para a retomada
da tradicional piscina do Círculo Militar, que voltou com
tudo em 2012, e para a canonização da madre fundadora de um dos principais colégios do bairro. Tem também
a repercussão da saída de Ricardo Teixeira da CBF e as
tendências da moda para a chegada do Outono-Inverno.
Não deixe de se atualizar em “Curtas”, com a programação dos melhores eventos da região.
Aproveite!
Editor
Olá! Recebi, li e gostei do Jornal do Gutierrez, objetivo e
alcança com linguagem fácil e direta os leitores. Parabéns! Eu
gostaria de relatar dois problemas insolúveis no nosso bairro
e que vêm aumentando e já penso até em me mudar... “Os incomodados que se retirem”, não é isso mesmo? Moro numa
rua até então tranquila do bairro, rua Holanda Lima, quase
esquina de Almirante Alexandrino, há 12 anos. O primeiro
problema é a fumaça de uma churrascaria. Antes tinham filtro
e era tranquilo até para as crianças ficarem na área de lazer e
na piscina. Agora, só se forem defumadas. O segundo é mais
recente e mais difícil. Trata-se da invasão de mendigos que
dormem de dia e transam na frente de todo mundo, xingam,
falam palavrões na frente de todos e as autoridades fazem
vista grossa. E aí eu pergunto: de quem é a responsabilidade? Pagamos por cada unidade do nosso prédio R$3.500,00
de IPTU... e aí? A Polícia Militar afixou no nosso prédio que
fazemos parte da rede de Vizinhos Protegidos... Mas e as
nossas filhas, que não podem ir ao curso de inglês na esquina
sozinhas? Conto com a colaboração de vocês.
Newton Marques Barbosa Junior,
administrador e corretor de imóveis
Euclides Paviotti, aposentado
Barulho útil
Gente, com tanta coisa que poderíamos melhorar em nosso bairro, tem gente que se preocupa com barulho de uma
corneta que toca muito pouco após as sete horas da manhã
e que graças a Deus eu já estou de pé, esperando pelo pãozinho que ele vai me entregar:
- Eu me preocupo sim, com o trânsito caótico do nosso bairro.
- Eu me preocupo sim, com o barulho e a poluição que esse
trânsito nos causa.
- Eu me preocupo sim, com os caminhões barulhentos, principalmente os coletores de caçambas.
- Eu me preocupo sim, com os prédios sendo construídos e
que o barulho da construção, das betoneiras, sujeira por todo
lado, calçadas impedidas de trânsito aos pedestres, etc
- Eu me preocupo sim, com a higiene de nossos sacolões e
supermercados, etc.
- Eu me preocupo sim com os preços abusivos praticados em
nosso bairro por todos os segmentos. Pão de Hambúrguer
em um Supermercado do nosso bairro custa mais ou menos
R$17,00/kg. Em um Supermercado da mesma Rede fora do
Gutierrez custa R$8,00/kg. Vê preço do pãozinho em nosso
bairro e compara com a vizinhança. Compara os preços de
material elétrico. Sacolão é pelo menos o dobro.
Comercial: (31) 2516.9192 / (31) 9166.2221
www.jornaldogutierrez.com.br
CNPJ: 13.563.641/0001-04
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EXPEDIENTE
Editor Responsável
Rodrigo Scapolatempore - MTb 11.118/MG - JP
Diretora Executiva
Vivian Coelho
Projeto Gráfico e Diagramação
Giorgio Crosetti - (31) 9147.0314
Impressão
Sempre Editora Ltda.
Tiragem
12.000 exemplares
Distribuição residencial e comercial gratuita
Jornal do Gutierrez
O conteúdo das propagandas aqui veiculadas é de inteira e exclusiva responsabilidade dos respectivos autores e anunciantes
envolvidos, conforme os artigos 45 e 49 do capítulo IV do Código
Brasileiro de Autoregulamentação Publicitária.
Os artigos assinados não refletem necessariamente a opinião do
Jornal, sendo de inteira responsabilidade de seus autores.
*As fotos sem crédito são de produção própria do jornal, com
todos os direitos reservados.
Pontos fixos de distribuição:
Papelaria Opus
Praça Leonardo Gutierrez
Rua André Cavalcanti, 583
Paróquia e Banca do Grande
Gutierrez Center
Academia BH Figth
Praça L. Gutierrez, 195
Rua Contria, 1.439 - Grajaú
Círculo Militar
Banca Gonçalves
Av. Raja Gabaglia
Rua R. Caldas - S. Agostinho
Villaggio Gutierrez
Banca Luana
Rua André Cavalcanti, 720
Rua Mato Grosso - S. Agostinho
Barroca Tênis Clube
Galeria Villeneuve
Rua Américo Macedo, 348
2
- Eu me preocupo sim, com a operação tapa-buracos da Prefeitura que todo ano vem tapar os buracos na mesma rua e
no mesmo local.
- Eu me preocupo sim, com muitos políticos que mandam e
desmandam sem nos dar satisfações.
- Eu me preocupo sim, com o barulho de alguns bares, restaurantes, casas de recepções que funcionam em nosso bairro e perturbam o sono de muita gente.
- Eu me preocupo sim, com nossos políticos que votam aumento do próprio salário.
- Eu me preocupo sim, quando tenho que pegar o carro pela
manhã ou a tarde para ir até a padaria comprar pão. Estou
ajudando a poluir um pouquinho mais nosso bairro.
- Eu me preocupo sim, a situação da piscina em que Jornal
do GUTIERREZ, na reportagem “NO FLAGRA”, abordou
muito bem.
Eu não me preocupo com o barulho de uma corneta que toca
uma ou duas vezes em cada quarteirão, por volta das 7h30
da manhã, que é feito por um ser humano que está ganhando a vida honestamente, batalhando, quer chova ou faça sol,
pois o imposto dos produtos quem está pagando ou deveria
estar é a própria padaria, que lhe dá a responsabilidade de
fazer a entrega.
Atenciosamente,
Rua Aimorés - S. Agostinho
Passarela
Prezados Senhores. Primeiramente, gostaria de parabenizálos pelo Jornal do Gutierrez e por termos recebido gratuitamente no nosso prédio. Gostaria de sugerir uma matéria sobre a passarela situada em nosso bairro, que fica na esquina
da rua Cônego Rocha Franco com Contorno.
Esta passarela só tem utilidade para moradores de rua fazerem suas necessidades, usuários de drogas e em determinados momentos pivetes e maiores de idade assaltando
estudantes. E aos desavisados: os moradores da proximidade desta passarela são obrigados a conviver com situações
extremamente desagradáveis e com constante mau cheiro.
Para bem da verdade, a Prefeitura, corretamente, vem periodicamente realizando a lavagem da passarela. Em nome dos
moradores da redondeza, ficaríamos bastante satisfeitos se
este assunto fosse abordado pelo Jornal do bairro.
Jorge Luis da Costa, administrador
Edição anterior - Fevereiro 2011
GENTE DO GUTZ
O dono da esquina
Há quase 20 anos no bairro, Sebastião das
Cadeiras é figurinha carimbada na vizinhança
Ele chegou aqui por acaso, e
nunca mais saiu. Há 17 anos, quando veio visitar o Gutierrez com seu
cunhado, Sebastião de Oliveira Xavier estava à procura de um espaço para continuar sua arte, como
ele mesmo denomina seu trabalho.
Após ser convidado a sair do Centro da cidade, de onde foi retirado
pela fiscalização municipal, o artista decidiu se instalar aqui por “acidente”. “Vim apenas a passeio, e
decidi testar a esquina. Os serviços
apareceram rapidamente e nunca
mais saí”, afirma Sebastião, que
desenvolve o trabalho artesanal na
esquina da Avenida Francisco Sá
com Rua Ludgero Dolabela.
Segundo Sebastião, que já foi
policial, seus clientes são antigos,
pessoas do próprio bairro que viraram amigos e encomendam serviços mensalmente, por confiarem
em sua excelência. “Trabalho com
empalhamento de cadeiras e me
tornei referência na região. Todos
me conhecem, estão acostumados comigo e, mesmo com todo o
crescimento do bairro, eles ainda
valorizam a qualidade do produto
artesanal”, afirma.
De acordo com ele, o bairro mudou para melhor nestes 20
anos, e o aumento do número de
moradores e do movimento comercial ajudaram a faturar mais.
“No início, havia muitos lotes vagos e menos gente, o que fazia ser
um pouco perigoso. Hoje, eu só
tenho a dizer que ganhei com toda
esta agitação”, comenta, otimista.
Mas não é só o aumento da
clientela que justifica a satisfação de Sebastião. Ele conta que,
mesmo com a barulheira típica do
local, ainda consegue usar seu trabalho para relaxar. “É uma terapia,
que me dá muito prazer. Às vezes
estou tão concentrado que cumprimento as pessoas sem saber
quem são, ou até mesmo esqueço
com quem conversei. Sem querer,
é claro”, esclarece. Apesar de ser
figurinha carimbada no bairro, Sebastião mora no Buritis. “Não moro
aqui, mas conheço cada pedaço
do Gutierrez, seus comerciantes e
sua história, que vi de perto. Certamente, é minha segunda casa”,
diz. Com 52 anos, o artesão está
todos os dias, de segunda à sexta,
na mesma esquina, das 12h às 17h,
e pretende ficar por muito tempo.
“Foi nesta esquina que fiz minha
vida, e até mesmo ajudei meus
filhos, que moravam nos Estados
Unidos”, acrescenta.
Questionado sobre como optou pela profissão, ele atribui ao
legado familiar. “É uma espécie de
dom de família. Meus irmãos mais
velhos, quando eu morava na fazenda, na região de Caratinga, já
faziam isso. Meu pai também tinha
um dom para esta arte e foi natural que eu também aprendesse”,
completa.
Sebastião Xavier é mais um exemplo de um personagem que é a cara do bairro
Eles também são gente nossa
O problema salta aos olhos, mas preferimos não ver
Apesar de toda expansão do
bairro, com o surgimento de prédios modernos e serviços focados
na classe alta, ainda há muitos moradores de rua na região. Alguns,
reunidos em verdadeiras “famílias”, que moram juntas, e correm
todos os perigos e dificuldades da
vida sem teto.
A reportagem do Jornal do
Gutierrez fez uma pesquisa in loco
e constatou que os pontos mais visados no bairro onde eles montam
suas estruturas improvisadas são
as calçadas próximas aos bancos,
como na Caixa Econômica Federal
e Bradesco, na Avenida Francisco
Sá. Lá, encontram uma forma de
se protegerem da chuva e um ambiente mais seguro, devido ao movimento e aos seguranças noturnos
dos bancos.
Nesta foto, flagramos um casal
descansando em plena luz do dia
ao lado de uma lixeira, após o horário de “almoço”, na sombra de
uma árvore, localizada na esquina
da Rua André Cavalcanti com Oscar Trompowski. O homem parece estar lendo o livro e a mulher,
curiosa, observa. As roupas ficam
jogadas na calçada. No mesmo ca-
minho, encontramos outros moradores carentes nas proximidades
do Banco do Brasil, quase com
Avenida Amazonas.
Pedimos a todos que trabalham ou vivem no Gutierrez que
avisem às autoridades competentes, como órgãos municipais de
assistência social, para que tomem
as precauções necessárias e encaminhem os moradores de rua
a abrigos e locais seguros, onde
possam retomar suas vidas com
dignidade.
Lembramos que, dentre estas
pessoas, existem indivíduos com
diversos problemas de cunho so-
cial, familiar, psicológico e médico, como dependência química,
transtornos de personalidade e,
até mesmo, históricos de criminalidade. Por isso, devem ser tratados
por profissionais especializados e
recolhidos de maneira humana e
dentro de todos os procedimentos
legais que dizem respeito ao Direito constitucional do Cidadão e do
Homem.
Dificuldade
Para o conselheiro da SOS
Bairros (associação que representa
os moradores da região), Wellington Medeiros, muitas iniciativas
da própria Prefeitura já foram
tomadas, mas alguns destes moradores, infelizmente, preferem
permanecer nos locais. “Os órgãos
competentes fazem sua parte, mas
muitos deles, após serem levados
para abrigos, acabam infelizmente
retornando. É complicado dizer,
mas a verdade é que muitos não
querem ser ajudados e já se acostumaram, porque muitas pessoas
acabam, de alguma maneira, financiando isso, ao doarem dinheiro, o
que não é recomendável”, alerta
sobre o outro lado da história.
3
BAIRRO
Fundadora da Congregação que deu origem
ao Regina Pacis vai virar Santa em Roma
Um dos principais colégios do Gutierrez é prova viva do trabalho da Irmã Concepcionista Carmen Sallés
Foto Reprodução
No dia 21 de outubro de 2012,
será celebrada, em Roma, a canonização de uma nova santa, a irmã
Carmen Sallés y Barangueras, nascida em 1848, na Catalunha, Espanha. A religiosa fundou a Congregação das Irmãs Concepcionistas
Missionárias do Ensino em 1892,
da qual faz parte o Colégio católico Regina Pacis, um dos mais tradicionais do bairro.
Localizado na Rua Daniel de
Carvalho, no Gutierrez, a escola
4
segue em sua filosofia religiosa e
de ensino a linha de pensamento
e atuação construída pela irmã ao
longo de sua história de dedicação
ao próximo.
Inspirada em Maria Imaculada, desde a adolescência ela se
dedicava a obras catequéticas e
sociais. Tornou-se religiosa educadora e missionária. Até hoje, o
compromisso missionário é parte
essencial da espiritualidade e carisma da linha concepcionista.
Milagre
O milagre teria ocorrido em
São Paulo no ano de 2000, quando
a pequena Isabel Gomes de Melo
Gardelli, com três anos de idade,
sofreu uma isquemia cerebral aguda que a deixou paralisada, com o
rosto deformado e sem esperanças de recuperação. A menina foi
enviada a sua casa sem tratamento, remédios, esperando somente
um fatal desenlace.
Juntamente com as crianças e
Irmãs Concepcionistas do Colégio
Maria Imaculada, onde Isabel estudava, foi iniciada uma novena de
oração pela Madre Carmen Sallés
e, ao quinto dia da novena, Isabel
teria recebido a graça da cura pela
intercessão da Madre, como afirma
a Postuladora da Causa de Canonização, Madre María Asunción Valls
Salip. Os médicos já tinham descartado cura completa, mas Isabel
passou pelo diagnóstico de 27
doutores e “realmente não ficou
absolutamente nenhuma sequela”,
explica a Madre María.
O Colégio
Em 1960, as Religiosas Concepcionistas realizaram o seu tão
esperado sonho: ter um centro em
Belo Horizonte. Estabeleceram-se
numa bela casa, na rua Herculano
de Freitas. O novo colégio foi inaugurado no dia 15 de fevereiro de
1960 com o nome de “Regina Pacis”, que significa Rainha da Paz.
Pronunciamento do Vaticano
ocorreu no mês de fevereiro
No dia 18 de fevereiro, Bento XVI presidiu na Basílica de São
Pedro, no Vaticano, uma reunião
pública com os cardeais, chamada
de “Consistório Ordinário”. No
encontro, além da criação de 22
novos cardeais, o papa se pronunciou sobre a canonização de seis
beatos, de diferentes partes do
mundo.
A lista dos canonizados inclui
dois sacerdotes: James Berthieu,
sacerdote professo da Companhia
de Jesus e Giovanni Battista Piamarta, e duas religiosas: Maria do
Monte Carmelo, (Carmen Sallés),
virgem fundadora da Congregação Concepcionistas Missionária
do Ensino, e Mary Anne Cope,
religiosa professa da Congregação
das Irmãs da Ordem Terceira de
São Francisco de Syracuse (Nova
York).
A lista ainda inclui três leigos:
Pedro Calungsod, que viveu no
século XVII. Catherine Tekakwitha, que foi a primeira nativa norte-americana beatificada e Anna
Schäffer, alemã que viveu na virada
do século XIX para o XX.
ESPORTE
Time de futebol da região sonha alto
Equipe de “compadres”,
BHFight Futebol Clube
não veio para brincar
“Somos o único time de BH a
participar do Classista 2012”, conta otimista. Em breve, a equipe vai
participar de outro campeonato,
realizado em Igarapé, a “Liga dos
Campeões de Futebol Amador”.
Os jogadores fazem treinos
físicos especiais na própria academia e os jogos são realizados no
Campo do Industrial, em Betim.
Durante o ano, apesar dos
objetivos sérios e o foco em conquistá-los, a missão central do
time continuará sendo de unir os
amigos, promover a integração e
realizar viagens pelo interior para a
disputa de jogos com outras equipes, em busca de novas culturas e
amizades.
“A oportunidade de celebrar o
convívio entre amigos e ao mesmo
tempo realizar jogos competitivos
são nosso lema”, finaliza.
Tudo começou como uma brincadeira, mas em pouco tempo o time ganhou nome, uniformes e patrocinadores
BIG
Formado em 70% por moradores do Gutierrez, Grajaú, Barroca e
Prado, o BHFight Futebol Clube,
que nasceu de uma brincadeira
entre amigos no início de 2011, já
pensa grande.
A equipe amadora de futebol
de campo está de olho nos principais torneios de futebol amador
de Minas, como o Classista, Corujão e Itatiaia.
“Tudo começou com uma farra, mas hoje já alcançamos o primeiro objetivo real, que foi entrar
no Classista de 2012”, afirma um
dos mentores do projeto, Cristiano
Bethonico, da BHFight.
Segundo ele, o time tem um
perfil bem peculiar, e é formado
por jogadores em sua maioria de
classe média alta, dentre eles empresários de destaque no bairro,
como o próprio Cristiano.
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www.pbh.gov.br
5
COMÉ
Comerciantes do bairr
Empresários de variados segmentos no Gutierrez enxerga
A
queda sazonal no comércio de Belo Horizonte nos
meses de janeiro e fevereiro não
foi suficiente para tirar o ânimo dos
lojistas e empresários da região.
Embora tenham sentido a natural
diminuição do consumo no início
do ano, quando boa parte dos consumidores do bairro está viajando,
eles afirmaram ao Jornal do Gutierrez que 2012 será aquecido. A
afirmação é justificada pelo apetite
de compra do cliente local, a chegada de novos consumidores com
o crescimento imobiliário do bairro
e o aumento da circulação do dinheiro devido ao ano eleitoral.
Nem mesmo o grande número
de feriados desanimou a perspectiva de expansão. Para Igor Moreira, proprietário da CVC Gutierrez,
o ano começou como os outros,
ou seja, depois do Carnaval, mas
já está engrenando. “No início do
ano, há o reflexo dos impostos,
festas de final de ano e outros
compromissos. Mas passado esse
momento, creio que esse ano será
muito bom para o comércio local.
Cada vez mais as pessoas estão
resistentes em sair das suas casas
para realizar comprar em outros
centros e preferem a loja perto de
sua casa”, afirma.
No caso da loja de Igor, inaugurada recentemente, 2012 deve
ser o ano de consolidação, segundo conta. “O poder de compra do
consumidor está cada vez maior.
A tendência é que este seja o ano
da nossa afirmação no bairro. Já
fomos muito bem recebidos pelos
moradores e comércio em geral e
esperamos retribuir essa confiança”, acrescenta.
Sandra Minchilo, da Pop Gutierrez
Igor Moreira, da CVC Gutierrez
6
Ao contrário da maioria dos
negócios, a agência de turismo se
beneficia do excesso de feriados,
conforme explica. “Para o Turismo
é excelente, ainda mais que neste
ano a maioria dos feriados vai cair
nas terças, quintas ou sextas-feiras”, diz.
***
Para Sandra Minchilo, proprietária da Pop Gutierrez, loja
de moda feminina localizada no
Gutierrez Center, o ano de 2012
será promissor para a loja e para o
bairro. “Vários empreendimentos
imobiliários de luxo estão sendo
entregues no bairro, o que aponta
a migração de novos moradores/
consumidores em potencial”, argumenta.
Segundo ela, já no mês de
março foi possível notar que o
consumidor já está gastando no-
vamente. “O sufoco dos consumidores de todo início de ano com
pagamento de viagens de férias
típicas do período natalino e Ano
novo, matrículas, mensalidades e
materiais escolares, IPTU, IPVA, e
outros, começam a amenizar no
mês de março.”
De acordo com a empresária,
2012 será bem melhor que 2011,
principalmente por ser ano de eleição. “Nossa expectativa é grande
também por ser um ano eleitoral,
onde aumenta a circulação de dinheiro, gerando postos de trabalhos temporários”, afirma.
Com o lançamento da Coleção Outono-Inverno, “as vendas já
apontaram uma reação positiva em
março. Então, podemos finalmente comemorar a chegada oficial de
2012”, acrescenta, otimista. Para
Sandra, os feriados atrapalham
muito, e a perda fica ainda maior
com greves, como a dos rodoviários. “Os feriados interferem negativamente no varejo porque a
maioria dos moradores/consumidores do Gutierrez viajam nestas
datas pra descanso. E as greves,
além de comprometerem a rotina
do comércio atrapalhando o bom
funcionamento, deixam um gosto
de ressaca nos funcionários pelo
stress gerado”, reclama.
***
Conforme Beliza Teixeira, do
Espaço D’ellas, salão de beleza
recém aberto na Rua Campos Elíseos, a economia local está superaquecida e 2012 vai ser um ano
de “colheita”. “As perspectivas de
crescimento estão a todo o vapor.
Por isso, já fizemos outro novo
investimento, a sala de pilates”,
adianta. Segundo ela, que chegou
com uma proposta de oferecer um
espaço diversificado de serviços
de estética, o consumidor local já
abraçou o projeto. “Sinto nosso
cliente interessado, curioso, bem
mais ativo do que nos meses de
janeiro e fevereiro, procurando
conhecer os procedimentos oferecidos e sempre comentando que
precisavam mesmo de um estabelecimento deste tipo no bairro”,
afirma.
Os feriados também não ajudam, segundo Beliza, mas é aí
que entra a criatividade do empreendedor. “Estamos com cartas
na manga para agradar a todos, e
driblar estes feriados como promoções, e algumas surpresas para
os clientes”, conta. A empresária,
confiante, acredita que terá um salto considerável neste ano. “Junto
com a economia super-aquecida,
não tem como isto não dar certo”,
completa.
***
Para Sonaly Ribeiro, da Soll
Viagens, que fica no Small Center,
ÉRCIO
ro otimistas com 2012
am um ano de expansão e bons negócios
na Avenida Francisco Sá, a hora
também é de faturar. Ela abriu a
agência de turismo em 2011. “Esperamos um grande crescimento
e estamos trabalhando para isso.
Investimentos foram aplicados em
2011 e devem repercutir agora”,
diz.
Em um ano de economia
aquecida, as pessoas viajam mais,
segundo ela. “É o esperado. As
pessoas estão viajando cada vez
mais, os preços e condições de pagamento estão cabendo no bolso
do brasileiro”, acrescenta.
Greve dos rodoviários
detona comércio de BH
Em dois dias de paralisação, setor perdeu R$ 30,46 milhões
O comércio varejista de Belo
Horizonte continua acumulando
prejuízos com a greve dos rodoviários de Belo Horizonte e região
metropolitana.
De acordo com o presidente
da Câmara de Dirigentes Lojistas
de Belo Horizonte (CDL/BH), Bruno Falci, em dois dias de paralisa-
ção, o setor já deixou de faturar
R$ 30,46 milhões. “Muitos lojistas
se prepararam para a paralisação,
buscando seus funcionários em
casa”, afirmou. “Mas sem clientes, que não conseguem chegar
aos centros comerciais, o setor
está acumulando prejuízos”, completou.
Foto Reprodução
Sonaly Ribeiro, da Soll Viagens
Consumidor
menos inadimplente
Beliza Teixeira, do Espaço D’ellas
O consumidor
da capital mineira começou o ano de 2012 pagando as dívidas em dia e evitando
assim a inadimplência.
Os números de registros no
Serviço de Proteção ao Crédito
(SPC) da Câmara de Dirigentes
Lojistas de Belo Horizonte (CDL/
BH) caíram 10,28% em janeiro de
2012 na comparação com o mesmo período de 2011. No último
ano, tendo o mês de janeiro como
comparação (Jan.11/Jan.10) houve
crescimento de 11,86% no número
de registros.
Para a economista da CDL/BH,
Ana Paula Bastos, fatores como
mercado interno mais fortalecido,
aumento do emprego, recuperação do poder aquisitivo dos trabalhadores e queda na taxa de juros
vêm contribuindo para que o consumidor evite a inadimplência.
7
MODA
Outono-Inverno
para inspirar
por Vivian Coelho
A coleção outono-inverno chegou quente nas araras mais badaladas da região e está de babar.
Peças ricas, bem elaboradas, com
muito brilho, couro fake, renda,
chamois, veludo. As estampas de
bicho continuam com tudo e as cobras têm destaque especial nesta
coleção.
Nas fotos ao lado, você pode
ver um pouquinho do que a Pop
Gutierrez trouxe de novidade para
a temporada de frio que está por
vir. Não deixe de conferir. No quesito sapatos, o brilho também é
super bem vindo e as vitrines esbanjam o gliter em cores variadas
para alegrar a estação. O dourado,
como não poderia deixar de ser, é
o nosso queridinho. As botas vêm
com cano baixo, para combinar
com os vestidinhos e shorts e também com cano altíssimo para arrasar em produções mais sexys.
Uma boa pedida para a estação
é investir nas bijous para garantir
de vez a riqueza do look. Muita
corrente, maxi colares, brincões,
couro, pedraria, pérolas, cristais.
O pulseirismo continua sendo
febre. Então, tá esperando o quê?
Monte seu mix, aposte no estilo
rocker, black and gold e arrase!
Yumarimel
Crescimento da alimentação fora de casa impulsiona setor
GASTRONOMIA
Com novo padrão de vida, brasileiro movimenta R$ 215 bilhões por ano “comendo fora”
O setor de food service movimentou R$ 215 bilhões em 2011,
alta de 17,8% em relação ao ano
anterior, segundo a ECD Consultoria em Food Service. A expansão é resultado da mudança de
comportamento da população, do
aumento da empregabilidade, das
distâncias entre trabalho e casa e,
por fim, da maior ausência feminina no lar.
Para 2014, a projeção é crescer
pelo menos 25%, atingindo R$ 270
bilhões, respondendo por 38% dos
gastos com alimentação.
Estatísticas do IBGE apontam
que, quanto maior a renda, mais
gastos com alimentação fora do
domicílio. Enquanto os consumidores com renda de até R$400/
mês gastam 18% do salário com
alimentação, aqueles com renda
acima de R$2.500/mês investem
37% neste setor.
espacogourmetvaledosol.blogspot.com
Penne ao funghi
Categoria: prato principal ou
acompanhamento.
Rendimento: 6 porções.
Tempo de preparo: 35’
Ingredientes:
• 500g de massa Penne de grano
duro
• 90g de funghi secchi italiano ou
chileno
• 250g de creme de leite
• 1⁄2 cebola
• 2 dentes de alho
• 1 ramo de alecrim
• 2 colheres de sopa de manteiga
• sal e pimenta do reino a gosto
Preparo:
Hidrate os funghi, colocando-os
de molho na água morna por 10
minutos. Pique o alho e a cebola
em cubinhos e refogue na manteiga, junto com o ramo de alecrim,
até dourar levemente. Acrescente
os cogumelos escorridos, reservando a sua água, e refogue por 3
minutos. Retire o ramo de alecrim,
e junte então 1 xícara da água dos
funghi, mexendo até engrossar
levemente. Tempere com sal e pimenta a gosto. Desligue o fogo e
misture o creme de leite, sem se
preocupar em homogeneizar. Sirva
por cima da massa cozida al dente,
com salsinha triturada opcional.
Foto Reprodução
8
IMÓVEIS
Cresce procura pelo público da terceira idade
Com o aumento da demanda por empreendimentos para o público da terceira idade, mercado investe em imóveis com
características específicas para esse perfil que proporcionem maior independência, conforto e comodidade
Foto Reprodução
ticas que se adequem às
necessidades desse perfil
de comprador, como, por
exemplo, áreas de lazer e
caminhadas, proximidade a
centros comerciais e maior
segurança.
“A maioria dessas pessoas, à medida que vão
envelhecendo, tendem a
procurar por um espaço
para viver mais adequado
ao seu modo de vida que
aliem bem-estar, infraestrutura e conforto.
As imobiliárias percebem essa procura”, explica
o diretor da Planta Netimóveis, Celso Salles. Segundo
pesquisa realizada pelo
IBGE, até 2025 o Brasil terá
aproximadamente 32 milhões de habitantes acima
de 60 anos.
No momento de escolher o
imóvel, algumas características
são fundamentais. De acordo com
Celso, o tipo de empreendimento
Nos últimos anos, um novo perfil de cliente passou a chamar mais
atenção das imobiliárias: o público
da melhor idade. Com o aumento
da expectativa de vida, que, se-
10
gundo dados do IBGE, chega hoje
a 73,4 anos – três anos a mais em
relação há uma década – o mercado imobiliário passou a investir em
empreendimentos com caracterís-
mais visado são as casas, principalmente em condomínios fechados,
que garantem um espaço mais
amplo, além de maior segurança.
“Normalmente, eles procuram por
casas sem escadas internas, para
que possam transitar com mais
facilidade. Além disso, podem desfrutar de um espaço maior para
circular com cadeira de rodas, se
necessário”, destaca o diretor.
Os condomínios também oferecem áreas de lazer com locais
para caminhadas e exercícios físicos, e um contato mais próximo
com a natureza. No caso de apartamentos, a adaptação do espaço
interno é uma das prioridades.
“Barras de apoio em banheiros
para evitar quedas, portas mais
largas que garantam mais acessibilidade, espaços para cadeiras de
rodas, pisos antiderrapantes e, claro, menos escadas e mais rampas,
são características muito requisitadas”, explica o diretor.
Aliada a isso, a segurança também é fundamental. “Eles precisam
sentir que não estão correndo riscos. Apartamentos um por andar,
elevadores codificados, alarmes e
câmeras de segurança são diferenciais”, ressalta.
Áreas de lazer
Edifícios com áreas de lazer
também chamam a atenção desse
público, não só pela qualidade de
vida, como, também, por proporcionar uma aproximação maior com
os netos. “Eles querem ser mais visitados, e imóveis que contam com
esses espaços possibilitam maiores
momentos de integração com a família”, explica o diretor.
Além das características internas, o entorno do prédio é outro
aspecto muito valorizado. Para se
sentirem mais independentes, os
idosos buscam apartamentos localizados próximos a comércios, padarias, farmácias, supermercados
e igrejas. A topografia do terreno
também é levada em conta, quanto mais plana for a rua e o bairro
em geral, melhor.
SAÚDE
U
m dos mais tradicionais
clubes do bairro, o Círculo
Militar, na Avenida Raja Gabaglia,
oferece uma estrutura que poucos
conhecem no quesito aquático e,
agora, ela se tornou muito mais
do que uma escolinha de natação.
Após uma reestruturação em suas
dependências, a piscina volta a ser
palco de competições e referência
na formação de atletas. Com a retomada, o local vai sediar disputas
como o “Torneio-Escola”, que começa no dia 31 de marco e vai contar com 400 competidores de idade pré-mirim até máster, incluindo
alunos do Círculo.
A partir de 2012, na piscina
semi-olímpica (25 metros), diversas
modalidades também estão sendo
oferecidas, como aula especial
para bebês, treinamento para adolescentes que querem competir e
os tradicionais treinos para aqueles
que já foram profissionais, mas não
perderam o gosto pela piscina.
O local passou por reformas
no vestiário, que agora conta com
estrutura adaptada para bebês,
crianças e portadores de necessidades especiais. Além disso, também adquiriu materiais de última
geração para prática da natação,
semelhantes aos do Minas Tênis
Clube. Quem afirma é o coordenador do projeto, o professor de
Educação Física Evandro Almeida
da Silva. “Estamos de cara nova
e queremos mostrar para o bairro
que somos uma das opções mais
completas e estamos de portas
abertas para todos os públicos”,
afirma.
Segundo ele, a estrutura e a
qualificação profissional de quem
ensina fazem do Círculo Militar uma
opção indispensável para quem
quer nadar, seja por prazer, seja por
esporte, ou para manter o condicionamento físico em vigor. “A natação
bem acompanhada não somente
traz bons resultados físicos, mas é
uma ótima terapia e gera equilíbrio
psicológico para o corpo, seja você
atleta ou apenas praticante”, confirma o especialista.
Tradicional piscina do bairro retoma tempos de ouro
Nadando de braçada
no e consegui chamar as atenções
novamente para esta piscina que
já foi tão conhecida por moradores
do bairro. Agora, é hora de retomar esta fama e, aos poucos, estamos conseguindo isso”.
Segundo ele, quem mora nas
proximidades começou a apostar
de vez na escola de natação, principalmente porque perceberam
que, além de ser perto, ela oferece
qualidade necessária e um ambiente descontraído de um clube. “A
vantagem é que você não precisa
ser sócio para nadar aqui”, informa, ilustrando que cerca de 70%
de seus alunos não são sócios do
clube.
Ambiente
Para ele, nadar em um ambiente amplo, onde a criança tenha a
estrutura do clube e espaço é um
grande diferencial. “Atualmente,
percebemos que os pais estão valorizando o fato de a piscina ficar
dentro do clube. Além da segurança, a criança fica em um ambiente
maior, mais interativo e livre, o que
é cada vez mais raro hoje em dia”,
completa.
O Círculo Militar é localizado
na Avenida Raja Gabaglia, 350, na
altura do bairro Gutierrez, e também conta com uma portaria na
Rua Américo Macedo. O contato
do clube é [email protected]
com.br ou 31-3335-8244. Para falar
diretamente com o professor, ligue
8866-5080.
Mais informações você encontra também no endereço online do
clube, que é www.circulomilitarbh.
com.br. Para quem quer flexibilidade, há disponíveis horários alternativos, durante o período da tarde e
também na hora do almoço. Para
quem quer conforto, não precisa
se preocupar com materiais, roupas de nadar, óculos e acessórios,
pois o clube oferece por preços
especiais. “É só chegar, matricular
e nadar”, finaliza Evandro.
Novos tempos
Após as alterações feitas por
Evandro, que chegou ao clube no
início de 2011, as pessoas começaram, aos poucos, a se matricular.
“Hoje já tenho 120 alunos e até o final do ano devemos chegar a 200”,
conta. De acordo com ele, uma das
principais “braçadas” para este
ano é apostar nas aulas voltadas
às crianças. “Quem disse que um
bebê não pode nadar? Ele precisa
apenas de segurança, estrutura e,
claro, muito cuidado e carinho”,
conta Evandro, ao adiantar que até
oito anos de idade a criança precisa do acompanhamento também
dos pais nas aulas.
O professor acrescenta que a
confiança que passa aos pais é o
maior argumento para que fiquem
tranquilos quando deixarem seus
filhos. “Eu trabalho e cuido dos
meus próprios filhos aqui perto da
piscina, que é minha segunda casa.
Por isso, sei como é importante a
atenção constante”, diz.
Durante 2012, Evandro está
cheio de projetos. “Desde que
cheguei aqui, em fevereiro de
2011, estou tendo um ótimo retor-
11
COLUNA PAULO AZEREDO
CURTAS
Glamour e espumante
A Exclusivo Choperia lança uma promoção especial para quem é apaixonado
por espumantes. A partir de março, seu Happy Hour das terças e quintas terá dose
dupla do espumante Rio Sol, Brut e Rosé, entre 18h e 21h. A casa, que conta com
espaço externo amplo, fica na Avenida do Contorno, altura Gutierrez, e também
oferece condições especiais para aniversariantes. Imperdível!
E o império ruiu... Será?
O momento é de reflexão sim, mas
de ação também. Em especial, por parte
das federações e dos grandes clubes.
ECC no Regina
Já começaram as inscrições para o 25º Encontro de Casais com Cristo da Paróquia Santíssima Trindade, que ocorrerá entre os dias 13 e 15 de abril no Colégio
Regina Pacis, na Rua Daniel de Carvalho, no Gutierrez. Promovido pelo Pe. Nivaldo,
o projeto visa mostrar pistas para que os casais se reencontrem com eles mesmos,
com os filhos e com a comunidade, através da igreja. A escola cedeu suas dependências para apoiar o evento. Mais informações pelo [email protected]
Cada vez mais Particular
O intimista Particular ao Cubo, bar localizado na Rua Estácio de Sá, mudou em
março seus horários de funcionamento. A partir deste mês, o bar abrirá de segunda
à sexta-feira, a partir das 18h. Aos sábados, o local será reservado para eventos,
como aniversários, encontros corporativos, familiares ou quaisquer tipos de festas
pré-agendadas. Se você ainda não conhece, vale conferir.
Páscoa premiada
O Villaggio Gutierrez realiza, entre os dias 19 de março e 8 de abril, o Concurso Cultural de Páscoa, mais uma iniciativa do mall para premiar seus clientes em
uma data comemorativa. A promoção tem o apoio da Cacau Show e da Lalka, que
presentearão o autor do melhor complemento para a frase “Páscoa doce é páscoa
com...”. O vencedor vai ganhar duas cestas recheadas com delícias das duas marcas. O cupom é adquirido no shopping, que fica na Rua André Cavalcanti.
Teatro em alta
A 38ª edição da Campanha de Popularização do Teatro e da Dança chegou
ao fim neste mês com o maior número de ingressos vendidos entre as últimas
temporadas do festival. Cerca de 350 mil pessoas compareceram aos teatros de
Belo Horizonte durante os dois meses de evento, quase 50 mil a mais em relação à
campanha anterior. A programação reuniu 143 espetáculos que foram exibidos em
mais de 40 espaços diferentes.
O presidente Ricardo Teixeira
anunciou, finalmente, a saída dele
do comando da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Depois de
mais de 20 anos à frente da entidade, o mineiro (ou seria carioca?)
decidiu deixar a direção do futebol
brasileiro alegando problemas de
saúde. Em seu lugar assumiu o
vice-presidente José Maria Marin,
que ficou famoso recentemente
em todo o Brasil por ter “furtado”
para seu filho uma medalha de
campeão da Copa São Paulo de
futebol júnior. Por isso, pergunto:
Ricardo Teixeira saiu, mas será que
realmente alguma coisa irá mudar?
Só o tempo dirá. Entretanto,
não acredito muito. Na entrevista coletiva em que foi noticiada a
renúncia de Teixeira, José Maria
Marin falou em continuidade do
trabalho que vem sendo feito e
comentou ainda a falta que o expresidente fará à entidade. Pura
demagogia e política... Porém, dá
para concluir que na opinião dele o
caminho a se seguir é o atual e que
pouca coisa deve mudar. Ou não?
Todavia, a única mudança mais
concreta que considero possível
de acontecer está no comando
técnico da seleção. Se Mano Menezes continuar demonstrando
tanta instabilidade nos resultados,
principalmente quando enfrenta as
grandes seleções do futebol mundial, vejo Muricy Ramalho como
um nome bem possível de assumir. Principalmente, pelas raízes e
ligações do novo dirigente com as
terras paulistanas.
Falando da saída de Ricardo
Teixeira, penso que a pressão foi
muito grande e a renúncia era realmente uma questão de tempo. O
clima era totalmente desfavorável,
a presidenta Dilma não aprovava
e nunca gostou da pessoa do dirigente e as denúncias envolvendo seu nome explodiam cada dia
mais. No final, a bomba estourou
e Ricardo Teixeira foi quase que
obrigado a entregar os pontos, ou
melhor, o cargo.
O momento é de reflexão sim,
mas de ação também. Em especial,
por parte das federações e dos
grandes clubes. O futebol brasileiro está atualmente mais organizado, porém, muito dividido. Ainda
é “cada um por si e Deus por todos”. Honestamente, com a atual
seleção brasileira que assistimos
jogar pelo mundo afora, tenho
certeza que em 2014 se passarmos
das quartas de final já seria uma
glória muito grande. Venhamos e
convenhamos... Muito pouco, não
acham?
Paulo Azeredo
Jornalista Esportivo
TV Horizonte e Rádio 98 FM
Blog do Paulo
www.pauloazeredo.com.br
A moradora Márcia Salman
Macedo, consultora imobiliária,
flagrou um problema que anda
tirando o sossego de quem mora
na região mais alta do bairro, na
divisa com Grajaú, nas proximidades da sede da Polícia Federal. O
local, por ser via de passagem para
a Avenida Raja Gabaglia, recebe
um intenso fluxo de veículos e os
engarrafamentos estão cada vez
mais constantes. A foto tirada no
dia 14 de fevereiro revela o transtorno. “Moro na Rua Professor Baroni (atrás do Hospital Madre Teresa) e gostaria de registrar a minha
insatisfação”, afirma.
Foto Márcia Macedo
No flagra!
Segundo ela, um dos principais
motivos do problema é o sinal, que
teria o tempo calculado de forma
errada. “Estamos tendo constantes
engarrafamentos na nossa rua e
seu entorno, visto que o tempo do
sinal é insuficiente para atender ao
grande fluxo de veículos que vem
da Avenida e também da subida do
Gutierrez”, explica.
A demora seria de aproximadamente 15 minutos para fazer este
pequeno percurso. “Existem placas
de ‘proibido estacionar’ que não
estão sendo respeitadas”, alerta a
moradora, ao solicitar maior atenção das autoridades competentes.
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