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gerir conhecimento - Católica Porto Business School

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gerir conhecimento - Católica Porto Business School
Executive Digest
ID: 63562724
01-03-2016
MB A & PÓS - GRADUAÇÕ
Tiragem: 17000
Pág: 104
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Mensal
Área: 19,47 x 25,66 cm²
Âmbito: Economia, Negócios e.
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ES
-
capacidade de transferência de conhecimento
diferenciadora. Só para ilustrar identificamos
algumas das iniciativas das quais as empresas
fazem parte: são membros dos Conselhos
Consultivos, dos Projectos multidisciplinares,
dos estágios de Verão e dos estágios curriculares no âmbito dos mestrados, participam
nos programas de mentoring, no Centro de
avaliação de competências, nos projectos de
consultoria, nos Career Days, nos Eventos
Connecting with business, nos processos de
coaching, além de serem parceiros de cursos
executivos, participam nos seminários da
escola, desenvolvem projectos no âmbito da
investigação aplicada no CEGEA recentemente reforçado com a criação do BEO Lab
e do Slab, a par das iniciativas mais comuns
de recrutamento e selecção.
Quais são as formações mais procuradas?
CATÓLICA PORTO BUSINESS SCHOOL
GERIR CONHECIMENTO
A GESTÃO DO. CONHECIMENTO É CRÍTICA PARA QUALQUER EMPRESA
QUE SE PRETENDA AFIRMAR NO MERCADO INTERNACIONAL.
NO ÂMBITO DOS PROGRAMAS DA CATÓLICA PORTO BUSINESS
SCHOOL, AFIRMA ANA CORTE-REAL, ASSOCIATE DEAN PARAA.
FORMAÇÃO EXECUTIVA DA CATÓLICA PORTO BUSINESS SCHOOL,
ESTA GESTÃO ESTÁ. ASSEGURADA, TANTO AO NÍVEL DOS MBAS,
COMO DAS PÓS-GRADUAÇÕES OU DAS FORMAÇÕES DE EXECUTIVOS.
e que forma é que a Católica
Porto Business School tem
adaptado a sua formação
de executivos à realidade
das empresas portuguesas?
A missão da Católica Porto
Business School visa preparar
profissionais para os negócios
globais com um grande foco
no empreendedorismo, na
sustentabilidade e no respeito
pelas pessoas, antecipando as eventuais
necessidades futuras das organizações e
promovendo o desenvolvimento científico
e o conhecimento aplicado.
De forma a cumprir esta missão, a Católica Porto Business School aposta em três
prioridades estratégicas: inovação, internacionalização e relação com as empresas. A
proximidade com as empresas é o core do
desenvolvimento e crescimento da escola. É
o envolvimento das empresas em todos os
níveis de ensino que nos permite desenvolver
os programas adequados às necessidades do
mercado. Que nos permite sermos vistos pelas
empresas como parceiros da sua estratégia
de desenvolvimento, seja nacional, ou internacional. Que nos garante que a nossa oferta
está adequada aos desafios das empresas.
Neste sentido, a Católica Porto Business
School orgulha-se de ter uma vasta diversidade de iniciativas com as empresas em todos
os seus ciclos de estudo, o que se reflecte,
naturalmente, num conhecimento e numa
No que respeita aos programas de formação
aberta, os cursos generalistas de gestão, como
o caso dos MBAs, do Curso Geral de Gestão
e do Mini MBA são sistematicamente alvo
de maior procura. Esta procura reflecte a
necessidade dos profissionais, independentemente da sua área de formação e função
desempenhada, sentirem que precisam de
ter competências de gestão.
Esta tendência provoca, também, um
incremento das Pós Graduações Sectoriais,
destacando a crescente procura da P.G.
Gestão na Saúde.
Em termos de formação especializada
predomina a procura na área de Capital
Humano e Liderança, Finanças e Marketing.
Importa ainda salientar que a Católica Porto
Business School define o seu portefólio assente
em duas lógicas distintas: tem um conjunto
de ofertas formativas de maior estabilidade,
na medida em que é o fundamental (e, até
teórico) não estando preso a oportunidades
momentâneas. Esta oferta é a que consideramos como recorrente e que tem de estar
sempre no portefólio da Business School,
porque prepara os "gestores de empresas"; e
depois tem um portefólio que tende a ser mais
técnico e conjuntural — porque está muito
ligado às circunstâncias e condicionalismos
do momento e à mecânica do saber fazer,
onde a procura é mais volátil.
No âmbito da formação customizada, as
empresas demonstram uma crescente preocupação na formação dos seus líderes ou
Executive Digest
ID: 63562724
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mesmo na antecipação dos perfis que poderão
vir a ser líderes. As empresas procuram uma
formação capaz de formar o líder de hoje
assente na activação da literacia internacional, numa capacidade de gerir paradoxos e
contextos de diversidade, que seja resiliente,
capaz de gerir frustrações e o stress associado aos negócios internacionais, que exiba
agilidade social e capacidade de adaptação
em equipas multiculturais. Neste sentido, as
empresas procuram formações com uma forte
componente nas áreas comportamentais,
sem prejuízo de se referenciarem aspectos
práticos inerentes a qualquer actividade de
um gestor. Procuram formatos de formação
que incluam expressão dramática, outdoors,
expressão escrita e actividade física, a par
da formação dita mais técnica nas áreas de
finanças, estratégia e marketing.
Tiragem: 17000
Pág: 105
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Mensal
Área: 19,39 x 23,37 cm²
Âmbito: Economia, Negócios e.
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Não podemos deixar de realçar o curso
Leading to G row, oferecido em parceria com
a Lancaster University Management School
e lançado pela primeira vez em Portugal,
destinado exclusivamente a líderes de PMEs
(proprietários ou gestores) que se encontram
a crescer ou com potencial de crescimento.
Este programa tem dois vectores de intervenção: o líder e a empresa. Intervindo no
desenvolvimento pessoal do proprietário/
gestor no que respeita às suas características
de liderança tem como objectivo final a
inovação e crescimento do negócio, au-
Em que consiste o Strategic Leadershlp
Hub (SLH)?
O Strategic Leadership Hub (SLH) é uma
aposta inovadora da Católica Porto Business
School na área de desenvolvimento de soft
skills e na ligação ao tecido empresarial e
a toda a rede business alumni. Intervém
transversalmente nos vários ciclos de ensino
(Licenciaturas e Mestrados) e na formação
de executivos. Por um lado, o objectivo do
Strategic Leadership Hub é contribuir para
a promoção do desenvolvimento pessoal e
profissional dos estudantes e diplomados da
Ana C8rte-Real
ASSOCIATE OIAN PARA
A FORMA* EXEC!' (PIA
CATÓLICA PORTO
BUSINESS SCHOOL
Qual a resposta em termos de formação
que a Escola propõe às PMEs?
A principal preocupação da Católica Porto
Business School é contribuir para melhorar a
qualidade da gestão nestas empresas, especialmente as situadas no Norte e Centro do País.
Esta orientação, ainda que não exclusiva, é uma
consequência natural da parceria que, quase
desde o seu início, a Católica Porto Business
School tem com a Associação Empresarial
de Portugal, ela própria muito centrada nos
problemas das empresas da região, com um
foco nas PME, mas não excluindo, antes pelo
contrário, as grandes empresas da região ou
do resto do país. A maior preocupação da
Escola, porém, é com a qualidade da formação que disponibiliza a essas empresas: uma
formação de nível internacional que prepare
os respectivos gestores para actuarem nos
mercados globais.
Neste sentido, a Católica Porto Business
School, por ter esta realidade empresarial em
mente, procura reflectir nos seus programas
os problemas e desafios que este tipo de
empresas enfrenta, através dos casos utilizados, dos formatos dos programas, e dos
seus conteúdos programáticos.
O Strategic Leadership
Hub (SLH) é uma
aposta inovadora
da Católica Porto
Business School na
área de desenvolvimento de soft skills e
na ligação ao tecido
empresarial e a toda a
rede business alumni
mentando a produtividade e rentabilidade.
Com uma duração total de 10 meses, o
programa ocupa apenas quatro dias consecutivos por mês, durante três meses. Esses
meses são intercalados com os restantes
sete em que a disponibilidade exigida é de
apenas um dia por mês.
Nos programas de formação aberta, os cursos
generalistas de gestão, como os MBAs, o Curso Geral de Gestão
e o Mini MBA são sistematicamente alvo de maior procura
Católica Porto Business School, potenciando
assim a sua empregabilidade. Por outro lado,
procura auscultar e responder às necessidades e expectativas do mercado de trabalho
promovendo iniciativas de aproximação e
cooperação em toda a rede nacional e internacional de parceiros estratégicos.
Especificamente na formação de executivos da Católica Porto Business School, o
Strategic Leadership Hub (SLH) propõe um
serviço customizado e inovador a todos os
alunos da nossa escola, e inseridos em todos
os programas executivos: CEO — Coaching,
Events and Opportunities.
Executive Digest
ID: 63562724
01-03-2016
O Career Coaching tem como principal
objectivo apoiar os profissionais a pensar
estrategicamente a sua carreira e o seu
posicionamento no mercado de trabalho.
Trata-se, portanto, de um serviço adequado a
quem procura um novo desafio profissional,
mas também aos que pretendem evoluir na
organização onde estão integrados..
No âmbito do Career Events, procura-se
aproximar os alunos do mercado de trabalho
e proporcionar o contacto directo com recrutadores, organizando-se anualmente eventos
como workshops, seminários, apresentações
de empresas e momentos de recrutamento.
Entre eles, destaca-se o evento Connecting
with Business, que traz à Escola as principais
consultoras na área dos recursos humanos
para conhecer os alunos e antigos alunos do
MBA Internacional e do MBA Atlântico.
Tiragem: 17000
Pág: 106
País: Portugal
Cores: Cor
Period.: Mensal
Área: 18,98 x 23,42 cm²
Âmbito: Economia, Negócios e.
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mento de capacidades de liderança, mais foco
na resolução de problemas e um crescente
mind set comercial.
O MBA Atlântico tem como missão formar
gestores internacionais no espaço da Língua
Portuguesa. Este é um projecto de um MBA
de referência, ligando três continentes (África,
América Latina e Europa) e ancorado nos
países de expressão portuguesa, com vista
à construção de uma rede de líderes empresariais que escolhem o mundo da língua
portuguesa como veículo de afirmação e
concorrência à escala global. O programa full
time assume-se como um verdadeiro MBA
multinacional, ímpar no espaço Atlântico e que
tem como principal pilar a dimensão cultural
nos negócios e nas organizações. Ao integrar
alunos e professores de três países (Angola,
Brasil e Portugal) e ao garantir uma vivência e
A realização de um MBA com as características
do MBA Internacional e, mais concretamente,
do MBA Atlântico são uma forma de acompanhar as empresas
nas estratégias de internacionalização
Por fim, no âmbito do Career Opportunities, o Strategic Leadership Hub assegura a
divulgação personalizada de oportunidades de
emprego no seio das suas empresas parceiras.
A Católica Porto Business School tem
dois programas de MBA. O que é que
os distingue?
O MBA Internacional é um programa executivo cuja missão é formar profissionais de
gestão que, dando resposta às necessidades das
empresas portuguesas, têm como referência
a sua afirmação nos mercados internacionais.
Este programa, que proporciona aos alunos
uma sólida formação técnica, vai muito mais
além. A Católica Porto Business School acredita
que é crucial que um gestor desenvolva as suas
soft skills. Nesse sentido, o MBA Internacional
trabalha as competências transversais dos
seus alunos em sala de aula e em sessões de
mentoring. O MBA Internacional prepara
os seus alunos para papéis de liderança. A
edição que arrancou em Setembro de 2015
incorporou no seu curriculum ainda mais
criatividade, mais inovação, mais desenvolvi-
aprendizagem in loco do contexto económico,
social e cultural destas três geografias, o MBA
Atlântico assume-se como um instrumento
privilegiado para a criação de uma rede de
diplomacia económica que contribui para
o desenvolvimento e aprofundamento das
relações entre os povos.
para responder às suas necessidades, entre
as quais também estará a necessidade de
perceberem melhor a realidade das PME e,
aspecto crucial num programa desta natureza,
aproveitarem o MBA para estenderem a sua
rede a gestores de PME.
O MBA Atlântico foi reformulado e apresenta uma nova estrutura para 2017. Em
que consistiu essa reformulação?
No âmbito do MBA Atlântico, as alterações
passam por uma mudança na sequência
dos trimestres, passando o programa a ter
início em Janeiro, no Porto, depois terá o 2°
trimestre em Luanda, terminando no Brasil,
no período de Setembro a Novembro. Do
ponto de vista dos conteúdos será feito um
reforço do período de homogeneização no
início do programa, um reforço nas soft
skills, inovação e empreendedorismo, e um
maior aproveitamento das competências
locais de cada Universidade, o que reforçará
as áreas de ensino associadas à energia. O
MBA contará ainda com a inclusão de uma
semana executiva em São Paulo, de um maior
número de iniciativas partilhadas com os
MBAs executivos de cada Universidade local,
e com mais parceiros empresariais. No final
do MBA, os alunos passarão a apresentar
um plano de negócio construído ao longo
do programa, com apresentações no final de
cada trimestre a um painel de professores e
de empresários.
Para um executivo que pretenda seguir uma
carreira internacional, qual a importância
de MBA como o Atlântico ou Internacional?
Qual o foco do MBA Internacional?
O MBA Internacional define-se, desde
sempre, como tendo as empresas do Norte
e Centro como destinatários prioritários, o
que só quer dizer que são essas as regiões que
trabalha com particular cuidado, em função
da organização que tem e da localização
geográfica da Escola. Ainda assim, todos
os anos tem tido alunos de outras regiões.
A Católica Porto Business School tem uma
certa realidade empresarial em mente: as
PME expostas à concorrência internacional.
Procura reflectir no MBA Internacional os
problemas e desafios que sabe serem os seus,
mas não fica por aí: o aumento da procura
proveniente das grandes empresas revela
que o MBA é suficientemente multifacetado
A realização de um MBA com as características do MBA Internacional e, mais
concretamente, do MBA Atlântico são
uma forma de acompanhar as empresas nas
estratégias de internacionalização, proporcionando um programa de desenvolvimento
de gestores (i.e., capital humano) e criação
de uma rede de diplomacia económica que
permita construir vantagens competitivas
e capitalizar os negócios. Os MBAs têm,
assim, uma dimensão de internacionalização que é essencial ao mundo dos negócios
e, em particular, a um país que quer ver as
suas empresas vocacionadas para o negócio
internacional — e não apenas voltadas para
a exportação, que é uma visão redutora de
negócio internacional.
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