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Guilherme Cal Oliveira
XX Jornada de Iniciação Científica PIBIC INPA - CNPq/FAPEAM
Manaus - 2011
IDENTIFICAÇÃO DE MAMÍFEROS AMAZÔNICOS POR MEIO DE
ANÁLISE TRICOLÓGICA PARA ESTUDOS ECOLÓGICOS
Guilherme Cal OLIVEIRA¹; Claudia KELLER²
¹ Bolsista PIBIC/CNPq/INPA; ² Orientadora CPEC/INPA
1. Introdução
Em florestas tropicais úmidas, mamíferos estão entre os animais mais difíceis de estudar,
porque ocorrem em baixas densidades, têm distribuição heterogênea, comportamento
críptico e são difíceis de localizar em vegetação densa (MAFFEI et al., 2004; BRASHARES e
SAM, 2005). Por isso, é comum em estudos que visam estimar a ocorrência e abundância de
mamíferos em florestas tropicais, o uso de vestígios indiretos de sua ocorrência (pegadas,
fezes, pêlos, raspaduras, tocas, etc.) (CARRILLO et al., 2000; MILNER-GULLAND e BENNETT,
2003). As condições climáticas em florestas tropicais úmidas, como as da Amazônia Central,
limitam muito o tempo de permanência de vestígios no ambiente. Isso reduz a eficiência de
métodos de amostragem que utilizam vestígios (MENDES-PONTES, 2004; HAUGASSEN e
PERES, 2005). Entre os vestígios de mamíferos, seus pêlos estão entre as estruturas de
maior longevidade no meio ambiente.
Características morfológicas macro e microscópicas dos pêlos, principalmente o tipo de
cutícula e medula, permitem a identificação de mamíferos, frequentemente até nível de
gênero ou espécie (VÁZQUEZ et al., 2000) . A forma e o arranjo de escamas na superfície do
pêlo variam entre as espécies, mas o padrão medular (estrutura mais interna do pêlo) parece
ser o método mais adequado para a identificação de alguns mamíferos (CHAVERT e KELLER,
1989; DE, 1993; CHAKRABORTY e DE, 1995).
Apesar do potencial e difusão da técnica de análise dos padrões tricológicos no continente
Europeu e América do Norte, esta técnica ainda é pouco valorizada por pesquisadores
brasileiros (QUADROS, 2006). Na Amazônia os estudos com tricologia ainda são incipientes e
pouco se sabe sobre as características morfológicas e microestruturais dos pêlos de
mamíferos do bioma. O presente estudo visou caracterizar os padrões morfológicos e
microestruturais dos pêlos de mamíferos, descrevendo os padrões cuticulares e medulares
dos pêlos, criando uma coleção de referência de lâminas de pêlos de mamíferos de médio e
grande porte da Amazônia Central e produzindo um guia de identificação de mamíferos a ser
disponibilizado para livre acesso no site do Programa PPBio, contribuindo assim para
utilização da análise tricológica como ferramenta eficiente e de baixo custo para identificação
de mamíferos em estudos ecológicos, taxonômicos, de biogeografia e evolução na Amazônia
Central.
2. Material e Métodos
O estudo foi realizado por meio da análise e descrição das características morfológicas e
padrões microestruturais dos pêlos-guarda de mamíferos amazônicos.
Obtenção das amostras - As amostras foram adquiridas de exemplares de mamíferos
tombados na Coleção de Mamíferos do INPA, coletadas no zoológico do CIGS e de uma
carcaça de Choloepus didactylus encontrada no Parque Nacional do Viruá.
O procedimento para observar as microestruturas dos pêlos requer a realização de cinco
estágios segundo as recomendações de Quadros (2002).
(1) Seleção dos pêlos-guarda - Os pêlos-guarda foram selecionados a partir de
características básicas, como comprimento, espessura e presença de todas as estruturas
morfológicas principais (bulbo, haste, escudo e ápice);
(2) Limpeza - Os pêlos foram lavados em detergente comercial diluído em água e, quando
necessário, foram limpos com álcool comercial puro e secos em papel absorvente;
XX Jornada de Iniciação Científica PIBIC INPA - CNPq/FAPEAM
Manaus - 2011
(3) Lâminas de impressão cuticular - Uma fina camada de Entellan Novo (meio de montagem
rápida para microscopia, MERCK) foi passada em uma lâmina, com o auxílio de uma
lamínula. Após três minutos, os pêlos foram colocados sobre a camada de Entellan Novo e
com o auxílio de suportes de madeira e isopor foram colocados em um torno de mesa 8RN
3’’ por dois minutos. Em seguida, foram retirados da lâmina e a impressão cuticular pôde ser
observada ao microscópio óptico;
(4) Lâminas para observação da medula - Os pêlos foram imersos em água oxigenada 30
volumes para a diafanização, por um período de um a dois dias. Após a diafanização, foram
lavados com água e secos com papel absorvente. Em seguida, colocados sobre lâminas de
vidro e ao seu redor foram espalhadas gotículas de Entellan Novo e xilol (Xilol para Análise,
CHEMCO). O conteúdo foi coberto por uma lamínula para a homogeneização do Entellan
Novo e do xilol. Após a secagem, as lâminas foram examinadas ao microscópio para
observação da medula;
(5) Observação e caracterização das estruturas microscópicas dos pêlos - As características
microestruturais dos pêlos (cutícula e medula) foram observadas em microscópio óptico, em
aumentos de 100x e 400x, os componentes morfológicos (tamanho e forma) foram
observados macroscopicamente. Foi observada a disposição das escamas formadoras da
cutícula, bem como sua imbricação, dimensão, orientação, ornamentação e continuidade. A
medula pode ou não estar presente, em caso de presença, foi observado a continuidade,
fileiras de células, disposição das células, forma das células e a ornamentação das margens
da medula e também outras características relevantes na diferenciação das espécies.
3. Resultados e Discussão
Foram analisados os padrões morfológicos e microestruturais dos pêlos de 20 espécies de
mamíferos de médio e grande porte, das quais seis pertencem à ordem Carnivora, um
Perissodactyla, três Artiodactylos, quatro Rodentia e seis pertencentes à ordem Pilosa.
Foi montado um laminário de referência para a descrição dos padrões microestruturais dos
pêlos, sendo duas lâminas de cutícula e duas lâminas de medula para cada uma das 20
espécies de mamíferos analisadas (Tabela 1). As lâminas foram etiquetadas quanto ao nome
da espécie, o número de coleção do indivíduo e tipo de padrão microscópico que pode ser
observado.
Tabela 1 – Espécies usadas na elaboração do laminário para descrição dos padrões
microestruturais e suas referências de procedência, número de coleção e quantidade de
indivíduos analisados.
Ordem/Espécies
Procedência (pêlos)
Nº de Coleção (INPA)
Nº de indivíduos
Carnivora
Nasua nasua
Cerdocyon thous
Leopardus wiedii
Leopardus pardalis
Puma concolor
Panthera onca
INPA
INPA
INPA
INPA
CIGS
INPA/CIGS
549/299
2590
1974
4271/258
163
2
1
1
2
1
4
Perissodactyla
Tapirus terrestris
CIGS
-
2
Artiodactyla
Mazama gouazoubira
Pecari tajacu
Tayassu pecari
INPA
INPA/CIGS
CIGS
2939
686
-
1
3
2
Rodentia
Dasyprocta aguti
Myoprocta acouchy
Cuniculus paca
Coendou prehensilis
INPA/CIGS
INPA
INPA/CIGS
INPA
Coleção didática
603
679
4566
2
1
2
1
Pilosa
Tamandua tetradactyla
Choloepus didactylus
Bradypus tridactylus
Bradypus variegatus
Dasypus kappleri
Dasypus novemcinctus
INPA
PARNA Viruá
INPA
INPA
INPA
INPA
2592
Col.did/662
22
303
53
1
1
4
1
1
1
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Manaus - 2011
O número de espécies com as características morfológicas e microestruturais de seus pêlos
descritas neste projeto não foi maior porque houve atrasos na liberação de novas amostras
pela Coleção de Mamíferos do INPA. Havia amostras de apenas um indivíduo por espécie no
material de que eu já dispunha, o que comprometeu as análises necessárias para a
elaboração de um guia de identificação. Para um guia se recomenda a análise de pelo menos
10 indivíduos por espécie.
Foi elaborado um banco de dados com a descrição e imagens em formato JPEG dos padrões
morfológicos e microestruturais dos pêlos dos indivíduos das espécies para as quais eu já
tinha amostras. Esse arquivo será entregue em CD no formato PDF à Coleção de Mamíferos
do INPA. Os números de coleção identificando os indivíduos tombados que foram usados na
descrição também estão presentes no arquivo, que ficará disponível para consulta junto à
Coleção de Mamíferos do INPA.
A descrição das características morfológicas e microestruturais encontrados nos pêlos das
espécies analisadas estão dispostas abaixo:
Ordem Carnivora
Nasua nasua – Coloração do pêlo: varia entre um dourado alaranjado e bege na região
basal e preto no ápice. Padrão cuticular: escamas pavimentosas, ondeadas transversais com
algumas descontinuidades e bordas lisas. Padrão medular: células multisseriadas
anastomosadas, amorfas largas e contínuas na região mediana e estreitas descontínuas nas
extremidades.
Cerdocyon thous – Coloração do pêlo: branca e preta intercaladas da base ao ápice, sendo a
base branca e o ápice preto, alguns pêlos podem ser totalmente brancos. Padrão cuticular:
escamas pavimentosas ondeadas transversais com algumas escamas irregulares,
predominantemente contínuas e bordas lisas. Padrão medular: células multisseriadas
justapostas de forma anisocélica e margem íntegra.
Leopardus wiedii – Coloração do pêlo: preta e amarela, alguns são totalmente pretos e
outros totalmente amarelos. Padrão cuticular: escamas imbricadas, folidáceas estreitas.
Padrão medular: células unisseriadas escalariformes com algumas justapostas.
Leopardus pardalis – Coloração do pêlo: amarela e preto. Padrão cuticular: escamas
imbricadas folidáceas intermediárias. Padrão medular: células unisseriadas escalariformes
isoladas.
Puma concolor – Coloração do pêlo: alaranjada na região basal e no ápice uma coloração
marrom escuro. Padrão cuticular: escamas pavimentosas, ondeadas transversais contínuas
com algumas descontinuidades e bordas ornamentadas. Padrão medular: células
multisseriadas com forma trabecular larga e margem fimbriada.
Panthera onca – Coloração do pêlo: amarelo e preto, ou pode ser totalmente amarelo ou
totalmente preto. Padrão cuticular: escamas pavimentosas no formato mosaico. Padrão
medular: células multisseriadas com forma trabecular larga e margem fimbriada.
Ordem Perissodactyla
Tapirus terrestris – Coloração do pêlo: marrom escuro na parte mediana e preto nas
extremidades. Padrão cuticular: escamas pavimentosas, ondeadas transversais,
descontínuas e bordas lisas. Padrão medular: células anastomosadas amorfas nas
extremidades e na região mediana com forma trabecular e margem fimbriada.
Ordem Artiodactyla
Mazama gouazoubira – Coloração do pêlo: bege próximo a base do pêlo, marrom escuro e
bege na região mediana e preto no ápice. Padrão cuticular: escamas pavimentosas, ondeada
obliqua dupla, descontínua e bordas lisas. Padrão medular: células multisseriadas,
justapostas na forma poligonal e margem ondeada.
Tayassu pecari – Coloração do pêlo: predominantemente preta com dois ou três intervalos
na coloração branca entre a região basal e mediana, outros pêlos são totalmente negros.
Padrão cuticular: escamas pavimentosas muito próximas, ondeada transversal com
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intervalos irregulares, descontínuas e bordas lisas e ornamentadas. Padrão medular: células
multisseriadas isoladas na forma cordonal e margem íntegra.
Pecari tajacu – Coloração do pêlo: as cores branca e preta são intercaladas até a região
mediana com o ápice preto. Padrão cuticular: escamas pavimentosas, ondeadas transversais,
descontínuas e bordas lisas. Padrão medular: células multisseriadas isoladas na forma
cordonal e margem íntegra.
Ordem Rodentia
Dasyprocta aguti – Coloração do pêlo: marrom escura e alaranjada intercaladas desde a
base até o ápice. Padrão cuticular: escamas pavimentosas, ondeadas transversais contínuas
e bordas lisas. Padrão medular: células multisseriadas anastomosadas com forma alveolar.
Myoprocta acouchy – Coloração do pêlo: marrom escura e alaranjada intercaladas ao longo
de todo o pêlo. Padrão cuticular: escamas pavimentosas, ondeadas transversais
descontínuas e bordas lisas. Padrão medular: células multisseriadas isoladas com forma
fusiforme e margem crenada.
Cuniculus paca – Coloração do pêlo: pêlos da cor marrom escura e alguns na cor branca.
Padrão cuticular: escamas pavimentosas, ondeadas irregulares, descontínuas e bordas
ornamentadas. Padrão medular: células multisseriadas justapostas com forma anisocélica e
margem íntegra.
Coendou prehensilis – Coloração do pêlo: branca na haste e bege da região mediana ao
ápice. Uma característica dessa espécie são os pêlos modificados em espinhos. Padrão
cuticular: escamas pavimentosas no formato mosaico. Padrão medular: células
multisseriadas justapostas com forma poligonal irregular.
Ordem Pilosa
Tamandua tetradactyla – Coloração do pêlo: varia entre o branco nas extremidades e o
marrom escuro ou preto ao centro. Padrão cuticular: escamas pavimentosas, ondeadas
irregulares, descontínuas e bordas ornamentadas. Padrão medular: ausente.
Choloepus didactylus – Coloração do pêlo: dourado. Padrão cuticular: é formado por
escamas pavimentosas, ondeadas transversais, contínuas e bordas lisas. Padrão medular:
ausente.
Bradypus variegatus – Coloração do pêlo: pêlos na cor bege e outros na cor cinza escuro,
também há pêlos mais finos e transparentes. Padrão cuticular: escamas pavimentosas,
ondeadas transversais, contínuas e bordas lisas. Padrão medular: ausente.
Bradypus tridactylus – Coloração do pêlo: pêlos na cor bege e outros na cor cinza escuro,
também há pêlos mais finos e transparentes. Padrão cuticular: escamas pavimentosas,
ondeadas transversais contínuas e bordas lisas. Padrão medular: ausente.
Dasypus novemcictus – Coloração do pêlo: não possui pigmentação, é transparente. Padrão
cuticular: escamas pavimentosas, ondeadas transversais, descontínuas e bordas lisas.
Padrão medular: ausente.
Dasypus Kappleri – Coloração do pêlo: não possui pigmentação, é transparente. Padrão
cuticular: escamas pavimentosas, ondeadas irregulares, descontínuas e bordas
ornamentadas. Padrão medular: ausente.
Os padrões cuticulares e medulares encontrados nos pêlos dos mamíferos analisados neste
estudo estão de acordo com a nomeclatura proposta por Quadros e Monteiro-Filho (2006).
Não foi identificado nenhum padrão microestrutural diferente, porém o método não se
mostrou eficaz na diferenciação das espécies de preguiça do gênero Bradypus sp.
Os padrões cuticulares das espécies do gênero Bradypus sp. são difíceis de serem descritas
pois existe uma “capa” de algas que recobrem o pêlo, restando apenas a haste do pêlo
possível de identificar um padrão cuticular. Essas espécies só podem ser identificadas a nível
de gênero.
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As espécies de tatu, que possuem hábitos terrestres e cavam buracos e galerias para usar de
moradia, possuem os pêlos muito sujos, o que dificulta ou inviabiliza a visualização do
padrão cuticular do pêlo da espécie.
Na família dos felídeos, os pêlos de diferentes espécies compartilham algumas
características, mas a combinação de fatores diagnósticos torna possível diferenciá-los. Os
pêlos de Panthera onca e Puma concolor são semelhantes microestrutural e
morfológicamente, porém é possível distingui-los, pois a espessura da medula ao longo do
pêlo é diferente. O padrão medular do pêlo da Panthera onca é fino na haste e largo no
escudo, enquanto o padrão medular do pêlo de Puma concolor é largo na haste, fino antes
do escudo, tornando-se largo novamente no escudo.
Na Ordem Artiodactyla os pêlos do Tayassu pecari e Pecari tajacu são semelhantes nos
padrões microestruturais e morfológicos, porém o pêlo do Tayassu pecari é maior e mais
grosso. Dessa forma ao se analisar o padrão medular dos pêlos das duas espécies percebese uma quantidade maior de fileiras de células na medula do Tayassu pecari.
O presente estudo utilizou as análises microestruturais de 20 espécies de mamíferos
amazônicos, número bem inferior ao total de mamíferos conhecidos da região. Portanto, à
medida que novos estudos com tricologia forem sendo realizados e novas espécies
estudadas, novos caracteres deverão ser descritos e nomeados.
4. Conclusão
A morfologia e o padrão de coloração dos pêlos oferecem caracteres diagnósticos para
identificar as espécies de mamíferos assim como os seus padrões microestruturais. O método
não se mostrou eficiente na diferenciação das espécies do gênero Bradypus sp. Os hábitos
dos animais influenciam na qualidade da impressão cuticular. A Ordem Pilosa não apresenta
medula nos pêlos das espécies estudadas. O padrão cuticular mais encontrado foi o de
escamas pavimentosas ondeadas tranesversais e o padrão medular mais encontrado foi o de
células multisseriadas anastomosadas.
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