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editorial - Escola Secundária de Fonseca Benevides

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editorial - Escola Secundária de Fonseca Benevides
Nº 7
Ano Letivo 2015-2016
0.20 renas
“Verónica Chen disse-nos: ‘Acho
realmente fantástico existir o Ministério de Educação que nos
apoia completamente.’ ”. pág. 2 a 4
ENTREGA DE DIPLOMAS p. 5
JOVENS: A MAIOR GERAÇÃO
DE SEMPRE p. 6
CAMINHADA PELA SAÚDE p. 7
DESAFIO MATEMÁTICO p. 9
PROJETO DE VOLUNTARIADO p. 11
OS PERIQUITOS DA
FONSECA… p. 14
EDITORIAL
O jornal escolar Gazeta da Fonseca
inicia com este número o seu terceiro ano de existência.
Conta agora com um espaço próprio no site da escola, onde podem
ser consultados todos os números
já publicados.
Não se afastou dos objetivos que
desde o início se propôs, continuando a ser um observador ativo e
interessado das dinâmicas que vão
animando o quotidiano escolar.
Neste início de ano escolar aventurou-se no universo mágico de alguns dos nossos alunos itinerantes
e foi ao circo.
Ao longo da sua existência, colaboradores fiéis vão mantendo colunas sobre temas que vão da matemática à meteorologia.w
As visitas de estudo e a divulgação
dos trabalhos desenvolvidos pelos
alunos também continuam a merecer a nossa atenção.
O grupo de voluntariado da Escola, cuja persistência temos registado ao longo dos vários números,
nunca nos abandonou.
O mesmo acontece com a Biblioteca Escolar, cujas atividades temos
sempre noticiado.
Finalmente, e como sinal de vitalidade, iniciamos neste número uma
coluna sobre observação de aves.
Começámos pelas espécies que se
encontram nos nossos jardins e arvoredos.
Os leitores, que são o nosso fim
último, serão os únicos que podem
avaliar se vamos na direção certa.
Para eles, a expectativa de boa leitura e os votos de continuação de
um bom ano letivo, extensivos a
todos os nossos colaboradores.
Um bem-haja a todos.
Redação e Coordenação Editorial:
2.º Departamento
A GRANDE ENTREVISTA - VERÓNICA CHEN E O
MUNDO DO CIRCO
O Circo Chen estreou o seu espectáculo de 2015 na
sexta-feira, dia 27 de Novembro. No sábado, à matiné,
a Gazeta da Fonseca deslocou-se à Avenida da Índia,
perto da estação ferroviária de Alcântara-Mar, para ver
os alunos do Ensino a Distância e para conversar com
a senhora Veronica Chen.
Fomos encontrar o Circo num espaço partilhado com
todo o conjunto de diversões que se encontravam na
antiga Feira Popular.
chegam até a desempenhar mais do que uma função.
O circense, disse-nos, tem uma dimensão de itinerância.
No seu caso, a senhora Verónica adora a vida de
circense e adora viajar.
Um dos motivos porque a Gazeta se deslocou ao
circo foi para acompanhar o trabalho dos alunos
da modalidade de Ensino a Distância, da Escola
Secundária de Fonseca Benevides, que integram o
elenco do Chen. Cerca de dez alunos circenses, desta
companhia, frequentam esta modalidade de ensino.
Estes alunos estão distribuídos entre o sexto ano e o
Cerca de uma hora antes do espetáculo já o recinto décimo segundo ano de escolaridade.
estava com muita gente que ali se deslocara para se
divertir e para ir ao circo.
Fomos recebidos pela senhora Veronica Chen que nos
aguardava e que connosco aceitou partilhar a sua visão
acerca do circo.
Começou por satisfazer a nossa curiosidade sobre o
funcionamento de um circo, dizendo-nos que “o circo
funciona como qualquer empresa normal”; nessa
medida existem, nesta actividade, patrões, artistas e
funcionários. O público vê-o como um espetáculo e
privilegia o lado artístico, mas, na verdade, a vertente
empresarial é indissociável da componente artística e,
para que o espetáculo funcione, há que assegurar todo
um conjunto de tarefas. Apesar de não ser uma regra
geral, algumas das pessoas que trabalham no circo
A senhora Verónica Chen disse-nos que o facto de
se ser circense não significa que não se tenha apreço
pela cultura, pelo que as famílias circenses têm a
preocupação de garantir o acesso à escolaridade aos
seus filhos.
A oferta educativa de um ensino não presencial,
com recurso às novas tecnologias, é hoje uma aposta
do ministério da educação. Esta modalidade tem
permitido o acesso à escolaridade aos alunos circenses,
mas também aos alunos feirantes e a todo um conjunto
de alunos que, por motivos de vária ordem, não podem
frequentar o ensino presencial.
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Quisemos saber como se processa o trabalho de
um artista de circo. Os espectadores deste tipo de
espectáculo apenas vêm o trabalho final, escapalhes todo o trabalho de preparação de um número. A
senhora Chen resumiu o trabalho de um artista de circo
com uma fórmula que se pode aplicar a muitos outros
tipos de trabalho: “horas e horas de ensaios !“
Também acentuou a ideia de que o facto de estarmos
em Portugal não significa que o circo que vemos tenha
uma qualidade inferior àquela que podemos encontrar
no estrangeiro.
Em relação ao seu circo e aos seus artistas, esclareceunos: “por exemplo o meu irmão Michele Chen ganhou
o Palhaço de Ouro de Monte Carlo.”
A senhora Verónica disse-nos: “Acho realmente
fantástico existir o ministério de educação que nos
apoia completamente.”
Questionámo-la, seguidamente, em relação ao
alinhamento dos espectáculos do Circo Chen. Ficámos
a saber que o espectáculo a que tivemos oportunidade
de assistir, e que incluía números de muito bom nível,
corresponde ao resultado de um trabalho de renovação
que a responsável nos referiu ser uma preocupação
constante da sua parte.
Segundo a senhora Chen, “todos os anos tentamos
renovar o nosso espetáculo com temas diferentes”.
Esta busca corresponde a um esforço de evolução e
de aperfeiçoamento do trabalho produzido, tendo em
vista oferecer ao público a melhor experiência possível
a nível artístico.
A família Chen já ganhou alguns dos mais prestigiosos
troféus do mundo do Circo, como o Palhaço de Ouro
do Mónaco e a Medalha de Ouro em Paris. Em relação
ao Palhaço de Ouro, foi ganho pelos Chen Brothers que
era constituído por Augusto Lourador e Michel Chen.
Estes artistas foram os primeiros portugueses a ganhar
este prémio. O troféu foi-lhes entregue pelo Príncipe
Rainer III do Mónaco (já falecido), no 13º Festival
Internacional do Circo de Monte Carlo, em 1988.
Quando questionada acerca do reconhecimento, por
A atual legislação proíbe a utilização de animais neste
tipo de epectáculos, pelo que tivemos curiosidade em
saber a sua opinião sobre a ausência de animais no
circo. A este propósito, o seu parecer foi muito claro,
referindo não gostar de circo sem animais.
Durante o espetáculo podemos constatar que alguns
números aludiam, de forma clara, a essa experiência,
que muitos profissionais do Chen, num passado
recente, tiveram.
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parte da sociedade, em relação ao trabalho dos artistas
de circo, a senhora Verónica Chen referiu, com alguma
tristeza: “é pena mas Portugal é o único país europeu
que não considera o circo cultura.”
Face a esta resposta tivemos curiosidade de saber
quem é, neste momento, o público dos espetáculos do
Chen, tendo-nos sido dito que, felizmente, as pessoas
continuam a vir ao circo e que o público é constituído
por pessoas de todas as idades, desde os mais jovens,
para quem o fascínio pelo espetáculo é imenso, até aos
mais idosos, que continuam rendidos ao seu encanto.
Quisemos saber que planos tem o Circo Chen para o
futuro e a resposta não podia ter sido mais optimista:
“melhorar sempre o meu espetáculo”, disse-nos
Verónica Chen.
Finalmente, arriscámos uma pergunta que poderia ser
delicada: “em seu entender, ainda vale a pena viver
do circo?”, ao que nos foi respondido, sem hesitação:
“claro que sim, vale sempre a pena fazer o que se
gosta.”
Terminada a entrevista, fomos assistir ao maravilhoso
espetáculo de cerca de duas horas, apenas interrompido
por um pequeno intervalo. Pudemos, agora como
espectadores e não como professores, observar com
satisfação o trabalho dos nossos alunos.
A Alexandra, a Érica, a Nicole, a Raquel, o Axel, o
Aníbal, o Gabriel, apareceram aos nossos olhos como
jovens profissionais do circo, com um talento que o
tempo só poderá aprimorar. Oxalá possam um dia
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orgulhar-se com a conquista do reconhecimento pelo
seu trabalho.
Acabado o espetáculo, já noite, as luzes dos carroceis
e das casas de comidas iluminaram o espaço desta
provisória “Feira Popular” e vieram-nos à memória as
palavras de Verónica Chen a propósito do cuidado com
as coisas da cultura. Talvez um dia se passe a olhar
para a cultura com outros olhos... Todos teríamos a
ganhar com isso.
Redação e imagem: António Monteiro (Gazeta da Fonseca)
ENTREGA DE DIPLOMAS
No dia 18 de setembro foram entregues os diplomas
finais de curso, de mérito escolar, de mérito cívico e de
participação no grupo de voluntariado da Escola.
A cerimónia realizou-se no auditório da Biblioteca
da nossa Escola e contou com a presença de alunos
professores e alguns encarregados de educação.
O Diretor, professor João Santos, procedeu ao sorteio
de três cheques do El Corte Inglês entre as turmas
melhor posicionadas no “Ranking da disciplina”.
Entre os alunos distinguidos com o diploma de
mérito escolar, contaram-se catorze alunos do Ensino
a Distância. Desta modalidade de ensino, a Gazeta
destaca a aluna Maria Belo, que é “uma prova viva”
de que se pode obter sucesso na aprendizagem, não só
ao longo de todo o ano letivo, mas também nas provas
nacionais.
No final da cerimónia os alunos exigiram, como é
hábito, uma fotografia de grupo para ficar na memória
de todos os que a Escola distinguiu.
Redação e imagem: António Monteiro (Gazeta da Fonseca)
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JOVENS: A MAIOR GERAÇÃO DE SEMPRE
Catarina Furtado, presidente da Corações Com Coroa,
uma associação de apoio a raparigas e mulheres, promoveu no passado dia 9 de novembro a quarta conferência CCC (Corações Com Coroa), desta vez direcionada aos jovens e ao seu papel no mundo. O evento,
que teve lugar no Museu do Oriente, contou com a presença de Jorge Sampaio e, claro, a Escola Secundária
de Fonseca Benevides.
Na sessão introdutória ao tema “Jovens: a maior geração de sempre, a solução para o desenvolvimento Glocal”, a moderadora Catarina Furtado contou com a colaboração do Presidente da Fundação Oriente, Carlos
Monjardino, e de Maria Albergaria, Vogal do Conselho
Diretivo da Instituição Camões. Neste período, foram
apresentados os principais objetivos inerentes ao tema
sobre os jovens, enfatizando-se que estes são agentes
de mudança a nível global, promotores de igualdade e,
segundo Catarina Furtado, a solução para o desenvolvimento glocal.
Abordou-se a indispensabilidade de se ouvir os jovens,
de valorizar o seu potencial a vários níveis, de dizer
“não” à violência e a extrema necessidade de deixar a
nova geração sonhar. Sendo 2015 o último ano dos objetivos do Millennium, é fulcral criar novas ideias, com
novos objetivos, e, para isso, nada melhor que aprofundar o conhecimento geral sobre o desenvolvimento.
A Conferência CCC (Corações Com Coroa) teve então
início, com uma intervenção do ex Presidente da República (1996-2006) e atual Presidente da Global Plataform 4 Syrian Students, Jorge Sampaio. A ativista de
25 anos Rita Brito subiu ao palco para questionar o ex
-presidente sobre assuntos atuais de preocupação geral
por parte dos jovens, ao que o antigo Presidente respondeu sempre com bom humor e exemplificando as suas
opiniões com histórias de vida. A primeira pergunta
lançada para o ar por Rita baseava-se na “Desatenção
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social – Uma escolha?” Após as inicias preocupações
demonstradas por parte da ativista, Jorge Sampaio responde citando aquilo que afirma ser o seu lema: “Não
perguntes o que tua pátria pode fazer por ti. Pergunta
o que tu podes fazer por ela”, frase proferida por John
Kennedy após tomada de poder. Jorge Sampaio concorda ainda que os 1,8 mil milhões de jovens não têm
todos as mesmas oportunidades e que o futuro não é
risonho, mas que o horizonte é imenso e que é nele que
nos devemos focar.
No final da conferência, as duas escolas presentes, a
Escola Secundária de Fonseca Benevides (12.PQ e
Grupo de Voluntariado) e a Escola Manuel da Maia, tiveram a oportunidade de questionar o antigo Presidente. No que diz respeito à Escola Secundária de Fonseca
Benevides, a dúvida consistia no tipo de sociedade que
seria necessária construir para se viver de forma digna. Algo atrapalhado mas depressa recomposto, Jorge
Sampaio defendeu que é fundamental a existência de
democracia, cultura, do sentimento de ser parte íntegra e ativa do país, da inexistência de pobreza e, por
último mas não menos importante, a possibilidade e
capacidade de um país na realização de sonhos.
Depois da comunicação do ex-presidente, foi apresentada a nova porta-voz da Corações Com Coroa: a atriz
Sara Matos, que terá a responsabilidade de partilhar
a mensagem da associação com os jovens. Em declarações, Sara Matos afirmou estar grata pelo convide,
admitindo ainda que embora se interessasse pelo tipo
de projeto, nunca foi participativa, mas que agora terá
chegado o momento em que poderá fazer a diferença.
Terminou desafiando os jovens presentes a envolverem-se em ações, a agirem, a promoverem a mudança
e a criarem o mundo no qual quererão viver no futuro.
Redação e imagem: Viviana Gonçalves (aluna da
turma 12.PQ)
CAMINHADA PELA SAÚDE
O projeto de Educação para a Saúde da nossa escola
dinamizou, mais uma atividade prevista no Plano
Anual de Atividades para o corrente ano letivo.
Assim, no dia 15 de outubro, realizou-se a II Caminhada
pela Saúde, que contou com a colaboração da Junta
de Freguesia de Alcântara e a UCC Consigo. Foi uma
atividade com grande adesão, em que se realçou a
importância do exercício físico para o bem estar geral
do ser humano.
Chegados a Belém foram distribuídos, simbólicamente,
a cada participante na caminhada sacos com uma maçã,
uma garrafa de água e uma barra energética de cereais.
Seguiu-se uma aula de zumba dinamizada pelo Atlético
Clube Portugal, que gentilmente disponibilizou uma
professora.
No fim da aula, como o Júnior Santos, da turma 10.VE,
fazia anos, cantaram-se os parabéns e fez-se a respetiva
fotografia de grupo.
Redação: Grupo de Voluntariado “Fonseca em Ação”
Imagem: António Monteiro (Gazeta da Fonseca)
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MEDIR O TEMPO, MEDIR O MUNDO, MEDIR O MAR
Mostrou ainda, como no séc.II a.C, Erastótenes
determinou o raio da Terra e anos depois Hiparco de
Niceia conseguiu, por fim, relacionar os raios dos três
astros.
“Medir o Mar”, foi dedicado à navegação no tempo das
descobertas, descrevendo o modo de funcionamento
de alguns dos instrumentos náuticos utilizados pelos
Decorreu entre 20 de novembro e 3 de dezembro,
no átrio do primeiro andar da Escola Secundária de
Fonseca Benevides, a exposição de matemática “Medir
o Tempo, Medir o Mundo, Medir o Mar”, que mostrou
como a associação de observações astronómicas
com noções elementares de Geometria permitiu dar
respostas a essas questões.
“ Medir o Tempo” foi dedicado à medição do tempo
solar com recurso aos relógios de Sol, descrevendo a
relação entre hora solar e hora legal. O funcionamento
dos relógios de sol contribuíram para a compreensão
de conceitos básicos de astronomia, enquanto a sua
construção utilizava trigonometria.
“Medir o Mundo” foi dedicado ao cálculo de distâncias
inacessíveis, descrevendo com alguma imaginação e
com alguma geometria, Aristarco De Samos (séc III
a.C) que relacionou as distâncias da Terra ao Sol e da
Terra à Lua, comparando ainda os diâmetros da Terra
e da Lua.
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navegadores portugueses, em particular, o astrolábio e
a balestilha. Destacou ainda, o papel de Pedro Nunes
(séc XVI) na resolução de problemas que a navegação
em alto mar colocava.
A exposição “Medir o Tempo, Medir o Mundo, Medir
o Mar”, foi ainda realizada virtualmente pela profª
Susana Tenreiro, para todos os alunos do Ensino
a Distância, podendo ser visualizada no blogue de
matemática:
http://clubedematematicadafonseca.blogspot.pt
Agradecemos à Sociedade Portuguesa de Matemática,
que promove a cultura científica, a oportunidade que nos
deu em presentear os alunos da Escola Secundária de
Fonseca Benevides com esta exposição e ao Professor
António Monteiro que fez a reportagem fotográfica.
Redação: Susana Martin Tenreiro (prof. de Matemática) e imagem: António Monteiro (Gazeta da Fonseca)
VENCEDOR DO DESAFIO DO
BLOGUE DE MATEMÁTICA
WILSON SILVA 8ºA2
http://clubedematematicadafonseca.blogspot.pt/
DESAFIO MATEMÁTICO
HOTEL INFINITO
Vencedor do primeiro desafio deste ano do Blogue
de Matemática, Wilson Silva, de 14 anos, é aluno do
8ºA2 do Ensino a Distância. Trabalha no circo, onde
faz um número de altura chamado “arame”. No seu dia
a dia, ensaia, trabalha, estuda, brinca com os animais
do circo e às vezes vai passear com a mãe e com os
irmãos ao shoping.
Sendo esta a primeira vez que concorre a um desafio
matemático, confessa-nos que o que o levou a concorrer
foi a insistência da sua professora e a curiosidade para
ver se ganhava:
“É fantástico nunca tinha ganho nada assim parecido”.
Sendo um aluno inscrito na modalidade de Ensino a
distância (EaD), diz-nos que é um pouco diferente
estudar através de um computador mas, depois de uns
dias habituamo-nos.
À questão inevitável, “gosta de Matemática?”, Wilson
Silva, responde-nos:
“Antes achava muito difícil mas agora cada vez mais
estou a gostar.”
Veja o desafio que o Wilson ganhou no Blogue de
Matemática e tente resolvê-lo:
“Os cantores Luciano Pavão, Ácido Domingos e José
Camionetes são muito supersticiosos: Luciano Pavão
só dá concertos de 10 em 10 dias, Ácido Domingos
só dá concertos de 6 em 6 dias, enquanto que José
Camionetes só dá concertos de 11 em 11 dias. Sabendo
que no dia 29 de fevereiro de 1996 os três deram um
concerto, em quantos concertos puderam os três cantar
em conjunto no período de quatro anos que se segue?
Em que datas se realizaram tais concertos? “
Parabéns Wilson!
Parabéns ao vencedor e um Bem-haja a todos pela
Vossa Participação!
Redação: Susana Martin Tenreiro (prof. de Matemática)
Um dos requisitos para se ser rececionista no Hotel
Infinito é ter um conhecimento sólido sobre o infinito.
Paulo candidatou-se, foi entrevistado e começou a
trabalhar na noite seguinte. Estava intrigado sobre
o motivo pelo qual a gerência do hotel requeria que
todos os seus empregados tivessem conhecimentos
sobre o infinito. Calculou que, dado que o hotel tinha
um número infinito de quartos, não haveria qualquer
problema em arranjar quarto para os novos hóspedes.
Depois da sua primeira noite de serviço, sentiu-se
contente por ter tais conhecimentos.
Quando o Paulo substituiu a rececionista do turno de
dia, ela informou-o de que havia um número infinito
de quartos ocupados. Assim que ela saiu, chegou um
novo hóspede que tinha feito uma reserva e Paulo teve
de decidir qual o quarto que lhe ia dar. Pensou durante
alguns momentos e depois decidiu transferir cada
hóspede para o quarto com o número imediatamente
seguinte ao do que ocupava, sendo assim possível tornar vago o quarto nº1. Paulo ficou contente com esta
decisão mas nesse instante chegou um autocarro infinito com um número infinito de novos hóspedes.
Como arranjar quartos para todos?
Redação: Susana Martin Tenreiro (prof. de Matemática) “Fascínios da Matemática - Theoni Pappas”
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AMADORA BD
No dia 4/11/2015, as Professoras de Educação Visual
do EaD Ana Torres e Ana Fonseca, acompanhadas
pelo Formador João Fernandes, foram ao 26.º Festival
Internacional de Banda Desenhada, no Fórum Luís de
Camões na Amadora.
A exposição estava organizada por salas temáticas,
onde os trabalhos expostos pertenciam a vários
cartoonistas famosos. Cada sala era decorada de forma
diferente e muito inovadora, onde maioritariamente
foram utilizados diversos materiais recicláveis.
CULTURA MUNDO HISPANO
DÍA DE LA HISPANIDAD
O Dia da Hispanidad é uma celebração que se comemora
em todos os países de língua espanhola, relembrando o
dia 12 de outubro de 1492, data em que se comemora
o Descobrimento da América por Cristóvão Colombo.
Este dia não é só um dia importante para Espanha,
mas também para muitos países “hispanohablantes”
que celebram tradicionalmente o Día de la Raza como
forma de comemorar a fusão de culturas e a língua
Ao longo da visita de estudo, as Professoras foram
fotografando e comentando por escrito a exposição,
que foi acompanhada online pelos alunos do 5ºA2
e do 9ºA através da disciplina de Tutoria. Os alunos
mostraram-se muito participativos e interessados.
falada em vinte e um países (Espanha, Argentina,
Foi elaborado um filme com as fotografias da visita de
México, Guatemala, Honduras, Chile, Perú, Costa
estudo e divulgado aos restantes alunos do EaD.
Rica, Colombia, Venezuela, Nicaragua, Ecuador, Cuba,
Redação: Prof. Ana Torres (prof. de Ed Visual)
El Salvador, Guinea Ecuatorial, Uruguay, Puerto Rico,
Imagem: Ana Isabel (prof. de Ed Visual)
República Dominicana, Paraguay, Panamá, e Bolívia).
Com o propósito de apresentar um pouco da cultura do
mundo hispânico à comunidade educativa, realizouse uma exposição na Biblioteca da ESFB, onde se
apresentaram alguns trabalhos realizados pelos alunos,
apresentando os países referidos anteriormente e
algumas curiosidades.
Agradece-se assim à equipa da Biblioteca que, nos
cedeu o espaço e, aos alunos do EaD, 9ºA/ 10ºA e
11ºA pelos seus trabalhos e colaboração.
Redação: Prof. Mónica Botas (prof. de Espanhol)
Imagem: António Monteiro (Gazeta da Fonseca)
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FONSECA EM AÇÃO
PROJETO DE
VOLUNTARIADO
No âmbito deste projeto realizaram-se, no decorrer do
1º período, as seguintes ações:
- Nas tardes de 2 e 9 de outubro, parte do grupo de
voluntariado deslocou-se à Loja Social Alcântara Stock
com o objetivo de ajudar a separar os livros escolares
em vigor dos inúmeros livros doados ao banco de
ÉS – PROJETO DE
livros escolares.
EDUCAÇÃO PARA A
Os livros fora de uso foram entregues ao Banco
Alimentar para a campanha "Papel por Alimentos".
SAÚDE
- Campanha de recolha de alimentos a favor da IPSS O projeto de Educação para a Saúde da nossa escola
Pro Alcântara que decorreu de 24 a 27 de novembro. dinamizou, no decorrer do 1º período, as seguintes
Recolhemos 92,1 kg de bens alimentares.
ações:
- II Caminhada pela Saúde, no dia 15 de outubro.
- Comemoração do Dia Mundial da Alimentação,
no dia 16 de outubro, com a colaboração do Pingo
Doce. Foi distribuído uma peça de fruta a cada aluno,
relembrando a importância de uma alimentação
equilibrada para uma vida saudável.
- No dia 29 de novembro parte do grupo do voluntariado
esteve a colaborar nos armazéns do Banco Alimentar
da Av. Ceuta.
Obrigado a todos os que colaboraram connosco!
Tornámos um mundo um pouco mais solidário.
Redação e imagem: Grupo de Voluntariado “Fonseca
em Ação”
No dia 1 de dezembro, assinalou-se o Dia Mundial da
Luta contra a Sida. Foram colocados laços nas salas de
aulas e jogou-se o Jogo de Risco, alertando os alunos
para a necessidade de prevenção contra o vírus da
SIDA. A SIDA ou VIH (Vírus da Imunodeficiência
Humana) foi descoberta em 1981 e já matou mais de
30 milhões de pessoas em todo o mundo.
Redação e imagem: Grupo ÉS
11
METEORÚBRICA
O FENÓMENO “ EL NIÑO” E A SUA (PROVÁVEL) INFLUÊNCIA NO INVERNO
2015/16, EM PORTUGAL.
A comunidade internacional de meteorologistas tem
andando num alvoroço perante a possibilidade de
assistirmos, no outono/inverno de 2015, ao maior El
Niño da história. Os especialistas têm apelidado o fenómeno, que tem estado a ganhar forma no Pacífico e
que se caracteriza por um sobreaquecimento das águas
superficiais do oceano, de “El Niño Godzilla”, o que
revela bem a dimensão dos acontecimentos que o planeta poderá estar a atravessar nos próximos meses.
A possibilidade de o presente El Niño receber a categorização oficial de “strong event” — a mesma classificação dada aos dois maiores El Niño’s dos últimos
60 anos, registados em 1982/83 e 1997/98 — esteve
em cima da mesa durante todo o mês de Julho, depois
de a temperatura superficial do Pacífico Equatorial (a
área cientificamente usada para identificar o fenómeno) ter-se mantido 1,5ºC acima do normal durante os
dois meses anteriores (para ser declarado um “strong
event”, a temperatura do mar tem de estar acima daquele valor durante três meses consecutivos). O final
de Julho veio confirmar o ciclo, que segundo as previsões irá prolongar-se durante os meses de outono e
inverno do Hemisfério Norte.
«Os especialistas acreditam que este pode ser um dos
fenómenos de alteração climática mais potentes dos
últimos 65 anos».
Será? O que poderá acontecer?
«O registo histórico dos últimos El Niño’s aconselha-nos a esperar um inverno de 2015/16 particularmente
rigoroso em Portugal (a ter em conta sobre as “surpresas” que poderemos, ou não, esperar)
Quanto aquilo que podemos esperar em Portugal e na
Europa, bom, é sabido que a mais “célebre e temida
criança” do mundo natural tende a ter um efeito negativo nas costas banhadas pelo Atlântico Norte. Na
Europa os invernos de El Niño são potencialmente rigorosos, no velho continente. Embora haja relutância
no seio da comunidade científica em correlacionar o
“puto” do Pacífico com o comportamento do clima e
do mar no inverno europeu, os anos em que aquele fenómeno se tem manifestado revelam de facto a existência de um padrão caracterizado por fortes tempestades e temperaturas abaixo da média no Velho Continente. Foi este o caso do inverno 2009/10, em que um
El Niño suficientemente grande no Pacífico se traduziu
no pior inverno de sempre em Portugal, com elevada
ondulação, é certo, mas também chuvas constantes,
ventos que atingiriam os 140 km/h, cheias em Tavira,
derrocadas nos Açores, tragédia na Madeira e estradas
cortadas um pouco por todo o país.
VEJAMOS ENTÃO QUE “SURPRESAS” OU
NÃO… NOS SERÃO BRINDADAS NESTE INVERNO QUE SE APROXIMA A PASSOS LARGOS
DESTA NOSSA LATITUDE.
Redação: Prof. Paulo Sousa (prof. de Geografia)
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AS VOLTAS DOS LIVROS – “SIDDHARTA”, DE HERMAN HESSE
Na quarta-feira, dia 18 de novembro, reuniu-se
a Tertúlia Literária As voltas dos Livros, ao longo de
cerca de duas horas, na Biblioteca da Escola Secundária
Fonseca Benevides.
A colega Ana Paula Silva partilhou com os
presentes a sua leitura de «Siddharta», de Herman
Hesse, livro esse que a marcou em diversas fases da
sua vida pessoal. Foram abordadas temáticas como
o despojamento material, físico e mental, o papel
do sofrimento individual na busca de uma verdade
interior e pessoal ou a percepção da sabedoria enquanto vai acompanhar Siddhartha toda a sua vida.
Real, só o objeto em si mesmo. O quadro é
caminho a trilhar individualmente.
ou não um cachimbo? É verdade que é ou não um
cachimbo? Fomos então remetidos para a noção
de verdade de Siddartha, “Para cada verdade, o
contrário é igualmente verdade. Mais concretamente:
uma verdade apenas se deixa exprimir e envolver
em palavras quando é parcial. Tudo o que pode ser
pensado com o pensamento ou dito com palavras é
parcial, tudo é parcial, tudo é metade, a tudo falta
totalidade, integralidade, unidade”.
A colega Ana Paula levantou a questão: Esta falta
de unidade estará ligada ao que Gandhi disse sobre
O conceito de verdade e do seu caráter relativo
foi debatido a partir de uma reprodução de um quadro
de René Magritte, A Traição das Imagens, quadro
vulgarmente conhecido como Ceci n’est pas une pipe
e de uma frase de Ghandi.
Nesse quadro somos desafiados de uma forma
paradoxal, pois estamos perante um cachimbo e, no
entanto, surge uma provocação: Ceci n’est pas une
pipe.
Ainda que aparentemente fiel ao objeto real, neste
caso o cachimbo, nada há de verdadeiramente comum
entre o cachimbo e o quadro: o cachimbo da imagem
não pode ser fumado. Apenas nos é dada a ver uma
imagem, uma representação da realidade mas não a
realidade. A representação do cachimbo não pode ser
identificada com aquilo que o objeto realmente é,
gerando-se, assim, um conflito de mensagens.
É igualmente o conflito com o seu eu interior que
a capacidade humana de resolver os problemas do
mundo? Gandhi disse: “A diferença entre o que fazemos
e o que somos capazes de fazer seria suficiente para
resolvermos a maior parte dos problemas do mundo”.
Estava assim lançado o mote para um debate
profícuo entre os presentes em torno da “oposição”
ocidente materialista/oriente espiritual e da busca
incessante do sentido da existência.
Redação: Prof. Ana Paula Silva (prof. de Matemática)
Imagem: Gonçalo Fontoura (Gazeta da Fonseca) e
Manuela Silva (prof. de Português)
13
OS PERIQUITOS DA FONSECA…
O Birdwatching, observação de aves, é uma atividade
aliciante que nos permite uma interação profunda com
a natureza e o estudo científico das aves. Basta uns
binóculos e um Guia de Aves e parta à descoberta de
um mundo de grande diversidade.
Hoje vamos falar dos Periquitos da Fonseca, quem
ainda não os viu? Ou ouviu? Esteja atento e procure,
veja e vai ouvi-los…
O Periquito-rabijunco, Psittacula krameri, Periquito
rabo-de-junco, ou Periquito-de-colar, é uma ave
exótica que pertence à família dos Papagaios Ordem: Psittaciformes; Família: Psittacidae; Género:
Psittacula; Espécie: Psittacula krameri (Scopoli, 1769).
Os Jardins da Escola Secundária Fonseca Benevides
e zonas envolventes são espaços privilegiados para
esta observação, os Periquitos-Rabijuncos são aves
graciosas, barulhentas e rápidas, basta estar um pouco
atento e olhar para os ver.
Se chegar de manhã cedo, ao parque de
estacionamento da escola, ainda antes das 8h, poderá
vê-los nos eucaliptos, árvore que esta espécie gosta
particularmente.
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Andam em bandos e acasalados, voando de árvore
em árvore e alimentando-se das flores e bagas das
várias árvores, são claramente identificados através
da vocalização estridente que fazem, enquanto voam
ou se alimentam, pelo verde brilhante das suas penas
e cauda bastante comprida. Os machos distinguem-se
das fêmeas pelo seu colar escuro em volta do pescoço.
Uma das características marcantes desta espécie é a sua
resistência a qualquer tipo de doença e longevidade,
podem viver entre 20 a 30 anos, gostam de sol, mas
não direto e têm dificuldade em lidar com o frio.
É uma espécie não autóctone, originária das zonas
tropicais da África e Ásia e, neste momento, abunda
na cidade de Lisboa, onde se tornou residente, talvez
devido a fugas de cativeiro, ou libertações deliberadas.
Os melhores locais para os observar são os Jardins do
Campo Grande, Jardim da Estrela, Quinta das Conchas,
Jardim da Parada, Estádio Universitário, Jardim do
Ultramar, Alto de Santo Amaro e muitos outros locais
onde existam árvores bem altas (eucaliptos e cedros),
com bagas para se alimentarem e nidificarem.
Para o próximo número do Jornal, deixo aqui um
desafio…
Quem identifica esta ave exótica, que também aparece
nos Jardins da Fonseca?
Redação e imagem: Prof. Manuela Dâmaso (prof. de
História)
EDUCAÇÃO CIENTÍFICA: DESAFIOS E PERSPECTIVAS
Conferência Nacional: Educação Científica: desafios e
perspectivas
Tive o prazer de assistir nos dias 13 e 14 de novembro,
no Centro de Congressos do Instituto Superior Técnico,
à Conferência Nacional, Educação Científica: desafios
e perspetivas, no âmbito do projeto Scientix 2, da
European Schoolnet.
A conferência visou promover a divulgação e o
intercâmbio de conhecimentos e de exemplos de boas
práticas no ensino das áreas da Ciência, Tecnologia,
Engenharia e Matemáticas (STEM), na União Europeia,
de forma a contribuir para o desenvolvimento de
estratégias inovadoras.
O evento pretendeu promover a reflexão e o debate em
torno dos desafios que se colocam à educação científica
atual e delinear as novas estratégias de abordagem que
estes implicam.
De facto, o impacto da ciência e da tecnologia na vida
atual, com implicações éticas, sociais, económicas e
políticas, exige dos cidadãos uma participação crescente
em termos de avaliação e ponderação das problemáticas
de cariz técnico-científico. Alguns dos novos desafios
prendem-se com a necessidade de motivar e formar
os jovens para enfrentarem carreiras científicas com
sucesso e prepará-los, enquanto cidadãos, para uma
participação ponderada e esclarecida na sociedade
atual.
Algumas das conclusões dos representantes da
comunidade científica das várias áreas disciplinares e
do mundo empresarial, foram as seguintes: a ciência
não está em crise em Portugal, apesar da taxa de
conclusão do Ensino Secundário ser ainda muito
baixa; é necessário aumentar a percentagem de jovens
que escolhem as áreas científicas para um percurso
académico e incrementar a qualidade profissional
desses jovens; estão a ser criados novos postos de
trabalho em Portugal ligados às áreas das STEM; há
professores no Ensino Básico e no Ensino Secundário
motivados, entusiasmados e com capacidade de
autocrítica semelhante à de investigadores a um nível
mais profundo, os quais necessitam continuar com a
árdua e responsável tarefa de transmitir entusiasmo
aos alunos e aos seus EE para que seja ultrapassada a
barreira negativa que o ensino vocacional e profissional
carrega, sendo que os alunos destes cursos devem ser
sensibilizados e motivados para as áreas das ciências;
o perfil de competências desenvolvido e treinado nas
áreas da STEM conduz os jovens ao desenvolvimento
de atividades profissionais que não estão apenas
ligadas a essas áreas pois a sua preparação para a
vida sobrepõe-se à sua preparação para atividades/
trabalhos específicos; em especial, a formação em
matemática permite uma preparação a nível intelectual
para uma multiplicidade de áreas tão diversas como
engenharia, medicina, neurociência, biomédica,
mundo empresarial, gestão, economia, etc.
A participação na Workshop “Sala de Aula do Futuro”,
com aplicação de metodologia de investigação feita
pelos alunos, foi estimulante e entusiasmante.
Redação e imagem: Prof. Ana Paula Silva (prof. de
Matemática)
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TODOS
NA
NOSSA
BE
FORMAÇÃO DE LEITORES
A Biblioteca Escolar apostou na formação de leitores,
antes do início das aulas.
Integrado numa atividade que designámos “Todos na
nossa BE “ procedemos à disseminação da leitura pelo
pessoal não docente da nossa “Fonseca”, através da
oferta de livros de vários géneros, oferecidos por uma
editora.
Desta forma, procurámos incentivar ou rejuvenescer o
gosto pela leitura, através da formação de leitores.
LOTA LITERÁRIA
Neste início de ano letivo, a Biblioteca Escolar preparou
uma “ Lota Literária” para a receção aos novos alunos.
As varinas de Lisboa deixaram algumas canastras
pejadas de peixes, com títulos de livros frescos e
cobiçosos, capazes de despertar apetites literários
“devoradores”.
Assim, através desta lota literária, nos dias 6 e 8 de
outubro, a BE preparou-se para criar fortes “redes de
leitura”, com os novos alunos, no contexto das aulas
de português, expectando, sempre, renovadas e altas
marés de motivação.
A BE conta, sempre, convosco, pois todos os
“pescadores” são poucos para aumentar e fortalecer as
nossas redes.
No mesmo sentido se orientou a Tertúlia literária “As
voltas dos Livros” que noticiamos na página 13 da
Gazeta.
Redacção e imagem: Equipa de coordenação da
Biblioteca Escolar
Fly UP