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Um sítio arqueológico inédito em Lavras do Sul/RS

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Um sítio arqueológico inédito em Lavras do Sul/RS
Um sítio arqueológico inédito
em Lavras do Sul/RS
An unexplored archaeological site in Lavras do
Sul/RS
Gislene Monticelli
Resumo
Procuramos destacar a importância da descoberta recente de um sítio arqueológico no município de
Lavras do Sul, no Rio Grande do Sul, em área indicada para a implantação de um futuro aterro sanitário.
Trata-se de um sítio arqueológico inédito, o primeiro cadastrado para o município, cujas evidências materiais indicam uma pequena ocupação por um bando caçador-coletor em período pré-histórico.
Palavras-chave: Lavras do Sul, sítio arqueológico, grupo caçador-coletor.
Abstract
This article aims to point out the relevance of the recent discovery of an archaeological site in the city
of Lavras do Sul, in Rio Grande do Sul, Brazil, within an area fixed for the establishment of a future
landfill. This archaelogical site has no precedents, the first one registered for the city, and whose material
evidences reveal a small area occupied by a hunter-gatherer group in pre-historic times.
Key words: Lavras do Sul, archaelogical site, hunting-collecting group.
INTRODUÇÃO
Grande número de vestígios deixados por
populações indígenas no passado está sendo
identificado em pesquisas arqueológicas realizadas devido à implantação de obras de engenharia, especialmente a partir da Resolução
CONAMA 001 de 1986, que indica aquelas obras
que devem obter licenças ambientais.
Em diferentes municípios, devido a vários tipos de obras de engenharia, tais como linhas de transmissão, usinas hidrelétricas e termelétricas, gasodutos e oleodutos, rodovias, lo-
teamentos, entre outros, com suas características e impactos próprios, são realizados estudos
ambientais, entre eles a pesquisa arqueológica.
Desta forma, cria-se a oportunidade de identificar evidências materiais de antigas ocupações
humanas pré-históricas ou já do período histórico.
As pesquisas realizadas por arqueólogos
contratados, de forma cada vez mais intensa nos
últimos anos, têm permitido o crescimento do
número de sítios arqueológicos no Estado do
Rio Grande do Sul, assim como a multiplicação dos acervos disponíveis nas instituições de
pesquisa.
Gislene Monticelli é Doutora em Arqueologia pela PUCRS. Professora do Curso de História na Universidade Luterana do Brasil (Canoas/RS). Pesquisa
preliminar financiada pela Prefeitura Municipal de Lavras do Sul/RS em 2004.
Endereço para correspondência: [email protected]
Canoas
n. 11
janeiro/junho 2005
p. 5-105
Com a intenção de divulgar uma destas
descobertas recentes, procuramos reunir as informações preliminares sobre as evidências materiais relacionadas a uma pequena ocupação de
um grupo caçador-coletor, encontrada no município de Lavras do Sul, no final do ano de 2004.
Trata-se de um sítio arqueológico especialmente
importante devido a sua localização, ao fato de
ser inédito, isto é, nunca antes pesquisado, e a
sua relevância, já que foi a primeira descoberta
cadastrada para aquele município.
A identificação de sítios arqueológicos
representa a possibilidade de conhecimento e
divulgação dos episódios ocorridos em tempos
remotos, fazendo o passado adquirir importância, e neste caso, o período pré-histórico, sempre pouco conhecido ou cujo conhecimento é,
por vezes, muito limitado.
direto de obras e, eventualmente, até mesmo
identificar aquelas evidências materiais de antigas ocupações humanas que se encontram expostas na superfície do solo.
Considerando que a área apresenta dimensões pouco extensas, ela pôde ser percorrida em
detalhe e foram realizados caminhamentos assistemáticos à procura de evidências materiais antigas e/ou relevantes (sejam pré-históricas ou do
período histórico) em superfície ou sub-superfície, tais como nos perfis estratigráficos eventualmente expostos, devido a irregularidades do terreno, como barrancas e taludes. Foram realizadas
ainda pesquisa cartográfica, bibliográfica e cadastral, além de documentação gráfica e fotográfica.
MOTIVAÇÃO DA PESQUISA
O município de Lavras do Sul foi desmembrado de Caçapava do Sul e Bagé. O início do
povoamento de sua sede foi em 1825. A Vila e a
sede do município foi fundada pela Lei nº 1364
em 9 de maio de 1882. A instalação do município
foi em 18 de janeiro de 1883. O decreto nº 7.199,
em 31 de março de 1938, elevou o município à
categoria de cidade. O nome inicial da cidade foi
Santo Antônio de Lavras (DA PROVÍNCIA, 1981).
No município de Lavras do Sul, na região sul do Estado do Rio Grande do Sul, foi
prevista a implantação de um aterro sanitário.
A iniciativa partiu da Prefeitura Municipal,
devido ao esgotamento da área utilizada como
depósito de lixo da cidade. A área destinada ao
novo empreendimento foi escolhida, após estudos geológicos, devido ao regime de ventos
favorável e a pouca irregularidade do terreno,
somado a ausência de córregos nas proximidades, para que o aterro sanitário não venha a contaminar o ar e as águas do município.
Por solicitação e com recursos da Prefeitura Municipal, conforme exigência da FEPAM,
para fins de obtenção de Licença Ambiental,
realizamos, em dezembro de 2004, uma atividade de reconhecimento geral da área destinada
ao empreendimento e estabelecemos um diagnóstico preliminar, mediante visita à área e inspeção visual das condições atuais do terreno,
tais como cobertura vegetal, relevo, geologia e
modificações de origem antrópica. Esta pesquisa preliminar deu origem a um relatório entre
ao IPHAN, a Prefeitura Municipal e a FEPAM,
em maio de 2005 (MONTICELLI, 2005).
Desta forma consideramos possível, previamente, estabelecer o potencial de ocorrência de sítios arqueológicos na área de impacto
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O MUNICÍPIO DE LAVRAS
DO SUL
CARACTERIZAÇÃO
DA ÁREA DESTINADA
AO EMPREENDIMENTO
A instalação do aterro sanitário está prevista em área situada a alguns poucos quilômetros
da área urbana (210º Sul de azimute), que corresponde a sede do município. A área destinada ao
empreendimento fica localizada no local conhecido como “Prado”, junto a uma estrada municipal que liga Lavras do Sul ao município vizinho
de São Gabriel. O local tem cerca de 5 hectares,
em terreno aproximadamente plano, e fica no topo
de uma colina de cerca de 400 metros de altitude.
A área pertence à Prefeitura Municipal, sendo,
por este motivo, considerada terra pública. Atualmente, realizam-se ali atividades relacionadas a
prática de esportes como o motocross.
PESQUISA CADASTRAL
Na região da Campanha, caracterizada de
modo geral pela presença de paisagens predominantemente abertas, compostas por planícies e campos, encontrou-se, basicamente, acampamentos de populações caçadoras-coletoras e,
em áreas alagadiças, montículos artificiais conhecidos como cerritos ou aterros.
Em municípios como Quaraí, Uruguaiana e Alegrete, no extremo oeste do Estado do
Rio Grande do Sul, foram encontradas as evidências materiais que comprovam a mais antiga ocupação humana no Estado, com mais de
10 mil anos. Especialmente nos municípios de
Alegrete e Uruguaiana encontra-se o maior número de sítios, o que é explicado pela intensidade das pesquisas, mais do que pelo seu potencial de ocorrência.
Sempre repetimos a máxima de que “só
não há sítios arqueológicos, naqueles municípios
em que não houve pesquisas”, o que significa concretamente que, quanto mais intensas as atividades de pesquisa em dado local, mais sítios
deverão ser encontrados. Isto é, o número de
sítios arqueológicos identificados costuma ser
proporcional a intensidade das pesquisas. Este
motivo justifica o grande número de sítios encontrados em alguns municípios (Uruguaiana,
34 sítios arqueológicos; Alegrete, 9 sítios arqueológicos e Bagé, 8 sítios arqueológicos), em detrimento do pequeno número (Quaraí, 5 sítios
arqueológicos; Cacequi, 1 sítio arqueológico;
Santana do Livramento, 2 sítios arqueológicos)
e, até mesmo a ausência destes, como é o caso
dos municípios de Piratini, Caçapava do Sul,
Rosário do Sul, entre muitos outros.
Pela análise dos dados do Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos (CNSA) do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, há poucos sítios arqueológicos identificados em municípios vizinhos a Lavras do Sul.
Houve pesquisas em municípios como
Bagé, Santana do Livramento, Dom Pedrito e São
Gabriel. De modo geral, os sítios são superficiais, à céu aberto, com ocupação unicomponencial e pré-colonial. A arte rupestre é sempre ausente e as evidências encontradas, quando indicadas, são artefatos líticos, fragmentos de cerâmica e estruturas como uma casa subterrânea e
alguns montículos junto a topos de cerros.
No município de Bagé, sete (07) sítios arqueológicos foram pesquisados e cadastrados
por Fernando La Salvia e o acervo foi depositado no Instituto Anchietano de Pesquisas (IAP/
UNISINOS). Outro sítio foi encontrado na superfície, à céu aberto, em área privada, em meia
encosta, por uma equipe do próprio IAP, composta por P. I. Schmitz, Ítala Basile Becker e outros, que fizeram o registro da descoberta e suas
evidências, identificadas pela sigla RS-HE-22.
Também com acervo depositado na mesma instituição, encontramos mais um sítio arqueológico (RS 157) cadastrado por Fernando La Salvia, que encontrou seis montículos no município de Dom Pedrito, em área devoluta de propriedade privada.
Em Santana do Livramento foram encontrados dois sítios arqueológicos por Ítala Basile
Becker e colegas, em superfície, ambos com material lítico lascado. Em Cacequi, José Proenza
Brochado encontrou um sítio com três núcleos
de concentração de material cerâmico, associado a ocupação dos índios Guarani (Tradição Tupiguarani, fase Vacacaí). O mesmo pesquisador
encontrou fragmentos de cerâmica do mesmo
grupo em sítio arqueológico no município de
São Gabriel. Outros sítios foram encontrados no
mesmo município por Guilherme Naue (CEPA/
PUCRS) e eram cerritos identificados em propriedade de Alberto Giuliani e irmãos.
Nos anos de 1969 e 1970, José Proenza Brochado pesquisou na área chamada de “serra do
sudeste” ou “Dorsal de Camaquã”, em afluentes da margem direita do curso médio do rio
Camaquã, na margem esquerda do médio rio
Piratini e arroios afluentes que nascem no interior e deságuam na Laguna dos Patos. As informações obtidas foram disponibilizadas em artigo intitulado “Pesquisas arqueológicas no Escudo
Cristalino do Rio Grande do Sul” (BROCHADO,
1974: p. 25-51).
O autor (idem) se refere a sítios arqueológicos encontrados em áreas alagadiças da planície litorânea junto a Laguna dos Patos, conhecidos como aterros ou cerritos, que são montículos de base aproximadamente circular, ou
mais comumente elipsóide, com cerca de 0,5 m
a 1,5 metros de altura, isolados ou reunidos em
grupos. Entende-se que estes acúmulos são artificiais, de origem antrópica, isto é, obra humana, por vezes levantados sobre pequenas ele-
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vações naturais. Os aterros são encontrados exclusivamente em áreas alagadiças ou banhados,
representando bases de habitações acima do
nível das inundações invernais. O autor se refere igualmente a possibilidade de ocupação
de dunas mais próximas da praia. Duas camadas de ocupação foram encontradas: uma, em
níveis inferiores, somente com material lítico
lascado, picoteado e polido, e uma segunda
ocupação, em níveis superiores, onde o material lítico aparece associado a pequena quantidade de cerâmica.
Outros municípios na região que tiveram
pesquisas arqueológicas foram Herval do Sul e
Pedras Altas, nas nascentes do Rio Jaguarão, por
Sílvia Copé (COPÉ in KERN, 1997); Santa Vitória do Palmar, pesquisado por P. I. Schmitz e
colegas entre os anos de 1967 e 1972 (SCHMITZ
et al., 1997).
PESQUISAS ARQUEOLÓGICAS
ANTERIORES NO MUNICÍPIO
De acordo com as informações disponíveis, em dezembro de 2004, no endereço eletrônico do IPHAN (www.iphan.gov.br), não houve pesquisas arqueológicas antes no município.
Este banco de dados, no entanto, reuniu as informações disponíveis até o ano de 1997, não
tendo sido recentemente atualizado. No entanto, não há notícias de pesquisas arqueológicas
na região, posteriores a este período.
O cadastro de sítios arqueológicos já pesquisados no Instituto Anchietano de Pesquisas
também não indica sítios no município (GOLDMEIER e SCHMITZ, 1983).
Em publicação datada de 1958 (JAEGER,
1958), Luís Gonzaga Jaeger, S. J., faz referência a
uma série de elevações que considera naturais
em meio aos banhados existentes naquele município:
são pequenas elevações de terra, conhecidas como
“cerros”, espalhados por âquele imenso banhado. Sua
altura varia de 8 a 15 mêtros sôbre a planície, cobertos
em parte de alvoredo, uns isolados, outros em séries
ou grupos, como aparece no mapa de 1876. É crença
muito espalhada pela região, que também êles devem a sua existência aos Jesuítas. (...) Conquanto não
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se discuta que essas elevações oferecem um refúgio
imediato aos animais em retirada, não nos convencemos que elas devam sua existência ao homem. (...)
Que energia de trabalho teriam exigido se fossem
feitos por mão humana! (...) Ali se encontram ainda
objetos de uso antigo, sobretudo pedras polidas, de
forma arredondada ou oval, usadas para o fabrico
das boleadeiras, a terrível arma de caça dos índios
missioneiros e gaúchos de épocas passadas (JAEGER,
1958, p. 10-11).
J. P. Brochado (com. pessoal, janeiro de
2005) afirmou que havia indicações da existência de material arqueológico indígena pré-histórico, décadas atrás, mas, naquela ocasião, esta
informação não chegou a ser confirmada com a
presença de algum arqueólogo.
A carência de informações disponíveis
corrobora o fato de que as pesquisas arqueológicas no município são possivelmente inéditas
e descobertas anteriores, se existentes, foram
fortuitas e não chegaram a dar origem a nenhuma publicação ou cadastro de sítios.
PESQUISA EM CAMPO
Através de imagens (fotografias), caminhamentos e inspeção visual no local, foi possível
fazer um reconhecimento geral da área a ser afetada pelo empreendimento, verificar o estado de
conservação da área e alterações provocadas por
atividades antrópicas, estimar os futuros impactos e, principalmente, confirmar a existência de
um sítio arqueológico com evidências de ocupação pré-histórica por grupo caçador-coletor, comprovado pela presença de artefatos de matériaprima lítica, tais como ponta de projétil, lascas e
microlascas, biface e núcleo, na superfície do terreno indicado para o empreendimento.
De modo geral, a situação encontrada foi
de boa a média visibilidade do solo, cuja cobertura em sua superfície, na maioria do terreno, é
de gramíneas. Nas pistas para prática do motocross, a cobertura era de terra exposta, com excelente visibilidade, mas onde sedimentos foram retirados e deslocados. Em pequenos trechos havia vegetação espinhosa e vassoural, que
impediu o caminhamento e ocasionou baixas
condições de visibilidade.
Consideramos que a superfície do solo
terá sido modificada, pela própria abertura de
pistas, mas, aparentemente o relevo em alguns
locais permanece pouco alterado, observandose ainda pequenas elevações no solo e presença
de pedras de médias dimensões, especialmente
entre as pistas.
Artefatos de matéria-prima lítica foram
encontrados em área aproximadamente plana,
junto a algumas rochas, que ficaram como espaços livres entre as pistas de trânsito e de corrida. Os artefatos identificados foram microlascas e lascas, biface, núcleo plano-convexo e ponta de projétil, reunidos no que poderíamos chamar “oficina lítica”, que encontra-se parcialmente exposta, na superfície do terreno, sem que
tenha sido necessário qualquer intervenção no
subsolo. Entretanto, podemos afirmar com alguma segurança, que certamente mais evidências deverão ser encontradas em pesquisa mais
detalhada e extensa.
Há grande possibilidade de ocorrência de
artefatos e seus detritos em camadas abaixo da
superfície do solo, até mesmo ainda parcialmente preservadas, não em toda a sua extensão, devido a existência das pistas, mas em camadas
inferiores, encobertas de sedimentos e, por isso,
ainda contextualizadas.
O sítio arqueológico em questão é inédito, já que não houve pesquisas anteriores no
município, e isso determina sua importância.
Se trata da primeira descoberta sobre as ocupações pré-históricas no município e em suas proximidades. Este fator faz com que a descoberta
ganhe relevância no cenário regional.
A continuidade e o aprofundamento das
pesquisas, assim como a análise e interpretação
detalhada de todas as evidências materiais, certamente poderá fornecer importantes informações
sobre a pré-história e a história do município.
Ainda que a obra possa ocorrer, uma vez
resgatadas as evidências materiais no local e
realizada ampla documentação e interpretação
minuciosa, a atual administração municipal
(com. pessoal, maio de 2005) acenou com a possibilidade do futuro aterro sanitário ter seu local de destino alterado, para que o sítio arqueológico possa ser preservado.
Desta forma, acena-se com a possibilidade de desenvolvimento de diferentes ativida-
des, tais como a capacitação de professores, criação de oficinas de educação patrimonial, visitação de alunos da rede municipal e da comunidade em geral, entre outras, visando a valorização do patrimônio cultural existente no município e garantindo sua preservação.
REFERÊNCIAS
BROCHADO, J. P. Pesquisas arqueológicas no
Escudo Cristalino do Rio Grande do Sul
(Serra do Sudeste). PRONAPA. Publicações
avulsas, 26. Belém: Museu Goeldi, 1974. p.
25-51.
COPÉ, Sílvia M. A ocupação pré-colonial do
Sul e Sudeste do Rio Grande do Sul. In:
KERN, A. (org). Arqueologia Pré-histórica do
Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Mercado
Aberto, 1997. p. 191-219.
DA PROVÍNCIA DE SÃO PEDRO AO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Censos do
RS: 1803-1950. Porto Alegre: Fundação de
Economia e Estatística/FEE, 1981.
GOLDMEIER , Valt er August o ( Org.) e
SCHMITZ, Pedro Ignácio (supervisor). Sítios Arqueológicos do Rio Grande do Sul (fichas de registro existentes no Instituto
Anchietano de Pesquisas, São Leopoldo, RS).
São Leopoldo: IAP, 1983.
INSTITUTO do PATRIMÔNIO HISTÓRICO E
ARTÍSTICO NACIONAL. Disponível em:
<http://www.iphan. gov. br> Banco de
dados: sítios arqueológicos. Acesso em: dezembro de 2004.
JAEGER, Luís Gonzaga, S.J. Pesquisas históricas em Lavras do Sul, Rio Grande do Sul.
Pesquisas, nº 2, 1958. p. 3-19.
MONTICELLI, Gislene. Diagnóstico Arqueológico Preliminar em aterro sanitário no município de Lavras do Sul/RS. Porto Alegre, abril
de 2005.
SCHMITZ, P. I.; NAUE, G.; BECKER, I. B. Os
aterros dos campos do Sul: a tradição Vieira.
IN: SCHMITZ, P. I. (org.) Pré-história do Rio
Grande do Sul. Sã o Le opoldo: IAP/
UNISINOS, 1991. Documentos 05: Arqueologia do Rio Grande do Sul, Brasil. p. 107132.
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Mapa Geológico do Rio Grande do Sul, com a localização do município de Lavras do Sul, na região sul do Estado
(Levantamento de Reconhecimento dos solos do Estado do RGS, 1973).
Detalhe dos artefatos líticos (núcleo, ponta de projétil e biface) encontrados no sítio arqueológico em Lavras do Sul/RS.
Desenhos realizados gentilmente pelo Prof. Dr. Klaus P. Hilbert, em escala 1:1.
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