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Produção Textual
Produção Textual
Aluno
Caderno de Atividades
Pedagógicas de
Aprendizagem
Autorregulada - 01
6ª Ano | 1° Bimestre
Disciplina
Curso
Bimestre
Série
Produção Textual
Ensino Fundamental
1°
6ª ano
Habilidades Associadas
1. Utilizar adequadamente marcas do registro coloquial.
2. Estabelecer relação de referência entre substantivos e adjetivos.
3. Usar o vocativo.
Apresentação
A Secretaria de Estado de Educação elaborou o presente material com o intuito de estimular o
envolvimento do estudante com situações concretas e contextualizadas de pesquisa, aprendizagem
colaborativa e construções coletivas entre os próprios estudantes e respectivos tutores – docentes
preparados para incentivar o desenvolvimento da autonomia do alunado.
A proposta de desenvolver atividades pedagógicas de aprendizagem autorregulada é mais uma
estratégia pedagógica para contribuir para a formação de cidadãos do século XXI, capazes de explorar
suas competências cognitivas e não cognitivas. Assim, estimula-se a busca do conhecimento de forma
autônoma, por meio dos diversos recursos bibliográficos e tecnológicos, de modo a encontrar soluções
para desafios da contemporaneidade, na vida pessoal e profissional.
Estas atividades pedagógicas autorreguladas propiciam aos alunos o desenvolvimento das
habilidades e competências nucleares previstas no currículo mínimo, por meio de atividades
roteirizadas. Nesse contexto, o tutor será visto enquanto um mediador, um auxiliar. A aprendizagem é
efetivada na medida em que cada aluno autorregula sua aprendizagem.
Destarte, as atividades pedagógicas pautadas no princípio da autorregulação objetivam,
também, equipar os alunos, ajudá-los a desenvolver o seu conjunto de ferramentas mentais, ajudando-o
a tomar consciência dos processos e procedimentos de aprendizagem que ele pode colocar em prática.
Ao desenvolver as suas capacidades de auto-observação e autoanálise, ele passa ater maior
domínio daquilo que faz. Desse modo, partindo do que o aluno já domina, será possível contribuir para
o desenvolvimento de suas potencialidades originais e, assim, dominar plenamente todas as
ferramentas da autorregulação.
Por meio desse processo de aprendizagem pautada no princípio da autorregulação, contribui-se
para o desenvolvimento de habilidades e competências fundamentais para o aprender-a-aprender, o
aprender-a-conhecer, o aprender-a-fazer, o aprender-a-conviver e o aprender-a-ser.
A elaboração destas atividades foi conduzida pela Diretoria de Articulação Curricular, da
Superintendência Pedagógica desta SEEDUC, em conjunto com uma equipe de professores da rede
estadual. Este documento encontra-se disponível em nosso site www.conexaoprofessor.rj.gov.br, a fim
de que os professores de nossa rede também possam utilizá-lo como contribuição e complementação às
suas aulas.
Estamos à disposição através do e-mail [email protected] para quaisquer
esclarecimentos necessários e críticas construtivas que contribuam com a elaboração deste material.
Secretaria de Estado de Educação
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Caro aluno,
Neste caderno, você encontrará atividades diretamente relacionadas a algumas
habilidades e competências do 1° Bimestre do Currículo Mínimo de Produção Textual da
6ª Série do Ensino Fundamental. Estas atividades correspondem aos estudos durante o
período de um mês.
A nossa proposta é que você, Aluno, desenvolva estas Atividades de forma
autônoma, com o suporte pedagógico eventual de um professor, que mediará as trocas
de conhecimentos, reflexões, dúvidas e questionamentos que venham a surgir no
percurso. Esta é uma ótima oportunidade para você desenvolver a disciplina e
independência indispensáveis ao sucesso na vida pessoal e profissional no mundo do
conhecimento do século XXI.
Neste Caderno de Atividades, vamos aprender o que é um Bilhete! Na primeira
parte deste caderno, você vai conhecer o gênero de texto bilhete, para compreender
como a utilização desses textos se relaciona a nossa vida. Na segunda parte, vai
aprender mais sobre a estrutura e produção de um texto do gênero bilhete.
Este documento apresenta 4 Aulas. As aulas podem ser compostas por uma
explicação base, para que você seja capaz de compreender as principais ideias
relacionadas às habilidades e competências principais do bimestre em questão, e
atividades respectivas. Leia o texto e, em seguida, resolva as Atividades propostas. As
Atividades são referentes a dois tempos de aulas. Para reforçar a aprendizagem,
propõe-se, ainda, uma avaliação sobre o assunto.
Um abraço e bom trabalho!
Equipe de Elaboração
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Sumário
Introdução ...............................................................................................
03
Aula 01: Produzindo um bilhete ...............................................................
05
Aula 02: Você tem uma nova mensagem..................................................
10
Aula 03: Posto ou não Posto? ...................................................................
15
Avaliação ..................................................................................................
19
Referências ...............................................................................................
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Aula 1: Produzindo um bilhete
Caro(a) aluno(a),
Nesta atividade conheceremos um pouco mais do gênero textual Bilhete. Você
já escreveu ou recebeu um bilhete? Para que serve um bilhete? Você sabe de que
forma os bilhetes são geralmente enviados?
Leia a tirinha abaixo para pensarmos melhor sobre esse gênero de texto!
Fonte: http://www.willtirando.com.br/?b=bilhete
O que causa o humor na charge acima? Como ela não teve tempo para apagar
o fogo por estar atrasada, se encontrou tempo para escrever o bilhete?
5
Note com atenção o bilhete que a esposa escreveu para seu marido. O texto é
curto e objetivo. O vocativo, isto é, a palavra por meio da qual chamamos ou
interpelamos o nosso interlocutor, real ou imaginário, é, neste caso, representado pelo
apelido carinhoso “Amor”. A pessoa para quem enviamos o bilhete chama-se
destinatário. O vocativo é uma das partes fundamentais do bilhete.
Na maioria dos bilhetes aparecem também a data, o local e o nome do
remetente (quem escreve). No exemplo acima, essas partes não fazem falta porque se
imagina que apenas o casal more na casa, então já dá para perceber que só pode ser a
mulher quem o enviou, não é? A linguagem usada no bilhete é informal, também
chamada de coloquial.
Colóquio significa conversa, bate papo. A expressão
linguagem coloquial tem origem, a partir dessa associação
de sentido. O bilhete não deixa de ser uma conversa por
escrito, você não acha?
Fonte: http://www.amigosdofuturo.org.br/links/voce_sabia.htm
Atividade 1
O texto, a seguir, apresenta a correspondência entre dois irmãos, através do
gênero bilhete. É bem original e divertido! Leia com atenção e veja o que está
diferente no texto. Em seguida, tente reler como se tivesse escrito na norma padrão,
do ”jeitinho” como costumamos nos expressar em situações informais, que não
exigem grandes cuidados com a linguagem. Aproveite, também, para perceber a
finalidade do gênero bilhete!
Correspondência
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Querido mano,
Anteontem futebolei bastante com uns amigos. Depois cigarrei um pouco e nos
divertimos montanhando, até que o dia anoiteceu. Então desmontanhamos, nos
amesamos, sopamos, arrozamos, bifamos, ensopadamos e cafezamos. Em seguida,
varandamos. No dia seguinte, cavalamos muito.
Maninho
O irmão respondeu:
Maninho,
Ontem livrei-me pela manhã, à tarde cinemei e à noite, com papai e mamãe,
teatramos. Hoje colegiei, ao meio-dia me leitei e às três papelei-me e canetei-me para
escriturar-te. E paragrafrarei finalmente aqui porque é hora de adeusar-te, pois ainda
tenho que correiar esta carta para ti e os relógios já estão cincando.
De teu irmão,
Fratelo
(Millôr Fernandes)
Fonte: http://www.edukbr.com.br/celeirodeprojetos/correspondencia.htm
1. No texto, os irmãos resolveram brincar e criaram novas palavras (neologismos)
para contar um para o outro suas ações, o que fizeram quando não estavam
juntos. Ficou bem diferente, não é? Você reparou que, nesse processo de inovação
com a linguagem, os irmãos transformaram os substantivos em verbos? Usamos,
geralmente, o registro coloquial nas nossas conversas com amigos e familiares.
Quando não temos intimidade ou nos comunicamos com autoridades, devemos
usar o registro padrão, denominado nível culto.
Escreva um bilhete contando para um(a) amigo(a) o que você fez hoje. Para esta
atividade, use a língua padrão. Não se esqueça de reproduzir em seu texto as
características que estruturam um texto do gênero bilhete.
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2. Leia com atenção o texto a seguir:
O bilhete
Escrevi e reescrevi,
mil vezes busquei palavras,
acrescentei e cortei coisas,
até o lixo encher-se de papel.
Na declaração de amor
nada podia faltar
ou sobrar.
As palavras seriam música
e passariam inteira a paixão.
Escrevi mil vezes o bilhete
de amor.
E ele virou poema,
provocou delírios,
arrepiou meus cabelos
e ferveu meu corpo todo.
Acho que ninguém escreveu ainda
tão belo poema-bilhete de amor.
Só que não tive coragem de enviá-lo.
Elias José
Fonte: Cantigas de Adolescer. 16. ed. São Paulo: Atual, 2003. p. 52
a) Embora o título do texto seja Bilhete, o gênero a que ele pertence é poema. Aponte
os elementos básicos da estrutura do gênero bilhete que faltam no texto lido.
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b) A linguagem utilizada no texto “Bilhete” identifica-se com o nível culto ou
coloquial? Justifique sua resposta.
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c) O texto não nos permite afirmar quem seria o remetente, isto é, quem escreveu o
bilhete. Pense um pouco a respeito, crie um nome para esse personagem, suas
características físicas (alto, baixo, loiro, moreno, negro...), psicológicas (tímido, ousado,
determinado, inseguro...), se é do sexo feminino ou masculino. Descreva esses
detalhes nas linhas a seguir.
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d) O eu lírico, a voz que fala na poesia, comenta que escreveu um bilhete de amor,
mas que ficou com vergonha de enviá-lo. Imagine como esse bilhete seria e
escreva-o. Não se esqueça dos elementos fundamentais desse gênero textual:
local, data, vocativo, o corpo do texto, despedida e o nome do remetente. Use e
abuse de sua criatividade e escreva um texto bem interessante! Você é capaz!
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Aula 2: Você tem uma nova mensagem
Na correria do dia-a-dia, muitas vezes precisamos nos comunicar rapidamente.
Quem nunca enviou um torpedo? Por que essa forma de comunicação é chamada
assim? Por que é um dos meios mais usados para nos comunicar rapidamente? Nessa
aula, vamos conhecer um pouco mais desse gênero de texto.
Fonte: http://www.techtudo.com.br
Os torpedos são mensagens curtas (até 160 caracteres), também conhecidas
como SMS, sigla que, em inglês, significa Short Message Service, isto é, o serviço de
mensagens curtas que usamos pelo celular. O termo Torpedo é utilizado em
associação à ideia de velocidade com que conseguimos enviar essas mensagens de
texto.
Há inúmeras situações em que o envio de um SMS é útil, como em emergências
médicas, cancelamentos de reuniões ou de encontros em cima da hora, enviar um
pedido de ajuda urgente, dentre outras finalidades.
É um gênero textual muito inovador e, a cada dia, é mais usado por todos.
Outra característica interessante nessa tipologia textual é a necessidade de abreviação
de palavras a fim de obter um maior aproveitamento do tempo.
Atividade 2
1. Vamos fazer um exercício de imaginação e criar dois torpedos .
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I. Você está na rodoviária esperando o ônibus para voltar para sua casa depois das
férias. Seus pais estão aguardando sua chegada ansiosamente, só que o ônibus
quebra! Envie um torpedo para sua mãe avisando que chegará atrasado e o porquê
desse atraso.
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II. Você foi jogar bola com os amigos em um sítio distante de sua casa. No meio do
jogo, você cai e torce o pé. Seus amigos o levam para um hospital. Envie um torpedo
para seu pai avisando-o do ocorrido e dizendo o nome do hospital onde você está.
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Agora você vai ler dois textos muito interessantes do autor Moacyr Scliar.
Moacyr foi um famoso cronista de nossa literatura e escrevia semanalmente, às
segundas-feiras, em uma coluna no site UOL, textos de ficção baseados em notícias
publicadas em jornal.
1. Notícia - O torpedo no vestibular
A polícia do Rio de Janeiro prendeu quatro estudantes que tentavam fraudar o
vestibular de medicina da Universidade Gama Filho. Uma quadrilha teria cobrado entre
R$ 10 mil e R$ 15 mil pela transmissão do gabarito do exame por meio de mensagens
de texto.
Cotidiano, 31 de janeiro de 2006.
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Fragmento da Crônica
TORPEDOS
Apesar do fracasso dos quatro vestibulandos que haviam tentado fraudar a
prova mediante mensagens pelo celular, ela decidiu fazer a mesma coisa.
(...)não tinha outra opção: não sabia quase nada, e era certo que seria
reprovada. Por último, havia uma coincidência favorável: estava com o antebraço
esquerdo engessado. Nada preocupante, e na verdade ela até poderia ter tirado o
gesso, mas não o fizera e agora contava com um ótimo esconderijo para o celular.
Quem mandaria o gabarito? O namorado, claro. Rapaz inteligente (já estava cursando
a faculdade), ele só teria de perguntar as questões para alguém que tivesse terminado
a prova e enviar o gabarito por torpedo. Quando ela fez a proposta ao rapaz, ele
pareceu-lhe um tanto relutante, incomodado mesmo. E no dia do vestibular ela
descobriu por quê. Quarenta minutos depois de iniciada a prova, ela recebeu o tão
esperado torpedo. Para sua surpresa, não continha o gabarito, e sim uma mensagem:
"Sinto muito, mas não posso continuar namorando uma pessoa tão desonesta.
Considere terminada a nossa relação. PS: boa sorte no vestibular". Com o que ela foi
obrigada a concluir: tão importante quanto o torpedo é aquele que dispara o torpedo.
Moacyr Scliar
2. Notícia - O torpedo na literatura
Escritor transforma torpedos em gênero literário. Depois de tentar em vão
moderar a paixão de seus compatriotas pelos celulares, o escritor francês Phil
Marso, 43, se rendeu a essa onda e decidiu propor que as mensagens enviadas
por esses aparelhos virem um gênero literário.
Folha Online, 30 de janeiro de 2006
Durante anos ele tentou, em vão, divulgar seus trabalhos literários. Procurou
editoras, ofereceu-os a jornais e revistas. Nada. Ninguém queria saber de seus contos,
e até aconselhavam-no a tentar outra coisa. Mas ele teimava.
(...) Foi então que leu sobre Phil Marso, o escritor francês que havia lançado a
ficção como mensagem de celular. Aquilo deixou-o entusiasmado: era exatamente a
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solução que procurava. Seus contos -na verdade minicontos, alguns não passavam de
uma frase- tinham o tamanho ideal para se transformarem em torpedos. E nada
impedia que os leitores, entusiasmados, repassassem as mensagens literárias, que
acabariam chegando a um grande crítico ou a um grande editor. Quando então o
caminho do sucesso estaria aberto para ele.
Preparou cinco textos, que lhe pareciam os melhores. E aí chegou o grande dia, o
dia em que o mundo tomaria conhecimento de seu talento. Apanhou o celular,
respirou fundo...
Infelizmente, o aparelho estava sem bateria. Os torpedos não foram disparados.
Foi dormir, convencido de que o Destino, e os celulares, não queriam que ele se
transformasse em escritor.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2002200605.htm
2. O que as crônicas têm em comum?
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3. O que você achou da atitude do namorado da personagem da 1ª crônica? Você
agiria da mesma forma? Comente.
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4. O personagem da segunda crônica criou cinco torpedos literários e não conseguiu
inventar. Vamos escrever esses torpedos? Crie um sobre a importância da família,
outro sobre o valor da amizade, sobre ecologia, um terceiro sobre o fato de a
felicidade estar nos pequenos detalhes e outro sobre o amor. Não se esqueça de
que os torpedos não podem ultrapassar o limite de 160 caracteres!
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5. Tudo na vida tem seus prós e contras. Pense e escreva três pontos positivos desse
meio de comunicação e três pontos negativos.
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Aula 3: Posto ou não posto?
Além do SMS enviado pelo celular, há uma outra forma de enviarmos mensagens
instântaneas. Já ouviu falar nas redes sociais? E em blog? Tudo que escrevemos nas
redes recebe o nome de postagem ou post.
Blog é uma espécie de diário virtual, onde escrevemos, “postamos”, nossas ideias e
opiniões. Blog vem da abreviação de weblog: web (tecido, teia, também usado para
designar o ambiente de Internet) e log (diário de bordo). O blog é, então, uma
ferramenta do mundo virtual que permite aos usuários colocarem conteúdo na rede e
interagir com outros internautas. Voce já postou em um blog? Que tipo de postagem
você costuma fazer na internet?
Post também pertence ao gênero textual denominado de mensagem instantânea.
Sua característica principal é o fato de ser um texto virtual, isto é , escrito na internet e
que pode ser lido por muitas pessoas ao mesmo tempo e em em toda parte do mundo,
bastando queos leitores estejam conectados à Internet.
Se possível, acesse em casa o site Conexão Aluno da Secretaria de Educação do
estado do Rio de Janeiro há muitos assuntos interessantes para você, aluno da rede
estadual. Ao clicar no link Interatividade,você terá acesso a vários blogs de diversas
escolas. Procure saber se a sua já possui um blog, caso não tenha procure o grêmio e
estimule-o a criar um.
Atividade 3
Para que as pessoas saibam mais sobre você nas redes sociais, é importante que
você se apresente, descreva suas preferências e forneça características sobre sua
personalidade, ou seja, tudo o que você considerar importante para que o outro o(a)
conheça.
Vamos lá, então?
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1.
Escreva um texto se apresentando, comente sobre o que você gosta, de que você
não gosta, o que você faz no seu dia-a-dia, seus sonhos e o que mais julgar importante.
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Leia com atenção o texto a seguir:
O Sentido da Vida
Não é nenhuma novidade que dinheiro, viagens, status, beleza e outras coisinhas
mundanas são sonhos de consumo de muita gente, mas não dão sentido à vida de
ninguém. A única coisa que justifica nossa existência são as relações que a gente
constrói. Só os afetos é que compensam a gente percorrer uma vida inteira sem saber
de onde viemos e para onde vamos. Diante da pergunta enigmática - por que estamos
aqui? - só nos consola uma resposta: para dar e receber abraços, apoio, cumplicidade,
para nos reconhecermos um no outro, para repartir nossas angústias, sonhos, delírios.
Para amar, resumindo.
Piegas? Depende de como essa história é contada. Se for através de um filme
inteligente, sarcástico, tragicômico como Invasões Bárbaras, o piegas passa à condição
de arte.
(...) E a gente se pergunta: há algo mais nesta vida pra sobrar? Quando chegar a
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nossa hora, o que realmente terá valido a pena?
(...) Mas, Pais e filhos, maridos e esposas, amigos: são eles que sustentam a nossa
aparente normalidade, são eles que estimulam a nossa funcionalidade social. Se não for
por eles, se não houver um passado e um presente para com eles compartilhar, com
que identidade continuaremos em frente, que história teremos para carregar, quem
testemunhará que aqui estivemos? Só quem nos conhece a fundo pode compreender o
que nos revira por dentro, qual foi o trajeto percorrido para chegarmos neste exato
ponto em que estamos, neste estágio de assombro ou alegria ou desespero , ou seja lá
em que pé estão as coisas pra você.
(...) Todas as pessoas querem deixar alguns vestígios para a posteridade. Deixar
alguma marca. É a velha história do livro, do filho e da árvore, o trio que supostamente
nos imortaliza. Filhos somem no mundo, árvores são cortadas, livros mofam em sebos. A
única coisa que nos imortaliza - mesmo - é a memória daqueles que nos amaram e
foram fiéis. (Recebido de Ana Cristina Rosado)
Martha Medeiros
PARTICIPAÇÃO DOS USUÁRIOS DO SITE
6/22/2009 10:33:03 PM - Autor(a)
Amei este artigo... ele nos mostra o valor que tem os nossos familiares e amigos...
e, principalmente, nossas ações... seremos lembrados mediante o que fazemos, o
que somos hoje e se as nossas relações de amizade forem sólidas. E isso se
constrói, penso eu, com respeito mútuo, um abraço apertado nos momentos de
alegria ou de tristeza e um sorriso que diga ao outro que ele é especial... para que
você também se torne especial... vale a pena ler os textos de Martha Medeiros,
ela nos faz pensar.... um abraço a todos....
9/8/2005 3:34:50 AM - Autor(a)
Vocês são demais, me emocionei com a matéria, todos deveriam ler e refletir
sobre os seus sonhos e correr atrás deles. mais valem as lágrimas da derrota, do
que a vergonha de nao ter lutado!!! estamos aqui somente de passagem,
devemos viver cada minuto que nosso deus nos dá de graça. coloque tudo em
deus, coloque deus em tudo...
beijos!!!
Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/blog/blog.asp?id=249
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2.
Imagine que você acessou o blog e leu o texto. Agora, escreva um comentário sobre
o que achou do texto, como se estivesse postando no site.
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3. Imagine que um colega postou numa rede social uma crítica ao uso de uniforme nas
escolas. Escreva você também um comentário a favor ou contra o uso do uniforme.
Analise bem essa questão, lembrando-se de que tudo tem seus prós e contras.
Defenda bem sua opinião!
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Avaliação
Caro(a) aluno(a),
Agora que você já conhece os gêneros de texto Bilhete e Mensagem Instantânea, e sabe
como produzi-los conforme a estrutura que apresentam, chegou a hora de mostrar tudo
o que você aprendeu sobre o assunto! Vamos lá?
Leia o texto com atenção:
A BOA ESCOLA
Primeiro, a escola tem de existir. No Brasil há incrivelmente poucas escolas em
relação à necessidade real.
Tem de existir escolas para todas as crianças, em todas as comunidades, as
mais remotas, com qualidades básicas: não ultrapassar o número de alunos bem
acomodados, e que eles não tenham de se locomover para muito longe; instalações
dignas, que vão das mesas as paredes, telhado, pátio para diversão e recreio, lugar
para exercício físico e esportes; instalações sanitárias decentes, cozinha para
alimentar os que não comem suficientemente em casa; alguém com experiência
médica ou de enfermagem para atender os que precisarem.
Em cada sala de aula, naturalmente, uma boa prateleira com livros sem dúvida
doados pelos governos federal, estadual, municipal. E que ali se ensine bem o
essencial: aritmética, bom uso da linguagem, noções de história e geografia para que
saibam quem são e onde no mundo se situam.
(...)No chamado segundo grau, além de livros, quem sabe computadores, mas –
ainda que escandalizando alguns – creio que esses objetos maravilhosos, que eu
mesma uso constantemente, não substituem um bom professor. E que, nesse degrau
da vida, todos sejam preparados para a universidade, desde que queiram e possam.
Pois nem todos querem uma carreira universitária, nem todos têm capacidade
para isso: para eles, excelentes Escolas Técnicas, depois das quais podem ter mais
ganho financeiro do que a maioria dos profissionais liberais.
(...) O que aqui escrevo é mero, simples, bom-senso. Todos têm direito de
receber a educação que os coloque no mundo sabendo ler, escrever, pensar, calcular,
tendo ideia do que são e onde se encontram, e podendo aspirar a crescer mais.
Isso é dever de todos os governos. E é nosso dever esperar isso deles.
Lya Luft
Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tag/lya-luft/
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1. Que comentário você faria sobre o texto que acabou de ler? Para você, o que seria,
então, uma boa escola?
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1. Imagine que você possui um blog e escreva um post sobre a sua escola. Não se
esqueça da ética, então, não precisa identificá-la. Aponte o que gosta, isto é, os
aspectos positivos e cite o que pode melhorar. Não se esqueça de dizer há quanto
tempo você estuda nesta escola, e o que mais considerar importante para o seu texto
ficar bastante criativo!
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2. Produza um bilhete dirigido a sua mãe explicando o porquê de não estar em casa
na hora que ela chegou do trabalho. Não se esqueça dos elementos que
constituem a estrutura desse gênero. Use e abuse de sua criatividade!
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3. Você marcou uma reunião com três colegas de turma para confeccionarem uma
maquete para um trabalho escolar. Um dos colegas, justamente o responsável
por trazer o material necessário para a construção da maquete, não aparece.
Envie um torpedo perguntando por que ele ainda não chegou e lembrando- o de
trazer o material.
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Referências
[1] CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar. Texto e interação: uma
proposta de produção textual a partir de gêneros e projetos. São Paulo: Atual, 2000.
[2] KOCH, Ingedore Villaça; ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever: estratégias de
produção textual. São Paulo: Contexto. 2009.
[3] MARCUSCHI, Luiz Antonio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão.
Parábola Ed., 2009.
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Equipe de Elaboração
COORDENADORES DO PROJETO
Diretoria de Articulação Curricular
Adriana Tavares Maurício Lessa
Coordenação de Áreas do Conhecimento
Bianca Neuberger Leda
Raquel Costa da Silva Nascimento
Fabiano Farias de Souza
Peterson Soares da Silva
Ivete Silva de Oliveira
Marília Silva
Professores Colaboradores:
Heloisa Macedo Coelho
Ivone da Silva Rabello
Rosa Maria Ferreira Correa
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