...

informa

by user

on
Category: Documents
2

views

Report

Comments

Description

Transcript

informa
ACDV
Associação Comercial
do Distrito de VISEU
EDITORIAL
052016
informa
E
ste é o primeiro Editorial que dirijo
aos associados enquanto Presidente a
cumprir um novo mandato para o qual
fui agora eleito.
Como sabem, no passado dia 30 de Março, a
equipa que represento, apenas com algumas
alterações, foi reconduzida para cumprir
mais um mandato à frente desta Instituição,
em Assembleia Geral realizada para o efeito.
Já cumpridos 3 mandatos, este é o quarto
mandato de 3 anos que teremos para
continuar o trabalho que iniciámos, mas
sobretudo para realizar novos projetos que
ambicionamos concretizar.
Para tanto, contamos, como sempre,
com o apoio dos nossos parceiros e dos
nossos pares, mas sobretudo dos nossos
associados.
Não tem sido fácil trilhar um caminho cheio
de obstáculos. Esta Associação tem 115 anos
de existência, e estes últimos anos serão,
porventura, dos mais conturbados, tanto
para os Dirigentes Associativos como para os
empresários/associados que representamos.
Ainda assim, penso que todos reconhecem
o esforço que fazemos e compreenderão
os resultados menos bons que, por vezes,
apresentamos.
Contudo, a situação do País, e da economia
global, não nos desresponsabiliza, e nós
também não rejeitamos a responsabilidade
que nos cabe.
Foi com essa consciência que assumimos
mais 3 anos de trabalho na ACDV, e
garantimos que os nossos associados podem
contar com todo o nosso empenho para
continuarmos a merecer a sua confiança.
Lanço aqui o repto a todos para que
participem na vida associativa, para que
nos abordem com os seus problemas, que
partilhem connosco as suas vitórias, que se
sintam parte desta Instituição e que sejam a
face visível do trabalho que aqui se produz.
Contamos com todos.
O Presidente da Direção
Gualter Jorge Lopes Mirandez
Eleições
Novos corpos sociais
No passado dia
30 de Março,
realizou-se a
Assembleia
Geral Ordinária,
para análise
e votação do
Relatório e Contas
do Exercício
de 2016. Esta
Assembleia teve
a particularidade
de integrar o Ato
Eleitoral, para o
triénio 2016-2018.
Apresentou-se
uma única lista
candidata, sendo
os elementos dos
Corpos Sociais
quase todos
reconduzidos
no cargo.
2
Desta forma, os atuais elementos dos Corpos Sociais são os seguintes:
Mesa da Assembleia Geral
Cargo
Nome
Presidente
José Luís Monteiro de Castro Moreira
Secretário
Luís Alberto Pessoa Fonseca Castro
Secretário
António Samuel Albuquerque Freitas
Firma Representada
Hotel Grão Vasco, S.A.
Ourivesaria Pessoa, Lda
Volter-Albuquerque & Freitas, S.A.
Direção – Efetivos
Cargo
Presidente
Vice-Presidente
Vice-Presidente
Vice-Presidente
Vice-Presidente
Firma Representada
Bugigangália, Lda.
Vismec, Lda.
Lubridão, S.A.
Restaurante Mesa da Sé,Lda.
Casa das Matrículas Viseu,Lda.
Nome
Gualter Jorge Lopes Mirandez
João António Ferreira Esteves
Manuel Pinto D’Oliveira
Maria Elvira Oliveira Soares
Luís Carlos Araújo Correia
Direção – Suplentes
Cargo
Nome
Vice-Presidente Suplente João Carlos Almeida Oliveira Antunes
Vice-Presidente Suplente Maria Lurdes Lopes Correia
Firma Representada
Foto Batalha, Lda.
Insinuante Moda, Lda.
Conselho Fiscal
Cargo
Presidente
Vogal
Vogal
Firma Representada
Centro Óptico Beirão,Un.Lda
Promover Consultores,Lda.
Francisco Tavares da Silva,Lda
Nome
Nuno Miguel Vale de Castro Lopes
Carlos Miguel Leitão Loureiro Pipa
Paulo Francisco Amaral Tavares
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO DISTRITO DE VISEU
Gualter Mirandez
Quarto mandato dos Órgãos Sociais da acdv
Os associados, leitores assíduos desta publicação,
têm recebido em cada número uma série de
entrevistas com colegas empresários, no âmbito
de uma nova rúbrica, que tem como objetivo dar a
conhecer o trabalho e as opiniões sobre diversos
assuntos relacionados com a atividade, dos
associados da ACDV.
N
este número, entrevistámos
um associado, colega empresário, que tem a particularidade de ser também o Presidente da Direção desta Associação há três mandatos
consecutivos, e que foi recentemente
eleito para cumprir o quarto.
2016 marca o ano em que Gualter
Mirandez inicia o seu quarto mandato
como Presidente da Associação Comercial do Distrito de Viseu.
Com mais um mandato de 3 anos, agora legitimado, até 2018 será
ele e a sua equipa a gerir a cada vez mais difícil tarefa de manter unida e coesa uma classe que enfrenta muitas adversidades e que sente
os efeitos da crise e da recessão mais do que ninguém.
Contudo, aparentemente, não foi essa dificuldade que impediu
Gualter Mirandez de se recandidatar, sabendo de antemão o que lhe
reservam os próximos tempos, conturbados sim, mas também desafiantes, como o próprio admite.
ACDV Informa – Quando foi aventada a hipótese de ser o entrevistado deste número do ACDV informação teve alguma relutância em
aceitar, acabando por anuir. Porque mudou de atitude?
Gualter Mirandez - Há cerca de três anos, a linha editorial desta
publicação passou a contemplar entrevistas aos associados, dando
voz às suas preocupações e às suas opiniões sobre os mais variados
temas. Nunca foi meu propósito ser o protagonista desta rúbrica, nem
é esse o objetivo da mesma. Contudo, refletindo sobre esta questão,
penso que será importante deixar aqui o testemunho do trabalho desta Direção para que todos os associados possam ter acesso a ele.
Infelizmente, as reuniões que se realizam para os associados, sendo
as mais importantes as Assembleias Gerais, não têm cativado o interesse da maioria, denotando-se uma ausência sistemática nestes
fóruns. Aquilo que gostaríamos de dizer aos associados pessoalmente, vamos transmiti-lo aqui, esperando sobretudo que fiquem melhor
informados sobre a vida da sua Associação.
ACDV Inf. - Nos últimos nove anos, em que decorreram os três
mandatos, enquanto Presidente da Direção da ACDV, desenvolveu um
trabalho de gestão interna desta Associação enquanto Instituição,
mas também de gestão dos diferentes interesses dos empresários/
associados que ela representa. Quais as dificuldades e vitórias que
regista, como mais marcantes?
Gualter M. – Este trabalho de Dirigentes Associativos muitas
vezes é um trabalho ingrato. Lutamos por causas e congregação de
interesses, que mais nos fazem sentir D. Quixotes de La Mancha. Sem
resultados e sem a eficácia desejada.
Por outro lado, conseguimos vitórias que compensam, de longe,
os resultados menos bons.
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO DISTRITO DE VISEU
Do trabalho que realizámos até aqui e que ficará para as gerações
vindouras, destaco a requalificação do edifício sede da ACDV. Construído na década de 1920, do século passado, apresentava muitas debilidades e marcas da passagem do tempo que urgia ultrapassar. Não
obstante a vontade, nunca foi possível a outras Direções fazer uma
intervenção de fundo.
Como tivemos nós essa oportunidade, considero que foi um privilégio e uma das nossas grandes vitórias.
Além desta há ainda duas vitórias que são muito importantes e
exclusivas dos nossos mandatos. A primeira, é a formação e consultoria especializadas que proporcionamos aos nossos empresários e
seus colaboradores, com os programas de Formação-Ação que são
uma mais-valia para os participantes. A segunda é a Gala do Comércio, um evento que marca a diferença na comunidade viseense. No
mesmo evento homenageamos as empresas e o comércio de rua, mas
também as personalidades de destaque na sociedade viseense, resultando um espetáculo de glamour muito aplaudido por todos. Não
sendo fácil a sua organização, sobretudo a nível orçamental, faremos
tudo para que continue a realizar-se no futuro.
ACDV Inf. – Fez tudo o que desejava fazer, ou sente que ficou
algo por fazer?
Gualter M. – Nunca se faz tudo o que se tem em mente. Até porque novos projetos vão surgindo na nossa cabeça. E as dificuldades,
como já disse, são muitas. Mas além de termos conseguido levar a
cabo muitos projetos inéditos, há um que, pessoalmente, me é muito
caro, e que não passou ainda da ideia e de um forte desejo – o lançamento da primeira pedra do Lar do Comércio. Talvez um dia.
ACDV Inf. – O que o levou a candidatar-se para cumprir mais um
mandato?
Gualter M. – O trabalho de três mandatos foi muito. Por vezes,
menos visível aos olhos dos associados, mas ele existiu. No final de
cada mandato, pensamos sempre no que ficou por fazer e no que queremos fazer ainda. E é sempre essa disposição de concluir trabalho,
de realizar mais um projeto que me levou a candidatar-me novamente.
ACDV Inf. – Que desafios espera encontrar nos próximos três
anos de mandato?
Gualter M. – O maior desafio coloca-se agora a nível interno.
Dada a conjuntura atual, conseguir manter o equilíbrio financeiro da
ACDV, passou a ser um desafio a ultrapassar todos os dias. E claro, o
trabalho com as nossas empresas e os nossos associados será sempre a nossa prioridade.
ACDV Inf. – Como disse, o financiamento das Associações é
um problema antigo que se agudizou com a crise, mas também com
a mudança de Quadro Comunitário e sobretudo com os atrasos de
candidaturas a projetos que garantem alguma sustentabilidade e são
importantes para o orçamento das Associações. Como lida a ACDV
com este problema?
Gualter M. – Não tem sido fácil. Tal como todas as Associações
do País, a ACDV também tem muitas dificuldades ao nível do seu financiamento. O tradicional financiamento por via quotização é cada vez
menos constante, as empresas estão com dificuldades e reduzem as
despesas, começando por deixar de pagar as quotas à Associação. Os
serviços que prestamos são tendencialmente gratuitos para não onerar
mais os associados, e os serviços especializados como o Autocontrole
são disponibilizados quase a preço de custo. A acrescentar a tudo isto,
3
Entrevista
temos os atrasos da mudança de Quadro Comunitário, que desde há
dois anos para cá estagnou todos os projetos e os respetivos dividendos.
Fazemos assim, uma gestão corrente, com muitas dificuldades,
e com alguma criatividade, sempre com o objetivo de não descurar a
defesa dos interesses dos associados, e não mergulhar a ACDV numa
situação crítica a esse nível.
ACDV Inf. – O Comércio de Rua tem sido desafiado a adaptarse aos novos tempos, novos hábitos dos consumidores, novas exigências, novos formatos da concorrência, etc. No caso particular de
Viseu, como acha que tem reagido o comércio de rua, face a estes
desafios?
Gualter M. – O comércio de rua tem enfrentado desafios que
ao mesmo tempo são provas de força que todos somos chamados a
ultrapassar. Houve um embate inicial com muitas novidades, novos
formatos, grande aumento da área comercial, novas exigências por
parte dos consumidores, etc, etc.
Depois desse embate inicial, o comércio de rua percebeu que tinha de fazer algumas adaptações para garantir o seu lugar no mercado. Com a sua capacidade de regeneração tem vindo a reagir a todos
esses desafios e mantém-se com as devidas adaptações, e com todas
as dificuldades, que no fundo são transversais a todos os setores. E
o comércio de rua de Viseu tem uma tradição secular que lhe permite
afirmar-se perante todos os novos formatos.
ACDV Inf. – Considera que ainda existe margem para crescimento no setor?
Gualter M. – Sinceramente, penso que sim. Há vida para além
desta crise. Haverá vida para além dos Centros Comerciais. O comércio de rua, reinventar-se-á e penso que ainda assistiremos a novos
tipos de oferta, a um comércio revigorado e responsável por uma importante vivência das nossas cidades.
ACDV Inf. – Que mensagem deixa aos associados, o que podem
esperar da sua liderança e do trabalho da sua equipa. E o que podem
esperar do seu País nos próximos tempos.
Gualter M. – Os associados da ACDV conhecem a sua Associação. Somos uma Instituição com 215 anos de existência. Esta longevidade resulta de um reconhecimento por parte dos associados, da
nossa capacidade de trabalho, da nossa capacidade de liderança, dos
serviços de qualidade que prestamos. Também os nossos pares nos
respeitam e reconhecem o nosso peso institucional, tanto a nível regional como nacional.
Da minha parte e da minha equipa, garantimos aos associados
a continuidade de um trabalho rigoroso na defesa dos interesses do
setor. Individualmente, cada um dos associados continuará a ser recebido nesta Instituição, com toda a atenção e profissionalismo.
Os tempos de crise e recessão ainda não acabaram, e do nosso
País não poderemos esperar já grandes mudanças, nomeadamente
na redução de impostos ou no incentivo ao investimento, contudo estamos atentos e enquanto representantes na estrutura de cúpula do
movimento associativo nacional, vamos estar sempre presentes.
Aos associados peço que acreditem no associativismo, que acreditem que a união faz a força, e que acreditem que juntos vamos mais
longe. Que sejam participativos, que frequentem as reuniões e as Assembleias Gerais, e que frequentem as instalações da sua sede, na
Rua da Paz.
Da nossa parte, estamos cá para os receber, ouvir, e dar a melhor
resposta às suas questões.
4
Projetos de Formação-Ação
Melhor Turismo 2020
A Associação Comercial do Distrito de Viseu tem
um projeto de Formação-Ação/Consultoria para PME
designado Melhor Turismo 2020, no âmbito
do COMPETE 2020, que visa reforçar a capacidade
competitiva das empresas do setor do Turismo.
Trata-se de uma metodologia que implica a mobilização
em alternância das vertentes de formação e de consultoria (on
the job).
As áreas temáticas a contemplar no programa diferenciamse não só ao nível do foco estratégico que propõem (Ciclo Planeamento), mas também ao nível das soluções metodológicas
que convocam (Ciclo Temático).
A candidatura foi submetida com a pré-inscrição de 20 empresas, aguardando-se o resultado da mesma, para se implementar no terreno.
Qualificação das PMEs
A
Associação Comercial do Distrito de Viseu apresentou
uma candidatura ao Programa Operacional Competitividade e Internacionalização (POCI), respeitante aos
Aviso N.º34/SI/2015, Projetos Conjuntos de Formação-Ação. A formação-ação é uma intervenção com aprendizagem
em contexto organizacional e que mobiliza e internaliza competências com vista à persecução de resultados suportados por
uma determinada estratégia de mudança organizacional. As
intervenções serão desenvolvidas em cada empresa aderente
para aumentar a sua produtividade, rentabilidade, capacidade
competitiva e introduzir processos de mudança/inovação. No
âmbito do presente projeto podem ser contempladas intervenções nas empresas em 3 áreas temáticas prioritárias:
I – DESEMPENHO ORGANIZACIONAL
E RECURSOS HUMANOS
Intervenção ao nível do funcionamento, gestão, comunicação e
marketing; incidir sobre o desempenho individual dos recursos
humanos e aspetos organizacionais e de eficiência coletiva;
equacionar o reposicionamento da empresa face ao mercado
em que atua.
II – QUALIDADE
Preparação para obter o reconhecimento de qualidade; intervenção de auditores certificados (quando concluídas as fases
de formação e consultoria na área da qualidade) visando a obtenção da certificação prevista para o comércio e serviços.
III – INTERNACIONALIZAÇÃO
Desenvolvimento dos processos de qualificação para a internacionalização; ações de promoção e marketing internacional;
ações que visem o acesso a novos mercados. Destina-se a empresas que ainda não se internacionalizaram ou que já exportam e pretendem melhorar o seu desempenho.
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO DISTRITO DE VISEU
Novo regime
OE 2016
Resolução Alternativa de Litígios
de Consumo - ral
Aplicação das taxas reduzida
e intermédia de IVA
E
m 8 de setembro de 2015 foi publicada a Lei 144/2015, que
transpôs a Diretiva 2013/11/EU, do Parlamento Europeu e do
Conselho, de 21 de maio de 2013, que entrou em vigor no
passado dia 23 de março de 2016 e que se aplica ao sector comercial e de serviços.
Aconselhamos assim, todos os associados a uma leitura atenta
deste diploma legal no sentido do seu cumprimento evitando as pesadas coimas.
Além de outros, destacamos como relevantes, o facto da obrigatoriedade das empresas darem a conhecer a entidade RAL a que os seus
clientes consumidores podem recorrer, para a resolução alternativa
de litígios de consumo.
No caso concreto para a região de Viseu é o CNIACC – Centro
Nacional de Informação e Arbitragem de Conflitos de Consumo,
exceto para o sector dos seguros e reparação automóvel, para os
quais existem centros específicos.
Esta informação aos clientes consumidores deve ser prestada da
seguinte forma:
- Sempre no sitio de internet caso exista, através de um suporte dura-
douro afixado de forma visível e permanente no estabelecimento, ou então na
fatura e nos contratos sempre que redigidos a escrito
CENTRO COMPETENTE PARA A RESOLUÇÃO
ALTERNATIVA DE LITÍGIOS DE CONSUMO:
CNIACC – Centro Nacional de Informação
e Arbitragem de Conflitos de Consumo
CORREIO: Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa
Campus de Campolide
1099-032 Lisboa
www.arbitragemdeconsumo.org • Telefone: 213847484
Vitrinismo
ACDV colabora com o Centro de
Formação Profissional de Viseu
para a integração de Estagiários do
Curso de Técnicos de Vitrinismo
N
o seguimento do que é a sua política de colaboração Institucional, a Direção da ACDV, mais uma vez, aceitou o desafio
proposto pelo Centro de Formação Profissional para contatar
os lojistas associados no sentido de aceitarem estagiários de uma
ação de formação que está a decorrer naquele Centro. Além do propósito descrito, a Direção entendeu que esta era uma mais-valia para as
lojas de rua, e para os lojistas. Nesse sentido, 13 empresas de diversas áreas de negócio, irão receber os respetivos estagiários que iniciarão o estágio no dia 18 de Abril, e se prolongará por seis semanas.
Os estagiários têm nível 4, na qualificação do QNQ, e competências adquiridas em diversas áreas do vitrinismo.
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO DISTRITO DE VISEU
P
assam a beneficiar da taxa reduzida, as algas vivas, frescas ou secas, os sumos e néctares de algas e as bebidas de
aveia, arroz e amêndoa sem teor alcoólico.
Ficam também sujeitas à taxa reduzida as prestações de serviços utilizadas no âmbito das atividades de produção aquícola.
É reformulada a redação da verba 1.1.5 da Lista I, que passa a
prever apenas o “pão”.
As conservas de carne e miudezas comestíveis passam a ser
tributadas à taxa normal.
IVA A partir de 1 de julho de 2016, passam a estar abrangidas
pela taxa intermédia:
• As prestações de serviços de alimentação e bebidas, com
exclusão das bebidas alcoólicas, refrigerantes, sumos, néctares
e águas gaseificadas ou adicionadas de gás carbónico ou outras
substâncias; e (Quando o serviço incorpore elementos sujeitos a
taxas distintas para o qual é fixado um preço único, por exemplo, em menus de refeição, o valor tributável deve ser repartido
pelas várias taxas, tendo por base a relação proporcional entre
o preço de cada elemento da operação e o preço total que seria
aplicado de acordo com a tabela de preços ou proporcionalmente
ao valor normal dos serviços que compõem a operação. Não sendo
possível efetuar esta repartição, é aplicável a taxa mais elevada à
totalidade do serviço.)
• As refeições prontas a consumir, nos regimes de pronto a
comer e levar ou com entrega ao domicílio.
Manta de afetos
Projeto da Lexvis recebe
colaboração da Acdv
A
LEXVIS – Associação Cultural e Desportiva do Círculo Judicial
de Viseu, idealizou o projeto Manta de Afetos, é uma iniciativa
de caráter social, que visa promover a mobilidade e a interação dos idosos mais vulneráveis da cidade, com a restante Comunidade Viseense, debelando carências afetivas, mas também materiais,
através de uma onda de solidariedade a que se pretende dar forma.
Em conjunto com outras Entidades, a Associação Comercial,
foi desafiada a entrar neste projeto, sensibilizando as empresas do
comércio de rua para a importância que também podem ter na promoção da qualidade de vida destes idosos e na contribuição para a
referida onda de solidariedade.
Com o objetivo atras definido, propôs-se a cada estabelecimento
contatado, a aceitação de vales, emitidos pela LEXVIS, para aquisição
de produtos e serviços no seu estabelecimento.
Este projeto contempla também a criação de um Fundo de Solidariedade que será aplicado em todas as iniciativas que promovam a
integração dos idosos identificados como mais vulneráveis no perímetro urbano da Cidade.
Apraz-nos registar que este projeto teve muito boa aceitação por
parte dos nossos lojistas, tendo aderido praticamente todas as empresas contactadas, mais de três dezenas.
5
Acdv e Caixa
de Crédito Agrícola
Mútuo celebram protocolo
N
o passado mês de Março, a ACDV e a Caixa de Crédito Agrícola
Mútuo de Terras de Viriato, celebraram um Protocolo de colaboração que pretende trazer vantagens para os associados
desta Associação, sobretudo no que diz respeito ao acesso ao crédito.
Este protocolo “regula os termos e as condições em que a Caixa
Agrícola e a ACDV cooperam no sentido de promoverem os produtos/
serviços da Caixa, facilitar a criação de auto-emprego e pequenos negócios pelos associados da ACDV bem como o investimento na expansão e modernização das empresas desses associados”.
Para mais informação os associados da ACDV devem dirigir-se aos
nossos Serviços.
Publicidade em veículos
PUBLICIDADE EM VEÍCULOS SUJEITA
A LICENCIAMENTO OBRIGATÓRIO
INFORMAÇÃO DA CÂMARA
MUNICIPAL DE VISEU
R
elembramos que de acordo com o Regulamento Municipal
sobre esta matéria, a publicidade em veículos móveis está
sujeita a licenciamento obrigatório. Caso ainda não conheça
os termos do “Regulamento de Publicidade e Ocupação do Espaço
Público”, poderá consultar o documento na íntegra, disponível no
site da CMV.
O regulamento em causa prevê o licenciamento de publicidade
em veículos, que identifique empresas, atividades, bens, serviços
ou outros. No entanto, tal publicidade não pode ser afixada ou inscrita nos vidros do veículo, nem pode prejudicar a sinalização ou
identificação do mesmo (artigo 16º, do anexo I do Regulamento).
O pedido de licenciamento deve ser acompanhado por um conjunto de documentos específicos, os quais podem também ser consultados neste mesmo regulamento (artigo 29º, nº1).
A ausência da licença de publicidade em veículos constitui contraordenação, punível com coimas que variam perante pessoas singulares ou coletivas, prevista no “Regulamento de Taxas, Licenças
e Outras Receitas”, disponível no site da CMV.
Protocolo de parceria com forprev
no âmbito da higiene, segurança e
saúde no trabalho
A
Associação Comercial do Distrito de Viseu e a Reciviseu, empresa associada desta Instituição, celebraram um protocolo
cujo objeto é a prestação de serviços de Higiene, Segurança e
Saúde no Trabalho, através da empresa do Grupo, com competências
nesta área, a FORPREV.
Com esta parceria, a Direção da ACDV espera disponibilizar um
serviço de qualidade, a preços competitivos, aos seus associados.
Para todas as informações sobre este novo protocolo, os associados devem dirigir-se aos nossos serviços administrativos.
Apresentação da
A ForPrev é uma organização do grupo da Reciviseu, conhecido também pela sua designação comercial de RCV. É uma organização fundada no ano 2000. É uma empresa portuguesa onde todos
os sócios fazem parte dos quadros da empresa com reflexo por isso,
numa grande sensibilização para as necessidades dos clientes.
Atualmente, é reconhecida como sendo uma das principais organizações de referência na área dos consumíveis informáticos, comercialização de equipamentos de impressão, material e mobiliário de
escritório e na prestação de serviços dos mesmos equipamentos de
impressão, em todo o território nacional.
Sendo a RCV uma organização jovem e dinâmica, procura melhorar o seu desempenho, de forma a ir de encontro às necessidades dos seus clientes, consolidando a sua imagem de excelência
junto dos mesmos. Por ser uma organização em que o empreendedorismo impera, e por querer merecer a confiança dos seus clientes, a RCV investe em diversas áreas de negócio.
O grupo RCV criou em 2011 uma nova área de negócio associada à prestação dos serviços externos de Segurança e Saúde no
Trabalho e Higiene e Segurança Alimentar, sendo a sua designação comercial de ForPrev. A Reciviseu, adiante designada por
ForPrev, é uma entidade acreditada pela Direcção Geral da Saúde
(DGS), Autoridade para as condições de Trabalho (ACT), e pela Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT).
A ForPrev é composta por uma equipa multidisciplinar.
Reúne as mais diversas áreas de conhecimento estando todas elas
interligadas entre si, procurando sempre ir de encontro às necessidades e satisfação dos clientes.
NOVOS ASSOCIADOS
É com agrado que aqui registamos a inscrição destes novos sócios,
aos quais desejamos os maiores êxitos empresariais.
Nalocodon Unipessoal, Lda – Viseu • Joy & Happiness, Lda – Viseu • Cesár Santos & Amaral Santos, Lda –
Viseu • José Manuel Ferreira Cruz – Viseu • Franclim Silvestre Lopes – São João Da Pesqueira • Manuel Filipe
Campos Pacheco – Viseu • Maria Adelaide Costa Bragança Ferreira – São Pedro Do Sul • Impacto Convergente
- Supermercados, Lda – Sátão • Pedro Miguel Ferreira – Viseu • Óptica Parente 2, Lda – Viseu • Delmira
Campos - Perf. E Cosmética, Lda – Viseu • Daniela Gaspar Lopes – Viseu • Beleza Inquieta - Unipessoal,
Lda – Vouzela • Abraconceptus, Unipessoal, Lda – Viseu • Isabel Maria Castanheira Soares Almeida – Viseu •
Sónia Jacinta Ferreira Lopes – Tondela • O Reco Da Sé, Lda – Viseu • Matias & Almeida - Com. Congelados,
Unip., Lda – São Pedro Do Sul • Adelino Manuel Amaral Quinteiro Lopes – Viseu • Armazéns Pomar, Lda.
– Tondela • Empr. Turístico Monte Belo-Soc Turismo E Recreio, S.a. – Viseu • Ass. Social, Cultural, Rec.
Desp. Casa Benfica Em Viseu – Viseu • Family Cake, Lda. – Viseu • Maria Clara A. Rodrigues Costa – Viseu
6
Associação Comercial
do Distrito de Viseu
Rua da Paz, nº 7 – 3500-168 Viseu
Telefone: (+351) 232 423 733
Fax: (+351) 232 424 561
E-mail: [email protected]
www.acdv.pt
FICHA TÉCNICA • ISSN: 0872-6329 • PROPRIEDADE:
Associa­ç ão Comercial do Distrito de Viseu - Sede e
Admin.: Rua da Paz, 7 - Tel. 232 423 733 • Fax 232
424 561 • DIRETOR: Gualter Jorge Lopes Mirandez •
COORDENAÇÃO: Serviços Administrativos da ACDV •
IMPRESSÃO: Tipografia Ocidental - Viseu • Periodicidade:
bimensal • Tiragem: 2000 ex. • Distribuição Gratuita
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO DISTRITO DE VISEU
Sistema de reconhecimento da Qualidade do Serviço
das Pequenas e Médias Empresas do comércio e serviços
O
projeto ”Sistema de Reconhecimento da Qualidade do Serviço
das Pequenas e Médias Empresas do Comércio e Serviços”
surgiu da convicção da Confederação do Comércio e Serviços
de Portugal (CCP) de que a generalidade das empresas de comércio
e serviços, pela sua dimensão, não estão em condições, pelo menos
numa primeira fase, de concretizar um processo de certificação com
base nas normas ISO.
Deste modo, ao longo dos últimos anos a CCP, com o envolvimento
do seu movimento associativo, foi arquitetando um sistema de reconhecimento ajustado às especificidades destas empresas, que fosse
dotado da necessária flexibilidade quanto aos tempos de execução e
das áreas objeto de avaliação.
Foi, assim desenvolvido o sistema em epígrafe que tem como objetivo incentivar as PME do comércio e serviços a melhorar as suas
formas de organização e a qualidade do seu desempenho, visando adequá-los às exigências da procura, assegurando uma melhor satisfação
dos seus clientes.
Com o intuito de institucionalizar este sistema, decidiu-se recorrer
ao Instituto Português da Qualidade (IPQ), com o propósito de traduzir
Estampilha do tabaco para 2016
Alteração dos prazos para comercialização
D
ados os constrangimentos verificados na disponibilização
da segunda estampilha especial de 2016, de cor verde,
aos operadores económicos, e as exigências de rotulagem
impostas pela Lei nº 109/2015, de 26 de Agosto, a Portaria nº 67A/2016 de 4 de Abril, vem alargar os prazos de comercialização
das embalagens de cigarros e de tabaco de corte fino destinado
a cigarros de enrolar.
Assim, as embalagens individuais de cigarros e de tabaco de
corte fino destinado a cigarros de enrolar, que tenham aposta a
primeira estampilha especial de 2016, de cor vermelha, só podem
ser objeto de comercialização e venda ao público:
a) – Até 30 de Junho de 2016, no caso dos cigarros;
b) – Até 20 de Maio de 2017, no caso do tabaco de corte fino
destinado a cigarros de engomar.
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO DISTRITO DE VISEU
o trabalho realizado numa Especificação Técnica (ET). Desta forma,
criou-se uma Comissão Técnica Ad hoc (CTA 33), denominada “Comércio e Serviços”, que elaborou e aprovou o prDNP TS 4546 2015
- Sistema de reconhecimento da qualidade do serviço das pequenas
e médias empresas do comércio e serviços, que esteve sujeito a inquérito público até ao passado dia 27 de Janeiro, sendo que a ET será
editada, pelo IPQ, a 15 de Março de 2016.
Na sequência deste trabalho, a DNP TS 4546 2015 - Sistema de
reconhecimento da qualidade do serviço das pequenas e médias empresas do comércio e serviços foi publicada pelo Instituto Português da
Qualidade (IPQ), no dia 15 de Março de 2016.
Esta Especificação Técnica destina-se a proporcionar às micro,
pequenas e médias empresas (PME) do Comércio e Serviços, uma poderosa ferramenta de trabalho, para iniciarem programas de melhoria
contínua, tornando-se, assim, mais competitivas.
Para os efeitos que entenderem convenientes, poderão obter o
documento normativo referido, com um desconto promocional de
30%, até ao próximo dia 30 de Junho, junto do Instituto Português da
Qualidade.
HORÁRIOS
DE FUNCIONAMENTO
DOS ESTABELECIMENTOS
COMERCIAIS NO MUNICÍPIO DE VISEU
N
o seguimento da publicação do Novo Regulamento dos Horários de Funcionamento no Município de Viseu, informamos
que o Mapa de Horário a afixar para informação ao público,
deve contemplar a seguinte informação:
- Designação do Estabelecimento
- Titular
- Atividade Exercida
- Autorização de Utilização (Novo)
- Informação sobre o limitador/registador de potência sonora
(Novo)
Os associados da ACDV devem dirigir-se aos nossos Serviços Administrativos para todos os esclarecimentos necessários.
7
8
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO DISTRITO DE VISEU
Fly UP