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Guia do Observador de Árbitros

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Guia do Observador de Árbitros
GUIA DO OBSERVADOR
DE
ÁRBITROS
EDIÇÃO – 2010 - 2011
Conselho de Arbitragem da F.P.F
Compilação: Fernando Jorge Pereira
2
OBSERVADORES DE ÁRBITROS
Tecnicamente é o observador a pessoa qualificada com técnicas de
bem observar a quem se atribui a missão de analisar e classificar o trabalho
dos árbitros no desempenho da sua função de dirigir um jogo de Futsal.
Compete-lhe elaborar um Relatório Técnico que deve expressar, o
mais objectivamente possível, o trabalho por eles desenvolvido durante o
jogo.
O Relatório Técnico tem por finalidade:
• Pontuar os Árbitros com vista à sua classificação no final de cada época;
• Elucidá-lo sobre as suas actuações e os seus erros permitindo-lhe a
possibilidade de formação contínua e aperfeiçoamento constante, da
técnica de bem arbitrar
Isto torna a função do Observador de enorme responsabilidade,
devendo esforçar-se por conseguir um juízo tão perfeito quanto possível
sobre as capacidades do árbitro no presente e as suas possibilidades futuras.
O Observador deverá ser muito consciente e com um espírito de
justiça muito profundo.
Deverá saber reconhecer quando o árbitro controla perfeitamente o
jogo e julga com o máximo de objectividade.
As suas observações não devem ser consideradas negativamente,
devendo conceder ao árbitro o benefício da dúvida sempre que, em matéria
de facto, as decisões resultem de um critério de apreciação pessoal, mas,
em contrapartida, ser rigoroso nos casos em que as Leis sejam fortemente
violadas.
Ao Observador compete-lhe única e exclusivamente observar a
actuação da equipa de arbitragem, ficando-lhe absolutamente vedado
contactá-la antes, durante ou no fim do jogo. Assim como, fazer qualquer
comentário sobre o jogo observado.
Também se recomenda que não deve comentar a actuação dos
árbitros, quer esteja ou não em missão oficial.
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IDENTIFICAÇÃO
Devem ser preenchidos todos os espaços do cabeçalho:
• Observador
o No espaço destinado para o efeito, constará impresso o nome
do observador e, nas linhas imediatas, a sua assinatura e a data
de envio do relatório
• Identificação do jogo
Clubes
Pavilhão
Localidade
Prova
Número do jogo
Data
Formato: Dia - Mês - Ano
Hora (de acordo com a nomeação)
Formato: HH:MM
o Hora (em que se iniciou o jogo)
Formato: HH:MM
o Resultado ao intervalo
o Resultado final
o
o
o
o
o
o
o
• Equipa de arbitragem
o
Nome do árbitro que vai ser observado
PONTUAÇÃO FINAL
A pontuação final será de acordo com as normas regulamentares em vigor.
No não cumprimento destas determinações, será o observador alvo de
penalização através das fichas de avaliação pela Comissão de Análise
nomeada para o efeito
4
CARACTERIZAÇÃO DO JOGO
1 – GRAU DE DIFICULDADE
A avaliação do grau de dificuldade do jogo deve apoiar-se nas
dificuldades surgidas aos árbitros na direcção do jogo, resultantes de:
• Aspectos internos do próprio jogo
o Técnicos
o
o
o
o
velocidade
disputa entre jogadores
faltas cometidas
Interrupções por bolas saídas da superfície de
jogo
o Disciplinares
o comportamento de jogadores e responsáveis
o cartões exibidos
• por situações normais em cumprimento
das Leis do Jogo.
• por situações de indisciplina.
o Incerteza do resultado
(Obs: Por si só não é um factor de dificuldade)
• Causas externas ao jogo
o condições da superfície de jogo
o a distância entre o público e a superfície de jogo (distância
das vedações)
o comportamento do público
o incidentes
o o barulho das “claques”
Justificação:
A justificação apresentada das características do jogo deve
contemplar todos os aspectos internos do jogo e causas externas
que o envolvem.
O grau de dificuldade do jogo, deverá ser claramente justificado pela
atribuição da nota correspondente aos graus que, seguidamente, se
descrevem:
5
• Jogo muito fácil
1,0 ponto
quando o jogo não apresente quaisquer dificuldades;
• Jogo fácil
1,5 pontos
quando o jogo apresente índices de dificuldade inferiores ao
normal em alguns desses aspectos;
• Jogo normal
2,0 pontos
quando o jogo apresente as dificuldades normais de uma
partida de futsal nos aspectos internos do próprio jogo e nas
suas causas externas que o envolvem.
• Jogo difícil
2,5 pontos
quando o jogo apresente dificuldades acima do normal em
quase todos os aspectos;
• Jogo muito difícil
3,0 pontos
quando o jogo apresente muitas e elevadas dificuldades em
todos os aspectos.
Notas:
• O grau de dificuldade do jogo é importante para a avaliação das
diversas alíneas do restante relatório, onde as pontuações a atribuir
deverão ter sempre em conta a sua maior ou menor dificuldade.
• As pontuações deverão ser influenciadas negativamente quando o
jogo se tornou difícil devido a decisões ou condutas menos correctas
da equipa de arbitragem.
• Do mesmo modo essa influência deve ser tomada em consideração
de forma positiva, quando o jogo se torna fácil por uma boa
prestação assente em decisões oportunas e correctas, sobretudo em
momentos importantes.
• Também um jogo com grau de dificuldade fácil ou normal não deve
ser penalizante para os árbitros, quando não se registem erros no
seu desempenho.
No não cumprimento destas determinações, será o observador alvo de
penalização através das fichas de avaliação pela Comissão de Análise
nomeada para o efeito
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COMPONENTE TÉCNICA
2 - APLICAÇÃO DAS LEIS DO JOGO E REGULAMENTOS
- CONTROLO TÉCNICO E GESTÃO DO JOGO -
Analisar a forma como o árbitro interpreta e aplica as Leis do Jogo e as
Normas Regulamentares, referindo:
• os aspectos positivos que possam enaltecer o trabalho da equipa de
arbitragem, nomeadamente as faltas assinaladas dignas de relevo,
em lugar próprio agora criado aspectos positivos.
• os aspectos negativos da sua actuação, devendo ter em conta as
falhas técnicas e regulamentares, sendo obrigatório o registo das
faltas não assinaladas ou sancionadas indevidamente. Que
deverão ser descritas no espaço criado para o efeito dentro
deste capítulo, que será a deduzir na pontuação acima
atribuída.
Analisar a forma como o árbitro controla tecnicamente o jogo, identifica
as suas características, se adapta às suas variações, e se integra no
mesmo. Verificar se actua com equilíbrio, com decisões rápidas e
seguras, apoiadas numa sinalética clara e correcta, sem intervenções
desnecessárias por motivos insignificantes, empregando dinamismo nos
reinícios rápidos do jogo, revelando atenção e concentração.
Analisar as entradas indevidas e despropositadas na superfície de jogo,
dando origem que o jogo não tenha a fluidez desejada, sendo o próprio
árbitro a contribuir para perdas de tempo.
Ter sempre em consideração o seguinte:
• As falhas consideradas, em que não existem dúvidas por parte do
observador, devem ser devidamente especificadas, referindo o
momento da ocorrência, o número e clube do jogador infractor, ou
dos jogadores envolvidos, assim como a natureza da falta e o local.
De qualquer modo é sempre aconselhável fazer-se referência a
prováveis falhas em que o benefício da dúvida foi concedido.
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• Considerar leves, falhas tais como rasteiras, empurrões, agarrões,
lançamentos de baliza e cantos, jogar a bola com a mão, indevida
aplicação da lei da vantagem, incumprimento de normas
regulamentares, etc.
Considerar ainda como leves as falhas de atenção na gestão de
barreiras e a confirmação dos golos através de uma apitadela.
• Considerar graves, falhas tais como grandes penalidade não
assinaladas, erros com influência no resultado, corte de claras
oportunidades de golo não sancionadas, tacles, cotoveladas, etc.
• Ter como base todas as interrupções indevidas para análise da gestão
e condução do jogo com fluidez por parte dos árbitros, sem perdas de
tempo.
• Referir e ter sempre em conta o grau de dificuldade do jogo.
A Pontuação a atribuir pelo Observador, considerando os elementos anteriormente
descritos, onde devem ser mencionados todos os aspectos positivos do desempenho
do árbitro (no mínimo cinco), que corresponde à nota 5, será afectada pelos
seguintes Critérios de Penalização, sendo que a nota mínima a atribuir neste
capítulo nunca será inferior a 1,0 pontos:
Um erro leve
0,5 Pontos de penalização
Dois erros leves
1,0 Pontos de penalização
Três até quatro erros leves
1,5 Pontos de penalização
Por cada erro grave
1,0 Pontos de penalização
Nota:
A diferença entre os positivos e os negativos será a nota atribuída neste capítulo.
No não cumprimento destas determinações, será o observador alvo de
penalização através das fichas de avaliação pela Comissão de Análise
nomeada para o efeito
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COMPONENTE DISCIPLINAR
3 – CONTROLO DISCIPLINAR:
GESTÃO DOS JOGADORES E RESPONSÁVEIS
Registar a forma como os árbitros aplicam, e como concretizam, os
poderes disciplinares que a Lei lhes confere, no que respeita às acções de
todos os intervenientes no jogo.
• São consideradas falhas de natureza disciplinar que, de forma clara e
evidente, se verificarem ao longo do jogo:
Omissão de Advertências por:
comportamento antidesportivo
desacordo por palavras ou actos
infringir com persistência as leis do jogo
retardar o recomeço do jogo
não respeitar a distância nos livres e cantos
entrar ou reentrar no campo sem autorização
abandonar deliberadamente a superfície de jogo
Omissão de Expulsões por:
falta grosseira
conduta violenta
cuspir sobre um qualquer interveniente no jogo ou espectador
impedir deliberadamente um golo com a mão
destruir uma clara ocasião de golo, fazendo falta
usar linguagem injuriosa ou grosseira
receber uma segunda advertência
Advertências ou expulsões indevidamente sancionadas por incorrecta
aplicação das Leis do Jogo ou deficiente análise dos lances.
• Considerar leves, falhas tais como advertências não feitas ou
indevidamente feitas por motivos de ordem técnica ou deficiente análise
ou controlo dos lances.
• Considerar graves, falhas tais como cartões vermelhos ou segundos
amarelos não exibidos ou indevidamente mostrados pelos mesmos
motivos, falta de sanção disciplinar pela prática de tacles muito
perigosos.
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• As falhas consideradas, em que não existem dúvidas por parte do
observador, devem ser devidamente especificadas, referindo: o momento
da ocorrência, o número e clube do jogador infractor, ou dos jogadores
envolvidos, assim como a natureza da falta e o local.
De qualquer modo é aconselhável fazer-se referência a prováveis falhas
em que o benefício da dúvida foi concedido.
Nota:
As acções disciplinares devem ser devidamente especificadas, quer as
consideradas como falhas quer as que sirvam para enaltecer o
desempenho dos árbitros, referindo:
O momento em que ocorreram (minutos e parte)
O número e Clube do jogador infractor, ou dos jogadores envolvidos
A natureza da falta
O local em que ocorreu
• Referir e ter, na componente disciplinar, sempre em conta o grau de
dificuldade do jogo.
• A Pontuação a atribuir pelo Observador, considerando os elementos anteriormente
descritos, onde devem ser mencionados todos os aspectos positivos do desempenho
do árbitro (no mínimo cinco), será afectada pelos seguintes Critérios de
Penalização, sendo que a nota mínima a atribuir neste capítulo nunca será inferior
a 1,0 pontos:
Um erro leve
0,5 Pontos de penalização
Dois erros leves
1,0 Pontos de penalização
Três até quatro erros leves
1,5 Pontos de penalização
Por cada erro grave
1,0 Pontos de penalização
Nota:
A diferença entre os positivos e os negativos será a nota atribuída neste capítulo.
No não cumprimento destas determinações, será o observador alvo de
penalização através das fichas de avaliação pela Comissão de Análise
nomeada para o efeito
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4 – COORDENAÇÃO ENTRE A EQUIPA DE ARBITRAGEM
Analisar a coordenação entre a equipa de arbitragem, tendo como
base o desempenho dessa liderança o árbitro em todas as vertentes, de
quem se exige uma autoridade natural (sem arrogância, agressividade ou
timidez) com colaboração sintonizada entre (árbitros e cronometrista),
correspondendo todos entre si com independência e verificando-se a
existência de uma boa partilha de responsabilidades.
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Corresponde aos sinais e reagem prontamente
Boa partilha de responsabilidades no desempenho da equipa de arbitragem
Acção adequada quando ocorrem casos (conduta violenta)
Acção adequada quando alertado pelo cronometrista
Acção imediata quando o cronometrista é pressionado por jogadores ou elementos da
equipa técnica
Contradição entre os árbitros nas decisões; em pontapés de cantos, lançamentos de
baliza e pontapés de linha lateral - independência
Reconhecimento dos sinais sem interromper o jogo (lei da vantagem) fazendo sinal
de apoio – independência
Erros c/ influência no resultado em consequência de deficiente colaboração entre os
árbitros
Intervenção inoportuna na zona de acção do árbitro ou do 2.º árbitro
Deslocações desnecessárias ou despropositadas à zona livre do cronometrista, assim
como à zona do banco dos técnicos/substitutos
Gestos despropositados de chamadas de atenção entre os árbitros
Nota:
• Considerar como falhas graves de coordenação a intervenção inoportuna na zona de
acção directa 2.º árbitro, sem justificação.
• Permitir que o 2.º árbitro tome a iniciativa da condução do jogo e gestos
despropositados de chamadas de atenção.
• Considerar falhas graves, as que tenham influência no resultado.
• Referir e ter em conta o grau de dificuldade nesta matéria.
• As acções incorrectas, que forem corrigidas pelo 1.º árbitro, não deixarão de ser
consideradas como falhas do 2.º árbitro, que para tal deverão ser relatadas nos casos
meramente informativos.
A Pontuação a atribuir pelo Observador, considerando os elementos anteriormente
descritos, onde devem ser mencionados todos os aspectos positivos do desempenho do
árbitro. Deverá ser descrito os aspectos negativos que afectará a pontuação máxima
pelos seguintes Critérios de Penalização:
Um erro leve
Dois a três erros leves
Quatro erros leves
Por cada erro grave
0,5 Pontos de penalização
1,0 Pontos de penalização
1,5 Pontos de penalização
1,0 Pontos de penalização
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COMPONENTE FÍSICA E OUTRAS
5 – MOVIMENTAÇÃO E COLOCAÇÃO NA SUPERFÍCIE DE JOGO
Avaliar as capacidades dos árbitros, da forma como se movimentam
na superfície de jogo no acompanhamento das jogadas, respeitando os
métodos determinados nos cursos de aperfeiçoamento, assim como o
enquadramento entre os árbitros, respeitando a colocação em situações
de bola parada.
Avaliação
• Capaz de sprintar até ao fim do jogo – de ataques e contra-ataques
rápidos.
• Alternâncias de velocidade e direcção
• Corrida de costas e, lateralmente, para a esquerda e para a direita
• Estilo de corrida
• Respeito pelos princípios fundamentais da diagonal (curta)
• Acompanhamento das jogadas na sua zona de jogo
• Deslocação ao local de infracção (conforme procedimento
determinado)
• Deslocação obrigatória à linha que divide a superfície de jogo em
duas partes iguais para a sinalética com o cronometrista
• Colocação em situações de bola parada (livres, cantos, lançamento
baliza, grandes penalidade, etc.) “respeitando as determinações
ministradas nos cursos de aperfeiçoamento”
• Correr só depois de o jogo ter sido interrompido (forma tardia)
“negativo”
• Acompanhamento das jogadas no interior da superfície de jogo
(negativo)
• Recuperações e recolocações rápidas. – Lentas “negativo”
• Deficiente enquadramento entre os árbitros (em frente um do
outro)
Nota:
• Considerar como falhas leves a deficiente colocação em situações de
bola parada e correr só depois jogo estar interrompido.
• Referir e ter em consideração a velocidade a que o jogo foi disputado.
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Justificação por alíneas:
• A justificação deve abordar os aspectos positivos e negativos da
actuação do árbitro, em todos os aspectos na sua movimentação e
colocação na superfície de jogo, devendo abranger o mínimo de cinco
dos parâmetros nela contidos.
(não se limitando a descrever que esteve excelente, muito bom, bom ou
fraco).
• Nesta avaliação deverá igualmente ter-se sempre em conta as maiores
ou menores dificuldades que o jogo ofereceu à direcção da partida.
A Pontuação a atribuir pelo Observador, considerando os elementos anteriormente
descritos, onde devem ser mencionados todos os aspectos positivos do desempenho do
árbitro. Deverá ser descrito os aspectos negativos que afectará a pontuação máxima
pelos seguintes Critérios de Penalização: “Máxima será de 3 pontos e mínimo 0,5 ponto”.
Um erro leve
Dois a quatro erros leves
Quatro erros leves
Por cada erro grave
0,5 Pontos de penalização
1,0 Pontos de penalização
1,5 Pontos de penalização
1,0 Pontos de penalização
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CASOS MERAMENTE INFORMATIVOS
Esta alínea destina-se a relatar casos que não tenham incidência na classificação do
árbitro, tais como:
•
•
•
•
•
•
•
Cronometragem, tempo total (corrido de relógio)
Procedimento do cronometrista.
Procedimentos do 2.º árbitro
Registo das advertências e Expulsões efectuadas.
Cerimónias
Caso do árbitro não dirigir a totalidade do jogo (referir quando terminou)
Outros
No não cumprimento destas determinações, será o observador alvo de penalização
através das fichas de avaliação pela Comissão de Analise nomeada para o efeito.
Nota:
É importante referenciar sempre o desempenho do 2.º árbitro.
CASOS ESPECIAIS
EXIBIÇÃO DE CARTÕES
1.º cartão amarelo + 2.º cartão amarelo omitido
uma advertência não feita
1.º cartão amarelo + 2.º cartão amarelo indevido
uma advertência mal feita
(apesar da expulsão)
1.º cartão amarelo + 2.º cartão amarelo + cartão
vermelho que deveria ser directo
uma expulsão mal feita
1.º cartão amarelo quando devia ser vermelho
uma expulsão não feita
1.º cartão amarelo + 2.º cartão amarelo, não exibindo o vermelho
uma expulsão não feita
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CASOS ESPECIAIS
OUTROS
Advertência para o molho
=
Não Cumprimento de Normas Regulamentares
Advertência com o jogador de costas
=
Não Cumprimento de Normas Regulamentares
Esboço de protestos de vários jogadores: o árbitro
intervém e resolve rápido
=
Sem motivo para advertir
Reclamação de vários jogadores que teimam em não
obedecer.
=
Aceita-se advertir o que der mais nas vistas
Reclamação de vários jogadores que não obedecem e o
árbitro não adverte
=
Considerar uma advertência não feita
Vários jogadores saltam e escalam vedação após o golo =
Aceita-se uma só advertência
Não cumprimento de normas
regulamentares
Interpretação de algumas situações de desatenção e não cumprimento de Normas
regulamentares.
Ter em consideração a regulamentação determinada.
* Permitir elementos não autorizados na mesa do cronometrista
**Permitir elementos estranhos na zona reservada jogadores e directores
Recomeçar o jogo com o massagista dentro da superfície de jogo;
Deixar permanecer o massagista junto da baliza ou fora do banco dos responsáveis;
Exibir um cartão com o jogador caído no solo;
Exibir o cartão amarelo para o “molho”;
Jogo interrompido por mais tempo que o permitido;
Iniciar ou reiniciar o jogo no pontapé de saída com jogadores no campo contrário.
Permitir que jogadores estejam sentados no chão a assistir ao jogo, ou encostados à vedação
Permitir o aquecimento dos jogadores atrás da linha de baliza ou na zona de substituições.
Dar inicio ao jogo sem a presença da força pública.
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Permitir elementos não autorizados junto da mesa do cronometrista
Não vistoriar o estado das balizas e redes antes do início do jogo e após o intervalo.
Permitir objectos sobre as redes das balizas
Permitir objectos dentro das balizas
Permitir a colocação de painéis publicitários inferior junto às linhas laterais e de baliza, a
50cm e 100cm respectivamente.
* Nos jogos em que a FPF entidade organizadora determinar que poderá lá estar um ou
mais elementos da organização, (nos casos dos jogo transmitidos pela televisão), o
observador limitar-se-á a descrever em casos meramente informativos.
**Nos Pavilhões Escolares ou Municipais em que se verifique a presença do
responsável da vigilância e segurança das instalações desportivas, “o observador
limitar-se-á a descrever em casos meramente informativos”, essa presença, na zona
restrita a atletas e responsáveis desportivos”.
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