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Introdução Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais – INDE

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Introdução Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais – INDE
Infraestrutura Nacional de Dados
Espaciais – INDE
Introdução
Moema Jose de Carvalho Augusto
Diretoria de Geociências
Conteúdo para treinamento sobre INDE – SIMGEO
Objetivo - apresentar aos interessados de diversas
especialidades a Infraestrutura Nacional de Dados
Espaciais – INDE, mostrando os conceitos e técnicas
relacionados com a iniciativa INDE, de forma a
ampliar o entendimento sobre os seus objetivos e
benefícios.
Público alvo – Gestores ou Técnicos interessados
em conhecer a iniciativa da INDE, sob seus aspectos
organizacionais, bem como os benefícios de adesão.
Carga horária – 4 horas
Sumário
Definição/ conceito de informação
geoespacial
Ø
Informação geoespacial – usos e aplicações
Ø
Conceitos de IDE
Ø
Motivações globais para a organização de
IDE
Ø
Componentes de IDE
Ø
INDE - a IDE do Brasil
Ø
Marcos legais da INDE
Ø
Plano de Ação da INDE
Ø
Ciclos da INDE
Ø
Componentes da INDE
Ø
Portal SIGBrasil
Ø
O DBDG
Ø
Catalogo de metadados
Ø
Visualizadores da INDE
Ø
O CINDE – objetivos e GTs
Ø
Como aderir a INDE
Ø
A Informação Geoespacial
Informação Geoespacial – o que é
Aquela que se distingue pela sua componente espacial, que associa a cada
entidade ou fenômeno uma localização na Terra, traduzida por sistema geodésico
de referência, podendo ser derivado, das tecnologias de levantamento,
associadas a sistemas globais de posicionamento apoiados por satélites, bem
como de mapeamento ou de sensoriamento remoto – Decreto da INDE
Dado e informação geoespacial (IG): conceitos
q
Dados espaciais são quaisquer tipos de dados que descrevem fenômenos aos quais esteja associada
alguma dimensão espacial.
Quando esta dimensão espacial refere-se ao posicionamento de um fenômeno ou ocorrência na Terra
e no seu espaço próximo, num determinado instante ou período, tem-se o conceito de dados
geoespaciais, também chamados dados geográficos
q
Informação geoespacial (IG) é o resultado do processamento de dados geoespaciais, e compreende
os dados da, sobre a, sob a e próximo à superfície da Terra, sendo caracterizada por no mínimo 3
componentes: espacial ou posicional; descritivo ou semântico e temporal
q
No jargão da INDE, os termos dado e informação geoespacial são usados indistintamente em
referência a dados ou conjuntos de dados - organizados ou não em bases de dados - cuja principal
característica é a dimensão espacial, expressa pela associação dos mesmos a um sistema geodésico
de referência
Aplicações que demandam IG
Defesa e
Inteligência
Gerenciamento de
Riscos e Respostas
a Desastres
Pesquisa e
Educação
Serviços de
Posicionamento e
Navegação
Desenvolvimento
Sustentável
Energia e
Comunicações
Gereciamento de
Recursos Naturais
Governo
Eletrônico
© 2010 OGC
Informação Geoespacial – usos
A informação geoespacial (IG) é vital
para a tomada de decisões em
escalas locais, regionais e globais
Os exemplos das áreas de aplicação
são inúmeros e ganha importância
num mundo globalizado, onde não
existem fronteiras
Monitoramento
Ambiental
Tornados
Ordenamento
Territorial
Mudanças c
Serviços de avisos
Proteção de
florestas
Atendimentos
Emergenciais
Expansão Agrícola
limaticas
Previsão tempo
Fonte: OGC
Novos atores e novos usos de IG
Educação
Desenvolvimento Urbano
Comunicações
Saúde
e- Gov
Energia
Defesa Civil
Usuários em Geral
Recursos Hídricos
A evolução das geotecnologias
Dispositivos Portáteis
SIG/Web
Imagens de baixo custo
Aumento da disponibilidade e uso
A informação geoespacial agora é mais facilmente coletada, difundida e
manipulada pelos mais variados usuários e produtores.
A Evolução da Tecnologia da Informação e ....
Contexto de produção e uso de IG
A informação geoespacial é na maioria dos casos,
produzida, mantida e adquirida por organizações
públicas em todas as esferas de governo
Entretanto, em termos de informação geoespacial, ainda é
difícil para os usuários saberem ...
... o que estava
disponível?
... onde
poderia ser
encontrada?
..quem eram os
mantenedores?
... como
poderiam ser
acessados?
Dificuldades universais no trato com IG
INFRAESTRUTURA de DADOS ESPACIAIS
INFORMAÇÃO
GEOESPACIAL
Sistema de referencia
Representação
PRODUTORES
Documentação
Qualidade
Disponibilidade
Direitos Autorais
Solução
Dispor de um conjunto de dados geoespaciais
de qualidade, com cobertura nacional,
acessível
Antecedentes das IDEs: AGENDA 21
AGENDA 21
[Conferência das Nações Unidas para o
Meio Ambiente e Desenvolvimento,
Rio 1992]
•
•
•
•
A informação é requerida em todos
os níveis de decisão
As decisões estão direta ou
indiretamente relacionadas com
uma posição geográfica
Os países em desenvolvimento
devem criar mecanismos para
compartilhar e usar a informação,
com base em tecnologias e métodos
de gestão
É fundamental incrementar a
aquisição, avaliação e análise de
dados utilizando tecnologias tais
como: SIG, SR, GPS
Aspectos Históricos das IDE
•
Em 1994, Ordem Executiva 12906 - EUA,
Bill Clinton para criação da National
Spatial Data Infrastructure reconhecendo a
importancia da Informação Geoespacial
(IG):
–
•
“ A IG é crítica para promover o
desenvovimento econômico, melhorar
nossa gestão dos recursos naturais e
proteger o meio ambiente…”
A partir dessa OE se inicia o
desenvolvimento de uma IDE nacional:
–
–
Com apoio institucional de alto nível
Com marco legal claro e bem
definido
Aspectos Históricos das IDE
JOHANNESBURGO 2002 –
Rio + 10
Produzir bases de dados
globais como apoio essencial
para o desenvolvimento
sustentável
Promover o desenvolvimento,
intercambio e uso das
tecnologias de observação
terrestre
Fortalecer as nações quanto às
geotecnologias
Aspectos Históricos das IDE
Em 2002 começa a preparação da Directiva
INSPIRE da Comunidade Europeia
Para sua elaboração:
São criado GTs:
Dados de referencia e metadados
Arquitetura e normas
Políticas de dados e assuntos legais
Estrategias
de
financiamento
implementação
e
Análises de impacto
Resultados:
Positions
Paper:
base
para
a
implementação de uma IDE Europeia e
o desenvolvimento de um marco
legislativo adequado
20
Motivações e benefícios de uma IDE
Desde o início da década de 90 a construção das Infraestruturas de Dados
Espaciais – IDEs vem sendo considerada uma ação essencial de boa
governança tanto pelo Estado quanto pela sociedade, em diversos países
Motivações
Objetivos
A importância crescente da IG dentro da sociedade
de informação.
Compartilhar IG, inicialmente na administração pública,
e depois por toda a sociedade
A necessidade de os governos coordenarem a
aquisição e oferta de dados
Incrementar a administração eletrônica no setor
público
A necessidade de planejamento para o
desenvolvimento social, ambiental e econômico
levando em conta a dimensão espacial da
informação.
Harmonizar a IG disponibilizada, bem como registrar
as suas características
A modernização do governo, em todos os níveis de
gestão e desenvolvimento (aquisição, produção,
análise e disseminação de dados e informações).
Incorporar a IG produzida pela iniciativa privada
Subsidiar a tomada de decisões de forma mais
eficiente e eficaz
Garantir aos cidadãos o direito de acesso à IG pública
para tomada de decisões
Justificativa:
•
O acesso aos dados geográficos existentes deve ocorrer de modo fácil, cômodo e eficaz
•
A IG deve ser reutilizada uma vez que tenha sido usada para o projeto que justificou a sua aquisição
Cronologia de Marcos Legais de IDE’s
2008
INDE/Brasil
2006
IEDG/Equador, NSDI/EUA – revisada
2004
IDEMEX/México, SNIT/Chile
2003
INSPIRE/Europa, IDERC/Cuba
2002
IDEE/Espanha
2001
CGDI/Canadá, ANZLIC/Austrália e Nova Zelândia
2000
ICDE/Colômbia
1996
NSDI/EUA
1995
SNIG/Portugal
A integração das IDE’s
IDE GLOBAL (GGIM)
IDE REGIONAL (CP-IDEA/ GEOSUR)
IDE NACIONAL - INDE
IDE ESTADUAL/ LOCAL
Construir uma vez, usar muitas vezes!
Atualidade e Futuro da IG
Integração ⇒ οργανισµοσ µυλτιναχιοναισ ατυανδο να οργανιζαο δε
φ⌠ρυνσ εντρε αγνχιασ ναχιοναισ δε χαρτογραφια ε γοϖερνοσ δε φορµα α
ινχεντιϖαρ α προδυο, δισπονιβιλιζαο, ηαρµονιζαο, ιντεγραο ε
χοµπαρτιληαµεντο δε ινφορµα⌡εσ γεοεσπαχιαισ
IDE nas Américas
Comitê Permanente para a Infraestrutura de Dados
Geoespaciais das Américas / CP-IDEA
Criado em 29 de fevereiro de 2000 por recomendação da 6ª Conferência
Cartográfica Regional da ONU para as Américas (1997)
Estabelecimento e coordenação de políticas e padrões técnicos para o
desenvolvimento das IDE nas Américas
Implementação das Resoluções das UNRCC-A
Para o CP-IDEA, a formulação e implementação de
políticas e arranjos institucionais representam os
principais desafios a serem enfrentados em resposta
ao conhecimento do estado atual de
desenvolvimento de IDE na região
Membros – 24 países
Presidencia e Secretaria Exec. – Brasil ( 2009-2013)
Objetivos do CP-IDEA
•
•
•
•
•
Estabelecer e coordenar as políticas e normas técnicas para o
desenvolvimento de uma infraestrutura regional de dados geoespaciais
para as Américas
Promover o estabelecimento e desenvolvimento de IDE nacionais
para cada um dos países membros do CP-IDEA
Fomentar o intercâmbio de IG entre todos
os membros da comunidade das Américas,
respeitando sua autonomia, conforme suas
leis e políticas nacionais
Estimular a cooperação, investigação,
complementação e intercambio de
experiências em áreas de conhecimento
relacionadas com matéria geoespacial
Definir diretrizes e estratégias para apoiar
as nações membros no desenvolvimento da
informação cadastral, tendo em conta as
necessidades individuais de cada país.
Argentina: Infraestructura de Datos Espaciales de la República de
Argentina (IDERA)
Santa Fe, Argentina: Infraestructura de Datos Espaciales de la
provincia de Santa Fe (IDESF).
Brasil: Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais – INDE
Canadá: Canadian Spatial Data Infrastructure (CSDI)
Infraestructura de Datos Espaciales de la República de
Argentina (IDERA)
Chile: Infraestructura Nacional de Datos Espaciales SNIT
Colombia: Infraestructura Colombiana de Datos Geoespaciales ICDE
Costa Rica: Infraestructura Nacional de Datos Geoespaciales de
Costa Rica
Cuba: Infraestructura de Datos Espaciales de la República
de Cuba (IDERC);
Ecuador: Infraestructura Ecuatoriana de Datos Geoespaciales IEDG
El Salvador: Infraestructura de Datos Espaciales de El Salvador INDE
Estados Unidos da América: National Spatial Data
Infrastructure - NSDI
Guatemala: Infraestructura de Datos Espaciales de Guatemala
Guyana: Management of Public Lands
Jamaica: Jamaican National Spatial Data
Infrastructure NSDI
Honduras: Infraestructura Nacional de Datos Espaciales de
Honduras (INDEH)
México: Infraestructura de Datos Espaciales (IDEMex),
Nicaragua: Instituto Nicaragüense de Estudios
Territoriales (INETER)
Paraguay, Sistema Nacional de Información Georeferenciada
(SNIG)
Panamá: Infraestructura Panameña de Datos Espaciales IPDE
Perú: Infraestructura de Datos Espaciales del Perú IDEP
Uruguay: Infraestructura Nacional de Datos Espaciales del
Uruguay
Venezuela: Infraestructura de Datos
Espaciales (INDG)
Iniciativa para la construcción de la
Infraestructura de Datos Espaciales de la
Comunidad Andina, IDECAN.
Creación del Comité Permanente sobre el
Catastro
en
Iberoamérica
(CPCI),
acordado en mayo de 2006 en Cartagena,
Colombia.
Iniciativa Chilena para la construcción
del Mapa Global de las Américas.
Desarrollo del proyecto del Sistema
de Referencia Geocéntrico para las
Américas (SIRGAS).
La iniciativa GeoSUR: datos espaciales y
mapas interactivos nacionales y regionales de
Suramérica
IDE – Iniciativa Global
GGIM - United Nations Initiative on Global Geospatial
Information
Estabelecimento de
normas globais
relacionadas à IG
Desenvolvimento de
ferramentas comuns
Consideração da IG no
estabelecimento de
políticas globais
Benefícios do GGIM
O estabelecimento de uma estrutura
formal permite aos Estados-membro:
•
•
Desenvolver estratégias e padrões no
gerenciamento da IG de forma coordenada
Contribuir de uma forma organizada para o
compartilhamento de IG, em especial para
endereçar os grande desafios globais
•
•
Contribuir para a integração da IG
com a informação estatística (IE) e
as de outra natureza
Constituir uma comunidade que
adota boas práticas
1º Forum sobre Gerenciamento da Informação
Geoespacial Forum
http://ggim.un.org
As Infraestruturas de Dados Espaciais - IDE
O que é uma Infraestrutura de
Dados Espaciais - IDE
Uma IDE é um sistema padronizado que é integrado por um
conjunto de recursos informáticos que serve para visualizar
e gerenciar determinada Informação Geoespacial disponível
na Web.
Essa infraestrutura permite que por meio de um simples
navegador os usuários possam encontrar, visualizar, usar e
combinar Informação Geoespacial para atender suas
necessidades.
Para que serve uma IDE – ampliação de conceitos
Encontrar Dados
Servidor de Catálogo
Obter Dados
Através da Web
Servidor de Mapas
Serviços de uma
IDE
Ponto de vista do usuário
Processar Dados
Conversor de Formatos
Transformação de Coordenadas
Georreferenciamento
Integração de Dados
Comprar/Vender Dados
Gestão de pedido
Segurança e certificação
Fonte: IDEE / ES
Fases de uma IDE
Pilares de uma IDE
Tecnologia
PESSOAS
Políticas
Padrões
DADOS
GEOESPACIAIS
Numa IDE os recursos podem ser:
programas, catálogos de dados e/ou metadados,
catálogos de serviços, servidores de mapas, de
fenômenos ou de coberturas, páginas web, etc.
A informação geoespacial de uma IDE pode estar em
forma de ortofotos, imagens de satélite, mapas,
nomes geográficos, .....
Essas informações devem estar de acordo com normas e
padrões, além de atender especificações, protocolos e
interfaces que garantam a interoperabilidade.
IDE: três componentes fundamentais
Dados Geoespaciais
Dados de Referência
§ Mapeamento
Básico Cadastral
Localidades
•
Hidrografia
•
Limites
Dados Temáticos
Cobertura e
Uso da Terra
•
Serviços
Públicos
•
Solos
•
•
Transportes
•
Redes Geodésicas
•
Biodiversidade
•
.......
•
Elevação
Sensoriamento
Remoto
•
........
•
•
Dados de Referência - São dados geoespaciais de referência os
dados ou conjuntos de dados que proporcionam informações genéricas
de uso não particularizado, elaborados como bases imprescindíveis para
o referenciamento geográfico de informações sobre a superfície do
território nacional.
Constituem os insumos básicos para o georreferenciamento e
contextualização geográfica de todas as temáticas territoriais
específicas.
Dados e informações geoespaciais temáticas –
Dados e informações temáticos os conjuntos de dados e informações
sobre um determinado fenômeno específico em uma região de interesse
ou em todo o país. Incluem valores qualitativos e quantitativos que se
referenciam espacialmente aos dados de referência, e normalmente estão
ligados aos objetivos centrais da gestão dos seus respectivos órgãos
produtores.
Metadados Geoespaciais
São os descritores dos dados
geoespaciais.
Contém por exemplo, a data,
o proprietário, o formato,
como se encontra, o preço,
etc….
Norma internacional de
metadados - ISO 19115
“Geographic Information –
Metadata”.
No Brasil – Perfil MGB da
CONCAR
METADADOS – PARA QUÊ?
A informação geoespacial possui
características e especificações que
precisam ser descritas a partir de seus
metadados
Esses metadados servirão para os
produtores e usuários de informações
geoespaciais, sejam públicos ou privados
Os metadados devem ser fornecidos pelos
responsáveis pela produção de
informações geoespaciais ( mapas,
ortofotos, folhas topográficas, etc.)
Se necessita de um mapa na escala 1:10.000 para extrair
uma classe de informação para um determinado trabalho.
Passos a seguir:
S
em
1
Contatos telefonicos
Me
t ad
ado
s
4
2
3
Perguntar
Perguntas ... E mais perguntas
Como resultado
Procurar por conta própria
Sem metadados, é mais difícil descobrir as informações – trabalho de torna mais
difícil
Um usuário necessita de um mapa na escala 1:10.000 para
extrair uma classe de informação para um determinado
trabalho. Passos a seguir:
1
Co
m
Consulta na Web de um
Catálogo de Metadados
de uma instituição
2
3
Verifica como acessar o produto de
interesse e acessa
Me
tad
a do
s
Explora as características dos
mapas disponíveis e identifica o
produto mais adequado
O que são Geoserviços
São as funcionalidades,
acionadas mediante um
navegador de Internet, que
uma IDE oferece aos
usuários para acessar
dados e metadados
geoespaciais.
Serviços IDE
WMS
WFS
WCS
CSW
Se organizam em serviços
de visualização de mapas,
de download, de consulta,
de conversão ….
GAZETTE
Web Map Server (WMS)
Definição
•
•
•
•
•
•
Produz “MAPAS”
georreferenciados.
a
partir
de
dados
Não se acessa os dados, somente a sua
representação gráfica.
Permite identificar os elementos.
Este “MAPA” pode conter informação de
várias camadas raster e/ou vector.
Permite superpor camadas de distintos
Sistemas de Referencia Espacial
Se acessa via Web.
Web Feature Server (WFS)
•
Produz MAPAS a partir de dados
georreferenciados.
•
Se acessa os dados diretamente.
•
Obtem-se os dados vetoriais.
•
•
Consulta-se os os atributos de uma
feição geoespacial (feature) .
Se acessa via Web.
Como Funciona uma IDE
Usuários finais
Aplicação Web
ou de Gabinete
Geoserviços
Dados e
Metadados
Para que servem os padrões numa IDE
q
q
Normas e padrões são os elementos constitutivos de uma IDE que permitem a descoberta,
intercâmbio, integração e usabilidade da informação geoespacial
Quando se trata de dados geoespaciais, normas e padrões abrangem:
•
Sistema de referência
•
Modelo de dados
•
Dicionário de dados
•
Qualidade de dados
•
Transferência (ou transporte) de dados
•
Metadados
q
A norma é uma referência descritiva, uma forma acordada e repetível de se fazer algo,
geralmente resultante de um processo de consenso baseado na experiência acumulada de
um grupo de especialistas num determinado campo
q
Padrão é definido como base de comparação, algo que o consenso geral ou um
determinado órgão reconhecido num certo campo consagrou como um modelo aprovado
q
Os protocolos OGC para visualização e intercâmbio de dados geoespaciais são exemplos
de padrões; o SI (Sistema Internacional) de unidades de medida é outro exemplo de padrão
Padrões da IG no Brasil
EDGV
Especificações Técnicas para Estruturação
de Dados Geoespaciais Digitais Vetoriais
Para Incrementar :
•
•
•
•
•
Nomes Geográficos
o entendimento
a disponibilidade
o acesso,
a Integração e
o uso
das Informações
Geoespaciais
Normas e Padrões na INDE - (Decreto 6.666/08)
Art. 1o Fica instituída, no âmbito do Poder Executivo federal, a
Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais - INDE, com o objetivo de:
....
II - promover a utilização, na produção dos dados geoespaciais pelos
órgãos públicos das esferas federal, estadual, distrital e municipal, dos
padrões e normas homologados pela Comissão Nacional de
Cartografia - CONCAR; e
Art. 2o Para os fins deste Decreto, entende-se por:
....
III - Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais - INDE: conjunto
integrado de tecnologias; políticas; mecanismos e procedimentos de
coordenação e monitoramento; padrões e acordos, necessário para
facilitar e ordenar a geração, o armazenamento, o acesso, o
compartilhamento, a disseminação e o uso dos dados geoespaciais de
origem federal, estadual, distrital e municipal;
Art. 4o Os órgãos e entidades do Poder Executivo federal deverão:
I - na produção, direta ou indireta, ou na aquisição dos dados
geoespaciais, obedecer aos padrões estabelecidos para a INDE e às
normas relativas à Cartografia Nacional; e
Normas e Padrões na INDE - (Decreto 6.666/08)
Art. 6o Compete à CONCAR:
I - estabelecer os procedimentos para a avaliação dos novos projetos
de que trata o inciso II do art. 4o;
II - homologar os padrões para a INDE e as normas para a Cartografia
Nacional, nos termos do Decreto-Lei no
243, de 28 de fevereiro de 1967, e do Decreto no
89.817, de 20 de junho de 1984;
IV - garantir que o DBDG seja implantado e mantido em conformidade com os Padrões de Interoperabilidade de Governo
Eletrônico (e-ping), mantidos pela Secretaria de Logística e
Tecnologia da Informação, do Ministério do Planejamento, Orçamento
e Gestão;
V - promover o desenvolvimento de soluções em código aberto e de
livre distribuição para atender às demandas do ambiente de
servidores distribuídos em rede, utilizando o conhecimento existente
em segmentos especializados da sociedade, como universidades,
centros de pesquisas do País, empresas estatais ou privadas e
organizações profissionais;
Padrões de Interoperabilidade de
Governo Eletrônico (e-PING)
Seguem um conjunto de políticas gerais :
•
Alinhamento com a Internet;
•
Adoção de navegadores (browsers) como principal meio de
acesso;
•
Adoção de metadados para os recursos de informação do governo;
•
Escalabilidade;
•
Transparência;
•
Adoção Preferencial de Padrões Abertos.
OBS: No caso de dados relativos à área de geoprocessamento, o
e-PING define um conjunto de padrões abertos que devem ser
utilizados. Esses padrões estão baseados principalmente nas
definições do OGC (Open Geospatial Consortium –
http://www.opengeospatial.org/).
Padroes definidos e-PING - 2011
CSW – Para catálogo de Metadados
GML - padrões de arquivos para intercâmbio entre
estações de trabalho
WCS – Web Coverage Service - acessar informações georreferenciadas que possuem valores
em todo o espaço considerado, sem fronteiras bem definidas (geo-campos).
WFS – Web Feature Service: especificação OGC que define a interface de um serviço que
permite acessar e manipular dados geográficos codificados em GML na Internet (HTTP).
WFS Básico (WFS): implementa operações somente leitura, que permitem obter os dados
espaciais.
WFS Transacional (WFS-T): implementa as operações transacionais, usadas para manipular
os dados remotamente.
WMS – Web Map Service: disponibilizar mapas (dados geográficos editados) ou imagens na
Internet (HTTP).
Padrão - Referencial Geodésico
•
•
O Sistema Geodésico Brasileiro tem como marcos
legais: Decreto-lei 243/67, Decreto 89.817/84
SIRGAS2000 - Decreto 5.334/2005, Resoluções do
Presidente do IBGE 22/1983 e 04/2012
Estruturação de Dados Geoespaciais Vetoriais
EDGV
Estruturação e modelagem de informações geoespaciais
•
Modelagem orientada a objetos. Escalas < 1/25 000.
•
Versões Homologadas – 1.0 - 2006/ 2.0 – 2009
•
Consulta Pública – dez 2010 e jan 2011
•
Nova versão em consolidação pelo Grupo, disponível
•
EM BREVE para a sociedade
•
Categorias de Informações (13):
•
Hidrografia, Relevo, Vegetação, Sistemas de Transportes, Energia e
Comunicações, Abastecimento de Água e Saneamento Básico, Educação e
Cultura, Estrutura Econômica, Localidades, Limites, Pontos de Referência,
Administração Pública, Saúde e Serviço Social
•
Elaborado - Comitê da Mapoteca Digital – CEMND
•
Perfil de Metadados Geoespaciais do Brasil
O perfil MGB compreende 10 seções de metadados, totalizando 82
elementos.
•
Fontes - ISO 19 115/ 19 139 – 2003
•
•
Versão – 01/2009
Elaborado - Comitê de Estruturação de Metadados Geoespeciais - CEMG
•
Catálogo de Metadados da INDE
Criado no ambiente Geonetwork – para a documentação, edição e
disseminação de metadados geográficos.
•
Características principais:
–
–
–
–
–
–
–
–
–
•
livre e de código aberto;
mecanismos de busca avançados;
edição de metadados baseado em perfís de metadados;
suporte nativo a padrões de metadados conhecidos;
sincronização de metadados entre catálogos distribuídos;
controle de acesso;
gerenciamento de usuários e grupos de usuários;
interface com o usuário em diversos idiomas;
utiliza protocolos que permitem conexão com outros ambientes de metadados
geográficos.
Padrão de intercâmbio adotado – CSW / OGC
Interface GeoNetwork IBGE
Uso de Informação Geoespacial no Brasil
Uso da IG em Programas de Governo
Insuficiência de Renda
Carência de Serviços
Públicos
Fonte: Chaves, M., ”Importância da Componente Territorial para as Políticas Públicas”, Ministry of Planning, Sept 21,
2011
Uso da IG em Programas de Governo
Estudo da Dimensão Territorial (MP)
Bioma
Amazônia
Organização
Territorial
Territórios Homogêneos
Fonte: Chaves, M., ”Importância da Componente Territorial para as Políticas Públicas”, Ministry of Planning, Sept 21,
2011
Uso da IG em Programas de Governo
Mapa de investimentos
Plataforma Carlos Chagas
CNPq
Catálogo
INCTs
Mapa das bolsas - GeoCAPES
CAPES
Fonte: Chaves, M., ”Importância da Componente Territorial para as Políticas Públicas”, Ministry of Planning, Sept 21,
2011
Uso da IG em Programas de Governo
Fonte: Chaves, M., ”Importância da Componente Territorial para as Políticas Públicas”, Ministry of Planning, Sept 21,
2011
Uso da IG em Programas de Governo
Acompanhamento das Obras do PAC
Obras por município
Rodovias - GeoPAC GSI/PR,
Fonte: Chaves, M., ”Importância da Componente Territorial para as Políticas Públicas”, Ministry of Planning, Sept 21,
2011
Uso da IG em Programas de Governo
Obras do PAC Monitoradas
Fonte: Chaves, M., ”Importância da Componente Territorial para as Políticas Públicas”, Ministry of Planning, Sept 21,
2011
Uso da IG em Programas de Governo
PAC – Projeto das Obras no Complexo do Alemão
n
Fonte: Chaves, M., ”Importância da Componente Territorial para as Políticas Públicas”, Ministry
of Planning, Sept 21, 2011
Uso da IG no Brasil
Facilitado pela implantação da
Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais - INDE
• Estabelecida pelo Decreto 6666
de 27 de novembro de 2008
• Coordenada pela CONCAR
• Referência para o
desenvolvimento da
Infraestrutura Nacional de
Dados Abertos (INDA)
O que é INDE ?
Conjunto integrado de
tecnologias; políticas;
mecanismos e procedimentos de
coordenação e monitoramento;
padrões e acordos, necessário
para facilitar e ordenar a
geração, o armazenamento, o
acesso, o compartilhamento, a
disseminação e o uso dos dados
geoespaciais de origem federal,
estadual, distrital e municipal
Decreto nº 6.666/2008
A CONCAR e a INDE
Decreto nº 6.666/08
CONCAR
Coordenadora da
INDE
Objetivos da INDE
Busca envolver inicialmente - entidades e órgãos públicos das
esferas federal, estadual, distrital e municipal.
I - promover o adequado ordenamento na geração, no armazenamento, no
acesso, no compartilhamento, na disseminação e no uso dos dados
geoespaciais
II - promover a utilização, e a produção dos dados geoespaciais seguindo os
padrões e normas homologados pela CONCAR; e
III - evitar a duplicidade de ações e o desperdício de recursos na obtenção de
dados geoespaciais pelos órgãos da administração pública,
Diretório Brasileiro de Dados Geoespaciais – DBDG
e o SIG Brasil
“Para o atingimento dos objetivos da
INDE, será implantado o Diretório
Brasileiro de Dados Geoespaciais
– DBDG, que deverá ter no Portal
Brasileiro de Dados Geoespaciais,
denominado “Sistema de
Informações Geográficas do
Brasil – SIG Brasil”, o portal
principal de acesso aos dados, seus
metadados e serviços relacionados”.
O Diretório Brasileiro de Dados Geoespaciais - DBDG
O Portal Brasileiro de Dados Geoespaciais, denominado SIG Brasil, é
o ponto de acesso dos usuários ao conteúdo geográfico do DBDG.
O Decreto 6.666/08 estabelece que os dados geoespaciais disponibilizados no
DBDG por órgãos e entidades governamentais deverão ser acessados, por meio
do SIG Brasil, livre e gratuitamente por qualquer usuário devidamente identificado.
Camada de Servidores
Camada Intermediária
Camada de
Aplicações
Arquitetura do DBDG
Arquitetura do IBGE na INDE
SIG Brasil e Nó do IBGE no DBDG
Disponibilidade
Segurança
Requisitos de Hardware
Requisitos de Software
Escalabilidade
Manutentabilidade
Interoperabilidade
Acessibilidade
Confiabilidade
Requisitos Gerais
Requisitos Não Funcionais DBDG – Segundo Plano de
Ação da INDE
Requisitos funcionais de um Nó do DBDG
Armazenamento de
metadados geoespaciais
- catálogo local
Recuperação de dados
geoespaciais armazenados
Para o primeiro ciclo de
implantação da INDE,
cada Nó componente
do
DBDG
deverá
oferecer,
obrigatoriamente essas
funcionalidades
Modelo de Serviços Web da INDE
Geoportal
SIG Brasil
Disponibiliza
dados e
metadados
Pesquisa
metadados
Cliente
Produtor
Acessa e
visualiza dados
2
1
v
v
v
v
v
Infraestrutura de
hardware, software,
telecomunicações e
instalações do DBDG –
10 nós instalados
Infraestrutura de dados,
metadados e serviços,
implantada e operacional
Celebração de acordos
de compartilhamento
Ações de coordenação,
políticas de dados e
outras
v
v
v
v
v
v
Consolidação do DBDG
no governo federal
Extensão para os demais
níveis de governo
Fortalecimento das
dimensões organizacional
e humana
Sedimentação de normas
e padrões
Parcerias para aquisição
de dados
Consolidação do papel da
INDE – principal
fornecedora de dados geo
3
v
v
Integração das IDE em
diferentes níveis  INDE
do local ao global
A INDE reconhecida por
sua capacidade de
contribuir para projetos
transnacionais
Lançamento da INDE e
do Portal SIGBrasil
Ciclos de Implantação da INDE
Atores Identicados no Plano de Ação
Atores / Produtores
de
IG de Referência
Dados geoespaciais de referência
Controle
Geodésico
Redes
Geodésic
as:
Planimétri
ca,
Altimétric
a, GNSS,
Maregráfi
ca
Permanen
te, e
Gravimétri
ca
Ministério da Ciência e Tecnologia – ON
Cartografia Terrestre Básica
Mapeam
ento
Terrestr
e
Sistemát
ico Geográfi
co
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Terrestr
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tico Topográ
fico
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Cadastr
al
Subsidiários e Acessórios
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o
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x
x
Ministério da Ciência e Tecnologia - INPE
x
x
Ministério da Defesa – Aeronáutica – ICA
x
Ministério da Defesa – Exército - DSG
x
x
x
x
x
Ministério da Defesa – Marinha - DHN
x
x
x
Ministério do Desenvolvimento Agrário INCRA
x
Ministério da Justiça - FUNAI
x
x
x
x
x
Ministério do Meio Ambiente – ANA
x
Ministério do Meio Ambiente – ICMBio
Ministério do Planejamento, Orçamento e
Gestão – IBGE
B
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Hi
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Cartografia
Especial
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x
Gestores da INDE (Decreto 6.666/08)
Linhas de Ação para
implantação da INDE
Gestão
Normas e
Padrões
Dados e
Metadados
Tecnologia
Capacitação
Divulgação
Programa ou Ação
INDE no PPA
Padrão dos Metadados
Geoespaciais
Plano de ação dos atores
produtores de dados
Serviços de sistemas
DBDG
Programa de
capacitação
e treinamento
Plano de difusão e
divulgação
Normas, padrões e
especificações definidos
e atualizados
Catálogo de Metadados
Geoespaciais
Portal SIG Brasil
Estrutura de
coordenação da INDE
Comitê Técnico da
INDE
Grupos de Trabalho
Rede de Nós do DBDG
Normas básicas de
segurança
Instrutores /
Multiplicadores
capacitados
Conteúdos
programáticos dos
módulos de capacitação
e treinamento
formatados
Instrumento legal com
as regras de
funcionamento
e participação na INDE
Material didático para
os módulos de
capacitação e
treinamento
reproduzidos
Plano de ação para o
Ciclo II
Avaliação da
implantação
Acordos e convênios de
cooperação e de
compartilhamento de
dados
Conteúdo
programático dos
módulos de capacitação
e treinamento
Linhas de Ação já iniciadas
Linhas de Ação pendentes
Evento de lançamento
da INDE
Encontro com
Instituições e órgãos
públicos federais
Comunicação e
divulgação da INDE
Encontro com
Instituições
acadêmicas
Encontro com
Instituições e órgãos
públicos estaduais e
municipais
Evento de lançamento
do Portal SIG Brasil
Workshops
INDE – Conteúdo Atual
 Aplicações disponíveis
•
•
•
Portal INDE: www.inde.gov.br
Catálogo de Metadados
www.metadados.inde.gov.br
Ferramentas de Visualização
 Dados e metadados disponíveis
•Metadados - 7. 580 / Instituições –
(CEAG/UNB / ICA / MDS / MPOG / IBGE /
MMA)
•Dados: 213 serviços WMS / Instituições
– ( MDS / MPOG / IBGE / MMA/ CPRM)
Acesso de Informações na INDE
Imagens de Satélites
INPE
Rede Geodésica
IBGE
Sistema Viário
DNIT
Hidrografia
ANA
Unidades de Conservação
MMA
Divisão Política
IBGE
Diretório Brasileiro de Dados Geoespaciais
Produção Mineral
CPRM
www.inde.gov.br
service=WMS&version=1.1.0&request=GetMap&layers
Acesso aos Metadados
Acesso aos Metadados
Acesso aos Dados – I3 Geo
Climas do Brasil – 1/ 5.000.000
Biomas do Brasil – 1/ 5.000.000
Complexo portuário + Trechos rodoviários BCIM
ARIM Gemas + Unidades de Proteção
Integral
Implantar a INDE segundo Plano de Ação
Revisar o Plano de Ação
Disseminar informações sobre a
INDE nas Instituições
Objetivos - CINDE
Definir / auxiliar políticas e padrões para a INDE
Membros – 139
Instituições - 32
Estrutura
CONCAR
CINDE
Gestão
Grupos de Trabalho
Normas e Padrões
Dados e Metadados
Tecnologia
Capacitação
Divulgação
GT Gestão
Tarefas prioritárias:
q
Elaborar instrumento legal com as regras de funcionamento e participação
na INDE (Instrução Normativa para adesão ao DBDG – MP/SPI).
q
Apoiar o MP/SPI no estabelecimento de acordos e convênios de
cooperação e de compartilhamento de dados.
q
Especificar normas básicas de segurança para tráfego e divulgação de
dados na INDE.
Nos do GT Gestão:
q Nº de participantes: 38
GT Normas e Padrões
Tarefas prioritárias:
q Realizar inventário e diagnóstico das normas e padrões existentes
relacionados com a produção, disponibilização e uso de IG, e as
demandas de atualização, tendo em vista adequá-las à realidade de
implantação da INDE.
Nos do GT Normas e Padrões:
q Nº de participantes: 14
GT Dados e Metadados
Tarefas prioritárias:
q Realizar inventário e diagnóstico de dados e metadados geoespaciais
nos diversos produtores de IG do setor público
q Realizar levantamento da legislação referente a IG e das questões
inerentes à produção e integração de dados, direitos autorais, restrições
de disseminação e uso, entre outras, para subsidiar a elaboração de uma
Política de Informação Geoespacial.
Nos do GT Dados e Metadados:
q Nº de participantes: 51
GT Tecnologia
Tarefas prioritárias:
q Garantir a evolução do catálogo de metadados geoespaciais, especificar
a tecnologia para implementação física e lógica dos serviços do DBDG,
bem como do Portal Brasileiro de Dados Geoespaciais – SIG Brasil.
q Definir as diretrizes para a atualização do SIG Brasil e para o
funcionamento da rede de nós do DBDG, entre outras.
Nos do GT Tecnologia:
q Nº de participantes: 21
GT Capacitação e Treinamento
Tarefas prioritárias:
q Estruturar e implementar programa de capacitação e treinamento
dos produtores, gestores e usuários de IG.
q Integrar entidades de pesquisa às ações de promoção do
desenvolvimento da INDE de forma a garantir a evolução da
iniciativa.
Nos do GT Capacitação e Treinamento:
q Nº de participantes: 26
GT Difusão e Divulgação
Tarefas prioritárias:
q Estruturar e implementar programa de difusão e comunicação da
INDE, para promover adesões, organizar a divulgação pública nos
meios e veículos de comunicação, assim como em eventos.
Nos do GT Difusão e Divulgação:
q Nº de participantes: 27
CINDE - Principais atividades até o momento
•
Reorganização dos GTs
•
Renovação do ambiente Wiki para trabalho colaborativo
•
•
•
Participação em diversos eventos apresentando a INDE e
temas afins
Realização de workshops nas instituições participantes da
INDE
Realização de reuniões entre os GTs
Diretrizes de Adesão ao DBDG
5
4
3
2
1
Avaliar
condições
técnicas e
definir
modalidade
de adesão
- Solicitar
adesão ao
DBDG
Preparar o
Ator para
implantação
do Nó
Realizar
adequações
na
infraestrutura
de TIC
Documentar
itens de
dados
geoespaciais
10
9
8
7
- Implantar o
Nó DBDG
6
Habilitar
acesso do
Ator às
aplicações do
DBDG
Formalizar
adesão do
Ator ao DBDG
Elaborar
cronograma
de ativação
do Nó
Validar
implantação
do Nó e emitir
declaração de
aceite
Passo
Descrição
01
Solicitar adesão ao DBDG
02
Avaliar condições técnicas e definir modalidade de adesão
Responsável
ATOR
ATOR
CINDE/ATOR
CINDE/ATOR
Modalidade IP
Modalidade NC
CINDE
CINDE
ATOR/CINDE
GESTOR DBDG
ATOR
ATOR
CONCAR-SE
CONCAR-SE
GESTOR DBDG
GESTOR DBDG
03
Preparar o Ator para implantação do Nó
04
Realizar adequações na infraestrutura de TIC
05
Documentar itens de dados geoespaciais
06
Formalizar adesão do Ator ao DBDG
07
Habilitar acesso do Ator às aplicações do DBDG
08
Elaborar cronograma de ativação do Nó
ATOR
ATOR
09
Implantar o Nó DBDG
ATOR
ATOR/GESTOR
10
Validar implantação do Nó e emitir declaração de aceite
GESTOR DBDG
GESTOR DBDG
Novo Portal e Visualizador da INDE
www.inde.gov.br
Informações do Censo 2010 - % de domicilios
com energia elétrica de companhia
distribuidora
Percentual de pessoas residentes de cor ou raça
indígena indígena Obras de transportes do PAC – diversos
estágios
Integração de informações - PAC com o
IBGE
Regiões Metropolitanas
Trem de
Alta
Velocidade
Rodoanel de SP
Aglomerados Subnormais + Ferrovias + Rodovias
PPA 2032 - Educação Superior - Graduação, Pós-Graduação, Ensino, Pesquisa e Extensão
Chapecó é centro de uma rede urbana - abrange todo o oeste catarinense,
Foz do Iguaçu - posição estratégica na tríplice fronteira
Complementando o exemplo, associamos "Ensino Superior" e "Ensino
Técnico" do Ministério do Planejamento. É possível identificar uma
coincidência da localização das escolas federais com os pontos mais
centrais da rede urbana.
A INDE pode auxiliar no planejamento integrado no território.
Dados - análise: Grandes projetos na área de logística e transporte constantes no
PPA – NE- recorte do semiárido – PIB per capita – vias rodoviárias existentes.
As obras previstas da ferrovia Transnordestina e portos estão planejadas de modo
integrado.
Focando na ferrovia Transnordestina, é uma obra que corta o semiárido, que é uma
região com baixo PIB per capita. Com esses dados pode se avaliar quais serão os
impactos sociais e econômicos da ferrovia na região.
Associando: “Aglomerados Subnormais", PPA/ Sistema de trens urbanos de
Salvador - BA" e "Centros de Referência de Assistência Social" (MDS).
Observa-se que o metro de Salvador beneficia diretamente uma grande área de
aglomerados subnormais na cidade. Será também possível observar a localização
dos Centros de Referência de Assistência Social em relação aos aglomerados
subnormais. Quando habilitamos as imagens do Google e observar a morfologia dos
aglomerados subnormais, alguns sem arruamento aparente, verifica-se a necessidade
de obras de acessibilidade complementares a obra do metro.
Fly UP