...

RBO vl 65- nº1-2008_ok.pmd - Revista Brasileira de Odontologia

by user

on
Category: Documents
14

views

Report

Comments

Transcript

RBO vl 65- nº1-2008_ok.pmd - Revista Brasileira de Odontologia
ISSN 00347272
ARTIGO DE REVISÃO
Controle da ansiedade em Odontologia:
enfoques atuais
Anxiety control in Dentistry: current approaches
Otto Magalhães Gaudereto
Fernanda Pascoal Dias
Graduandos em Odontologia pela Universidade José
do Rosário Vellano (MG)
Ana Maria Duarte Dias Costa
Professora Doutora do Curso de Odontologia e Medicina
da Universidade José do Rosário Vellano (MG)
Professora Titular da Disciplina de Farmacologia
Fábio de Souza Terra
Professor do Curso de Enfermagem da Universidade
José do Rosário Vellano (MG)
Mestre em Saúde pela Unifenas
Rosane Dias Costa
Médica pela Universidade José do Rosário Vellano (MG)
Mestranda em Clínica Médica pela Santa Casa de Belo
Horizonte
Marina Dias Costa
Médica pela Universidade José do Rosário Vellano (MG)
Mestranda em Clínica Médica pela Santa Casa de Belo
Horizonte
Resumo
A literatura mostra-se muito carente no que diz respeito à ansiedade na odontologia. Como o tratamento
odontológico pode representar um grande problema
para pacientes ansiosos, a proposta deste estudo foi
revisar a literatura a fim de avaliar o que existe de mais
atual a esse respeito, objetivando contribuir com os profissionais odontólogos no sentido de embasá-los para o
controle da ansiedade no consultório.
Palavras-chave: ansiedade odontológica; medo;
tratamento odontológico.
Abstract
Literature is very poor in articles about anxiety in
Dentistry. Since dental treatment may represent a major issue to anxious patients, the purpose of this study
was to review the literature in order to find out and
evaluate the most up-to-date research on the matter,
thus providing dentists with efficient methods to control anxiety in theirpractice.
Keywords: anxiety in Dentistry; fear; dental treatment.
Introdução
S
egundo RANALI (18), a sensação de “medo” (denominado
de comportamento fóbico) está ligada aos cinco medos
universais do homem: medo da dor, medo do desconhecido, medo do desamparo e da dependência, medo da mudança,
da mutilação do corpo e medo da morte.
Embora todos estejam presentes no cotidiano, o medo da
dor e da mutilação do corpo está intimamente relacionado à
visita ao dentista, gerando a sensação desagradável da ansiedade. O paciente ansioso sempre evita o tratamento dental e,
uma vez no consultório, a administração deste sentimento torna-se difícil, desencadeando uma dificuldade a mais para o
cirurgião-dentista.
A dor e a ansiedade estão diretamente relacionadas. Diante
da ansiedade, a dor fica mais difícil de ser controlada, pois seu
limiar está diminuído, podendo daí surgir o estresse. Vários
meios estão disponíveis para controlar a ansiedade ou o estresse durante a visita ao dentista. Temos os meios farmacológicos e
os não farmacológicos. Quando o cirurgião-dentista usa um desses meios para controle da ansiedade, além de aumentar o limiar de dor do paciente, também estará prevenindo complicações
gerais como desmaio, alterações de pressão arterial, glicemia
dentre outras. Em Odontologia deve-se cuidar simultaneamente da dor e da ansiedade (5).
Revisão da Literatura
Segundo KANEGANE, PENHA, BORSATTI et al . (7), uma das
dificuldades encontradas pelo clínico durante o atendimento
odontológico é o medo que alguns pacientes manifestam ter em
relação aos procedimentos que terão curso durante a sessão. O
comparecimento para tratamento odontológico pode representar um grande problema para esses pacientes.
A ansiedade se manifesta quando o perigo não é evidente,
mas se apresenta de maneira vaga e persistente, ou até mesmo
quando os sinais de um dano iminente não são conscientemente percebidos (19). Um dos atributos da ansiedade é seu caráter
de resposta a alguma ameaça e, neste sentido, ela está intimamente relacionada ao medo, sendo que a diferença entre o medo
e a ansiedade parece ser apenas a intensidade (16).
Parcela significativa de pacientes apresenta quadro de ansiedade frente ao atendimento odontológico, dificultando, em variados níveis, o trabalho do profissional sendo estressante tanto
para o cirurgião-dentista quanto para o paciente e, muitas vezes, levando a resultados insatisfatórios (3, 22).
A infância constitui-se em um período crítico para o desenvolvimento da ansiedade. ANDERSON (1) verificou que aproximadamente um quarto da população americana adulta evitou
118
Rev. bras. odontol., Rio de Janeiro, v. 65, n. 1, p.118-121, jan./jun. 2008
Controle da ansiedade em Odontologia: enfoques atuais
fazer visitas regulares ao dentista devido a experiências vividas
nesse período da vida.
Em relação à idade, MILGROM, FISET, MELNICK et al .
(12) relataram que pacientes com
menos de 40 anos podem ser 1,5
vezes mais ansiosos que aqueles com mais de 40 anos.
Referente ao sexo, indivíduos
do sexo feminino apresentam
escores mais altos do que indivíduos do sexo masculino (21).
Em um estudo realizado por
ANDERSON (1), foi investigada a
origem da ansiedade odontológica em 100 pacientes húngaros
que aguardavam o tratamento
por hipnose. O nível de medo e
ansiedade foi mensurado, através da Dental Anxiety Scale (DAS)
e da Dental Fear Scale (DFS), e o
escore encontrado foi bastante
elevado. A razão mais freqüente
para este fato foi o prévio medo
ao tratamento odontológico
(20%) e a pouca satisfação em
relação ao comportamento do
cirurgião-dentista (15%).
SINGH, MORAES, BOVI et al.
(21) conceituam ansiedade como
um sentimento semelhante ao
medo, só que a fonte desse medo
é desconhecida. ROSA & FERREIRA (20) consideram que o sentimento de ansiedade ou medo
ocorre diante da perspectiva ou
em relação ao tratamento odontológico, tendo sido chamado de
ansiedade odontológica, cuja
intensidade varia de um paciente para outro ou até no mesmo
paciente em função do tipo de
procedimento.
O impacto do medo, da ansiedade e da fobia, frente ao tratamento odontológico, têm sido
apontados em pesquisas recentes em vários países, como causadores de um grande índice de
doenças bucais e manifestações
sistêmicas, que se tornaram um
problema de saúde pública apesar de todo o avanço técnico-científico dentro da Odontologia
(2, 4, 5, 8, 10). Para muitas pessoas ainda permanece o paradig-
ma do sofrimento associado ao tratamento odontológico, onde dor
é sinônimo de dentista (7).
Abordagens Atuais para o Controle da Ansiedade
em Odontologia
Medo e dor estão sempre inter-relacionados. Estes dois sentimentos apresentam componentes fisiológicos e emocionais, uma
vez que com o aumento da dor a ansiedade também aumenta. A
influência dos fatores psicológicos sobre a dor também tem sido
amplamente demonstrada, como no estudo de LAUTCH (9) que observou que, quando estimulados, pacientes ansiosos apresentavam
um limiar de dor mais baixo do que pacientes em estado normal.
Esses pacientes quase sempre necessitam de abordagens não farmacológicas ou farmacológicas especiais (Quadro I), para permitir a
realização do tratamento odontológico.
Quadr
Quadroo I. Tratamento farmacológico da ansiedade
Medicamentos
Dose Adulto
Dose Infantil
Efeitos Adversos
Oral
Oral
Freqüentes
Infreqüentes
Raros
Diazepam
5 a 10mg
1 a 2,5mg
Sedação
Tontura
* Coma e morte
Midazolam
15mg
0,2 a 0,5mg/kg
Xerostomia
Ataxia
Efeito paradoxal
Alprazolam
0,25 a
0,5mg/dose
0,005mg/dose
Conf.mental
Depressão
respiratória
Lorazepam
2mg/dose
0,09mg/kg/dose
Náusea
Triazolam
0,125 a 0,25mg
Benzodiazepínicos
Prejuízo da
motricidade
Antihistamínicos
Hidoxizina
Prometazina
25mg/dose x 3
25 a 50mg/
dose x 2
2mg/kg/dia÷3
0,1mg/kg/
dose x 2
Sedação
Xerostomia
Ret.Urinária
Palpitação
Hipotensão
Cefaléia
Náusea e vômito
Alt.apetite
Const. ou diarréia
Outros
Hidrato de Cloral 250mg/dose x 4
Óxido Nitroso
4mg/kg x 6
Concentração média 30 a 40% de N2O
para 70% a 60% de O2
5 a 6L/min
4L/min
Sedação
Náuseas
Vômitos
Disforia e euforia
Sensação de calor
e flutuação
Efeito paradoxal
Náusea
Vômito
Cefaléia
Hipoxemia
Parada
cardioresp.
* Associado ao álcool ou outros depressores do SNC
119
Rev. bras. odontol., Rio de Janeiro, v. 65, n. 1, p.118-121, jan./jun. 2008
DIAS COSTA, Ana Maria Duarte et al.
O controle farmacológico do
estresse e ansiedade em Odontologia, através da sedação consciente, pode ser feito, com segurança, através de duas formas:
pela administração de medicamentos ansiolíticos por via oral
(benzodiazepínicos) ou, mais
recentemente, com um “novo”
coadjuvante terapêutico, através
da utilização da via inalatória
com a mistura dos gases óxido
nitroso/oxigênio (6).
Os ansiolíticos são medicamentos que têm como objetivo
a redução da ansiedade sendo a
classe dos benzodiazepínicos
(BZD) a mais utilizada. Os representantes dos BZD são: diazepam, lorazepam, alprazolam,
midazolam, dentre outros. Em
Odontologia, estas drogas são
indicadas para a diminuição da
ansiedade do paciente (6, 23).
O diazepam é o protótipo dos
benzodiazepínicos, com longa
história de uso na Odontologia,
promovendo além do efeito ansiolítico, relaxamento muscular e
efeito anticolinérgico tão importantes como coadjuvantes no tratamento odontológico. A droga é
eficaz, mas possui metabólitos
ativos podendo prolongar seu
tempo de ação, às vezes desnecessário e até mesmo inconveniente, pois pode comprometer as
atividades do paciente após a
consulta odontológica, por causar comprometimento dos reflexos e sedação do paciente. Pode
ser utilizada em doses que variam, no adulto de 5 a 10 mg e na
criança de 0,3 a 0,6mg/kg (15).
O triazolam é um ansiolítico
eficaz e agente amnéstico, que
possui rápido início de ação,
meia vida de eliminação curta e
biotransformação em metabólitos inativos. Esta curta duração
de ação é idealmente apropriada para a Odontologia, permitindo uma rápida recuperação, importante para os procedimentos
ambulatoriais. De modo geral, as
vantagens apresentadas por tal
fármaco faz com que seja uma
droga de escolha para a sedação
oral em Odontologia (24).
O midazolam é uma nova imidazobenzodiazepina, de curta
duração, rápida recuperação, porém por uso oral não manifesta
efeito satisfatório devido ao seu
elevado efeito de primeira passagem metabólica hepática.
Pode apresentar apnéia respiratória, principalmente se associado aos opióides. Todos os pacientes que utilizarem benodiazepínicos por indicação do cirurgião-dentista não devem ser liberados do consultório sem
acompanhante.
Alguns anti-histamínicos produzem leve depressão do SNC,
que provavelmente contribui
para seu efeito ansiolítico. Dentre eles, a hidroxizina se destaca
pela sua baixa toxicidade o que
contribui para sua popularidade
como sedativo na Odontologia.
Tais drogas também apresentam
atividades anticolinérgicas, antihistamínicas e antieméticas,
ações estas muitas vezes de grande utilidade no tratamento odontológico. Em algumas situações
específicas, a administração de
barbitúricos como ansiolíticos
pode ser indicada, se o paciente
não precisa ficar alerta. O hidrato de cloral pode ser considerado para o tratamento de crianças
rebeldes (24).
Nos últimos anos, a técnica da
sedação inalatória com óxido nitroso e oxigênio vem crescendo
de forma gradual entre os profissionais da área odontológica,
tornando-se uma valiosa ferramenta no controle da ansiedade
em Odontologia, podendo ser
empregada em praticamente todos os procedimentos e em todas as especialidades. Quando
corretamente indicada e aplicada é segura, não oferecendo ris-
cos para o paciente, e não apresentando os efeitos colaterais
comuns aos ansiolíticos orais. A
via inalatória é a única via em
que as ações de uma droga podem ser rapidamente ajustadas
em qualquer direção. A recuperação rápida do paciente não
deixa nenhum efeito residual na
sua capacidade psicomotora,
ideal para o uso rotineiro em
consultórios e ambulatórios
odontológicos (11, 24).
A sedação consciente por uso
de óxido nitroso foi regulamentada pelo Conselho Federal de
Odontologia (CFO) em 2004. A
técnica, conhecida há mais de
150 anos e praticada em diversos países do mundo, é usada
para sedar pacientes que apresentam quadros de fobia, medo
e excessiva ansiedade, na hora
do tratamento. O óxido nitroso
não substitui a anestesia, mas
ajuda a manter o paciente relaxado durante a intervenção. Ele
é administrado por meio de
máscara nasal, misturado ao oxigênio numa concentração de 40
a 60% (18).
Com relação às abordagens
não farmacológicas, a verbalização (iatrossedação), técnicas de
relaxamento e hipnose, as técnicas comportamentais e psicológicas no controle da ansiedade
do paciente odontológico são
indubitavelmente importantes.
Também a música, quando aplicada com técnica correta, representa uma importante ferramenta para promover distração e relaxamento no consultório odontológico. O córtex auditivo apresenta relação com o sistema límbico, o qual controla o comportamento emocional e os impulsos motivacionais, sendo de
grande importância uma escolha
musical correta ao se buscar um
efeito musicoterápico positivo. A
divulgação dos benefícios da
120
Rev. bras. odontol., Rio de Janeiro, v. 65, n. 1, p.118-121, jan./jun. 2008
Controle da ansiedade em Odontologia: enfoques atuais
Musicoterapia como ferramenta
auxiliar em Odontologia faz-se
necessária por ser ainda pouco
conhecida (17).
Considerações Finais
O controle da ansiedade dos
pacientes odontológicos pode
ser feito com diferentes métodos,
variando desde formas não-farmacológicas até a utilização de
drogas para exercer esse efeito
ansiolítico. Cada método apresenta vantagens e desvantagens
inerentes às suas próprias características. Quando a opção re-
cai no uso das drogas, torna-se
imprescindível o conhecimento
das vias de administração, do
custo, das características farmacológicas bem como, quando
técnicas sofisticadas são exigidas
para o seu emprego, de treinamento específico para sua execução.
Nenhuma das técnicas de sedação é perfeita, apresentando
limitações e indicações específicas para cada situação clínica.
Para o profissional bem informado e capacitado são opções distintas de escolha e o perfil do
paciente e do procedimento
odontológico deve ser considerado para determinar a escolha
do método.
O importante é que o tratamento odontológico possa ser
efetuado com estresse fisiológico e psicológico mínimo.
Recebido em: 04/04/2007
Aprovado em: 27/09/2007
Ana Maria Duarte Dias Costa
Rua Presidente Artur Bernardes, 655 - Centro
Alfenas/MG - CEP.: 37130-000
E-mail: [email protected]
Referências Bibliográficas
1. ANDERSON, J. W. Fear in dental chair.
Oral Health , v. 87, n. 2, p. 9-12, 1997.
2. BARBERÍA, E., FERNANDEZ- FRÍAS, C.,
SUAREZ-CLUAl, C. et al. Analysis of anxiety
variables in dental students. Int. Dent. J. , v.
54, n. 6, p. 445-449, 2004.
3. CHADWICK, B. L. Assessing the anxious patient. Dent Update , v. 29, n. 9, p.
448-454, 2002.
4. DEJONGH, A., ADAIR, P., MEIJERINK., A.
M. Clinical management of dental anxiety:
what works for whom? Int. Dent. J., v. 55, n.
2, p. 73-80, 2005.
5. GASPAR, J., TOTH, Z., FEJERDY, L. et al.
Some background data about the high dental anxiety of the Hungarian population;
Adatok a hazai populáción fokozott fogaszati szorongasanak hatteraral. Fogorv. Sz. , v.
97, n. 2, p. 85-89, 2004.
6. GRAEFF, F. G. Drogas psicotrópicas e seu
modo de ação. 2ª ed., São Paulo: EPU, 1989.
Apud . Norway. Eur. J. Oral Sci. , v. 107, n. 6,
p. 422-428, 1999.
7. KANEGANE, K., PENHA, S. S. I., BORSATTI, M. A. et al. Ansiedade ao tratamento odontológico em atendimento de urgência. Rev. Saúde Pública , v. 37, n. 6, p.
786, dez., 2003.
8. KVALE, G., BERGGREN, U., MILGRON, P.
Dental fear in adults: a meta-analysis of
behavioral interventions. Community Dent.
Oral Epidemiol., v. 32, n. 4, p. 250-264, 2004.
9. LAUTCH, H. Dental Phobia. The British
journal of psychiatry: the journal of mental
science , v.159, n. 5, p. 151-158, 1971.
10. LOCKER, D., POULTON, R., THOMSON,
W. M. Psychological disorders and dental
anxiety in a young adult population . Community Dent. Oral Epidemiol. , v. 29, n. 6, p.
456-463, 2001.
11. MALAMED, S. F. Sedation. A guide to
patient management . 4ª ed., St. Louis:
Mosby, 2003.
12. MILGROM, P., FISET, L., MELNICK, S. et
al. The prevalence and practice management consequences of dental fear in a major
US city. J. Am. Dent. Assoc. , v. 116, n. 4, p.
641-647, 1988.
15. MOORE, P. A., HOUPT, M. Sedative drug
therapy in pediatric dentistry. Apud. DIONNE, R. A., PHERO, J. C. (eds.). Management
of pain and anxiety in dental practice . Science: Elsevier, 1991.
16. PANKSEPP, J. Toward a general psychobiological theory of emotions. Behav. Brain
Sciences , v. 5, n. 3, p. 407-467, 1982.
17. PEREIRA FILHO, L. D., MACHADO, E.,
ZENKNER, J. E. et al. A música como uma
ferramenta auxiliar no controle de ansiedade durante procedimentos odontológicos.
Revista Dentística on line , v. 7, n. 14, p. 5256, jul./dez., 2006.
18. RANALI, J. Dentista pode tratar a dor causada pelo tratamento. JB. Online . 22º Congresso Internacional de Odontologia de São
Paulo, realizado de 25 a 29 de janeiro,
Anhembi, 2004.
19. ROCHA, R. G., ARAÚJO, M. A. R., SOARES, M. S. et al. O medo e a ansiedade no
tratamento odontológico: controle através
de terapêutica medicamentosa. Apud. FELLER, C., GORAB, R. Atualização na Clínica
Odontológica . São Paulo: Artes Médicas,
2000, p. 387-410.
20. ROSA, A. L., FERREIRA, C. M. Ansiedade
odontológica: nível de ansiedade, prevalência e comportamento dos indivíduos ansiosos. Rev. Bras. Odontol. , v. 54, n. 6, p. 171174, 1997.
21. SINGH, K. A., MORAES, A. B. A, DEBOVI, A. M. et al. Medo, ansiedade e controle
relacionados ao tratamento odontológico
Pesq. Odontol. Bras , v. 14, n. 2, p. 86-92,
abr./jun., 2000.
22. SKARET, E. Dental anxiety and dental
avoidance among 12 to 18 years old in
Norway. Eur. J. Oral Sci. , v. 107, n. 6, p.
422-428, 1999.
23. VAN DERBIJL, P. The benzodiazepines in
dentistry: a review. Comp. Contin. Educ.
Dent. , v. 13, n. 1, p. 46–50, 1992.
24. YAGIELA, J. A., NIEDLE, E. A., DOW, F.
J. Farmacologia e Terapêutica para Dentistas . 4ª ed., Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2000.
121
Rev. bras. odontol., Rio de Janeiro, v. 65, n. 1, p.118-121, jan./jun. 2008
Fly UP