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NGK dá dicas para substituição de sensores de oxigênio

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NGK dá dicas para substituição de sensores de oxigênio
NGK dá dicas para substituição de sensores de oxigênio Componente poder gerar dúvidas para reparadores sobre tipos e formas de manuseio Atenta às necessidades do mercado e do reparador, a NGK, principal fabricante de velas, cabos de ignição e sensores de oxigênio do mundo, esclarece mitos e verdades sobre o sensor de oxigênio, também conhecido como sonda lambda. O sensor de oxigênio é um dos componentes do sistema de injeção eletrônica e responsável por identificar a condição de mistura de ar e combustível que foi queimada, enviando esta informação à unidade de controle do veículo (ECU). Com os dados recebidos, este módulo verifica a necessidade de corrigir a mistura para promover uma melhor relação entre o desempenho do motor, consumo de combustível e controle de emissões. Nos veículos com sistema Flex, a sonda ainda desempenha a função de auxiliar o módulo para identificação do combustível que está sendo utilizado. Apesar de sua importância, o sensor de oxigênio ainda gera muitas dúvidas para o reparador, sendo que em muitos casos encontramos no mercado informações incorretas sobre este item. No mercado, são encontrados alguns principais tipos de sonda lambda. Entre eles, os do tipo dedal, que podem ser com sistema de aquecimento convencional ou com sistema de aquecimento rápido ‐ que inicia seu funcionamento a partir de oito segundos. Além deles, também é comercializado o sensor em formato de pastilha, conhecido como Planar. Uma dúvida recorrente no mercado reparador é se todos os veículos Flex utilizam sensores de oxigênio tipo planar, Na verdade, além deste tipo de sonda, mais de 50% da frota circulante dos carros flex utilizam sensores do tipo dedal de aquecimento rápido. Para a correta aplicação no veículo a NGKNTK recomenda que o reparador consulte sempre a sua tabela de aplicação que está disponível em seu site www.ngkntk.com.br ou através de seu SAC 0800 197 112. Dicas e cuidados Internamente a sonda é fabricada de cerâmicas especiais, portanto deve‐se evitar impactos durante o seu transporte e manuseio, sob riscos de danificar o sensor, mesmo novo, durante o seu processo de instalação e remoção. Não se deve emendar o fio do sensor de oxigênio, pois emendas dificultam a passagem o oxigênio de referencia do sensor, bem como possibilitam a infiltração de água e mau contato elétrico. A aplicação de produtos como óleo em spray, limpa contato ou a presença de óleo e água no conector contaminam o ar de referência, o que afeta o correto funcionamento do sensor de oxigênio. Outra atitude a ser evitada é a remoção da graxa que é aplicada na rosca do sensor de oxigênio. Os sensores NGKNTK possuem uma graxa especial chamada de Never Seeze que evita a oxidação, melhora o aterramento e facilita a instalação e desinstalação. Resistente a altas temperaturas (acima de 1300 graus Celsius) esta graxa não deve ser substituída por outros tipos de lubrificantes que podem derreter e contaminar o elemento sensor ou até mesmo inflamar‐se devido às altas temperaturas. Outro cuidado a ser tomado é o de não puxar o sensor pelos fios, pois uma ruptura interna da fiação pode causar mau contato elétrico. Este tipo de procedimento pode também deslocar o vedador, possibilitando a infiltração de água. Para remover a sonda deve‐se primeiro desconectar o sensor para depois desrosqueá‐lo do veículo. Ao tentar primeiro remover o sensor pode‐se danificar o fio por torção ou tracionamento. Alguns veículos possuem locais específicos para passagem do fio do sensor. Deve‐se passar os fios pelas presilhas para evitar que fiquem soltos, possibilitando que se danifiquem por atrito ou contato com partes aquecidas do motor. Durante a instalação, o torque de aperto do sensor recomendado é de 3,5 a 4,5 Kgfxm, se deixarmos o sensor solto se soltar e permitir a fuga de gases. Se apertado demais, também há risco de danificar o sensor. Pode‐se encontrar no mercado ferramentas apropriadas para remoção e instalação de sensores de oxigênio. Não existe manutenção de sensores de oxigênio e no caso de falhas de funcionamento e tempo de resposta lenta, os mesmos devem ser substituídos. Também não se deve tentar limpá‐los para evitar choques ou a remoção da graxa aplicada da rosca do sensor. Sobre a NGK A NGK, referência mundial nos setores automotivo, cerâmico e de revestimentos porcelanizados, completou 52 anos de atuação no Brasil em 2011. Detentora das marcas NGK (Componentes Automotivos), NTK (Cerâmicas) e Super NGK (Revestimentos Porcelanizados), a empresa conta com um quadro de 1.250 colaboradores e sua fábrica está sediada na região de Mogi das Cruzes (SP), em uma área de 611 mil metros quadrados. Fundada em 1936, em Nagoya, no Japão, a NGK é considerada a maior fabricante e especialista em velas de ignição e possui forte presença em todos os continentes do mundo. Contatos para a Imprensa: PRINTER PRESS COMUNICAÇÃO CORPORATIVA – Assessoria de Imprensa da NGK ANDERSON CAVALCANTE ([email protected]) – (11) 5582‐1619 FELIPE GUIMARÃES ([email protected]) – (11) 5582‐1603 JUNHO/2012 
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