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Tecnologia PROTEGO® • Corta-chamas • Válvulas • Acessórios de
Tecnologia PROTEGO®
Capítulo 1
• Corta-chamas
• Válvulas
• Acessórios de tanques
Edição 2012 / 2013
para segurança e meio-ambiente
para segurança
e meio-ambiente
1
Como usar este catálogo
O atual catálogo PROTEGO® possui uma estrutura modular.
No capítulo 1, além de apresentar a empresa, as “Bases
técnicas” e as “Instalações seguras na prática” oferecem
uma explicação básica do funcionamento e da utilização dos
dispositivos PROTEGO®, permitindo a pré-seleção correta dos
mesmos.
Seguindo essa seleção preliminar, o usuário é remetido para
os capítulos 2 a 8, onde os dispositivos são descritos em
detalhe.
Aplicações típicas
Aplicações exóticas
• Tanques de armazenamento e
instalações de carregamento
• Retorno de vapores em postos
de gasolina
• Sistemas de combustão
• Sistemas de processamento químico
e farmacêutico
• Sistemas de gás de aterro sanitário
e de biogás
• Sistemas de tratamento de esgoto
• Fornecimento de óxido nitroso em aplicações
clínicas
• Drenagem de superfícies à prova de explosão
em heliportos
• Armazenamento de barris de uísque
• Produção de conhaque
Aplicações especiais
• Esterilização de alimentos a vácuo
• Produção de bolachas na indústria de TI
• Ventilação para extração de metano na mineração
• Produção de vitaminas
• Produção de creme dental e desinfetante bucal
2
KA / 1 / 0909 / BR
Conteúdo
Contents
PROTEGO® - sobre nós
4
Bases técnicas
6
Corta-chamas...................................................................................................................................................................... 6
Válvulas de alívio de pressão e vácuo............................................................................................................................... 11
Válvulas de alívio de pressão e vácuo com corta-chamas................................................................................................ 16
Requisitos de alívio de pressão e vácuo para tanques de armazenamento de superfície............................................... 18
Instalações seguras na prática
26
Tanques de armazenamento em parques de tancagem para refinarias e instalações de processamento químico......... 27
Instalações de processamento químico e farmacêutico.................................................................................................... 28
Sistemas de combustão de vapores e queimadores......................................................................................................... 29
Construção naval, plataformas marítimas e sistemas de carregamento........................................................................... 30
Sistemas de biogás, de tratamento de esgoto e de gás de aterro sanitário...................................................................... 31
Corta-chamas como componentes integrados de equipamentos......................................................................................32
Resumo de produtos e serviços
33
Corta-chamas à prova de deflagração, de final de linha e calotas de respiro................................................................... 33
Corta-chamas à prova de deflagração, para tubulação..................................................................................................... 33
Corta-chamas à prova de detonação, para tubulação....................................................................................................... 33
Válvulas de alívio de pressão e vácuo, de final de linha...................................................................................................34
Válvulas de alívio de pressão e vácuo, para tubulação..................................................................................................... 34
Válvulas de alívio de pressão e vácuo com corta-chamas, de final de linha..................................................................... 34
Acessórios de tanques e equipamentos especiais............................................................................................................ 34
Serviços e peças sobressalentes.......................................................................................................................................35
Apêndice
36
Regulamentos, leis, normas e literatura técnica................................................................................................................ 36
Glossário............................................................................................................................................................................ 38
Diretrizes para a seleção de corta-chamas........................................................................................................................45
Materiais, unidades e fatores de conversão...................................................................................................................... 46
Folha de dados para os dispositivos PROTEGO®............................................................................................................. 47
Reservado o direito a modificações técnicas e de propriedade conforme ISO 16016
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0512 / BR
3
PROTEGO® - sobre nós
A Braunschweiger Flammenfilter é uma empresa familiar de
tradição, trabalhando por mais de 50 anos no desenvolvimento
de corta-chamas, válvulas e acessórios de tanques para a
engenharia de processos industriais. Durante este tempo as
marcas PROTEGO®, FLAMEFILTER® e FLAMMENFILTER®,
registradas internacionalmente, tornaram-se sinônimo de
qualidade e funcionalidade.
Os produtos são desenvolvidos em estreita colaboração
com os usuários finais, laboratórios técnicos e autoridades de
testes. O centro de pesquisa e desenvolvimento PROTEGO®
- o maior de seu tipo - não apenas desenvolve os próprios
produtos, como também está disponível para projetos de
pesquisa em geral e para desenvolvimentos especiais de
clientes. Diâmetros nominais até DN 1000 (40“) bem como
pressões e temperaturas mais elevadas são possíveis.
PROTEGO® oferece uma linha abrangente de corta-chamas,
válvulas e acessórios de tanques que foi desenvolvida para
atender às demandas do mercado. Os produtos são instalados
pelos usuários industriais numa ampla gama de aplicações:
parques de tancagem para líquidos inflamáveis em aplicações
industriais e militares; instalações para processamento
químico e farmacêutico; instalações para a combustão de
vapores; instalações de biogás, gás de aterro sanitário e de
tratamento de esgoto; construção naval; plataformas de
petróleo e instalações de carga e descarga. Os produtos
PROTEGO® são sistemas autônomos de proteção ou
integrados em equipamentos. São usados nas salas limpas de
TI, na esterilização de alimentos, em sistemas de pintura, na
indústria aeroespacial ou em locais onde vapores explosivos
podem se formar ou onde válvulas redutoras de pressão
particularmente sensíveis são necessárias.
PROTEGO® - para segurança e meio ambiente: Oferecemos
o apoio de nossos engenheiros treinados durante a fase de
planejamento e fornecemos, através da nossa rede mundial
de parceiros, sistemas que operam de forma segura a partir do
projeto até a implementação.
Seminários e sessões de treinamento focados em produtos
são oferecidos em Braunschweig, Alemanha, para reforçar as
apresentações teóricas com experiências práticas.
Evidentemente, os seminários são oferecidos também
próximos ao cliente, fornecendo informações atualizadas sobre
engenharia de segurança de última geração.
4
KA / 1 / 0909 / BR
A qualidade dos produtos é documentada de acordo com
padrões internacionais. DIN ISO 9001/2008 e DIN ISO 14001
foram implementados há muitos anos e se tornaram parte da
prática do dia-a-dia.
A qualidade derivada da produção em conformidade com
ATEX é o selo da confiabilidade. A isto se acrescenta o
símbolo do leme para abastecimento da indústria de
construção naval e o símbolo da “Factory Mutual”, indicando
a conformidade com os requisitos internacionais. As
instituições internacionais de ensaio e de aprovação nos
conhecem através de contatos diários como parceiro
competente e confiável, tendo emitido mais de 5000 aprovações.
Hoje, PROTEGO® é considerada uma das líderes em sua área
de negócios e opera no mundo inteiro com uma rede de filiais,
sucursais e representantes. O Grupo PROTEGO® inclui 11
empresas de distribuição e serviços e mais de 50
representantes nos mercados mais importantes em todos
os continentes. Os clientes são prontamente atendidos com
produtos, peças de reposição e serviços através de centros
regionais de apoio.
PROTEGO®, FLAMEFILTER® e FLAMMENFILTER® são
marcas registradas internacionalmente da Braunschweiger
Flammenfilter GmbH.
Nas áreas de segurança e proteção ao meio ambiente, PROTEGO® é conhecida internacionalmente por:
• inovação de produtos
• liderança tecnológica
• assessoria técnica e serviços
• solução de problemas
• qualidade do produto
• disponibilidade do produto e entrega no prazo
• integridade e solidez
PRO safety - PRO tection - PROTEGO®
PROTEGO® EQUIPE GLOBAL
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0909 / BR
5
Bases técnicas
Corta-chamas
Desenvolvimento
Os corta-chamas protegem sistemas sujeitos a riscos de
explosão contra os efeitos de explosões. Desde que as
explosões de gás metano foram reduzidas com sucesso pela
indústria de mineração em meados do século 19, em
conseqüência do desenvolvimento da lanterna de mineiro com
a tela “Davy”, foram encontradas outras soluções para tornar
também os sistemas da química moderna de hidrocarbonetos - onde gases muito mais perigosos são
utilizados - mais seguros.
Além disso, a introdução do automóvel tornou necessária a
implantação de postos de gasolina. Junto com os postos de
gasolina surgiu o problema de formação de vapores explosivos
suscetíveis à inflamação, consistindo de hidrocarbonetos e de
ar, em torno dos tanques e dos equipamentos de
carregamento. Dada a necessidade de um manuseio seguro
em atmosferas perigosas, as grandes empresas petrolíferas
levaram adiante o desenvolvimento de dispositivos de
proteção para aplicações industriais e militares.
Foram alcançados sucessos iniciais usando panelas de
cascalho em tanques de combustível: a entrada de uma
explosão da atmosfera para dentro do tanque de
armazenamento ou para a tubulação conectada é interrompida
pelo cascalho, a chama é extinta e o tanque permanece
protegido. Os problemas do cascalho solto, porém, são a
não-reprodutibilidade da capacidade de cortar chamas e a
grande perda de pressão. Já em 1929, uma nova tecnologia foi patenteada que substituiu o cascalho solto por fitas
de metal corrugado enroladas (figura 1a). Juntamente com
o absorvedor de choque, também patenteado, um dispositivo de proteção foi desenvolvido que detinha processos de
combustão detonadores num tubo com a mínima perda de
pressão. O corta-chamas à prova de detonação PROTEGO®
- desenvolvido por Robert Leinemann - foi criado (figura 1b).
O corta-chamas recebeu o seu nome muitos anos depois, em
1954, quando Robert Leinemann fundou sua empresa
Braunschweiger Flammenfilter.
Com a evolução dos processos químicos, as exigências em
torno dos dispositivos de proteção tornaram-se cada vez mais
complexas. Acrescentaram-se a isto os requisitos de proteção
ambiental. Vapores provenientes de processos precisam ser
eliminados de forma compatível com o ambiente e precisam
ser fornecidos aos sistemas de combustão de acordo com os
regulamentos do ar limpo. A mistura explosiva, de forma
contínua ou ocasional, é enviada para uma fonte de ignição
durante o processamento. Estes riscos especiais devem ser
combatidos com medidas especiais. Os corta-chamas
PROTEGO® oferecem proteção confiável a sistemas
industriais; como resultado de pesquisa e desenvolvimento
contínuos, os corta-chamas são sempre de última geração.
6
Figura 1a:
FLAMEFILTER® enrolado a partir de fitas de metal corrugado
Figura 1b:
Corta-chamas PROTEGO® à prova de detonação
com absorvedor de choque
KA / 1 / 0909 / BR
Processos de combustão
Misturas explosivas podem queimar de várias maneiras. Os
seguintes fatores podem influenciar, entre outros, o processo
de combustão: a composição química da mistura, possíveis
ondas de pressão, a pré-compressão, a forma geométrica
da câmara de combustão e a velocidade de propagação da
chama.
Os relevantes processos de combustão para corta-chamas
são definidos em normas internacionais:
Explosão é o termo genérico para a reação abrupta de
oxidação ou de decomposição, produzindo um aumento de
temperatura, de pressão ou de ambos simultaneamente [ver
também EN 1127-1:1997].
Figura 2: Deflagração atmosférica
Deflagração é uma explosão que se propaga à velocidade
subsônica [EN 1127-1:1997]. Dependendo da forma
geométrica da câmara de combustão, uma distinção é feita
entre a deflagração atmosférica, a deflagração pré-volumétrica
e a deflagração em tubulação.
Deflagração atmosférica (figura 2) é uma explosão que
ocorre ao ar livre, sem aumento significativo da pressão.
Deflagração pré-volumétrica (figura 3) é uma explosão em
um volume fechado (tal como dentro de um recipiente),
iniciada por uma fonte de ignição interna.
Figura 3: Deflagração pré-volumétrica
Deflagração em tubulação (figura 5) é uma explosão
acelerada dentro de um tubo que se propaga ao longo do eixo
do tubo à velocidade subsônica.
Combustão estabilizada é a queima uniforme e constante
de uma chama estabilizada sobre ou perto do elemento
corta-chamas. Faz-se uma distinção entre a combustão de
curta duração (queima estabilizada por período específico)
e a combustão contínua (queima estabilizada por período
ilimitado) (figura 4).
Deflagração
acelerada
Detonação
instável
L
Detonação
estável
Zona de transição
(DDT)
p→
Uma detonação é estável quando se propaga através de um
sistema fechado, sem variação significativa das características
de velocidade e pressão (em condições atmosféricas, as
velocidades típicas para misturas de teste e procedimentos
de teste variam entre 1.600 e 2.200 metros/segundo). Uma
detonação é instável durante a transição do processo de
combustão de deflagração para a detonação estável. A
transição ocorre em áreas de espaço limitado em que a
velocidade da onda de combustão não é constante e onde a
pressão da explosão é significativamente maior do que a da
detonação estável. NOTA: A localização desta zona de
transição depende, entre outros, da pressão e da temperatura
de trabalho, do diâmetro do tubo, da configuração da
tubulação, do gás em teste e do seu grupo de explosão e
deve ser predeterminada em cada caso por ensaios.
Figura 4: Combustão estabilizada
v→
Detonação é uma explosão que se propaga à velocidade
supersônica e é caracterizada por uma onda de choque
[EN 1127-1:1997]. A distinção é feita entre detonação
estável e detonação instável (figura 5).
Velocidade da frente de chamas
Pressão acumulada causada pela expansão
da mistura queimada
Figura 5: Deflagração - detonação instável - detonação estável
L = Distância da fonte de ignição
D = Diâmetro do tubo
v = Velocidade da frente de chama
p = Pressão
DDT = Transição da deflagração à detonação
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0909 / BR
7
Bases técnicas
Corta-chamas
Tipos básicos
Os corta-chamas são subdivididos em diferentes tipos,
dependendo do processo de combustão (combustão continua,
deflagração, detonação e os vários subgrupos) e de acordo
com a instalação (em tubulação, em final de linha, em
equipamentos).
Dissipação de
energia para a
camada limite
Os tipos básicos são:
Frente da chama
Mistura não queimada
Energiefluss in die Wand
Dissipação total de energia
a) Corta-chamas estáticos a seco
b) Corta-chamas estáticos de selo líquido
Dissipação de
energia para a
camada limite
c) Corta-chamas dinâmicos
Princípios de funcionamento
a) Corta-chamas estáticos a seco
Mistura queimada
Os elementos corta-chamas feitos de fitas de metal corrugado
enroladas podem ser fabricados com espaçamentos para a
extinção da chama, consistentemente reproduzíveis. O
tamanho do espaçamento pode ser ajustado de acordo com
a capacidade de retrocesso de chama da mistura explosiva.
Dissipação de
energia para a
camada limite
Mistura queimada
Quanto mais estreito e longo o espaçamento for (“gap”),
maior é a eficácia da extinção. Quanto mais largo e curto o
espaçamento for (“gap”), menor é a perda de pressão. A
melhor solução entre as duas condições é determinada por
ensaios.
Todos os corta-chamas estáticos a seco PROTEGO®
baseiam-se no princípio de funcionamento do FLAMEFILTER®.
8
Mistura não queimada
Colapso da
dissipação
de calor
Mistura queimada
Mistura não queimada
Figura 6:
Extinguindo a chama no espaçamento estreito por transferência
de calor (flame quenching)
7b
7a
Espaçador
Tecnologia original PROTEGO®
Para se proteger contra todos os processos de combustão
anteriormente mencionados, PROTEGO® desenvolveu os
corta-chamas estáticos a seco, otimizando sua construção e
submetendo-os a certificações nacionais e internacionais em
testes de protótipo (figuras 7a e 7b).
Frente da
chama
Dissipação total de energia
Quando uma mistura inflama-se num espaço entre duas
paredes, a chama se propaga na direção da mistura não
queimada. A expansão do volume da mistura já queimada
pré-comprime a mistura não queimada e acelera a chama.
A largura e o comprimento do espaçamento do elemento
corta-chamas determinam a sua capacidade de extinção.
Mistura não queimada
Dissipação total de energia
O FLAMEFILTER® é feito de fitas de metal corrugado enroladas, formando o elemento corta-chamas. O princípio de
extinção da chama em espaçamentos pequenos é aplicado
nos corta-chamas PROTEGO® de final de linha e no cortachamas PROTEGO® para tubulação (capítulos 2, 3, 4 e 7).
A chama é extinta por dissipação de calor na camada limite
„s“ para a grande superfície do comprimento do espaçamento
(“gap”) em comparação com a sua largura „D“, resfriando o
produto abaixo de sua temperatura de ignição (figura 6).
Frente da
chama
Fita de aço corrugado
Fita de aço corrugado
Fita de aço plano
Armação do jogo de FLAMEFILTER®
Fita de aço plano
Comprimento do espaçamento
Visualização do plano
Comprimento do espaçamento
Visualização do plano
Largura do espaçamento do FLAMEFILTER®
Largura do espaçamento do FLAMEFILTER®
Figura 7:
FLAMEFILTER® (a) com largura e comprimento do espaçamento
(“gap”) e conjunto abafador de chamas PROTEGO® (b) com
FLAMEFILTER®, espaçador e armação
KA / 1 / 0611 / BR
Definições
1. Corta-chamas (figura 8a) são dispositivos instalados na
abertura de um invólucro ou no tubo de ligação de um
sistema de invólucros, cuja função é permitir o fluxo,
porém, impedir a propagação da chama.
8a
8b
Figura 8: Corta-chamas PROTEGO® (a) e conjunto abafador de
chamas PROTEGO® (b – construção modular)
2. O conjunto abafador de chamas PROTEGO® (figuras 8b
e 7b) é a parte de um corta-chamas cuja principal tarefa é
impedir a propagação da chama.
3. Vários FLAMEFILTER® (figura 7a) formam o conjunto
abafador de chamas PROTEGO® (figuras 7b e 8b),
juntamente com os espaçadores e a armação.
4. Dependendo das condições de instalação e de processo,
corta-chamas à prova de deflagração ou de detonação
são necessários. Dependendo do modo de operação, a
resistência contra a combustão estabilizada (combustão de
curta duração, combustão contínua) pode ser necessária.
b) Corta-chamas estáticos de selo líquido
Os corta-chamas de selo líquido são barreiras líquidas seguindo o
princípio do sifão, onde o líquido pára a deflagração e/ou detonação entrante e extingue a chama. Existem dois tipos diferentes:
1. Corta-chamas de produto líquido: o produto líquido é usado
para formar um selo líquido como barreira contra a propagação
da chama. O corta-chamas PROTEGO® de produto líquido é um
corta-chamas à prova de detonação para tubulação ou de final de
linha (=> capítulo 4).
2. Corta-chamas hidráulico: é projetado para quebrar o fluxo de
uma mistura explosiva em bolhas definidas numa coluna de água,
impedindo assim a propagação da chama. O corta-chamas
hidráulico PROTEGO® é projetado e certificado para proteger
contra deflagrações, detonações e combustões contínuas.
É feito sob medida conforme os requisitos específicos do cliente
(=> capítulo 8).
Ao instalar o corta-chamas hidráulico PROTEGO® como cortachamas para tubulação, ou como cilindro coletor dos gases de
escape e protetor contra o refluxo em tubulações de coleta de
vapores próximas ao incinerador, importantes medidas de
segurança devem ser levadas em conta, a fim de garantir a necessária segurança contra explosões.
c) Corta-chamas dinâmicos
Os corta-chamas dinâmicos são projetados para produzir - em
condições de funcionamento - velocidades de fluxo que excedam
a velocidade da chama na mistura explosiva, impedindo assim a
propagação da chama. Este princípio é aplicado nas válvulas de
alívio de pressão de diafragma PROTEGO® (capítulo 7) e nas
válvulas de alta velocidade PROTEGO® (capítulo 7) com
pressões de ajuste apropriadamente altas. Estas válvulas
devem estar fechadas antes da velocidade de fluxo atingir
valores críticos. Margens de segurança devem ser incluídas.
Corta-chamas são sistemas de proteção examinados por tipo,
de acordo com 94/9/EC, e são marcados com a sigla CE.
Normalmente são testados de acordo com EN ISO 16852 e
certificados em conformidade com os requisitos específicos
da norma. Qualquer certificação em conformidade com outras
normas internacionais é mostrada através de marcação com a
indicação adequada.
Grupos de explosão
Dadas as suas composições químicas, gases diferentes têm
diferentes capacidades de propagação da chama e são,
portanto, classificados em grupos de explosão correspondentes
ao seu nível de risco. O critério para isso é o MESG = Maximum
Experimental Safe Gap (máximo espaçamento experimental
seguro), um valor característico medido em laboratório, que diz
respeito à capacidade de propagação da chama do produto. O
MESG, também chamado de Espaçamento Padrão, é a maior
abertura (“gap”) entre as duas partes da câmara interior de
um dispositivo de teste que, quando a mistura do gás na parte
interna inflama, e em condições específicas, impede a ignição da
mistura do gás na parte externa, através de uma abertura de 25
mm de comprimento em todas as concentrações do gás testado
ou do vapor no ar. O MESG é uma propriedade da respectiva
mistura de gás [EN 1127-1:1997]. NOTA: O dispositivo de teste e
os métodos são especificados na IEC 60079-1A. A composição
mais explosiva está perto da mistura estequiométrica da mistura
de gás/vapor com ar.
NEC
Substâncias de
Grupo de
Máximo espaçamento
explosão
experimental seguro [mm]
referência
IIA1
1,14 < MESG
Metano
IIA
0,9 < MESG < 1,14
D
Propano
IIB
0,5 < MESG < 0,9
C
Eteno /
Hidrogênio
Subclassificado
como
IIB1
0,85 < MESG < 0,9
C
Eteno
IIB2
0,75 < MESG < 0,85
C
Eteno
IIB3
0,65 < MESG < 0,75
C
Eteno
IIC
MESG < 0,5
B
Hidrogênio
A tabela acima mostra a classificação de
substâncias em grupos de explosão,
correspondentes ao seu MESG
(IEC 79-1, EN ISO 16852).
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 1112 / BR
9
Bases técnicas
Corta-chamas
Consulte a bibliografia mais específica (especialmente informações técnicas no que diz respeito à avaliação de segurança) sobre o MESG de substâncias individuais, avaliações
adicionais e valores característicos de substâncias. Estas
informações são fornecidas pela PROTEGO® sob solicitação.
Com o aumento da pressão e da temperatura, a carga sobre
os corta-chamas geralmente aumenta. Corta-chamas que
foram testados em condições atmosféricas são aprovados e
podem ser usados até 60 °C (140 °F) e 1,1 bar (15,9 psi). Se
a temperatura de trabalho e/ou a pressão de trabalho forem
maiores, os corta-chamas devem ser submetidos a um exame
especial segundo os parâmetros de trabalho mais altos.
PROTEGO® oferece corta-chamas para os grupos de explosão
acima mencionados também para pressões mais elevadas
(> 1,1 bar abs, 15,9 psi) e temperaturas mais altas (> 60 °C,
140 °F) conforme exigido pelos parâmetros operacionais.
Local de instalação
Dependendo do local de instalação, os corta-chamas devem
cumprir várias tarefas de proteção:
Na abertura de uma parte de um sistema para a atmosfera
▬► corta-chamas de final de linha
Na abertura de um equipamento para um tubo de ligação
▬► corta-chamas pré-volumétrico
Na tubulação ▬► corta-chamas para tubulação
Os corta-chamas de final de linha PROTEGO® protegem contra deflagrações atmosféricas e combustão estabilizada - seja
de curta duração ou combustão contínua. Podem ser conectados apenas em um dos lados e não podem ser instalados no
meio de tubulações. Corta-chamas de final de linha PROTEGO®
podem, porém, ser combinados com válvulas (ver página 16: válvulas
de alívio de pressão e vácuo com corta-chamas).
Os corta-chamas pré-volumétricos PROTEGO® são integrados no
equipamento (são partes inseparáveis do equipamento) e testados
juntamente com ele.
Os corta-chamas para tubulação PROTEGO® protegem contra
deflagrações e/ou detonações estáveis e/ou detonações instáveis em
tubulações. São instalados em tubulações e não devem ser utilizados
como corta-chamas de final de linha.
Os corta-chamas devem ser posicionados de acordo com o uso
especificado. No caso do corta-chamas para tubulação à prova de
deflagração, certifique-se que a relação L/D permitida (L = distância
entre a fonte de ignição e o local de instalação do corta-chamas, D
= diâmetro da tubulação) não é ultrapassada e que os corta-chamas
para tubulação à prova de deflagração não são instalados demasiadamente distantes da fonte de ignição, de maneira que a deflagração
não se transforme numa detonação, porque o lance é demasiadamente longo. A relação L/D permitida é indicada nas instruções do
fabricante do corta-chamas.
Seleção
A eficácia dos corta-chamas deve ser testada e aprovada. Os cortachamas são categorizados de acordo com o processo de combustão
e o local de instalação.Os critérios de seleção estão descritos nos
respectivos volumes. Uma vasta gama de modelos e diferentes
versões surgem a partir de soluções sob medida para diferentes
aplicações. Devido ao projeto modular do conjunto abafador de
chamas, os corta-chamas PROTEGO® são, de forma geral, de fácil
manutenção. Detalhes construtivos especiais (efeito do tubo de
choque SWGTE ou amortecedor de choque patenteado) permitem
uma vazão maior, devido à perda mínima de pressão.
Local de Em final de linha Integrado no Em tubulação
instalação
Equipamento
Processo de
combustão
Exemplos de
aplicação
Products
Deflagração
atmosférica
Deflagração
atmosférica e
combustão de
curta duração
Deflagração
atmosférica, combustão de curta
duração e combustão contínua
→ Tanque, página 27
→ Reator, página 28
→ Respiro livre, página 29
→ Capítulo 2
→ Capítulo 2
→ Capítulo 2
PROTEGO dispõe do corta-chamas apropriado para
cada aplicação
®
 Proteção contra deflagrações atmosféricas em final de linha:
Corta-chamas PROTEGO® à prova de deflagração, de final
de linha, capítulo 2
 Proteção contra deflagrações atmosféricas e combustão de
curta duração em final de linha: Corta-chamas PROTEGO®
à prova de deflagração e de combustão de curta duração, de
final de linha, capítulo 2
 Proteção contra deflagrações atmosféricas, combustão de
curta duração e combustão contínua em final de linha: Cortachamas PROTEGO® à prova de deflagração e de combustão
contínua, de final de linha, capítulo 2
10
Deflagração
prévolumétrica
→ Soprador
→ Bomba a
vácuo (p. 32)
→ Capítulo 3
Deflagração
em tubulação
Detonação
estável e
deflagração em
tubulação
Detonação
instável e
estável e
deflagração
em tubulação
→ Tubo coletor de escape, página 27
→ Sistema de combustão, página 28
→ Retorno de vapores, página 29
→ Capítulo 3
→ Capítulo 4
→ Capítulo 4
 Proteção contra deflagrações pré-volumétricas em
equipamentos: Conjuntos abafador de chamas PROTEGO® à
prova de deflagração em equipamentos, capítulo 3
 Proteção contra deflagrações em tubulações: Corta-chamas
PROTEGO® à prova de deflagração, para tubulação, capítulo 3
 Proteção contra deflagrações e detonações estáveis em
tubulações: Corta-chamas PROTEGO® à prova de detonação,
para tubulação, capítulo 4
 Proteção contra deflagrações e detonações estáveis e instáveis
em tubulações: Corta-chamas PROTEGO® à prova de
detonação, para tubulação, capítulo 4
KA / 1 / 1109 / BR
Technical Fundamentals
Válvulas
Pressure
de and
alívio
Vacuum
de pressão
Reliefe Valves
vácuo
Desenvolvimento
Tecnologia das válvulas
Vasos ou tanques fechados enchidos com produtos líquidos,
devem ter uma abertura através da qual a pressão acumulada
pode ser liberada, para que o vaso não estoure. Da mesma
forma, o vácuo deve ser compensado quando o tanque ou o
vaso é drenado, para que não imploda. Sobrepressões
inadmissíveis e sobrepressões negativas (a seguir também
denominadas vácuo) poderão ocorrer, devido a procedimentos
de carga e descarga, processos de limpeza à vapor,
inertização e efeitos térmicos. Aberturas livres permitem a
livre troca com a atmosfera ou com sistemas de tubulações
conectados, que não são controlados e monitorados. Neste
caso são usadas calotas de respiro (figura 1).
As válvulas de alívio de pressão e vácuo PROTEGO® têm
obturadores calibrados por peso ou por mola. Quando há
excesso de pressão no tanque, o obturador de pressão,
guiado no corpo, é levantado, liberando assim o fluxo para a
atmosfera (figura 3a), até a pressão cair abaixo da pressão
de ajuste. Em seguida, a válvula fecha novamente. O lado do
vácuo da válvula é firmemente vedado pela carga adicional da
sobrepressão. Quando há vácuo no tanque, a sobrepressão
da atmosfera levanta o obturador de vácuo e o tanque é
ventilado (figura 3b).
Figura 1: Alívio do tanque de armazenamento com PROTEGO® EH/0S
Figura 3a: Funcionamento da válvula com pressão no tanque
Os vapores de produtos expelidos podem ser venenosos,
mal-cheirosos e inflamáveis ou podem simplesmente
representar uma perda do produto. Eles poluem a atmosfera.
A concentração local de fábricas químicas e de processamento
e a associada poluição ambiental têm aumentado tanto nos
últimos 50 anos que, atualmente e especialmente em países
industrialmente desenvolvidos, válvulas devem ser usadas
para manter as aberturas livres fechadas durante a operação
normal, permitindo o alívio de pressão e vácuo apenas em
casos de emergência.
Os dispositivos de respiro na forma de válvulas de alívio de
pressão e vácuo não devem ser fechàveis (figura 2).
Figura 3b: Funcionamento da válvula com vácuo
(pressão negativa) no tanque
Figura 4: Obturador de curso pleno PROTEGO®
com vedação de colchão de ar
Figura 2: Respiro do tanque de armazenamento com a válvula
de alívio de pressão e vácuo PROTEGO® VD/SV
Estas válvulas precisam ser simples e robustas, sem
necessidade de controle remoto e sem falhas, cumprindo
as tarefas esperadas de forma confiável: mantendo e
compensando a pressão e o vácuo.
Em princípio, a válvula de diafragma, que é calibrada com
líquido (como lastro) e a válvula piloto-operada, que é
auto-operada, funcionam da mesma forma.
Os obturadores das válvulas calibrados por peso têm diversas
formas de construção. Uma distinção é feita entre o obturador
de curso pleno (figura 4 e figuras 5a e b) e o
obturador convencional (figura 6).
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0909 / BR
11
Bases técnicas
Válvulas de alívio de pressão e vácuo
A vedação entre o obturador e a sede da válvula é feita por
um selo de FEP com colchão de ar, uma vedação metal-metal
ou uma vedação plana de PTFE, dependendo da pressão de
ajuste ou da aplicação. A melhor vedação é obtida através de
um disco metálico lapidado, assentado na sede metálica da
válvula (metal-metal). Quando as pressões de ajuste são
baixas, um selo de FEP com colchão de ar fornece uma vedação firme. A estanqueidade das válvulas PROTEGO® está
muito acima do padrão normal (DIN 3230, índice de
estanqueidade B0 ou API 2521), atendendo, portanto, às
rigorosas exigências dos regulamentos de controle de
emissões.
As válvulas de alívio de pressão e vácuo PROTEGO® com
obturador de curso pleno garantem a vazão dentro de uma
sobrepressão de 10% entre a pressão de ajuste e a
válvula totalmente aberta (curso pleno).
Fechado
Fluxo com curso pleno
Após a abertura inicial, o aumento da pressão é proporcional à
vazão descarregada até atingir o curso total. Quando a contrapressão na tubulação conectada é alta ou a válvula é instalada
em combinação com uma válvula de controle de pressão, este
método proporciona maior estabilidade ao sistema como um
todo. No entanto, a vazão não é tão boa quanto a de válvulas
com obturadores de curso pleno. Estes obturadores (figura 6)
são principalmente usados nas válvulas para tubulação
quando assim exigido pelas condições de operação.
Dependendo da construção da válvula e do obturador, da
pressão e do vácuo (pressão manométrica negativa) de
projeto, as vazões nominais são alcançadas com sobrepressões diferentes (figura 7).
Salvo acordo em contrário, o padrão das válvulas PROTEGO®
é a tecnologia de 10%.
Vantagens da tecnologia de 10% PROTEGO®:
 Preservação da pressão muito próxima à pressão
máxima admissível do tanque
 Minimização das perdas de produto
 Redução das emissões de vapores
Figura 5a:
Fluxo com obturador de curso pleno e selo com colchão de ar
Pressão do tanque
Ponto de projeto
Fluxo com curso pleno
↓
S
o
ssã
pre
e
obr
Figura 5b:
Fluxo com obturador de curso pleno e vedação metálica
Isto se consegue, harmonizando precisamente o diâmetro e a
altura do defletor do obturador com a sede usinada e lapidada
da válvula. Adicionalmente, a construção favorável ao fluxo
no lado da saída reforça todo o efeito. Estes obturadores são
usados em válvulas de final de linha e para tubulação.
As válvulas de alívio de pressão e vácuo PROTEGO® com
obturadores convencionais garantem a vazão dentro de um
aumento de pressão de 40% com uma resposta
proporcional.
Fechado
Fluxo com curso pleno
Figura 6:
Fluxo com obturador convencional (plano com vedação metálica)
12
Sobrepressão de 10%: a válvula está fechada até 18 mbar
Sobrepressão de 100%: a válvula abre já com 10 mbar
Vazão de projeto
Fechado
Figura 7: Características de abertura em válvulas com
diferentes níveis de sobrepressão
A válvula de diafragma PROTEGO® (figura 8) tem uma carga
líquida acima do diafragma.
A coluna estática do líquido indica a pressão de ajuste. O
diafragma flexível com lastro líquido se ajusta firmemente à
sede metálica da válvula, a fim de proporcionar uma excelente
vedação. Se a pressão de ajuste é excedida, o diafragma é
levantado, liberando a seção transversal para escoar o fluxo.
Devido ao seu diafragma flexível, estas válvulas são usadas
em baixas temperaturas climáticas e - com diafragmas em
FEP - para meios pegajosos e polimerizantes. As válvulas de
diafragma PROTEGO® são as únicas no mundo à prova de
congelamento até temperaturas de -40ºC (-40ºF).
KA / 1 / 0909 / BR
Figura 9:
Válvula de alívio
de pressão
piloto-operada
PROTEGO® PM/DS
Figura 8:
Válvula de diafragma
PROTEGO® UB/SF-0
A válvula piloto-operada PROTEGO® (figura 9), atuada pelo
fluido do processo, descarrega o fluxo sem necessidade de
sobrepressão adicional. Até a pressão de ajuste ser atingida
e até o piloto reagir, a válvula permanece fechada. Ao atingir
a pressão de ajuste, a válvula abre imediatamente a curso
pleno, sem necessidade de sobrepressão, liberando a seção
transversal da válvula (pressão de ajuste = pressão de abertura). Antes de atingir a pressão de ajuste, a vedação aumenta
conforme aumenta a pressão. Uma vez que o fluxo é escoado
e a pressão cai abaixo da pressão de abertura, a válvula fecha
novamente. As válvulas piloto-operadas PROTEGO® são
geralmente usadas como válvulas de segurança e alívio em
tanques de armazenamento de baixa temperatura ou onde a
válvula deve ser estanque até a pressão de ajuste.
Perdas por Evaporação, seção 1 – Perdas por Evaporação
em Tanques com Teto fixo, 3ª edição”). O projeto do tanque, a
pintura, o isolamento e a manutenção da pressão através de
válvulas influenciam – entre outros – a redução das emissões.
O efeito, que a manutenção da pressão tem sobre a redução
da perda do produto (vapores), melhora à medida, que a
pressão de ajuste da válvula se aproxima da pressão máxima
admissível no tanque. O fluxo deve ser escoado de forma
confiável, sem ruptura do tanque. Uma comparação das
perdas de produto com sobrepressões diferentes revela
claramente as vantagens da tecnologia de 10% em relação a
sobrepressão de 40% e, especialmente, em contraste com a
sobrepressão de 100%: A construção especialmente
desenvolvida oferece economias mensuráveis, ao reduzir a
acumulação necessária para o desempenho exigido (fig. 10).
Os requisitos operacionais em relação à capacidade de
aspiração e expiração determinam, se válvulas de pressão e
válvulas de vácuo separadas, ou válvulas de alívio de pressão
e vácuo combinadas serão usadas.
A manutenção da pressão dependente do processo em sistemas é assegurada por válvulas que levam em consideração
parâmetros relacionados a vasos de pressão. Válvulas de
segurança convencionais são usadas para pressões acima
de 0,5 barg (7,25 psig), de acordo com EN-ISO 4126 e a
Diretriz de Equipamentos de Pressão PED 97/23/EC, API 526
e ASME VIII, Div. 1, ou outras normas internacionais. Para
pressões inferiores a 0,5 barg (7,25 psig), a pressão pode ser
mantida usando válvulas de segurança não sujeitas a regulamentos da Diretriz de Equipamentos de Pressão (PED). Elas
devem, porém, atender a outros critérios: proporcionar uma
boa vedação, ser à prova de congelamento, sem falhas e de
fácil manutenção. As válvulas para preservação de pressão e
vácuo PROTEGO® atendem a estes requisitos enquanto são
altamente eficientes, operam de forma estável e oferecem um
funcionamento seguro até sob pressões muito baixas, devido
à tecnologia de 10%. Além disso, as emissões de produtos são
reduzidas.
Regulamentos técnicos nacionais e internacionais para preservar o ar limpo servem de base para o cálculo da economia
(tais como VDI 3479: Redução de emissões no armazenamento de óleo mineral para distribuição, Diretrizes VOC 1999/13/
EC e 94/63/EC ou API MPMS, capítulo 19.1: “Manual de
Normas de Medição de Petróleo API, capítulo 19, Medição de
Redução das emissões em um tanque de armazenamento de gasolina com a
pressão máxima admissível de 20 mbar e válvulas de diferentes tecnologias
70
Redução de emissões em %
Válvulas de alívio de pressão e vácuo para
manutenção da pressão (preservação de vapores)
80
60
50
40
30
71
20
10
0
20
65
18
0% = máxima
Tecnologia 10%
economia teórica
PROTEGO®
de 71%
(obturador de pleno
curso, pressão de
ajuste de 18 mbar) =
economia de 65%
51
14
Tecnologia de
40% (obturador
normal, pressão
de ajuste de 14
mbar) = economia de 51%
35
10
Tecnologia de
100% (pressão
de ajuste de 10
mbar) = economia
de 35%
Figura 10:
Produto armazenado gasolina: Comparação da economia do produto
com diferentes níveis de sobrepressão em relação ao tanque de armazenamento de livre respiro: exemplo de perda de produto a 20 mbar
de pressão admissível no tanque, economia em %, com diferentes
sobrepressões
0% = até 20 mbar (8 pol H2O), a válvula está fechada (teoricamente):
mais de 70% de economia
10% = a válvula abre apenas a uma pressão de ajuste
de 18 mbar (7,2 pol H2O): 65% de economia
40% = a válvula abre a uma pressão de ajuste de
14 mbar (5,6 pol H2O): 51% de economia.
100% = a uma pressão de ajuste de 10 mbar
(4 pol H2O) a válvula já abre: apenas
35% de economia
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0712 / BR
13
Bases técnicas
Válvulas de alívio de pressão e vácuo
Válvulas de alívio de pressão e vácuo para alívio
de pressão e respiro de tanques
Tanques de armazenamento e vasos ao ar livre estão expostos a
condições climáticas, tais como aquecimento e arrefecimento (o tanque
deve ser capaz de respirar). Estas influências devem ser consideradas
adicionalmente às vazões de enchimento e esvaziamento e do suprimento de gás inerte. Elas podem ser calculadas com boa aproximação
(ver requisitos de alivio de pressão e vácuo para tanques de armazenamento de superfície – dimensionamento e fórmulas de cálculo, página
20). A pressão de abertura da válvula não deve exceder a pressão
máxima admissível do tanque, também chamada de pressão de projeto
do tanque. A construção e o projeto da válvula determinam, como esta
pressão de abertura é atingida. Válvulas de segurança de construção
convencional, projetadas para vasos com uma sobrepressão de 0,5 bar
(7,25 psi), requerem uma sobrepressão de 10% acima da pressão de
ajuste para atingir a pressão de abertura. Abaixo de uma pressão de
1 bar (14,5 psi), a máxima sobrepressão pode chegar a 100 mbar (4
pol H2O), o que é claramente acima do nível de 10%. Em contraste, as
válvulas PROTEGO® com tecnologia apropriada atendem às exigências
para as válvulas de segurança convencionais com a sobrepressão de
10%, mesmo com pressões de ajuste abaixo de 0,003 bar (1,2 pol H2O).
Em condições normais de funcionamento, deve ser impossível bloquear o sistema de alívio do tanque. O dimensionamento do sistema de
alívio de pressão e vácuo deve ser tal, que a pressão de projeto, ou
seja, a pressão e o vácuo (pressão negativa) do tanque, não poderá ser
excedida em quaisquer condições de operação. A válvula de alívio de
pressão e vácuo deve garantir a vazão máxima decorrente da capacidade da bomba, de influências térmicas e de outras fontes. Esta válvula
é freqüentemente chamada de válvula de respiro.
Quando vazões de expiração extremamente elevadas são necessárias,
devido a um incêndio na superfície externa do tanque ou a falhas nos
equipamentos especiais do tanque (tais como sistemas de gás de
inertização), válvulas de respiro de emergência adicionais devem ser
usadas, especialmente quando o teto do tanque não tiver uma solda de
ruptura predeterminada (figura 11).
Quando o sistema de inertização falhar, grandes quantidades de gás podem fluir para dentro do tanque. O excesso de gás deve ser expelido do
tanque através do sistema de alívio de pressão, sem exceder a pressão
de projeto do tanque.
c
b
a
d
vácuo. Na norma EN 14015, estas válvulas são também denominadas
válvulas de compensação de pressão, válvulas de compensação de
vácuo ou válvulas combinadas de compensação de pressão e vácuo.
Local de instalação
Geralmente, as válvulas de final de linha PROTEGO® são usadas
em tanques de armazenamento, vasos ou em tubos de alívio. Em
tubulações, as válvulas PROTEGO® para tubulação são usadas como
válvulas de excesso de vazão, na prevenção de refluxo e, ocasionalmente, como válvulas de controle (proporcionais). As grandes vantagens destas válvulas são seu projeto simples e suas grandes seções
transversais de abertura. Elas operam sem falhas.
Se os produtos que fluem são explosivos, as válvulas para tubulação
devem ter corta-chamas à prova de detonação a montante para
proteger o sistema contra combustões aceleradas. Nesta aplicação
perigosa, válvulas de final de linha devem ser equipadas com um
corta-chamas de final de linha, para proteger o sistema contra deflagrações atmosféricas (ver também capítulo 7).
Dimensionamento de válvulas
Ao dimensionar válvulas de alívio de pressão e vácuo, a máxima vazão volumétrica possível, as máximas pressões admissíveis e os dados operacionais (parâmetros de processo) devem ser considerados. Definições:
Pressão de ajuste = a válvula inicia a abertura = pressão de ajuste de
bancada da válvula com 0 bar de contrapressão
Pressão de abertura = pressão de ajuste mais sobrepressão
Pressão de fechamento = pressão de reassentamento = a válvula
fecha e veda
Sobrepressão = aumento da pressão acima da pressão de ajuste
Acumulação (ISO) = aumento da pressão no vaso acima da pressão
máxima de trabalho admissível, durante a descarga através da válvula
de alívio de pressão
Acumulação (EN) = diferencial entre a pressão de ajuste da válvula e
a pressão do tanque em que a vazão exigida é alcançada, ou entre o
vácuo de ajuste da válvula e a pressão negativa interna do tanque em
que a vazão exigida é atingida (não utilizado neste catálogo)
Perda de pressão = diminuição da pressão através da válvula com
uma dada vazão
Curva da perda de pressão (diagrama de vazão) = curva de desempenho no diagrama de vazão = características das válvulas como a
pressão em mbar (pol H2O) representada graficamente contra a vazão
em m3/h (pés³/h)
Figura 11: Alívio de pressão e vácuo de um tanque de armazenamento através
da válvula de alívio de pressão e vácuo PROTEGO® VD/SV-PA (a), alívio
canalizado para o tubo coletor de escape durante a operação (b), aspiração
durante a operação através da válvula de controle de nitrogênio (c) PROTEGO®
ZM-R, alívio em caso de incêndio através da válvula de respiro de emergência
PROTEGO® ER/V (d)
As válvulas PROTEGO® exercem as funções de manutenção e de
alívio de pressão como válvulas de alívio de pressão, válvulas de
alívio de vácuo ou válvulas combinadas de alívio de pressão e
14
Contrapressão = pressão no sistema que atua contra o fluxo saindo
da válvula, e que precisa ser considerada como pressão adicional
sobre o obturador da válvula
A máxima pressão de projeto admissível do equipamento, tanque de armazenamento ou reservatório, não deve ser excedida. A máxima vazão
possível deve ser escoada através da válvula de forma confiável, para
que a máxima pressão admissível de projeto do equipamento não seja
excedida. Fatores de segurança devem ser levados em conta.
KA / 1 / 0909 / BR
Estágios de operação de válvulas de alívio de pressão e vácuo: a válvula é dimensionada de forma ideal, quando o ponto
de operação situa-se na curva de desempenho, isto é, quando
a vazão máxima é escoada com a válvula completamente
aberta, sem necessidade de sobrepressão adicional (com a
válvula completamente aberta) (faixa de operação de plena
carga A, figura 12).
Quando a vazão de projeto não é atingida durante o escoamento, a válvula não abre completamente. O obturador da
válvula sobe apenas brevemente, descarrega o volume, e
em seguida volta a fechar quando a pressão cair abaixo da
pressão de ajuste. A pressão de fechamento depende da
construção do obturador e da geometria da válvula. Existem
faixas de operação de carga parcial em que o curso pleno
não é atingido (válvulas superdimensionadas, ponto C no
diagrama) e faixas de sobrecarga em que uma sobrepressão
adicional é necessária após atingir o pleno curso, para escoar
a vazão (válvulas subdimensionadas, ponto B no diagrama).
Dentro da faixa de sobrecarga, a válvula trabalha de maneira
estável; na faixa de carga parcial, o obturador da válvula pode
“bater” em função da instabilidade. Um dimensionamento adequado, que leva em conta possíveis condições operacionais,
é, portanto, essencial.
Pressão de abertura PA, respectivamente pressão do tanque PT (mbar)
Exemplo (figura 12):
Pressão de abertura da válvula
Pressão de ajuste da válvula
A vazão de projeto
B sobrecarga
C carga parcial
Faixa de operação
de sobrecarga
Po
Faixa de operação
de carga parcial
PA = 20 mbar
Pset = 18 mbar (20 mbar - 10%)
>
<
projeto
= 3.500 m3/h
projeto
projeto
Para dimensionar dispositivos individuais combinados,
que não foram testados em conjunto com relação à vazão
(por exemplo: DR/ES com DV/ZT), um processo especial de
dimensionamento deve ser considerado. Favor entrar em
contato com nossos engenheiros de venda para uma orientação específica.
projeto
Seleção
As válvulas são selecionadas segundo os critérios de seleção
acima, dependendo do local de instalação e da sua função
prevista como válvulas de alívio de pressão, válvulas de alívio
de vácuo ou válvulas combinadas de alívio de pressão e
vácuo.
Vazão
Figura 12: Pontos de projeto e de operação no diagrama
Local de Válvulas de final de linha Válvulas para tubulação
instalação
Função
Válvulas de alívio
de pressão
Exemplos de
aplicação
Produto
Válvulas de
alívio de vácuo
Válvulas de
alívio de
pressão e
vácuo
Válvulas
de alívio de
pressão e
vácuo, pilotooperadas
→ Tanque de armazenamento, página 27
→ Capítulo 5
→ Capítulo 5
→ Capítulo 5
PROTEGO® dispõe da válvula apropriada para cada aplicação
Para o alívio de pressão e vácuo de tanques de armazenamento e
reservatórios ▬► Válvulas de alívio de pressão e vácuo de final de
linha PROTEGO® (capítulo 5)
→ Capítulo 5
Válvulas
de alívio de
pressão ou
vácuo
Válvulas
de alívio de
pressão e
vácuo
Válvulas de
inertização
→ Tubo coletor de escape, página 27
→ Capítulo 6
→ Capítulo 6
→ Capítulo 6
Para alívio de pressão e vácuo de tanques estocando produtos
a baixas temperaturas e produtos críticos
▬► Válvulas de diafragma de alívio de pressão/vácuo,
de final de linha PROTEGO® (capítulo 5)
Como válvulas de excesso de vazão ou de prevenção de refluxo
▬► Válvulas de alívio de pressão e vácuo para tubulação
PROTEGO® (capítulo 6)
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0311 / BR
15
Bases técnicas
Válvulas de alívio de pressão e vácuo com corta-chamas
Desenvolvimento
Ao armazenar produtos inflamáveis ou processar produtos
químicos, que possam gerar misturas explosivas, a abertura
do tanque de armazenamento ou do reservatório deve ser protegida adicionalmente com corta-chamas. A tarefa era desenvolver um dispositivo que combinasse as propriedades de um
corta-chamas e de uma válvula em um único arranjo.
As válvulas PROTEGO® com corta-chamas integrado têm a
vantagem singular, que os conjuntos abafadores de chamas
são externos e, portanto, facilmente acessíveis (figuras 1 e 2).
Figura 1: Válvula de alívio de
pressão e vácuo à prova de
deflagração
PROTEGO® VD/TS
Figura 2: Válvula de alívio
de pressão e vácuo à prova
de deflagração e combustão
contínua PROTEGO® VD/SV-HR
Válvulas de alívio de pressão e vácuo
com corta-chamas
As válvulas de alívio de pressão e vácuo com corta-chamas
integrado têm as mesmas atribuições e funções das válvulas sem corta-chamas. Elas servem para manter a pressão
(preservação de vapores), respectivamente para aliviar
a pressão, e possibilitam o respiro de tanques. Para uma
descrição detalhada, consulte a página 11.
Corta-chamas
As válvulas têm um conjunto abafador de chamas integrado. O grupo de explosão dos produtos químicos a serem
protegidos, deve ser levado em conta ao selecionar o tipo
de proteção da válvula contra a propagação de chamas. Os
produtos químicos são classificados em grupos de explosão
IIA, IIB3 e IIC (Grupo NEC D, C e B), de acordo com o MESG
(máximo espaçamento experimental seguro) das misturas.
As válvulas com corta-chamas integrado são classificadas da
mesma forma. A válvula é testada e aprovada para o grupo de
explosão.
A válvula de diafragma PROTEGO® (figura 3) tem um lastro
líquido acima do diafragma. A coluna estática de líquido é
proporcional à pressão de ajuste. O diafragma flexível, com
lastro líquido, se ajusta firmemente à sede metálica da válvula,
proporcionando uma excelente vedação. Se a pressão de ajuste for excedida, o diafragma é levantado, liberando a seção
transversal para escoar a vazão. Devido ao seu diafragma
flexível, estas válvulas são usadas em baixas temperaturas
climáticas e, com diafragmas em FEP, para meios pegajosos e
polimerizantes.
A válvula de diafragma PROTEGO® (figura 3a) dispõe de
uma proteção dinâmica contra a propagação de chamas em
caso de combustão contínua e de um conjunto abafador de
chamas estático integrado, protegendo contra propagação de
chamas em caso de deflagrações atmosféricas.
As condições de operação devem ser cuidadosamente avaliadas. Dependendo dos possíveis processos de combustão,
deve ser providenciada uma proteção contra deflagração
atmosférica e/ou combustão de curta duração e/ou combustão
contínua.
Tecnologia das válvulas
A tecnologia e o funcionamento das válvulas de pressão e
vácuo com conjunto abafador de chamas integrado são iguais
àquelas das válvulas sem conjunto abafador de chamas. Deve
ser lembrado, que o conjunto abafador de chamas na saída
gera uma certa contrapressão, que não tem impacto sobre a
pressão de ajuste, influenciando, porém, o comportamento da
sobrepressão. Este fato está sendo considerado nos diagramas de vazão.
16
Figura 3: Válvula de diafragma PROTEGO® UB/SF,
à prova de deflagração e combustão contínua
KA / 1 / 0911 / BR
Figura 3a:
Teste de combustão
contínua da válvula
de diafragma
PROTEGO® UB/SF
Local de instalação
Válvulas com corta-chamas são sempre válvulas de final de
linha, já que o calor deve ser liberado para o meio ambiente
sem acumulação, para impedir a propagação de chamas. Do
contrário, uma acumulação de calor causaria o aquecimento
inadmissível do elemento corta-chamas, que finalmente resultaria em um retrocesso de chamas. Estas válvulas são usadas
principalmente em tanques de armazenamento e recipientes em
que líquidos inflamáveis são estocados ou processados, e nas
aberturas de alívio em recipientes de processo, onde a ocorrência de misturas explosivas não pode ser excluída.
Dimensionamento e estágios operacionais
das válvulas
A válvula de alta velocidade (figura 4) dispõe de proteção
especial contra a propagação de chamas, com escoamento dinâmico entre o obturador e a sede da válvula, a partir
da pressão de ajuste de +60 mbar (24 pol H2O). A válvula
de alta velocidade é à prova de combustão contínua.
Figura 4: Válvula de alta
velocidade à prova de
combustão contínua
PROTEGO® DE/S conectada
a uma válvula de alívio de
vácuo à prova de deflagração
PROTEGO® SV/E-S
O dimensionamento e os estágios operacionais das válvulas de
alívio de pressão e vácuo são descritos nas páginas 14 e 15.
Seleção
Uma vez que as válvulas de alívio de pressão e vácuo com
corta-chamas PROTEGO® são sempre válvulas de final de
linha, elas são selecionadas, levando em consideração a função
prevista como válvula de pressão, válvula de vácuo ou válvula
combinada de alívio de pressão e vácuo.
Após terem sido determinados o grupo de explosão de produtos e o provável processo de combustão, a válvula poderá ser
selecionada com relação a sua proteção contra a propagação
de chamas. Ao selecionar válvulas PROTEGO® com cortachamas, deve ser decidido, se a proteção contra a propagação
de chamas a ser providenciada, deve ser contra deflagrações
atmosféricas ou combustão contínua. Corta-chamas à prova de
combustão contínua incluem a proteção contra deflagrações atmosféricas. Válvulas de alívio de vácuo à prova de propagação
de chamas não protegem contra a combustão contínua, porém,
são sempre à prova de deflagração.
Local de Válvulas de final de linha
instalação
Função
Exemplos de aplicação
Produto
Válvula de alívio
de pressão com
corta-chamas
Válvula de alívio
de vácuo com
corta-chamas
Válvula de alívio de
pressão e vácuo
com corta-chamas
Válvula de alívio de
pressão/vácuo de
diafragma com
corta-chamas
→ Tanques de armazenamento, respiro / alívio de pressão de emergência, página 27
→ Capítulo 7
→ Capítulo 7
PROTEGO® dispõe da válvula apropriada para cada aplicação.
Para o alívio de pressão e vácuo à prova de propagação de
chamas em tanques de armazenamento e recipientes
▬► Válvulas de alívio de pressão e vácuo com corta-chamas,
de final de linha (capítulo 7) PROTEGO® (capítulo 7)
→ Capítulo 7
→ Capítulo 7
Válvula de alta
velocidade
→ Tanques de
armazenamento,
petroleiros, pág. 30
→ Capítulo 7
Para aplicações à prova de congelamento, para produtos críticos e para o alívio de pressão e vácuo à prova de propagação
de chamas em tanques e recipientes ▬► Válvulas de alívio de pressão/vácuo de diafragma
PROTEGO® (capítulo 7)
Para o alívio de pressão e vácuo à prova de
propagação de chamas em navios-tanque
▬► Válvulas de alta velocidade PROTEGO®
(capítulo 7)
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0909 / BR
17
Bases técnicas
Requisitos de alívio de pressão e vácuo para tanques de armazenamento de superfície Dimensionamento e fórmulas de cálculo
Termos e definições de pressão
sobrepressão, com uma pressão de ajuste apenas 10% abaixo da
pressão de abertura. De acordo com EN 14015 e API 650 (figuras
1A e 1B), a pressão de projeto do tanque, ou MAWP = Maximum Allowable Working Pressure (pressão máxima de trabalho admissível),
não deve ser excedida nem mesmo em casos de incêndio ou de
funcionamento falho do sistema. Segundo API 620 (figura 1C), a
válvula deve escoar a vazão mássica regular necessária, oriunda de
influências térmicas e de bombeamento, no máximo 10% acima da
pressão de projeto (em geral a MAWP). Em casos de incêndio ou
emergência, um aumento de pressão de 20% é admissível: após ul-
Tanques de armazenamento para líquidos inflamáveis e não
inflamáveis são projetados e fabricados em conformidade
com diferentes normas: EN 14015, API 620 ou API 650 são as
normas mais difundidas mundialmente. Dependendo da norma,
diferentes pressões máximas são admissíveis no tanque, para
escoar a vazão mássica necessária.
A figura 1 mostra os termos mais comuns para tanques e
válvulas em conformidade com EN 14015, API 620, API 650 e
API 2000. Esta comparação esclarece o dimensionamento de
válvulas de alívio de final de linha com a tecnologia de 10% de
API 620
Figura 1: Comparação dos termos de pressão para tanques de armazenamento e válvulas de
respiro, projetados e fabricados em conformidade com diferentes normas (p.ex. API 620 ou API
650 ou EN 14015) e equipados com dispositivos de alívio de pressão (ilustração simplificada e
baseada na tecnologia de sobrepressão de 10% da válvula). As diferentes definições do termo
acumulação são dadas na página 14.
EN 14015
Tanque
API 650
Válvula
Tanque
Tanque
Válvula
p
MAAP
(incêndio)
120
pressão de
abertura em
caso de
incêndio
MAAP
(operação)
110
pressão de
abertura
Válvula
p
p
pressão de teste 110
para tanques
com p>10mbar
110
acumulação
pressão de
projeto = pressão 100
de teste para
tanques com
p≤10 mbar
pressão de
abertura
100
pressão interna
de projeto
sobrepressão
pressão de
trabalho
(< pressão
de projeto)
% da pressão de projeto =
90
p
Pressão de projeto
= pressão calculada
= máxima pressão de
trabalho admissível
(MAWP) não deve ser
excedida em quaisquer
condições de operação.
Em casos de incêndio e
emergência, uma solda
de ruptura pré-determinada entre o teto e
o costado, ou válvulas
de alívio de emergência
devem ser previstas
18
pressão de ajuste
pressão de
abertura
OPP
(< pressão
interna de
projeto)
90
pressão de ajuste
diferencial de alívio
pressão de
fechamento
pressão de
fechamento
Pressão de
abertura
≤ pressão de projeto
A pressão de
ajuste = 0,9 vezes a
pressão de abertura
para a tecnologia
de 10% de sobrepressão.
Figure 1A
% de MAWP =
p
= % da pressão de abertura
Pressão interna de
projeto
= máxima pressão de
alívio em condições
operacionais, casos
de incêndio ou emergências (pressão máxima de alívio para a
válvula de pressão e
aválvula de emergência).
OPP = Operating
Pressure = Pressão
de trabalho
Pressão de abertura
≤ pressão interna
de projeto
A pressão de
ajuste = 0,9 vezes a
pressão de abertura
para a tecnologia
de 10% de sobrepressão.
Figure 1B
pressão de ajuste
diferencial de alívio
sobrepressão
diferencial de alívio
= % da pressão de abertura
100
MAWP
(projeto)
OPP
(< MAWP)
% de MAWP =
90
pressão de
fechamento
p = % da pressão de abertura
MAAP
= máxima pressão
acumulada admissível
= pressão máxima de
alívio em condições
operacinais (máxima
pressão de alívio da
válvula). Pressão de
alívio em casos de
incêndio ou alívio
de emergência com
20% de sobrepressão
Máxima pressão de
ajuste admissível
= MAWP para a
tecnologia de 10%
de sobrepressão.
MAWP = máxima
pressão de trabalho
admissível.
Figure 1C
KA / 1 / 0909 / BR
trapassar a MAWP em no máximo 20%, a vazão mássica necessária
de emergência deve ser escoada.
A figura 2 mostra o procedimento para definir a pressão de ajuste
de válvulas com diferentes características de sobrepressão, considerando a específica pressão de projeto do tanque. Estes exemplos
referem-se apenas a válvulas de alívio de final de linha, sem contrapressão originada, p.ex. por uma tubulação de respiro conectada.
Se o tanque for projetado em conformidade com EN 14015 ou API
650, a pressão de alivio não deve exceder a pressão de projeto
(=MAWP) no tanque (figura 2A). A pressão de ajuste é o resultado
Figura 2:
Seleção da pressão de ajuste da válvula de alívio de pressão ou vácuo,
considerando-se a pressão de projeto do tanque e a sobrepressão característica da válvula (por exemplo: 10%, 40% ou 100%). API 620 utiliza
a margem de sobrepressão de 20% para emergências de incêndio.
da pressão de abertura menos a sobrepressão da válvula, que é
uma característica específica da válvula. Se o tanque for fabricado em conformidade com API 620, a pressão de abertura poderá
exceder a pressão de projeto do tanque em 10% para o respiro
regular, e em 20% em caso de incêndio (figura 2B). A pressão de
ajuste é novamente o resultado da pressão de abertura menos a
sobrepressão característica da válvula.
API 620
Tanque
Válvula
Válvula de
respiro de
emergência
Válvula de alívio de pressão /
Válvula de alívio de vácuo
%
MAAP
(incêndio)
120
MAAP
(operação)
110
10%
40%
100% 20%
pressão de
abertura para
incêndio
EN 14015 / API 650
Tanque
Válvula
Válvula de alívio de pressão /
Válvula de alívio de vácuo
%
pressão
de projeto
10%
40%
tecnologia de
10% PROTEGO®
100%
pressão de abertura
100
MAWP
(projeto)
100
tecnologia de 10%
PROTEGO®
90
pressão de
ajuste para
uma sobrepressão de
10%
80
sobrepressão
(válvulas
convencionais)
pressão de ajuste
para uma sobrepressão de 40%
pressão de
fechamento
pressão de
fechamento
50
50
40
pressão de
fechamento
40
KA / 1 / 0909 / BR
pressão de ajuste
para uma sobrepressão de 40%
70
pressão de
ajuste para
uma sobrepressão de
100%
Figura 2A: Projeto em conformidade com
EN 14015 ou API 650
pressão
de ajuste
em
caso de
incêndi
sobrepressão
(válvulas
convencionais)
60
60
acumulação
sobrepressão
(válvulas
convencionais)
pressão de
fechamento
80
70
pressão de
ajuste para
uma sobrepressão de
10%
acumulação
90
sobrepressão
máxima
admissível em
conformidade
com DIN/TRbF
pressão de
fechamento
pressão de abertura
pressão de
ajuste para
uma sobrepressão de
100%
pressão de
fechamento
Figura 2B: Projeto em conformidade com API 620
para segurança e meio-ambiente
19
Bases técnicas
Requisitos de alívio de pressão e vácuo para tanques de armazenamento de superfície Dimensionamento e fórmulas de cálculo
Cálculo da capacidade de expiração e aspiração em
conformidade com ISO 28300:
A máxima capacidade de expiração e aspiração necessária
(alívio de pressão e alívio de vácuo) é a soma da capacidade
da bomba e das influências térmicas:
.
.
.
V out = V thermal out + V pump in
 Excedendo a capacidade máxima dada de esvaziamento
da bomba - levando em conta um fator de segurança ao
calcular a capacidade de aspiração necessária
Cálculo da capacidade de expiração e aspiração
em conformidade com TRbF 20:
Para calcular a capacidade de expiração e aspiração (alívio de
pressão e alívio de vácuo) de tanques de armazenamento (p.ex.
.
.
.
tanques em conformidade com a norma DIN 4119 - tanques de
V in = V thermal in + V pump out
armazenamento de superfície ou em conformidade com a norma
O cálculo da capacidade máxima necessária por influências
DIN 6608 - tanques horizontais abaixo do solo ou aterrados), as
térmicas, baseia-se na norma ISO 28300 com relação a tanques fórmulas de cálculo em conformidade com TRbF 20 devem ser
de armazenamento de superfície, com ou sem isolamento.
aplicadas.
.
Capacidade térmica para aquecimento V thermal out em m3/h
.
0.9
Vthermal out = 0,25 •VTank
• Ri
.
Capacidade térmica para arrefecimento V thermal in in m3/h
.
0.7
Vthermal in = C •VTank
• Ri
 VTank é o volume do tanque em m3
VTank = 0,7854 • D2 • H
 Ri é o fator redutor para o isolamento (ver ISO 28300)
.
 V pump in é a vazão de enchimento para calcular a capacidade de expiração a partir da máxima capacidade da bomba
em m3/h, para produtos armazenados abaixo de 40 ºC e
com uma pressão de vapor pvp < 50 mbar. Para produtos
armazenados a temperaturas acima de 40 ºC ou com uma
pressão do vapor pvp > 50 mbar, a vazão de expiração deve
ser aumentada pela taxa de evaporação.
.
 V pump out é a vazão de esvaziamento da bomba em m3/h
para calcular a capacidade de aspiração.
 C=3 para produtos com pressões de vapor iguais a de
hexano e temperaturas de armazenamento < 25ºC.
 para produtos com pressões de vapor superiores a de
hexano e/ou temperaturas de armazenamento superiores a
25ºC (se a pressão de vapor for desconhecida, então C=5)
As fórmulas de cálculo mencionadas são válidas para latitudes de 58º a 42º; para outras latitudes consulte a norma ISO
28300.
Influências específicas a serem levadas em consideração são,
p.ex:
 Falha da válvula de nitrogênio para inertização - instalação
de uma válvula de respiro de emergência adicional, para
escoar a vazão não prevista na operação.
 Enchendo o tanque quente e vazio com o produto líquido
frio - levando em conta a vazão adicional em função do
resfriamento brusco ao calcular a capacidade de vácuo
necessária.
20
Cálculo da capacidade necessária em função
de influências térmicas:
-0,52
0,89
.
Aquecendo
V E = 0,17 x H
x VTank
D
.
0,71
Esfriando
VA = 4,8 x VTank
H = altura do tanque em m; D = diâmetro em m
Cálculo da capacidade de expiração e aspiração em
conformidade com a norma API 2000, 5ª edição / ISO
28300, anexo A:
A capacidade de expiração e aspiração (alívio de pressão e alívio
de vácuo) de tanques de armazenamento de petróleo pode ser
calculada segundo ISO 28300, anexo A (aproximadamente equivalente a API 2000, 5ª edição), se condições básicas específicas
forem atendidas (ver ISO 28300).
Se solicitado, e quando os tanques estão especificados e projetados de acordo com a norma API 650, a capacidade de alívio deve
ser calculada de acordo com a norma API 2000 para expiração e
aspiração, bem como para casos emergenciais de incêndio.
Ao calcular as capacidades necessárias em conformidade com
a norma API 2000, 5ª edição / ISO 28300, anexo A, os líquidos
inflamáveis devem ser verificados em relação ao seu ponto de
fulgor. Diferentes fórmulas devem ser aplicadas para líquidos com
o ponto de fulgor < 100ºF (< 37,8ºC) e para líquidos com o ponto
de fulgor ≥100ºF (≥ 37,8ºC). A máxima capacidade de respiro
necessária é a capacidade total da bomba mais a capacidade de
influências térmicas. Diferente do cálculo em conformidade com
as normas EN 14015 e TRbF 20, o cálculo conforme API deve
levar em consideração a capacidade de bombeamento com um
fator para a vazão de aspiração, e os diferentes pontos de fulgor
para a vazão de expiração.
Cálculo da capacidade de aspiração:
.
.
.
Vin
= Vpump x
0,94 + V thermal in
out
KA / 1 / 0909 / BR
Calcuation of emergency venting capacity according to API 2000 5th edition and ISO 28300
A capacidade térmica Vthermal in é avaliada na norma API 2000,
5ª edição, figuras 2A (unidades inglesas) e 2B (unidades
métricas), dependendo do volume do tanque. A capacidade
.
máxima da bomba V pump out é avaliada em conformidade com
as vazões operacionais de esvaziamento especificadas.
Cálculo da capacidade de expiração:
Para líquidos com ponto de fulgor <100ºF (<37,8ºC)
.
.
.
V out
= Vpumping in x 2,02 + V thermal out
Fórmula simplificada para um cálculo aproximado:
.
Vfire = 208,2 x F x A 0,82 para unidades métricas em Nm3/h
.
Vfire = 1107 x F x A 0,82 para unidades inglesas em SCFH
Para líquidos com ponto de fulgor ≥100ºF (≥37,8ºC)
.
.
.
V out = V pumping in x 1,01 + V thermal out
.
A capacidade térmica V thermal out é avaliada na norma API 2000,
5ª edição, figuras 2A (unidades inglesas) e 2B (unidades
métricas), dependendo do volume do tanque e do ponto de
.
fulgor. A máxima capacidade da bomba V pump in é avaliada em
conformidade com as vazões operacionais de enchimento
especificadas.
Requisitos da capacidade de alívio térmico
(unidades inglesas)
Capacidade
do tanque
Barris
Galões
Expiração
térmica in
térmica Out
Ponto
de fulgor
Ponto
de fulgor
> 100°F
< 100°F
SCFH ar
O isolamento é considerado pelo fator F na norma API 2000,
figuras 4A (unidades inglesas) e 4B (unidades métricas).
Requisitos da capacidade de alívio térmico
(unidades métricas)
Aspiração
SCFH ar
Se não houver uma solda com ponto de ruptura predeterminado entre o teto e o costado, o alívio de pressão em casos
emergenciais de incêndio deve ser feito através de uma
.
válvula de respiro de emergência. A capacidade exigida V Fire
em casos emergenciais de incêndio é avaliada na norma API
2000, figuras 3A (unidades inglesas) e 3B (unidades métricas), dependendo da área umedecida da superfície do tanque.
SCFH ar
Capacidade
Aspiração
Expiração
do tanque
térmica in
térmica Out
Ponto
de fulgor
> 37,8°C
Nm3/h
m3
Nm3/h
Ponto
de fulgor
< 37,8°C
Nm3/h
100
4.200
100
60
100
10
1,69
1,01
1,69
500
21.000
500
300
500
20
3,37
2,02
3,37
1.000
42.000
1.000
600
1.000
100
16,90
10,10
16,90
2.000
84.000
2.000
1.200
2.000
200
33,70
20,20
33,70
4.000
168.000
4.000
2.400
4.000
300
50,60
30,30
50,60
5.000
210.000
5.000
3.000
5.000
500
84,30
50,60
84,30
10.000
420.000
10.000
6.000
10.000
1.000
169,00
101,00
169,00
20.000
840.000
20.000
12.000
20.000
2.000
337,00
202,00
337,00
30.000
1.260.000
28.000
17.000
28.000
3.000
506,00
303,00
506,00
40.000
1.680.000
34.000
21.000
34.000
4.000
647,00
388,00
647,00
50.000
2.100.000
40.000
24.000
40.000
5.000
787,00
472,00
787,00
100.000
4.200.000
60.000
36.000
60.000
10.000
1.210,00
726,00
1.210,00
140.000
5.880.000
75.000
45.000
75.000
20.000
1.877,00
1.126,00
1.877,00
25.000
2.179,00
1.307,00
2.179,00
30.000
2.495,00
1.497,00
2.495,00
160.000
6.720.000
82.000
50.000
82.000
180.000
7.560.000
90.000
54.000
90.000
Extrato de API 2000, 5ª edição
Extrato de API 2000, 5ª edição
Figura 2AFigura 2B
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0909 / BR
21
Bases técnicas
Requisitos de alívio de pressão e vácuo para tanques de armazenamento de superfície Dimensionamento e fórmulas de cálculo
Respiro de emergência exigido para a
exposição ao fogo versus área umedecida
da superfície (unidades inglesas)
Respiro de emergência exigido para a exposição
ao fogo versus área umedecida da superfície
(unidades métricas)
Área umedecida A
Requisitos de respiro V
pés²
SCFH
.
Área umedecida A
Requisitos de respiro V
m2
Nm3/h
20
21.100
2
608
40
42.100
4
1.217
60
63.200
6
1.825
80
84.200
8
2.434
100
105.000
15
4.563
140
147.000
25
6.684
180
190.000
30
7.411
250
239.000
35
8.086
350
288.000
45
9.322
500
354.000
60
10.971
700
428.000
80
12.911
1400
587.000
150
16.532
2800
742.000
260
19.910
Extrato de API 2000, 5ª edição
Figura 3A
Extrato de API 2000, 5ª edição
Figura 3B
Fatores ambientais para tanques de superfície
não refrigerados
(unidades inglesas)
Fatores ambientais para tanques de superfície
não refrigerados
(unidades métricas)
.
Configuração Espessura do Fator F
Configuração Espessura do Fator F
do tanque
do tanque
isolamento
pol.
Tanque de metal
sem isolamento
0
1.0
Tanque de metal
sem isolamento
Tanque isolado
1
0.3
Tanque isolado
2
Tanque isolado
Tanque isolado
0
1,0
Tanque isolado
2,5
0,3
0.15
Tanque isolado
5
0,15
4
0.075
Tanque isolado
10
0,075
6
0.05
Tanque isolado
15
0,05
Tanque subterrâneo
Tanque aterrado
Tanque com bacia
de proteção
isolamento
cm
0
0.03
0.5
Tanque subterrâneo
Tanque aterrado
Tanque com bacia
de proteção
Extrato de API 2000, 5ª edição
Extrato de API 2000, 5ª edição
Figura 4A
Figura 4B
22
0
0,03
0,5
KA / 1 / 0909 / BR
Conversão da vazão operacional em vazão
equivalente para uso dos diagramas de vazão
Para utilizar os diagramas de vazão (diagrama de pressão versus vazão), é
.
necessário converter a vazão operacional dada V B,Gás em vazão equivalente do
.
diagrama V dia, levando em consideração os dados operacionais e de produtos.
.
Esta V dia irá então gerar a mesma perda de pressão como a vazão operacional
real.
.
.
1) Conversão da vazão operacional V B,Gás em vazão padrão V N,Gás:
.
.
VN, Gas = V B, Gas *
TN * pB
TB * pN
.
= VB, Gas *
pB * 273,15K
TB * 1,013 bar abs.
.
.
2) Conversão da vazão padrão V N,Gás em vazão equivalente do diagrama V N,Dia:
.
.
VDia = VN, Gas *
.
=V N, Gas*
p N, Gas *pN *TB
p Dia *pG *TN
p N, Gas *TB * 1,013 barabs.
p G * 1,2 kg
m * 273,15 K
3
3) Cálculo da densidade média pN,Gás de uma mistura de gás:
p N, Gas = (v1 * pN, Gas 1 + v2 * pN, Gas 2 +...+ vx * pN, Gas x )
Termos
.
V = Vazão m3/h (pés³/h)
p = Pressão bar abs (psi abs)
T
= Temperatura K
p =
v
Densidade específica kg/m3 (libra/pé³)
= Fração de volume
Índices
N =
Condição padrão (com 1,013 bar abs e 273,15 K)
B
= Condição de operação
(pressão e temperatura em conformidade com o processo)
Gas = Produto real
Dia = Relativo ao diagrama, utilizando o diagrama para dimensionamento
(pDia = 1,2 kg/m3 densidade relacionada ao ar a 20ºC e 1,013 bar abs)
G
= Relativo à saída do dispositivo (pG contrapressão)
em condições operacionais
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0110 / BR
23
Bases técnicas
Requisitos de alívio de pressão e vácuo para tanques de armazenamento de superfície Dimensionamento e fórmulas de cálculo
Procedimento de segurança para proteger áreas
com riscos de explosão em instalações de processamento,
auditadas por terceiros
1º passo
Avaliação do possível processo de combustão baseado em
normas, p.ex. EN 1127-1 Métodos Gerais de Proteção contra
Explosões, e EN 12874 Corta-chamas

Deflagração na atmosfera, num pré-volume ou numa
tubulação

Detonação estável ou instável numa tubulação

Combustão contínua em função do fluxo contínuo de vapores/gases numa tubulação ou na abertura de um tanque
2º passo
Classificação dos produtos, baseada na literatura e em normas
internacionais EN 12874, VbF, TRbF 20, NFPA, British Standard para líquidos, gases, vapores e misturas de componentes
múltiplos

Líquidos: Subdivisão em inflamáveis, facilmente inflamáveis e altamente inflamáveis, em função do ponto
de fulgor do líquido e da verificação da temperatura de
ignição
A classificação segue o decreto para substâncias inflamáveis
VbF (antiga) e o decreto para substâncias perigosas Gef. Stoff
VO (atual):
Não hidrossolúvel
antiga
atual
(A I FP< 21 °C) FP < 0 °C (32°F) altamente inflamável
FP < 21 °C (70°F) facilmente inflamável
(A II FP 21–55 °C) FP 21-55°C (70-131°F) inflamável
(A III FP 55–100 °C) - Hidrossolúvel
antiga (B < FP 21 °C)
atual
FP < 0 °C (32°F) altamente inflamável
FP < 21 °C (70°F) facilmente inflamável
FP 21–55 °C (70-131°F) inflamável FP = ponto de fulgor
Produtos com um ponto de fulgor FP > 55ºC (> 131 ºF)
tornam-se inflamáveis quando são aquecidos próximo ao
ponto de fulgor (ΔT = 5 graus de margem de segurança como
regra básica).
Vapores: Classificação das misturas de gás/vapor-ar em
conformidade com o MESG dos produtos ou da mistura em
grupos de explosão I, IIA, IIB 1, IIB 2, IIB 3, IIB e IIC (página 9)
(grupos NEC D, C e B).
24
3º passo
Consideração dos parâmetros do processo operacional das
misturas não queimadas no que diz respeito ao impacto sobre
o comportamento da combustão:

Temperatura de trabalho
≤ 60 ºC (≤ 140 ºF) - Padrão, sem exigências especiais
> 60 ºC (> 140 ºF) - Aprovações especiais são necessárias

Pressão de trabalho
≤ 1,1 bar abs (≤ 15,95 psi) - Padrão, sem exigências especiais
> 1,1 bar abs (> 15,95 psi) - Aprovações especiais são exigidas
4º passo
Avaliação do sistema como um todo e classificação em zonas
de risco, em conformidade com a freqüência e a duração da
atmosfera explosiva, baseada em regulamentações nacionais
e internacionais, p.ex. TRBS, IEC ou NFPA/NEC.
 Zona 0
Lugar, onde uma atmosfera explosiva, consistindo de uma
mistura de ar com substâncias inflamáveis sob a forma de
gás, vapor ou névoa, está presente continuamente ou durante
longos períodos ou freqüentemente.
 Zona 1
Lugar, onde uma atmosfera explosiva, consistindo de uma
mistura de ar com substâncias inflamáveis sob a forma de gás,
vapor ou névoa, é provável de ocorrer ocasionalmente em
condições normais de operação.
 Zona 2
Lugar, onde uma atmosfera explosiva, consistindo de uma
mistura de ar com substâncias inflamáveis sob a forma de gás,
vapor ou névoa, não é provável de ocorrer em uma operação
normal. Se, porém ocorrer, persistirá apenas por um curto
período.
Para elaborar uma avaliação de risco, as possíveis fontes de
ignição devem ser avaliadas em condições normais de operação, bem como em condições especiais de operação, tais
como trabalhos de limpeza e manutenção (ver EN 1127-1):
Fontes de ignição efetivas:
 Regular e contínua em operações normais
 Apenas como resultado de falhas
 Apenas como resultado de falhas raras
Fontes de ignição efetivas são: reações químicas, chamas
e gases quentes, superfícies quentes, centelhas geradas
mecanicamente, eletricidade estática, relâmpagos, ondas
eletromagnéticas, ultra-som, compressão adiabática, ondas
de choque etc.
A efetividade da fonte de ignição deve ser comparada com a
inflamabilidade da substância inflamável.
KA / 1 / 0909 / BR
5º passo
Seleção, quantidade e localização dos equipamentos do sistema de
proteção e dos componentes adequados devem seguir as exigências
de regulamentações nacionais e internacionais (p.ex. 94/9/EC).
Para equipamentos (sopradores, agitadores, recipientes)

Na zona 0
Equipamentos categorizados no grupo II cat 1

Na zona 1
Equipamentos categorizados no grupo II cat 2

Na zona 2
Equipamentos categorizados no grupo II cat 3
Corta-chamas são sistemas de proteção e não estão sujeitos à
categorização. Devem ser submetidos a testes e exames de tipo e
aprovados por um orgão notificado. Podem ser instalados em todas
as zonas (zona 0, 1 ou 2) e são marcados com a sigla CE para constatar a conformidade com todas as exigências aplicáveis.
O procedimento e os resultados da avaliação de risco devem ser
conferidos no “documento de proteção contra explosão”. O operador
da instalação (a empresa) deve confirmar que os equipamentos, os
sistemas de proteção e os componentes estão em conformidade com
a lei e com a tecnologia atual. A engenharia de processo, o esquema de instalação, as substâncias, o zoneamento e a avaliação de
riscos fazem parte do conceito de proteção e são determinados em
conexão com as responsabilidades correspondentes.
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0909 / BR
25
Instalações seguras na prática
Resumo
Dispositivos de segurança PROTEGO® são usados numa
ampla gama de aplicações industriais. Um processo seguro
requer proteção confiável para todos os parâmetros
operacionais concebíveis. Exemplos práticos mostram, como
plantas podem ser protegidos e como dispositivos PROTEGO®
podem ser incorporados em circuitos de controle. Engenheiros
são responsáveis pela harmonização adequada do sistema
como um todo.
6
Dispositivos PROTEGO® oferecem segurança e proteção ambiental
1 em parques de tancagem com tanques de armazenamento
para refinarias e instalações químicas
2 em plantas de processamento para indústrias químicas e farmacêuticas
3 em sistemas de combustão de vapores e queimadores
4 na construção naval, plataformas marítimas e sistemas de carregamento
5 em unidades de recuperação de vapores
6 como componentes integrados em equipamentos, máquinas e vasos
26
Aplicações são encontradas em outras
áreas, tais como em sistemas de gás de
aterro sanitário e de biogás, na tecnologia
médica, no processamento de alimentos, na
construção de aeronaves e de automóveis,
em salas limpas TI, na tecnologia de camadas finas, etc. A engenharia de processo é
o desafio especial para os engenheiros e
usuários PROTEGO®.
KA / 1 / 0909 / BR
Instalações
Safe Systems
segurasin
naPractice
prática
Tanques de
Storage
armazenamento
Tanks in Tank
em parques
Farms fordeRefineries
tancagemand
para
Chemical
refinarias
Processing
e instalações
Plants
de
processamento químico
AL/DK
D/SR
P/EL
P/EB
DZ/T
UB/SF
DR/ES
SV/E
SV/E
DR/ES
SA/S
SE/CK
LDA-F
LDA-W
LDA-WF
VD/SV
PV/EBR
DR/ES
DR/ES
DV/ZW
DV/ZT
DR/ES
UB/SF
DR/ES
LDA-W
LDA-F
LDA-WF
VD/SV
1 Tanque de armazenamento de teto flutuante com sistema de drenagem de teto flutuante SE/CK (→ capítulo 8),
válvula de teto D/SR (→ capítulo 8), válvula atuada por
haste AL/DK (→ capítulo 8) e válvula de alívio de pressão
do espaço de selagem P/EL (→ capítulo 5)
2 Tanque de armazenamento de teto fixo para líquidos
inflamáveis com válvula de pressão e vácuo de diafragma UB/SF (→ capítulo 7), corta-chamas de selo líquido à
prova de detonação LDA-F (→ capítulo 4) e tubulação de
gás inerte de proteção com DR/ES (→ capítulo 4) e D/ZT
(→ capítulo 6)
3 Tanque de armazenamento de teto fixo para líquidos
inflamáveis com válvulas separadas de segurança e alívio
de pressão P/EB (→ capítulo 7) e de segurança e alívio de
vácuo SV/E (→ capítulo 7), corta-chamas de selo líquido à
prova de detonação LDA/W (→ capítulo 4) e/ou LDA-W-F
(→ capítulo 4) na tubulação de enchimento e esvaziamento, sistema de braço mecânico de sucção flutuante SA/S
(→ capítulo 8), conexão de compensação de gás à prova
de detonação DR/ES (→ capítulo 4)
ER/V
4 Tanque de armazenamento de teto fixo para líquidos inflamáveis
com válvula de alívio de pressão e vácuo PV/EBR (→ capítulo 7),
válvula de alívio de pressão e vácuo de diafragma UB/SF
(→ capítulo 7), conexão ao sistema coletor de gás com cortachamas à prova de detonação DR/ES (→ capítulo 4) e válvula de
alívio de pressão e vácuo para tubulação DV/ZT ou DV/ZW
(→ capítulo 6), corta-chamas de selo líquido à prova de detonação
LDA-W na tubulação de enchimento e LDA/WF na tubulação de
esvaziamento (→ capítulo 4)
5 Tanque de armazenamento de teto fixo para líquidos não
inflamáveis com válvula de conservação de pressão e vácuo
VD/SV (→ capítulo 5) e válvula de respiro de emergência ER/V
(→ capítulo 5), em vez de um ponto de ruptura predeterminado
Tanque de armazenamento subterrâneo com dispositivos de
6 segurança na tubulação de enchimento LDA/F (→ capítulo 4),
corta-chamas à prova de detonação DR/ES
na tubulação de drenagem (→ capítulo 4) e
com VD/SV na tubulação de ventilação
(→ capítulo 6)
para segurança
for safety and
e meio-ambiente
environment
KA / 1 / 0909 / BR
27
Instalações seguras na prática
Instalações de processamento químico e farmacêutico
DR/ES
DR/ES
SV/T-0-H
DR/ES
SD/BS-H
DR/SE-SH
DR/ES
PM/DS
VD/SV
NB/AP
1 Alívio de pressão e vácuo de misturadores e vasos de
processamento industriais em um tubo coletor de vapores,
através de corta-chamas à prova de detonação DR/ES
(→ capítulo 4)
2 Alívio de pressão de um tanque de armazenamento para
líquidos altamente viscosos (tais como betume) com
válvula de alívio de pressão superaquecida SD/BS-H
(→ capítulo 5), e alívio de vácuo com válvula de vácuo
superaquecida SV/T-0-H (→ capítulo 5). Alívio operacional
de vácuo e pressão através de um corta-chamas à prova
de detonação aquecido DR-ES/H (capítulo 4)
28
3 Tanque de armazenamento de baixa temperatura com
válvula de alívio de pressão e vácuo VD/SV (→ capítulo 5)
para a camada de isolamento e com válvula de alívio de
pressão piloto-operada PM/DS (→ capítulo 5) para o tanque principal. Válvulas de drenagem de fundo, controladas
pneumaticamente, NB/AP (→ capítulo 8) como sistema de
segurança no caso de ruptura de uma tubulação
Não apresentado: válvulas de conservação da pressão
VD/SV (→ capítulo 5) para silos com granulados de
polietileno
KA / 1 / 0909 / BR
Instalações
Safe Systems
segurasin
naPractice
prática
Sistemas de
Vapour
combustão
Combustion
de vapores
Systems
e queimadores
and Flares
VD/SV-HRL
BE/HR
DA-SB
DR/SBW
FA-I-T
FA-I-T
FA-I-T
1 Queimadores elevados ou de solo com corta-chamas à
prova de detonação DA-SB (→ capítulo 4)
2 Chaminé de alívio de pressão de emergência com válvula
de alívio de pressão e vácuo à prova de combustão
contínua VD/SV-HRL (→ capítulo 7)
3 Gasômetro com corta-chamas à prova de detonação
DR/SBW (→ capítulo 4) na tubulação de abastecimento
de gás e com corta-chamas à prova de deflagração de
final de linha BE/HR (→ capítulo 2), que protege contra
combustão contínua, acima do diafragma
4 Corta-chamas à prova de deflagração com monitoramento da temperatura FA-I-T (→ capítulo 3) na tubulação de
alimentação para a combustão dos vapores, instalado
à máxima distância admissível da fonte de ignição e em
paralelo, por causa da disponibilidade para manutenção
ou da comutação de emergência em casos de combustão
contínua no corta-chamas. Tubulação de vapores da
instalação até a unidade de combustão de vapores, com
corta-chamas à prova de deflagração FA-I-T (→ capítulo
3), para proteger o tubo coletor e os locais de operação da
instalação
para segurança
for safety and
e meio-ambiente
environment
KA / 1 / 0909 / BR
29
Instalações seguras na prática
Construção naval, plataformas marítimas e sistemas de carregamento
DA-SB
DE/S + SV/E-S
BR/TS
DA-SB
DA-SB
DA-SB
1 Navios-tanque para produtos inflamáveis / navios-tanque
para produtos químicos com corta-chamas à prova de
detonação BR/TS em cada tanque (→ capítulo 4), válvulas
de respiro de alta velocidade à prova de combustão
contínua DE/S (→ capítulo 7) e válvulas de alívio de vácuo
à prova de explosão SV/E-S (→ capítulo 7)
2 Conexão da tubulação de retorno de gás à prova de
detonação, no terminal de carregamento para líquidos
inflamáveis, com corta-chamas à prova de detonação
DA-SB (→ capítulo 4)
3 Corta-chamas à prova de detonação DA-SB (→ capítulo 4)
na tubulação de compensação de gás / de retorno de gás
das estações de carregamento para vagões-tanque
e caminhões-tanque
30
Não apresentado: plataformas marítimas / plataformas
de perfuração com corta-chamas à prova de detonação
DA-SB (→ capítulo 4) e corta-chamas à prova de deflagração FA-CN (→ capítulo 3), FPSOs (Floating Production
Storage and Offloading / unidade flutuante de produção,
estocagem e descarregamento) com corta-chamas à
prova de detonação DA-SB, aprovados por IMO
(→ capítulo 4), válvulas de alívio de pressão e vácuo
VD/TS (→ capítulo 7) e caixas de controle hidráulico com
corta-chamas à prova de deflagração BE-AD
(→ capítulo 2)
KA / 1 / 0909 / BR
Instalações
Safe Systems
segurasin
naPractice
prática
Sistemas
Biogas
de biogás,
Systems,
de tratamento
WastewaterdeTreatment
esgoto e and
de gás
Landfill
de aterro
Gas sanitário
Systems
UB/SF
DR/ES
P/EBR
SV/E
FA-CN
FA-CN-T
BE/HR
FA-CN
FA-CN-T
FA-CN
FA-CN
1 Proteção da torre digestora de esgoto e do tanque de
armazenamento com uma válvula de alívio de pressão e
vácuo à prova de congelamento UB/SF (→ capítulo 7) e
com corta-chamas à prova de detonação DR/ES
(→ capítulo 4) no tubo coletor de gás
2 Proteção do sistema da dessulfurização com cortachamas à prova de deflagração, adequados à temperatura
e pressão, FA-CN, FA-CN-T ou FA-E (→ capítulo 3)
3 Proteção do gasômetro intermediário na tubulação de
alívio de pressão e vácuo com um corta-chamas à prova
de deflagração e combustão contínua, de final de linha,
BE-HR (→ capítulo 2), e equipando a chaminé de alívio
de pressão de emergência com uma válvula de alívio de
pressão, à prova de deflagração e combustão contínua
P/EBR (→ capítulo 7), e uma válvula de alívio de vácuo à
prova de deflagração SV/E (→ capítulo 7)
4 Queimadores de solo, centrais de cogeração e geradores
a diesel são fontes potenciais de ignição para misturas
de ar-biogás (metano). Corta-chamas adequados devem ser instalados na tubulação em direção ao sistema,
considerando temperatura e pressão. Ou são utilizados
corta-chamas à prova de deflagração com monitoramento
da temperatura, FA-CN-T (→ capítulo 3), ou – à grande
distância da potencial fonte de ignição – corta-chamas à
prova de detonação DA-SB ou DR/ES (→ capítulo 4)
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0909 / BR
31
Instalações seguras na prática
Corta-chamas como componentes integrados de equipamentos
FA-I-P
FA-I-V-T
Soprador
EV/VD
EV/VS-T
bomba de vácuo de funcionamento a seco
FLAMEFILTER®, conjuntos abafadores de chamas ou
elementos corta-chamas são variedades de produtos
integrados por fabricantes qualificados OEM (Original
Equipment Manufacturer / fabricante original de
equipamento) como componentes a seus próprios
produtos de marca.
1 Proteção de sopradores radiais resistentes à pressão,
como sopradores da zona 0, examinados por tipo, com
conjuntos abafadores de chamas integrados FA-I-V-T e
FA-I-P (→ capítulo 3)
Não apresentado: FLAMEFILTER® são usados em
analisadores de gás, a fim de proteger o meio-ambiente
contra explosões que surgem nos equipamentos a partir
da ignição dos gases ou vapores explosivos a serem
medidos ou analisados. FLAMEFILTER® são instalados
nas aberturas de alívio de pressão e vácuo dos tanques
de combustível de aeronaves, para protege-los contra
explosões externas.
2 Proteção de bombas de vácuo de funcionamento a
seco com elementos corta-chamas EV/VS-T e EV/VD
(→ capítulo 3) na entrada e na saída, que são testados e
certificados em conjunto com a bomba de vácuo. Outras
formas de proteção com DR/ES e DR/ES-T são possíveis
(→ capítulo 3)
32
KA / 1 / 0909 / BR
Overview
Resumo de
of produtos
Products eand
serviços
Services
Corta-chamas
Corta-chamas à prova de deflagração, de final de linha e calotas de respiro............................Capítulo 2
Corta-chamas à prova de deflagração, de combustão de curta duração e de combustão contínua
Calotas de respiro sem corta-chamas
Grupos de explosão: IIA, IIB1 até IIB3 e IIC (grupos NEC D, C, B)
Diâmetros nominais: 15 a 800 mm (½“ até 32”)
Materiais: ferro nodular, aço carbono, aço inoxidável, Hastelloy, revestimento de ECTFE
Execuções especiais conforme especificações do cliente
Serviços e peças sobressalentes
Corta-chamas à prova de deflagração............................................................................................ Capítulo 3
Corta-chamas à prova de deflagração para tubulação, conjuntos abafadores de chamas
à prova de deflagração em equipamentos
Grupos de explosão: IIA, IIB1 até IIB3 e IIC (Grupos NEC D, C, B)
Diâmetros nominais: 10 a 1000 mm (¼” até 40”)
Materiais: ferro nodular, aço carbono, aço inoxidável, Hastelloy, revestimentos de ECTFE
Execuções especiais conforme especificações do cliente
Serviços e peças sobressalentes
Corta-chamas à prova de detonação.............................................................................................. Capítulo 4
Corta-chamas à prova de detonação para detonações estáveis e instáveis
Grupos de explosão: IIA, IIB1 até IIB3 e IIC (Grupos NEC D, C, B)
Diâmetros nominais: 15 a 800 mm (½” até 32”)
Materiais: ferro nodular, aço carbono, aço inoxidável, Hastelloy, revestimentos de ECTFE
Execuções especiais conforme especificações do cliente
Serviços e peças sobressalentes
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0909 / BR
33
Resumo de produtos e serviços
Válvulas
Válvulas de alívio de pressão e vácuo, de final de linha ....................................................................Capítulo 5
Válvulas de alívio de pressão, válvulas de alívio de vácuo, válvulas de alívio de pressão e vácuo,
válvulas de alívio de pressão e vácuo piloto-operadas, válvulas de alívio de pressão/vácuo de diafragma
Pressões de ajuste: 2 a 200 mbar (0,08 até 8 pol H2O)
Diâmetros nominais: 50 a 700 mm (2” até 28”)
Materiais: ferro fundido, aço carbono, aço inoxidável, Hastelloy, alumínio, revestimentos de
PP, PE, PVDF, PTFE, ECTFE
Execuções especiais conforme especificações do cliente
Serviços e peças sobressalentes
Válvulas de alívio de pressão e vácuo, para tubulação......................................................................Capítulo 6
Válvulas de alívio de pressão ou vácuo, válvulas de alívio de pressão e vácuo, válvulas de inertização
Pressões de ajuste: 2 a 500 mbar (0,08 até 20 pol H2O)
Diâmetros nominais: 25 a 300 mm (1” até 12”)
Materiais: aço carbono, aço inoxidável, Hastelloy, revestimentos de PP, PE, PVDF, ECTFE
Execuções especiais conforme especificações do cliente
Serviços e peças sobressalentes
Válvulas de alívio de pressão e vácuo com corta-chamas, de final de linha...................................... Capítulo 7
Válvulas de alívio de pressão, válvulas de alívio de vácuo, válvulas de alívio de pressão e vácuo,
válvulas de alívio de pressão/vácuo de diafragma, válvulas de alívio de pressão de alta velocidade
À prova de deflagração e de combustão contínua ou apenas à prova de deflagração
Grupos de explosão: IIA, IIB1 até IIB3 e IIC (grupos NEC D, C, B)
Pressões de ajuste: 2 a 200 mbar (0,08 até 8 pol H2O)
Diâmetros nominais: 50 a 300 mm (2” até 12”)
Materiais: ferro nodular, aço carbono, aço inoxidável, Hastelloy, revestimentos de ECTFE
Execuções especiais conforme especificações do cliente
Serviços e peças sobressalentes
Acessórios de tanques e equipamentos especiais
34
Válvulas de segurança de descarga de fundo, válvulas de dreno de fundo.................................Capítulo 8
Equipamentos de medição de nível e de amostragem
Sistema de braços mecânicos de sucção flutuantes, sistema de drenagem para teto flutuante
Válvulas de alívio de vácuo para teto flutuante, sistema de sucção superficial (skimming),
corta-chamas hidráulicos
Unidades de secagem do ar, válvulas de amostragem e drenagem
Serviços e peças sobressalentes
KA / 1 / 0512 / BR
ServiçosServices
e peçasand
sobressalentes
Spare Parts
Dispositivos de segurança são instalados para evitar danos.
Os requisitos precisam ser definidos já na fase de planejamento, para que um dispositivo adequado possa ser especificado.
Após a entrega e a colocação em operação, o funcionamento
deve ser garantido o tempo inteiro. O abrangente programa de
fornecimento PROTEGO® requer serviços, assistência durante
a colocação em operação e manutenção qualificada para funcionar sem falhas por longo prazo.
Consultoria técnica
Profissionais experientes PROTEGO® estão à disposição para
responder as muitas e complexas perguntas com relação
à aplicação. Eles são treinados para tratar assuntos relacionados à engenharia de processo sob o ponto de vista de
segurança. Soluções padrão e sob medida são criadas com
base nas regulamentações atuais e informações técnicas de
última geração.
Treinamento
Oferecendo aperfeiçoamento e treinamento regular aos funcionários de nossos clientes nacionais e internacionais, garantimos a incorporação dos conhecimentos de última geração na
engenharia de sistemas. Realizamos regularmente seminários
de treinamento, que abrangem a teoria dos fundamentos
técnicos, exemplos de aplicação e a prática de instalação e
manutenção dos dispositivos PROTEGO®. Os seminários são
administrados em nossas instalações ou no cliente.
Instalação e manutenção
Valorizamos os serviços e a manutenção tanto quanto a
qualidade do produto. Instruções de instalação e manutenção
qualificadas são suficientes para que profissionais treinados
executem as tarefas. Também podemos disponibilizar nossos
técnicos de campo, treinados para instalação e manutenção,
ou um dos nossos parceiros autorizados. Decisivo é o pessoal
treinado e capacitado em nossa fábrica para a execução de
suas tarefas. Oficinas profissionais, treinadas e qualificadas,
recebem um certificado e são autorizadas a realizar a manutenção dos dispositivos PROTEGO®. Os contatos em sua
região serão fornecidos mediante solicitação.
Pesquisa e desenvolvimento
O nosso Centro de Pesquisa e Desenvolvimento revê e
desenvolve nossos dispositivos constantemente, incorporando características relevantes à engenharia de segurança.
Além disso, desenvolvemos dispositivos em conjunto com os
clientes, a fim de suprir as necessidades específicas de cada
um. O resultado é a melhoria contínua do desempenho e da
qualidade dos corta-chamas e das válvulas, bem como um
conhecimento profundo a partir da pesquisa básica, que é
incorporado à tecnologia de sistemas de processamento.
Serviço de peças sobressalentes
Mantemos peças originais de reposição a sua disposição em
nossa sede, bem como em centros de apoio no mundo inteiro.
Peças genuínas de reposição e a manutenção regular, de
acordo com as condições operacionais, garantem um funcionamento sem falhas.
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0909 / BR
35
Apêndice
Regulamentos, leis, normas e literatura técnica
Regulamentos e leis
2006/42/EG Directive on machinery of 17 May 2006
API Publ 2028 2nd ed. Dec. 1991, Flame Arresters in Piping
94/9/EC (ATEX 95) Directive of the European Parliament and the Council
API Bulletin 2521, Use of Pressure-Vacuum Vent Valves for
of March 23, 1994 on the approximate of the laws of the Member States
Atmospheric Pressure Tanks to Reduce Evaporation Loss,
concerning equipment and Protective
June 1993
Systems intended for use in potentially explosive atmospheres
1999/92/EC (ATEX 137) Directive of the Council on minimum
requirements for improving the safety and health of workers
potentially at risk from explosive atmospheres (individual
ANSI/UL 525 6th ed. 1994 Standard for Flame Arresters
ASTM F1273-91 Reapproved 2002, Standard Specification for Tank Vent
Flame Arresters
directive according to article 16 of Directive 89/391/EEC)
IEC 79-1A App. D Test Apparatus and Method of Testing for MESG
94/63/EC Control of VOC emissions resulting from storage and distribution
NFPA 30 Flammable and Combustible Liquids Code, 2012
of petrol
97/23/EC Pressure equipment directive
1999/31/EC Directive on landfills
91/271/ EEC Directive on urban wastewater treatment
Normas
EN ISO 28300: 2008 Petroleum, petrochemical and natural gas industries -
NFPA 68, Venting of Deflagrations, 2007 ed.
NFPA 69 Standard on Explosion Prevention Systems 2008 ed.
NFPA 36 Standard for Solvent Extraction Plants 2009 ed.
NFPA 497 Recommended Practice for the Classification of Flammable
Vapors and of Hazardous Locations for Electrical Installations in Chemical
Process Areas, 2012 ed.
Venting of atmospheric and low-pressure storage tanks, June 2008
HSE The Storage of Flammable Liquids in Fixed Tanks
ISO 16852: Flame Arresters - Performance requirements,
IEC 60079-10-1 Explosive atmospheres. Classification of
test methods and limits for use, March 2006
areas. Explosive gas atmospheres
EN 1127-1 Explosive Atmospheres. Explosion Prevention and Protection.
Regulamentos técnicos
Part 1: Basic Concepts and Methodology (2011)
EN 1012-2 Compressors and Vacuum Pumps. Part 2:
Vacuum pumps, July 1996
EN 746-2 Industrial Thermo-Processing Equipment.
Safety Requirements, June 2010
EN 12255-10 Wastewater Treatment Plants.
Safety and Construction Principles, March 2001
Occupational Safety and Health Protection Rules - Explosion Protection
Rules (EX-RL), 15th edition, 1998 - German
TRBS 2152 Hazardous explosive atmosphere (part 1 and 2) 2006, Federal
register No. 103 A
VDI 3479, Emission Reduction, Distribution Storage for Mineral Oil Far from
Refineries, July 1985 - German and English
GUV 17.4 Occupational Rules for Safety and Health Protection
EN 12874 Flame Arresters: Performance Requirements,
for Work On and In Landfills, Federal Association of the
Test Methods, and Limits for Use, Brussels, (2001)
Statutory Accident Insurance Institutions of the Public Sector, Feb 2001-
EN 13463-1 Non-Electrical Equipment Intended For Use in
German
Potentially Explosive Atmospheres. Basic Methods and
AO 8.06/77 Explosion Protection in the Manufacture and
Requirements, Jan. 2009
Processing of Fermented Spirits (Alcohol Memorandum),
EN 13463-5 Non-Electrical Equipment Intended For Use in Potentially
Explosive Atmospheres. Protection by Constructional Safety, Feb 2012
EN 13980 Potentially explosive atmospheres,
Application of quality management systems, Feb. 2002
EN 14015 Specification for the Design and Manufacture of Site-Built,
Above-Ground, Vertical, Cylindrical, and Welded Flat-Bottomed, Steel
Institution for Statutory Accident Insurance and Prevention in the Food
Industry and the Catering Trade - German
Literatura técnica (seleção)
Handbuch des Explosionsschutzes (Editor: Steen, H.) Wiley-VCH
Verlag,Weinheim (2000)
Lexikon Explosionsschutz, Sammlung definierter Begriffe, Berthold Dyrba,
Tanks for the Storage of Liquids at Ambient Temperature and Above, Feb.
Carl Heymanns Verlag (2006)
2005, Appendix L: Requirements for Pressure and Vacuum Relief Systems
6. Nachtrag zu Sicherheitstechnischen Kennzahlen brennbarer Gase und
33 CFR Part 154 Marine Vapor Control Systems (USCG-Rule)
API STD 2000 5th ed. 1998 Venting Atmospheric and LowPressure Storage Tanks, Nonrefrigerated and Refrigerated
API Publ 2210 3rd ed. May 2000, Flame Arresters for Vents of Tanks Sto-
Dämpfe (K. Nabert, G. Schön), Deutscher Eichverlag GmbH, Braunschweig1990
CHEMSAFE, Die Datenbank für bewertete sicherheitstechnische Kenngrößen, PTB, Fachlabor 3.31
Schampel K.: Flammendurchschlagsicherungen, Expert Verlag, 1988
ring Petroleum Products
36
KA / 1 / 0512 / BR
Brandes, E., März, G., Redeker, T., Normspaltweiten von Mehr-Brennstoff-
Conservation vents do not substitute arresters; Dr. M. Davies/Dr. T. Heider-
komponenten-Gemischen in Abhängigkeit der Brennstoffzusammenset-
mann; Tank Storage Magazine
zung, PTB-Bericht PTB-W-69, Juni 1997
Steen, H., Schampel, K.: Stoffabhängigkeit der Wirkung flammendurchschlag-sicherer Einrichtungen. Fortschritt-Berichte VDI, Reihe 6, Nr. 122
1983
Schampel, K.: Verhinderung eines Dauerbrandes an Flammendurchschlagsicherungen in Lüftungsleitungen von Behältern und Apparaturen, 2.
New standards for flame arresters and tank venting;
Dr. T. Heidermann; 13th International Symposium on
Loss Prevention
FLAME TRANSMISSION TESTS WITH P/V VALVES;
Dr. M. Davies/Dr. T. Heidermann; Test Report, 2007
Sicherheitstechnische Vortragsveranstaltung über Fragen des Explosions-
FLAME ARRESTERS; Dr. M. Davies/Dr. T. Heidermann; Perry´s chemical
schutzes, PTB-Bericht W-20 (1983) 20-29.
engineers Handbook8th EDITION Green Perry; 23-92
Bartknecht, W.: Explosionsschutz, Grundlagen und Anwendungen, Springer
CFD-Modeling for Optimizing the Function of Low-Pressure Valves; F.
Verlag, Berlin, Heidelberg, 1993
Helmsen, T. Kirchner; Process and Plant Safety; 2012 Wiley-VCH Verlag
Prof. Dr. Hans Witt, Explosionsschutz bei Ventilatoren, Witt & Sohn
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Meidinger, Ventilatoren zur Förderung von Gas/Luft- oder Dampf/Luftgemischen der Zone 0, 1998
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Chemie Technik, 1998
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T. Klocke; POWTECH, TECHNOPHARM, EXPLORISK
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Schwerpunkt: Lagerung: Flammen filtern; T. Schaper/
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Absicherung der Abblaseleitung eines Sicherheitsventils durch eine Defla-
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Technische Sicherheit, 2012
®
In-line Flame Arresters to Prevent Flashback of Thermal
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Wiley InterScience, 2006
Keeping explosion in isolation; Dr. T. Heidermann/
Dr. M. Davies/Dr. P. Bosse; HYDROCARBON ENGINEERING, 2008
A Research Study on Safe Application of Flame Arresters for Thermal Combustion Units; Dr. M. Davies/Dr. T. Heidermann/
D.Long; HYDROCARBON ENGINEERING, 2008
FLAME ARRESTERS FOR PLANTS HANDLING ACETYLENE AND ETHYLENE OXIDE; D. Long/Dr. T. Heidermann; IChemE, 2009
Leben schützen, Werte erhalten; Hochgeschwindigkeitsventile in der Edelmetallverarbeitung; Dr. T. Heidermann; Verfahrenstechnik, 2009
Flames: under arrest; Dr. M. Davies/Dr. T. Heidermann;
HYDROCARBON ENGINEERING, 2012
FLAME ARRESTERS; Testing and applying flame arresters; Dr. M. Davies/
Dr. T. Heidermann; INDUSTRIALFIRE
JOURNAL, 2011
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0512 / BR
37
Apêndice
Glossário (tradução livre)
Termo
Descrição
Fonte
à prova de propagação de
chamas
característica de um dispositivo de evitar um retrocesso de chama
-
absorvedor de choque
componente para reduzir a energia cinética de uma detonação
-
acumulação
aumento da pressão no vaso acima da pressão máxima de trabalho admissível,
durante a descarga através do dispositivo de alívio de pressão
ISO 23251 - 3.1
alívio de pressão normal
expiração em condições normais de operação (bombeando o produto para dentro do tanque EN 14015 - 3.1.35
e expiração térmica)
alívio de vácuo normal
aspiração em condições normais de operação (bombeando o produto para fora do tanque e
aspiração térmica)
EN 14015 - 3.1.35
alívio normal
respiração necessária devido a necessidades operacionais ou mudanças atmosféricas
ISO 28300 - 3.7
alívio para a atmosfera
liberação de vapores e gases de dispositivos de alívio de pressão e de despressurização
para a atmosfera
ISO 23251 - 3.4
ar ambiente
atmosfera normal que circunda o equipamento e o sistema de proteção
EN 13237 - 3.1
ar de combustão
ar necessário para a combustão dos gases de tocha
ISO 23251 - 3.19
ar estequiométrico
proporção quimicamente correta entre combustível e ar, capaz de ocasionar uma combustão
ISO 23251 - 3.73
perfeita, sem adicionar combustível ou ar
área com risco de explosão
área onde uma atmosfera explosiva é presente ou pode ser esperada em quantidades tais,
que precauções especiais são necessárias para a construção, instalação e uso de equipamentos
armação do corta-chamas
EN 13237 - 3.55
invólucro para o jogo de corta-chamas, inclusive aros
-
armação do FLAMEFILTER
invólucro para o jogo de FLAMEFILTER , inclusive aros
-
aspiração térmica
corrente de ar ou gás de proteção para dentro de um tanque, quando vapores no tanque se ISO 28300 - 3.20
contraem ou condensam como resultado de mudanças climáticas (p.ex. queda da temperatura atmosférica)
atmosfera explosiva
mistura com ar, sob condições atmosféricas, e de substâncias inflamáveis na forma de
gases, vapores, névoas ou poeiras, na qual, após a ocorrência da ignição, a combustão se
propaga para toda a mistura não queimada
EN 1127 - 3.17
atmosfera explosiva mais favorável à ignição
atmosfera explosiva com uma concentração de substâncias inflamáveis, que em condições
especificadas, requer a menor energia para sua ignição
EN 13237 - 3.87
atmosfera explosiva perigosa
atmosfera explosiva que, se explodir, causará danos
E 1127 - 3.19
barra guia
componente (haste) para guiar o obturador da válvula
-
bocal de medição
abertura em um tanque de armazenamento para medição ou amostragem
-
braço mecânico articulado
tubulação flexível com ou sem bóia dentro de um tanque de armazenamento,
para enchimento e esvaziamento
-
braço mecânico de sucção
flutuante
dispositivo mecânico instalado em alguns tanques, às vezes articulado, que flutua na
superfície do líquido, permitindo a retirada do produto apenas deste ponto
EN 14015 - 3.1.21
bucha guia
componente para guiar p.ex. a haste do obturador da válvula
-
bujão de dreno de condensado
parafuso para drenar o condensado
-
calota de respiro
dispositivo de final de linha para a livre aspiração e expiração de componentes da
instalação. Este dispositivo pode ser à prova de propagação de chamas
-
camisa de aquecimento
espaço fechado para o aquecimento do dispositivo que o envolve total ou parcialmente
(jaqueta)
-
capacidade de vazão real
a capacidade de vazão real é a capacidade da vazão determinada por medição
DIN 3320-75
categoria do equipamento
dentro de um grupo de equipamento, a categoria é a classificação de acordo com o
nível de proteção necessário. As categorias são definidas conforme indicado em A.6
EN 13237 - 3.26
classe de temperatura
classificação de equipamentos, sistemas de proteção ou componentes para atmosferas
explosivas com base na temperatura máxima de sua superfície
EN 13237 - 3.111
®
38
®
KA / 1 / 0909 / BR
Glossary
Termo
Descrição
Fonte
coletor / tubo coletor
sistema de tubulação para a coleta e/ou distribuição de um fluído para múltiplos percursos
ISO 23251 - 3.45
combustão contínua
combustão estabilizada por tempo indeterminado
ISO 16852 - 3.6
combustão de curta duração
combustão estabilizada por tempo específico
ISO 16852 - 3.5
combustão estabilizada
combustão constante de uma chama estabilizada sobre ou próximo ao elemento
corta-chamas
ISO 16852 - 3.4
componente
„componente“ significa qualquer item essencial para o funcionamento seguro do
equipamento e do sistema de proteção, porém sem função autônoma
EN 1127 - 3.2
concentração limite de oxigênio máxima concentração de oxigênio em misturas de substâncias inflamáveis e de ar com gás
(LOC)
inerte, na qual uma explosão não ocorrerá, e que é determinada em condições de ensaio
especificadas (EN 1127-1:1997)
EN 13237 - 3.64
condições atmosféricas
condições atmosféricas são pressões de 80 kPa até 110 kPa e temperaturas de -20 ºC
até +60 ºC
ISO 16852 - 3.25
conjunto abafador de chamas
armação do conjunto abafador com jogo de corta-chamas e espaçadores
-
conjunto abafador de chamas
anelar
conjunto abafador de chamas em forma de anel consistindo de fitas corrugadas
-
contrapressão
a contrapressão é a pressão manométrica existente na saída da válvula durante o
alívio (pa = pae + paf)
DIN 3320-58
corpo
invólucro de um produto ou componente
-
corpo do corta-chamas
é a parte do corta-chamas cuja função principal é de fornecer um invólucro adequado
para o elemento corta-chamas e permitir conexões mecânicas com outros sistemas
ISO-16852 - 3.2
corta-chamas
um dispositivo instalado na abertura de um invólucro ou conectado à tubulação de um
sistema de invólucros, e cuja função pretendida é permitir o fluxo, porém, impedir a
propagação da chama
ISO 16852 - 3.1
corta-chamas / válvula de pé
um corta-chamas projetado para usar o produto líquido em combinação com uma válvula
de retenção, a fim de formar uma barreira contra a propagação de chama
ISO 16852 - 3.19.2
corta-chamas à prova de
combustão contínua
corta-chama que impede a propagação da chama durante e após a combustão contínua
ISO 16852 - 3.16
corta-chamas à prova de
deflagração
corta-chamas projetado para impedir a propagação de uma deflagração, podendo ser
um corta-chamas de final de linha ou um corta-chamas para tubulação
ISO 16852 - 3.14
corta-chamas à prova de
detonação
corta-chamas projetado para impedir a propagação da detonação, podendo ser um
corta-chamas de final de linha ou um corta-chamas para tubulação
ISO 16852 - 3.15
corta-chamas bidirecional
um corta-chamas que evita a propagação de chama de ambos os lados
ISO 16852 - 3.13
corta-chamas de final de linha
corta-chamas com conexão apenas para uma tubulação
ISO 16852 - 3.23
corta-chamas de selo líquido
à prova de detonação
corta-chamas em que o produto líquido é usado para formar um selo líquido como meio
do corta-chamas, a fim de impedir a propagação da chama na detonação. Existem dois
tipos de corta-chamas de selo líquido à prova de detonação para uso em linhas de
produtos líquidos: selos líquidos e válvulas de pé
ISO 16852 - 3.19
corta-chamas estático
um corta-chamas projetado para impedir a propagação de chama devido aos espaçamentos EN 16852 - 3.17
de extinção (quenching gaps)
corta-chamas hidráulico
corta-chamas projetado para quebrar o fluxo de misturas explosivas em bolhas definidas
numa coluna de água, impedindo assim a propagação da chama
ISO 16852 - 3.20
corta-chamas para tubulação
corta-chamas equipado com duas conexões para tubulação, uma em cada lado do
corta-chamas
ISO 16852 - 3.22
corta-chamas volumétrico
corta-chamas que, após a ignição por fonte de ignição interna, impede a propagação da
chama do interior de um recipiente resistente à explosão (p.ex. um vaso ou uma tubulação
fechada) para fora, ou para a tubulação de conexão
ISO 16852 - 3.23
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0909 / BR
39
Apêndice
Glossário (tradução livre)
Termo
Descrição
Fonte
curso
percurso real do obturador da válvula, a partir da posição fechada
ISO 4126 - 3.3
curso da válvula
percurso real do obturador da válvula a partir da posição de fechamento, quando a
válvula está atuando
-
deflagração
explosão que se propaga à velocidade subsônica (EN 1127-1:1997)
EN 13237 - 3.15
detonação
explosão que se propaga à velocidade supersônica, caracterizada por uma onda de
choque (EN 1127-1:1997)
EN 13237 - 3.18
detonação estável
a detonação é estável quando se propaga através de um sistema fechado sem
variação significativa de velocidade e pressão
ISO 16852 - 3.10
detonação instável
detonação durante a transição de um processo de combustão de deflagração para a
detonação estável. A transição ocorre em um espaço limitado, em que a velocidade da
onda de combustão não é constante, e onde a pressão de explosão é significativamente
maior do que a de uma detonação estável.
ISO 16852 - 3.11
diâmetro nominal, tamanho
nominal
(DN) designação numérica de dimensão, usada para todos os componentes de um sistema
de tubulação, em que o diâmetro externo ou o tamanho da rosca não é indicado. O número
é arredondado e possui apenas uma relação aproximada com as dimensões usinadas
diferencial de alívio
diferença entre a pressão de ajuste e as pressões de fechamento, normalmente indicada
como percentagem da pressão de ajuste
-
dispositivo de medição de nível equipamento para indicar o nível de líquido em tanques de armazenamento e para tirar
e tomada de amostras
amostras do meio armazenado de qualquer altura
-
dissipação de calor
calor total liberado pela combustão de gases baseado no menor valor calorífico
ISO 23251 - 3.36
elemento corta-chamas
elemento de fitas corrugadas
-
elemento fusível
componente que derrete a uma temperatura definida e que ativa uma outra função
(abertura da calota, fechamento da válvula)
-
eletricidade estática
formação de uma diferença de potencial elétrico ou carga elétrica através de atrito
entre materiais ou substâncias diferentes, p.ex. o fluxo do produto na tubulação
EN 14015 - 3.1.18
enrolado a direita
orientação (ângulo) dos espaçamentos do elemento de fitas corrugadas
-
enrolado a esquerda
orientação (ângulo) dos espaçamentos do elemento de fitas corrugadas
-
equipamento
„equipamento“ compreende máquinas, aparelhos, dispositivos fixos ou móveis,
componentes de controle e seus instrumentos e sistemas de detecção e prevenção,
destinados - isoladamente ou em conjunto - a geração, propagação, armazenamento,
medição, controle e conversão de energia, ao processamento de materiais, e que são
capazes de causar uma explosão por meio de suas próprias fontes de ignição potenciais
EN 1127 - 3.5
espaçador
componente posicionado entre os elementos de fita corrugada do conjunto abafador
de chamas
-
espaçamento do elemento
corta-chamas
elementos corta-chamas possuem uma seção transversal mais ou menos triangular. O
espaçamento do elemento corta-chamas é a altura triangular do elemento corta-chamas
-
espaçamento do
FLAMEFILTER®
espaçamento do elemento corta-chamas feito de fitas corrugadas, tipo FLAMEFILTER®
expiração térmica
corrente de ar ou gás de proteção para fora de um tanque, quando vapores no interior
do tanque se expandem e o líquido no tanque evapora em conseqüência de mudanças
climáticas (p.ex. aumento da temperatura atmosférica)
ISO 28300 - 3.21
explosão
oxidação brusca ou reação de decomposição que produz um aumento de temperatura,
pressão ou de ambas simultaneamente
ISO 16852 - 3.7
extinção
extinção de uma chama por espaçamentos limitados
falha
o equipamento, sistema de proteção e os componentes não desempenham a função prevista EN 1127 - 3.25
FLAMEFILTER®
marca registrada internacionalmente da Braunschweiger Flammenfilter GmbH para o
elemento corta-chamas feito de fitas corrugadas
-
fonte de ignição
qualquer fonte com energia suficiente para iniciar a combustão (EN ISO 13702:1999)
EN 13237 - 3.62
gás inerte
gás não inflamável que não fomenta a combustão e não reage no sentido de produzir gás
inflamável
EN 13237 - 3.68
40
-
KA / 1 / 0909 / BR
Glossary
Termo
Descrição
Fonte
gás ou vapor inflamável
gás ou vapor que, quando misturado com ar em determinadas proporções, formará uma
atmosfera gasosa explosiva (EN 60079-10:1996)
EN 13237 - 3.44
guia do obturador
elemento que guia o obturador da válvula
-
haste guia
é um tubo disposto de maneira central e ortogonal ao obturador da válvula, para guiar o
mesmo
-
índice de estanqueidade
vazamento de um dispositivo em volume por tempo (litro por segundo)
-
inertização
adição de substâncias inertes, para impedir a formação de atmosferas explosivas
EN 1127 - 3.21
jogo de corta-chamas
combinação de elementos corta-chamas com espaçadores
-
jogo de FLAMEFILTER®
combinação de FLAMEFILTER® com espaçadores
junta articulada
parte de um sistema de braço mecânico articulado
-
limite inferior de explosividade
(LEL)
o limite inferior de uma faixa de explosividade
EN 1127 - 3.8
limite superior de explosividade o limite superior da faixa de explosividade
(UEL)
EN 1127 - 3.9
limites de explosão
faixa dos limites de explosão (EN 1127-1:1997)
EN 13237 - 3.29
líquido inflamável
líquido capaz de produzir vapor inflamável em quaisquer condições previsíveis de operação
(EN 60079-10:1996)
EN 13237 - 3.45
manutenção
combinação de todas as ações técnicas e administrativas, inclusive atos de fiscalização,
destinados a manter um item ou recuperá-lo para um estado em que possa desempenhar
a função necessária
EN 13237 - 3.78
material inflamável
material inflamável por si só ou capaz de produzir gás, vapor ou névoa inflamáveis (EN
60079-10:1996)
EN 13237 - 3.46
máxima pressão admissível
(equipamento de pressão)
pressão máxima, para a qual o equipamento é projetado, conforme especificado pelo
fabricante
97/23/EC (PED)
máxima temperatura admissível temperatura máxima para a qual o equipamento é projetado, conforme especificado
(equipamento de pressão)
pelo fabricante
97/23/EC (PED)
máxima temperatura de
trabalho
temperatura máxima atingida, quando o equipamento ou o sistema de proteção estiver
funcionando em suas condições de trabalho previstas
máximo espaçamento
experimental seguro (MESG)
máxima abertura entre as duas partes da câmara interior do aparelho de teste que, quando
a mistura de gás é inflamada na parte interna, e em condições especificas, impede a ignição
da mistura do gás na parte externa, através da abertura de 25 mm de comprimento em todas
as concentrações de gás ou de vapor testados no ar. O MESG é uma propriedade da respectiva mistura de gás (EN 1127-1:1997). Nota: IEC 60079-1 A padroniza o aparelho de ensaio e
o método de teste
medidor de nível
dispositivo para determinar o nível do liquido em tanques de armazenamento
-
ponto de fulgor
menor temperatura, corrigida para a pressão barométrica de 101,3 kPa, em que a aplicação
de uma chama de teste causa a ignição do vapor de ensaio nas condições especificadas de
teste (ISO 13736:1997)
EN 13237 - 3.49
pressão
a unidade de pressão usada nesta norma é o „bar“ (1 bar = 10000 Pa), usado como pressão ISO 4126 - 3.2
manométrica ou absoluta, conforme apropriado
pressão de abertura
pressão (vácuo) de abertura é a pressão manométrica, na qual o curso da válvula é
suficiente para descarregar uma vazão mássica predeterminada; é igual à pressão de
ajuste mais sobrepressão
DIN 3320 - 54
pressão de ajuste
pressão manométrica na entrada do dispositivo, para qual o dispositivo de alívio é ajustado
para iniciar a abertura em condições de serviço
ISO 28300 - 3.19
pressão de ajuste de bancada
vácuo ou pressão manométrica na qual, em condições de bancada de teste
(contrapressão atmosférica), as válvulas começam a abrir
-
-
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0909 / BR
41
Apêndice
Glossário (tradução livre)
Termo
Descrição
Fonte
pressão de alívio
pressão na entrada de um dispositivo de alívio quando o fluido está sendo descarregado
com a capacidade de alívio exigida
ISO 28300 - 3.15
pressão de fechamento
(pressão de reassentamento)
valor da pressão estática de entrada na qual o obturador da válvula restabelece o contato
com a sede ou em que o curso da válvula é zerado
ISO 4126 - 3.2.4
pressão de projeto (tanque)
máxima pressão admissível do tanque no espaço acima do líquido estocado
-
pressão de projeto /
temperatura de projeto
(construção em geral)
pressão utilizada em conjunto com a temperatura de projeto para determinar a mínima espessura admissível da parede ou as características físicas de cada componente,
conforme definido nas normas de projeto aplicáveis
pressão de teste
pressão para testar a estabilidade mecânica de dispositivos e/ou para testar a
estanqueidade de dispositivos
pressão de trabalho
pressão observada no sistema de processo durante a operação normal, incluindo
variações normais
ISO 23251 - 3.49
pressão máxima de explosão
admissível
máxima pressão de explosão calculada, à qual o equipamento é resistente
EN 14460 - 3.7
pressão máxima de trabalho
admissível (MAWP)
máxima pressão manométrica admissível no topo de um vaso cheio, na sua posição normal ISO 23251 - 3.47
de funcionamento, com a temperatura indicada coincidente e especificada para esta pressão
produto
o termo „produto“ abrange equipamentos, sistemas de proteção, dispositivos, componentes
e suas combinações, bem como software conforme definido em 3.4.2 da norma EN ISO
9000:2000 (EN 13980.2002)
EN 13237 - 3.95
proteção contra o
esvaziamento por sucção,
à prova de detonação
proteção contra o esvaziamento de um corta-chamas de selo líquido à prova de detonação,
mantendo uma quantidade mínima de líquido, por razões de segurança
-
respiro de emergência
expiração necessária quando condições incomuns, tais como o rompimento de serpentinas
internas de aquecimento ou fogo externo, existem dentro ou fora do tanque
ISO 28300 - 3.23
respiro livre
abertura para respiro livre
EN 14015 - 3.1.40
retrocesso de chama
fenômeno que ocorre em misturas inflamáveis de ar e gás, quando a velocidade local da
mistura combustível se tornar menor que a velocidade da chama, causando o retrocesso da
chama ao ponto de mistura
ISO 23251 - 3.34
revestimento
pintura de proteção com camada de espessura definida
-
revestimento
revestimento com espessura máxima/mínima definida, para a proteção contra misturas
agressivas (p.ex. ácido)
-
selo flutuante
estrutura que flutua na superfície de um líquido dentro de um tanque de teto fixo,
principalmente para reduzir a perda de vapor
EN 14015 - 3.1.22
selo líquido (selo d`água)
dispositivo que direciona o fluxo de gases de alívio através de um líquido (normalmente
água) no seu percurso ao queimador, usado para proteger o tubo coletor contra infiltração
de ar ou retrocesso de chama, para desviar o fluxo ou criar contrapressão no tubo coletor
ISO 23251 - 3.43
sensor de temperatura
sensor de temperatura para monitorar a temperatura
-
sensor de temperatura
integrado
sensor de temperatura integrado no corta-chamas, conforme especificado pelo fabricante
do corta-chamas, a fim de proporcionar um sinal adequado para iniciar contramedidas
ISO 16852 - 3.24
sistema de alívio
sistema consistindo de tubulações e dispositivos para a livre aspiração e expiração de
partes da instalação
-
sistema de alívio com
corta-chamas
calotas de respiro livre ou válvulas de alívio de pressão e vácuo, combinadas com
corta-chamas ou com elementos corta-chamas integrados
DIN EN 14015 3.1.42
sistemas de proteção
„sistemas de proteção“ significa dispositivos destinados a impedir de imediato explosões
incipientes e/ou a limitar o alcance efetivo das chamas e das pressões de explosões. Sistemas de proteção podem ser integrados no equipamento ou colocados no mercado separadamente para serem utilizados como sistemas autônomos
EN 1127 - 3.36
sobrepressão
aumento de pressão acima da pressão de ajuste, na qual a válvula de segurança alcança
o curso especificado pelo fabricante, geralmente indicada como uma percentagem da
pressão de ajuste
ISO 4126 - 3.2.3
substância inflamável
substâncias na forma de gás, vapor, líquido, sólido ou suas misturas, capaz de sofrer reação EN 13237 - 3.48
exotérmica com o ar quando inflamada (EN 1127-1:1997)
42
ISO 23251 - 3.23
-
KA / 1 / 0909 / BR
Glossary
Termo
Descrição
Fonte
tanque de estocagem, tanque
de armazenamento
tanque ou vaso fixo que não faz parte da unidade de processamento em instalações
petroquímicas, refinarias, plantas de gás, instalações de produção de óleo e gás e outras
instalações
ISO 23251 - 3.74
tela de proteção
componente que proporciona um fluxo livre, impedindo, porém, a entrada de objetos
estranhos, como por exemplo, animais
-
temperatura ambiente
temperatura do ar ou de outro meio onde o equipamento será utilizado (IEV 826-01-04) (IEC EN 13237 - 3.2
60204-32:1998). Nota: Na aplicação da Diretriz 94/9/EC, apenas ar é considerado
temperatura de ignição (de um
gás ou líquido inflamável)
a menor temperatura de uma parede aquecida, conforme definido nas condições de ensaio
especificadas, nas quais a ignição de uma substância inflamável ocorrerá, na forma de uma
mistura de gás ou de vapor com ar
EN 1127 - 3.31
temperatura de trabalho
temperatura atingida quando o aparelho está operando de acordo com a sua classificação
-
teto flutuante
estrutura metálica que flutua na superfície de um líquido dentro do costado aberto de um
tanque, em pleno contato com esta superfície
EN 14015 - 3.1.21
tipo mensurável
(corta-chamas estático)
corta-chamas onde os espaçamentos de extinção (quenching gaps) do elemento
corta-chamas podem ser tecnicamente construídos, medidos e controlados
ISO 16852 - 3.17.1
tipo não mensurável
(corta-chamas estático)
corta-chamas, onde os espaçamentos de extinção (quenching gaps) do elemento
corta-chamas não podem ser tecnicamente construídos, medidos ou controlados
(p.ex., produtos aleatórios tais como malha, metal sinterizado ou cascalho)
ISO 16852 - 3.17.2
tubo coletor
sistema de tubulação (vent header) que coleta os gases de alívio e os conduz ao tubo de
exaustão (vent stack)
ISO 23251 - 3.78
tubo de choque (SWGT)
componente para separar a onda de choque da frente de chamas: patente PROTEGO®
-
tubo de medição de nível
tubo no interior do tanque de armazenamento para determinar o nível do líquido e para tirar
amostras - à prova de propagação de chamas ou de construção convencional
-
tubo guia
tubo para guiar a haste do obturador da válvula
-
tubo submerso
tubo que conduz ao fluido de imersão de um corta-chamas hidráulico
-
tubos de respiro
tubos conectados a válvulas com conexão para tubulação
EN 14015 - 3.1.45
vácuo de ajuste
pressão manométrica interna negativa na qual a válvula de vácuo inicia a abertura
-
vácuo de projeto (pressão manométrica negativa)
máximo vácuo permitido (pressão manométrica negativa) no espaço acima do líquido
armazenado
-
válvula com obturador tipo disco válvula com obturador em forma de disco e guia axial
-
válvula de alívio de pressão
válvula projetada para abrir e aliviar o excesso de pressão, bem como fechar assim que
as condições normais tenham sido restabelecidas, evitando a continuidade do fluxo
ISO 23251 - 3.56
válvula de alívio de pressão
convencional
válvula de alívio de pressão calibrada por mola, cujas características de funcionamento
são diretamente afetadas por mudanças na contrapressão
ISO 23251 - 3.20
válvula de alívio de pressão
e vácuo (válvula PV)
válvula calibrada por peso, piloto-operada ou calibrada por mola, usada para aliviar o
excesso de pressão e/ou o vácuo que se forma em um tanque
ISO 23251 - 3.11
válvula de alívio de pressão
piloto-operada
válvula de alívio de pressão na qual o dispositivo de alívio maior, ou válvula principal, é com- ISO 23251 - 3.52
binado com e controlado por uma válvula auxiliar de alívio de pressão auto-operada (piloto)
válvula de alta velocidade
(corta-chamas dinâmico)
válvula de alívio de pressão projetada para velocidades nominais de fluxo que excedem a
ISO 16852 - 3.18
velocidade da chama da mistura explosiva, impedindo, desta forma, a propagação da chama
válvula de amostragem e alívio
torneiras ou válvulas à prova de retrocesso de chama ou não, para o alívio de partes da
instalação
válvula de bloqueio tipo
“shut-off”
uma válvula de bloqueio tipo “shut-off” é uma válvula que fecha automaticamente, para
impedir que a pressão manométrica predeterminada seja excedida
DIN 3320-2
válvula de diafragma
válvula em que a parte móvel consiste de diafragma
-
-
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0909 / BR
43
Apêndice
Glossário (tradução livre)
Termo
Descrição
Fonte
válvula de drenagem de fundo
válvula de emergência no fundo do tanque, que fecha imediatamente em caso de ruptura
da tubulação a jusante
-
válvula de retenção
válvula que impede o retorno contra a direção do fluxo
-
válvula de segurança
válvula que descarrega automaticamente, sem ajuda de qualquer outra energia além da do
fluido, uma quantidade de fluido para impedir que uma pressão de segurança predeterminada seja excedida, e que é construída para fechar novamente e impedir a continuidade do
fluxo após as condições normais de pressão de serviço terem sido restabelecidas
ISO 4126 - 3.1
válvula piloto-operada
válvula atuada por dispositivo de controle (piloto)
-
válvulas de respiro de
emergência
válvulas de alívio de pressão para respiro de emergência
-
vaso
recipiente ou invólucro estrutural em que materiais são processados, tratados ou
armazenados
ISO 23251 - 3.80
vávula com conexão para
tubulação
válvula de pressão ou vácuo à qual uma tubulação para alívio pode ser conectada
EN 14015 - 3.1.44
vedação do obturador
elemento de vedação entre o obturador e a sede da válvula
-
zona 0
lugar, onde uma atmosfera explosiva, consistindo de uma mistura de ar com substâncias
inflamáveis na forma de gás, vapor ou névoa, está presente constantemente, ou por longos
períodos ou freqüentemente
EN 13237 - 3.119-1
zona 1
lugar, onde uma atmosfera explosiva, consistindo de uma mistura de ar com substâncias
inflamáveis na forma de gás, vapor ou névoa, é provável de ocorrer ocasionalmente em
condições normais de operação
EN 13237 - 3.119-2
zona 2
lugar, onde uma atmosfera explosiva, consistindo de uma mistura de ar com substâncias
inflamáveis na forma de gás, vapor ou névoa, não é provável de ocorrer em operações
normais, mas se ocorrer, persistirá apenas por curto período
EN 13237 - 3.119-3
zonas para gases e vapores
áreas com risco de explosão são classificadas em zonas, baseadas na freqüência da
ocorrência e da duração de uma atmosfera explosiva de gás. As definições se aplicam
apenas a equipamentos do grupo II.
EN 13237 - 3.119
44
KA / 1 / 0909 / BR
Diretrizes para a seleção de corta-chamas
Glossary
Extrato de EN 12874 (tradução livre)
Para ajudar os fabricantes e usuários a decidir, qual o cortachamas mais adequado para sua aplicação, deve se considerar o seguinte:
1. Serviço
Fornecer uma breve descrição do uso previsto do corta-chamas.
2. Análise dos gases ou vapores
Fornecer informações completas sobre componentes inflamáveis e não inflamáveis, o que permitirá a definição
correta do corta-chamas, do grupo de explosão e da seleção
do material.
3. Peso molecular ou densidade dos gases ou vapores
Isto permitirá o cálculo de uma vazão equivalente de ar, para
determinar a perda de pressão.
4. Vazão
Fornecer o valor em termos volumétricos ou informações
suficientes para permitir o cálculo da vazão volumétrica. Para
aplicações em tanques de armazenamento, devem ser fornecidos os requisitos de aspiração e expiração, ou informações
suficientes sobre o tipo de tanque, forma de resistência à
pressão, dimensões e vazões de enchimento e esvaziamento,
a fim de possibilitar o cálculo desses parâmetros.
5. Faixas de temperatura
Para as condições de projeto e trabalho, as temperaturas máximas e mínimas irão permitir a definição correta do elemento
corta-chamas e do projeto mecânico do corpo do corta-chamas.
10. Diâmetro do tubo
O diâmetro nominal das tubulações de conexão deve ser
indicado.
11. Tipo de conexão
Providencie detalhes das conexões flangeadas ou roscadas.
12. Material do corpo
Indique o material de fabricação de sua preferência. Isto
poderá ser verificado pelo fabricante a partir de uma avaliação
da composição da mistura e das condições de trabalho.
13. Material de elemento corta-chamas
Indique o material de fabricação de sua preferência. Isto
poderá ser verificado pelo fabricante a partir de uma avaliação
da composição da mistura e das condições de trabalho.
14. Construção
Cuidados devem ser tomados quando se utilizam materiais
como alumínio ou plástico, que podem causar faíscas ou
cargas eletrostáticas.
15. Documentação
Indique os requisitos de documentação.
Adicionalmente, PROTEGO® recomenda:
Provisão para incrustação
Ao dimensionar o corta-chamas, inclua reservas para a
incrustação dos espaçamentos estreitos do FLAMEFILTER®.
6. Faixas de pressão
Para as condições de projeto e trabalho, as pressões máximas
e mínimas irão permitir a definição correta do elemento cortachamas e do projeto mecânico do corpo do corta-chamas.
A pressão máxima, em que uma mistura inflamável pode
incendiar-se no processo, deve ser destacada se for diferente
da pressão de trabalho normal. Para aplicações em tanques
de armazenamento, os requisitos de pressão e vácuo devem
ser fornecidos.
7. Perda de pressão admissível
Isto possibilitará a escolha correta do corta-chamas e é determinada a partir da vazão volumétrica.
8. Tipo
Especifique o corta-chamas para tubulação, de final de linha,
pré-volumétrico, à prova de combustão de curta duração ou
combustão contínua, e à prova de detonação estável/instável,
conforme requisitado. No caso dos tipos para tubulação,
detalhes sobre a tubulação entre o corta-chamas e a possível
fonte de ignição devem ser fornecidas através de um esquema
dimensional ou desenho isométrico.
9. Orientação
Indique a orientação prevista do corta-chamas (instalação
horizontal ou vertical).
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0909 / BR
45
Materiais, unidades e fatores de conversão
Pressão
1 bar
=14.504 psi 1 lb/ft2 = 47,88 N/m2
=29.530 inch Hg = 0,4788 mbar
=
0.987 atm =
4,882 mm WC
=401.46 inch WC
1 mbar =0.0145 psi =0.0295 inch Hg =0.4015 inch WC =
2.089 lb/ft2 1 inch WC 1 inch Hg = 249,09 N/m2
= 2,4909 mbar
= 25,4 mm WC
= 33,864 mbar
1 kPa =10 mbar 1 psi = 68,94757 mbar
1 inch H2O =2,49089 mbar 1 inch Hg = 33,8639 mbar
1 Pa=
1 N/m21 psi=
1 lb/in2
Temperatura
Para converter ºC em ºF use Para converter ºF em ºC use TF = 32 + 1,8 TC
0ºC =
32ºF
100ºC =
212ºF
TC= 5/9 (TF - 32)
0ºF =
-17,8ºC
100ºF =
37,8ºC
Material
DIN MaterialDIN-MaterialASTM-Material
Number
0.6020GG 20A 278-30C.I.
0.7040 GGG 40 A 536-77 C.I.
1.0619 GS-C 25 A 216 Gr. WCB C.S.
1.4301 X5 CrNi 18 10 A 240 Gr. 304 S.S.
1.4408 G-X6 CrNiMo 18 10 A 351 Gr. CF 8 M S.S.
1.0425 P 265 GH A 515 Gr. 60 C.S.
1.4541 X6 CrNiTi 18 10 A 240 Gr. 321 S.S.
1.4571 X10 CrNiMoTi 18 10 A 240 Gr. 316 Ti S.S.
3.2581 AC 44200 A 413 Alu
TaTantalUNS R05200
2.4610 NiMo 16 Cr 16 Ti UNS N06455 C-4
2.4686 G-NiMo 17 Cr UNS N30107 Casting
2.4602 NiCr 21 Mo 14 W UNS N06022 C-22
2.4819 NiMo 16 Cr 15 W UNS N10276 C-276
Os materiais aplicáveis são especificados na cotação ou na
confirmação de pedido:
Em termos gerais, o significado é o seguinte:
CS (Carbon steel / Aço carbono) = 1.0619 or 1.0425
SS (Stainless steel / Aço inoxidável) = 1.4408 or 1.4571
Hastelloy = 2.4686 or 2.4602
Diferenças importantes entre o sistema decimal
americano e as unidades do sistema SI
e.g. 1 m = 100 cm = 100,00 cm (UK/US: 100.00 cm)
1 km = 1.000 m = 1.000,00 m (UK/US: 1,000.00 m)
Vedações e revestimentos
PTFE = politetrafluoretileno
PVDF = fluoreto de polivinilideno
PFA = perfluoroalcóixido
FPM 70 = fluor elastômero
WS 3822 = fibras anorgânicas e de aramida bem como materiais
minerais de reforço ligado à borracha nitrílica NBR
ECTFE = perfluoralcooloxitileno
FEP = etileno propileno fluorado
46
DN
10
15
20
25
32
40
50
65
80
100
Tamanho 1/4
1/2
3/4
1
11/4 11/2
2
21/2
3
4
DN
Tamanho
DN
Tamanho
125 150 200 250 300 350 400 450 500 600
5
6
8
10
700
800
900 1000 1200 1400 1600 1800 2000
28
32
36
40
12
14
48
16
56
18
64
20
72
24
80
Comprimento
1 cm = 0.3937 inch 1 inch = 25,4 mm
1 m = 3.2808 ft 1 ft = 12 inch = 0,3048 m
= 1.0936 yards 1 yard = 3 ft = 0,9144 m
1 km= 0.621 miles1 mile=1,609 km
Área
1cm2 = 0.1550 sq inch 1 sq inch = 6,4516 cm2
1 m2= 10.7639sq ft1 sq ft= 0,0929 m2
= 1.196sq yards1 sq yard= 0,836 m2
1km2= 100hectares
= 0.3861sq miles
= 247 acres
Volume
1 cm3= 0.06102cu inch1 cu inch= 16,3870 cm3
1 liter= 0.03531cu ft1 cu ft= 28,317 liter
= 0.21997 gal (UK) 1 gal (UK) = 4,5461 liter
= 0.26417 gal (US) 1 gal (US) = 3,785 liter
1 m3= 35.315cu ft1 cu ft= 0,028317 m3
= 6.290petr. barrels1 petr. barrel= 0,15899 m3
Massa
1 g= 0.03527 oz1 oz=28,35 g
1 kg = 2.2046 lb 1 lb = 16 oz
=
0,4536 kg
Velocidade e vazão volumétrica
1 m/s
= 196.85ft/min1 ft/min=
0,508 cm/s
1 km/h= 0.6214mph 1 mph = 1,60934 km/h
1 m3/h = 4.403 gal/min (US) 1 gal/min (US) =
0,227 m3/h
= 3.666 gal/min (UK) 1 gal/min (UK) =
0,273 m3/h
= 0.5886
cu ft/min1 cu ft/min= 28,317 liter/min
1 kg/h = 0.0367lb/min 1 lb/min =
27,216 kg/h
1 cu ft/h= 0,028317 m3/h
Torção
1 Nm= 0.738 lb ft1 lb ft= 1,36 Nm
Densidade
1 kg/dm3= 62.43 lb/cu ft 1 lb/cu ft = 0,016 kg/dm3
KA / 1 / 0410 / BR
Folha de dados para válvulas e corta-chamas PROTEGO®
Data Sheet for PROTEGO® - Valves and Flame Arresters
Dados de projeto
Cotação nº.
Projeto nº.
Válvula / corta-chamas etiqueta nº.
Pedido nº.
Referência do projeto
Tanque / vaso nº.
Tanque / vaso de armazenamento

de superfície
diâmetro
m/pés pressão de projeto
mbar/pol H2O

abaixo do solo
altura
m/pés vácuo de projeto
mbar/pol H2O

isolado
altura de parede
m/pés bombeamento para dentro, vazão
m³/h pés³/min
espessura do isolamento

mm / pol.
proteção por gás inerte
gás inerte
grau
bombeamento para fora, vazão
m³/h pés³/min
norma de projeto
DIN
API
outras
Produto armazenado Composição do gás/vapor de exaustão
Componentes
Nome Fórmula Vol.%
Ponto de fulgor
°C/°F
Grupo de
risco
MESG
mm/inch
Gr. de
expl.
Planta de processamento
temperatura de projeto
°C/°F
pressão de projeto
bar/psi
temperatura de trabalho
°C/°F
pressão de trabalho
bar/psi
mbar/pol H2O
contrapressão
Instalação

em tubulação

horizontal

em final de linha

vertical
distância da fonte de ignição
m/pés
Função

pressão

à prova de combustão contínua

vácuo

à prova de combustão de curta duração

pressão/vácuo combinado


corta-chamas

Dados da válvula e do corta-chamas

temperatura monitorada
à prova de deflagração

pressão monitorada
à prova de detonação

bidirectional
.
vazão V
diâmetro nominal DN
m3/h pés³/min
flange de entrada DN
pressão nominal PN
densidade
PN
kg/m3 lb/pés³
forma
pressão de ajuste de bancada
mbar/pol H2O
flange de saída DN PN forma
vácuo de ajuste de bancada
mbar/pol H2O
perda de pressão ∆p mbar/pol H2O
Material
partes sujeitas à pressão
internos
revestimento
certificado de fábrica
certificado de desempenho
Inspeção/documentação
certificado de material
Esboço da tubulação (extrato) / observações adicionais / diversos  ver folha separada
Preencha e tique , se aplicável - apague a unidade, se não for aplicável
assinado:
data:
aprovado:
liberado:
para segurança e meio-ambiente
KA / 1 / 0909 / BR
47
: Sede PROTEGO®
: Subsidiárias PROTEGO®
: Representantes PROTEGO®
Germany
USA
Spain
Sede PROTEGO:
Braunschweiger Flammenfilter GmbH
Industriestrasse 11
38110 Braunschweig
phone: +49(0)5307-809-0
fax: +49(0)5307-7824
email: [email protected]
PROTEGO (USA) Inc.
497 Jessen Lane
Charleston, SC 29492
phone: +1-843-284 03 00
fax: +1-843-284 03 04
email: [email protected]
PROTEGO España
Pintor Serra Santa, 19
08860 Castelldefels
phone: +34-93-6 34 21 65
fax: +34-93-6 64 44 64
email: [email protected]
Great Britain
PROTEGO UK Ltd.
Studio 1, Europa House Europa Way Britannia
Enterprise Park
Lichfield, Staffordshire, WS14 9TZ
phone: +44-15 43-42 06 60
fax: +44-15 43-42 06 63
email: [email protected]
Switzerland
Hungary
France
Austria
Ramseyer AG
Industriestraße 32
3175 Flamatt
phone: +41-31-7 44 00 00
fax: +41-31-7 41 25 55
email: [email protected]
PROTEGO Ungarn Kft.
3515 Miskolc
Berzsenyi D. u. 26.
phone: +36-46-381 815
fax: +36-46-381 816
email: [email protected]
S.I.D. Steiblé Ingenierie et Distribution SARL
4 avenue de Strasbourg
ZAC des Collines
68350 Didenheim
phone: +33-3-89 60 62 70
fax: +33-3-89 60 62 75
email: [email protected]
PROTEGO
Armaturen- und Apparatetechnik Ges.m.b.H
Industriestraße B 16
2345 Brunn am Gebirge
phone: +43-22 36-3 27 20
fax: +43-22 36-3 27 21 12
email: [email protected]
Middle East
Brasil
China
India
PROTEGO Middle East
FZSI BL05
JAFZ, Dubai, U.A.E.
P.O. Box 261505
phone: +971-4-88 600 95
fax: +971-4-88 600 96
email: [email protected]
PROTEGO Brasil
Válvulas e Corta Chamas Ltda.
Rua Montevideu, 486 - Penha
CEP 21020-290 Rio de Janeiro RJ
phone: +55-21-2112 5700
fax: +55-21-2112 5723
email: [email protected]
PROTEGO China
Room 730A, German Centre,
No. 88 Keyuan Rd.
Shanghai, 201203
phone: +86-21-28 98 65 58
fax: +86-21-28 98 65 90
email: [email protected]
PROTEGO India Pvt. Ltd.
R-665, TTC. Industrial Area MIDC, Rabale
Navi Mumbai, 400 701
phone: +91-22-27 69 11 56
fax: +91-22-27 69 20 85
email: [email protected]
www.protego.com
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para segurança e meio-ambiente
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