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tapa Resolve Fuvest 2ª fase - 1º dia 2012

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tapa Resolve Fuvest 2ª fase - 1º dia 2012
Português
FUVEST
ETAPA
Questão 1
Leia este aviso, comum em vários lugares públicos:
SORRIA, VOCÊ ESTÁ SENDO FILMADO!
a) As pessoas que não gostam de ser filmadas
prefeririam uma mensagem que dissesse o
contrário. Para atender a essas pessoas, reescreva o aviso, usando a primeira pessoa do
plural e fazendo as modificações necessárias.
b) Criou-se, recentemente, a palavra “gerundismo”, para designar o uso abusivo do gerúndio. Na sua opinião, esse tipo de desvio
ocorre no aviso acima? Explique.
Resposta
a) Existem algumas possibilidades:
(1) Sorriamos, (nós) não estamos sendo filmados.
(2) Não sorriamos, (nós) estamos sendo filmados.
Obs.: se se levar em conta a carinha risonha, vale
somente a (1).
b) Não. No aviso, o gerúndio é necessário para
designar uma ação contínua no presente. Corresponde à forma da voz ativa "Estão filmando você".
Costuma-se chamar gerundismo o emprego abusivo e desnecessário dessa forma nominal, como
no exemplo: "Você vai estar sendo filmado".
Questão 2
Leia com atenção o seguinte texto:
A onipresença do olho mágico da televisão no centro da vida doméstica dos brasileiros, com o poder (imaginário) de tudo mostrar
e tudo ver que os espectadores lhe atribuem,
vem provocando curiosas alterações nas relações entre o público e o privado. Durante pelo
menos dois séculos, o bom gosto burguês nos
ensinou que algumas coisas não se dizem,
não se mostram e não se fazem em público.
Essas mesmas coisas, até então reservadas ao
espaço da privacidade, hoje ocupam o centro
da cena televisiva. Não que o bom gosto bur-
guês deva ser tomado como referência indiscutível da ética que regula a vida em qualquer
sociedade. Mas a inversão de padrões que pareciam tão convenientemente estabelecidos
nos países do Ocidente dá o que pensar. No
mínimo, podemos concluir que a burguesia do
terceiro milênio já não é a mesma que ditou o
bom comportamento dos dois séculos passados. No máximo, supõe-se que os fundamentos do contrato que ordenava a vida social entre os séculos XIX e XX estão profundamente
abalados, e já vivemos, sem nos dar conta, em
uma sociedade pós-burguesa, num sentido semelhante ao do que chamamos uma sociedade pós-moderna.
Maria R. Kehl, in Bucci e Kehl,
Videologias: ensaios sobre televisão.
a) O que a autora do texto quer dizer, quando
se refere ao “poder de tudo mostrar e tudo
ver” (L. 3 e 4), atribuído à televisão, como
“imaginário”?
b) Indique a palavra do primeiro período que
tem o mesmo significado do prefixo que entra
na formação da palavra “onipresença” (L. 1).
c) Indique uma palavra ou expressão do texto
que corresponda ao sentido da palavra “ética”
(L. 14).
Resposta
a) A autora se refere à ilusão de que a televisão
retrata a realidade de modo fiel e, onipresentemente, é capaz de tudo revelar.
b) "tudo".
c) "bom gosto", "bom comportamento", "padrões
que pareciam tão convenientemente estabelecidos", "fundamentos do contrato que ordenava a
vida social", "regula a vida em qualquer sociedade", entre outras possibilidades.
Questão 3
Leia a seguinte mensagem publicitária, referente a carros, e responda ao que se pede:
POTÊNCIA, ROBUSTEZ E TRAÇÃO
4WD. PORQUE TEM LUGARES QUE SÓ
COM ESPÍRITO DE AVENTURA VOCÊ
NÃO CHEGA.
FUVEST
ETAPA
português/redação 3
a) A mensagem está redigida de acordo com a
norma padrão da língua escrita? Se você julga que sim, justifique; se acha que não, reescreva o texto, adaptando-o à referida norma.
b) Se a palavra “só” fosse excluída do texto, o
sentido seria alterado? Justifique sua resposta.
Resposta
a) Não. Existem diversas incorreções. Corrigindo:
Potência, robustez e tração 4WD , (ou – ) porque
há (ou existem) lugares a que (ou aos quais ou
aonde) , só com espírito de aventura , você não
chega.
Além disso, percebe-se no primeiro período a ausência do sujeito (o carro tem potência...) ou do
predicado: Potência, robustez e tração 4WD são
importantes.
b) A propaganda quer sugerir que são necessários
espírito de aventura e um carro potente, robusto e
com tração 4WD para se chegar a determinados
lugares. Portanto, eliminar o termo exclui a ligação
entre esses dois fatores, alterando o sentido do
enunciado.
Questão 4
b) Tendo em vista o contexto, é correto afirmar que a expressão “experiência culinária” é
usada com sentido irônico?
Resposta
a) Não. "inteira aquiescência" provém do documento assinado pelo arcebispo; "índios patriotas"
é citado do texto de Jorge Amado.
b) Sim. A referência ao ato antropofágico serve
para reforçar o discurso anticlerical de Jorge
Amado, tanto em relação ao bispo Sardinha quanto ao arcebispo que deu "inteira aquiescência" à
obra destrutiva.
Questão 5
Leia o seguinte texto:
Pense antes de compartilhar
Cada vez mais pessoas interagem por meio
de redes sociais.
O crescimento dessas comunidades reforça
uma das principais discussões relativas à
internet: a privacidade.
Época, 15/04/2011.
Leia atentamente este texto:
“Dos púlpitos dessa igreja, o padre Antônio
Vieira pronunciara com sua voz de fogo os sermões mais célebres de sua carreira”, escreveu
Jorge Amado, protestando [contra o projeto de
demolição da igreja da Sé]. Conta Jorge que correu na época [decênio de 1930] a notícia de que
o arcebispo embolsou gorjeta grande para permitir que a Companhia Linha Circular de Carris da Bahia abatesse o templo. Não há provas
do suborno, é certo, mas o fato é que o arcebispo,
em documento assinado por ele mesmo, deu a
sua “inteira aquiescência” à obra destrutiva. A
irritação anticlerical de Jorge Amado subiu então ao ponto de ele fazer o elogio dos “índios patriotas” que, nos primeiros dias coloniais, haviam realizado uma “experiência culinária” com
o bispo Sardinha. Acrescentando ainda que, naquela década de 1930, baiano já não gostava de
bispo nem como alimento.
Antonio Risério, Uma história
da cidade da Bahia. Adaptado.
a) As expressões “inteira aquiescência” e “índios patriotas”, citadas no texto, procedem,
ambas, da mesma fonte (autor que utilizou
tais expressões)? Justifique sua resposta.
a) Qual a razão apresentada por essa matéria
jornalística para aconselhar seus leitores a
“pensar antes de compartilhar”?
b) No verbete “privacidade”, do Dicionário
Houaiss da língua portuguesa, lê-se:
trata-se de ang. de empréstimo recente na língua, sugerindo-se em seu lugar o uso de
................ . Por que o dicionário sugere que se
evite o uso de “privacidade”? Que palavra
pode ser usada em seu lugar?
Resposta
a) A razão apresentada é que a interação impensada que se encontra frequentemente nas redes
sociais pode colocar em risco a privacidade.
b) Por ser privacidade um anglicismo. No lugar
pode ser usada intimidade, entre outras palavras.
Questão 6
Leia este texto:
A correção da língua é um artificialismo,
continuei episcopalmente. O natural é a incorreção. Note que a gramática só se atreve a meter o bico quando escrevemos. Quando falamos, afasta-se para longe, de orelhas murchas.
Monteiro Lobato, Prefácios e entrevistas.
FUVEST
ETAPA
português/redação 4
a) Tendo em vista a opinião do autor do texto,
pode-se concluir corretamente que a língua
falada é desprovida de regras? Explique sucintamente.
b) Entre a palavra “episcopalmente” e as expressões “meter o bico” e “de orelhas murchas”, dá-se um contraste de variedades linguísticas. Substitua as expressões coloquiais,
que aí aparecem, por outras equivalentes,
que pertençam à variedade padrão.
Resposta
a) Não. Segundo Monteiro Lobato, a gramática
normativa é artificial e a língua falada é natural.
Isso não implica, no entanto, que não existam elementos reguladores no terreno da oralidade.
b) "meter o bico" = intrometer-se.
"orelhas murchas" = desmoralizada, constrangida,
cabisbaixa, etc.
Questão 7
Leia o excerto de Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antônio de Almeida, para responder ao que se pede.
Caldo Entornado
A comadre, tendo deixado o major entregue à sua vergonha, dirigira-se imediatamente para a casa onde se achava Leonardo para
felicitá-lo e contar-lhe o desespero em que a
sua fuga tinha posto o Vidigal. (...) A comadre, segundo seu costume, aproveitou o ensejo, e depois que se aborreceu de falar no major desenrolou um sermão ao Leonardo, (...).
O tema do sermão foi a necessidade de buscar
o Leonardo uma ocupação, de abandonar a
vida que levava, gostosa sim, porém sujeita a
emergências tais como a que acabava de
dar-se. A sanção de todas as leis que a pregadora impunha ao seu ouvinte eram as garras
do Vidigal.
Você concorda com as afirmações que seguem? Justifique suas respostas.
a) Vê-se, no excerto, que a comadre procura
incutir em Leonardo princípios morais destinados a corrigir o comportamento do afilhado.
b) No sermão que prega a Leonardo, a comadre manifesta a convicção de que o trabalho é
fator decisivo na formação da personalidade
de um jovem.
Resposta
a) Não. Ela não quer corrigir as ações de Leonardo, mas, temerosa das "garras do Vidigal", procura incutir no afilhado a necessidade de encontrar
meios de escapar delas, no caso, pelo trabalho.
b) Não. O sermão da comadre prega a necessidade
de Leonardo buscar uma ocupação para escapar
às garras do Vidigal, revelando-se assim a ausência
de preocupação com a formação do caráter do jovem.
Questão 8
Leia o trecho de Dom Casmurro, de Machado de Assis, para responder ao que se pede.
Um dia [Ezequiel] amanheceu tocando
corneta com a mão; dei-lhe uma cornetinha
de metal. Comprei-lhe soldadinhos de chumbo, gravuras de batalhas que ele mirava por
muito tempo, querendo que lhe explicasse
uma peça de artilharia, um soldado caído,
outro de espada alçada, e todos os seus amores iam para o de espada alçada. Um dia (ingênua idade!) perguntou-me impaciente:
– Mas, papai, por que é que ele não deixa
cair a espada de uma vez?
– Meu filho, é porque é pintado.
– Mas então por que é que ele se pintou?
Ri-me do engano e expliquei-lhe que não
era o soldado que se tinha pintado no papel,
mas o gravador, e tive de explicar também o
que era gravador e o que era gravura: as curiosidades de Capitu, em suma.
a) Se estabelecermos uma analogia ou um paralelo entre a gravura, de que se fala no excerto, e o romance Dom Casmurro, os termos “gravador” e “gravura” corresponderão a
que elementos internos do romance?
b) Continuando no mesmo paralelo entre
“gravura” e Dom Casmurro, pode-se considerar que a lição dada pelo pai ao filho, a
respeito da gravura, serve de advertência
também para o leitor do romance? Justifique
sua resposta.
Resposta
a) No plano do romance, o gravador corresponde
ao narrador Bentinho; a gravura, à personagem
criada pelo narrador; no caso, Capitu.
FUVEST
ETAPA
português/redação 5
b) Sim, pois se a gravura é assim por vontade do
gravador, o leitor deve ter em mente que a personagem (Capitu) é também modelada pela narração em 1ª pessoa. Desse modo, o retrato fica inevitavelmente relativizado.
Questão 9
Leia o excerto de A cidade e as serras, de
Eça de Queirós, e responda ao que se pede.
Na sala, a tia Vicência ainda nos esperava desconsolada, entre todas as luzes, que ardiam no silêncio e paz do serão debandado:
– Ora uma coisa assim! Nem querem ficar para tomar um copinho de geleia, um cálice de vinho do Porto!
– Esteve tudo muito desanimado, tia Vicência! – exclamei desafogando o meu tédio. –
Todo esse mulherio emudeceu, os amigos com
um ar desconfiado...
Jacinto protestou, muito divertido, muito
sincero:
– Não! Pelo contrário. Gostei imenso.
Excelente gente! E tão simples... Todas estas
raparigas me pareceram ótimas. E tão frescas, tão alegres! Vou ter aqui bons amigos,
quando verificarem que eu não sou miguelista.
Então contamos à tia Vicência a prodigiosa
história de D. Miguel escondido em Tormes...
Ela ria! Que coisas! E mau seria...
– Mas o Sr. Jacinto, não é?
– Eu, minha senhora, sou socialista...
a) Defina sucintamente o miguelismo a que
se refere o texto e indique a relação que há
entre essa corrente política e a história do
Brasil.
b) Tendo em vista o contexto da obra, explique o que significa, para Jacinto, ser “socialista”.
Resposta
a) Trata-se da corrente política que apoiava D. Miguel de Bragança, em sua disputa com seu irmão
D. Pedro I (D. Pedro IV, em Portugal) pela Coroa
portuguesa. A volta de D. Pedro I a Portugal, em
1831, acentuou o vazio de poder no Brasil, provocando as grandes e graves crises políticas do Período Regencial, que apressaram a aprovação da
maioridade de D. Pedro II em 1840.
b) Para Jacinto, ser socialista era estar do lado
dos pobres. Nesse sentido, sem nunca deixar de
ser o grande proprietário rural que era, tomou
uma série de medidas que beneficiavam a estes.
Por isso, Jacinto foi identificado a D. Sebastião,
que voltara para cuidar de seu povo, sendo também chamado de "o pai dos pobres".
Questão 10
Leia o seguinte excerto de Capitães da areia,
de Jorge Amado, e responda ao que se pede.
O sertão comove os olhos de Volta Seca. O
trem não corre, este vai devagar, cortando as
terras do sertão. Aqui tudo é lírico, pobre e
belo. Só a miséria dos homens é terrível. Mas
estes homens são tão fortes que conseguem
criar beleza dentro desta miséria. Que não farão quando Lampião libertar toda a caatinga, implantar a justiça e a liberdade?
Compare a visão do sertão que aparece no excerto de Capitães da areia com a que está
presente no livro Vidas secas, de Graciliano
Ramos, considerando os seguintes aspectos:
a) a terra (o meio físico);
b) o homem (o sertanejo).
Responda, conforme solicitado, considerando
cada um desses aspectos nas duas obras citadas.
Resposta
a) O sertão, para Volta Seca, é "lírico, pobre e
belo" e "comove os olhos". Em Capitães da Areia,
o sertão é belo porque "homens (...) conseguem
criar beleza dentro dessa miséria". Em Vidas secas, a terra é pobre e seca e é fator determinante
para a miséria.
b) O homem, em Capitães da Areia, é capaz de
transcender seu estado de miséria e criar beleza,
justiça e liberdade por meio de uma tomada de
consciência de seu papel social. Em Vidas secas,
ele é incapaz de superar a miséria que se revela
tanto no plano físico quanto no intelectual.
FUVEST
ETAPA
português/redação 6
Texto 1
Texto 4
A ciência mais imperativa e predominante sobre tudo é a ciência política, pois esta determina quais são as demais ciências que devem ser estudadas na pólis. Nessa medida, a
ciência política inclui a finalidade das demais,
e, então, essa finalidade deve ser o bem do homem.
As instituições políticas vigentes (por
exemplo, partidos políticos, parlamentos, governos) vivem hoje um processo de abandono
ou diminuição do seu papel de criadoras de
agenda de questões e opções relevantes e, também, do seu papel de propositoras de doutrinas. O que não significa que se amplia a liberdade de opção individual. Significa apenas que essas funções estão sendo decididamente transferidas das instituições políticas
(isto é, eleitas e, em princípio, controladas)
para forças essencialmente não políticas –
primordialmente as do mercado financeiro e
do consumo. A agenda de opções mais importantes dificilmente pode ser construída politicamente nas atuais condições. Assim esvaziada, a política perde interesse.
Aristóteles. Adaptado.
Texto 2
O termo “idiota” aparece em comentários
indignados, cada vez mais frequentes no Brasil, como “política é coisa de idiota”. O que podemos constatar é que acabou se invertendo o
conceito original de idiota, pois a palavra
idiótes, em grego, significa aquele que só vive
a vida privada, que recusa a política, que diz
não à política.
Talvez devêssemos retomar esse conceito
de idiota como aquele que vive fechado dentro
de si e só se interessa pela vida no âmbito
pessoal. Sua expressão generalizada é: “Não
me meto em política”.
Zygmunt Bauman. Em busca da política.
Adaptado.
Texto 5
M. S. Cortella e R. J. Ribeiro,
Política – para não ser idiota. Adaptado.
Texto 3
FILHOS DA ÉPOCA
Somos filhos da época
e a época é política.
Todas as tuas, nossas, vossas coisas
diurnas e noturnas,
são coisas políticas.
Querendo ou não querendo,
teus genes têm um passado político,
tua pele, um matiz político,
teus olhos, um aspecto político.
O que você diz tem ressonância,
o que silencia tem um eco
de um jeito ou de outro, político.
(...)
Wislawa Szymborska, Poemas.
Folha de S. Paulo, 05/10/2011.
Os textos aqui reproduzidos falam de política, seja para enfatizar sua necessidade,
seja para indicar suas limitações e impasses
no mundo atual. Reflita sobre esses textos e
redija uma dissertação em prosa, na qual
você discuta as ideias neles apresentadas, ar-
FUVEST
português/redação 7
gumentando de modo a deixar claro o seu
ponto de vista sobre o tema Participação
política: indispensável ou superada?
Instruções:
· A redação deve obedecer à norma padrão
da língua portuguesa.
· Escreva, no mínimo, 20 e, no máximo, 30
linhas, com letra legível.
· Dê um título à sua redação.
Comentário
ETAPA
Apresentando uma interessante e substanciosa
coletânea, a Fuvest elaborou um tema significativo
para as sociedades atuais, nas quais, tomadas por
um grande desencanto, as pessoas desconfiam de
políticos, partidos e governos, fechando-se em si
mesmas e alienando-se cada vez mais dos problemas referentes à "ciência mais imperativa e
predominante", como quer Aristóteles.
Diante de tantos casos de desonestidade e corrupção, frequentemente os cidadãos veem a política como algo a ser eliminado de suas vidas.
Bom tema – atual e "próximo" do candidato.
O candidato foi convidado a dissertar sobre a
questão do engajamento político no atual panorama do país e do mundo.
Entre Literatura, Gramática e Interpretação
A prova de Língua Portuguesa da Fuvest 2012 foi exigente e
bem-feita. Questões pontuais de literatura envolveram conhecimento e leitura das obras, e questões de texto cobraram
gramática por meio de exercícios redacionais e de interpretação.
Tema de redação atual, interessante e próximo do candidato.
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