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DANÇA PARA MENINOS: VISÃO DOS PROFESSORES DE

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DANÇA PARA MENINOS: VISÃO DOS PROFESSORES DE
DANÇA PARA MENINOS: VISÃO DOS PROFESSORES DE
EDUCAÇÃO FÍSICA
Thaiane Bonaldo do Nascimento
Daiane Dalla Nora
Douglas Almir Tolfo Rossa
Mara Rubia Alves da Silva
RESUMO
O presente estudo tem como objetivo compreender a visão dos professores sobre o ensino da
dança para meninos na Educação Física escolar, justificando-se pela busca da superação da
divisão sexista e negação de conhecimentos. Trata-se de um estudo exploratório realizado
com dois (2) professores (as) de EF, das cidades de Santa Maria/RS e Nova Palma/RS, que
atuam no ensino fundamental. Para coleta de dados utilizou-se um questionário. Concluímos
que o não ensino da dança para meninos ocorre devido ao despreparo dos professores na
formação inicial e pela reprodução das concepções hegemônicas de masculinidade e
feminilidade impostas pela sociedade, que vem interiorizando certos preconceitos sobre
alguns conteúdos da Educação Física escolar.
PALAVRAS-CHAVE: Dança; Meninos; Formação de professores; Educação Física Escolar.
INTRODUÇÃO
A Educação Física (EF) escolar deve abordar em suas aulas os mais diversos
conteúdos, que englobam as práticas
corporais, atendendo a todos os alunos
independentemente de sexo, idade, raça, condição financeira, entre outros. Sendo a dança
parte da cultura corporal do ser humano, é pertinente que a mesma esteja inserida no âmbito
escolar, e sua prática ofertada a todos os alunos, independente de determinações sexistas.
O ensino da dança pelos professores de EF na escola depende de vários determinantes,
destacando-se vivências pessoais, processo de formação inicial e continuada. A formação
inicial é de fundamental importância para que os professores se apropriem do conhecimento
relacionado a dança, no sentido de ampliar a prática pedagógica para além do ensino dos
esportes hegemônicos, e ainda a superação da divisão sexista.
A dança no âmbito escolar, segundo Strazzacappa (2001) não está apenas em busca de
aptidões motora dos alunos (as), mas também de capacidades imaginativas e criativas, o que a
diferencia de outras atividades propostas pela EF, que muitas vezes caracterizam o corpo das
crianças como um apanhado de alavancas e articulações do tecnicismo esportivo.
Além do tecnicismo esportivo, o trabalho da dança na escola sofre também
dificuldades relacionadas às questões de gênero e sexo por parte dos professores. Pois como
relata Bregolato (2007), a atual sociedade vem interiorizando certos preconceitos sobre alguns
conteúdos da EF, resultando no desinteresse de muitos alunos do sexo masculino em
participarem das aulas de dança.
A partir do entendimento da dança como uma das principais formas de expressão e
manifestações sociais dos seres humanos, o presente estudo tem como objetivo compreender a
visão dos professores sobre o ensino da dança para meninos na EF escolar.
O estudo justifica-se pela necessidade de se ter entendimento do contexto do ensino da
dança escolar para meninos, para que as aulas de EF sejam repensadas, defendendo o acesso à
mesma a todos os alunos, superando a divisão sexista e negação de conhecimentos. E pela
importância de refletir as relações do ensino da dança na escola pelos professores com seu
processo formativo, principalmente quanto a abordagem dada a mesma em sua formação
inicial em EF.
DANÇA NA ESCOLA
A dança é parte do processo de construção histórica do ser humano. Como descreve
Nanni (2001) o ser humano sempre sentiu a necessidade de se comunicar e, para isso antes de
dominar a linguagem utilizava-se do próprio corpo para expressar suas emoções, sentimentos
e prestar culto a natureza.
O desenvolvimento da dança foi tendo influencia de cada cultura, em busca de afirmar
ou modificar suas tradições/costumes. De acordo com Rinaldi (S/D) o homem e a dança se
desenvolveram juntos em aspectos como movimentos, emoções, fatos sociais e culturais,
misturando e modificando as formas de expressão e interpretação, a partir da diversidade de
civilizações e diferentes necessidades dos povos.
Sendo a dança constituinte da história do ser humano, entende-se que a mesma deve
estar inserida no âmbito escolar, pois através dessa prática corporal agimos com o mundo, nos
comunicando e aprendendo. Nesse sentido, Rinaldi (S/D) expõe que a dança favorece várias
possibilidades educativas, enfatizando a criatividade, comunicação, expressão, e fazendo
relações com o cotidiano, a realidade, a cultura, a crítica e a estética.
Para que a essa dança possa propiciar aos alunos autonomia e criticidade é necessário
que a mesma não seja trabalhada de forma mecânica, reprodutiva e alienada da sociedade,
mas que aborde a realidade social dos alunos. Pois como descreve Santos (2005), a escola
sem negligenciar as informações contidas nas ruas e canais de televisão pode desempenhar
um papel educativo e criativo na educação dos corpos, possibilitando aos estudantes uma
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maior compreensão do mundo, ao invés de fazer da dança uma atividade funcionalista.
Neste sentido entende-se que a imbricação entre escola, sociedade e dança permite
relacionar a realidade social ao âmbito escolar, onde a dança possibilita que os alunos sintamse mais abertos a novas experiências, contribuindo assim para que a ação dos professores se
torne mais eficaz, fazendo com que os mesmos consigam explorar com maior ênfase o
potencial motor, social e cultural de seus alunos.
O HOMEM NA DANÇA
A participação dos alunos nas aulas de dança na EF escolar pode ser favorecida
levando em conta a realidade social dos mesmos, possibilitando aos alunos apresentarem suas
motivações e interesses, dando sentido e significado pessoais e coletivos à cultura corporal da
dança. Nessa perspectiva, Silva e Antunes (2008) afirmam que a dança procura o
desenvolvimento da consciência de si mesmo, permitindo ao sujeito o conhecimento do que
se pode fazer, expressar e comunicar em cada movimento.
Apesar da dança ser um dos conteúdos da EF escolar, muitos professores apresentam
certo receio em relação ao ensino da mesma em suas aulas, principalmente quando se refere
ao público masculino. Ao tratarmos sobre dança escolar, se torna imprescindível ser
compreendido o lugar ocupado pelo sexo masculino nessa prática corporal, pois na sociedade
moderna a mesma vem sendo associada ao sexo feminino. Fischer e Marques (2001) relatam
que desde o nascimento os meninos e as meninas são preparados para responder às
expectativas da sociedade, em relação ao que cada um deve desempenhar, pela necessidade de
um ser frágil em oposição a outro forte e agressivo.
A determinação social das atividades desempenhadas por cada sexo é um dos fatores
que leva a prática da dança ser relacionada ao sexo feminino, e os esportes de contato ao sexo
masculino, de modo que cada indivíduo busca a prática que reforce sua masculinidade ou
feminilidade. Conforme Louro et al. (2001), a inscrição dos gêneros feminino e masculino
nos corpos constitui-se no contexto de determinada cultura, sendo portanto marca desta.
Logo, sendo a cultura o principal influente nas construções sociais, compreende-se porque a
existência de diferentes concepções de masculinidade e feminilidade assumidas por cada
povo.
Neste contexto, Faro (1998) explana que a dança foi por muitos anos exclusividade do
sexo masculino, e somente mais tarde as mulheres passaram a participar de tal atividade. Tal
referência nos ajuda a entender que a dança já foi uma prática corporal exercida por ambos os
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sexos e não apenas a um grupo da sociedade.
A significação e importância da prática da dança escolar devem ser fundamentadas
pelos professores, resgatando nas aulas o sentido histórico e cultural, para que os meninos
possam compreender que dançar não é exclusividade apenas do sexo feminino. Vidiella
(2010) reforça que a masculinidade vem a ser uma construção discursiva de gênero, que se
perpetua ao longo do tempo, por meio da família, escola, esporte de elite, meios de
comunicação, entre outros.
FORMAÇÃO DE PROFESSORES
A formação inicial de professores reflete diretamente na presença da dança no
contexto escolar. Rinaldi (2008) reforça a ideia de que a formação inicial de professores é
importante, pois é o momento em que os futuros educadores têm para alterar ou não sua
concepção sobre a EF escolar, a fim de assumirem ou não a prática pedagógica permeada pela
cultura dominante.
Assim a graduação torna-se essencial para que os futuros docentes consigam se
apropriar e conhecer o significado e a importância exercida por cada conteúdo, dentro da EF
escolar, para que não continuem a exercer uma prática baseada no tecnicismo esportivo e na
diferenciação sexista dos quais irão executá-las.
Nesse sentido, Verdéri (2009) afirma que os educadores têm um compromisso éticopolítico que os tornam responsáveis pela formação dos alunos, devendo proporcionar
melhores situações para construção de conhecimentos, independentemente de se estar
jogando, brincando ou dançando. No entanto, Vargas (2007) descreve que muitos professores
de EF enfatizam o ensino do esporte em suas aulas, apresentando um caráter mecânico e
competitivo, o que acaba por muitas vezes excluindo outras formas de movimento como a
dança.
Segundo Betti (1999), a não diversificação dos conteúdos da EF para além dos
esportes hegemônicos, se dá pela insegurança dos professores em relação a conteúdos que não
dominam, e dessa forma trabalham com o que possuem mais afinidade. Com isso, supõe-se
que a formação inicial de professores influencia no ensino da dança na escola.
METODOLOGIA
A abordagem da pesquisa caracterizou-se por ser de cunho qualitativo. Trata-se de um
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estudo exploratório, com o intuito de aproximação com a temática, para posterior
aprofundamento sobre o ensino da dança para meninos na EF escolar.
O estudo foi realizado com dois professores de Educação Física, que atuam nas
séries/anos finais do ensino fundamental, em duas escolas estaduais de ensino fundamental,
localizadas nas cidades de Santa Maria e Nova Palma, ambas no estado do Rio Grande do
Sul.
O instrumento de coleta de dados foi um questionário, composto por dez questões
sendo estas abertas e fechadas. O procedimento metodológico adotado proporciona melhor
clareza do que se deseja, pois apresenta um conjunto de questões relacionadas com a
problemática.
O processo de análise dos dados, por meio do questionário, foi orientado pela
interrelação entre os três eixos básicos: dança no contexto escolar; a dança na formação de
professores e o ensino da dança para meninos.
Antes da aplicação do questionário e da intervenção, os participantes assinaram o
Termo de Livre Consentimento Esclarecido, aceitando participar e autorizando a divulgação
dos resultados da pesquisa, sendo este uma forma de assegurar total privacidade e
confidencialidade.
ANÁLISE E DISCUSSÃO
A análise dos dados obtidos a partir dos questionários, que apresentou o objetivo de
compreender a visão dos professores sobre o ensino da dança para meninos na EF escolar,
estruturou-se em 3 blocos, sendo estes a dança no contexto escolar; a dança na formação de
professores e o ensino da dança para meninos.
Constatou-se que os professores têm plena consciência da importância da dança no
contexto escolar, considerando que a mesma apresenta inúmeras possibilidades educativas,
sendo um conteúdo que contribui significativamente na aprendizagem dos alunos. Fato que
vai ao encontro de Marques (2006) que descreve a dança Escolar como capaz de tornar o
aluno um sujeito criador e pensante, através da ampliação de suas vivências corporais.
Mesmo com os professores conscientes da importância do conteúdo dança, na escola
de Nova Palma o mesmo não é ofertado aos alunos, enquanto na escola de Santa Maria é
ofertado somente paras as meninas. A não oferta do conteúdo para ambos os sexos diverge do
pensamento de Verdéri (2009), que considera um compromisso dos professores
proporcionarem a construção de conhecimentos independente da atividade realizada.
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Verificou-se nas respostas do professor da escola de Nova Palma, o qual afirma que
não proporciona aulas de dança devido à falta de preparo em sua graduação para com este
conteúdo, e que para uma melhor qualidade nesta área seria necessário um aperfeiçoamento
do professor. Dessa forma, a referida ideia concorda com Marques (1997), que cita a
dificuldade dos docentes em compreender o sentido de ensinar a dança no âmbito escolar e de
que maneira ensiná-la. Neste sentido, Betti (1999) afirma que a falta de conhecimento e
insegurança faz com que os professores somente trabalhem com conteúdos que dominam.
A professora de Santa Maria expõe que sua motivação e experiência com a dança
foram obtidas através do seu Curso de Graduação, porém expõe o desinteresse de muitos
professores em trabalhar com esse conteúdo. Também cita que são necessárias políticas
públicas governamentais no sentido de preparar os professores, através de cursos e atividades
que incentivem a dança para ambos os sexos no contexto escolar. E como descrito por Tardif
(2002), cabe aos professores ocuparem na escola uma posição em conjunto com os agentes
escolares, pois em seu trabalho cotidiano com os alunos, os professores são mediadores da
cultura.
No entanto, mesmo com os professores conscientes da importância do conteúdo dança,
em nenhuma das escolas pesquisadas a mesma é ofertada para o sexo masculino. O professor
de Nova Palma relata que não teria dificuldades se tivesse que trabalhar o conteúdo da dança
para os meninos, no entanto tem em sua concepção que os mesmos se sentem inibidos ao
dançar, comportamento este que acredita vir de casa, através de um preconceito existente em
relação aos meninos que dançam.
A professora de Santa Maria também apresenta uma concepção que vai ao encontro do
relato do professor de Nova Palma, mencionando que muitos meninos pensam na dança como
uma atividade feminina, devido a um “tabu” cultural que os leva a sentirem “vergonha” ao
praticá-la, por acharem que a mesma poderá deixá-los “afeminados”. Assim, a professora
acrescentou que deveria ter mais incentivo dentro da escola em relação do ensino da dança
para meninos, vendo na dança de salão uma oportunidade para que o rótulo de que “Dança é
só para meninas” seja modificado.
CONCLUSÕES
Concluímos que a visão de ambos os professores em relação ao ensino da dança para
os meninos, sofre forte influência das concepções históricas, culturais e sociais de
masculinidade e feminilidade, resultado das relações da sociedade vigente, que caracteriza as
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atividades que devem ser realizados por homens e mulheres, fazendo com que a dança no
contexto escolar seja compreendida como atividade prioritariamente feminina.
O trabalho com a dança na EF escolar não vem sendo contemplado para os meninos
nas escolas pesquisadas, sendo um dos motivos o despreparo dos professores na formação
inicial para trabalhar com esse conteúdo, uma vez que a mesma tem um papel articulador no
processo formativo dos futuros professores. Neste sentido, entende-se como necessário que
seja reformulada a formação de professores, para que se repense a forma de como vem sendo
abordada a dança. Acreditamos a partir da visão dos professores, que se na formação inicial
os futuros professores não compreenderem o sentido e significado da desse conteúdo no
âmbito escolar para os alunos, mais especificamente para os meninos, o trabalho com a dança
na escola continuará reproduzindo as concepções hegemônicas de masculinidade e
feminilidade impostas pela sociedade.
A partir das reflexões deste estudo, entendemos como necessário o aprofundamento
de como ocorre o trabalho com dança na formação inicial de professores (as) de EF, com
enfoque nas questões de gênero e sexualidade, pois as mesmas interferem no ensino da dança,
em específico para os meninos, a fim de contribuir para uma educação de melhor qualidade.
DANCE FOR BOYS: VISION OF TEACHERS OF PHYSICAL EDUCATION
ABSTRACT
This work aimed to understand the vision of teachers about teaching dance for boys in School
Physical Education. The study is justified by the search of overcoming sexist and repudiation
of knowledge. It was done with two physical education teachers of elementary school. These
professionals were the cities of Santa Maria and Nova Palma, in Rio Grande do Sul State,
Brazil. Data collection was conducted through a questionnaire. We conclude that not
teaching dance for boys occurs due to the unpreparedness of teachers, besides the
reproduction of hegemonic conceptions of masculinity and femininity imposed by society,
which internalizes certain prejudices about some contents of School Physical Education.
KEYWORDS: Dance; Boys; Teacher Training; School Physical Education.
DANZA PARA NIÑOS: VISIÓN DE LOS PROFESORES DE EDUCACIÓN FÍSICA
RESUMEN
El presente trabajo tiene como objetivo comprender la visión de los profesores de Educación
Física escolar para impartir clases de danza a los niños, en búsqueda de la superación de la
división sexista y negación de los conocimientos. La investigación se llevo a cabo por dos
profesores de la Educación Física, de las ciudades de Santa María, RS y Nova Palma, RS,
que imparten en la educación básica. Para reunir los datos se utilizó un cuestionario. Se
concluye que el no impartir clases de danza en la educación básica se debe a la falta de
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preparación de los profesores en formación y por la reproducción de las concepciones
hegemónicas de masculinidad y feminidad impuestas por la sociedad, que introducen
preconceptos sobre la Educación Física.
PALABRAS CLAVES: danza; niños; formación de los profesores; Educación Física escolar;
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