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Toque Terapêutico

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Toque Terapêutico
I SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE CIÊNCIAS INTEGRADAS
DA UNAERP CAMPUS GUARUJÁ
Projeto de Pesquisa: Toque Terapêutico na Clinica de Enfermagem
Unaerp Guarujá
Carmencita Ignatti
Docente do Curso de Enfermagem
(Unaerp – Campus Guarujá)
[email protected]
Alice Sebastiana Lima da Silva
Docente do Curso de Enfermagem
(UNAERP – Campus Guarujá)
[email protected]
Luciane Ferreira do Val
Docente do Curso de Enfermagem
(Unaerp – Campus Guarujá)
[email protected]
Resumo
O Toque Terapêutico é uma técnica de imposição de mãos e
prática considerada Complementar. Atua sobre o Campo de Energia
Humano repadronizando os desequilíbrios energéticos causadores de
queixas e sintomas psicossomáticos. Sua aplicação em sessões contínuas
resulta em diversos efeitos como alívio da dor, relaxamento, baixa de
níveis de estresse e ansiedade, melhora do metabolismo e da imunidade,
entre outros, de acordo com literatura publicada. Desenvolvida por
Dolores Kruger em parceria com Dora Kunz nos EUA, tem sido divulgada
no Brasil pela Dra. Ana Cristina de Sá. Baseia-se nos princípios da Física
Quântica e na Teoria da Enf. Martha Rogers acerca da Ciência do Ser
Humano Unitário, dentro dos preceitos da Fenomenologia e Teoria Geral
dos Sistemas. Destaca-se por ser de simples aplicação, eficaz, isento de
efeitos colaterais e custo zero, além de não ter conotação religiosa.
Encaixa-se na prática da Enfermagem, pois utiliza as mãos como
ferramenta, reforçando o arsenal de instrumentos colocados à disposição
do cliente/paciente no ato do cuidar, associando tecnologia e afetividade.
Possibilita ainda um novo campo de atuação como profissão, o que nos
remeteu à proposta de implantação na Clínica de Enfermagem da UnaerpGuarujá e ao desenvolvimento da pesquisa em busca da validação de sua
prática e fundamentação científica, para posterior vinculação ao Projeto
Pedagógico e publicação em mídia oficial.
Palavras - chave: toque terapêutico, qualidade de vida, enfermagem.
Seção 1 – Curso de Enfermagem.
Apresentação: - oral(1. opção).
1
Toque Terapêutico na Clínica de Enfermagem da Unaerp Guarujá
1 - Introdução
O Toque Terapêutico (TT) é uma modalidade técnica de atendimento com
imposição de mãos, considerado entre as Terapias Complementares ou
Medicinas Biológicas. Assunto relativamente novo e ainda não aplicado
na maioria das instituições de Saúde, é também pouco conhecido pela
maioria dos profissionais de Enfermagem, tratando-se de excelente meio
não-invasivo que o enfermeiro dispõe para promover atenção em saúde
de alta qualidade.
Sua prática vem ocorrendo informalmente na Clínica de Enfermagem,
além de outras consideradas complementares, como projeto piloto,
antecedendo esta proposta, como resultado de um trabalho anterior em
que fizemos um levantamento de perfil sócio-emocional para perceber,
entre outros fatos, ocorrência de ansiedade e stress entre funcionários da
Unaerp-Guarujá.
Toque Terapêutico é um sinal não-verbal muito importante na relação
enfermeira(o) / paciente, constatando-se que o mesmo é um instrumento
básico indispensável para o desenvolvimento humano, para as atividades
assistenciais da(o) enfermeira(o) e para o relacionamento com cliente que
entendemos que nosso alunos devem incorporar em sua formação.
Afirma FIGUEIREDO (1995), que o cuidado de Enfermagem é
fundamental e dá sustentação à profissão. A forma, o jeito como o
cuidado é feito, o toque, pode contribuir para uma ação terapêutica capaz
de curar.
O suporte teórico-cientifico assenta-se nas bases:
1.
a Ciência do Ser Humano Unitário, de Martha Elizabeth
Rogers, que foi uma das primeiras teoristas de enfermagem a lançar mão
da Fenomenologia e da Teoria de Sistemas. Propõe a transformação da
prática de enfermagem em um sistema terapêutico independente, que
promova a saúde, calcado na utilização da energia e em processos não
invasivos,
2.
pressupostos da Física Quântica acerca de Teorias de
Sistemas e Campos de Energia Humanos.
Em Ignatti (1993), encontramos informações acerca dos critérios da
Medicina Holística apontados pelos médicos Richard Gerber em Medicina
Vibracional E Deepak Chopra em Cura Quântica:

Os seres humanos são redes ou teias ou sistemas de complexos
campos de energias em contato com os sistemas físico e celular

Esse campo bioenergético (corpo etérico) é um molde ou mapa de
energia holográfica que contém informações codificadas para a
organização espacial de cada ser com capacidade de regeneração celular
em caso de dano
2

Reequilibrando estes campos é possível regular a fisiologia celular
aceitando que a matéria é uma forma de energia

Quando os campos de energia não conseguem se reequilibrar e se
desintegram, ocorre a morte física por abandono da força vital.

O corpo etérico é um modelo ou campo de energia holográfico que
contém informações relativas ao crescimento, desenvolvimento e
regeneração do corpo físico. Enquanto os genes contidos nas moléculas
de DNA controlam os mecanismos moleculares que determinam o
desenvolvimento das células individuais, o corpo etérico orienta o
desdobramento espacial do processo genético.

No nível quântico das partículas subatômicas, toda matéria é
constituída literalmente de campos de energia particularizados e
congelados (isto é, luz congelada). Complexos agregados de matéria
(moléculas) são na verdade campos de energia especializados

Os movimentos da força vitais para dentro dos sistemas
fisiológico/celular são controlados não apenas pelos padrões de
interferência sutis existentes no interior do corpo etérico, como também
pela entrada de energia de freqüências mais elevadas no sistema
energético humano.
O Toque Terapêutico destaca-se entre as modalidades de cura
vibracional por imposição de mãos com alto teor vibratório.
Ignatti (1998) cita que o biólogo Rupert Sheldrake em sua teoria dos
campos morfogênicos, diz que um campo auto-organizado modela a
formação dos seres vivos a partir de forças etéricas formativas que
trazem informações de experiências passadas em padrões rítmicos e que
respondem pelo crescimento e desenvolvimento dos mesmos. Cada ser,
então, cria a sua própria realidade física, a partir dos pulsos inteligentes
desta rede sutil (também conhecida como corpo sutil, aura ou
bioplasma), emitidos pelo conteúdo consciencial único e característico
acumulado e que pode apresentar distorções, manifestando-se assim
diversos distúrbios orgânicos e/ou psicológicos ( GERBER, 1988;
KAMINSKI e KATZ, 1998) e que Ilya Prigogine coloca a teoria de sistemas
abertos para os seres vivos, com capacidade de auto-organização
contínua, a partir do caos, caminhando da entropia positiva (maior fator
de desorganização) para a negativa ( CAPRA,1983;ZOHAR,1990).
A mesma autora também citando Zohar (1990) informa, a respeito da
Teoria de Bose-Einstein, que ocorrem sucessivos e consentâneos eventos
interligados em ações miniconscientes , em que milhares de informações
são processadas e decisões tomadas, à maneira de pedacinhos de um
quebra cabeça que, para configurar seu aspecto total e real, precisam
seguir um determinado padrão de direção para encaixar-se, perdendo
assim sua individualidade e tornando-se algo que se espalha em todas as
direções e generaliza-se na unificação. Ainda nessa linha de raciocínio, a
autora menciona os estudos de Frölich sobre sincronismo quântico no
organismo humano onde inexplicavelmente, até o momento, dipolos
vibráteis internos das paredes celulares geram sinais de freqüência de
3
microondas, que provavelmente organizam o crescimento celular e que
seja uma ordenação coerente de fótons no âmbito da luz visível .Na
seqüência, a autora menciona a pesquisa de Fritz Popp que descobriu
que as células vivas emitem uma leve “fosforescência”, prova de
radiação de fótons e que emitidas pelos neurônios sincronisticamente
em todas as direções, criariam um campo unificado do tipo que se
requer para produzir o estado básico da consciência num processo
de holismo relacional quântico .
Dentro desta perspectiva, o Toque Terapêutico
agiria
por
ressonância,reorganizando as ondulações e alterando estado de
consciência, melhorando as respostas e a compreensão no
processamento em feedback positivo progressivo (anexo 1).
A respeito da Teoria de Martha Rodgers, Ignatti também cita que o
epicentro desta teoria é a assistência ao ser humano em suas múltiplas
dimensões – física, mental, emocional e espiritual e no dizer de ROGERS
(1970) o conceito de homem unificado pressupõe quatro blocos de
construção (apud HIRATA, 1993):
1-campos de energia: é um conceito unificador de tudo que existe, ou
seja de todas as formas em que a energia se manifesta dentro e fora do
que se considera matéria, em intercâmbio aberto e dinâmico de tempo,
espaço e propriedades;
2-universos de sistemas abertos: são infinitos e intercambiáveis (homem
e meio);
3-padrão: formas de manifestações de comportamento e ritmo de
desenvolvimento, que distinguem um campo de energia;
4-quadri-dimensionalidade: tempo e espaço deixam de existir como
conceitos absolutos; os eventos intercambiam-se com os padrões de
forma relativa e incerta, sujeitas ao critério do observador:
Considera ainda os seguintes princípios:
-homeodinâmica: diz respeito aos processos que promovem as mudanças
da humanidade refletindo a interação mútua e simultânea entre os dois
campos – homem e meio ambiente – em determinado ponto no espaçotempo, através de repadronizações contínuas e conjuntas dos campos
humano e ambiental via oscilações ressonantes de menor freqüência e
ondas mais longas para maior freqüência e ondas mais curtas,
evidenciando a complexidade crescente de padrão e organização.
-integralidade: diz respeito à continuidade, mutueidade, simultaneidade
e dinamicidade do processo de interação entre os campos humano e
ambiental, o que permite a percepção do momento e condições em que
houve perda de integridade sincrônica e recíproca desta relação e a
reorientação da dinâmica com vistas à cura.
-ressonância: diz respeito a ritmicidade de ondas e suas vibrações em
várias freqüências trocadas entre o homem e meio em condições
harmônicas (saúde) ou desarmônicas (doença).
4
-helicidade: diz respeito ao desenvolvimento de um eixo verticalizado em
espiral crescente e ordenada, construído no espaço- tempo, pelos
cruzamentos das interações mútuas homem-ambiente e que
contextualiza a experiência intelectual e
sentimental significativa e
determinante de cada evento, naquele ciclo, permitindo a interferência
com recursos para resignificação padrões de interferência desarmônicos
criadores de seu quadro psicossomático e a proposta de reconstituição
do mesmo com padrões harmônicos do Toque Terapêutico
A finalidade dessa pesquisa é oferecer uma melhor qualidade de vida de
clientes atendidos na Clinica de Enfermagem da Unaerp – Campus
Guarujá, oferecendo um novo método de tratamento científico que
ajudará na recuperação do desequilíbrio do campo energético.
2 -Histórico
Foram encontrados os primeiros indícios registrados da utilização da
imposição de mãos na cura de pessoas pelos médicos egípcios no Papiro
Ebers, escrito por volta de 1552 a.C. Os gregos, 4000 anos a.C.,
utilizavam a imposição das mãos nos templos de Asclépio com o mesmo
fim. A própria Bíblia cita, em várias passagens, casos da utilização da
imposição de mãos com fins terapêuticos e espirituais. Há uma citação
em que Jesus diz, a respeito das curas por imposição das mãos: essas
coisas que eu faço, vocês farão maiores ainda (GERBER, 1995).
Segundo BRENNAN (2003), o Campo Energético Humano é a
manifestação da energia universal intimamente envolvida na vida
humana. Pode ser descrito como um corpo luminoso que cerca o corpo
físico e o penetra, emite uma radiação característica própria e é
habitualmente denominado “aura”. A aura é a parte do Campo de
Energia Universal (CEU), associada a objetos. A Aura Humana, ou
Campo de Energia Humana (CEH), ao corpo humano. A idéia de uma
energia universal que impregna toda a natureza foi defendida por muitos
cientistas ocidentais. Essa energia vital, percebida como um corpo
luminoso, foi registrada pelos pitagóricos, por volta de 500 a.C., os quais
sustentavam que a luz produzia uma série de efeitos no organismo
humano, inclusive a cura de doenças.
GASPAR, 2000 relata que Michel Faraday, físico e químico inglês foi o
precursor do conceito de “Campo”, Faraday imaginava que imãs ou
cargas elétricas criavam turbilhões invisíveis que preenchiam todo o
espaço, permeado por um meio sutil e imperceptível, o éter. Esses
turbilhões possibilitam a ação a distância. Mas eram idéias intuitivas
sem fundamentação teórica e matemática de uma formulação científica,
por isso o conceito foi aprimorado com o tempo.
Encontramos em Ignatti(1993), as seguintes indicações acerca de
campos de energia humanos e imposição de mãos:

culturas orientais Chinesa e Japonesa, que utilizam a imposição de
mãos como forma de ajuda na redução da dor há milênios, a denominam
5
respectivamente, como Chi´e Ki. Com outros nomes, o mesmo
fundamento ocorre nas práticas indianas, kahunas, herméticas,
tibetanas e cabalísticas.
Hipócrates (séc. V a.C.), Paracelso (1493 – 1541) Anton Mesmer (1734 –
1815) e nos século XIX e primeira metade do XX :James Clerk Maxwell ,
Karl von Reichnbach ,George de La Warr e Ruth Drown, ,William Kilner ,
George Lakhovsky ,Harold Burr Lawrence Bendit e Phoebe Bendit,
Wilhelm Reich e Rudolf Steiner e mais recentemente muitos outros, com
destaque para John e Eva Pierrakos, Joseph B. Rhine, William Tiller,
Stanislav Grof, Stanley Krippner e David Tansley
3 - Método Kriger – Kunz de Toque Terapêutico
Originariamente descrito pela enfermeira Dolores Krieger, o TT, também
denominado de Método de Krieger-Kunz, deriva da antiga arte de
imposição das mãos. Não possui qualquer base religiosa e independente
da fé ou crença daquele que o recebe ou do terapeuta que o aplica,
entretanto requer a intencionalidade consciente do terapeuta com o
intuito de repadronizar o campo de energético humano.
O TT baseia-se na atuação sobre um campo de energia humana que se
estende além da superfície corporal. O campo de energia humana é
abundante e flui em padrões equilibrados na saúde, mas é desviado e/ou
desequilibrado durante a doença.
3.a - Técnicas do Toque Terapêutico
Para SÁ, 2001, os passos da técnica são quatro: concentração
(concentrar-se), diagnóstico do campo energético, modulação e
balanceamento do campo energético e avaliação:
1º) Centrar-se – o terapeuta concentra a atenção nas mãos, para utilizálas conscientemente e com absoluta concentração com intuito de captar
sensações no campo energético do paciente.
2º) Diagnostico do campo energético - o terapeuta percorre o campo
energético do cliente no sentido crânio – podálico com as mãos, cerca de
6 a 12 cm acima da pele para determinar o diagnóstico do campo
energético a partir de achados tais como: déficit energético (sensação de
frio ou ausência do campo energético indicando bloqueio do fluxo de
energia), alterações de temperatura (calor intenso, frio), enrugamento do
campo (sensações mistas sobre uma única área), outras sensações
(sensação de choque elétrico; sensações parestésicas).
3º) Modulação e balanceamento do campo energético - o terapeuta
realiza o tratamento propriamente dito, que consiste em repadronizar a
áreas de déficit alteradas, através do alisamento do campo energético,
desenrugamento e oposição de sensações (onde estiver frio, aquecer, por
exemplo), finalizando com um fluxo energético. O desbloqueamento é feito
com movimentos mais bruscos, com mãos como que afastando duas
6
bordas no sentido crânio podálico. Os movimentos de alisamento são
feitos com movimentos suaves também no sentido crânio podálico. Estes
procedimentos causam o balanceamento final e estabelecimento do fluxo
energético do cliente, deixando-o com o padrão mais homogêneo possível.
4º) Avaliação de todo o campo para comparar o resultado com achados
do inicio da sessão e com os da próxima. Quando não é possível
repadronizar todo o campo energético do cliente, aguarda-se a próxima
sessão e assim sucessivamente até completar o tratamento.
4 - Hipótese
SÁ
(2001) afirma que a aplicação deste método terapêutico torna-se
variável a partir da compreensão rogeriana, onde a realidade não é
linear, mas circular, É parte integrante da dinâmica universal, que é
cíclica, continua, em constante movimento e que evolui sempre para
estados inovadores constantes no processo vital humano.
Assim sendo, sua prática na Clínica de Enfermagem da Unaerp-Guarujá
pode colaborar para :
a)
enriquecimento para a formação profissional,
b)
laboratório de práticas complementares eficientes para
alunos e usuários,
c)
campo de estágio e pesquisa,
estabelecimento de convênios, pois sua prática é
reconhecida pelo Sistema SUS.
d)
5 – Objetivos
5.a) Geral
Prescrever a aplicação do Toque Terapêutico pelo Enfermeiro aos
pacientes independente de sua patologia, na Clínica de Enfermagem da
Unaerp-Guarujá.
5.b) Específicos:

Introduzir o aprendizado e a prática do TT na Clínica de
Enfermagem,

Evidenciar a prática do TT como mais uma opção profissional de
inserção no mercado de trabalho,

Evidenciar os benefícios do TT como opção segura, eficiente e de
baixo custo para alívio de sintomas físicos e emocionais,

Estudar o efeito cruzado do TT junto a tratamentos convencionais.

Criar o Ambulatório de TT na Clínica de Enfermagem da UnaerpGuarujá

Divulgar os resultados pesquisados em mídia científica nacional e
internacional
7
Propor a
Enfermagem

incorporação
no
Projeto
Pedagógico
do
Curso
de
6 – Metodologia
Esse estudo é do tipo quase - experimental, pois pode estar presente ou
não: propriedade da identificação ou grupo controle, verificando-se o
antes e depois com o auxílio do pré e pós – teste (FIGUEIREDO, 2004).
Será utilizado um instrumento para avaliação do experimento. Esse
instrumento, criado por Sá (s.d.), foi baseado na revisão da literatura e
experiência prática da autora.
A população do estudo será constituída por clientes atendidos na
Clínica de Enfermagem da Unaerp – Campus Guarujá, entre os meses de
Março a Junho de 2005. Como critérios para inclusão no estudo serão:
ser cliente cadastrado na clinica, realizar no mínimo duas sessões,
aceitar participar do estudo como voluntário e assinar o termo de
consentimento livre e esclarecido . A coleta de dados será feita pelas
pesquisadoras após o cliente ser agendado, em atendimento semanal.
Antes de iniciada a sessão e sendo a primeira vez, será explicado o
estudo, seus objetivos, a não obrigatoriedade em participar e só será
entregue o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido para ser
assinado. Quanto ao aspecto ético, será respeitado a confidencialidade,
os princípios éticos da enfermagem, e o estudo será encaminhado para o
Comitê de Ética em Pesquisa da Unaerp – Ribeirão Preto.
Os dados obtidos serão analisados de modo quanti – qualitativo, no
período de agosto à outubro, encaminhando-se então os procedimentos
para publicação.
7 – Considerações Finais
As mãos da enfermeira que realiza o toque são comparadas às mãos de
fada – fonte mitológica de transmissão da energia mágica do carinho, do
afeto, da cura...
O toque terapêutico por ser uma ação terapêutica que envolve vários
aspectos do ser humano, por estimular todo o ser que o recebe,
proporcionando-lhe oportunidade para reagir e recuperar as pulsões de
vida e transcender à frágil distância entre o equilíbrio e o desequilíbrio
(físico, emocional, mental pensante e espiritual), servindo de força
restauradora e regeneradora e por constituir-se em método prático,
eficiente, seguro, agnóstico e de custo zero, aponta para opção
interessante a ser oferecida para alunos e usuários.
É reconhecido pelo Conselho Federal de Enfermagem, na Resolução
COFEN-197 de 19 de março de 1997, como especialidade e/ou
qualificação do profissional de Enfermagem. Também é reconhecido pelo
Sistema SUS como prática oficial de auxílio.
8
Sua prática na Clínica de Enfermagem da Unaerp – Guarujá representa
um avanço na formação profissional e a consolidação da posição de
vanguarda que esta Instituição representa na sociedade.
8 - Referências Bibliográficas
ANDRUS, V. Enfermagem Holística: Relembrando nossas raízes. Ed.
Artimed. Rio de Janeiro. 2000. 3ª ed. p. 47 e 48.
BONJORNO, R. A. Temas de Física. Ed. FTD. São Paulo. 1997. Cap. 10.
p. 250 e 251.
BRENNAN, Bárbara Ann. Mãos de Luz: Um Guia para a Cura do Campo
de
Energia Humana. Ed. Pensamento-Cultrix Ltda. São Paulo. 2003.
19ª ed. p. 67.
CANHADA, C. M. A Eterna Busca da Cura. Ed. e Distribuidora de Livros.
Catanduva. São Paulo. 2001. cap. 2 e 3.
CAPRA, F. O ponto de mutação. São Paulo: Cultrix, 1995.
FIGUEIREDO, Nébia M. A. e CARVALHO, Vilma. O corpo da Enfermeira
como instrumento de cuidado. Ed. Revinter. 1999. Rio de Janeiro.
GASPAR, A.. Física: Eletromagnetismo e Física Moderna. Ed. Ática
Paulo. 2000.Vol. 3. 1ª ed. p. 32, 36, 43, e 44.
São
GERBER, R. Medicina Vibracional. Ed. Cultrix. 1995. São Paulo.
HIRATA, Marisa C., Uma abordagem na Enfermagem segundo Martha
Rogers, Revista Baiana de Enfermagem, Salvador, v.6, n.1, p. 28-46,
abril 1993.
IGNATTI, C. Uma Proposta de Prática de Enfermagem Holística, Tese de
Mestrado, 1993, Unimep – Piracicaba.
A Terapia Floral como Caminho de Resgate da Totalidade
Mente-Corpo, monografia para obtenção de título de especialista, 1998,
IBEHE/UFRJ.
NIGHTINGALE, F. Notas sobre a enfermagem. Ed. Cortez. 1989. São
Paulo.
ROGERS, M. Malinski. A Ciência do Ser Humano Unitário. 1970, São
Paulo
SÁ, A.C. O Cuidado do Emocional em Enfermagem. Ed. Rode Editorial.
São Paulo 2001. p. 67/70.
SILVA. Maria Júlia Paes da. O Amor é o Caminho. Ed. Gente. São Paulo
2004. 2ª ed. p.98/103.
9
SER
(anexo1)
(Atitudes, estilo, personalidade adquirida) – composto ao longo da história de vida, impressos na
personalidade.
Estado de
consciência do
momento/padrão de
energia/ondulações
Pensamentos,perc
epções,emoções,
produzindo
ondulações
Estado de consciência
fundamental (condensado de
Bose Einstein).
Sistema de processamento de dados
Código
genético
Entrada
Sensorial
Instintos e
emoções
Memória
Ecos
filogené
ticos
Necessidades
corporais
Toque Terapêutico - ação por ressonância, reorganizando as
ondulações e alterando estados de consciência, melhorando as
respostas e a compreensão no processamento em feedback positivo
10
Fly UP